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Língua Espanhola Prof. Adinoél Sebastião Língua Espanhola Prof. Adinoél Sebastião 1 2 Língua Espanhola Prof. Adinoél Sebastião REVISÃO DE VÉSPERA CNU BLOCO 7 - GESTÃO GOVERNAMENTAL E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - PARTE I EIXO TEMÁTICO 1 – GESTÃO GOVERNAMENTAL E GOVERNANÇA PÚBLICA: ESTRATÉGIA, PESSOAS, PROJETOS E PROCESSOS 3 4 Língua Espanhola Prof. Adinoél Sebastião GESTÃO GOVERNAMENTAL Profª. Elisabete Moreira 5 6 ESTRATÉGICO Institucional Diretores TÁTICO Intermediário Gerentes OPERACIONAL Supervisores Mapeia o ambiente e a organização. É global, total, genérico, sintético, sinérgico, holístico, de longo prazo e futuro; adaptável; criativo e inovador, consensual, forma de aprendizagem. Maior risco e menor flexibilidade. Incerteza e imprevisibilidade Traduz decisões estratégicas em planos detalhados em áreas, departamentos, partes, unidades, médio prazo. Planos: produção, financeiro, marketing, recursos humanos, políticas. Detalha e especifica atividade, tarefa, operação. Analítico, curto prazo, presente e eficiência. Menores riscos e maior flexibilidade. Planos: procedimento, regra, programa, orçamento. Certeza e regularidade. Tipos e Níveis de Planejamento ORIENTAÇÃO EXTERNA ARTICULAÇÃO INTERNA ORIENTAÇÃO INTERNA Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Processo de PE – Chiavenato MISSÃO VISÃO OBJETIVOS ORGANIZACIONAIS ANÁLISE AMBIENTAL ANÁLISE ORGANIZACIONAL ESTRATÉGIA EMPRESARIAL PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO O que somos? O que queremos ser? Onde queremos chegar? O que há no ambiente? O que temos na empresa? O que fazer? Como fazer? Oportunidades e Ameaças Forças e Fraquezas 7 8 Processo de PE – Djalma de Oliveira Fase I: Diagnóstico Estratégico •Visão •Valores •Análise externa •Análise interna •Análise dos concorrentes Fase II: Missão da Empresa •Missão •Propósitos: áreas de atuação, compromissos •Estruturação e debate de Cenários •Posturas estratégicas •Macroestratégias e Macropolíticas Fase III: Instrumentos Prescritivos e Quantitativos •Instrumentos Prescritivos (o que deve ser feito) •Objetivos, desafios e metas •Estratégias e políticas funcionais •Projetos e planos de ações •Instrumentos Quantitativos (definir recursos) • Projeções econômico-financeiras Fase IV: Controle e Avaliação •Indicadores •Avaliação de desempenho •Análise dos desvios •Tomada de decisão corretiva Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira InternoDiagnóstico Ponto FortePonto Fraco Ameaça Externo Estratégia de CONFRONTO para manter a capacidade defensiva. Plano analítico, de manutenção Cenário: Vulnerabilidades Estratégia DEFENSIVA para manter a capacidade reativa. Plano de sobrevivência Cenário: Problemas Estratégia OFENSIVA Plano de Desenvolvimento, conquista e prospectivo Cenário: Alavancagem Estratégia de REFORÇO Plano de melhoria, reativo, recuperação e crescimento Cenário: Restrições Oportu- nidade Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Analise SWOT Cruzada 9 10 Planejamento Modelo PretextoPosicionamento Perspectiva Estratégia – 5 P´s de Mintzberg Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Objetivos e Metas – Técnica SMART S (Specific) – Específico: ser claro e objetivo. M (Measurable) – Mensurável: ser possível de mensurar. A (Achievable) – Alcançável: ser atingível. R (Relevant) – Relevante: ser relevante. T (Time-bound) – Temporal: ter prazo para o alcance. Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira 11 12 INDICADORES KPI – Key Performance Indicator – Indicador Chave de Performance: lags – passado – medem como os processos estão sendo executados, garantindo o controle das atividades. Ex. taxa de rotatividade; custo de aquisição de clientes; taxa de conversão. INDICADORES OKR – Objectives and Key Results – Objetivos e Resultados- Chave: lead – preditivo – fazem a gestão das metas e dos objetivos que devem ser inspiradores para engajar os funcionários. Ex. Objetivo – O: tornar a marca conhecida; KR1: aumentar engajamento nas redes sociais em 20%; kR2: conseguir 10 vídeos de clientes; KR3: gerar 3 x mais anúncios. Outras Classificações dos Indicadores Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Balanced Scorecard - BSC Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira 13 14 Implementação das Estratégias – Mintzberg Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Prof. Elisabete Moreira Projeto Empreendimento não repetitivo e não rotineiro Finito - Temporário Resultados Duradouros Não são operações Tem início, meio e fim (curto, médio, longo prazo) Produtos únicos, exclusivos e singulares Limites definidos Escopo, custo, recursos, tempo, risco, qualidade Incerto Planejado, coordenado e controlado. Multidisciplinar Realizado por pessoas, especialistas. 15 16 Prof. Elisabete Moreira Contexto de Gerenciamento de Projetos Portfólio Subportfólio Programas Subprogramas Projetos Prof. Elisabete Moreira Ciclo de Vida do Projeto 17 18 Prof. Elisabete Moreira Características do Ciclo de Vida Riscos e Incertezas Correções de Erros Prof. Elisabete Moreira Áreas do Conhecimento de Projetos Descreve o gerenciamento de projeto. É “um conjunto de processos associados com um tema específico em gerenciamento de projetos”. 19 20 Prof. Elisabete Moreira A Gestão de Projetos é realizada por meio da inter-relação entre 49 DIFERENTES PROCESSOS que se encontram distribuídos em 05 GRUPOS DE PROCESSOS DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS. Os PROCESSOS são conjunto de atividades estruturadas, que retratam a NATUREZA DAS ATIVIDADES que compõem os processos – NÃO SÃO FASES DO PROJETO. Cada ÁREA DO CONHECIMENTO POSSUI SEUS PROCESSOS COMPONENTES, que se constituem de uma série de ações que geram produtos e são realizados por pessoas. Grupos de Processos Prof. Elisabete Moreira Áreas do Conhecimento X Grupos de Processos GRUPOS DE PROCESSOS ÁREAS DO CONHECIMENTO Encerramen- to Monitoramento e controle ExecuçãoPlanejamentoIniciação 1.7. Encerrar o projeto ou fase 1.5. Monitorar e controlar o trabalho do projeto 1.6. Realizar o controle integrado de mudanças 1.3. Orientar e gerenciar o trabalho do projeto 1.4. Gerenciar o Conhecimento do Projeto 1.2. Desenvolver o plano de gerenciamento do projeto 1.1. Desenvolver o termo de abertura do projeto INTEGRAÇÃO 21 22 Prof. Elisabete Moreira GRUPOS DE PROCESSOS ÁREAS DO CONHECIMENTO Encerramento Monitoramento e controle ExecuçãoPlanejamentoIniciação 2.5. Validar o escopo 2.6. Controlar o escopo 2.1. Planejar o Gerenciamento do Escopo 2.2. Coletar os requisitos 2.3. Definir o escopo 2.4. Criar a EAP ESCOPO Áreas do Conhecimento X Grupos de Processos GRUPOS DE PROCESSOS ÁREAS DO CONHECIMENTO Encerramento Monitoramento e controle ExecuçãoPlanejamentoIniciação 3.6. Controlar o cronograma 3.1. Planejar o gerenciamento do Cronograma 3.2. Definir as atividades 3.3. Sequenciar atividades 3.4. Estimar as durações das atividades 3.5. Desenvolver o cronograma CRONOGRAMA 4.4. Controlar os custos 4.1. Planejar o gerenciamento dos Custos 4.2. Estimar custos 4.3. Determinar o orçamento CUSTOS 23 24 GRUPOS DE PROCESSOS ÁREAS DO CONHECIMENTO Encerra mento Monitoramento e controle ExecuçãoPlanejamentoIniciação 5.3. Controlar a qualidade 5.2. Gerenciar a Qualidade 5.1. Planejar o gerenciamento da qualidade QUALIDADE 6.6. Controlar os recursos 6.3. Adquirir recursos 6.4. Desenvolver a equipe do projeto 6.5. Gerenciar a equipe do projeto 6.1. Planejar o gerenciamento dos recursos 6.2. Estimar os recursos das atividades RECURSOS GRUPOS DE PROCESSOS ÁREAS DO CONHECIMENTO Encerramen to Monitoramento e controle ExecuçãoPlanejamentoIniciação 7.3. Monitorar as comunicações 7.2. Gerenciar as comunicações 7.1. Planejaro gerenciamento das comunicações COMUNICAÇÕES 8.7. Monitorar os riscos 8.6. Implementar Respostas a riscos 8.1. Planejar o gerenciamento dos riscos 8.2. Identificar os riscos 8.3. Realizar a análise qualitativa dos riscos 8.4. Realizar a análise quantitativa dos riscos 8.5. Planejar as respostas aos riscos RISCOS 25 26 GRUPOS DE PROCESSOS ÁREAS DO CONHECIMENTO Encerramen to Monitoramento e controle ExecuçãoPlanejamentoIniciação 9.3. Controlar as aquisições 9.2. Conduzir as aquisições 9.1. Planejar o gerenciamento das aquisições AQUISIÇÃO 10.4. Monitorar o engajamento das partes interessadas 10.3. Gerenciar o engajamento das partes interessadas 10.2. Planejar o engajamento das partes interessadas 10.1. Identificar as partes interessadas PARTES INTERESSADAS Prof. Elisabete Moreira Projetos X Processos 27 28 Prof. Elisabete Moreira Processos Conjunto de atividades inter-relacionadas Resultados padronizados, perenes e permanentes Encadeadas e logicamente estruturadas Rotineiras e repetitivas Produtos e serviços que agregam valor Atingem seus objetivos e se repetem Multidisciplinar Realizado por pessoas, especialistas. Ciclo de Vida contínuo Planejado, coordenado e controlado SISTEMA MACROPROCESSO PROCESSO ATIVIDADE TAREFA Visão Hierárquica do Processo Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira 29 30 Cadeia de Valor do Processo Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Tipos de Processos Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira 31 32 Visa aprimorar os fluxos de trabalho de forma a maximizar a produtividade, a qualidade das entregas e padronização da execução. Trabalha com uma visão horizontal e interfuncional, indo além das estruturas hierárquicas de comando e de controle em silos – trabalho com equipes multidisciplinares. Possui uma perspectiva sistêmica, contingencial, de sistema aberto, voltado para o ambiente e para a incerteza. As estruturas verticais podem ser substituídas ou complementadas por cadeias de processos horizontais. Gestão por Processos Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Dimensões: Função X Processos Funções como CENTROS DE SERVIÇOS, orquestradas por processos de negócios Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira 33 34 GESTÃO POR PROCESSOGESTÃO FUCIONAL Times multiespecializados, parceria.Áreas especializadas, foco interno. Foco no desempenho do processo, sistêmico, ponta a ponta. Foco no desempenho funcional, fragmentado, metas específicas. Estrutura flexível, negociada, colaborativa, horizontalizada. Estrutura hierárquica rígida, foco verticalizado, nas áreas. Sistemas de informação integrados e orquestrados por processos Sistemas de informação focado nas áreas funcionais. Trabalho repetitivo, escopo expansionista, complexo e adaptativo. Trabalho repetitivo, escopo restrito, mecanicista e linear. Visão de Stakeholder.Visão de Shareholder. Dimensões: Função X Processos Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Ciclo de Vida da Gestão de Processos PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ANÁLISE MAPEAMENTO (AS IS) (RE) DESENHO E MODELAGEM (MAPEAMENTO TO BE) IMPLANTAÇÃO (TO DO) MONITORAMENTO E CONTROLE REFINAMENTO Liderança Cultura Crenças Valores Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Qualidade – Melhoria e Redesenho Reengenharia e Mudança de Paradigma 35 36 Desenho do Serviço Público Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Desenho do Serviço Público Entender o desafio e o contexto do Design é uma abordagem que busca gerar valor para as Pessoas. A ideia é fazer um mapeamento da jornada do usuário e ver como ele se sente – expectativas e vivências, revisar o processo – fazer um blueprint. EPPGG em Diálogo – Desenho de serviços públicos com foco no usuário e governo digital Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira 37 38 Blueprint (Service Blueprint) ETAPAS Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Realizar o censo dos serviços públicos: catalogação dos serviços, nome, etapas (momentos de interação do usuário), a quem se destina, documentos necessários, estágio de digitalização do serviço, entre outras. Construir o mapa de contexto – cenário específico do usuário: hipóteses, pontos de contato, experiências, riscos – escuta qualificada. Mapear a jornada do usuário – quem são, ouvir informações, delimitar requisitos, conexões, construir mapa de empatia, palco, backstage. Blueprint (Service Blueprint) ETAPAS Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Construir a linha de interação do cliente; linha de visibilidade (processos invisíveis para o cliente realizados por funcionários); linha de ação interna (parceiros/funcionários que não tem contato com o cliente e dão suporte) Realizar ideação – possíveis soluções do usuário. Realizar a Prototipação: simular a experiência do usuário com a solução final, antes de tirar a ideia do papel. Fazer teste A/B – teste de bucket: comparação do desempenho de duas versões para ver qual delas atrai mais visitantes. 39 40 Blueprint (Service Blueprint) Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira 41 42 Mudança de processo, para criar oportunidades ou resolver problemas – Etapas: realizar o censo; mapa do contexto; jornada do usuário; ideação; blueprint; prototipação; teste A/B. BLUEPRINT Mudança de processo, focado no desperdício e na melhoria contínua.LEAN DESIGN Mudança de processo, para reduzir a variabilidade e realizar uma medida de sucesso (3,4 defeitos por 1 milhão de oportunidades), ciclo DMAIC ou DMADV. SIX SIGMA Filosofia de mudança e melhoria contínua, focado na qualidade e na padronização dos processos – utiliza o 5S (senso de utilização, organização, limpeza, padronização e autodisciplina); PDCA (Plan, do, check e act); MASP (problema, observação, análise e plano de ação; ação; verificação; padronização e conclusão). KAIZEN 5S, PDCA, MASP Mudança e melhoria drástica, fundamental e radical dos processos.REENGENHARIA Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Resumo – Desenho de Processos Levantamento de informações internas (pontos fortes e pontos fracos) e externas (oportunidades e ameaças). SWOT Levantamento de informações dos elementos de um processo (fornecedor, entrada, processamento, saída, cliente). SIPOC Levantamento de informações de melhores desempenhos, para se produzir mudanças e “ser o melhor”. BENCHMARKING Levantamento de informações, através da observação e análise do processo a partir de limites, para verificar os desvios do padrão. CARTA DE CONTROLE Levantamento de informações, através da observação e análise do processo, realizando um checklist. LISTA DE VERIFICAÇÃO Levantamento de informações, que verifica mudanças nas subpopulações, através da decomposição dos dados. ESTRATIFICAÇÃO Resumo – Desenho de Processos Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira 43 44 Levantamento de informações relacionadas à distribuição de frequência e a variação dos resultados de um processo. HISTOGRAMA Levantamento de informações, que identificam as causas hierarquizadas de um problema (máquina, mão de obra; material; método, meio ambiente e medida). ISHIKAWA Análise do processo para verificar a correlação entre duas variáveis.DISPERSÃO Análise do processo para identificar prioridades que geram a maior frequência de acontecimentos (maiorias triviais, minorias essenciais). PARETO 80-20 Análise do processo para identificar prioridades – gravidade (importância); urgência (tempo); tendência (evolução). GUT Resumo – Desenho de Processos Prof. ElisabeteMoreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Avaliação de causas e escolha de alternativas, a partir de critérios mais racionais. ÁRVORE DE DECISÃO Avaliação de causas e escolha de alternativas com atribuição de pesos para cada critério. MULTICRITÉRIO Representação lógica dos passos de um processo, para análise e melhorias do processo. Utiliza-se de simbologias. FLUXOGRAMA Representação lógica dos passos de um processo, com notação específica utilizando a TI como plataforma. MODELAGEM BPMN Plano de ação, que envolve a discriminação das variáveis: Who, When, Where, What, Why, How, How Much. 5W2H Resumo – Desenho de Processos Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira 45 46 TÉCNICAS DE IDEAÇÃO – DESENHO DE PROCESSOS Alternativa mais viável Todos escolhem Lançamento de ideias sem julgamento PresencialBRAINSTORMING Ideação Alternativa mais viável Várias rodadas Lançamento de ideias escritas – acrescenta-se ideias num papel PresencialBRAINWRITING Ideação Maior pontuação Atribui-se nota Escreve as ideias, apresentação individual Presencial /eletrônico GRUPO NOMINAL Ideação ConsensoVárias rodadas Realização de questionários, compilação e liderança AnônimoDELPHOS Ideação Resumo – Desenho de Processos Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira 47 48 OBRIGADA! Profª. Elisabete Moreira Língua Espanhola Prof. Adinoél Sebastião GESTÃO DE PESSOAS Prof. Douglas Schneider 49 50 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Prof. Douglas Schneider Motivação Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto 51 52 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Hierarquia das Necessidades (A. Maslow, 1943) Conceito Hierarquia composta de cinco necessidades – fisiológicas, de segurança, sociais, de estima e de autorrealização. Na medida em que cada uma delas é satisfeita, a seguinte torna-se dominante. Robbins (2010) Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Hierarquia das Necessidades Necessidades 1. Fisiológica: inclui fome, sede, abrigo, sexo e outras necessidades corporais. 2. Segurança: segurança e proteção contra danos físicos e emocionais. 3. Social: afeição, aceitação, amizade e o sentimento de pertencer a um grupo. 4. Estima: fatores internos de estima, como respeito próprio, realização e autonomia, e fatores externos, como status, reconhecimento e atenção. 5. Autorrealização: ímpeto de se tornar tudo aquilo que se é capaz de ser. Inclui crescimento, alcance do próprio potencial e autodesenvolvimento. 53 54 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Hierarquia das Necessidades Fonte: adaptado de Robbins (2010, p. 198). Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Hierarquia das Necessidades Fonte: Chiavenato (2021, p. 56). 55 56 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto 57 58 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Teoria dos Dois Fatores (Herzberg, 1959) Conceito Teoria que estipula que fatores intrínsecos estão associados à satisfação com trabalho, enquanto fatores extrínsecos estão relacionados com a insatisfação. Robbins (2010) Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Teoria dos Dois Fatores Fatores higiênicos Fatores – como políticas da empresa, supervisão, condições de trabalho e remuneração – que, quando adequados, tranquilizam os trabalhadores, ou seja as pessoas não ficarão insatisfeitas. Por isso, são chamados fatores insatisfacientes. 59 60 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Condições de trabalho e conforto Políticas da organização e administração Relações com o supervisor Competência técnica do supervisor Salário e remuneração Segurança no cargo Relações com colegas Fatores higiênicos Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Teoria dos Dois Fatores Fatores motivacionais Fatores associados com o trabalho em si ou com seus resultados diretos, como chances de promoção, oportunidades de crescimento pessoal, reconhecimento, responsabilidade e realização, consideradas intrinsecamente recompensadoras. Por essa razão, são chamados fatores satisfacientes. 61 62 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Delegação de responsabilidade Liberdade de decidir como executar o trabalho Oportunidades de promoção Uso pleno das habilidades pessoais Estabelecimento de objetivos e avaliação relacionada com eles Ampliação ou enriquecimento do cargo (horizontal ou verticalmente) Fatores motivacionais Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto 63 64 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Gabarito 1-A 2-A 3-C 4-C 5-B 65 66 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Prof. Douglas Schneider Avaliação de desempenho Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto 67 68 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Como avaliar o desempenho? Métodos tradicionais 1. Escala gráfica (Likert) 2. Escolha forçada (frases) 3. Pesquisa ou revisão de campo (entrevista com especialistas) 4. Incidentes críticos (extremos) 5. Listas de verificação (checklist) 6. Comparação por pares Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Métodos tradicionais Escalas gráficas (Likert) Fonte: Chiavenato (2014, p. 218) 69 70 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Métodos tradicionais Escolha forçada (frases) Fonte: Chiavenato (2014, p. 219) Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Métodos tradicionais Pesquisa de campo (especialistas) Fonte: Chiavenato (2014, p. 220) 71 72 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Métodos tradicionais Incidentes críticos (extremos) Fonte: Chiavenato (2014, p. 220) Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Métodos tradicionais Listas de verificação (checklists) Fonte: Chiavenato (2014, p. 221) 73 74 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Como avaliar o desempenho? Métodos modernos 1. Autoavaliação 2. Métodos mistos ou combinados 3. Para cima (bottom-up) 4. Avaliação participativa por objetivos (APPO) 5. 360 graus 75 76 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Métodos modernos Avaliação participativa por objetivos (APPO) 1. Formulação de objetivos consensuais 2. Comprometimento pessoal quanto ao alcance dos objetivos 3. Negociação sobre a alocação dos recursos e meios 4. Desempenho 5. Constante monitoramento dos resultados e comparação com os objetivos 6. Retroação intensiva e contínua Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Métodos modernos Avaliação participativa por objetivos (APPO) Fonte: Chiavenato (2014, p. 226) 77 78 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Métodos modernos Avaliação 360° Trata-se de uma avaliação que é feita de modo circular por todos os elementos que mantêm alguma forma de interação com o avaliado. Assim, participam da avaliação o superior, os colegas e pares, os subordinados, os clientes internos e externos, os fornecedores e todas as pessoas que giram em torno do avaliado com uma abrangência de 360°. Chiavenato (2014, p. 226) Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Métodos modernos Avaliação 360° Fonte: Chiavenato (2014, p. 227) 79 80 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Métodos modernos Avaliação 360° Vantagens 1. O sistema é mais compreensivo e as avaliações provêm de múltiplas perspectivas 2. A qualidade da informação é melhor 3. Complementa as iniciativas da qualidade total 4. Enfatiza os clientes internos/externos e o espírito de equipe 5. Como a retroação vem de vários avaliadores, pode haver preconceitos e prejuízos 6. A retroação fornecida pelo entorno permite o autodesenvolvimento do avaliado Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Métodos modernos Avaliação 360° Desvantagens 1. O sistema é administrativamente complexo para combinar todas as avaliações 2. A retroação pode intimidar e provocar ressentimentos no avaliado 3. Pode envolver avaliações conflitivas emitidas sob diferentes pontos de vista 4. O sistema requer treinamento dos avaliadores para funcionar bem 5. As pessoaspodem fazer conluio ou jogo para dar avaliação inválida para as outras 81 82 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Erros de avaliação Efeito halo/horn (único aspecto positivo/negativo) Leniência/severidade (complacência/rigor) Recenticidade (fatos mais recentes) Tendência central (média) Projeção (características do avaliador) Efeito contraste (comparação) Estereotipagem (preconceito) Percepção seletiva 83 84 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto 85 86 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto 87 88 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Gabarito 1-C 2-D 3-E 4-B 5-A 6-B 7-C 8-B 89 90 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Prof. Douglas Schneider Trabalho em equipe Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto 91 92 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Grupos vs. equipes EQUIPESGRUPOS São conjuntos de pessoas com um objetivo comum em menteSão conjuntos de pessoas sem um objetivo comum As pessoas têm e compartilham os mesmos interessesAs pessoas podem ter o mesmo interesse As pessoas decidem de maneira conjuntaAs pessoas decidem de maneira individual As pessoas agem de maneira conjuntaAs pessoas agem de maneira individual Têm forte interconectividade e intercâmbio de ideiasNão há interconectividade ou intercâmbio de ideias Resultam em uma multiplicação de esforços das pessoasResultam em uma soma de esforços das pessoas Há forte interação emocional e afetivaNão há interação emocional ou afetiva Fonte: Chiavenato (2014, p. 199) Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto 93 94 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Grupo de funcionários do mesmo nível hierárquico, mas de diferentes setores da empresa, que se juntam para cumprir uma tarefa. Pode resultar em redução de custos e de tempo dos processos, além de melhoria da qualidade. 1. Tipos de equipes funcionais cruzadas ou multifuncionais equipes Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Formadas especialmente para desenhar um novo produto ou serviço. Os participantes são designados na base de sua habilidade para contribuir para o sucesso. O grupo debanda depois de completada a tarefa. 2. Tipos de equipes equipes de projetos 95 96 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Compostas de pessoas altamente treinadas para desempenhar um conjunto de tarefas interdependentes dentro de uma unidade natural de trabalho. Os membros usam o consenso na tomada de decisão para desempenhar o trabalho, resolver problemas ou lidar com clientes. 3. Tipos de equipes equipes autodirigidas ou autogerenciadas equipes Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto A força-tarefa é designada para resolver imediatamente um problema. O grupo fica responsável por um plano de longo prazo para a resolução do problema que pode incluir a implementação da solução proposta. 4. Tipos de equipes equipes de força-tarefa 97 98 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Com pessoas da mesma área que se reúnem algumas horas por semana para discutir formas de melhorar a qualidade, a eficiência e o ambiente de trabalho que afetam todos os departamentos ou funções envolvidas. Os membros são designados pelo nível superior. 5. Tipos de equipes melhoria de processos de resolução de problemas ou Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Grupos que usam a tecnologia da informação para reunir seus membros, fisicamente dispersos, e permitir que eles atinjam um objetivo comum. 6. Tipos de equipes equipes virtuais 99 100 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Gabarito 1-A 2-E 3-B 101 102 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Prof. Douglas Schneider Negociação e Gestão de conflitos Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / IPEA / 2024 1. Na gestão de pessoas, é importante reconhecer os fatores internos que provocam a variabilidade da ação humana em organizações e que podem diferir em função de elementos fisiológicos, ambientais e psicológicos. Passa a ser relevante na gestão de pessoas compreender a forma como cada indivíduo observa e apreende o que ocorre ao seu redor e como isso impacta seu desempenho. Assim, o processo de observar e apreender a realidade depende de critérios e filtros que cada indivíduo utiliza para interpretar as ações, os acontecimentos e o contexto em que ocorrem. 103 104 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / IPEA / 2024 1. (...) Esse processo é variável e explicado pelo conceito de A) estereótipo B) dissonância C) confiança D) normatização E) percepção Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / AGERIO / 2023 2. Devido à pandemia da Covid-19, uma companhia aérea perdeu muitos negócios e foi obrigada a propor uma drástica redução de custos de mão de obra, o que resultou na demissão de mais de mil funcionários. O sindicato não concordou com as demissões e propôs uma redução de benefícios. A administração da companhia fechou um acordo com o sindicato, no qual se reduziriam os benefícios dos empregados em troca de ações da empresa. 105 106 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / AGERIO / 2023 2. (...) Nessa situação, ambas as partes abriram mão de algo em troca de uma contrapartida. Observa-se, nesse caso, uma estratégia de resolução de conflitos denominada A) competição B) acomodação C) evitamento D) colaboração E) compromisso Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Estilos de Administração de Conflitos 1. Evitamento (evasão/abstenção/fuga/afastamento/abandono) É uma atitude não assertiva e não cooperativa. Ao se afastar a pessoa não se empenha em satisfazer os seus interesses, tampouco coopera com a outra pessoa. O indivíduo coloca-se diplomaticamente à margem do conflito, às vezes adiando o assunto para um momento mais adequado ou, então, simplesmente recuando diante de uma situação de ameaça (física, emocional ou intelectual). 107 108 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Estilos de Administração de Conflitos Ocasiões em que o estilo evitação pode ser adotado: - Quando o custo de um confronto é maior do que o benefício que o resultado possa trazer. - Se ambas as partes considerarem a questão pouco significativa. - Quando as duas partes precisarem reduzir as tensões e esfriar a cabeça. - Para resguardar sua neutralidade ou reputação. - Quando há uma real possibilidade do problema sumir sozinho.Fonte: Robbins (2010, p. 442) Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Estilos de Administração de Conflitos 2. Competição (dominação/sobreposição/imposição) É uma atitude assertiva e não cooperativa, onde prevalece o uso do poder. Ao competir o indivíduo procura atingir os seus próprios interesses em detrimento dos interesses da outra pessoa. É um estilo agressivo e antagônico onde o indivíduo faz uso do poder para vencer. A competição pode significar "proteger seus direitos", defender uma posição na qual acredita, ou simplesmente querer ganhar. 109 110 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Estilos de Administração de Conflitos Mesmo sendo um estilo coercitivo, há ocasiões em que o uso da competição é justificável e pode ter resultados positivos. Eis alguns exemplos: - Quando ações rápidas e decisivas são vitais como, por exemplo, numa emergência, e não há tempo para troca de opiniões. - Quando estão em jogo princípios importantes. - Quando você está num beco sem saída, numa situação de "ou ele ou eu". - Quando nem o diálogo nem o tempo ajudaram a resolver o conflito que tende a se deteriorar cada vez mais. Fonte: Robbins (2010, p. 442) Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Estilos de Administração de Conflitos 3. Acomodação (condescendência) É uma atitude não assertiva, cooperativa e autossacrificante, o oposto de competir. Ao acomodar a pessoa renuncia aos seus próprios interesses para satisfazer os interessesda outra parte. A acomodação é identificada por um comportamento generoso, altruísta, dócil à vontade da outra pessoa ou, então, abrindo mão de seu ponto de vista a favor do outro. 111 112 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Estilos de Administração de Conflitos A acomodação, quando aplicada no momento adequado, pode trazer bons resultados. Eis alguns exemplos: - Quando é especialmente importante preservar a harmonia e evitar uma quebra no relacionamento. - Para demonstrar generosidade de sua parte. - Quando a questão é muito mais importante para o outro e você tem pouco a perder, e é útil para manter um relacionamento colaborativo. - Quando você está batido, e a competição só irá prejudicar seus interesses. Fonte: Robbins (2010, p. 442) Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Estilos de Administração de Conflitos 4. Compromisso (acordo/transigência/concessão) É uma posição intermediária entre assertividade e cooperação. O indivíduo procura soluções mutuamente aceitáveis, que satisfaçam parcialmente os dois lados. Ele abre mão de alguma coisa, desde que em contrapartida receba algo em troca que seja de seu interesse. O acordo significa trocar concessões ou, então, procurar por uma rápida solução de meio termo. É uma espécie de “toma-lá-dá-cá”. 113 114 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Estilos de Administração de Conflitos Eis alguns casos em que estilo compromisso pode trazer bons resultados: - Quando todos têm a perder se não chegarem a um entendimento. - Quando os dois lados têm a mesma força. - Quando você quer chegar a um acordo temporário para situações complexas. - Quando, mesmo que os prejuízos sejam inevitáveis, as perdas puderem ser reduzidas para os dois lados. Fonte: Robbins (2010, p. 442) Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Estilos de Administração de Conflitos 5. Colaboração (integração/ganha-ganha) É uma atitude tanto assertiva quanto cooperativa. Ao colaborar, o indivíduo procura trabalhar com a outra pessoa tendo em vista encontrar uma solução que satisfaça plenamente os interesses das duas partes. Significa aprofundar o assunto para identificar as necessidades e os interesses dos dois lados e encontrar uma solução satisfatória para todos os envolvidos. 115 116 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Estilos de Administração de Conflitos Alguns exemplos do uso apropriado do estilo colaboração: - Quando você precisa encontrar uma solução integrada e as necessidades e interesses de ambas as partes são por demais importantes para serem ignoradas. - Quando existe um ambiente de mútua confiança. - Quando você quer o comprometimento dos outros através de uma decisão consensual. - Quando ambas as partes ganham mais juntas do que isoladamente. Fonte: Robbins (2010, p. 442) Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Resumo Fonte: Robbins (2010, p. 442) 117 118 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / Transpetro / 2023 3. Um taifeiro entrou em atrito com um colega, e as hostilidades interpessoais e o choque de personalidades reduziram a compreensão mútua, dificultando a realização das tarefas a bordo do navio. Essa situação pode ser caracterizada como conflito de A) papéis B) tarefa C) processo D) relacionamento E) interdependência conjunta Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Origem (natureza) Origem do comportamento humano: é a parte mais complexa e integral de todo o tipo de conflito, pois cada um tem seu universo particular composto de uma matriz de sentimentos, reações e pensamentos 1. 119 120 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Origem (natureza) Origem estrutural: se refere a normas, políticas e procedimentos, e particularmente fluxos de informações da própria empresa 2. Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Origem (natureza) Origem externa: onde muitos conflitos que vêm do mundo externo são necessários e fazem parte do negócio, como tensões de mercado e aspectos de entidades públicas e governo 3. 121 122 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Outras origens 1. Diferenciação2. Interdependências3. Choque de personalidade4. Recursos escassos5. Objetivos conflitivos6. Falhas de comunicação7. Conflitos anteriores8. Papel ambíguo Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Visões Crença de que todo conflito é disfuncional e deve ser evitado a todo custo. Visão tradicional 123 124 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Visões Conflito é natural e inevitável nos grupos, portanto deve ser aceito. Visão Relações Humanas Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Visões Crença de que o conflito é não apenas uma força positiva em um grupo, mas absolutamente necessário para que seu desempenho seja eficaz, portanto deve ser estimulado. Visão interacionista 125 126 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / UNIRIO / 2019 4. Um psicólogo é designado para assessorar o processo de negociação sobre salários e benefícios de uma universidade. Os funcionários estão na mesa de negociação, determinados a obter tanto quanto puderem da gerência. Como cada centavo a mais negociado no trabalho aumenta os custos de gestão, cada parte negocia de forma agressiva e, muitas vezes, trata o outro como um adversário que deve ser derrotado. Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / UNIRIO / 2019 4. (...) Nesse caso, portanto, há um processo de negociação A) integrativa B) distributiva C) funcional D) estagnada E) conciliadora 127 128 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Dimensões da Adm. de Conflitos Considera que todas as negociações envolvem a distribuição de resultados, onde o ganho de uma das partes significa a perda da outra parte. Dimensão distributiva Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Dimensões da Adm. de Conflitos É contrária à abordagem distributiva e ocorre quando as partes tentam tirar algo mais da negociação. Dimensão integrativa 129 130 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Dimensões da Adm. de Conflitos Fonte: Ésther (2013) Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / UNIRIO / 2019 5. O chefe de um departamento formou um grupo de trabalho com cinco participantes, que não se conheciam, para elaborar um novo sistema de matrícula na universidade. Depois de quatro meses de trabalho, desenvolveram-se relacionamentos mais próximos entre os membros do grupo, que passaram a demonstrar coesão, forte senso de identidade e de camaradagem. 131 132 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / UNIRIO / 2019 5. (...) Se for avaliado o processo evolutivo desse grupo, será constatado que ele se encontra em um estágio de desenvolvimento caracterizado como A) tormenta B) interrupção C) normatização D) desempenho E) aceitação mútua Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Modelo de Tuckman Fonte: Robbins (2010, p. 303) 133 134 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Modelo de Tuckman 1. Formação (Forming) É o estágio inicial, no qual os membros estão começando a interagir. É caracterizado por uma grande dose de incerteza sobre os propósitos do grupo, sua estrutura e sua liderança. Os membros estão “reconhecendo o terreno” para descobrir quais comportamentos são aceitáveis. É neste momento que os membros começam a pensar em si mesmos como partes do grupo. Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Modelo de Tuckman 2. Tormenta / Atrito / Confusão (Storming) Caracterizado pela ocorrência de diversos conflitos no grupo. Os indivíduos já reconhecem a existência do grupo, mas demonstram resistência em relação aos limites da individualidade. Há também conflito quanto a definição de quem irá liderar o grupo. É durante a tormenta que os membros medem forças, estabelecendo uma espécie de hierarquia das relações dentro do grupo. Após o encerramento desta etapa, esta hierarquia estará relativamente clara para os membros do grupo. 135 136 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Modelo de Tuckman 3. Normatização / Normação (Norming) Começa a havercoesão no comportamento do grupo, tornando os integrantes mais próximos uns dos outros. Surge um sentido de identidade coletiva, camaradagem e os membros começam a agir como uma unidade coordenada. Ao final deste estágio a estrutura do grupo se torna mais sólida, de tal forma que o grupo assimila um conjunto de expectativas que definem qual deverá ser o comportamento mais adequado para o grupo. Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Modelo de Tuckman 4. Desempenho (Performing) É o estágio no qual a estrutura do grupo é funcional e aceita, ocorre após o estabelecimento da hierarquia – estágio da tormenta – e das normas – normatização. Nesta fase, o grupo está coeso e a sua energia é canalisada nas tarefas a serem realizadas. Nos grupos permanentes de trabalho, este pode ser considerado o último estágio de formação, sendo que a etapa do desempenho continuará ocorrendo de forma contínua. Em grupos temporários, haverá ainda a etapa de interrupção. 137 138 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Modelo de Tuckman 5. Interrupção / Dissolução (Adjourning / Transfering) É o estágio final do desenvolvimento dos grupos temporários, pois prepara o grupo para seu fim. Como as atividades deverão ser concluídas e o grupo dissolvido, o foco deixa de ser o desempenho das tarefas e passa para o encerramento dos trabalhos. Nesta etapa, podem surgir sentimentos conflitantes dentro do grupo. Enquanto alguns membros se sentem mais contentes com o desempenho obtido, outros ficam abatidos com o encerramento e com o fim da amizade nascida a partir do convívio. Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / UNIRIO / 2019 6. No ambiente organizacional, nem todos os conflitos são ruins para a tomada de decisão. Uma vez que diferentes membros de um grupo têm experiências e conhecimentos diferentes, eles enxergam o problema de forma distinta e podem propor soluções diferentes, sendo necessário, por vezes, que haja diferentes opiniões para que se encontre a melhor decisão para a empresa. O desafio é construir uma cultura organizacional que possibilite o conflito sem que haja brigas entre as pessoas. 139 140 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / UNIRIO / 2019 6. (...) Esse tipo de conflito, baseado em diferenças de opinião, no exame e na comparação das alternativas apresentadas para que a melhor solução seja tomada, é denominado conflito A) direto B) afetivo C) cognitivo D) controlado E) interpessoal Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / UNIRIO / 2019 7. Os vice-reitores administrativo e acadêmico de uma universidade do Rio de Janeiro reconhecem a importância dos lucros para a organização, mas acreditam que, para implementar a cidadania corporativa, é preciso desempenhar um papel ativo em programas sociais relevantes. O vice-reitor administrativo, no entanto, acha que a melhor maneira de fazer isso é doar uma parte dos lucros da organização para uma causa social; já o vice-reitor acadêmico acha que a universidade deve ser mais ativa, devendo patrocinar todos os projetos sociais em andamento no Estado. 141 142 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / UNIRIO / 2019 7. (...) Nesse caso, observa-se um conflito A) judicial B) sequencial C) de processo D) de relacionamento E) ganha-ganha Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Abordagens de tratamento Abordagem estrutural Consiste na busca pelo controle do conflito através da modificação dos elementos que tratam das percepções criadas pelas condições de diferenciação, de recursos limitados e escassos e de interdependência. Esta abordagem atua a fim de: 1. reduzir a diferenciação dos grupos 2. interferir nos recursos compartilhados 3. reduzir a interdependência Utilizada ANTES do conflito 143 144 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Abordagens de tratamento Abordagem de processo Busca a modificação do processo. Esta abordagem intervém diretamente no conflito. Pode ocorrer por de três maneiras distintas, mas complementares: 1. desativação do conflito 2. reunião de confrontação 3. colaboração Utilizada DURANTE o conflito Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Abordagens de tratamento Abordagem mista Busca administrar o conflito tanto na estrutura quanto no processo. Permite duas maneiras: 1. adoção de regras 2. criação de papéis integradores (papéis de ligação) Utilizada ANTES e DURANTE o conflito 145 146 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Gabarito 1-E 2-E 3-D 4-B 5-C 6-C 7-C Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Prof. Douglas Schneider Clima, cultura e comportamento 147 148 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / ELETROBRAS / 2022 1. Um dos modelos mais utilizados para o diagnóstico cultural de uma organização é o modelo dos valores concorrentes ou valores competitivos. Um gerente aplicou esse modelo de diagnóstico na sua empresa e identificou: um forte valor atribuído à flexibilidade e à liberdade de ação, com foco para dentro da organização; eficácia valorizada em termos da coesão e do moral dos indivíduos; líderes mentores e conselheiros; lugar amigável para se trabalhar, com uma grande parcela de comprometimento e lealdade. Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / ELETROBRAS / 2022 1. (...) Nesse contexto, identifica-se que nessa empresa há aspectos de uma cultura organizacional denominada A) clã B) mercado C) hierárquica D) exigente E) adhocracia ou inovadora 149 150 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto (5) Tipos de cultura (Cameron & Quinn, 2006) Fonte: Cameron e Quinn (2006, p. 50). Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto (5) Tipos de cultura (Cameron & Quinn, 2006) 1. Clã: enfatiza a flexibilidade e o foco interno, promove um ambiente de trabalho semelhante a uma família, com líderes que atuam como mentores ou figuras parentais. 2. Adhocracia: também valoriza a flexibilidade, mas com foco no dinamismo, na inovação e na criatividade, buscando estar à frente no desenvolvimento de novos produtos ou serviços. 151 152 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto (5) Tipos de cultura (Cameron & Quinn, 2006) 3. Mercado (empreendedora): enfoca a competição e os resultados, com líderes que são exigentes e focados em metas e objetivos externos, como participação no mercado e lucratividade. 4. Hierárquica (burocrática): caracterizada pela sua estrutura formal e procedimentos bem definidos, com liderança baseada em controle e eficiência operacional. Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / IBGE / 2016 2. A cada semestre os funcionários são avaliados e aqueles que apresentam os melhores resultados são premiados em eventos que contam com a presença de todos os empregados e seus familiares. Nessas ocasiões, também são lembrados todos os avanços conseguidos pela empresa a partir de seus melhores funcionários. 153 154 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / IBGE / 2016 2. (...) Esses momentos servem para reforçar as normas e os valores da organização, e correspondem a uma forma de transmissão da cultura organizacional denominada A) mito B) linguagem C) cerimônia D) confirmação E) rito de passagem Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto (4) Ritos Atividades padronizadas e repetitivas usadas em épocas especiais para influenciar o comportamento dos membros da organização, ou seja, são cerimônias que continuamente reforçam normas e valores fundamentais. Beyer e Trice (1984) identificaram seis tipos de ritos: 1. Ritos de passagem: são os programas de ambientação, socialização ou integração 2. Ritos de degradação: o processo de demissão ou substituição 3. Ritos de confirmação (reforço): seminários para reforçar a identidade social e seu poder de coesão 155 156 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto (4) Ritos 4. Ritos de reprodução (renovação): atividades de desenvolvimento organizacional 5. Ritos de negociação: processos de negociação coletiva ou administração de conflitos 6. Ritos de integração: festas internase/ou externas nas organizações Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / Petrobras / 2015 3. Dois alunos do curso de Administração estavam conversando sobre os aspectos da cultura organizacional da instituição de ensino na qual estudam. O primeiro disse que a cultura organizacional consiste no conjunto de valores e crenças compartilhados entre o nível estratégico da organização e afirmou que os empregados dos demais níveis organizacionais, por estarem em posição de subordinação, não apresentam aspectos culturais para serem compartilhados na empresa. O segundo aluno explicou que a cultura organizacional abrange, além das normas formais, um conjunto de regras implícitas, que vinculam as atitudes tomadas pelos indivíduos na organização e que essa cultura envolve também um conjunto de pressupostos psicossociais. 157 158 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / Petrobras / 2015 3. (...) De acordo com o exposto acima, a análise da conversa entre os dois alunos permite afirmar que A) ambos os alunos estão corretos em suas explicações sobre a cultura organizacional. B) ambos os alunos estão errados em suas explicações sobre a cultura organizacional. C) somente o primeiro aluno está correto na sua afirmação sobre o que constitui a cultura organizacional. Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / Petrobras / 2015 3. (...) De acordo com o exposto acima, a análise da conversa entre os dois alunos permite afirmar que D) somente o segundo aluno está correto em sua explicação sobre os elementos que constituem a cultura organizacional. E) somente o segundo aluno está errado em sua explicação sobre os elementos que constituem a cultura organizacional. 159 160 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Cultura organizacional (1) Conceito Um conjunto de pressupostos básicos compartilhados por todos os membros do grupo e que esse inventou, descobriu ou desenvolveu ao aprender como lidar com os problemas de adaptação externa e integração interna e que funcionam bem o suficiente para serem considerados válidos e ensinados a novos membros como a forma correta de perceber, pensar e sentir, em relação a esses problemas. Schein (2009) Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto (2) Elementos 1. Artefatos e criações – se caracterizam como o nível mais superficial da cultura, configurando as estruturas e processos organizacionais e as manifestações visíveis, que incluem a linguagem, arquitetura, tecnologia, objetos decorativos, vestuários e as cerimônias observadas 2. Normas e valores – são as filosofias, estratégias e metas, ou seja, são as regras, princípios, normas e valores éticos que direcionam o comportamento de um grupo, seus objetivos e os meios utilizados para atingi-los 161 162 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto (2) Elementos 3. Pressupostos básicos e premissas – esses refletem as crenças inconscientes e inquestionáveis, que estão no nível mais profundo, sendo perceptíveis a partir de uma investigação mais profunda da cultura organizacional Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto (2) Elementos Fonte: elaborado com base em Schein (2009). 163 164 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / Petrobras / 2015 4. Todos os dias pela manhã, os alunos e os professores do colégio Y, em uma cidade do Amazonas, reúnem-se no pátio do colégio para cantarem o Hino Nacional Brasileiro e o do colégio. Logo após, o diretor relembra aos alunos as histórias dos fundadores do colégio e sua relação com a proposta de educar famílias ribeirinhas. Esse relato evidencia, respectivamente, os seguintes elementos da cultura organizacional: A) mitos e heróis B) linguagem e ritos C) cerimônias e mitos D) ritos e cerimônias E) rituais e heróis Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / Petrobras / 2015 5. Uma empresa do setor de energia está passando por uma reestruturação para que possa tornar-se mais competitiva e ágil em relação às demandas do mercado em que atua. O consultor que está conduzindo esse processo identificou alguns elementos que dificultam as mudanças. Esses elementos compõem a cultura organizacional. A cultura organizacional é composta por três níveis: A) a estrutura organizacional, o porte da empresa e o setor em que atua. B) o porte da empresa, o mercado em que atua e o seu público-alvo. 165 166 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / Petrobras / 2015 5. (...) A cultura organizacional é composta por três níveis: C) os membros da organização, o mercado em que a empresa atua e o seu público-alvo D) os membros da organização, os valores compartilhados e os seus clientes. E) os artefatos, os valores compartilhados e os pressupostos básicos. Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / BB / 2014 6. Cada empresa constrói a cultura de acordo com os elementos que considera importantes para o seu negócio, com seus valores e suas crenças. Algumas empresas têm uma cultura bem sedimentada, com valores compartilhados por todos, não havendo grandes divergências em relação aos seus principais elementos. Uma empresa que apresenta tais características tem uma cultura A) adaptativa B) conservadora C) forte D) fraca E) psicossocial 167 168 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto (5) Tipos de cultura Aberta (adaptativa) Fechada (conservadora) Estruturada Orientada para a tarefa Individualista Tensa Voltada para a estabilidade Estimula os riscos Apoiadora Humanística Orientada para a equipe De fácil convivência Voltada para o crescimento Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto (5) Tipos de cultura Forte Fraca Seus valores são compartilhados intensamente pela maioria dos funcionários e influencia comportamentos e expectativas. Portanto, possuem um impacto maior sobre o comportamento do funcionário e produzem um efeito mais positivo sobre a organização. São culturas que podem ser mais facilmente alteradas. Quando existem, por exemplo, grandes discordâncias de percepção da realidade organizacional, percebe-se uma cultura fraca. 169 170 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / BB / 2014 7. As atividades realizadas em uma empresa diferem das realizadas nas demais empresas em função de diversos aspectos, sejam esses operacionais, culturais, mercadológicos, dentre outros. A cultura organizacional, que contribui ativamente para a diferenciação entre as organizações, é criada e preservada pelas pessoas que, juntas, formam a organização. Essa abordagem tem como base que a cultura organizacional é A) facilmente mudada B) relativa ao mercado C) construída socialmente D) estruturada no nível operacional E) desvinculada da história da organização Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Gabarito 1-A 2-C 3-D 4-E 5-E 6-C 7-C 171 172 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Prof. Douglas Schneider Liderança Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / Transpetro / 2023 1. O chefe de uma equipe é considerado por todo o grupo como um líder autêntico, genuíno, digno de confiança e verdadeiro. No seu estilo de liderança, devem predominar comportamentos como A) condução do grupo em direção às metas estabelecidas, esclarecendo as exigências das tarefas e fixando a diretrizes necessárias para sua execução. B) valorização das contribuições dos seguidores construídos sobre uma fundação ética, agindo segundo seus valores e crenças, de forma aberta e honesta. 173 174 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / Transpetro / 2023 1. (...) No seu estilo de liderança, devem predominar comportamentos como C) consulta aos subordinados sobre problemas, considerando as sugestões deles antes de tomar uma decisão e limitando-se aos fatos em suas críticas e elogios. D) estabelecimento de objetivos desafiadores para que os subordinados tenham melhor desempenho, determinando as providências e as técnicas para execução das tarefas. E) reconhecimento de que a divisão de tarefas é responsabilidade total do grupo,não fazendo qualquer tentativa de avaliar ou de regular o curso dos acontecimentos. Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Liderança Conceito Liderança é o processo de conduzir as ações ou influenciar o comportamento e a mentalidade de outras pessoas. Proximidade física ou temporal não é importante no processo. Maximiano (2011, p. 277) 175 176 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / AGERIO / 2023 2. Um novo líder foi contratado para que, até 2030, sua organização seja reconhecida como agente relevante na promoção do desenvolvimento econômico, do crescimento sustentável de suas operações e do seu patrimônio. Esse líder será considerado visionário se A) transmitir valores centrados nos outros, por meio de suas palavras e ações, e utilizar seu carisma de maneira socialmente construtiva, para, assim, inspirar emoção e paixão em seus seguidores. B) compartilhar informações, encorajar a comunicação aberta, souber quais são os seus valores essenciais e agir conforme suas crenças, priorizando a ética e a honestidade de princípios. Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / AGERIO / 2023 2. (...) Esse líder será considerado visionário se C) exibir um comportamento de recompensas contingenciais e um comportamento dinâmico de administração por exceção, baseado na relação de troca entre subordinados e líder. D) criar e articular uma estratégia a longo prazo para alcançar um objetivo realista, crível e atraente para o futuro, explicando essa visão para os outros, não apenas verbalmente, mas também por meio de comportamentos. E) estipular diretrizes, informar aos subordinados o que se espera deles, estabelecer padrões de desempenho bem definidos e controlar o comportamento para garantir fidelidade às regras. 177 178 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Liderança autêntica Conceito Considera que os líderes verdadeiros agem de forma honesta e aberta perante seus liderados, conhecendo de si a ponto de saber quem são e poder agir exatamente conforme seus valores e crenças. Essa teoria se baseia em quatro dimensões constitutivas: 1. Autoconsciência 2. Processamento equilibrado 3. Perspectiva moral 4. Transparência relacional Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Liderança servidora Conceito Significa que o líder vai além de seu próprio autointeresse. Ele favorece o trabalho dos liderados, ajudando-os sempre que necessário, removendo as barreiras e dificuldades que possam dificultar a realização do trabalho e o serviço ao cliente. 179 180 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Líder servidor Características 1. Capacidade de ouvir 2. Empatia 3. Cura 4. Consciência 5. Persuasão 6. Conceitualização 7. Antecipação 8. Gerenciamento 9. Comprometimento com o crescimento das pessoas 10.Construção de comunidade Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / UNIRIO / 2019 3. O gerente de uma empresa costuma consultar todos os subordinados para saber suas opiniões e impressões antes de tomar as decisões finais. Ele acredita que, dessa forma, os subordinados entenderão quais são os objetivos mais importantes e saberão mais claramente como atingi-los. Todos são encorajados a testar novas ideias e sentem-se envolvidos com as tomadas de decisão, o que os faz serem mais empenhados na execução das tarefas. 181 182 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / UNIRIO / 2019 3. (...) Esse estilo de liderança é denominado liderança A) ampla B) diretiva C) solidária D) participativa E) orientada para a realização Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / UNIRIO / 2019 4. Na liderança de vinte funcionários, um administrador busca aumentar a eficácia da equipe com três ações: (i) atribuindo-lhes tarefas que eles considerassem valiosas e recompensadoras; (ii) incentivando-os a se esforçarem para a conquista de objetivos relacionados a essas tarefas; e (iii) vinculando recompensas extrínsecas à conquista de objetivos relacionados a essas tarefas. Esse administrador fundamenta suas ações na seguinte teoria da liderança: A) Autêntica B) Árvore de decisão C) Caminho-meta D) LPC (least-preferred coworker) E) Troca entre líderes e liderados (LMX) 183 184 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Teoria caminho-objetivo (House, 1971) Conceito A teoria afirma que é trabalho do líder ajudar os seguidores a atingirem suas metas e fornecer a direção necessária e/ou apoio para assegurar que suas metas sejam compatíveis com os objetivos gerais do grupo ou organização. Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Teoria caminho-objetivo 1. Liderança Diretiva É caracterizada pelo líder que apresenta aos subordinados todas as instruções sobre as tarefas que deverão ser realizadas, incluindo o que o líder espera de cada funcionário, como deve ser feito o trabalho e o espaço de tempo no qual a tarefa deverá ser finalizada 2. Liderança de Apoio Refere-se ao comportamento amigável e acessível do líder em relação aos seus subordinados. Ele procura atender as necessidades dos subordinados 185 186 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Teoria caminho-objetivo 3. Liderança Participativa É marcada pela possibilidade que o líder passa aos subordinados participarem do processo de tomada de decisão organizacional 4. Liderança Orientada aos Resultados É caracterizada pelos líderes que desafiam os subordinados a realizarem suas tarefas nos níveis mais elevados de eficiência, com objetivos claros e desafiadores Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Teoria caminho-objetivo Fonte: Chiavenato (2020, p. 269). 187 188 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / UNIRIO / 2019 5. O gerente de um departamento de empresa presta atenção às preocupações e às necessidades de desenvolvimento de seus liderados e acaba por modificar a maneira com que eles lidam com as diferentes situações. Com isso, esse gerente ajuda os liderados a pensarem nos problemas da organização de forma diferente e gera entusiasmo suficiente para que o grupo dê o máximo de si na busca por atingir os objetivos da organização. Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto CESGRANRIO / UNIRIO / 2019 5. (...) No tocante à abordagem de liderança, esse gerente é classificado como líder A) carismático B) transacional C) transdisciplinar D) transformacional E) regulamentador 189 190 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Estilos modernos líder carismá- líder transa- líder transforma- cional cional tico Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Liderança Carismática É uma forma de liderança baseada no carisma (dom), onde essa ocorre pelo fato do líder ter características pessoais evidentes, e que encantam as pessoas, ou seja, ele é simpático, tem boa fama, é popular, é persuasivo, ou seja, lidera porque conquista as pessoas. 191 192 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Liderança Transacional É o tipo de liderança em que o líder esclarece o papel e os requisitos da tarefa e fornecem recompensas contingentes positivas e negativas, de acordo com o sucesso do desempenho. Os líderes transacionais limitam-se a resolver os problemas para alcançar os objetivos traçados. Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Liderança Transformacional É o tipo de liderança que resulta do processo de influenciar as grandes mudanças, ou seja, os lideres incitam e transformam as atitudes, crenças e motivos dos liderados. Um líder transformacional consegue que os seus seguidores prossigam além dos seus próprios interesses e altera ou transforma as suas metas em metas de todo o grupo ou da organização. 193 194 Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto Gabarito 1-B 2-D 3-D 4-C 5-D Prof. Douglas Schneider @adm.em1minuto youtube.com/admem1minuto 195 196 OBRIGADO! Prof. Douglas Schneider Língua Espanhola Prof. Adinoél Sebastião GESTÃO DE PROGRAMAS DE SAÚDE Profª. Elisabete Moreira 197 198 REVISÃO ANTECIPADA CNU 2.14. GESTÃO DE PROGRAMAS DE SAÚDE Prof. Elisabete Moreira Prof. ElisabeteMoreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira A Organização Mundial da Saúde (OMS) define saúde ocupacional como: Uma atividade multidisciplinar que promove e protege a saúde do trabalhador. A disciplina visa controlar acidentes e doenças, organizar e monitorar as condições e ambientes de trabalho para reduzir o risco. Gestão de Programas de Saúde 199 200 Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira O cuidado com a saúde física, social e mental envolve observar situações: • Sobrecarga horária, exigências crescentes de produtividade; • Falta de definição das funções do colaborador; • Problemas de relacionamento e comunicação na equipe; • Gestores mal treinados; • Falta de incentivo para o crescimento dos colaboradores; • Assédios físicos ou psicológicos – mobbing, bullying e stalking – variantes do assédio moral, discriminações e outras agressões • Estrutura física deficiente. Gestão de Programas de Saúde Gestão de Programas de Saúde Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Condições psicológicas que podem ser desenvolvidas no trabalho Depressão: pode provocar falta de motivação e produtividade reduzida. Ansiedade: pode afetar o desempenho do indivíduo. Síndrome de Burnout: síndrome da estafa profissional resultante do estresse crônico no trabalho, exaustão física e mental, conflito pessoal nas relações interpessoais, que gera falta de energia e desinteresse. Estresse ocupacional: resultante de demandas excessivas no ambiente profissional, como altas cargas de trabalho e pressão constante. 201 202 A GESTÃO DE SAÚDE nas empresas é uma estratégia que adota uma política de prevenção para colaboradores, buscando manter sua saúde física, psicológica e mental, através de programas de saúde ocupacional, de bem-estar e de qualidade de vida, que atuam: • No desenvolvimento do colaborador; • No equilíbrio entre vida pessoal e profissional; • Na promoção de um ambiente seguro e suscetível a pessoas dispostas e satisfeitas com seu trabalho. Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Gestão de Programas de Saúde Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira É responsabilidade dos gestores, dos times de segurança e saúde no trabalho, e da área de Recursos Humanos viabilizar as melhores condições possíveis para obter resultados de qualidade. Gestão de Programas de Saúde O papel do RH é fundamental na promoção de um ambiente favorável à saúde física, mental e psicológica, dentro e fora do mundo do trabalho, pois podem atuar como: • Mediadores entre os trabalhadores e as equipes de saúde; • Facilitadores do acesso aos serviços; • Facilitadores no acompanhamento de casos; • Interlocutores e comunicadores entre as partes envolvidas. 203 204 Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira ProgramasProgramas de Gestão da Saúde promovidos pelo RH: • Treinamento de colaboradores – saúde financeira, habilidades socioemocionais, etc. • Treinamento de líderes e gestores para prepará-los a reconhecer sinais de estresse e oferecer suporte. • Gestão de comportamentos (ex. assédio moral). • Benefícios que promovam bem-estar (reconhecimento, remuneração justa; salários competitivos, políticas de trabalho flexíveis, etc). • Programas de qualidade de vida no trabalho: atividades de bem-estar como meditação (mindfulness) , yoga, sessões de relaxamento; horários alternativos, dias de home office, entre outros. Gestão de Programas de Saúde Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Programas de Gestão da Saúde promovidos pelo RH • Programas de apoio mental e emocional: • Coaching: atua no desbloqueio de habilidades já existentes; • Mentoring: influência no processo de sabedoria; • Counseling ou aconselhamento: apoia o indivíduo quando enfrenta uma dificuldade emocional. • Ginástica laboral, acompanhamento nutricional e análises clínicas, além do convencional plano de saúde. Gestão de Programas de Saúde 205 206 Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Boas Práticas para a Gestão da Saúde promovidos pelo RH: • Cuidados com o local de trabalho – sonoridade iluminação, mobiliário; • Promoção de campanhas de vacinação, exames periódicos de saúde, participação em campanhas sazonais como setembro amarelo, outubro rosa, novembro azul. • Promoção de momentos de confraternização, rodas de conversa de gerenciamento de emoções de forma colaborativa e de atividades físicas como caminhadas, passeios de bicicletas; • Treinamentos e palestras de conscientização. Programas de Gestão da Saúde Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Boas Práticas para a Gestão da Saúde promovidos pelo RH: • Política de trabalho flexível; • Monitoramento do clima organizacional; • Caixa de sugestões; • Ginastica laboral; • Pausas no trabalho; • Reconhecimento e benefícios personalizados. Programas de Gestão da Saúde 207 208 Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Visões dos programas de QVT – influenciados pela cultura e objetivos. Programas de Gestão da Saúde Legalista: cumpre regras impostas pela legislação ou por obrigação em situações específicas. Paternalista: foca no indivíduo para que se sinta bem em seu ambiente laboral – sem interligação com as estratégias da organização. Estratégico: foca em programas como parte integrante da estratégica organizacional, atrelados ao resultado planejado pela organização. Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Abordagem • Abordagem de QVT Hegemônica ou Clássica • Caráter assistencialista e paliativo. • Visa compensar o desgaste físico e psicológico que o trabalho pode gerar, sem se preocupar com o estudo das causas (etiologia). • Foca no indivíduo e na produtividade. Programas de Gestão da Saúde Abordagem de QVT Contra hegemônica • Caráter preventivo, atuando nos fatores que causam o mal-estar no ambiente de trabalho – baseada no estudo da ergonomia. • É uma tarefa de todos que buscam continuadamente a harmonia entre o bem-estar, eficiência e eficácia no ambiente de trabalho. 209 210 Participação dos funcionários; Reestruturação do trabalho; Inovação no sistema de recompensa; Melhoria no ambiente . NADLER E LAWLER Fatores ambientais; Fatores Organizacionais; Fatores Comportamentais.WERTHER E DAVIS – PROJETO DE CARGO Indicador Econômico; Indicador Político; Indicador Psicológico; Indicador Sociológico. WESTLEY – INDICADORES COMO CAUSA DE PROBLEMAS Variedade e desafio; Aprendizagem contínua; Margem de manobra e autonomia; Oportunidades de crescimento e segurança; Reconhecimento e apoio; Contribuição social que faz sentido; Futuro desejável. EMERY E TRIST – ABORDAGEM SOCIOTÉCNICA Compensação justa e adequada; Condições de segurança e saúde no trabalho; Utilização e desenvolvimento de capacidades – autonomia; Oportunidades de crescimento e segurança; Integração social; Constitucionalismo; Trabalho e espaço total de vida; Relevância social da vida no trabalho. WALTON Variedade de tarefas; Identidade da tarefa; Significado da tarefa; Inter- relacionamento; Autonomia; Retroação do trabalho e extrínseca. HACKMAN E OLDHAN – DESENHO DO CARGO Modelo de QVT Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira 211 212 OBRIGADA! Profª. Elisabete Moreira EIXO TEMÁTICO 2 – GESTÃO GOVERNAMENTAL E GOVERNANÇA PÚBLICA: RISCOS, INOVAÇÃO, PARTICIPAÇÃO, LOGÍSTICA E PATRIMÔNIO 213 214 Língua Espanhola Prof. Adinoél Sebastião GESTÃO DE RISCOS Prof. Rodrigo Rennó ADMINISTRAÇÃO Prof. Rodrigo Rennó 215 216 GESTÃO DE RISCOS – QUESTÕES CESGRANRIO Prof. Rodrigo Rennó Vamos praticar? (CESGRANRIO – IPEA – TÉCNICO - 2024) Planejar as respostas aos riscos de um projeto é o processo de desenvolver alternativas, selecionar estratégias e acordar ações para lidar com a exposição geral aos riscos. Dentre as diversasalternativas de estratégias para ameaças, a seguinte ação está associada à atividade de “comprar um seguro”: a) escalar. b) prevenir. c) transferir. d) mitigar. e) aceitar. 217 218 Vamos praticar? (CESGRANRIO – TRANSPETRO – PROFISSIONAL - 2023) A NBR ISO 31000:2018 define gestão de riscos como atividades coordenadas para dirigir e controlar uma organização, no que se refere a riscos. Nesse contexto, uma gestão de riscos eficaz caracteriza- se por ser a) fragmentada, personalizada e exclusiva. b) integrada, genérica e exclusiva. c) integrada, personalizada e inclusiva. d) restrita, abrangente e exclusiva. e) desagregada, inclusiva e genérica. Vamos praticar? (CESGRANRIO – ELETRONUCLEAR – ENGENHARIA - 2022) No contexto das diretrizes de gestão de riscos, apresentadas na norma ABNT NBR ISO 31000:2018, o processo de avaliação de um risco engloba as três seguintes etapas: a) escopo, contexto e critério; análise de risco; tratamento de riscos. b) escopo, contexto e critério; identificação de risco; análise de risco. c) identificação de risco; análise de risco; tratamento de risco. d) identificação de risco; análise de risco; avaliação de risco. e) análise de risco; avaliação de riscos; tratamento de risco. 219 220 Vamos praticar? (CESGRANRIO – ELETRONUCLEAR – ENGENHARIA - 2022) No contexto da norma ABNT NBR ISO 31000:2018, a análise de riscos tem como propósito compreender a natureza do risco, sendo conveniente que nessa análise sejam considerados fatores como os enumerados a seguir: a) probabilidade de eventos e consequências; complexidade e conectividade; sensibilidade e níveis de confiança. b) probabilidade de eventos e consequências; simplicidade e interdependências; sensibilidade e níveis de confiança. c) simplicidade e interdependências; fatores temporais; sensibilidade e níveis de confiança. d) probabilidade de eventos e consequências; fatores temporais; eficácia de medidas de controle futuras. Vamos praticar? e) simplicidade e interdependências; fatores temporais; eficácia de medidas de controle futuras. 221 222 Vamos praticar? (CESGRANRIO – ELETRONUCLEAR – ENGENHARIA - 2022) Entre os conceitos apresentados na norma ABNT ISO 31000:2018, encontra-se o de gestão de riscos, que envolve um(a) a) tratamento de riscos, o qual deve ser implementado para que os agentes atuem no controle da probabilidade simultaneamente ao controle de consequências. b) controle de riscos, que é uma medida que inclui o histórico de acidentes, não se limitando a qualquer processo, política, dispositivo ou prática. c) análise de riscos, que pode ser realizada em vários graus de detalhamento e complexidade, dependendo do propósito, da disponibilidade e da confiabilidade da informação. Vamos praticar? d) avaliação de riscos, em que se comparam os resultados advindos da identificação dos riscos com os critérios estabelecidos para os níveis de ação. e) identificação dos riscos, que tem como objetivo decrescer o número de acidentes ocorridos no passado, estabelecendo séries históricas e taxas de frequência. 223 224 Vamos praticar? (CESGRANRIO – ELETRONUCLEAR – ENGENHARIA - 2022) A Análise dos Modos de Falha e Efeitos (Fault Mode and Effect Analysis – FMEA), além de apresentar um foco maior em processos e produtos, considera para a análise da criticidade uma multiplicação simples dos fatores de severidade (S), ocorrência (O) e detecção (D). A partir da incorporação da Análise de Confiabilidade Humana (ACH), podem ser considerados fatores como inteligibilidade ou cognição (I) e estresse (E), para avaliar os modos de falha considerando fatores humanos. Para reduzir a imprecisão do cálculo do índice de probabilidade de risco (Risk Priority Number – RPN), pode ser utilizada uma Composição Probabilística de Preferências (CPP). Vamos praticar? A imprecisão é inerente à subjetividade e aos erros de avaliação nos processos de tomada de decisão individual ou em grupo. Por isso, é natural assumir, para a avaliação de cada alternativa sob cada critério, um comportamento a) aleatório. b) estável. c) médio. d) normal. e) regular. 225 226 Vamos praticar? (CESGRANRIO – ELETRONUCLEAR – CONTADOR - 2022) A Estrutura Integrada de Controle Interno elaborada pelo Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission (COSO) tem sido uma referência no cenário corporativo. Essa estrutura se apresenta a partir de categorias de objetivos, componentes de controle interno e estrutura organizacional da entidade. Um dos princípios estabelecidos nessa estrutura se refere à demonstração de comprometimento com a integridade e os valores éticos por parte da organização. Esse princípio está relacionado ao seguinte componente de controle: a) ambiente de controle. b) atividades de monitoramento. c) atividades de controle. Vamos praticar? d) avaliação de conformidade. e) avaliação de riscos. 227 228 Vamos praticar? (CESGRANRIO – ELETRONUCLEAR – CONTADOR - 2022) Na perspectiva do cubo do COSO-ERM (COSO II): Gerenciamento de Riscos Corporativos – Estrutura Integrada –, que trata dos componentes do modelo, observa-se que a atividade “análise de riscos”, anteriormente prevista no COSO-IC, foi substituída e complementada pelas seguintes atividades: identificação de eventos, avaliação de riscos e resposta a riscos. Na identificação de eventos, verificam-se algumas classificações de fatores e categorias de eventos. São exemplos de fatores externos na categoria de eventos econômicos, segundo o COSO-ERM: a) capacidade dos empregados, disponibilidade de bens e acesso ao capital. Vamos praticar? b) disponibilidade de capital, liquidez e desemprego. c) legislação, política pública e comportamento do consumidor. d) comércio eletrônico, manutenção e atividade fraudulenta. e) características demográficas, emissões e dejetos e disponibilidade de dados e sistemas. 229 230 Vamos praticar? (CESGRANRIO – ELETRONUCLEAR – ENGENHARIA - 2018) A NBR ISO 31.000/2009 define os princípios e as diretrizes para gestão de riscos. O processo de gestão de riscos baseado nesse instrumento legal segue as etapas de: análise de riscos, avaliação de riscos, identificação de riscos, definição do contexto e tratamento de riscos, conforme ilustrado no fluxograma abaixo, adaptado dessa norma. Vamos praticar? 231 232 Vamos praticar? A etapa de análise de riscos é aquela na qual se busca compreender a natureza do risco e determinar o nível de risco, discutindo todas as possibilidades de ocorrência de um eventual acidente, na tentativa de evitar que ele aconteça. No fluxograma apresentado na norma, essa etapa aparece na parte a) I. b) II. c) III. d) IV. e) V. Vamos praticar? (CESGRANRIO - PETROBRÁS - PROFISSIONAL DE NÍVEL TÉCNICO - 2017) A técnica de Análise de Riscos indicada para identificar os perigos e os problemas de operabilidade de uma instalação de processo é a a) What-if/checklist b) HAZOP c) AMFE d) AAF e) APR 233 234 Vamos praticar? (CESGRANRIO - PETROBRÁS - ENGENHEIRO - 2014) Há uma técnica de análise de risco que utiliza uma planilha de trabalho onde pode ser colocada a classificação qualitativa do risco, conforme os parâmetros da expressão matemática, representados na matriz de risco abaixo. Nessa matriz, são consideradas as consequências em algarismos romanos, e as categorias de frequência estão representadas por letras maiúsculas. Vamos praticar? Essa técnica é conhecida como a) Árvore de Falhas (FTA) b) Árvore de Eventos (ETA) c) Análise de Modos de Falha e Efeito (FMEA) d) Análise de Perigos e Operabilidade (HAZOP) e) Análise Preliminar de Risco (APR) 235 236 Vamos praticar? (CESGRANRIO - PETROBRÁS - ENGENHEIRO - 2014) Há uma técnica de gerenciamento de risco que possibilita uma identificação da lógica de associação dos eventos intermediários que pode resultar na ocorrência do evento de topo. Isso é possível através da utilização de “portões lógicos”, que condicionam o tipo de associação que deve existir entre os eventos intermediários, para que ocorra o evento de topo. As associações lógicas utilizadas são a adição dos eventosou a sua alternância. No primeiro caso, é necessário que todos os eventos intermediários de uma mesma linha se realizem, para que o evento subsequente ocorra. No segundo caso, basta que um dos eventos identificados na linha se realize, para determinar a ocorrência do evento subsequente. Vamos praticar? Essa técnica é conhecida como a) APR b) HAZOP c) Checklist d) ETA e) FTA 237 238 Vamos praticar? (CESGRANRIO - PETROBRÁS - ENGENHEIRO - 2014) Segundo normas internacionais, o processo de gestão de riscos consagrado na literatura é composto de 4 etapas fundamentais, que são: a) identificação, análise, avaliação e tratamento b) identificação, avaliação, priorização e mitigação c) identificação, estudo, simulação e mitigação d) reconhecimento, estudo, avaliação e mitigação e) reconhecimento, análise, simulação e tratamento Vamos praticar? (CESGRANRIO - PETROBRÁS - ENGENHEIRO - 2014) Em uma indústria química, a equipe de gerenciamento de risco que irá estudar um fluxo de processo contínuo escolhe uma determinada técnica de gerenciamento de risco para avaliar as condições de segurança da instalação. Sabendo-se que a técnica escolhida relaciona parâmetros a palavras-guias, e estas a desvios, constata-se que a técnica de gerenciamento de risco escolhida é a(o) a) APR b) HAZOP c) FMEA d) FTA e) ETA 239 240 Vamos praticar? (CESGRANRIO - PETROBRÁS - ENGENHEIRO - 2014) A estimativa dos efeitos físicos decorrentes dos cenários acidentais, envolvendo substâncias inflamáveis, deverá ser precedida de uma determinada técnica de análise de risco para a definição das diferentes tipologias acidentais. Essa técnica é denominada a) APR b) what if c) FTA d) ETA e) FMEA Vamos praticar? (CESGRANRIO – PETROBRÁS – PROFISSIONAL – 2012) Diversas literaturas, tais como a OHSAS 18001/2007, a OIT/2001 e a NBR 31000:2009 definem riscos de diferentes formas. Matematicamente, o risco pode ser expresso de uma forma simplificada, como a) perigo / salvaguardas b) confiabilidade x probabilidade c) perigo / frequência d) salvaguardas x probabilidade e) frequência / confiabilidade. 241 242 Vamos praticar? (CESGRANRIO – TRANSPETRO – ENGENHEIRO - 2012) Segundo a NBR ISO 31000:2009 (Gestão de Riscos – Princípios e Diretrizes), constata-se que gestão de risco é(são) a) a identificação dos perigos, a avaliação e o controle das perdas humanas, materiais e ambientais. b) o controle do prejuízo sofrido por uma organização, com garantia de ressarcimento por seguro. c) um processo que garante que situações causadoras de danos nunca ocorrerão. d) atividades coordenadas para dirigir e controlar uma organização no que se refere a riscos. e) atividades que devem ser implementadas para eliminar e transferir os perigos ou reduzi-los a níveis os mais baixos possíveis. Vamos praticar? (CESGRANRIO – TRANSPETRO – ENGENHEIRO - 2011) De acordo com a ABNT NBR ISO 31000 - Gestão de Riscos/ Princípios e Diretrizes, considere as afirmativas abaixo. I - Um risco significativo pode derivar do fracasso ou da ineficácia das medidas de tratamento de risco. II - A retenção do risco, por uma decisão consciente e bem embasada, pode ser uma das alternativas para eliminação do risco. III - As análises de risco podem ser qualitativa, semiquantitativa ou quantitativa ou uma combinação delas. IV - Risco é o efeito das incertezas nos objetivos. 243 244 Vamos praticar? São corretas APENAS as afirmações a) I e II. b) II e III. c) III e IV. d) I, II e IV. e) I, III e IV. Prof. Rodrigo RennóCanal do WhatsApp 245 246 Prof. Rodrigo Rennó @profrodrigorenno @profrodrigorenno /rodrigorenno99 /profrodrigorenno https://t.me/rodrigorenno OBRIGADO! Prof. Rodrigo Rennó 247 248 Língua Espanhola Prof. Adinoél Sebastião INOVAÇÃO NA GESTÃO PÚBLICA Prof. Stefan Fantini 249 250 Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Empreendedorismo Empreendedorismo consiste na arte de “fazer acontecer”. É a característica do indivíduo que tem iniciativa e utiliza suas habilidades para realizar algo novo (para criar algo com valor), de forma inovadora. Pode ocorrer tanto para iniciar/abrir um novo negócio, quanto para inovar em empresas já existentes. O empreendedorismo está associado à capacidade de identificar e aproveitar oportunidade e de assumir riscos calculados/controlados. Conceito Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Empreendedorismo Empreendedorismo de oportunidade x Empreendedorismo de necessidade Empreendedorismo de oportunidade x Empreendedorismo de necessidade Empreendedorismo de oportunidade O empreendedor cria uma empresa com planejamento prévio, tem em mente o crescimento que deseja buscar para a empresa, e visa à geração de lucros, empregos e riqueza. Empreendedorismo de necessidade o “candidato a empreendedor” empreende por falta de opção 251 252 Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Inovação Conceito “A inovação ocorre a partir de uma criação, invenção, da busca pela solução de questões ainda não resolvidas ou do aprimoramento de soluções já existentes para problemas que o homem enfrenta ao longo da vida e no dia a dia.” (Dornelas, 2019) Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Inovação Inovação Incremental x Inovação Radical Inovação Incremental Busca apenas melhorar algo que já existe Ou seja, está relacionada a melhorias contínuas Inovação Radical busca criar algo totalmente novo 253 254 Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Inovação Tipos de Inovação Tipos de Inovação Inovação evolucionária É o tipo de inovação que aperfeiçoa e melhora gradualmente (pouco a pouco) a tecnologia ou os produtos, de forma incremental e contínua Inovação revolucionária É o tipo de inovação que traz rápidas, drásticas e profundas mudanças nas tecnologias ou produtos atuais. Inovação disruptiva É o tipo de inovação que inicia com uma tecnologia ou produto mais barato (e com desempenho inferior), no intuito de “preencher um espaço” que as organizações líderes de mercado não estão dispostas a ocupar ou que não atendem. Depois, gradativamente, parte para a melhoria e aperfeiçoamento desses produtos e tecnologias, com o objetivo de “deslocar” os líderes de mercado. Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Mudança x Criatividade x Inovação Mudança x Criatividade x Inovação Mudança significa “a passagem de um estado para outro diferente. É a transição de uma situação para outra”. (Chiavenato, 2018) Criatividade habilidade de gerar novas ideias. Inovação processo de colocar em prática essas novas ideias. a inovação ocorre quando há geração de valor (ganhos) com essas ideias. 255 256 Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Manual de Oslo Inovação (Manual de Oslo, 3ª Edição) “Inovação é a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas.” (Manual de Oslo, 3ª Edição) 04 Tipos de Inovação (Manual de Oslo, 3ª Edição) Inovação de produto é a introdução de um bem ou serviço novo ou significativamente melhorado no que concerne a suas características ou usos previstos. Inovação de processo é a implementação de um método de produção ou distribuição novo ou significativamente melhorado. Inovação de marketing é a implementação de um novo método de marketing com mudanças significativas na concepção do produto ou em sua embalagem, no posicionamento do produto, em sua promoção ou na fixação de preços. Inovação organizacional é a implementação de um novo método organizacional nas práticas de negócios da empresa, na organização do seu local de trabalho ou em suas relações externas. Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantiniManual de Oslo Inovação (Manual de Oslo, 4ª Edição) “Inovação é um produto ou processo novo ou melhorado (ou combinação deles) que difere significativamente dos produtos ou processos anteriores da unidade e que foi disponibilizado para potenciais usuários (produto) ou trazido em uso pela unidade (processo).” (Manual de Oslo, 4ª Edição) 02 Tipos de Inovação (Manual de Oslo, 4ª Edição) Inovação de produto é um bem ou serviço novo ou melhorado que difere significativamente dos bens ou serviços anteriores da empresa e que foi introduzido no mercado. Inovação no processo de negócios é um novo ou aprimorado processo de negócios para uma ou mais funções de negócios que difere significativamente dos processos de negócios anteriores da empresa e que foi trazido em uso pela empresa. 257 258 Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Empreendedorismo Corporativo Conceito Empreendedorismo corporativo (ou Intraempreendedorismo) consiste no “processo de criação e inovação de produtos, serviços e negócios complementares aos já existentes na empresa ou que promovam a renovação de seu negócio principal, desenvolvido e executado por funcionários dessa empresa. Ou seja, o empreendedorismo corporativo resulta da ação de funcionários, que criam uma nova organização ou estimulam a renovação ou inovação dentro de uma organização existente.” (Affonso et al, 2018) Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Empreendedorismo Social Conceito O empreendedorismo social é “uma ação inovadora voltada para o campo social cujo processo se inicia com a observação de determinada situação-problema local, para a qual se procura, em seguida, elaborar uma alternativa de enfrentamento.” (Oliveira, 2004) 259 260 Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Empreendedorismo Corporativo x Empreendedorismo Social Empreendedorismo SocialEmpreendedorismo Privado/Corporativo É coletivoÉ individual Produz bens e serviços para a comunidadeProduz bens e serviços para o mercado Foco na busca de soluções para os problemas sociaisFoco no mercado Sua medida de desempenho é o impacto socialSua medida de desempenho é o lucro Visa resgatar pessoas da situação de risco social e promovê-las Visa satisfazer as necessidades dos clientes e ampliar as potencialidades do negócio Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Empreendedorismo Governamental Conceito “O empreendedorismo governamental procura mobilizar a atuação de todos os setores – público, privado e voluntário – para a ação conjunta dirigida à resolução de problemas e ao atendimento das demandas sociais, tornando mais eficiente e mais transparente a utilização dos recursos públicos e mais eficaz o resultado de suas ações. Governos empreendedores devem ser “catalisadores em vez de remadores”, devem identificar e aproveitar oportunidades, imaginar, desenvolver e realizar visões que solucionem os problemas sociais, mesmo que para isso tenham que assumir alguns riscos calculados” (Paludo, 2019) 261 262 Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Empreendedorismo Governamental Conceito Empreendedorismo Governamental aprimorar os governos, com foco no atendimento das necessidades dos cidadãos. estimular a ação e a parceria da sociedade aproveitar os recursos disponíveis da melhor maneira possível, parceria deve ser incentivada para promover a integração entre o governo e a sociedade. O governo empreendedor pertence à comunidade, orientado ao atendimento das necessidades dos cidadãos. o governo empreendedor não significa “mais governo” (Estado Máximo) e nem “menos governo” (Estado Mínimo). O que se busca, é um “melhor governo”. Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Empreendedorismo Governamental Princípios da Gestão Pública Empreendedora Princípios da Gestão Pública Empreendedora foco no resultado autonomia e responsabilização construção de boas parcerias trabalho em rede gestão da informação transparência diálogo público avaliação 263 264 Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Governo Eletrônico De acordo com a União Europeia, governo eletrônico (ou e-government, em inglês) relaciona-se ao uso das TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação) na administração pública, combinado com mudança organizacional e novas práticas, a fim de melhorar os serviços públicos, os processos democráticos e fortalecer o suporte às políticas públicas. Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Objetivos do Governo Eletrônico O governo eletrônico consiste na utilização, pelo governo, das ferramentas de tecnologia de informação e comunicação (TIC), com os objetivos de: Democratizar o acesso à informação (inclusão digital) Modernizar a máquina pública / minimizar a burocracia pública Reduzir custos e melhorar a eficiência da administração pública no que se refere aos seus processos internos Aumentar a eficiência e a qualidade dos serviços públicos; Permitir maior participação popular do cidadão na gestão pública Aumentar a transparência, o controle social e a accountability Criar mecanismos de gestão do conhecimento Aprimorar a governança 265 266 Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Estágios do Governo Eletrônico (ONU) Estágio V - Conectado Os governos se transformam em uma entidade conectada que responde às necessidades de seus cidadãos, desenvolvendo uma infraestrutura integrada de suporte ao cidadão. Estágio IV - Transacional Os governos começam a se transformar introduzindo interações bidirecionais entre "cidadão e governo". Todas as transações são realizadas online, e podem ser acessadas 24 horas por dia. Estágio III - Interativo Os governos fornecem serviços on-line, tais como formulários para download para pagamento de impostos. Evidencia-se o início de um portal interativo com serviços para melhorar a conveniência dos cidadãos. Estágio II - Aprimorado Os governos fornecem mais informações sobre políticas públicas e governança. Os governos criam links que permitem aos cidadãos obterem acesso a informações como: documentos, formulários, etc. Estágio I - Emergente A presença on-line de um governo é composta principalmente por uma pagina da web e/ou um site oficial. As informações são estáticas e há pouca interação. Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Fundamentos do Governo Eletrônico Fundamentos Participação cidadã (Participação do cidadão) Melhoria da própria gestão interna do Estado Integração com parceiros e fornecedores 267 268 Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Diretrizes do Governo Eletrônico Diretrizes Promoção da cidadania como prioridade Indissociabilidade entre inclusão digital e governo eletrônico Utilização de software livre como recurso estratégico Gestão do conhecimento como instrumento estratégico de articulação e gestão das políticas públicas Racionalização dos recursos Adoção de políticas, normas e padrões comuns Integração com outros níveis de governo e com os demais poderes Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Governo Digital Com a crescente e acentuada evolução das tecnologias, o Governo Eletrônico foi sendo substituído pelo Governo Digital. Com o objetivo de modernizar a administração do Estado Brasileiro, o governo digital, através da Tecnologia da Informação, reconstrói processos e utiliza dados disponíveis para otimizar e transformar os serviços públicos aos olhos do cidadão, além de reduzir a burocracia 269 270 Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Objetivos Os objetivos a serem alcançados, por meio da Estratégia de Governo Digital incluem oferecer serviços públicos digitais simples e intuitivos, consolidados em plataforma única e com avaliação de satisfação disponível conceder acesso amplo à informação eaos dados abertos governamentais, para possibilitar o exercício da cidadania e a inovação em tecnologias digitais promover a integração e a interoperabilidade das bases de dados governamentais promover políticas públicas baseadas em dados e evidências e em serviços preditivos e personalizados, com utilização de tecnologias emergentes implementar a Lei Geral de Proteção de Dados, no âmbito do Governo federal, e garantir a segurança das plataformas de governo digital disponibilizar a identificação digital ao cidadão adotar tecnologia de processos e serviços governamentais em nuvem como parte da estrutura tecnológica dos serviços e setores da administração pública federal otimizar as infraestruturas de tecnologia da informação e comunicação formar equipes de governo com competências digitais Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Estratégia de Governo Digital O Governo Federal destaca que “a Estratégia de Governo Digital (EGD) norteia as ações de todos os órgãos federais, com o objetivo de transformar o governo pelo Digital, oferecendo serviços de melhor qualidade, mais simples, acessíveis e a um custo menor para o cidadão.” 271 272 Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Estratégia de Governo Digital 2024-2027 Princípios norteadores Governo Eficiente e Sustentável Governo Inteligente e Inovador Governo Centrado no Cidadão e Inclusivo Governo Confiável e Seguro Governo Integrado e Colaborativo Governo Transparente, Aberto e Participativo Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Accountability Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Dever de prestar contas Responsabilidade pelos atos de gestão ACCOUNTABILITY 273 274 Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Tipos Accountability Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Accountability Horizontal Fiscalização mútua entre Poderes ou entre Órgãos Ação entre iguais e autônomos Tribunais de Contas, Controladorias Gerais, etc. Accountability Vertical Cidadãos controlam as ações dos governantes Ação entre desiguais Voto, plebiscito, referendo, ação popular Accountability Societal Exercido por Entidades Sociais, ONG´s, mídia, etc. Liberdade de expressão Controle "não eleitoral" Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Processos participativos de gestão pública Os processos participativos de gestão pública consistem em parcerias entre o governo e a sociedade, com o objetivo de aumentar a participação da sociedade na gestão pública (nas discussões, decisões, fiscalização). Busca-se, com isso, que a democracia seja exercida durante todo o processo de gestão pública (e não “apenas” nas eleições). 275 276 Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Participação Popular Participação Popular Pseudoparticipação os indivíduos apenas são consultados sobre algum assunto e endossam as decisões do “líder”, não havendo participação alguma na tomada de decisão. Ou seja, consistem em estratégias utilizadas apenas para persuadir os indivíduos a aceitar as decisões que já foram tomadas pelo líder (pela “autoridade”) Participação parcial em que muitos tomam parte no processo decisório, mas o poder final de decidir pertence a apenas uma das partes. Ou seja, se refere a um processo no qual o indivíduo pode influenciar na tomada de decisões, mas a decisão final não é do indivíduo Participação plena cada membro isoladamente tem igual poder de determinar o resultado final das decisões. Ou seja, os indivíduos podem tomar suas próprias decisões e participam efetivamente do resultado final das decisões Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Conselhos de Gestão “Os Conselhos Gestores de Políticas Públicas são canais institucionais, plurais, autônomos, formados por representantes da sociedade civil e do poder público, cuja atribuição é a de propor diretrizes para as políticas públicas, fiscalizá-las, controlá-las e deliberar sobre elas, sendo órgãos de gestão pública vinculados à estrutura do Poder Executivo, ao qual cabe garantir a sua permanência.” 277 278 Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Conselhos de Gestão Síntese das Características dos Conselhos de Gestão órgãos colegiados permanentes são orientados pelo princípio da paridade tem por incumbência formular, supervisionar e avaliar as políticas públicas previsão legislativa serviço relevante submete-se à fiscalização pelos Tribunais de Contas Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Orçamento Participativo Orçamento Participativo técnica orçamentária em que a alocação de alguns recursos contidos no orçamento público é decidida com a participação direta da população, ou através de grupos organizados da sociedade civil importante espaço de debate, discussão e decisão. Trata-se de um importante instrumento de gestão pública, por meio do qual a população interessada define, anualmente, prioridades de investimentos do governo (em obras, serviços públicos, etc.) com os recursos do orçamento. permite que a sociedade exerça a cidadania, conheça os problemas enfrentados pela cidade e saiba os limites existentes no orçamento. estimula a cidadania e fortalece a democracia. reforça a transparência e a prestação de contas do Estado aos cidadãos. não substitui a função do Poder Executivo e nem do Poder Legislativo. Ou seja, o Poder Executivo continua tendo a função de elaborar o orçamento e o Poder Legislativo continua tendo a função de aprovar o orçamento. maior legitimidade (afinal, é a própria população que prioriza aquilo que julga ser mais importante). maior “rigidez” na programação dos investimentos que foram definidos pela população. Ou seja, ocorre uma maior fidelidade em relação à programação dos investimentos definidos pelo orçamento participativo. Em outras palavras, como a população “direciona” a programação dos investimentos, essa programação se torna menos flexível 279 280 Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Conferências de Políticas Públicas Conferências de Políticas Públicas são espaços amplos e democráticos de discussão e articulação coletivas de propostas e estratégias de organiza espaços institucionais de participação e deliberação acerca das diretrizes gerais de uma determinada política pública funciona como parte de um processo amplo de diálogo e democratização da gestão pública. depende da participação popular. Busca-se criar uma sociedade mais democrática, justa e solidária. a principal finalidade de uma Conferência de Políticas Públicas é conferir e avaliar o que está sendo realizado e propor novas medidas, para que a Política Pública possa avançar no sentido atender às necessidades e direitos da população Prof. Stefan Fantini @prof.stefan.fantini Audiências Públicas Audiências Públicas instrumento do diálogo estabelecido com a sociedade na busca de soluções para as demandas sociais. instrumento previsto na Constituição Federal de 1988, que tem por objetivo a interação entre as comissões das Casas Legislativas e as Entidades da Sociedade Civil. trata-se de um avanço no sentido de estreitar a relação entre representantes e representados. não possuem caráter vinculante. Ou seja, as posturas defendidas nas audiências não têm relação com as conclusões a que devam chegar os parlamentares Entretanto, na realidade, costumam ser essencialmente expositivas, apresentando aos interessados informações muitas vezes complexas, que não são apreendidas no pouco tempo disponível o debate, muitas vezes, é considerado insuficiente e as reflexões e ideias surgidas, geralmente, não são levadas em consideração para o aperfeiçoamento do planejamento e da execução das políticas públicas 281 282 OBRIGADO! Prof. Stefan Fantini 283 284 Língua Espanhola Prof. Adinoél Sebastião CONTROLES INTERNOE EXTERNO Prof. Antônio Daud @professordaud t.me/professordaud 285 286 CONTROLES INTERNO & EXTERNO Direito Administrativo Prof. Antonio Daud Quanto à origem do controle, o controle administrativo das ações governamentais exercido no âmbito da própria administração é o controle A externo. B interno. C social. D financeiro. UFG - 2024 - Câmara de Anápolis - GO 287 288 Classificações: quanto à origem Origem interno por órgão da mesma estrutura daquele que praticou o ato externo por órgão de outra estrutura organizazional popular pelos administrados ou sociedade civil Constitui hipótese de controle parlamentar o encaminhamento de pedidos escritos de informação, pelas mesas da Câmara dos Deputados e do Senado, dirigidos aos ministros de Estado. CESPE / CEBRASPE - 2024 - INPI - Analista 289 290 A participação da sociedade na administração pública, com objetivo de acompanhar e fiscalizar as ações de Governo, a fim de solucionar os problemas e assegurar a manutenção dos serviços de atendimento ao cidadão recebe o nome de A controle interno. B controle social. C controle externo. D controle financeiro. UFG - 2024 - Câmara de Anápolis - GO O controle interno é realizado por cada jurisdicionado, decorre da sua autonomia administrativa e financeira e permite à gestão pública rever os seus próprios atos caso sejam ilegais, inoportunos ou inconvenientes. CEBRASPE - 2024 - CGE-RJ - Auditor do Estado 291 292 O controle interno se distingue do externo pelo fato de o primeiro ser um autocontrole, integrante da estrutura própria de cada um dos Poderes da República. CEBRASPE - 2024 - CAPES - Analista em Ciência e Tecnologia Controle administrativo Administração fiscaliza seus próprios atos Presente em todos os Poderes (função administrativa) controle interno legalidade ou mérito de ofício ou mediante provocação hierárquico ou não hierárquico 293 294 O controle administrativo abrange os órgãos da administração direta e as pessoas jurídicas que integram a administração indireta ou descentralizada. CEBRASPE - 2024 - CGE-RJ - Auditor do Estado O controle da administração pública sobre os próprios atos pode ser exercido ex officio, quando a autoridade competente constatar a ilegalidade de seu próprio ato. CEBRASPE - 2024 - INPI - Analista 295 296 Controle Administrativo: instrumentos In st ru m en to s – di re ito d e pe tiç ão Representações comunicação de irregularidades perante a própria Administração Reclamações administrativas Oposição a atos da Administração que afetem direitos legítimos do administrado Pedidos de reconsideração Pedido de reexame dirigido à mesma autoridade que proferiu a decisão Recursos administrativos Pedido de reexame dirigido a outra autoridade (hierárquico próprio e hierárquico impróprio) Revisão administrativa Pedido de reexame após surgimento de fatos novos que demonstrem a inadequação da penalidade aplicada É permitido ao Poder Judiciário ingressar na análise do mérito administrativo, a fim de apurar a conveniência e a oportunidade dos atos da administração. CEBRASPE - 2024 - INPI - Analista 297 298 Controle Administrativo De ofício ou mediante provocação Controle de legalidade ou controle de mérito Pode resultar na anulação ou revogação de atos Controle Judicial Apenas mediante provocação Apenas controle de legalidade (de atos vinculados ou discricionários) Pode resultar somente na anulação de atos Sobre o controle da Administração Pública e seus reflexos no ordenamento jurídico vigente, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) A Constituição prevê que o controle externo popular visando denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o Tribunal de Contas da União, na forma da lei, deve ser realizado por meio de entidade de representação, tais como associações ou sindicatos. ( ) O mandado de injunção, de legitimidade exclusiva da Defensoria Pública, é um dos meios de controle legislativo da Administração Pública, uma vez que tem como objetivo compelir o poder público a editar norma regulamentadora que torne viável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais. ( ) Qualquer interessado pode apresentar pedido de acesso à informação relativa a prestações e tomadas de contas realizadas pelos órgãos de controle interno e externo. ( ) A Lei de Acesso à Informação é tida como importante diploma que visa ao desenvolvimento do controle social da Administração Pública. A sequência está correta em A V, V, V, V. B F, F, V, V. C F, V, F, V. D V, F, V, F. Consulplan - 2024 - DPE-PR - Técnico 299 300 Controle Judicial: instrumentos Mandado de Segurança Ação Popular Ação Civil Pública Mandado de Injunção Habeas Data ... Cebraspe/CG-DF - Auditor - 2023 Com referência ao controle legislativo da administração pública, assinale a opção correta. A O controle financeiro do Poder Legislativo possui a natureza de controle interno, voltado unicamente para aferir a validade dos atos do próprio Poder Legislativo. B A competência do Congresso Nacional para realizar controle de atos da administração pública permite que qualquer parlamentar, individualmente, requisite informações do Poder Executivo, com caráter obrigatório. C O controle político do Poder Legislativo abrange atos não só do Poder Executivo, mas também alguns atos do Poder Judiciário. D Com base no poder de sustação, o Congresso Nacional pode sustar a eficácia de atos normativos do Poder Executivo que exorbitem da competência deste, como decretos autônomos e medidas provisórias inconstitucionais. 301 302 Em tema de controle externo da administração pública, a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo (A) Congresso Nacional, com o auxílio da Procuradoria-Geral da República. (B) Congresso Nacional, com o auxílio do Tribunal de Contas da União. (C) Senado Federal, com o auxílio da Controladoria-Geral da União. (D) Senado Federal, com o auxílio do Ministério Público Federal. (E) Tribunal de Contas da União, com o auxílio da Procuradoria da Fazenda Nacional. FGV/SENADO – ANALISTA - 2022 Cebraspe/TJ-ES–Analista – Administrativa - 2023 CF, art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional: (..) X - fiscalizar e controlar, diretamente, ou por qualquer de suas Casas, os atos do Poder Executivo, incluídos os da administração indireta; Compete exclusivamente ao Congresso Nacional fiscalizar e controlar, diretamente ou por qualquer de suas casas, os atos do Poder Executivo, incluídos os da administração indireta. 303 304 Controles interno e externo Prof. Antonio Daud Controle Legislativo ou Parlamentar Exercido pelo Poder Legislativo sobre a atuação administrativa “Controle Externo” Matéria constitucional Controles interno e externo Prof. Antonio Daud Controle Legislativo ou Parlamentar controle legislativo controle legislativo político controle parlamentar direto controle legislativo financeiro fiscalização pelos Tribunais de Contas 305 306 Controles interno e externo Prof. Antonio Daud Controle Parlamentar Direto co ng re ss o na ci on al fiscalizar e controlar atos do Poder Executivo, incluídos os da administração indireta sustar atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar sustar contratos que apresentem ilegalidade julgar as contas prestadas pelo Presidente da República + competências específicas do SF, CD, CPIs.... Controles interno e externo Prof. Antonio Daud Fiscalização exercida pelos Tribunais de Contas Controle Legislativo Financeiro Titular do Controle = Legislativo Tribunais de Contas = Órgãos auxiliares Tribunais de Contas Órgãos independentes e autônomos Não subordinados ao Legislativo Competências próprias, previstas diretamente no textoconstitucional 307 308 Controles interno e externo Prof. Antonio Daud tr ib un al d e co nt as d a un iã o apreciar as contas do Presidente da República parecer prévio (60 dias) encaminha para o Congresso julgar julgar as contas dos demais administradores apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de admissão de pessoal exceto cargo em comissão aposentadorias, reformas e pensões ressalvadas as melhorias posteriores realizar inspeções e auditorias nas unidades administrativas de todos os Poderes inclusive na Admin. Indireta fiscalizar as contas nacionais das empresas supranacionais fiscalizar aplicação de recursos repassados pela União mediante convênio, acordo, ajuste ou congêneres Controles interno e externo Prof. Antonio Daud tr ib un al d e co nt as d a un iã o prestar informações solicitadas pelo Congresso Nacional, suas Casas ou Comissões aplicar sanções previstas em lei inclusive multa proporcional ao dano ao erário assinar prazo para adoção de providências necessárias ao exato cumprimento da lei se não atendido, sustar a execução do ato ilegal representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados 309 310 OBRIGADO! Prof. Antônio Daud Língua Espanhola Prof. Adinoél Sebastião ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Prof. Ricardo Campanario 311 312 Prof. Ricardo Campanario REVISÃO DE VÉSPERA BLOCO 7 - EIXO TEMÁTICO 2 ADM. DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO EDITAL CNU – BLOCO 7 EIXO 2 NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E PATRIMONIAIS 8 Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais. 8.1 Conceituação de Material e Patrimônio. 8.2 O Patrimônio das empresas e órgãos públicos. 8.3 O Patrimônio Imobiliário 8.4 O Patrimônio Mobiliário. 8.5 Organização e Controle Logístico. 8.6 Gestão de cadeia de suprimentos. 8.7 Logística reversa. 8.8 Serviços de apoio e infraestrutura (protocolo, movimentação de arquivos, sistemas de informação, manutenção de equipamentos e manutenção de instalações físicas). Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario 313 314 Note que, como sempre, em administração de materiais estamos falando na busca da eficiência por meio da otimização de todos os processos e da redução de custos. Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Atividades da área de materiais Gestão de Estoques Gestão de Centros de Distribuição Gestão de Compras Atribuições da área de Materiais O famoso tripé: compras, estoques e distribuição Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 01. (CESGRANRIO/PETROBRAS/Técnico Júnior) Uma empresa varejista está organizando sua área de materiais com o objetivo de aumentar sua produtividade e fidelizar seus clientes. Esse objetivo organizacional é convergente com o objetivo da administração de materiais, que é: a) adquirir insumos pelo menor preço, a despeito da qualidade do fornecimento, possibilitando maior competitividade. b) maximizar as atividades de suprimento comprando maior quantidade de itens, aumentando a área de armazenamento e maximizando a utilização dos recursos. c) reduzir as despesas com pessoal, maximizar o giro de estoques, ter boa relação com os fornecedores e conseguir boa qualidade dos produtos oferecidos. d) otimizar os recursos financeiros, relacionando-se diretamente com o departamento financeiro, para estabelecer o plano orçamentário da empresa. e) planejar e executar a programação de compras de acordo com a previsão de vendas, de tal forma que a produção possa operar com ociosidade integrando, assim, as distintas áreas. 315 316 Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 01. (CESGRANRIO/PETROBRAS/Técnico Júnior) Uma empresa varejista está organizando sua área de materiais com o objetivo de aumentar sua produtividade e fidelizar seus clientes. Esse objetivo organizacional é convergente com o objetivo da administração de materiais, que é: a) adquirir insumos pelo menor preço, a despeito da qualidade do fornecimento, possibilitando maior competitividade. b) maximizar as atividades de suprimento comprando maior quantidade de itens, aumentando a área de armazenamento e maximizando a utilização dos recursos. c) reduzir as despesas com pessoal, maximizar o giro de estoques, ter boa relação com os fornecedores e conseguir boa qualidade dos produtos oferecidos. d) otimizar os recursos financeiros, relacionando-se diretamente com o departamento financeiro, para estabelecer o plano orçamentário da empresa. e) planejar e executar a programação de compras de acordo com a previsão de vendas, de tal forma que a produção possa operar com ociosidade integrando, assim, as distintas áreas. GABARITO - C Ao invés de termos a transformação do material e expedição do produto acabado, temos na administração patrimonial as etapas de conservação, manutenção e, dependendo do caso, a alienação do bem patrimonial ao final de sua vida útil. Segundo Martins e Alt, patrimônio é o "conjunto de bens, valores, direitos e obrigações de uma pessoa física ou jurídica que possa ser avaliado monetariamente e que seja utilizado na realização de seus objetivos sociais". Dessa forma, a administração de patrimônio está relacionada com a gestão dos direitos e obrigações da organização. Perceba, porém, que, em essência, a maior diferença entre elas é que a administração de materiais trata de materiais (caráter não permanente) enquanto a patrimonial trata de bens (caráter permanente). Administração de Patrimônio para Concursos Prof. Ricardo Campanario Recursos Patrimoniais Principais conceitos e definições 317 318 Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 02. (CESGRANRIO/CITEPE/Analista) A contabilidade estuda o patrimônio em seu aspecto qualitativo e quantitativo. O patrimônio resume-se em: a) bens, direitos e obrigações. b) patrimônio líquido. c) bens e direitos. d) passivo. e) ativo. Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 02. (CESGRANRIO/CITEPE/Analista) A contabilidade estuda o patrimônio em seu aspecto qualitativo e quantitativo. O patrimônio resume-se em: a) bens, direitos e obrigações. b) patrimônio líquido. c) bens e direitos. d) passivo. e) ativo. GABARITO - A 319 320 Entende-se como ativo imobilizado todo ativo de natureza relativamente permanente, que é normalmente mantido na empresa para a utilização na produção de mercadorias ou prestação de serviços. Dessa forma devemos buscar sempre três características chave, que devem coexistir, para que um ativo possa ser classificado como fixo ou imobilizado: Ter natureza relativamente permanente. Ser utilizado na operação do negócio. Não ser destinado a venda. Administração de Patrimônio para Concursos Prof. Ricardo Campanario Ativo Imobilizado Permanente, empregado na Operação e não à venda! Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 03. (CESGRANRIO/PETROBRAS/Profissional Nível Técnico) A administração patrimonial em uma empresa se caracteriza por administrar o ativo imobilizado dessa empresa. Considere as seguintes características de um bem: I - ser intangível II - ter natureza relativamente permanente III - ser utilizado na operação do negócio IV - ser um bem de consumo Para ser considerado um ativo imobilizado, devem coexistir, dentre as características citadas, APENAS as seguintes características: a) I e II b) II e III c) III e IV d) I, II e IV e) I, III e IV 321 322 Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 03. (CESGRANRIO/PETROBRAS/Profissional Nível Técnico) A administração patrimonial em uma empresa se caracteriza por administrar o ativo imobilizado dessa empresa. Considere as seguintes características de um bem: I - ser intangível II - ter natureza relativamente permanente III - ser utilizado na operação do negócio IV - serum bem de consumo Para ser considerado um ativo imobilizado, devem coexistir, dentre as características citadas, APENAS as seguintes características: a) I e II b) II e III c) III e IV d) I, II e IV e) I, III e IV GABARITO - B Administração de Patrimônio para Concursos Prof. Ricardo Campanario Tão logo a organização adquire um bem permanente, ele deve ser registrado em um sistema que controla todo o seu patrimônio. No tombamento o bem é registrado assim que entra fisicamente na organização. Seus dados são lançados no sistema de controle assim como os respectivos termos de responsabilidade sobre o bem são assinados e arquivados. A atividade característica do tombamento é a chamada codificação. Neste processo é atribuído um código ao bem que, sempre que possível, é fisicamente afixado no bem para sua futura identificação por meio do uso de uma placa. Ainda em relação ao tombamento, há uma classificação que você precisa conhecer para a prova. Os bens móveis podem ser classificados em controlados e relacionados Controlados: sujeitos ao tombamento e a controle mais rigoroso de uso e responsabilidade por guarda e conservação. Relacionados: dispensam o tombamento em função do baixo valor, sendo controlados de modo simplificado. Incorporação e Tombamento A porta de entrada do controle de bens 323 324 Administração de Patrimônio para Concursos Prof. Ricardo Campanario O momento da exclusão de um bem patrimonial da instituição é o que costumamos chamar de baixa. A baixa pode ocorrer por alienação (venda, permuta ou doação) ou por outros motivos como perda, roubo, extravio, etc. A alienação (venda, permuta ou doação) é regulamentada novamente pelo Decreto 9.373/2018 que remete o procedimento a legislação aplicável as licitações, veja abaixo: Art. 7º Os bens móveis inservíveis cujo reaproveitamento seja considerado inconveniente ou inoportuno serão alienados em conformidade com a legislação aplicável às licitações e aos contratos no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, indispensável a avaliação prévia. Baixa e Alienação A exclusão do bem patrimonial Administração de Patrimônio para Concursos Prof. Ricardo Campanario Segundo Torres e Silva (2003), o controle patrimonial (ou controle de bens) consiste em ações que asseguram, por meio de registros e relatórios, a coleta de dados relativos a identificação, existência, quantidade, localização, condições de uso e histórico dos bens patrimoniais, desde a sua primeira inclusão no patrimônio (a incorporação, que ocorre por meio do tombamento), até a sua baixa final. Esse controle é fundamental pois apenas por meio dele o gestor consegue determinar o valor contábil do bem, sua condição de utilização, sua localização e histórico de movimentações (veremos isso em "Transferência e Cessão de recursos patrimoniais"), sua necessária e/ou adequada manutenção (aprofundaremos em "Administração e manutenção dos bens imóveis"), a alocação correta dos custos, a aplicação adequada das técnicas de depreciação adotadas e outras atividades que são viáveis apenas com uma visão completa dos bens patrimoniais que a empresa possui. A atividade de controle patrimonial, que deverá ser exercida pela seção de patrimônio, permite a esta funcionar como um centro de informações dos bens físicos. Controle de Bens Desde a incorporação até a baixa! 325 326 Para que todo esse ciclo funcione - lembre-se da definição de Idalberto Chiavenato que vimos em exercício anterior - os materiais devem ser adquiridos e disponibilizados no momento certo, na quantidade necessária e no local onde serão utilizados, tudo isso com o menor custo. Lembre-se que, neste processo, estamos sempre buscando a maior eficiência possível. Importante lembrar também que é muito comum, ao falarmos de gestão de materiais, nos referirmos ao setor secundário, ou seja, a indústria de transformação. Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Cadeia Produtiva ou de Valor Compra, transformação e distribuição O conceito de logística vem ganhando muita importância pois o sucesso nesta atividade (as vezes ainda vista como atividade suporte) pode gerar uma grande vantagem competitiva à organização, seja ela pública ou privada. Um dos conceitos aceitos para logística é de Martin Christopher (2011): Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Processo de gestão estratégica da aquisição, movimentação e armazenagem de materiais, peças e estoques finais (e os fluxos de informação relacionados) por meio da organização e seus canais de comercialização, de tal forma que as rentabilidades atual e futura sejam maximizadas através da execução de pedidos, visando custo-benefício. Logística Principais conceitos e definições 327 328 Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 04. (CESGRANRIO/TRANSPETRO/Profissional Nível Superior) A atividade logística tem como finalidade planejar, operar e controlar todos os processos de suprimento ao longo de uma organização, envolvendo aquisição, transporte, gestão de estoques, armazenagem e distribuição a clientes. Contudo, sempre que uma empresa aumenta o nível de serviço oferecido aos seus clientes, existe a tendência de elevação dos custos, o que deve ser compensado com a redução de custos em outra atividade. Essa busca pelo equilíbrio dos custos é denominada: a) lead-time. b) supply chain. c) benchmarking. d) trade-offs. e) lay down cost. Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 04. (CESGRANRIO/TRANSPETRO/Profissional Nível Superior) A atividade logística tem como finalidade planejar, operar e controlar todos os processos de suprimento ao longo de uma organização, envolvendo aquisição, transporte, gestão de estoques, armazenagem e distribuição a clientes. Contudo, sempre que uma empresa aumenta o nível de serviço oferecido aos seus clientes, existe a tendência de elevação dos custos, o que deve ser compensado com a redução de custos em outra atividade. Essa busca pelo equilíbrio dos custos é denominada: a) lead-time. b) supply chain. c) benchmarking. d) trade-offs. e) lay down cost. GABARITO - D 329 330 Note que, embora o autor use terminologia específica, as três atividades que ele rotula como atividades primárias: processamento de pedidos, manutenção de estoques e transporte, estão diretamente ligadas aos três grandes grupos de atividades que estudamos em administração de materiais. Atividades Logísticas Primárias e de Apoio Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 05. (CESGRANRIO/TRANSPETRO/Profissional Nível Médio) NÃO é exemplo de atividade de apoio dentro da área de logística: a) atividades ligadas à devolução. b) guarda de materiais. c) definição de um layout de armazém. d) movimentação de materiais. e) transporte. 331 332 Note que, embora o autor use terminologia específica, as três atividades que ele rotula como atividades primárias: processamento de pedidos, manutenção de estoques e transporte, estão diretamente ligadas aos três grandes grupos de atividades que estudamos em administração de materiais. Atividades Logísticas Primárias e de Apoio Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 05. (CESGRANRIO/TRANSPETRO/Profissional Nível Médio) NÃO é exemplo de atividade de apoio dentro da área de logística: a) atividades ligadas à devolução. b) guarda de materiais. c) definição de um layout de armazém. d) movimentação de materiais. e) transporte. GABARITO - E 333 334 Na abordagem antiga, cada ator do processo se preocupava exclusivamente com seu cliente direto e imediato: o fornecedor só se preocupava com a fábrica que adquiria a matéria prima; a fábrica focava apenas a distribuição de seu produto final para os clientes; o distribuidor e atacadista tinha olhos apenas para o varejista que comprava seus produtos e o varejista, por último, tinha interesse apenasno cliente, que pagava por suas mercadorias. A sequência era linear e cada parte olhava apenas o seu parceiro comercial direto, o seu "cliente". O Supply Chain Management é o oposto dessa visão. Tem como premissa e permite a visualização de todo o processo de geração de valor ao longo da cadeia, desde a chegada da matéria prima até a entrega do produto final ao cliente, tudo de maneira sistêmica e integrada, observando e trabalhando os impactos que cada um dos movimentos na cadeia possa ter também em cada um dos atores e no resultado final de todo o processo. Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Integração dos processos que formam um determinado negócio, desde os fornecedores originais até o usuário final, proporcionando produtos, serviços e informações que agregam valor para o cliente. Supply Chain Management Uma nova visão do processo Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Cadeias de Suprimento Resumo 335 336 Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 06. (CESGRANRIO/LIQUIGÁS/Profissional Júnior) O processo de gerenciamento de produtos e componentes em ciclos de vida múltiplos, da origem da matéria-prima até a fabricação, da fábrica ao ponto de consumo, e do ponto de consumo de retorno até o ponto de fabricação para reciclagem ou manufatura, evitando seu descarte, é conhecido como: a) Logística integrada. b) Logística reversa. c) Logística sustentável. d) Logística verde. e) Economia circular. Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 06. (CESGRANRIO/LIQUIGÁS/Profissional Júnior) O processo de gerenciamento de produtos e componentes em ciclos de vida múltiplos, da origem da matéria-prima até a fabricação, da fábrica ao ponto de consumo, e do ponto de consumo de retorno até o ponto de fabricação para reciclagem ou manufatura, evitando seu descarte, é conhecido como: a) Logística integrada. b) Logística reversa. c) Logística sustentável. d) Logística verde. e) Economia circular. GABARITO - E 337 338 Veja a representação gráfica das variações de estoque que podem acontecer em função do efeito chicote ou Forrester e como elas vão ganhando intensidade ao longo da cadeia. Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Efeito Forrester Impacto e efeito reverberam e aumentam ao longo da cadeia Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 07. (CESGRANRIO/TRANSPETRO/Profissional Nível Superior) A cadeia de suprimentos integrada abrange todas as atividades relacionadas ao fluxo e à transformação de mercadorias, desde a extração de matérias-primas até a entrega final de um produto acabado ao cliente, sem falta ou excessos de estoques. Para que isso seja possível, é imprescindível que sejam feitas previsões de demanda, devidamente acompanhadas e revisadas periodicamente. Quando ocorre erro na previsão de demanda, esse erro se propaga de forma geométrica através de cada um dos atores do processo. A essa forma de propagação do erro dá-se o nome de: a) efeito chicote. b) erro cíclico. c) tempo de ciclo. d) teoria das restrições. e) logística reversa. 339 340 Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 07. (CESGRANRIO/TRANSPETRO/Profissional Nível Superior) A cadeia de suprimentos integrada abrange todas as atividades relacionadas ao fluxo e à transformação de mercadorias, desde a extração de matérias-primas até a entrega final de um produto acabado ao cliente, sem falta ou excessos de estoques. Para que isso seja possível, é imprescindível que sejam feitas previsões de demanda, devidamente acompanhadas e revisadas periodicamente. Quando ocorre erro na previsão de demanda, esse erro se propaga de forma geométrica através de cada um dos atores do processo. A essa forma de propagação do erro dá-se o nome de: a) efeito chicote. b) erro cíclico. c) tempo de ciclo. d) teoria das restrições. e) logística reversa. GABARITO - A Veja a seguir uma definição aceita para o Supply Chain Management ou SCM! Podemos considerar que o SCM é uma rede de organizações envolvidas em diferentes processos e atividades anteriores que produzem valor sob a forma de produtos e serviços nas mãos do consumidor final. Importante notar que essas organizações geralmente estão dispersas geograficamente mas, mesmo assim, dispõem-se a compartilhar informações e intenções e trabalhar de forma verdadeiramente integrada, em grandes redes virtuais, substituindo o conceito da verticalização, caro e muitas vezes ineficiente. Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Integração dos processos que formam um determinado negócio, desde os fornecedores originais até o usuário final, proporcionando produtos, serviços e informações que agregam valor para o cliente. Supply Chain Management Conceitos e Definições 341 342 Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 08. (CESGRANRIO/PETROBRAS/Profissional Nível Técnico) Nas organizações, a forma integrada de planejar e controlar o fluxo de mercadorias, informações e recursos, desde os fornecedores de matérias-primas até o cliente final, é denominada: a) gerenciamento interfuncional. b) administração com foco estratégico. c) gestão estratégica de recursos. d) gestão da cadeia de suprimentos. e) metodologia de resposta precisa. Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 08. (CESGRANRIO/PETROBRAS/Profissional Nível Técnico) Nas organizações, a forma integrada de planejar e controlar o fluxo de mercadorias, informações e recursos, desde os fornecedores de matérias-primas até o cliente final, é denominada: a) gerenciamento interfuncional. b) administração com foco estratégico. c) gestão estratégica de recursos. d) gestão da cadeia de suprimentos. e) metodologia de resposta precisa. GABARITO - D 343 344 Consideram-se atividades de protocolo o recebimento, a classificação, o registro, a distribuição, o controle da tramitação, a expedição e a autuação de documentos avulsos para formação de processos, e os respectivos procedimentos decorrentes. Arquivologia para Concursos Prof. Ricardo Campanario Introdução ao Protocolo As 7 atividades típicas! PROTOCOLO Atividades Típicas Recebimento Classificação Registro Distribuição Controle de Tramitação Expedição Autuação A visão clássica da manutenção (a manutenção corretiva) há algum tempo não é mais a única opção neste cenário. Esta era uma postura reativa, ou seja, havia a intervenção apenas no momento em que surgia uma quebra. Dessa forma a manutenção não tinha um caráter periódico e não ocorria naturalmente, mas apenas quando o processo produtivo apresentava erros ou falhas. Custos mais altos. Na manutenção preventiva (ou periódica) há todo um planejamento das atividades necessárias de manutenção. Caráter periódico. Diminuição de paradas, porém gera conflitos entre áreas... Por fim, e com o intuito de otimizar a utilização da manutenção preventiva, temos a manutenção preditiva (ou monitorada). Nesta modalidade de manutenção todos os equipamentos, instalações e componentes são monitorados por sensores e softwares que emitem alertas quando eventual colapso se aproxima. Minimiza custos da preventiva mas exige equipamentos caros e pessoal especializado. Tipos de Manutenção Corretiva, Preventiva e Preditiva Administração de Patrimônio para Concursos Prof. Ricardo Campanario 345 346 Questão Comentada 09. (INOVA Capixaba/Analista) No que diz respeito ao gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares, julgue se as afirmações são verdadeiras e em seguida assinale a alternativa CORRETA. I. Normalmente, costuma-se considerar que a frequência dos procedimentos de Manutenção Preventiva (MP) é adequada quando o número de equipamentos incluídos no Programa de Manutenção Preventiva, que apresentam falhas ou necessitam de conserto entre cadaMP é menor do que 10%. II. Em uma manutenção corretiva, uma vez retirada a peça do almoxarifado, independentemente do processo de aquisição, o almoxarife deve verificar constantemente se a quantidade de peças de reposição ainda existentes está acima do estoque mínimo. III. Levando-se em consideração que a manutenção corretiva normalmente demanda um tempo muito maior do que a manutenção preventiva e que sua execução requer a paralisação de um equipamento em funcionamento, é importante que a pessoa que irá executá-la seja rápida e eficiente. A) Somente a afirmação I é verdadeira. B) Somente a afirmação II é verdadeira. C) Somente a afirmação III é verdadeira. D) Somente as afirmações I e II são verdadeiras. E) Somente as afirmações II e III são verdadeiras. Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario Questão Comentada 09. (INOVA Capixaba/Analista) No que diz respeito ao gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares, julgue se as afirmações são verdadeiras e em seguida assinale a alternativa CORRETA. I. Normalmente, costuma-se considerar que a frequência dos procedimentos de Manutenção Preventiva (MP) é adequada quando o número de equipamentos incluídos no Programa de Manutenção Preventiva, que apresentam falhas ou necessitam de conserto entre cada MP é menor do que 10%. II. Em uma manutenção corretiva, uma vez retirada a peça do almoxarifado, independentemente do processo de aquisição, o almoxarife deve verificar constantemente se a quantidade de peças de reposição ainda existentes está acima do estoque mínimo. III. Levando-se em consideração que a manutenção corretiva normalmente demanda um tempo muito maior do que a manutenção preventiva e que sua execução requer a paralisação de um equipamento em funcionamento, é importante que a pessoa que irá executá-la seja rápida e eficiente. A) Somente a afirmação I é verdadeira. B) Somente a afirmação II é verdadeira. C) Somente a afirmação III é verdadeira. D) Somente as afirmações I e II são verdadeiras. E) Somente as afirmações II e III são verdadeiras. GABARITO - B Administração de Materiais para Concursos Prof. Ricardo Campanario 347 348 OBRIGADO! Prof. Ricardo Campanario EIXO TEMÁTICO 3 – POLÍTICAS PÚBLICAS E NOÇÕES DE ESTATÍSTICA 349 350 Língua Espanhola Prof. Adinoél Sebastião O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DE POLÍTICAS Profª. Elisabete Moreira 351 352 São outputs (conteúdo e ações concretas) da atividade política (politics)”, orientada para a coletividade e para o interesse público (Maria das Graças Rua). Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira São ações, decisões, metas, objetivos e procedimentos governamentais que atingem, influenciam e regulamentam o comportamento dos indivíduos na sociedade, com o objetivo de alcançar o bem comum (Lowi, 1936). Correspondem à soma das atividades articuladas pelos governos para melhorar a vida dos cidadãos. Quem ganha o quê? Por quê? Qual diferença isso faz? Política Pública – Conceitos São fluxos de decisões públicas, orientados a manter o equilíbrio social ou a introduzir desequilíbrios destinados a modificar essa realidade. “Tudo que os governos escolhem fazer ou não fazer” – ação ou inação. Public Policy ou Política Pública trata do conteúdo concreto e simbólico de decisões políticas e do processo de construção e atuação dessas decisões. (SECCHI). Política Pública – Conceitos Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira • Diretriz com intencionalidade pública (resolução orientada à atividade ou passividade de alguém), • Em resposta a um problema público (coletivamente relevante). 353 354 Abordagem Estatista ou Estadocêntrica: envolvem os atores governamentais – o Estado detém o monopólio para fazer. Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Política Pública – Abordagens Abordagem Multicêntrica ou Policêntrica: envolvem outros atores e os atores governamentais – a origem do problema é público (coletividade). Políticas de Estado: voltadas ao interesse geral da população, de longo prazo, devem ser cumpridas e independem dos ciclos eleitorais. Políticas Governamentais: empreendidas por atores governamentais, emanadas pelos Poderes de Estado – grupo político em mandato eletivo – nem toda política governamental é pública. É comum em sociedades que sofreram processos de colonização escravocrata, segregação racial, guerras civis que geram diferenças culturais, fenotípicas, biológicas ou de injustiças históricas, sociedades multiculturais ou com intensos fluxos migratórios. São políticas públicas focalizadas que visam minorar a desigualdade política, social e econômica entre grupos de uma sociedade, em razão de assimetria de oportunidades por discriminação étnica, racial, de gênero ou religiosa. Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira Política Pública – Ações Afirmativas As ações afirmativas abarcam a promoção dos direitos civis, a emancipação material e a valorização de patrimônio cultural. 355 356 Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Ciclo de PP – Secchi Identificação do problema Formação da agenda Formulação de alternativas Tomada de decisãoImplementação Monitoramento Avaliação Wicked problems – WP São problemas traiçoeiros, perversos, capciosos, complexos, de difícil tratamento, desestruturados e que desafiam continuamente os analistas de PP. • Cada WP é único e singular. • São os problemas de planejamento governamental. Identificação do Problema O WP requer a quebra do problema em muitas partes e a escolha de uma parte para solucionar. Combina pensamento sistêmico (componentes e relações) e métodos ágeis (soluções colaborativas e interativas). Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira 357 358 Características do Características do “Wicked problems”: • Ausência de formulação definitiva: sujeitos à contestação por diferentes grupos sociais – pode ser explicado de diversas formas; • Impossibilidade de adoção de uma solução definitiva: não são resolvidos; • Inexistência de uma solução correta: soluções são apenas melhores ou piores; não existe certo ou errado ou falso ou verdadeiro; • Impossibilidade de testar soluções previamente: problemas únicos e específicos para o contexto; • Interligação a diversos outros problemas: cada tentativa de solução pode gerar consequências imprevistas ou novos problemas. • Problemas Instáveis: sujeitos a múltiplas definições – envolvem muitos stakeholders. Identificação do Problema Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Formação de Agenda Níveis de Agenda Agenda Decisória (de todos os Poderes) Agenda Governamental (formal – institucional) Agenda Política (sistêmica não governamental) Universo da agenda Grupos procuram mover questões para a agenda decisória Grupos procuram bloquear questões da agenda decisória Agenda da Mídia 359 360 Os principais modelos teóricos oriundos da racionalidade limitada são: Teoria Incremental x Teoria de Múltiplos Fluxos e a Teoria do Equilíbrio Pontuado. Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Formação de Agenda TEORIA DO EQUILÍBRIO PONTUADO explica como os problemas entram e saem da agenda – ganham relevância e desinflam, em razão de: • Períodos de estabilidade (subsistemas): manutenção dos problemas na agenda – modelo incremental. • Períodos de ruptura ou mudanças (macrossistemas): ascensão de novos ou redefinição de velhos problemas na agenda – modelo dos fluxos múltiplos. MODELO DE FLUXOS MÚLTIPLOS (KINGDON) Fluxo de PROBLEMAS (Problems) • Indicador • Crises ou eventos • Feedback Fluxo de SOLUÇÕES (Policies) • Técnica de execução • Financeira • Política Fluxo POLÍTICO (Politics) • Clima nacional • Coalizões Sociais • Mudanças no governo Janela de oportunidade políticaEmpreendedores da política (Autoridades) Agenda de Política Pública Momento Crítico (pouco tempo) Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Formação de Agenda 361 362 A formulação de soluções passa pelo estabelecimento de objetivos (mais frouxos ou mais concretos), estratégias e pelo estudo das potenciais consequências de cada alternativa de solução. Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Formulação de Alternativas É a etapa na qual ocorrem escrutínios formais ou informais das alternativas e consequências do problema, a política é “desenhada” e são elaborados métodos, programas, estratégias ou ações, por meio da definição de: • diagnóstico do problema; • objetivos; • público-alvo; • atores e arranjos envolvidos; • metas, etc. Na fase de formulação e análise de alternativas, assim como na formação de agendas, vários fatores, atores, modelos e abordagens interferem no processo, como: • Modelos Institucionais clássicos e Neoinstitucionalismo – Polity. • Modelo Processual – Politics. • Modelo de Grupos de Interesses. • Modelo racional; racionalidade limitada; sistêmico. • Modelo Incremental e dos Fluxos Múltiplos. Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Formulação de Alternativas 363 364 Planejamento de PP O planejamento governamental envolve componentes técnicos e políticos, operados de forma harmônica, composto pela tríade: diagnóstico, escolhas e gestão (organização dos meios). No contexto federativo brasileiro, o planejamento governamental pressupõe, ainda, arranjos e articulações entre os três níveis de governo – necessária a existência de instâncias de coordenação federativa. Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Coordenação federativa – em razão da divisão de poderes entre entes / setores, visando promover intersetorialidade e transversalidade. Planejamento de PP Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira A análise lógica e a construção do desenho dos programas. envolve a teoria do programa e o MODELO LÓGICO 365 366 A fase de formulação e análise de alternativas, assim como na formação de agendas envolve a interferência de vários fatores, atores, modelos e abordagens, como: • Modelos Institucionais clássicos e Neoinstitucionalista – Polity; • Modelo Processual – Politics • Modelo de Grupos de Interesses; • Modelo racional; racionalidade limitada; sistêmico; • Modelo Incremental e dos Fluxos Múltiplos, Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Formulação de Alternativas Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira O corpo burocrático, atualmente, exerce grande influência em todas as etapas do ciclo de políticas públicas, pois: • Os burocratas conhecem o que está ocorrendo nos programas – detém conhecimento técnico sobre os serviços que prestam e conhecem o funcionamento da máquina estatal; • Os burocratas sabem do grau de aceitação que os programas e projetos geram – estão próximos dos destinatários. Formulação de Alternativas O modelo burocrático weberiano encarava a discricionariedade como exceção e uma patologia que deveria ser combatida. 367 368 Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Tomada de Decisão Representa o momento em que os interesses dos atores são equacionados e as intenções (objetivos e métodos) de enfrentamento de um problema são explicitadas. Modelos de Tomada de Decisão • Racional (compreensivo). • Incremental. • Mix-scanning (sondagem mista). • Garbage can (lata de lixo). • Fluxos Múltiplos. Nessa fase os planos e as decisões são colocados em prática e são produzidos os resultados concretos da política pública – as regras, rotinas e processos sociais são convertidos de intenções em ações. Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Implementação Bottom-up implementadores participam do processo, no escrutínio do problema e na prospecção de soluções – os tomadores de decisão legitimam as práticas adotadas pelos burocratas. Top-down separação clara entre o momento da tomada de decisão (políticos) e o da implementação (administração) – processo linear, funcionalista e tecnicista – “lavar as mãos”. 369 370 Quanto ao Momento da Avaliação: • Avaliação ex ante – avaliação diagnóstica / controle prévio. • Avaliação in itinere – avaliação formativa / controle concomitante / avaliação intermediária ou monitoramento. • Avaliação ex post (avaliação somativa / controle posterior) – continuidade, encerramento, ampliação ou adoção da pp avaliada. • Avaliação conceitual (design). • Avaliação do processo de implementação e gestão do programa. • Avaliação de impactos e resultados: efeito produzido. • Avaliação jurídica. Avaliação de PP Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Critérios de Avaliação: • Economicidade: nível de utilização de recursos (inputs). • Produtividade: nível de saídas de processo (outputs). • Eficiência econômica: relação entre outputs e inputs. • Eficiência administrativa: seguimento de prescrições. • Eficácia: nível de alcance de metas ou objetivo. • Efetividade: impacto das ações e aos resultados sociais. • Igualdade: homogeneidade sem tomar em conta as características da partida • Equidade: homogeneidade levando em conta as características de partida. Avaliação de PP Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira 371 372 Tipos de Análise Custo-Benefício (ACB): compara os custos com os benefícios econômicos da política pública, considerando aspectos como investimento financeiro, impacto social e ambiental. Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Custo-Efetividade (ACE): Compara os custos com a possibilidade de alcançar eficientemente os objetivos da política pública. Determina em que medida a política alcançará ou alcançou seus objetivos, que mudanças produzirão ou produziram na população – objetivo e efeitos secundários ou sua eficácia. Escala: Examina a abrangência da política e o número de pessoas ou grupos afetados por ela. Tipos de Análise Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Impacto: Analisa as mudanças positivas ou negativas geradas pela política na sociedade e no contexto em que foi implementada. Pesquisa e Avaliação Qualitativa e Quantitativa: • Análise qualitativa, subjetiva: realizada através de observações, diálogos e quase sempre são pontos de partida para a descoberta de novos problemas e oportunidades - relacionadas à percepções. • Análise quantitativa ou objetiva: oferecem medidas precisas e numéricas que permitem confirmar e entender a situação. Nas políticas sociais, sobretudo é necessário as duas Efetividade: Mede o grau em que a política está alcançando seus objetivos predefinidos. 373 374 Mecanismo de Participação Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Art. 37, § 3º, da CF/88: “A lei disciplinará as formas de participação do usuário na administração pública direta e indireta, regulando especialmente: I – as reclamações relativas à prestação dos serviços públicos em geral, asseguradas a manutenção de serviços de atendimento ao usuário e a avaliação periódica, externa e interna, da qualidade dos serviços; II – o acesso dos usuários a registros administrativos e a informações sobre atos de governo, observado o disposto no art. 5º, X e XXXIII; III - a disciplina da representação contra o exercício negligente ou abusivo de cargo, emprego ou função na administração pública.” Participação Social Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Refere-se à participação da sociedade no acompanhamento, verificação e fiscalização das ações da gestão pública, avaliando objetivos, processos e resultados. CONTROLE SOCIAL O controle exercido pela sociedade é elemento de fundamental importânciaao estímulo de práticas corretas pelos atores sociais, e, por conseguinte, é instrumento inibidor de desvios e abusos no trato da coisa pública, além de propiciador da inclusão social. 375 376 Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira Controle Social O controle social se efetiva de forma articulada e indissociável nas dimensões: • POLÍTICA: materializa-se nas ações e processos que investem a sociedade civil de prerrogativas para influenciar a agenda governamental. • TÉCNICA: diz respeito à participação da sociedade civil no acompanhamento, fiscalização e avaliação do desempenho governamental. • ÉTICA: vincula-se à construção de valores, compromissos e práticas sociais. Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira O exercício do controle social, por iniciativa dos entes públicos ocorre: • CONSELHOS GESTORES; • ORÇAMENTO PARTICIPATIVO; • AUDIÊNCIAS PÚBLICAS; • CONFERÊNCIAS PÚBLICAS; • OUVIDORIAS; • PORTAL DA TRANSPARÊNCIA, LAI e outros instrumentos instituídos pela LRF. Controle Social 377 378 OBRIGADA! Profª. Elisabete Moreira 379 380 Língua Espanhola Prof. Adinoél Sebastião TEORIAS E MODELOS DE ANÁLISE CONTEMPORÂNEOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS: ESCOLHA RACIONAL INSTITUCIONAL; TEORIA DE REDES DE POLÍTICAS PÚBLICAS; TEORIA DOS MÚLTIPLOS FLUXOS; TEORIA DO EQUILÍBRIO PONTUADO; TEORIA DE COALIZÕES DE DEFESA.4.1 ARRANJOS INSTITUCIONAIS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS.6 INSTRUMENTOS E ALTERNATIVAS DE IMPLEMENTAÇÃO, COMO FUNDOS, CONSÓRCIOS E TRANSFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS. Prof. Rodrigo Rennó POLÍTICAS PÚBLICAS Prof. Rodrigo Rennó 381 382 MODELOS DE ANÁLISE DE POLÍTICAS PÚBLICAS Prof. Rodrigo Rennó Modelo Racional Compreensivo 383 384 Teoria da Escolha Racional Institucional Incrementalismo 385 386 Vamos praticar? (IAMSPE-SP – EXECUTIVO) Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os espaços em branco. O modelo incremental de tomada de decisão em política pública tem por significado buscar a solução de problemas de maneira , modificações nas situações já existentes, e de qualquer natureza. A) gradual...sem introduzir grandes...sem provocar rupturas. B) gradual...sem introduzir pequenas...provocando rupturas. C) ininterrupta...sem introduzir...provocando rupturas. D) ininterrupta...introduzindo grandes...sem provocar rupturas. E) eventual...introduzindo pequenas...provocando rupturas. Vamos praticar? (IAMSPE-SP – EXECUTIVO) Assinale a alternativa que preenche corretamente o espaço em branco da frase a seguir. Quando se afirma que os decisores estabelecem quais os valores a serem maximizados e quais as alternativas que melhor poderão ser maximizadas, considerando o modelo racional, formalizado por H. Simon, entende-se que a seleção da alternativa a ser adotada é feita a partir de uma análise de cada alternativa e suas consequências. A) abrangente e detalhada. B) abrangente e focada. C) focada e lenta. D) lenta e genérica. E) genérica e detalhada. 387 388 Vamos praticar? (SEE-SP - EXECUTIVO) Sobre Política Pública, assinale a alternativa correta. A) O tipo ou modelo de Estado não tem influência nas políticas públicas. B) As políticas públicas atêm-se somente aos aspectos sociais. C) Principalmente as pessoas ditas vulneráveis são o motivo da existência das políticas públicas. D) As políticas públicas nunca serão resultado apenas da análise técnica e racional sobre um determinado problema. E) As relações internacionais estão fora do âmbito das políticas públicas. Mixed Scanning 389 390 Fluxos Múltiplos Fluxos Múltiplos Agenda de Política Pública Janela de Oportunidade Fluxo de Problemas Fluxo de Soluções Fluxo Político 391 392 Modelo da Lata de Lixo Vamos praticar? (PREF. S.P. – APPGG) Segundo a teoria dos múltiplos fluxos, a mudança na agenda ocorre quando há convergência entre (A) difusão de ideias, debate de alternativas e decisão política. (B) oportunidades, decisão de lideranças e apoio político. (C) tomada de decisão, construção de apoio político e apoio popular. (D) reconhecimento de um problema, identificação de alternativas e construção de apoio político. (E)identificação de um problema, tomada de decisão e implementação eficiente. 393 394 Vamos praticar? (SGA/AC – GESTOR) Os modelos racional e incremental podem ser combinados num modelo misto, que diferencia dois processos decisórios: um relativo a questões estruturantes e outro relativo a questões de caráter ordinário. Vamos praticar? (MPOG – EPPGG) A tomada de decisão representa um dos passos centrais do processo das políticas públicas. O modelo de exploração mista ou exploração combinada, ou ainda, mixed-scanning caracteriza-se por: a)estabelecer objetivos finais amplos e avaliar exaustivamente as alternativas de maneira a selecionar objetivamente aquela mais capaz de conduzir aos resultados pretendidos. b)distinguir decisões estruturantes e ordinárias, baseando as decisões sobre as primeiras no exame das principais alternativas em função da concepção das metas, sem descer a detalhes que prejudicam a visão de conjunto. 395 396 Vamos praticar? c)basear-se na convicção de que o conhecimento da realidade é sempre limitado e nem sempre uma alternativa tecnicamente recomendável conquista o apoio dos atores políticos. d)levantar informações exaustivas sobre cada uma das alternativas possivelmente cabíveis e combiná-las de maneira a atender às preferências hierarquizadas que expressam os valores em jogo. e)avaliar as alternativas à luz das relações de poder e dos compromissos institucionais prévios que condicionam e limitam a alocação de recursos pelos tomadores de decisão. Vamos praticar? (PREF. SALVADOR – FISCAL) No processo de formulação de políticas públicas, existem situações em que a discussão sobre um issue fica restrita ao tratamento dentro das comunidades técnicas, grupos de poder e subsistemas políticos, inibindo o surgimento de novas ideias. A ocorrência dessa situação é chamada de (A) armadilha mixed-scanning. (B) judicialização das políticas públicas. (C) formação bottom-up. (D) monopólio da política pública. (E) incrementalismo redundante. 397 398 Vamos praticar? (PREF. ILHABELA – ANALISTA) Na Prefeitura Municipal de Poplândia, o secretário de Planejamento & Gestão, formado em Administração de Empresas, tem argumentado nas reuniões com o prefeito que todos os órgãos da administração pública local devem aderir a um Programa de Qualidade Total, almejando, no médio prazo, obterem uma certificação tal como a ISO 9001 ou correlato. Na última reunião, um analista de gestão pública recém-contratado, ao ser indagado pelo prefeito sobre essa intenção do secretário municipal, respondeu que ela se caracteriza pela racionalidade do “modelo lata de lixo” – ou garbage can model – do processo de decisão em políticas públicas. Logo, na opinião do analista de gestão pública, Vamos praticar? (A)todos os órgãos públicos do município têm um problema concreto de ausência ou insuficiência de qualidade e devem correr atrás dessa solução proposta pelo secretário. (B)o secretário municipal tem uma solução em mãos pela qual ele tem certa predileção e está correndo atrás de problemas nos órgãos públicos do município para tentar justificar sua adoção e implantá-la. (C)o prefeito deve considerar a proposta do secretário municipal e ajustar, de maneira incremental, o problema de todos os órgãos públicos do município à solução de adoção de um Programa de Qualidade Total. 399 400 Vamos praticar? (D)o secretário municipal, baseado em uma racionalidade ilimitada, está buscando otimizar os resultados organizacionais de toda a prefeitura; isto é, todos os problemas devem ser “jogados na mesma lata de lixo” e solucionados de maneira integrada. (E)o secretário municipal é um empreendedor de política pública que está, a partir de comparações sucessivas de alternativas de soluções com o problema dos órgãos públicos do município, buscando inovar na gestão pública local. Teoria do EquilíbrioPontuado 401 402 Teoria das Coalizões de Defesa Teoria das Redes de PP 403 404 Teoria das Redes de PP Vamos praticar? (PREF. S.P. – APPGG) De acordo com a teoria do equilíbrio pontuado, as políticas públicas (A) sofrem mudanças incrementais e mudanças de grande escala, dependendo da emergência de mudanças nas imagens e nas instituições. (B)mudam quando o equilíbrio é alterado por mudanças incrementais nas imagens e nas instituições. (C) mudam abruptamente, por meio de alterações no monopólio das imagens e nas instituições. (D)mudam quando o equilíbrio é quebrado por alterações abruptas no monopólio das imagens e nas instituições. (E) mudam incrementalmente, por meio de alterações nas imagens e nas instituições. 405 406 Vamos praticar? (TRE-PI – ANALISTA) A teoria do equilíbrio pontuado, um dos modelos de avaliação de políticas públicas que é fundamentado no fluxo de problemas, no fluxo de soluções e no fluxo político, visa à compreensão da formação da agenda governamental Vamos praticar? (VUNESP – PREF. ILHABELA – ANALISTA – 2020) Leia o trecho para responder à questão. O Instituto Ilhabela Sustentável (IIS) escolheu o dia 22 de setembro, data em que é celebrado o Dia Mundial sem Carro, para lançar oficialmente o projeto MobCidades – Mobilidade, Orçamento e Direitos –, um amplo programa de promoção da participação popular na gestão da mobilidade urbana, com foco na garantia do direito à cidade e ao transporte, que vai capacitar representantes de 50 entidades para exercer o controle social e incidir na elaboração e aplicação de políticas públicas no município. A iniciativa foi lançada durante a abertura do 3° Fórum Municipal de Mobilidade Urbana, evento que integra a programação da Semana da Mobilidade e foi promovido pelo IIS, em parceria com o Poder Executivo local, com o objetivo de debater temas prioritários 407 408 Vamos praticar? – e favorecer a governança – nas áreas de transporte público, incentivo ao uso da bicicleta, acessibilidade e travessia da balsa. Participaram do evento os representantes da Câmara de Vereadores e da Prefeitura Municipal, bem como de entidades e organizações da sociedade civil, além de dezenas de cidadãos interessados no futuro de Ilhabela e um grupo de estudantes, favorecendo a ação coletiva em torno dessa agenda. (Disponível em link: https://iis.org.br/farol-da-ilha/projeto-mobcidades-e-lancado-em-ilhabela/. 23.09.2020. Adaptado) O texto, em sua descrição, caracteriza o modelo de análise de política pública de (A) Coalizões de Defesa pela mobilidade urbana local. Vamos praticar? (B) Redes de Políticas Públicas em torno da mobilidade urbana municipal. (C)Escolha Racional em prol da mobilidade, orçamento e direitos no município. (D) Equilíbrio Pontuado entre atores do setor público e da sociedade civil organizada. (E) Múltiplos Fluxos dos interesses públicos em detrimento dos interesses privados. 409 410 Prof. Rodrigo Rennó @profrodrigorenno @profrodrigorenno /rodrigorenno99 /profrodrigorenno https://t.me/rodrigorenno OBRIGADO! Prof. Rodrigo Rennó 411 412 Língua Espanhola Prof. Adinoél Sebastião A DIVERSIDADE E A INCLUSÃO NAS POLÍTICAS PÚBLICAS Prof. Ricardo Torques RA CNU - BLOCO IV E VII 413 414 A DIVERSIDADE E A INCLUSÃO NAS POLÍTICAS PÚBLICAS. AÇÕES AFIRMATIVAS. MECANISMOS LEGAIS E INSTITUCIONAIS DE AMPLIAÇÃO, DIVERSIFICAÇÃO E GARANTIA DE DIREITOS INDIVIDUAIS, COLETIVOS E DIFUSOS. As minorias constituem o grupo de pessoas que ocupam posição não dominante na sociedade, embora sejam organizados e com sentimento de autodeterminação e solidariedade entre os integrantes dos grupos. Os grupos vulneráveis, por sua vez, constituem o conjunto de pessoas dotado formalmente de direitos, contudo, destituídos de poder. Desse modo, os grupos vulneráveis encontram uma série de dificuldades para exigir seus direitos. Direitos Humanos Prof. Ricardo Torques GRUPOS VULNERÁVEIS X MINORIAS 415 416 Incapacidade de a igualdade em sentido formal dar conta das diferenças e particularidades. A igualdade em sentido material pressupõe a individualização do sujeito. Direitos Humanos Prof. Ricardo Torques IGUALDADE EM SENTIDO FORMAL E EM SENTIDO MATERIAL 417 418 • primeiro momento: regras proibitivas de discriminação; • segundo momento: criação de um conjunto de normas que estruturam uma política pública para a promoção da igualdade em favor de grupos vulneráveis. Direitos Humanos Prof. Ricardo Torques DIREITO ANTIDISCRIMINATÓRIO E DIREITO DAS MINORIAS preconceito: é uma atitude negativa dirigida a um grupo com base em características das pessoas que o integram. O preconceito é voltado contra o grupo como um todo. Trata-se de visão que ignora as diferenças individuais; estereótipo: é uma generalização sobre um grupo a partir de certas características dos seus membros. O estereótipo pode ser positivo ou negativo; e discriminação: é uma ação negativa dirigida ao membro de um grupo em razão da pertinência da vítima ao grupo. Direitos Humanos Prof. Ricardo Torques CONCEITOS 419 420 subjetividade jurídica: esse elemento enfatiza o fato de que a postura discriminatória é baseada numa certa visão de mundo subjetiva adotada pelo discriminador, o que se reflete no próprio direito antidiscriminação, o qual deve combater a discriminação; racionalidade constitucional: no sentido de que o direito incorpora uma perspectiva racional baseada na proteção de valores constitucionais como fundamento da proibição da discriminação; e universalidade de direitos: esse elemento ressalta o fato de que os seres humanos, tão só em razão de serem humanos, são dotados dos mesmos direitos, o que vai contra as concepções discriminatórias. FUNDAMENTOS DO DIREITO ANTIDISCRIMINATÓRIO Direitos Humanos Prof. Ricardo Torques TEORIA DO IMPACTO DESPROPORCIONAL “toda e qualquer prática empresarial, política governamental ou semigovernamental de cunho legislativo ou administrativo, ainda que não provida de intenção discriminatória no momento de sua concepção, deve ser condenada por violação do princípio da igualdade material se, em consequência de sua aplicação, resultaremefeitosnocivos de incidência especialmente desproporcional sobre certascategorias de pessoas” 421 422 TEORIA DO IMPACTO DESPROPORCIONAL Ex.1 -ADI 1.946: limitação ao benefício previdenciário a R$ 1.200,00, com pagamento da diferençada licença-maternidade pelo empregador. Ex.2 -ADPF 291: “(...) a manutenção de um dispositivo que tornacrimemilitar o sexo consensual entre adultos, ainda que sem a carga pejorativa das expressões ‘pederastia’ e ‘homossexual ou não’, produz, apesar de sua aparente neutralidade e em razãodo histórico e das características das Forças Armadas, um impacto desproporcional sobre homossexuais,o que é incompatível como princípio da igualdade”. Direitos Humanos Prof. Ricardo Torques pessoa com 60 ou mais anos; garantia de direitos fundamentais sob viés específico; destaques de direitos: • descontos de, ao menos, 50% em ingressos para eventos artísticos, culturais, esportivos e lazer (além de acesso preferencial); • reserva de, ao menos, 3% das unidades habitacionais em programas residenciais; • BPC-LOAS, a partir dos 65 anos, se hipossuficiente. Direitos Humanos Prof. Ricardo Torques POLÍTICAS PÚBLICAS E INCLUSÃO DA PESSOA IDOSA 423 424 destaques de direitos: • transportes: Direitos Humanos Prof. Ricardo Torques POLÍTICAS PÚBLICAS E INCLUSÃO DA PESSOA IDOSA vertentes: repressivo e promocional; Direitos Humanos Prof. Ricardo Torques POLÍTICAS PÚBLICAS E INCLUSÃO DA DIVERSIDADE RACIAL 425 426 POLÍTICAS PÚBLICAS E INCLUSÃO DA DIVERSIDADE RACIAL # discriminação racional ou étnico racial: constitui toda forma de distinção baseada em fatores étnicos ou de descendência que impliquem na anulação ou restrição dos seus direitos humanos. #desigualdade racial: diferenciação injustificada no acesso e fruição de bens, serviços e oportunidade em razão de fatores étnicos oude descendência. # desigualdade de gênero e raça: constatação do fosso entre as mulheres negras e demais segmentos da sociedade. # população negra: conjunto de pessoas que se declaram negas ou pardas segundo o IBGE. # políticas públicas: ações, iniciativas e programas adotados pelo Poder Público voltado para a efetivação de direitos humanos, no âmbito de suas prerrogativas institucionais. POLÍTICAS PÚBLICAS E INCLUSÃO DA DIVERSIDADE RACIAL 1) Racismo sob a concepção individualista: o racismo é compreendido como um comportamento de indivíduos ou grupos que agem por motivações psicológicas ou desvios éticos, consistindo em uma "irracionalidade" ou "patologia" comportamental. 427 428 POLÍTICAS PÚBLICAS E INCLUSÃO DA DIVERSIDADE RACIAL 2) Racismo sob a concepção institucional: o racismo constitui uma relação de poder desigual entre grupos raciais. POLÍTICAS PÚBLICAS E INCLUSÃO DA DIVERSIDADE RACIAL 3) Racismo sob a concepção estrutural: o racismo é parte da estrutura social. A ordem social tem o racismo como um de seus elementos estruturantes. Em virtude disso, a atuação meramente inerte ou "normal" das instituições resulta em práticas racistas, pois as instituições reproduzem a ordem social racista. 429 430 CONSTITUCIONALIDADE DAS COTAS Estabelecer um ambiente acadêmico plural e diversificado, superando a pouca diversidade racial do ensino superior público e, com isso, eliminando distorções sociais historicamente consolidadas. Há dois critérios utilizados comumente: a autoidentificação e a heteroidentificação (identificação feita por terceiros). Cota deve ser proporcional e razoável, reservando-se as vagas em número adequado, apto a não excluir em demasia os demais membros da comunidade não abrangidos no critério de seleção. ACESSO À TERRA Art. 32. O Poder Executivo federal elaborará e desenvolverá políticas públicas especiais voltadas para o desenvolvimento sustentável dos remanescentes das comunidades dos quilombos, respeitando as tradições de proteção ambiental das comunidades. 431 432 QUILOMBOLAS "Os quilombolas são membros de comunidade tradicional, com identidade, costumes e usos próprios, composta por descendentes de escravos e que mantém a tradição de união gerada pela resistência à sociedade envolvente, que, à época da constituição dos quilombos, representava a opressão e a perda da liberdade." (André Carvalho Ramos). CARACTERIZAÇÃO DA DEFICIÊNCIA limitações barreiras DEFICIÊNCIA 433 434 Urbanísticas vias e espaços (públicos e privados abertos ao público ou de uso coletivo) Arquitetônicas edifícios públicos e privados Nos transportes sistemas e meios de transportes Nas comunicações e na informação obstáculo, atitude ou comportamento nos sistemas de comunicação e de tecnologia da informação Atitudinais atitudes ou comportamentos Tecnológicas dificuldades que tornem difícil ou impeçam o acesso às tecnologias 435 436 Art. 2º-A. É instituído o cordão de fita com desenhos de girassóis como símbolo nacional de identificação de pessoas com deficiências ocultas. (Incluído pela Lei nº 14.624, de 2023) § 1º O uso do símbolo de que trata o caput deste artigo e opcional, e sua ausência não prejudica o exercício de direitos e garantias previstos em lei. (Incluído pela Lei nº 14.624, de 2023) § 2º A utilização do símbolo de que trata o caput deste artigo não dispensa a apresentação de documento comprobatório da deficiência, caso seja solicitado pelo atendente ou pela autoridade competente. (Incluído pela Lei nº 14.624, de 2023) POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCLUSÃO DA MULHER A Convenção sobre a Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW, pela sigla internacional). No âmbito da OEA é importante conhecermos a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher, denominada de Convenção de Belém do Pará. Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional Relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, em Especial Mulheres e Crianças. 437 438 POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCLUSÃO DA MULHER Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340, 2006) – cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Lei do Minuto Seguinte (Lei nº 12.845/2013) - prevê atendimento imediato pelo SUS e informações sobre os diretos das vítimas de abuso. Lei do Feminicídio (Lei nº 13.104, 2015) - alterou o Código Penal criando um tipo de homicídio qualificado. Lei nº 13.718/2018 – esta lei trouxe relevante mudanças no Código Penal. Tipificou os crimes de importunação sexual e de divulgação de cena de estupro, tornou pública incondicionada a natureza da ação penal dos crimes contra a liberdade sexual e dos crimes sexuais contra vulneráveis e definiu como causas para aumento de pena o estupro coletivo e o estupro corretivo. POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCLUSÃO DA MULHER Lei nº 13.642/2018 – atribuiu competência para a polícia federal investigar crimes praticados na rede mundial de computadores, que difundam conteúdo misógino. Lei nº 13.931/2019 - notificação compulsória dos casos de indícios ou confirmação de violência contra a mulher, atendida em serviços de saúde públicos e privados. Lei Joana Maranhão (Lei nº 12.650/2015) – alterou os prazos quanto à prescrição (prazo) contra abusos sexuais cometidos contra crianças e adolescentes. 439 440 POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCLUSÃO DA MULHER Lei Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica (Lei nº 14.188/2021) - define o programa de cooperação Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica como uma das medidas de enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher, altera a modalidade da pena da lesão corporal simples cometida contra a mulher por razões da condição do sexo feminino e cria o tipo penal de violência psicológica contra a mulher. Lei nº 14.192/2021 - estabelece normas para prevenir, reprimir e combater a violência política contra a mulher. POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCLUSÃO DA MULHER Lei nº 14.326/2022 - assegura à mulher presa gestante ou puérpera tratamento humanitário antes e durante o trabalho de parto e no período de puerpério, bem como assistência integral à sua saúde e à do recém-nascido. Lei nº 14786/2023 - Cria o protocolo “Não é Não”, para prevenção ao constrangimento e à violência contra a mulher e para proteção à vítima; institui o selo “Não é Não - Mulheres Seguras”; 441 442 OBRIGADO! Prof. Ricardo Torques Língua Espanhola Prof. Adinoél Sebastião PESQUISA E AVALIAÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Profª. Carla Abreu 443 444 CNU PESQUISA & AVALIAÇÃO Profa. Carla Abreu @AProfessoraCarlaAbreu PESQUISA QUALITATIVA E QUANTITATIVA Profa. Carla Abreu @AProfessoraCarlaAbreu 445 446 Pesquisa Profa. Carla Abreu Pesquisa Científica ● Investigação ● Resolução de Problemas ● Aplicação de métodos científicos ● Formal ● Pensamento reflexivo ● Descoberta do novo / Revisão do existente Desenvolvimento da ciência e da tecnologia, solução de problemas práticos da sociedade. Pesquisa Profa. Carla Abreu Características ● Descoberta ● Validação ● Conhecimento ● Realização Válido Confiável Rigor Metodológico Princípios éticos Validade Confiabilidade 447 448 Pesquisa Profa. Carla Abreu Pesquisa Rigor Método Ética Produzir conhecimento Inovação Validar conhecimento Processo sistemático Responder questões Descobrir caminhos Validade Confiabilidade Objetivo principal: Para ser eficaz: Pesquisa Profa. Carla Abreu Contribuições ● Desenvolvimento de teorias, tecnologias e práticas inovadoras ● Problemas atuais ● Formação de Profissionais ● Cidadão atuantes e conscientes ● Ambiental ● Social ● Saúde 449 450 Pesquisa Profa. Carla Abreu Pesquisa Descritiva ● Descrição e análise de fenômenos ● Relação entre variáveis ● Compreender e explicar características sem interferências ● Coleta de dados ● Identificar padrões e tendências ● Observações ● Questionários ● Entrevistas Pesquisa Profa. Carla AbreuPesquisa Exploratória ● Explorar tema ou pesquisa ● Objetivo: obter maior conhecimento sobre o tema. ● Útil para: identificar variáveis relevantes, formular hipóteses e aprimorar o planejamento de futuras pesquisas. 451 452 Pesquisa Profa. Carla Abreu Pesquisa Explicativa ● Explicar causas e motivos dos fenômenos ● Identificar relações entre as variáveis ● Estabelecer relação de causalidade ● Métodos complexos e sofisticados ● Análise profunda das relações das variáveis ● Estudos longitudinais. Pesquisa Profa. Carla Abreu Pesquisa Qualitativa 1. Compreender e interpretar fenômenos sociais de forma profunda, detalhada e contextualizada; 2. Ênfase na subjetividade 3. Flexibilidade metodológica 4. Amostras pequenas e não probabilísticas 5. Interação 6. Dedutiva x Indutiva Dedutiva: utiliza os dados coletados para testar ou confirmar essa teoria ou modelo pré-existente; Indutiva: busca identificar padrões, categorias ou teorias a partir dos dados coletados. 453 454 Pesquisa Profa. Carla Abreu Pesquisa Qualitativa ● Subjetividade e interpretação dos participantes ● Diversidade ● Simplificações e Generalizações Explorar e descrever a diversidade e a complexidade das experiências humanas, permitindo compreensão profunda e abrangente dos fenômenos. Objetivo Pesquisa Profa. Carla Abreu Pesquisa Quantitativa ● Números e Estatísticas ● Objetividade ● Dados quantificáveis ● Padrões ● Amostras ● Instrumentos Padronizados ● Generalização dos resultados 455 456 Pesquisa Profa. Carla Abreu Pesquisa Quantitativa Tipos • Experimental • Correlacional • Quase-Experimental • Survey • Longitudinal • Transversal • De Avaliação Pesquisa Profa. Carla Abreu Na pesquisa quantitativa, a identificação de relações de causa e efeito é frequentemente realizada por meio da análise estatística de dados quantitativos. Métodos estatísticos para examinar a relação entre variáveis, buscando determinar se uma variável causa ou influencia outra de forma sistemática e mensurável. Na pesquisa qualitativa, a identificação de relações de causa e efeito é exploratória e interpretativa. Nesse tipo de pesquisa, busca-se compreender relações entre variáveis por meio da análise de narrativas, observações e outras formas de dados qualitativos. 457 458 MÉTODOS DE PESQUISA CIENTÍFICA Profa. Carla Abreu @AProfessoraCarlaAbreu Pesquisa Profa. Carla Abreu Pesquisa Científica processo sistemático e rigoroso que busca gerar novos conhecimentos, validar teorias existentes ou resolver problemas específicos por meio da aplicação de métodos científicos. O ciclo da pesquisa científica pode ser dividido em várias etapas, cada uma com suas particularidades e importância. 459 460 Pesquisa Profa. Carla Abreu Ciclo da Pesquisa Identificação do Problema Revisão da Literatura Formulação da Hipótese Planejamento e Execução Análise dos Resultados Relatório Final 1ª etapa Pergunta clara e relevante Trabalhos existentes e lacunas Proposição testável a ser investigada Métodos e Técnicas Responder à pergunta inicial. Interpretação Artigo científico Claro, objetivo e fundamentado Pesquisa Profa. Carla Abreu Formulação de Problemas 1. Problema Descritivo 2. Problema Exploratório 3. Problema Explicativo 4. Problema Preditivo 5. Problema Avaliativo 461 462 Pesquisa Profa. Carla Abreu Revisão de Literatura Revisão Narrativa; Revisão Sistemática; Meta-Análise; Revisão Integrativa; Scoping Review; Rapid Review; Revisão Sistematizada; revisão sistemática é mais restrita a estudos quantitativos e busca síntese objetiva da evidência. revisão sistematizada é mais ampla em termos de tipos de estudos incluídos e busca síntese mais abrangente e integrativa da literatura disponível sobre um tema. Pesquisa Profa. Carla Abreu Revisão de Literatura - Fontes 463 464 Pesquisa Profa. Carla Abreu Definição de Objetivos ● Clareza e precisão ● Relevância e originalidade ● Viabilidade e alcance ● Especificidade e Mensurabilidade. Pesquisa Profa. Carla Abreu Hipóteses - Formulação • As hipóteses são proposições testáveis que indicam a relação entre variáveis e direcionam a investigação para verificar a validade da proposição. • Claras, específicas, mensuráveis • Alinhadas ao referencial teórico 465 466 Pesquisa Profa. Carla Abreu Hipóteses 1. Causal 2. De diferença 3. Correlacional 4. De não inferioridade ou equivalência 5. De interação 6. De nulidade Pesquisa Profa. Carla Abreu Variáveis Elementos que podem ser medidos, controlados ou manipulados em um estudo. Variáveis independente dependente de controle 467 468 Pesquisa Profa. Carla Abreu Variáveis V a ri á ve is quantitativas intervalares de razão discretas contínuas qualitativas ordinais nominais Pesquisa Profa. Carla Abreu INSTRUMENTOS E TÉCNICAS DE COLETA DE DADOS • Questionários • Entrevistas • Observação • Testes e Provas • Documentos e Registros Estruturada, semiestruturada e não estruturada 469 470 Pesquisa Profa. Carla Abreu Análise de Dados ComparativaInterpretativaDescritivaConteúdoEstatística Os resultados da análise devem ser interpretados à luz das questões de pesquisa e das hipóteses formuladas AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS Profa. Carla Abreu @AProfessoraCarlaAbreu 471 472 Pesquisa Profa. Carla Abreu Pesquisa e Avaliação de Impacto ● Formulação de Políticas Públicas ● Compreender e mensurar efeitos ● Pesquisa: mudanças decorrentes da intervenção ● Avaliação: análise (Porquê? Como?) Evidências empíricas sólidas Novas decisões Recursos Transparência Pesquisa Profa. Carla Abreu Avaliação de Políticas Públicas OBJETIVOS ● S ● M ● A ● R ● T 473 474 Pesquisa Profa. Carla Abreu Avaliação de Políticas Públicas INDICADORES Qualitativos Quantitativos Avaliação de Políticas Públicas Coleta e análise de dados Resultados INTERPRETAÇÃO Pesquisa Profa. Carla Abreu Tipos de Avaliação SomativaFormativaDiagnóstica 475 476 Pesquisa Profa. Carla Abreu Processo de Avaliação Custo-benefício Escala Efetividade Impacto Pesquisa Profa. Carla Abreu Processo de avaliação: Impacto das políticas públicas A avaliação do impacto das políticas públicas envolve a definição de indicadores de impacto, a coleta e análise de dados, a identificação de resultados e a avaliação da sustentabilidade das políticas. Essa etapa é essencial para garantir que as políticas públicas sejam eficazes, efetivas e sustentáveis, contribuindo para o desenvolvimento social, econômico e ambiental. 477 478 AVALIAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL Profa. Carla Abreu @AProfessoraCarlaAbreu Pesquisa Profa. Carla Abreu Avaliação e Participação Social A participação social enriquece o processo de avaliação ao trazer diferentes pontos de vista e experiências, garantindo uma análise mais completa e democrática. Isso aumenta a legitimidade e a eficácia das avaliações ao considerar uma gama mais ampla de impactos e aspectos relevantes para a sociedade. 479 480 Pesquisa Profa. Carla Abreu Paradigmas da Avaliação conjuntos de pressupostos, valores e crenças que fundamentam e orientam a prática avaliativa. influenciam a forma como os avaliadores concebem a avaliação, definem seus objetivos, selecionam métodos e interpretam os resultados. positivista, construtivista e pragmático Pesquisa Profa. Carla Abreu Paradigmas da Avaliação Positivista ● Definição: ● Objetivo: 481 482 Pesquisa Profa. Carla Abreu Paradigmas da Avaliação Construtivista ● Definição: ● Objetivo: Pesquisa Profa. Carla Abreu Paradigmas da Avaliação Pragmático ● Definição: ● Objetivo: 483 484 Pesquisa Profa. Carla Abreu Avaliação Participativa Avaliação Participante ● Comum: envolvimento ativo dos sujeitos avaliados Obrigada! Profa. Carla Abreu @AProfessoraCarlaAbreu 485 486 OBRIGADA! Profª. Carla Abreu Língua Espanhola Prof. Adinoél Sebastião ESTATÍSTICA Prof. Carlos Henrique 487 488 489 490 491 492493 494 495 496 497 498 499 500 501 502 503 504 505 506 507 508 509 510 511 512 513 514 515 516 Órgão: TRT - 3ª Região (MG) Prova: Analista Judiciário - Estatística O objetivo de uma pesquisa era o de se obter, relativamente aos moradores de um bairro, informações sobre duas variáveis: nível educacional e renda familiar. Para cumprir tal objetivo, todos os moradores foram entrevistados e arguídos quanto ao nível educacional, e, dentre todos os domicílios do bairro, foram selecionados aleatoriamente 300 moradores para informar a renda familiar. As abordagens utilizadas para as variáveis nível educacional e renda familiar foram, respectivamente, a) censo e amostragem por conglomerados. b) amostragem aleatória e amostragem sistemática. c) censo e amostragem casual simples. d) amostragem estratificada e amostragem sistemática. e) amostragem sistemática e amostragem em dois estágios. 517 518 Uma população de tamanho 1.600 é dividida em 80 subpopulações distintas. Por meio de um sorteio, 20 subpopulações são selecionadas e todos os elementos nas subpopulações selecionadas são observados. Este tipo de amostragem é denominado de Amostragem a) por Conglomerados. b) Sistemática. c) Aleatória Estratificada d) Determinística. e) por Quotas. 519 520 Uma clínica tem interesse em estudar certas características de seus pacientes, cujas fichas de cadastro estão enumeradas, consecutivamente, de 511 a 973. Destes, deve ser selecionada uma amostra aleatória de 25 pacientes. Responda qual é o número de elementos dessa população e qual é o melhor método de amostragem nesse caso? a) 464; amostragem aleatória simples. b) 464; amostragem sistemática. c) 463; amostragem sistemática. d) 463; amostragem por conglomerado. e) 464; amostragem estratificada. 521 522 523 524 Uma empresa emprega 5698 funcionários, distribuídos segundo o grau de instrução de cada um: 1325 com curso superior; 2114 com nível médio e 2259 com nível fundamental. O diretor da empresa quer verificar o “grau de satisfação em relação ao salário pago pela empresa”, para isso, solicitou ao setor de estatística um estudo amostral. A melhor maneira de selecionar uma amostra dessa população é através da técnica a) aleatória simples. b) sistemática. c) por quotas. d) Conglomerado e) estratificada proporcional. 525 526 A técnica de amostragem utilizada quando a população divide-se em subpopulações razoavelmente homogêneas é a a) amostragem sistemática. b) amostragem por cotas c) amostragem por conglomerados. d) amostragem aleatória simples. e) amostragem estratificada. 527 528 Uma população se encontra dividida em três estratos, com tamanhos, respectivamente, N1 = 64, N2 = 96 e N3 = 48. Ao se realizar uma amostragem estratificada proporcional, oito elementos da amostra foram retirados do primeiro estrato. Indique qual o número total de elementos da amostra. a) 18 b) 22 c) 28 d) 24 e) 26 529 530 531 532 533 534 OBRIGADO! Prof. Carlos Henrique 535 536