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AVA 2 - Leitura e Producao Academica - Nathalya

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UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA CURSO 
DE GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA
LEITURA E PRODUÇÃO ACADÊMICA 
AVA 2
NATHALYA ROSA RENÉ DE MOURA 
CABO FRIO | 2023
1
NATHALYA ROSA RENÉ DE MOURA
LEITURA E PRODUÇÃO ACADÊMICA
AVA 2
NATHALYA ROSA RENÉ DE MOURA 
CABO FRIO | 2023
Trabalho apresentado no curso
de Graduação em Fisioterapia da
Universidade Veiga de Almeida. 
Professora Milena Tanuri
2
 
Resumo:
Esta é uma resenha do artigo intitulado Crimes Contra a Mulher e a Eficiência das Políticas 
Públicas. Artigo escrito por: Jonas Rodrigo Gonçalves e Letícia Fernandes Gaudêncio Leão, o 
qual foi publicado no periódico ‘’Revista Processus de Estudos de Gestão, Jurídicos e 
Financeiros”, N.39, jul/dez, 2019. 
A metodologia utilizada para a construção da pesquisa utilizada no artigo aqui analisado foi 
métodos qualitativos e quantitativos, ou seja, o método qualitativo deverá ser usado para 
mensurar o comportamento, assim afirmando as hipóteses do trabalho, já o quantitativo existirá 
para ser usado para quantificar um problema, percebendo a dimensão do mesmo.
Palavras-chave: Eficiência. Políticas Públicas. Feminicídio. Mulher. Maria da Penha.
3
GONÇALVES, Jonas; LEÃO, Letícia. Crimes Contra a Mulher e a Eficiência das Políticas Públicas. 
Revista Processus de Estudos de Gestão, Jurídicos e Financeiros, N.39, jul/dez, 2019
Resenha:
Esta é uma resenha do artigo intitulado “Crimes Contra a Mulher e a Eficiência das Políticas 
Públicas”, de autoria de Jonas Rodrigo Gonçalves e Leticia Fernandes Gaudêncio Leão, publicada 
no periódico “Revista Processus de Estudos de Gestão, Jurídicos e Financeiros”, N.39, jul/dez, 
2019.
Quanto aos autores do artigo, cabe ressaltar que conhecemos um pouco a cerca de seus 
currículos. A formação de cada profissional corroborou para o excelente resultado da obra, 
conferindo segurança a suas falas e trazendo informações históricas e atuais, com vasta reflexão 
temática. 
No âmbito de suas formações acadêmicas, podemos citar, primeiramente, que Jonas Rodrigo 
Gonçalves é doutorando em Psicologia, Mestre em Ciências Políticas, Licenciado em Filosofia e 
em Letras Português e Inglês, especialista em Didática do Ensino Superior na modalidade 
Educação à Distância EAD, revisão de textos, agronegócio e gestão ambiental. É docente no 
ensino superior, sendo professor na Faculdade Processus, UNIP, Facesa, CNA, bem como 
escritor–autor de 61livros didáticos–, revisor e editor.
A segunda escritora, Leticia Fernandes Gaudêncio Leão é acadêmica de Direito pelo Instituto 
Processus.
Este artigo é dividido nos seguintes capítulos: resumo, palavras-chave, abstract, keywords, 
desenvolvimento, a Lei Maria da Penha, políticas públicas, considerações finais e referências.
O tema do artigo foi discorrido a seguinte problemática: É possível proteger as mulheres de 
violências com o uso das políticas públicas? As penas imputadas aos agressores são suficientes 
para que a mulher veja a justiça acontecer? Para mais, o artigo partiu da seguinte hipótese “há 
muitas políticas públicas que coíbem os crimes e violências que as mulheres podem chegar a 
sofrer. Porém, há uma hipótese em que a resposta seria negativa, porque as políticas públicas não 
são usadas e aplicadas de maneira eficiente”. 
Neste artigo, o objetivo geral foi “avaliar como as políticas públicas podem ser eficientes no 
combate a crimes contra a mulher”. Ademais, seus objetivos específicos foram: “analisar os tipos 
de violência sofridos pelas mulheres”; “discutir as soluções cabíveis no enfrentamento das 
mulheres ante as violências sofridas”; “pesquisar como as políticas públicas tem ajudado no 
combate”. 
4
A temática da pesquisa contou com a seguinte justificativa: ‘‘É de apresentar e contextualizar um 
histórico que diz respeito às mudanças no sentido à proteção dessa mulher e ver a eficiência 
dessa medida protetiva nos casos previstos de combates dos crimes cometidos contra mulheres. 
A lei, porém, não protege de certa forma todas as mulheres, e nem as protegem de ser 
novamente vítimas desses crimes’’.
Primordialmente, os autores iniciam sua pesquisa conceituando a violência contra a mulher, que 
é pautada como uma complexa rede de associação e que de tal forma pode apresentar variações 
em diferentes tipos de violências, destacando que não pode ser apenas violência física, bem 
como, também, psicológica, moral, sexual ou patrimonial. Sobretudo, aspectos de questões de 
gênero trazem uma grande influência, pois essa espécie de abuso reflete a posição desigual das 
mulheres nos relacionamentos, e ao “direito” masculino no controle sobre bens e comportamentos 
femininos.
Nesse meandro, discorre que apesar de ser um assunto que ganhou notoriedade nos últimos 
anos, a violência contra a mulher já tinha grande repercussão em décadas passadas, que de 
maneira evidente atingia diversas sociedades, de várias formas. O autor descreve muito bem 
quando diz que: “antes de se criar qualquer tipo de proteção, milhares de mulheres pagaram com 
sua própria vida pela omissão do Estado por esses crimes e violências cometidos contra elas. Os 
casos mais comuns são os de violência doméstica. Ter um conceito restrito não ajuda na hora de 
enquadrar a violência como sendo violência doméstica.”
Segundo uma pesquisa feita no site IMP (Instituto Maria da Penha), antes de a Lei Maria da 
Penha entrar em vigor, a violência doméstica e familiar contra a mulher era tratada como crime de 
menor potencial ofensivo e enquadrada na Lei n. 9.099/1995. Na prática, isso significava que a 
violência de gênero era banalizada e as penas geralmente se reduziam ao pagamento de cestas 
básicas ou trabalhos comunitários. Em outras palavras, não havia dispositivo legal para punir, 
com mais rigor, o homem autor de violência.
A violência é uma questão muito séria, e principalmente no território brasileiro. A repercussão 
sobre a discussão deve acontecer, e deve de fato ocorrer cada vez com muitas frequências para 
não se tornar algo banal.
Notoriamente, após a criação da Lei Maria da Penha (BRASIL, 2006) o autor aponta que a lei 
trouxe mudanças muito significativas, que fez com que adviesse um novo entendimento acerca 
da violência familiar e doméstica contra a mulher, visto que, antes não tinha relevância para o 
direito penal, pois se encaixava em crimes de menor potencial ofensivo. Além disso, aduz que 
outras formas de violência além da física receberam proteção da lei supracitada, como a 
psicológica, sexual, patrimonial e moral.
Não tem sido suficiente o avanço para tirar o Brasil do quinto lugar entre os países que mais 
assassinam mulheres no mundo. 
.
5
São inúmeras as maneiras que infelizmente o Brasil enfrenta. Sendo incertas as causas, é 
preciso fazer uma breve análise sobre como gerar punições mais eficazes para o 
comportamento agressivo.
Segundo o site G1.com, um exemplo a ser considerado, é que quase 5,5 mil casos de violência 
doméstica foram julgados em Rondônia em menos de três anos. Somente nos três primeiros 
meses de 2023, o crescimento dos julgamentos é de 102% se comparado ao mesmo período de 
2021. O site também destaca que os números de feminicídios também têm batido recordes nos 
últimos anos. A quantidade de denúncias feitas na Justiça de Rondônia no primeiro trimestre de 
2023, por exemplo, é 153% maior se comparada ao mesmo período de 2021.
É interessante a forma como os autores elencam que, perante o cenário recente é preciso abrir 
os olhos, para que assim seja plausível ajudar de alguma forma essas mulheres que estão 
padecendo algum gênero de abuso.
No entanto, somente a legislação não seria eficiente para restringir circunstâncias de agressões 
e crimes executados contra as parceiras. São necessários de imediato serviços externos, como 
amparo social e psíquico, para a realização de novas medidas públicas, assistência à saúde e à 
justiça. Foi criada em 2003 a Secretaria de Políticas para as Mulheres. Essa secretaria com 
políticas e medidas protetivas de enfrentamento às agressões contraas mulheres foram 
confortadas, manobrando novas formulações e novas instruções para esse tema de suma 
relevância. O elevado índice de mulheres hostilizadas não é baixo e é muito alarmante. Por isso, 
restando a dúvida sobre a ineficiência das leis e políticas públicas.
O que nos faz refletir: “São satisfatórias as políticas públicas para acabar com a raiz do 
problema?”. Existem sim, no entanto as descritas políticas públicas carecem ser novamente 
trabalhada para que sejam capazes de ter vigência, amparando de uma forma maioral as vítimas 
de agressões. A outra demanda é se as sanções imputadas são hábeis para que a licitude 
aconteça? Sim, dessa forma na legislação persistem punições que tem potencial de chegar 
a castigar rigidamente os agressores, mas para tanto as circunstâncias de hostilidade carecem 
ser noticiados nas Delegacias, já que lamentavelmente isso ainda não acontece constantemente.
A hipótese levantada foi a de que o sistema tem buscado melhorias, mas as políticas públicas 
parecem insuficientes. É inacreditável que os números de agressividade contra a mulher 
cresçam todos os dias.
Todo dia acontece uma brutalidade contra a mulher, tem sido fácil assassinar no Brasil. Para que 
haja a diminuição dessa crueldade são necessários novos projetos, com profissionais da saúde, 
segurança pública e a vítima, criando mecanismos que atendam às necessidades de quem 
passa por isso. A agressão contra mulheres é a mais vergonhosa entre todas as violações dos 
direitos humanos. Enquanto perseverar não poderemos dizer que progredimos efetivamente e 
em sentido à igualdade, à melhoria e a paz.
6
Referência Bibliográfica:
GONÇALVES, Jonas; LEÃO, Letícia. Crimes contra a mulher e a eficiência das políticas públicas. 
Revista "Processus de Estudos de Gestão, Jurídicos e financeiros" N.39, jul/dez, 2019. Disponível 
em: <https://periodicos.processus.com.br/index.php/egjf/article/view/165/162>. Acesso em: 13 jun. 
2023.
CRUZ, Jaíne. Quase 5,5 mil casos de violência doméstica foram julgados em menos de três anos em 
Rondônia. G1.com, 2023. Disponível em: <https://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2023/04/24/
quase-55-mil-casos-de-violencia-domestica-foram-julgados-em-menos-de-tres-anos-em-
rondonia.ghtml>. Acesso em: 17 jun. 2023.
Lei Maria da Penha, Instituto Maria da Penha, 2009. 
Disponivel em: <https://www.institutomariadapenha.org.br/lei-11340/lei-maria-da-penha-na-integra-e-
comentada.html#:~:text=Antes%20de%20a%20Lei%20Maria,9.099%2F1995>. Acesso em: 17 jun. 
2023.
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