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CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS AMÉRICAS - FAM Curso de Medicina Abner David Gianeri - 00340070 Julia Fernanda da Silva Pussi - 00340198 Juliana Aparecida Henrique - 00340201 Mayra Monique Souza Medina - 00340134 Thiago Alves Silveira - 00340067 Composição da equipe de saúde e as atividades que cada componente realiza Projeto Integrado de Atenção Básica (PIAB) São Paulo 2021 Abner David Gianeri - 00340070 Julia Fernanda da Silva Pussi - 00340198 Juliana Aparecida Henrique - 00340201 Mayra Monique Souza Medina - 00340134 Thiago Alves Silveira - 00340067 Composição da equipe de saúde e as atividades que cada componente realiza Projeto Integrado de Atenção Básica (PIAB) Relatório do Projeto Integrado de Atenção Básica - PIAB, como requisito para avaliação do PISCO. Orientadora: Enfa. Priscila de Cássia Fernandes SÃO PAULO 2021 SUMÁRIO 1.INTRODUÇÃO 4 2. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM.....................................................................................5 2.1 Objetivo Geral...............................................................................................5 3. METODOLOGIA..........................................................................................................6 3.1 Tipo de Estudo..............................................................................................6 4. RESULTADOS E DISCUSSÕES.................................................................................7 4.1 Princípios do SUS, Apoio Matricial, Visita Domiciliar, Territorialização........7 4.1.1 Princípios do SUS..................................................................................7 4.1.2 Apoio Matricial.......................................................................................8 4.1.3 Visita Domiciliar.....................................................................................8 4.1.4 Territorialização.....................................................................................9 I. Como deve ser a estrutura da Unidade Básica de Saúde......................................10 II. Composição da equipe de saúde e as atividades que cada componente realiza.. .........................................................................................................................................13 III. Como é composto o território da sua UBS e a composição da equipe e como ela funciona...................................................................................................................14 IV. Identificar os programas que o Ministério da Saúde determina para serem realizados........................................................................................................................20 4.2. Programa Nacional de Imunização...................................................................21 4.3 Programa Mais Médicos......................................................................................21 4.4 Programa Farmácia popular do Brasil..............................................................22 4.5 Prevenção e Controle HIV/ AIDS.........................................................................22 4.6 Sistema Nacional de Doação e Transplante de Órgãos................................... 23 4.7 Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME)........................ 23 4.8 Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)...............................................................23 4.9 Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192)................................24 4.10 Discutir como a rede de atenção à saúde deve funcionar..............................25 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS.....................................................................................................26 6. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...27 1. INTRODUÇÃO Neste trabalho será abordado a composição da equipe de saúde e as atividades que cada componente realiza na UBS, baseado nos princípios do sistema único de saúde (SUS) com ênfase no programa de Estratégia de Saúde da Família (ESF) que surgiu em 1994 para reorientar os serviços de atenção básica. Dentro desse tema serão discutidos fatores importantes sobre a Unidade Básica de Saúde (UBS), como a composição de sua equipe, seu território e seus programas. Também será brevemente abordado sobre o núcleo de apoio à saúde da família (NASF) e sobre a rede de atenção à saúde (RAS). 10 2. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 2.1 Objetivo Geral O objetivo central desse projeto é e avaliação descritiva da composição da equipe de saúde e as atividades que cada componente realiza dentro da unidade de saúde durante o período de estágio no nível de saúde primária e especializada (Unidade Mista), no Distrito de Brasilândia na Zona Norte de São Paulo – SP, no Jardim Carumbé. 3. METODOLOGIA 3.1 Tipo de estudo Esse estudo foi baseado numa pesquisa baseada em observação presencial com todos os profissionais da unidade, pela internet para entender melhor a comunidade pesquisada e conhecer o mapa do bairro, artigos e livros da área da saúde conforme nosso objetivo, baseado no Arco de Maguerez, principalmente a descritiva. Na primeira fase trata-se de uma pesquisa sobre o tema abordado descritivo e após foi realizado a descrição desse e elaborado uma produção tecnológica informatizada do mapa e das fotos tiradas na unidade. A segunda fase contou com a abordagem de estudo em metodologia descritiva, onde buscamos uma análise minuciosa e descritiva do objetivo de estudo dentro de um único projeto de pesquisa em duas formas de dados em um único estudo. Tais estratégias são implementadas concomitantemente ou seqüencialmente. Conforme observado nos estudos e na prática durante nosso aprendizado na UBS, esse é de extrema importância e deve-se ser valorizada, pois através dela são realizados trabalhos de assistência a comunidade do território em que se encontra. Antes da pandemia, eles tinham projetos com grupos de HAS, DM, tabagimo, gestantes (onde o médico e a enfermeira iam visitar constantemente esse público caso era ausente na uidade) e também de outras patologias ou necessidades de cada indivíduo, grupos de auto medicação, saúde do homem, apoio nutricional, planejamento familiar que já está ativo no momento pois, se anexa junto com o protocolo da saúde da mulher. Tinham ações sociais em escolas, igrejas com vacinação. Atualmente, os agentes comunitários (ACS), a enfermeira e o médico estão voltando com as visitas domiciliares (VD) que ficaram paralisadas por 1 ano e meio devido a chegada da pandemia, todas as atividades ficaram suspensas,e foram tomadas medidas para evitar o contágio entre a população, com orientações, diminuição de cadeiras na recepção, os funcionários do grupo de risco foram afastados e foi montado um espaço para atendimentos de pessoas com sintomas gripais, potencialmente com sinais e sintomas de COVID. Além disso, foram dstribuídos EPIs para todos profissionais e foram feitas campanhas de conscientização quanto à gravidade do vírus e sobre as maneiras de prevenção individual. 4. RESULTADOS E DISCUSSÕES 4.1 Princípios do SUS, Apoio Matricial, Visita Domiciliar, Territorialização: 4.1.1 Princípios do SUS Os princípios do SUS servem para orientar seu funcionamento e são divididos em organizativos e doutrinários. Dentre os doutrinários estão inclusos a universalidade, a equidade e a integridade, já os organizativos são a regionalização e hierarquização, descentralização e comando único e participação social. - Universalidade: Possibilitar o acesso universal e contínuo a serviços de saúde de qualidade e resolutivos, caracterizados como a porta de entrada aberta e preferencial da RAS (primeiro contato), acolhendo as pessoas e promovendo a vinculação e corresponsabilização pela atenção às suas necessidades de saúde. O estabelecimento de mecanismos que assegurem acessibilidade e acolhimentopressupõe uma lógica de organização e funcionamento do serviço de saúde que parte do princípio de que as equipes que atuam na Atenção Básica nas UBS devem receber e ouvir todas as pessoas que procuram seus serviços, de modo universal, de fácil acesso e sem diferenciações excludentes, e a partir daí construir respostas para suas demandas e necessidades. - Equidade: Ofertar o cuidado, reconhecendo as diferenças nas condições de vida e saúde e de acordo com as necessidades das pessoas, considerando que o direito à saúde passa pelas diferenciações sociais e deve atender à diversidade. Ficando proibida qualquer exclusão baseada em idade, gênero, cor, crença, nacionalidade, etnia, orientação sexual, identidade de gênero, estado de saúde, condição socioeconômica, escolaridade ou limitação física, intelectual, funcional, entre outras, com estratégias que permitam minimizar desigualdades, evitar exclusão social de grupos que possam vir a sofrer estigmatização ou discriminação, de maneira que impacte na autonomia e na situação de saúde. - Integralidade: É o conjunto de serviços executados pela equipe de saúde que atendam às necessidades da população adscrita nos campos do cuidado, da promoção e manutenção da saúde, da prevenção de doenças e agravos, da cura, da reabilitação, redução de danos e dos cuidados paliativos. Inclui a responsabilização pela oferta de serviços em outros pontos de atenção à saúde e o reconhecimento adequado das necessidades biológicas, psicológicas, ambientais e sociais causadoras das doenças, e manejo das diversas tecnologias de cuidado e de gestão necessárias a estes fins, além da ampliação da autonomia das pessoas e coletividade. - Regionalização e Hierarquização: Determina que os serviços devem ser organizados em níveis crescentes de complexidade e devem estar em uma determinada área geográfica. Dessa forma os serviços podem ser orientados tendo como foco os problemas epidemiológicos da área em que estão circunscritos. -Descentralização e Comando Único: Determina a redistribuição de poder e responsabilidade entre os níveis governamentais com o objetivo de garantir maior qualidade e controle pelos usuários, sendo cada um desses poderes autônomos e soberanos. - Participação Popular: Determina a participação da sociedade através de conselhos e conferências de saúde. 4.1.2 Apoio Matricial: Matriciamento pode ser definido como um modo de produzir saúde, em que equipes complementam suas atividades, num processo de construção compartilhada, com o fim último de tratar das dificuldades de uma pessoa por meio de uma proposta de intervenção pedagógica e terapêutica conjunta. A principal estratégia desenvolvida para apoio matricial é a equipe de NASF (núcleo de apoio à saúde da família), o apoio matricial do NASF para ESF se materializa por meio do compartilhamento de problemas, da troca de saberes e práticas entre os profissionais, bem como da articulação pactuada de intervenções, levando em conta a clareza das responsabilizações comuns e as específicas da equipe de APS. Os trabalhos interdisciplinares e em equipe, integrando nas áreas técnicas - profissionais de diferentes formações e até mesmo de outros níveis de atenção, busca incorporar práticas de vigilância, clínica ampliada e matriciamento ao processo de trabalho cotidiano para essa integração (realização de consulta compartilhada – reservada aos profissionais de nível superior, construção de projeto terapêutico singular, trabalho com grupos, entre outras estratégias, em consonância com as necessidades e demandas da população). 4.1.3 Visita Domiciliar: A VD é considerada a atividade externa à unidade de saúde mais desenvolvida pelas equipes de saúde. Ela se caracteriza por utilizar uma tecnologia leve, permitindo o cuidado à saúde de forma mais humana, acolhedora, estabelecendo laços de confiança entre os profissionais e os usuários, a família e a comunidade, ampliando o acesso da população às ações da saúde em um dos pontos de sua rede de atenção: o domicílio, a unidade residencial de determinada família. Objetivos: · Supervisão dos cuidados delegados à família; · Orientações à família, quando o serviço de saúde não for o mais indicado; · Conhecer o ambiente familiar; · Prestação de cuidados no domicílio; · Orientação e educação; · Coleta de informações sobre as condições sócio-econômicas da família. Vantagens: · Proporcionar o conhecimento sobre o indivíduo para possibilitar a prestação da assistência integral ao paciente; · Visualização do contexto familiar (habitação, higienização etc); · Melhor relacionamento profissional com o paciente e família; · Melhor relacionamento do grupo familiar com o profissional de saúde, por ser sigiloso e menos formal; · Maior liberdade para expor os mais variados problemas, tendo-se um tempo maior do que nas dependências do serviço de saúde. 4.1.4 Territorialização: A gestão deve definir o território de responsabilidade de cada equipe, e esta deve conhecer o território de atuação para programar suas ações de acordo com o perfil e as necessidades da comunidade, considerando diferentes elementos para a cartografia: ambientais, históricos, demográficos, geográficos, econômicos, sanitários, sociais, culturais, etc. Importante fazer ou complementar a territorialização sempre que necessário, já que o território é vivo. Nesse processo, a Vigilância em Saúde (sanitária, ambiental, epidemiológica e do trabalhador) e a Promoção da Saúde se mostram como referenciais essenciais para a identificação da rede de causalidades e dos elementos que exercem a determinação sobre o processo saúde-doença, auxiliando na percepção dos problemas de saúde da população por parte da equipe e no planejamento das estratégias de intervenção. Além dessa articulação de olhares para a compreensão do território sob a responsabilidade das equipes que atuam na AB, a integração entre as ações de Atenção Básica e Vigilância em Saúde deve ser concreta, de modo que se recomenda a adoção de um território único para ambas as equipes, em que o Agente de Combate às Endemias trabalhe em conjunto com o Agente Comunitário de Saúde e os demais membros da equipe multiprofissional de AB na identificação das necessidades de saúde da população e no planejamento das intervenções clínicas e sanitárias. População adscrita por equipe de Atenção Básica (AB) e de Saúde da Família (ESF) de 2.000 a 3.500 pessoas, localizada dentro do seu território, garantindo os princípios e diretrizes da Atenção Básica. I. Como deve ser a estrutura da Unidade Básica de Saúde: Segundo o manual de estrutura física da unidade básica de saúde que tem como objetivo orientar profissionais e gestores municipais de saúde no planejamento, programação e elaboração de projetos para reforma , ampliação, construção ou até na escolha de imóveis para aluguel de estabelecimentos ambulatoriais para unidade básica de saúde para o trabalho das equipes de saúde da família. O espaço deve ser adequado ao local em que está circunscrita, ao perfil epidemiológico da população que será vinculada, ao número de usuários esperado e sua identificação deve estar clara. O primeiro passo para a construção de uma unidade básica de saúde é o estudo que indique os possíveis impactos ambientais causados pela construção, analisando o local em que será implantada e reconhecendo os recursos ambientais, naturais e sociais apresentados pela área. Esse processo de análise é denominado Estudo de Impacto Ambiental. Quando se trata de construções de UBS reformas ou ampliações,todos os projetos deverão estar em conformidade com a RDC 50, respeitando também outros dispositivos prescritos e estabelecidos em códigos, leis, decretos, portarias e normas executivas nos níveis federal, estadual e municipal. Toda a estrutura deve estar de acordo com a NBR 9050 da ABNT e devem ser condicionados as duas dimensões, uma exógena e outra endógena. A exógena considera o edifício em suas condições desejadas de salubridade e a endógena observa os impactos causados pelas construçõesno meio ambiente externo alterando, de forma positiva ou negativa, suas condições climáticas naturais. Essas condições são contempladas por instrumentos legais como o código de obras e postura dos municípios. Vale ressaltar o cuidado que deve ser tido com o descarte de resíduos hospitalares por conterem substâncias prejudiciais à saúde humana. De acordo com RDC nº 332 os resíduos são classificados como grupo A (potencialmente infectantes); grupo B (químicos); grupo C (rejeitos radioativos); grupo D (resíduos comuns) e grupo E (perfuro cortantes). Para otimização da realização das ações de atenção à saúde é importante que o projeto arquitetônico considere o processo de trabalho e os fluxos de pessoas dentro e fora da unidade, definidos com as equipes. 1° plano: Recepção e sala de espera. 2° plano: Sala de espera, consultórios médicos e de enfermagem, consultório odontológico (sendo um local onde o ruído não prejudique as demais atividades realizadas por outros profissionais). 3° plano: Procedimentos. 4° plano: Áreas de apoio. Para os serviços de elétrica e hidráulica, os materiais devem ser de boa qualidade, assim, evitando transtornos e gastos com a manutenção predial. Algumas definições importantes: Área: Ambiente aberto, sem paredes em uma ou mais de uma das faces. Sala: ambiente envolto por paredes em todo seu perímetro e uma porta. Sanitário: ambiente dotado de bacia (s) sanitária(s) e lavatório (s). Banheiro: ambiente dotado de bacia(s) sanitária(s), lavatório(s) e chuveiro(s). O planejamento deverá observar, também, as normas e portarias em vigor em nível municipal, estadual e federal, como a NBR 9050 da ABNT. Antes de começar a construção devem ser levadas em conta algumas características importantes como a ambiência; a ventilação do ambiente e sua iluminação, o material usado nos pisos e paredes que deverão ser laváveis e regulares, o piso deve ser antiderrapante, o material das portas devem ser laváveis e adequadas para a passagem de portadores de deficiências, observar o material que será usado nas janelas, bancadas, armários e estantes a área externa; e as sinalizações que devem ser através de figuras, braile ou alto relevo e recursos sonoros. Ambientes que deverão compor a unidade de saúde da família são divididos em áreas administrativas, atendimento clínico, atendimento odontológico e locais de apoio. Administrativo: Em geral devem ter mesa tipo escritório, cadeiras, quadro de avisos, estante ou armário e cesto de lixo. Seus locais são: · Sala de recepção com cadeiras, mesa de escritório, mesa de impressora, mesa de microcomputador e arquivos fichário de metal; · Sala de espera com bebedouro, suporte para TV e vídeo, televisor, longarinas e cesto de lixo; · Sala de prontuários; · Administração e gerência; · Sala de reuniões com mesa de reuniões, cadeiras, quadro de avisos e cesto de lixo; · Sala de ACS com mesa de reuniões, cadeiras, quadro de avisos, armários e cesto de lixo; · Almoxarifado com armários, estantes, mesa e cadeiras e; · Farmácia com armários de aço, estante modulada, escada, cesto de lixo, cadeiras e mesa de escritório Toda a unidade tem um processo de organização em planilhas de Excel montada pela recepção que possui uma grande organização. Atendimento clínico: Cujos locais são: · Consultório com mesa tipo escritório, cadeiras, cesto de lixo, negatoscópio, balança antropométricas, esfigmomanômetro, estetoscópio, otoscópio, foco de luz, armário vitrine, balde cilíndrico porta detritos, biombo, escada de dois degraus, mesa auxiliar, mesa para exames, régua antropométricas e glicosímetro; · Sala de procedimentos e curativos com foco de luz, balança antropométrica, instrumentais cirúrgicos, balde cilíndrico porta detritos com pedal, escada de dois degraus, mesa auxiliar, mesa para exames, suporte de soro, armário vitrine, estetoscópio, esfigmomanômetro, cilindro de oxigênio (preso em suporte), nebulizador (para uso em visita domiciliar ou em caso de dano a central de nebulização), glicosímetro, suporte de soro e cadeira de rodas; · Sala de vacinas com caixa térmica, refrigerador para vacina, armário vitrine, arquivo de aço com gaveta, balde cilíndrico porta detritos com pedal, cadeiras, mesa de escritório e cesto de lixo; · Sala para coleta; · Sala de nebulização com central de nebulização, cadeiras, armário vitrine, mesa tipo escritório, cesto de lixo e balde cilíndrica porta detritos com pedal. Atendimento odontológico: Consultório odontológico com escovário e área para compressor e bomba. Nesse ambiente os itens imprescindíveis são: cadeira odontológica, equipo odontológico com pontas, refletor, unidade auxiliar, compressor com válvula de segurança, filtro para o compressor, filtro para a cadeira, mochos, amalgamador, fotopolimerizador e aparelho de ultrassom com jato de bicarbonato. Apoio: · Sanitários bem sinalizados e equipados; · Banheiro para funcionários com box e local para armários individuais, além das instalações sanitários normais; · Copa/ cozinha com mesa para refeições, cadeiras, refrigerador, cesto de lixo e microondas; · Área de serviço e depósito de material de limpeza; · Central de material de esterilização: espaço destinado à recepção, limpeza, preparo, esterilização, guarda e distribuição do material, devendo seguir o fluxo de trabalho em linha, conforme a sequência dos espaços abaixo descritos; · Sala de utilidades com pia, armários para acondicionamento de materiais, hamper e lixeira com tampa e pedal; · Depósito de lixo com ventilação e proteção contra roedores e; · Abrigo de resíduos sólidos destinado ao lixo contaminado prevendo separação entre o resíduo comum e biológico. II. Composição da equipe de saúde e as atividades que cada componente realiza: A equipe de estratégia saúde da família (ESF) é composta por médico generalista, ou especialista em Saúde da Família, ou médico de Família e Comunidade; enfermeiro generalista ou especialista em Saúde da Família; auxiliar ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde. Podem ser acrescentados à equipe os profissionais de saúde bucal: cirurgião-dentista ou especialista em saúde da família, auxiliar e/ou técnico em saúde bucal. Em geral suas atribuições incluem participar do processo de territorialização e mapeamento da área da UBS; manter o cadastro das famílias; realizar o cuidado da população adscrita no território; garantir a atenção à saúde buscando assegurar o princípio da integridade por meio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde e prevenção garantindo o atendimento a demanda; realizar busca ativa e notificação de doenças de notificação compulsória; participar do acolhimento; responsabilizar-se pela população adscrita e realizar ações de educação à população sobre as questões de saúde, trabalhos interdisciplinares e reuniões em equipe; promover a participação da comunidade; e acompanhar e avaliar as ações implementadas para readequar os processos de trabalho. As atribuições específicas de cada um incluem: Médico: realizar atividades de atenção à saúde aos indivíduos sobre sua responsabilidade; realizar consultas, pequenos procedimentos e atividades em grupo na UBS e se necessário no domicílio e/ou espaços comunitários; encaminhar quando necessário; realizar atividades de educação permanente; e gerenciar insumos. Enfermeiro: realizar atenção à saúde em UBS e domicílio ao indivíduo e a famílias cadastradas em todas as fases do desenvolvimento humano; realizar consultas de enfermagem; realizar atividades programadas e de demanda espontânea; planejar, gerenciar e avaliar as atividades feitas pelo ACS; e gerenciar insumos. Auxiliar e técnico de enfermagem: participar das atividades de atenção de sua profissão; realizar atividades programadas de atenção à demanda espontânea; realizar ações de educação em saúde e de educação permanente; e gerenciar insumos. Agente comunitário de saúde (ACS): realizar a adscrição e orientação de famílias;realizar ações que integrem a equipe de saúde a população; realizar contato permanente entre as famílias para atualizações. Cirurgião-dentista: fazer o perfil epidemiológico de saúde bucal da população adscrita; realizar atividades de atenção em saúde bucal; realizar procedimentos; coordenar e participar de ações coletivas; supervisionar o técnico em saúde bucal e o auxiliar em saúde bucal. Técnico em saúde bucal: realiza atenção em saúde bucal; manutenção e conservação de equipamentos; acompanha, apoia e desenvolve atividades voltadas a atenção bucal; apoia atividades do ACS e do auxiliar em saúde bucal; remoção de biofilme; e limpeza e assepsia do campo operatório. Auxiliar em saúde bucal: realiza ações de promoção e prevenção; limpeza, assepsia , desinfecção e esterilização de instrumentos; auxilia e instrumenta durante procedimentos; realiza o acolhimento do paciente; biossegurança e realiza o levantamento epidemiológico. Além da equipe básica, pertencente à unidade básica de saúde (UBS) também temos o núcleo de apoio da família (NASF) que tem como objetivo ampliar a abrangência e o escopo das ações de atenção básica e sua resolutividade. Sua equipe pode ser composta por médico acupunturista, assistente social, profissional ou professor de educação física, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, ginecologista/ obstetra, homeopata, nutricionista, pediatra, psicólogo, psiquiatra e terapeuta ocupacional. Em geral suas atividades incluem a discussão de casos, atendimento conjunto ou não, interconsultas, construção de projetos terapêuticos, educação permanente, intervenções de território e nos grupos populacionais do território em que atuam, ações intersetoriais, de prevenção e promoção de saúde, discussão de processos de trabalho das equipes entre outras atividades. Todas essas atividades devem ser feitas afim de contribuir para o cuidado integral dos usuários do sistema único de saúde através da ampliação da clínica e aumentando o poder de análise e intervenção dos problemas. III. Como é composto o território da sua UBS e a composição da equipe e como ela funciona O território no qual a UBS Silmarya Rejane Marcolino de Souza se localiza no Jardim Carumbé no Distrito de Brasilância na Zona Norte de São Paulo – SP. A UBS Silmarya Rejane Marcolino de Souza é considerada uma UBS mista. Onde a área menos vulnerável é atendida pela equipe tradicional composta, por: clínico, pediatra e ginecologista, e a área mais vulnerável é atendida pela Estratégia de Saúde da Família, que é composta por agente comunitário de saúde, médicos generalistas, enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem, cirurgiões dentistas, técnico de sáude bucal, auxiliares técnicos em saúde bucal, assistente social, auxiliares técnico administrativo, técnicos de farmácia, gerente e farmacêutico, auxiliar farmacêutico e técnico farmacêuticos. A unidade ganhou esse nome que foi de uma pré - adolescente que morreu nos anos 80 por causa de um tênnis, provavelmente por assalto, onde houve uma grande repercussão no momento devido a violência de sua morte. Mapa da Unidade: Figura 1: Mapa de localização da UBS Figura 2: Mapa das ruas compostas da unidade de Saúde Figura 3: Mapa geral do bairro com apontamento da UBS. Algumas fotos da Unidade: Foto 1: Regulação Foto 2: Arquivo morto Foto 3: Sala de curativo Foto 4: Sala de acolhimento Foto 5: Sala de Urgência Foto 6: Sala de vacina Foto 7: Sala de medicação IV. Identificar os programas que o Ministério da Saúde determina para serem realizados · Numa UBS, o cidadão poderá: · Ter acesso a ações de promoção, prevenção e tratamento relacionadas à saúde da mulher, da criança, saúde mental, planejamento familiar, prevenção a câncer, pré-natal e cuidado de doenças crônicas como diabetes e hipertensão; · Fazer curativos; · Fazer inalações (no caso do COVID se encontrasuspensa no momento); · Tomar vacinas; · Coletar exames laboratoriais; · Ter tratamento odontológico; · Receber medicação básica; · Ser encaminhado para atendimentos com especialistas. Cabe a equipe da saúde da família e comunidade, além dos atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde: entender a realidade das famílias, os riscos aos quais a população está exposta e problemas de saúde mais comuns; promover na comunidade discussões relacionadas à cidadania e direitos de saúde e incentivar a participação da comunidade nos conselhos locais e no Conselho Municipal de Saúde. 4.2 Programa Nacional de Imunização O Programa Nacional de Imunização do Brasil é um caso de sucesso reconhecido internacionalmente. Através desse programa algumas doenças, como a varíola e a poliomielite (paralisia infantil), foram erradicadas. Somado a isso, foram reduzidos casos de morte em decorrência de doenças como sarampo, rubéola, tétano, difteria e coqueluche. Outro destaque nacional é o fato de o Brasil oferecer gratuitamente todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde. São mais de 300 milhões de doses anuais aplicadas na população. O programa ainda tem como um de seus princípios a inclusão social, por isso as vacinas são oferecidas a toda a população, sem qualquer tipo de distinção. As aplicações são realizadas conforme calendário de imunização, situação epidemiológica e diferem para cada etapa da vida. Além daquelas que devem ser tomadas por toda a população, há vacinas específicas para gestantes, povos indígenas e pessoas que têm como destino de viagem lugares onde há risco de alguma doença. Para que as doenças sejam de fato erradicadas e não haja novos surtos epidêmicos, é fundamental que a população tenha consciência e esteja em dia com suas vacinas. 4.3 Programa “Mais Médicos” O Programa “mais médicos” surgiu para atender a uma demanda emergencial de ausência ou escassez de profissionais da saúde em regiões prioritárias para o SUS. Nessas regiões estariam compreendidos municípios com alto percentual da população em situação de extrema pobreza, vulnerabilidade econômica e com alto percentual de utilização do SUS. Essa iniciativa também visa ampliar investimentos em infraestrutura (construção, reforma e ampliação) das Unidades Básicas de Saúde e aumento no número de vagas para graduação e residência médica. Além da ampliação em termos de oferta dos serviços da saúde, o programa tem como objetivo humanizar o atendimento médico, aproximando esses profissionais das comunidades que atendem. Para isso, foram feitas alterações tanto no currículo das graduações quanto das residências médicas, que passaram a ter como norte a formação de um profissional que seja capaz de cuidar de um paciente além da doença, levando em consideração o indivíduo, o contexto, a família e as coletividades que participa. As vagas do programa priorizam os profissionais brasileiros, porém, com o problema da falta de médicos, o Brasil passou a aceitar a candidaturas de estrangeiros. A prioridade de que esses médicos sejam brasileiros também visa garantir a continuidade do programa sem que esse dependa de acordos internacionais para preencher as vagas. 4.4 Programa Farmácia Popular do Brasil Esse programa foi criado em 2004 com o objetivo de fornecer à população medicamentos considerados essenciais e hoje funciona com farmácias comerciais que se credenciam ao programa. Os medicamentos oferecidos gratuitamente são para as seguintes doenças: · Hipertensão; · Diabetes; · Asma. Para outros remédios são oferecidos descontos. É o caso do colesterol alto, rinite, Parkinson, osteoporose e glaucoma. Também há a possibilidade de copagamento para anticoncepcionais e fraldas geriátricas. Além dos remédios que são disponibilizados pelo Programa Farmácia Popular, há diversos outros medicamentos oferecidos pelo SUS em suas unidades de atendimento, que podem sofrer alguma variação de município para município. Atualmente são quase 900 remédios fornecidos sem custo pelo SUS e que estão descritos na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – RENAME. 4.5 Prevenção e Controle HIV/ AIDS O Brasil é referência mundialno controle dessa epidemia e desde 1996 distribui gratuitamente os antirretrovirais (ARV) à população. Esses medicamentos ajudam a evitar o enfraquecimento do sistema imunológico e assim aumentar o tempo e a qualidade de vida dos portadores do vírus. A Organização Mundial da Saúde tem como meta acabar com a doença até 2030. O Brasil já executa diversas medidas para alcançar essa meta, como campanhas de prevenção e uso de preservativos associados aos tratamentos universais. O Governo Brasileiro ainda oferece duas formas de prevenção importantes relacionadas à AIDS: · PrEP – Profilaxia Pré-Exposição: Essa iniciativa utiliza medicamentos antirretrovirais para a prevenção em pessoas não infectadas pelo vírus, mas pertencentes a grupos de risco. · PEP – Profilaxia Pós-Exposição: Essa medida tem como objetivo prevenir a infecção pelo HIV após exposição ao risco (até 72h) após de contato com o vírus, como em casos de violência sexual, relações sexuais desprotegidas e em casos de acidentes com instrumentos perfurocortantes ou contato com material biológico. A PEP também é oferecida gratuitamente pelo SUS. 4.6 Sistema Nacional de Doação e Transplante de Órgãos O Brasil possui o maior programa público de transplante de órgãos no mundo. Cerca de 87% de todos os transplantes no país são feitos pelo SUS, exclusivamente com recursos públicos, e são responsáveis por ajudar que a cada dia mais pessoas tenham uma vida melhor. Os órgãos podem vir de doadores vivos ou falecidos. No caso de doadores vivos, a doação não pode comprometer a saúde daquele que doará seu órgão. Os pacientes que necessitam de órgãos estão organizados em lista única na Central de Transplantes da Secretaria de Saúde de cada estado e pelo Sistema Nacional de Transplantes. Os principais órgãos que podem ser doados são: coração, fígado, pâncreas, pulmão, rim, córnea e tecidos. O tempo de conservação extracorpórea varia de 4 a 48 horas, a depender do órgão, isso exige que o processo seja realizado com bastante agilidade. Apesar de existir um número grande de doadores de órgãos no Brasil, a fila de espera para transplante ainda é longa, mas essa situação pode ser revertida com campanhas de conscientização, tanto da população, quanto de equipes médicas, bombeiros e policiais. Como os órgãos precisam ser doados rapidamente, esses profissionais podem contribuir para notificar a existência de órgãos disponíveis para doação em caso de falecimento. A decisão sobre a doação de órgãos de pessoas falecidas é sempre tomada pela família, não existe a possibilidade de uma pessoa em vida autorizar a doação em caso de falecimento. Por isso, é importante que você converse com sua família sobre isso e caso seja do seu interesse, deixe-os cientes da sua vontade. 4.7 Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME) O REDOME foi criado em 1993 e é o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da Alemanha. O banco brasileiro, entretanto, é o maior do mundo financiado com recursos exclusivamente públicos. Quando um paciente precisa de transplante de medula, a equipe do REDOME procura em sua base de dados por doadores compatíveis e entra em contato para confirmar interesse e disponibilidade. Caso o doador confirme interesse é dado início aos procedimentos para a realização do transplante. O banco de doadores do Brasil está articulado com bancos internacionais e atualmente as chances de um paciente conseguir a doação de medula é de 64%. Para ser um doador de medula óssea basta comparecer a um Hemocentro e realizar o cadastro. 4.8 Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) A RAPS é um modelo de atenção em saúde social a pessoas que possuem transtornos mentais e ou sofrimentos decorrentes do uso de álcool e drogas. A rede funciona a partir do acesso e promoção dos direitos baseados na convivência dessas pessoas em sociedade. O atendimento pode ser realizado a partir das Unidades Básicas de Saúde ou diretamente nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Esses centros são locais de atenção diária e substituem o modelo de asilo e recolhimento, valorizando a inserção social dessas pessoas por meio do trabalho, do lazer e do fortalecimento de laços com a comunidade e com a família. 4.9 Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) O SAMU foi criado em 2003 como parte da Política Nacional de Atenção a Urgências. É um atendimento pré-hospitalar que tem como objetivo levar às vítimas em situações de urgência ou emergência atenção médica necessária da maneira mais rápida possível, evitando sofrimento, sequelas, ou até mesmo a morte. O serviço realiza atendimentos em qualquer lugar, 24 horas por dia e é composto por uma equipe capacitada para os atendimentos. Atualmente o SAMU atende 75% da população brasileira e conta com 2.965 unidades móveis de atendimento. Como podemos perceber, o Brasil é referência mundial em alguns tratamentos e conquistou resultados positivos em termos de saúde pública e melhoria da qualidade de vida da população desde a criação do SUS. Programas: · Saúde da Pessoa com Doenças Crônicas Não Transmissíveis na UBS · DST-Aids na UBS · Saúde do Trabalhador(a) na UBS · Saúde Bucal na UBS · Saúde da Pessoa com Deficiência na UBS · Saúde Mental na UBS · Saúde Integral da População LGBT na UBS · Saúde na escola · Saúde da população negra na UBS · Assistência laboratorial na UBS · Assistência farmacêutica na UBS · Assistência de enfermagem na UBS · Medicinas tradicionais, homeopatia e práticas integrativas em saúde (MTHPIS) na UBS · Atenção Integral à Saúde das Pessoas em Situação de Violência na UBS · Assistência Domiciliar - “Programa Melhor em casa” · Consultório na rua · Bolsa Família · Alimentação e Nutrição · Programa Ambientes Verdes e Saudáveis - PAVS Além dos programas determinados pelo governo, a equipe da UBS pode realizar atividades com a população de acordo com sua necessidade. Na UBS Silmarya Rejane Marcolino Souza, são realizadas atividades, como: · Grupo Antibagista. · Grupo de Planajamento familiar. · Grupo de Auto Monitoramento Glicemico (AMG). · Grupo de Hiperdia. · Gestão Autonoma de Medicamentos. 4.10 Discutir como a rede de atenção à saúde deve funcionar As RAS, redes de atenção à saúde são arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, de diferentes densidades tecnológicas, que integradas por meio de sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão, buscam garantir a integralidade do cuidado. Esse serviço foi consolidado pela portaria nº 03, de 28 de setembro de 2017 e tem como objetivo lidar com os projetos e processos complexos de maior complexidade com a intenção de promover a promoção à saúde. A rede de atenção à saúde deve funcionar a fim de diminuir a fragmentação do sistema de saúde, promover a orientação dos usuários, fazer uso adequado dos recursos. Algumas das redes temáticas incluem a rede cegonha que visa garantir o adequado fluxo de atendimento em todas as fases do planejamento sexual e reprodutivo; a RUE (rede de atenção às urgências e emergências) que visam ampliar o acesso integral e humanizado a usuários em situações de emergência e urgência; a rede de cuidado à pessoa com deficiência que visa proporcionar atendimento integral à população portadora de deficiências os protegendo em reabilitando. 5. CONCLUSÃO Com isso é perceptível que com a implementação do programa de estratégia de saúde da família, se tornou possível dar assistência mais direcionada às populações segundo suas características epidemiológicas, podendo ser implementado programas com foco na melhoria da saúde dessa população pertencentes ao território circunscrito no território da UBS. Também possibilitou a aproximação dos serviços de saúde às populações permitindo acesso a saúde básica a todas as pessoas independente de suas condições financeiras e sociais pois, cada região possui uma unidade básica de saúde que abrange todo seu território sendo de suma importância para garantir a saúde populacional e implementação de ações de atenção, promoção e prevenção.As equipes de saúde são de suma importância para todo o funcionamento das unidades, dando assim, um tratamento e uma assistência de qualidade humanizada à sua clientela. 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. BIBLIOTECA VIRTUAL DE SAÚDE. Manual de estrutura das unidades básicas de saúde: Saúde da família. Biblioteca Virtual de saúde. 2008. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_estrutura_fisica_ubs.pdf . Acesso em 10/10/2021. 2. BRASIL. Governo do Brasil. As redes de atenção à saúde. 2019. Disponível em: https://www.gov.br/pt-br/servicos-estaduais/as-redes-de-atencao-a saude#:~:text=Outras%20Informa%C3%A7%C3%B5es-,O%20que%20%C3%A9%3 F,28%20de%20setembro%20de%202017. Acesso em 10/10/2021. 3. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria nº 1.399, de 15 de dezembro de 1999. Regulamenta a NOB SUS 01/96 no que se refere às competências da União, estados, municípios e Distrito Federal, na área de epidemiologia e controle de doenças, define a sistemática de financiamento e dá providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 16 dez. 1999. p. 30. 4. BRASIL. Ministério da Saúde. A saúde bate à porta. Centro Cultutal do Brasil. Disponível em:http://www.ccms.saude.gov.br/asaudebateaporta/timeline.php#:~:text=Em%201994% 2C%20o%20Programa%20Sa%C3%BAde,e%20na%20participa%C3%A7%C3%A3 o%20da%20comunidade. Acesso em 21/10/2021. 5. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Coordenação de Saúde da Comunidade. Saúde da Família: uma estratégia para a reorientação do modelo assistencial. Brasília. Ministério da Saúde, 1997. 36p. 1. Saúde da Família 2. Conceituação 3. Diretrizes. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cd09_16.pdf. Acesso em 10/10/21. 6. CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO. Conheça o SUS e seus Princípios Fundamentais. 2018. Disponível em: http://www.conselhodesaude.rj.gov.br/noticias/577-conheca-o-sus-e-seus-principios-f undamentais.html. Acesso em 21/10/2021. 7. DATASUS. Secretaria de Atenção à Saúde. Disponível em http://cnes2.datasus.gov.br/Mod_Equipes_Profisssional.asp?VUnidade=3550302787 261&Va. rea=3077&VTipo=70&VMunicipio=355030&VSeqEq=358134. Acesso em 25/10/2021 8. DRIESSNACK, M.; SOUSA, V. D.; MENDES, I. A. C. Revisão dos desenhos de pesquisa relevantes para enfermagem: Parte 3: Métodos mistos e múltiplos. Rev. Latino-Am. Enfermagem.V.15, n.5. 2007. 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