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4ºAula Problema do transporte e suas variantes Objetivos de aprendizagem Ao término desta aula, vocês serão capazes de: • entender o que é o problema do transbordo; • aprender sobre as principais variantes do problema do transbordo; • usar o Excel Solver para resolver problemas de do transporte; • entender o problema da designação (método húngaro); • aprender sobre o problema do transbordo. Prezados(as) alunos(as), Nesta quarta aula, estudaremos os conceitos do problema do transporte, e suas variantes, como o balanceamento do transporte o problema da designação e o problema do transbordo. Também inclui em nosso material da aula 4 uma seção de resolução dos problemas utilizando o Solver do Excel, para ajudar no dia a dia dos profissionais que tratem desses temas em suas rotinas, como em logística, programação da produção, etc. Bons estudos! 34Pesquisa Operacional Seções de estudo 1 - Defi nição do problema de transporte 2 - O problema de designação (método húngaro) 3 - O problema de transbordo 1 -Defi nição do problema de transporte De acordo com Thaha (2008), o problema geral pode ser representado pela rede na Figura 1. Há m origens e n destinos, cada um representado por um nó. Os arcos representam as rotas que ligam as origens aos destinos. O arco (i, j), que liga a origem i ao destino j, nos dá duas informações: 1) o custo de transporte por unidade, cij; e 2) a quantidade enviada, xij. .A quantidade de suprimento na origem i é a e a quantidade de demanda no destino a e b.. O objetivo do problema e determinar as incógnitas x que minimizarão o custo total de transporte e, ao mesmo tempo, satisfarão todas as restrições de suprimento e demanda. Figura 1: Representação do problema do transporte com nós e arcos Fonte: Taha (2008). 1.1 - Exemplo de um problema do transporte Para exemplifi car, veremos um exemplo resolvido adaptado de Taha (2008). A American Auto tem três fábricas: uma em Los Angeles, uma em Detroit e outra em Nova Orleans, e duas grandes centrais de distribuição: uma em Denver e outra em Miami. As capacidades das três fábricas para o próximo trimestre são 1.000, 1.500 e 1.200 carros. As demandas trimestrais nas duas centrais de distribuição são 2.300 e 1.400 carros. O mapa de distâncias entre as fábricas e as centrais de distribuição é dado na Tabela 1. Tabela 1: mapa das distâncias entre as fábricas e depósitos Mapa das distâncias Denver Miami Los Angeles 1.000 2.690 Detroit 1.250 1.350 Nova Orleans 1.275 850 Fonte: Taha (2008). A empresa transportadora encarregada do transporte dos carros cobra 8 centavos por milha por carro. Os custos de transporte por carro nas diferentes rotas, arredondados para o valor mais próximo, são dados na Tabela 2. Tabela 2: custos de transporte por carro Custos de transporte por carro Denver (1) Miami (2) Los Angeles (1) 80 215 Detroit (2) 100 108 Nova Orleans (3) 102 68 Fonte: Taha (2008). A formulação do problema de PL da questão é dada por: Minimizar z: = 80x11 + 215x12 + 100x21 + 108x22 + 102x31 + 68x32 sujeito a: x11 + x12 = 1.000 (Los Angeles) x21 + x22 = 1.500 (Detroit) x31 + x32 = 1.200 (Nova Orleans) x11 + x21 + x31 = 2.300 (Denver) x12 + x22 + x32 = 1.400 (Miami) xíj ≥ 0; i =1,2,3; j = 1,2 Todas essas restrições são equações porque o suprimento total das três origens (= 1.000 + 1.500 + 1.200 = 3.700 carros) é igual a demanda total dos dois destinos (= 2.300 + 1.400 = 3 700 carros). Tabela 3: representação da solução pelo algoritmo simplex Denver Miami Suprimento Los Angeles 80 215 1.000 x11 x12 Detroit 100 108 1.500 x21 x22 Nova Orleans 102 68 1.200 x31 x32 Demanda 2.300 1.400 Fonte: Taha (2008). A solução ótima na Figura 2 recomenda o embarque de 1.000 carros de Los Angeles para Denver, 1.300 de Detroit para Denver, 200 de Detroit para Miami e 1,200 de Nova Orleans para Miami. O custo mínimo de transporte associado é calculado como 1.000 x $ 80 + 1.300 x $ 100 + 200 x $ 108 + 1.200 x $ 68 = $ 313.200. Figura 2: representação gráfi ca da solução ótima. Fonte: Taha (2008). 35 1.2 - Balanceamento do problema de transporte. O algoritmo de transporte é baseado na premissa de que o problema é balanceado, o que significa que a demanda total é igual ao fornecimento total. Se o problema não for balanceado, sempre podemos adicionar uma origem fictícia ou um destino fictício para restaurar o equilíbrio (também chamada de “dummy”). No modelo da American Auto, suponha que a capacidade da fábrica de Detroit seja 1.300 carros (em vez de 1.500). O suprimento total (= 3.500 carros) é menor do que a demanda total (= 3.700 carros), o que significa que parte da demanda em Denver e Miami não será satisfeita. Como a demanda ultrapassa o fornecimento, uma origem (fábrica) fictícia com uma capacidade de 200 carros (= 3.700 - 3.500) é adicionada para equilibrar o problema de transporte. O custo unitário de transporte da fábrica fictícia para os dois destinos é zero porque a fábrica não existe. A Tabela 4 dá o problema balanceado acompanhado de sua solução ótima. A solução mostra que a fábrica fictícia despacha 200 carros para Miami. O que significa que Miami terá 200 carros a menos do que sua demanda de 1.40%) carros. Tabela 4: problema balanceado acompanhado de sua solução ótima Denver Miami Suprimento Los Angeles 80 215 1.000 1.000 Detroit 100 108 1.300 1.300 Nova Orleans 102 68 1.200 1.200 Fictícia 0 0 200 200 Demanda 2.300 1.400 Fonte: Taha (2008). Podemos garantir que um destino específico não sofra escassez designando um custo unitário de transporte muito alto da origem fictícia até aquele destino. Por exemplo, uma multa de $ 1.000 na célula fictícia de Miami evitará escassez em Miami. Claro que não podemos usar esse “truque” em todos os destinos, porque com certeza ocorrerá escassez em alguma parte do sistema. Tabela 5: garantia de um fornecimento para um destino específico Denver Miami Fictício Suprimento Los Angeles 80 215 0 1.000 1.000 Detroit 100 108 0 1.500 900 300 400 Nova Orleans 102 68 0 1.200 1.100 Demanda 1.900 1.400 400 Fonte: Taha (2008). O caso em que o fornecimento ultrapassa a demanda pode ser demonstrado ao se considerar que a demanda em Denver é apenas 1.900 carros. Nesse caso, precisamos adicionar uma central de distribuição fictícia para “receber”, o suprimento excedente. Novamente, o custo unitário de transporte para a central de distribuição fictícia é zero, a menos que exijamos que a fábrica esgote seu suprimento, completamente. Nesse caso, devemos designar um alto custo unitário de transporte da fábrica designada ao destino fictício. 1.3 - Utilizando o método computacional – solver A Figura 3 mostra um exemplo de como montar o problema apresentado anteriormente em uma planilha do Excel para ser resolvido com o Solver. Lembrando que esse é apenas um exemplo de montagem. Figura 3: Solução do problema do transporte modelado em Excel. Fonte: o autor. Como vimos anteriormente, o problema pode ser balanceado para achar outras soluções. As figuras 4 e 5 mostram como pode ser modelado em planilha do Excel os cenários apresentados nesta aula. Figura 4: problema balanceado Fonte: o autor. 36Pesquisa Operacional Figura 5: problema resolvido com garantia de um fornecimento para um destino específi co Fonte: o autor. 2 -O problema de designação (método húngaro) De acordo com Taha (2008), a melhor pessoa para a tarefa é uma descrição adequada do problema de designação. A situação pode ser ilustrada pela designação de trabalhadores com graus variáveis de habilidade a determinadas tarefas. Uma tarefa que combine com a habilidade de um trabalhador custa menos do que uma tarefa para a qual o trabalhador não seja tão habilidoso. O objetivo do problema é determinar a designação de menor custo de trabalhadores a tarefas.O problema geral de designação com n trabalhadores e n tarefas é representado na Tabela 6. O elemento c ij representa o custo de designar o trabalhador i à tarefa j (i, j = 1, 2,…, n). Não há nenhum prejuízo em termos de generalidade se considerarmos que o número de trabalhadores é sempre igual ao número de tarefas, uma vez que sempre podemos adicionar trabalhadores fi ctícios ou tarefas fi ctícias para satisfazer essa premissa. Tabela 6 – Problema da designação Fonte: Taha (2008). Para Taha (2008), o problema de designação é, na realidade, um caso especial do problema de transporte no qual os trabalhadores representam as origens e as tarefas representam os destinos. A quantidade fornecida (demandada) em cada origem (destino) é exatamente igual a 1. O custo de ‘transportar’ o trabalhador i para a tarefa j é cij. Na verdade, o problema de designação pode ser resolvido diretamente como um problema de transporte comum. De qualquer maneira, o fato de todas as quantidades fornecidas e demandadas serem iguais a 1 levou ao desenvolvimento de um algoritmo de solução simples denominado método húngaro. Embora o novo método de solução pareça não ter relação alguma com o problema de transporte, na realidade a raiz do algoritmo é o método simplex, exatamente como a do problema de transporte (TAHA, 2008). Ainda de acordo com Taha (2008), usaremos o seguinte exemplo para apresentar a mecânica do novo algoritmo. Os três fi lhos de Joe Klyne (John, Karen e Terri) querem ganhar algum dinheiro para gastar durante uma excursão da escola até o zoológico local. O Sr. Klyne escolheu três tarefas para seus fi lhos: 1) cortar a grama; 2) pintar a porta da garagem; e 3) lavar os carros da família. Para evitar a concorrência prevista entre os irmãos, ele pediu que seus fi lhos apresentassem propostas (fechadas) do que eles consideravam que fosse um pagamento justo para cada uma das três tarefas. Ficou combinado que os três concordariam com a decisão do pai sobre quem executaria qual tarefa. A Tabela 7 resume as propostas recebidas. Com base nessas informações, como o Sr. Klyne deve designar as tarefas? O problema de designação será resolvido pelo método húngaro. Tabela 7 – Problema da designação do Sr. Klyne Fonte: Taha (2008). Etapa 1. Na matriz de custo original, identifi que o mínimo de cada linha e o subtraia de todas as entradas da linha. Tabela 8 – Etapa 1 do método húngaro Fonte: Taha (2008). Etapa 2. Na matriz resultante da etapa 1, identifi que o mínimo de cada coluna e o subtraia de todas as entradas da coluna. Tabela 9 – Etapa 2 do método húngaro Fonte: Taha (2008). 37 Etapa 3. Identifique a solução ótima como a designação viável associada com os elementos zero da matriz obtida na etapa 2. Sejam pi e qj os custos mínimos associados com a linha i e a coluna j, como definido nas etapas 1 e 2, respectivamente. Os mínimos de linha da etapa 1 são calculados de acordo com a matriz de custo original, como mostra a Tabela 8. Em seguida, subtraia o mínimo da linha de cada linha respectiva para obter a matriz reduzida da Tabela 9. A aplicação da etapa 2 resulta nos mínimos de coluna da Tabela 9. Subtraindo esses valores das respectivas colunas, obtemos a matriz reduzida da Tabela 10. Tabela 10 – Etapa 3 do método húngaro Fonte: Taha (2008). As células com entradas zero sublinhadas dão a solução ótima, o que significa que John pintará a porta da garagem, Karen cortará a grama e Terri lavará os carros da família. O custo total para o Sr. Klyne é 9 + 10 + 8 = $ 27. Essa quantia também será sempre igual a (p1 + p2 + p3 ) + (q1 + q2 + q3 ) = (9 + 9 + 8) + (0 + 1 + 0) = $ 27 (TAHA, 2008). As etapas do método húngaro apresentadas funcionam bem no exemplo precedente porque as entradas zero na matriz final produzem uma designação viável (no sentido de que uma tarefa distinta é designada a cada filho). Em alguns casos, os zeros criados pelas etapas 1 e 2 podem não resultar em uma solução viável diretamente e serão necessárias mais etapas para achar a designação ótima (viável). O exemplo seguinte demonstra essa situação (TAHA, 2008). Suponha que a situação discutida no exemplo anterior seja estendida para quatro filhos e quatro tarefas. A Tabela 11 resume os elementos de custo do problema. A aplicação das etapas 1 e 2 à matriz da Tabela 11 (usando p1 = 1, p2 = 7, p3 = 4, p4 = 5, q1 = 0, q2 = 0, q3 = 3 e q4 = 0) dá como resultado a matriz reduzida da Tabela 12. As localizações das entradas zero não permitem designar tarefas únicas a todos os filhos. Por exemplo, se designarmos a Tarefa 1 ao Filho 1, então a coluna 1 será eliminada e o Filho 3 não terá uma entrada zero nas três colunas restantes. Esse obstáculo pode ser superado com a adição das seguintes etapas ao procedimento delineado no exemplo anterior (TAHA, 2008). Etapa 2a. Ainda de acordo com Taha (2008), se não for possível garantir nenhuma designação viável (com todas as entradas zero) pelas etapas 1 e 2, 1. Trace o número mínimo de linhas horizontais e verticais na última matriz reduzida que abrangerá todas as entradas zero; 2. Selecione a menor entrada não abrangida, subtraia essa entrada de todas as entradas não abrangidas e então a adicione a todas as entradas na interseção de duas linhas; 3. Se não for possível encontrar nenhuma designação viável entre as entradas zero resultantes, repita a etapa 2a. Caso contrário, passe para a etapa 3 a fim de determinar a designação ótima. Tabela 11 – modelo de designação Fonte: Taha (2008). Tabela 12 – matriz de designação reduzida Fonte: Taha (2008). Tabela 13 – aplicação da etapa 2a Fonte: Taha (2008). Tabela 14 – Designação ótima Fonte: Taha (2008). A aplicação da etapa 2a à última matriz produz as células sombreadas da Tabela 13. A menor entrada não sombreada (mostrada em caracteres itálicos) é igual a 1. Essa entrada é adicionada à interseção de células em negrito e subtraída das 38Pesquisa Operacional células sombreadas restantes para produzir a matriz da Tabela 14. A solução ótima (mostrada pelos zeros não sublinhados) recomenda a designação do Filho 1 à Tarefa 1, do Filho 2 à Tarefa 3, do Filho 3 à Tarefa 2 e do Filho 4 à Tarefa 4. O custo ótimo associado é 1 + 10 + 5 + 5 = $ 21. O mesmo custo também é determinado pela soma dos pi e qj e pela entrada que foi subtraída depois que as células sombreadas foram determinadas, isto é, (1 + 7 + 4 + 5) + (0 + 0 + 3 + 0) + (1) = $ 21. 3 - O problema de transbordo De acordo com Taha (2008), o problema de transbordo reconhece que pode ser mais barato despachar mercadorias com a utilização de nós intermediários ou transientes antes de chegar ao destino fi nal. Esse conceito é mais geral do que o do problema de transporte normal, no qual são permitidas apenas expedições diretas entre uma origem e um destino. Esta seção mostra como um problema de transbordo pode ser convertido em (e resolvido como) um problema de transporte normal usando a noção de tampão. Por exemplo: duas fábricas de automóveis, P1 e P2, estão ligadas a três revendedoras, D1, D2 e D3, por meio de duas centrais de trânsito, T1 e T2, de acordo com a rede mostrada na Figura 6. As quantidades fornecidas pelas fábricas P1 e P2 são 1.000 e 1.200 carros, e as quantidades demandadas nas revendedoras D1, D2 e D3 são 800, 900 e 500 carros. Os custos de expedição por carro (em centenas de dólares) entre pares de nós são mostrados nas ligações (ou arcos) que conectam os nós da rede. Figura 6 - Rede de transbordo entre as fábricas e as revendedoras Fonte: Taha (2008). Ocorre transbordo na rede da Figura 6 porque seria concebível que a quantidade total de carros fornecida, de 2.200 (= 1.000 + 1.200), pelos nós P1 e P2 passasse por qualquer um dos nós da rede antes de chegar a seus destinos nos nós D1, D2 e D3. Quanto a isso, cada nó da rede que tenha arcos de entrada, bem como de saída (T1, T2, D1 e D2), age como uma origem e tambémcomo um destino, e é denominado nó de transbordo. Os nós restantes são nós de fornecimento puros (P1 e P2) ou nós de demanda puros (D3). O problema de transbordo pode ser convertido em um problema de transporte normal com seis origens (P1, P2, T1, T2, D1 e D2) e cinco destinos (T1, T2, D1, D2 e D3). As quantidades fornecidas e demandadas nos diferentes nós são calculadas por: Fornecimento em um nó de suprimento puro = Fornecimento original Demanda em um nó de demanda puro = Demanda original Fornecimento em um nó de transbordo = Fornecimento original + Quantidade tampão Demanda em um nó de transbordo = Demanda original + Quantidade tampão A quantidade tampão deve ser sufi cientemente grande para permitir que todas as unidades de fornecimento (ou de demanda) originais passem por qualquer um dos nós de transbordo. Seja B a quantidade tampão desejada; então B = Fornecimento (ou demanda) total = 1.000 + 1.200 (ou 800 + 900 + 500) = 2.200 carros Usando o tampão B e os custos unitários de expedição dados na rede, construímos o problema de transporte normal equivalente, como mostra a Tabela 15. A solução do problema de transporte resultante é mostrada na Figura 7. Observe o efeito do transbordo: a revendedora D2 recebe 1.400 carros, conserva 900 carros para satisfazer sua demanda e envia os 500 carros restantes para a revendedora D3. Tabela 15 - Dados do problema de transbordo Fonte: Taha (2008). Figura 7 - Solução de um problema de transbordo Fonte: Taha (2008). Ao chegar ao fi nal da quarta aula, vamos recordar o que aprendemos: Retomando a aula 01 - Defi nição do problema de transporte Nessa seção, estudamos a defi nição do problema do transporte a também um exemplo resolvido. Vimos que esse 39 é uma classe específi ca de problemas, que busca, por exemplo, o menor custo de transporte entre várias rotas disponíveis para serem usadas. Na sequência, aprendemos a balancear problemas de transporte, e, fi nalmente, aprendemos a resolver esse tipo de problema usando o Excel Solver. 02 - O problema de designação (método húngaro) Nessa seção, vimos que o problema de designação, ou método húngaro, consiste em um problema do transporte onde nós podemos indicar um recurso preferencial a ser utilizado, adicionando alguns passos na metodologia apresentada na seção 01, para que nosso problema seja resolvido com a indicação desejada. 03 - O problema de transbordo Finalmente, nessa última seção, vimos o último caso especial do problema do transporte, que é o problema do transbordo, que consiste em um problema do transporte, em que nós acrescentamos um caminho intermediário entre o fornecedor e o destino fi nal, e testamos qual é a rota mais econômica. Hillier, F.S. e Lieberman G.J., Introdução à Pesquisa Operacional, 8ª. edição. São Paulo: McGraw-Hill, 2006. Lachtermacher, G. Pesquisa operacional na tomada de decisões, 5ª. edição. São Paulo: Prentice Hall, 2016. Taha, H. A. Pesquisa Operacional. 8ª edição. São Paulo: Pearson, 2008. Vale a pena ler Vale a pena Minhas anotações