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Língua Espanhola
Prof. Adinoél Sebastião
Língua Espanhola
Prof. Adinoél Sebastião
1
2
Língua Espanhola
Prof. Adinoél Sebastião
REVISÃO DE VÉSPERA
CNU
BLOCO 7 - GESTÃO GOVERNAMENTAL E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA -
PARTE I
EIXO TEMÁTICO 1 – GESTÃO
GOVERNAMENTAL E GOVERNANÇA
PÚBLICA: ESTRATÉGIA, PESSOAS, 
PROJETOS E PROCESSOS
3
4
Língua Espanhola
Prof. Adinoél Sebastião
GESTÃO GOVERNAMENTAL
Profª. Elisabete Moreira
5
6
ESTRATÉGICO
Institucional
Diretores
TÁTICO
Intermediário
Gerentes
OPERACIONAL
Supervisores
Mapeia o ambiente e a organização. É global, total, genérico,
sintético, sinérgico, holístico, de longo prazo e futuro;
adaptável; criativo e inovador, consensual, forma de
aprendizagem. Maior risco e menor flexibilidade. Incerteza e
imprevisibilidade
Traduz decisões estratégicas em planos detalhados em áreas,
departamentos, partes, unidades, médio prazo. Planos:
produção, financeiro, marketing, recursos humanos, políticas.
Detalha e especifica atividade, tarefa, operação. Analítico,
curto prazo, presente e eficiência. Menores riscos e maior
flexibilidade. Planos: procedimento, regra, programa,
orçamento. Certeza e regularidade.
Tipos e Níveis de Planejamento
ORIENTAÇÃO 
EXTERNA
ARTICULAÇÃO 
INTERNA
ORIENTAÇÃO 
INTERNA
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira
Processo de PE – Chiavenato 
MISSÃO
VISÃO
OBJETIVOS ORGANIZACIONAIS
ANÁLISE 
AMBIENTAL
ANÁLISE 
ORGANIZACIONAL
ESTRATÉGIA EMPRESARIAL
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
O que somos?
O que queremos ser?
Onde queremos chegar?
O que há no 
ambiente?
O que temos na 
empresa?
O que fazer?
Como fazer?
Oportunidades e Ameaças Forças e Fraquezas
7
8
Processo de PE – Djalma de Oliveira
Fase I: Diagnóstico Estratégico
•Visão
•Valores
•Análise externa
•Análise interna
•Análise dos concorrentes
Fase II: Missão da Empresa
•Missão
•Propósitos: áreas de atuação, compromissos
•Estruturação e debate de Cenários
•Posturas estratégicas
•Macroestratégias e Macropolíticas
Fase III: Instrumentos Prescritivos e Quantitativos
•Instrumentos Prescritivos (o que deve ser feito)
•Objetivos, desafios e metas
•Estratégias e políticas funcionais
•Projetos e planos de ações
•Instrumentos Quantitativos (definir recursos)
• Projeções econômico-financeiras
Fase IV: Controle e Avaliação
•Indicadores
•Avaliação de desempenho
•Análise dos desvios
•Tomada de decisão corretiva
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira
InternoDiagnóstico
Ponto FortePonto Fraco
Ameaça
Externo
Estratégia de CONFRONTO para 
manter a capacidade defensiva. 
Plano analítico, de manutenção
Cenário: Vulnerabilidades
Estratégia DEFENSIVA para 
manter a capacidade reativa. 
Plano de sobrevivência
Cenário: Problemas
Estratégia OFENSIVA 
Plano de Desenvolvimento, 
conquista e prospectivo 
Cenário: Alavancagem
Estratégia de REFORÇO
Plano de melhoria, reativo, 
recuperação e crescimento 
Cenário: Restrições
Oportu-
nidade
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira
Analise SWOT Cruzada
9
10
Planejamento
Modelo
PretextoPosicionamento
Perspectiva
Estratégia – 5 P´s de Mintzberg 
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira
Objetivos e Metas – Técnica SMART
S (Specific) – Específico: ser claro e objetivo.
M (Measurable) – Mensurável: ser possível de mensurar.
A (Achievable) – Alcançável: ser atingível.
R (Relevant) – Relevante: ser relevante.
T (Time-bound) – Temporal: ter prazo para o alcance.
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira
11
12
INDICADORES KPI – Key Performance Indicator – Indicador Chave de
Performance: lags – passado – medem como os processos estão sendo
executados, garantindo o controle das atividades.
Ex. taxa de rotatividade; custo de aquisição de clientes; taxa de conversão.
INDICADORES OKR – Objectives and Key Results – Objetivos e Resultados-
Chave: lead – preditivo – fazem a gestão das metas e dos objetivos que
devem ser inspiradores para engajar os funcionários.
Ex. Objetivo – O: tornar a marca conhecida; KR1: aumentar engajamento nas
redes sociais em 20%; kR2: conseguir 10 vídeos de clientes; KR3: gerar 3 x
mais anúncios.
Outras Classificações dos Indicadores 
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira
Balanced Scorecard - BSC
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira
13
14
Implementação das Estratégias –
Mintzberg 
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira | t.me/elisabetemoreira
Prof. Elisabete Moreira
Projeto 
Empreendimento não 
repetitivo e não rotineiro
Finito - Temporário 
Resultados Duradouros
Não são operações
Tem início, meio e fim (curto, médio, longo prazo)
Produtos únicos, exclusivos e singulares 
Limites definidos
Escopo, custo, recursos, tempo, risco, 
qualidade
Incerto Planejado, coordenado e controlado.
Multidisciplinar Realizado por pessoas, especialistas.
15
16
Prof. Elisabete Moreira
Contexto de Gerenciamento de 
Projetos
Portfólio
Subportfólio
Programas
Subprogramas
Projetos
Prof. Elisabete Moreira
Ciclo de Vida do Projeto 
17
18
Prof. Elisabete Moreira
Características do Ciclo de Vida 
Riscos e Incertezas 
Correções de Erros 
Prof. Elisabete Moreira
Áreas do Conhecimento de Projetos
Descreve o 
gerenciamento 
de projeto.
É “um conjunto
de processos
associados com
um tema
específico em
gerenciamento
de projetos”.
19
20
Prof. Elisabete Moreira
A Gestão de Projetos é realizada por meio da inter-relação entre 49
DIFERENTES PROCESSOS que se encontram distribuídos em 05 GRUPOS DE
PROCESSOS DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS.
Os PROCESSOS são conjunto de atividades estruturadas, que retratam a
NATUREZA DAS ATIVIDADES que compõem os processos – NÃO SÃO FASES
DO PROJETO.
Cada ÁREA DO CONHECIMENTO POSSUI SEUS PROCESSOS COMPONENTES, 
que se constituem de uma série de ações que geram produtos e são 
realizados por pessoas.
Grupos de Processos
Prof. Elisabete Moreira
Áreas do Conhecimento X Grupos 
de Processos 
GRUPOS DE PROCESSOS
ÁREAS DO 
CONHECIMENTO Encerramen-
to
Monitoramento e 
controle
ExecuçãoPlanejamentoIniciação
1.7. 
Encerrar o 
projeto ou 
fase
1.5. Monitorar e 
controlar o 
trabalho do 
projeto
1.6. Realizar o 
controle 
integrado de 
mudanças
1.3. Orientar e 
gerenciar o 
trabalho do 
projeto
1.4. Gerenciar 
o 
Conhecimento 
do Projeto
1.2. 
Desenvolver o 
plano de 
gerenciamento 
do projeto
1.1. 
Desenvolver 
o termo de 
abertura do 
projeto
INTEGRAÇÃO
21
22
Prof. Elisabete Moreira
GRUPOS DE PROCESSOS
ÁREAS DO 
CONHECIMENTO Encerramento
Monitoramento e 
controle
ExecuçãoPlanejamentoIniciação
2.5. Validar o 
escopo
2.6. Controlar o 
escopo
2.1. Planejar o 
Gerenciamento 
do Escopo
2.2. Coletar os 
requisitos
2.3. Definir o 
escopo
2.4. Criar a EAP
ESCOPO
Áreas do Conhecimento X Grupos 
de Processos 
GRUPOS DE PROCESSOS
ÁREAS DO 
CONHECIMENTO Encerramento
Monitoramento e 
controle
ExecuçãoPlanejamentoIniciação
3.6. Controlar o 
cronograma
3.1. Planejar o gerenciamento 
do Cronograma
3.2. Definir as atividades
3.3. Sequenciar atividades
3.4. Estimar as durações das 
atividades
3.5. Desenvolver o cronograma
CRONOGRAMA
4.4. Controlar 
os custos
4.1. Planejar o gerenciamento 
dos Custos
4.2. Estimar custos
4.3. Determinar o orçamento
CUSTOS
23
24
GRUPOS DE PROCESSOS
ÁREAS DO 
CONHECIMENTO Encerra
mento
Monitoramento e 
controle
ExecuçãoPlanejamentoIniciação
5.3. Controlar a 
qualidade
5.2. Gerenciar a 
Qualidade
5.1. Planejar o 
gerenciamento da 
qualidade
QUALIDADE
6.6. Controlar os 
recursos
6.3. Adquirir 
recursos
6.4. Desenvolver a 
equipe do projeto
6.5. Gerenciar a 
equipe do projeto
6.1. Planejar o 
gerenciamento 
dos recursos 
6.2. Estimar os 
recursos das 
atividades
RECURSOS
GRUPOS DE PROCESSOS
ÁREAS DO 
CONHECIMENTO Encerramen
to
Monitoramento e 
controle
ExecuçãoPlanejamentoIniciação
7.3. Monitorar 
as comunicações
7.2. Gerenciar 
as 
comunicações
7.1. Planejaro 
gerenciamento das 
comunicações
COMUNICAÇÕES
8.7. Monitorar 
os riscos
8.6. 
Implementar 
Respostas a 
riscos
8.1. Planejar o 
gerenciamento dos riscos
8.2. Identificar os riscos
8.3. Realizar a análise 
qualitativa dos riscos
8.4. Realizar a análise 
quantitativa dos riscos
8.5. Planejar as respostas 
aos riscos
RISCOS
25
26
GRUPOS DE PROCESSOS
ÁREAS DO 
CONHECIMENTO Encerramen
to
Monitoramento e 
controle
ExecuçãoPlanejamentoIniciação
9.3. Controlar as 
aquisições
9.2. Conduzir 
as aquisições
9.1. Planejar o 
gerenciamento das 
aquisições
AQUISIÇÃO
10.4. Monitorar 
o engajamento 
das partes 
interessadas
10.3. 
Gerenciar o 
engajamento 
das partes 
interessadas
10.2. Planejar o 
engajamento das 
partes interessadas
10.1. 
Identificar as 
partes 
interessadas
PARTES 
INTERESSADAS
Prof. Elisabete Moreira
Projetos X Processos 
27
28
Prof. Elisabete Moreira
Processos 
Conjunto de atividades 
inter-relacionadas
Resultados padronizados, 
perenes e permanentes 
Encadeadas e logicamente estruturadas
Rotineiras e repetitivas
Produtos e serviços que agregam valor 
Atingem seus objetivos e se repetem
Multidisciplinar Realizado por pessoas, especialistas.
Ciclo de Vida contínuo
Planejado, coordenado e controlado
SISTEMA 
MACROPROCESSO
PROCESSO
ATIVIDADE
TAREFA
Visão Hierárquica do Processo 
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
29
30
Cadeia de Valor do Processo 
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
Tipos de Processos 
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
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32
Visa aprimorar os fluxos de trabalho de forma a maximizar a produtividade,
a qualidade das entregas e padronização da execução.
Trabalha com uma visão horizontal e interfuncional, indo além das
estruturas hierárquicas de comando e de controle em silos – trabalho com
equipes multidisciplinares.
Possui uma perspectiva sistêmica, contingencial, de sistema aberto, voltado
para o ambiente e para a incerteza.
As estruturas verticais podem ser substituídas ou complementadas por
cadeias de processos horizontais.
Gestão por Processos 
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Dimensões: Função X Processos 
Funções como CENTROS DE SERVIÇOS, 
orquestradas por 
processos de negócios
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33
34
GESTÃO POR PROCESSOGESTÃO FUCIONAL
Times multiespecializados, parceria.Áreas especializadas, foco interno.
Foco no desempenho do processo,
sistêmico, ponta a ponta.
Foco no desempenho funcional,
fragmentado, metas específicas.
Estrutura flexível, negociada,
colaborativa, horizontalizada.
Estrutura hierárquica rígida, foco
verticalizado, nas áreas.
Sistemas de informação integrados e
orquestrados por processos
Sistemas de informação focado nas
áreas funcionais.
Trabalho repetitivo, escopo
expansionista, complexo e adaptativo.
Trabalho repetitivo, escopo restrito,
mecanicista e linear.
Visão de Stakeholder.Visão de Shareholder.
Dimensões: Função X Processos 
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Ciclo de Vida da Gestão de Processos 
PLANEJAMENTO
ESTRATÉGICO
ANÁLISE 
MAPEAMENTO (AS IS)
(RE) DESENHO E 
MODELAGEM 
(MAPEAMENTO TO BE)
IMPLANTAÇÃO
(TO DO) 
MONITORAMENTO E 
CONTROLE
REFINAMENTO
Liderança
Cultura
Crenças
Valores
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Qualidade –
Melhoria e 
Redesenho
Reengenharia e 
Mudança de 
Paradigma
35
36
Desenho do Serviço Público 
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Desenho do Serviço Público 
Entender o desafio e o contexto do Design é uma abordagem que busca
gerar valor para as Pessoas.
A ideia é fazer um mapeamento da jornada do usuário e ver como ele se
sente – expectativas e vivências, revisar o processo – fazer um blueprint.
EPPGG em Diálogo – Desenho de serviços públicos 
com foco no usuário e governo digital
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
37
38
Blueprint (Service Blueprint)
ETAPAS 
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
Realizar o censo dos serviços públicos: catalogação dos serviços,
nome, etapas (momentos de interação do usuário), a quem se
destina, documentos necessários, estágio de digitalização do
serviço, entre outras.
Construir o mapa de contexto – cenário específico do usuário:
hipóteses, pontos de contato, experiências, riscos – escuta
qualificada.
Mapear a jornada do usuário – quem são, ouvir informações,
delimitar requisitos, conexões, construir mapa de empatia, palco,
backstage.
Blueprint (Service Blueprint)
ETAPAS 
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Construir a linha de interação do cliente; linha de visibilidade
(processos invisíveis para o cliente realizados por funcionários);
linha de ação interna (parceiros/funcionários que não tem
contato com o cliente e dão suporte)
Realizar ideação – possíveis soluções do usuário.
Realizar a Prototipação: simular a experiência do usuário com a
solução final, antes de tirar a ideia do papel.
Fazer teste A/B – teste de bucket: comparação do desempenho
de duas versões para ver qual delas atrai mais visitantes.
39
40
Blueprint (Service Blueprint)
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
41
42
Mudança de processo, para criar oportunidades ou resolver
problemas – Etapas: realizar o censo; mapa do contexto; jornada do
usuário; ideação; blueprint; prototipação; teste A/B.
BLUEPRINT
Mudança de processo, focado no desperdício e na melhoria contínua.LEAN DESIGN
Mudança de processo, para reduzir a variabilidade e realizar uma
medida de sucesso (3,4 defeitos por 1 milhão de oportunidades), ciclo
DMAIC ou DMADV.
SIX SIGMA
Filosofia de mudança e melhoria contínua, focado na qualidade e na
padronização dos processos – utiliza o 5S (senso de utilização,
organização, limpeza, padronização e autodisciplina); PDCA (Plan, do,
check e act); MASP (problema, observação, análise e plano de ação;
ação; verificação; padronização e conclusão).
KAIZEN 
5S, PDCA, MASP
Mudança e melhoria drástica, fundamental e radical dos processos.REENGENHARIA
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
Resumo – Desenho de Processos 
Levantamento de informações internas (pontos fortes e pontos
fracos) e externas (oportunidades e ameaças).
SWOT
Levantamento de informações dos elementos de um processo
(fornecedor, entrada, processamento, saída, cliente).
SIPOC
Levantamento de informações de melhores desempenhos, para se
produzir mudanças e “ser o melhor”.
BENCHMARKING
Levantamento de informações, através da observação e análise do
processo a partir de limites, para verificar os desvios do padrão.
CARTA DE 
CONTROLE
Levantamento de informações, através da observação e análise do
processo, realizando um checklist.
LISTA DE 
VERIFICAÇÃO
Levantamento de informações, que verifica mudanças nas
subpopulações, através da decomposição dos dados.
ESTRATIFICAÇÃO
Resumo – Desenho de Processos 
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
43
44
Levantamento de informações relacionadas à distribuição de
frequência e a variação dos resultados de um processo.
HISTOGRAMA
Levantamento de informações, que identificam as causas
hierarquizadas de um problema (máquina, mão de obra; material;
método, meio ambiente e medida).
ISHIKAWA
Análise do processo para verificar a correlação entre duas variáveis.DISPERSÃO
Análise do processo para identificar prioridades que geram a maior
frequência de acontecimentos (maiorias triviais, minorias essenciais).
PARETO 80-20
Análise do processo para identificar prioridades – gravidade
(importância); urgência (tempo); tendência (evolução).
GUT
Resumo – Desenho de Processos 
Prof. ElisabeteMoreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
Avaliação de causas e escolha de alternativas, a partir de critérios mais
racionais.
ÁRVORE DE 
DECISÃO
Avaliação de causas e escolha de alternativas com atribuição de pesos
para cada critério.
MULTICRITÉRIO
Representação lógica dos passos de um processo, para análise e
melhorias do processo. Utiliza-se de simbologias.
FLUXOGRAMA
Representação lógica dos passos de um processo, com notação
específica utilizando a TI como plataforma.
MODELAGEM 
BPMN
Plano de ação, que envolve a discriminação das variáveis: Who, When,
Where, What, Why, How, How Much.
5W2H
Resumo – Desenho de Processos 
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
45
46
TÉCNICAS DE IDEAÇÃO – DESENHO DE PROCESSOS
Alternativa
mais viável
Todos
escolhem
Lançamento de ideias 
sem julgamento
PresencialBRAINSTORMING
Ideação
Alternativa
mais viável
Várias
rodadas
Lançamento de ideias 
escritas – acrescenta-se 
ideias num papel
PresencialBRAINWRITING
Ideação
Maior
pontuação
Atribui-se
nota
Escreve as ideias, 
apresentação individual
Presencial
/eletrônico
GRUPO NOMINAL
Ideação
ConsensoVárias
rodadas
Realização de 
questionários, 
compilação e liderança
AnônimoDELPHOS
Ideação
Resumo – Desenho de Processos 
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
47
48
OBRIGADA!
Profª. Elisabete Moreira
Língua Espanhola
Prof. Adinoél Sebastião
GESTÃO DE PESSOAS
Prof. Douglas Schneider
49
50
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Prof. Douglas Schneider
Motivação
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
51
52
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Hierarquia das Necessidades (A. Maslow,
1943)
Conceito
Hierarquia composta de cinco necessidades – fisiológicas, de segurança, sociais, de
estima e de autorrealização. Na medida em que cada uma delas é satisfeita, a seguinte
torna-se dominante.
Robbins (2010)
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Hierarquia das Necessidades
Necessidades
1. Fisiológica: inclui fome, sede, abrigo, sexo e outras necessidades corporais.
2. Segurança: segurança e proteção contra danos físicos e emocionais.
3. Social: afeição, aceitação, amizade e o sentimento de pertencer a um grupo.
4. Estima: fatores internos de estima, como respeito próprio, realização e autonomia, e
fatores externos, como status, reconhecimento e atenção.
5. Autorrealização: ímpeto de se tornar tudo aquilo que se é capaz de ser. Inclui
crescimento, alcance do próprio potencial e autodesenvolvimento.
53
54
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Hierarquia das Necessidades
Fonte: adaptado de Robbins (2010, p. 198).
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Hierarquia das Necessidades
Fonte: Chiavenato (2021, p. 56).
55
56
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
57
58
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Teoria dos Dois Fatores (Herzberg, 1959)
Conceito
Teoria que estipula que fatores intrínsecos estão associados à satisfação com trabalho,
enquanto fatores extrínsecos estão relacionados com a insatisfação.
Robbins (2010)
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Teoria dos Dois Fatores
Fatores higiênicos
Fatores – como políticas da empresa, supervisão, condições de trabalho e remuneração
– que, quando adequados, tranquilizam os trabalhadores, ou seja as pessoas não
ficarão insatisfeitas. Por isso, são chamados fatores insatisfacientes.
59
60
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
 Condições de trabalho e conforto
 Políticas da organização e administração
 Relações com o supervisor
 Competência técnica do supervisor
 Salário e remuneração
 Segurança no cargo
 Relações com colegas
Fatores
higiênicos
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Teoria dos Dois Fatores
Fatores motivacionais
Fatores associados com o trabalho em si ou com seus resultados diretos, como chances de
promoção, oportunidades de crescimento pessoal, reconhecimento, responsabilidade e
realização, consideradas intrinsecamente recompensadoras. Por essa razão, são
chamados fatores satisfacientes.
61
62
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
 Delegação de responsabilidade
 Liberdade de decidir como executar o
trabalho
 Oportunidades de promoção
 Uso pleno das habilidades pessoais
 Estabelecimento de objetivos e
avaliação relacionada com eles
 Ampliação ou enriquecimento do cargo
(horizontal ou verticalmente)
Fatores
motivacionais
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
63
64
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Gabarito
1-A
2-A
3-C
4-C
5-B
65
66
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Prof. Douglas Schneider
Avaliação de 
desempenho
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
67
68
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Como avaliar o desempenho?
Métodos tradicionais
1. Escala gráfica (Likert)
2. Escolha forçada (frases)
3. Pesquisa ou revisão de campo (entrevista com especialistas)
4. Incidentes críticos (extremos)
5. Listas de verificação (checklist)
6. Comparação por pares
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Métodos tradicionais
Escalas 
gráficas 
(Likert)
Fonte: Chiavenato (2014, p. 218)
69
70
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Métodos tradicionais
Escolha 
forçada 
(frases)
Fonte: Chiavenato (2014, p. 219)
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Métodos tradicionais
Pesquisa de campo 
(especialistas)
Fonte: Chiavenato (2014, p. 220)
71
72
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Métodos tradicionais
Incidentes críticos (extremos)
Fonte: Chiavenato (2014, p. 220)
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Métodos tradicionais
Listas de 
verificação 
(checklists)
Fonte: Chiavenato (2014, p. 221)
73
74
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Como avaliar o desempenho?
Métodos modernos
1. Autoavaliação
2. Métodos mistos ou combinados
3. Para cima (bottom-up)
4. Avaliação participativa por objetivos (APPO)
5. 360 graus
75
76
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Métodos modernos
Avaliação participativa por objetivos (APPO)
1. Formulação de objetivos consensuais
2. Comprometimento pessoal quanto ao alcance dos objetivos
3. Negociação sobre a alocação dos recursos e meios
4. Desempenho
5. Constante monitoramento dos resultados e comparação com os objetivos
6. Retroação intensiva e contínua
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Métodos modernos
Avaliação participativa por objetivos (APPO)
Fonte: Chiavenato (2014, p. 226)
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Métodos modernos
Avaliação 360°
Trata-se de uma avaliação que é feita de modo circular por todos os elementos que
mantêm alguma forma de interação com o avaliado. Assim, participam da avaliação o
superior, os colegas e pares, os subordinados, os clientes internos e externos, os
fornecedores e todas as pessoas que giram em torno do avaliado com uma abrangência
de 360°.
Chiavenato (2014, p. 226)
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Métodos modernos
Avaliação 360°
Fonte: Chiavenato (2014, p. 227)
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Métodos modernos
Avaliação 360°
Vantagens
1. O sistema é mais compreensivo e as avaliações provêm de múltiplas perspectivas
2. A qualidade da informação é melhor
3. Complementa as iniciativas da qualidade total
4. Enfatiza os clientes internos/externos e o espírito de equipe
5. Como a retroação vem de vários avaliadores, pode haver preconceitos e prejuízos
6. A retroação fornecida pelo entorno permite o autodesenvolvimento do avaliado
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Métodos modernos
Avaliação 360°
Desvantagens
1. O sistema é administrativamente complexo para combinar todas as avaliações
2. A retroação pode intimidar e provocar ressentimentos no avaliado
3. Pode envolver avaliações conflitivas emitidas sob diferentes pontos de vista
4. O sistema requer treinamento dos avaliadores para funcionar bem
5. As pessoaspodem fazer conluio ou jogo para dar avaliação inválida para as
outras
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Erros de avaliação
 Efeito halo/horn (único aspecto positivo/negativo)
 Leniência/severidade (complacência/rigor)
 Recenticidade (fatos mais recentes)
 Tendência central (média)
 Projeção (características do avaliador)
 Efeito contraste (comparação)
 Estereotipagem (preconceito)
 Percepção seletiva
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Gabarito
1-C
2-D
3-E
4-B
5-A
6-B
7-C
8-B
89
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Trabalho em
equipe
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Grupos vs. equipes
EQUIPESGRUPOS
São conjuntos de pessoas com um objetivo comum em menteSão conjuntos de pessoas sem um objetivo comum
As pessoas têm e compartilham os mesmos interessesAs pessoas podem ter o mesmo interesse
As pessoas decidem de maneira conjuntaAs pessoas decidem de maneira individual
As pessoas agem de maneira conjuntaAs pessoas agem de maneira individual
Têm forte interconectividade e intercâmbio de ideiasNão há interconectividade ou intercâmbio de ideias
Resultam em uma multiplicação de esforços das pessoasResultam em uma soma de esforços das pessoas
Há forte interação emocional e afetivaNão há interação emocional ou afetiva
Fonte: Chiavenato (2014, p. 199)
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Grupo de funcionários
do mesmo nível
hierárquico, mas de
diferentes setores da
empresa, que se juntam
para cumprir uma tarefa. Pode 
resultar em redução de custos e de 
tempo dos processos,
além de melhoria da qualidade.
1.
Tipos de equipes
funcionais
cruzadas
ou
multifuncionais
equipes
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Formadas especialmente para 
desenhar um novo produto ou serviço. 
Os participantes são designados na 
base de sua habilidade para 
contribuir para o sucesso. O grupo 
debanda depois de completada a 
tarefa.
2.
Tipos de equipes
equipes de
projetos
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Compostas de pessoas altamente 
treinadas para desempenhar um 
conjunto de tarefas interdependentes 
dentro de uma unidade natural de 
trabalho. Os membros usam o 
consenso na tomada de decisão para 
desempenhar o trabalho, resolver 
problemas ou lidar com clientes.
3.
Tipos de equipes
equipes
autodirigidas
ou
autogerenciadas
equipes
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A força-tarefa é designada para 
resolver imediatamente um 
problema. O grupo fica responsável 
por um plano de longo prazo para a 
resolução do problema que pode 
incluir a implementação da solução 
proposta.
4.
Tipos de equipes
equipes de
força-tarefa
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Com pessoas da mesma área que se 
reúnem algumas horas por semana 
para discutir formas de melhorar a 
qualidade, a eficiência e o ambiente 
de trabalho que afetam todos os 
departamentos ou funções envolvidas. 
Os membros são designados pelo nível 
superior. 
5.
Tipos de equipes
melhoria de
processos
de resolução
de problemas
ou
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Grupos que usam a tecnologia da 
informação para reunir seus membros, 
fisicamente dispersos, e permitir que 
eles atinjam um objetivo comum.
6.
Tipos de equipes
equipes
virtuais
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Gabarito
1-A
2-E
3-B
101
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Negociação e
Gestão de conflitos
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CESGRANRIO / IPEA / 2024
1. Na gestão de pessoas, é importante reconhecer os fatores internos que provocam a
variabilidade da ação humana em organizações e que podem diferir em função de
elementos fisiológicos, ambientais e psicológicos. Passa a ser relevante na gestão de
pessoas compreender a forma como cada indivíduo observa e apreende o que ocorre
ao seu redor e como isso impacta seu desempenho. Assim, o processo de observar e
apreender a realidade depende de critérios e filtros que cada indivíduo utiliza para
interpretar as ações, os acontecimentos e o contexto em que ocorrem.
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CESGRANRIO / IPEA / 2024
1. (...) Esse processo é variável e explicado pelo conceito de
A) estereótipo
B) dissonância
C) confiança
D) normatização
E) percepção
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CESGRANRIO / AGERIO / 2023
2. Devido à pandemia da Covid-19, uma companhia aérea perdeu muitos negócios e foi
obrigada a propor uma drástica redução de custos de mão de obra, o que resultou na
demissão de mais de mil funcionários. O sindicato não concordou com as demissões e
propôs uma redução de benefícios. A administração da companhia fechou um acordo
com o sindicato, no qual se reduziriam os benefícios dos empregados em troca de ações
da empresa.
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CESGRANRIO / AGERIO / 2023
2. (...) Nessa situação, ambas as partes abriram mão de algo em troca de uma
contrapartida. Observa-se, nesse caso, uma estratégia de resolução de conflitos
denominada
A) competição
B) acomodação
C) evitamento
D) colaboração
E) compromisso
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Estilos de Administração de Conflitos
1. Evitamento (evasão/abstenção/fuga/afastamento/abandono)
É uma atitude não assertiva e não cooperativa. Ao se afastar a pessoa não se
empenha em satisfazer os seus interesses, tampouco coopera com a outra pessoa. O
indivíduo coloca-se diplomaticamente à margem do conflito, às vezes adiando o assunto
para um momento mais adequado ou, então, simplesmente recuando diante de uma
situação de ameaça (física, emocional ou intelectual).
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Estilos de Administração de Conflitos
Ocasiões em que o estilo evitação pode ser adotado:
- Quando o custo de um confronto é maior do que o
benefício que o resultado possa trazer.
- Se ambas as partes considerarem a questão pouco
significativa.
- Quando as duas partes precisarem reduzir as tensões e
esfriar a cabeça.
- Para resguardar sua neutralidade ou reputação.
- Quando há uma real possibilidade do problema sumir
sozinho.Fonte: Robbins (2010, p. 442)
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Estilos de Administração de Conflitos
2. Competição (dominação/sobreposição/imposição)
É uma atitude assertiva e não cooperativa, onde prevalece o uso do poder. Ao
competir o indivíduo procura atingir os seus próprios interesses em detrimento dos
interesses da outra pessoa. É um estilo agressivo e antagônico onde o indivíduo faz uso
do poder para vencer. A competição pode significar "proteger seus direitos", defender
uma posição na qual acredita, ou simplesmente querer ganhar.
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Estilos de Administração de Conflitos
Mesmo sendo um estilo coercitivo, há ocasiões em que o
uso da competição é justificável e pode ter resultados
positivos. Eis alguns exemplos:
- Quando ações rápidas e decisivas são vitais como, por
exemplo, numa emergência, e não há tempo para troca
de opiniões.
- Quando estão em jogo princípios importantes.
- Quando você está num beco sem saída, numa situação
de "ou ele ou eu".
- Quando nem o diálogo nem o tempo ajudaram a
resolver o conflito que tende a se deteriorar cada vez
mais.
Fonte: Robbins (2010, p. 442)
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Estilos de Administração de Conflitos
3. Acomodação (condescendência)
É uma atitude não assertiva, cooperativa e autossacrificante, o oposto de competir. Ao
acomodar a pessoa renuncia aos seus próprios interesses para satisfazer os interessesda
outra parte. A acomodação é identificada por um comportamento generoso, altruísta,
dócil à vontade da outra pessoa ou, então, abrindo mão de seu ponto de vista a favor
do outro.
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Estilos de Administração de Conflitos
A acomodação, quando aplicada no momento adequado,
pode trazer bons resultados. Eis alguns exemplos:
- Quando é especialmente importante preservar a
harmonia e evitar uma quebra no relacionamento.
- Para demonstrar generosidade de sua parte.
- Quando a questão é muito mais importante para o outro
e você tem pouco a perder, e é útil para manter um
relacionamento colaborativo.
- Quando você está batido, e a competição só irá
prejudicar seus interesses.
Fonte: Robbins (2010, p. 442)
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Estilos de Administração de Conflitos
4. Compromisso (acordo/transigência/concessão)
É uma posição intermediária entre assertividade e cooperação. O indivíduo procura
soluções mutuamente aceitáveis, que satisfaçam parcialmente os dois lados. Ele abre
mão de alguma coisa, desde que em contrapartida receba algo em troca que seja de
seu interesse. O acordo significa trocar concessões ou, então, procurar por uma rápida
solução de meio termo. É uma espécie de “toma-lá-dá-cá”.
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Estilos de Administração de Conflitos
Eis alguns casos em que estilo compromisso pode trazer
bons resultados:
- Quando todos têm a perder se não chegarem a um
entendimento.
- Quando os dois lados têm a mesma força.
- Quando você quer chegar a um acordo temporário para
situações complexas.
- Quando, mesmo que os prejuízos sejam inevitáveis, as
perdas puderem ser reduzidas para os dois lados.
Fonte: Robbins (2010, p. 442)
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Estilos de Administração de Conflitos
5. Colaboração (integração/ganha-ganha)
É uma atitude tanto assertiva quanto cooperativa. Ao colaborar, o indivíduo procura
trabalhar com a outra pessoa tendo em vista encontrar uma solução que satisfaça
plenamente os interesses das duas partes. Significa aprofundar o assunto para
identificar as necessidades e os interesses dos dois lados e encontrar uma solução
satisfatória para todos os envolvidos.
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Estilos de Administração de Conflitos
Alguns exemplos do uso apropriado do estilo
colaboração:
- Quando você precisa encontrar uma solução integrada e
as necessidades e interesses de ambas as partes são por
demais importantes para serem ignoradas.
- Quando existe um ambiente de mútua confiança.
- Quando você quer o comprometimento dos outros
através de uma decisão consensual.
- Quando ambas as partes ganham mais juntas do que
isoladamente.
Fonte: Robbins (2010, p. 442)
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Resumo
Fonte: Robbins (2010, p. 442)
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CESGRANRIO / Transpetro / 2023
3. Um taifeiro entrou em atrito com um colega, e as hostilidades interpessoais e o choque
de personalidades reduziram a compreensão mútua, dificultando a realização das
tarefas a bordo do navio. Essa situação pode ser caracterizada como conflito de
A) papéis
B) tarefa
C) processo
D) relacionamento
E) interdependência conjunta
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Origem (natureza)
Origem do comportamento humano: 
é a parte mais complexa e integral 
de todo o tipo de conflito, pois cada 
um tem seu universo particular 
composto de uma matriz de 
sentimentos, reações e pensamentos
1.
119
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Origem (natureza)
Origem estrutural: se refere a 
normas, políticas e procedimentos, e 
particularmente fluxos de 
informações da própria empresa
2.
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Origem (natureza)
Origem externa: onde muitos 
conflitos que vêm do mundo externo 
são necessários e fazem parte do 
negócio, como tensões de mercado e 
aspectos de entidades públicas e 
governo
3.
121
122
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Outras origens 1.
Diferenciação2.
Interdependências3.
Choque de personalidade4.
Recursos escassos5.
Objetivos conflitivos6.
Falhas de comunicação7.
Conflitos anteriores8.
Papel ambíguo
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Visões
Crença de que todo conflito é 
disfuncional e deve ser 
evitado a todo custo.
Visão
tradicional
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Visões
Conflito é natural e inevitável
nos grupos, portanto deve ser 
aceito.
Visão
Relações Humanas
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Visões
Crença de que o conflito
é não apenas uma força
positiva em um grupo,
mas absolutamente
necessário para que seu
desempenho seja eficaz, 
portanto deve ser estimulado.
Visão
interacionista
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CESGRANRIO / UNIRIO / 2019
4. Um psicólogo é designado para assessorar o processo de negociação sobre salários e
benefícios de uma universidade. Os funcionários estão na mesa de negociação,
determinados a obter tanto quanto puderem da gerência. Como cada centavo a mais
negociado no trabalho aumenta os custos de gestão, cada parte negocia de forma
agressiva e, muitas vezes, trata o outro como um adversário que deve ser derrotado.
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CESGRANRIO / UNIRIO / 2019
4. (...) Nesse caso, portanto, há um processo de negociação
A) integrativa
B) distributiva
C) funcional
D) estagnada
E) conciliadora
127
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Dimensões da Adm. de Conflitos
Considera que todas as 
negociações envolvem a 
distribuição de 
resultados, onde o ganho de 
uma das partes significa a 
perda da outra parte.
Dimensão
distributiva
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Dimensões da Adm. de Conflitos
É contrária à abordagem 
distributiva e ocorre quando as 
partes tentam tirar algo mais
da negociação.
Dimensão
integrativa
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Dimensões da Adm. de Conflitos
Fonte: Ésther (2013)
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CESGRANRIO / UNIRIO / 2019
5. O chefe de um departamento formou um grupo de trabalho com cinco participantes,
que não se conheciam, para elaborar um novo sistema de matrícula na universidade.
Depois de quatro meses de trabalho, desenvolveram-se relacionamentos mais próximos
entre os membros do grupo, que passaram a demonstrar coesão, forte senso de
identidade e de camaradagem.
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Prof. Douglas Schneider
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CESGRANRIO / UNIRIO / 2019
5. (...) Se for avaliado o processo evolutivo desse grupo, será constatado que ele se
encontra em um estágio de desenvolvimento caracterizado como
A) tormenta
B) interrupção
C) normatização
D) desempenho
E) aceitação mútua
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Modelo de Tuckman
Fonte: Robbins (2010, p. 303)
133
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Modelo de Tuckman
1. Formação (Forming)
É o estágio inicial, no qual os membros estão começando a interagir. É caracterizado por
uma grande dose de incerteza sobre os propósitos do grupo, sua estrutura e sua
liderança. Os membros estão “reconhecendo o terreno” para descobrir quais
comportamentos são aceitáveis. É neste momento que os membros começam a pensar em
si mesmos como partes do grupo.
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Modelo de Tuckman
2. Tormenta / Atrito / Confusão (Storming)
Caracterizado pela ocorrência de diversos conflitos no grupo. Os indivíduos já
reconhecem a existência do grupo, mas demonstram resistência em relação aos limites
da individualidade. Há também conflito quanto a definição de quem irá liderar o
grupo. É durante a tormenta que os membros medem forças, estabelecendo uma espécie
de hierarquia das relações dentro do grupo. Após o encerramento desta etapa, esta
hierarquia estará relativamente clara para os membros do grupo.
135
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Modelo de Tuckman
3. Normatização / Normação (Norming)
Começa a havercoesão no comportamento do grupo, tornando os integrantes mais
próximos uns dos outros. Surge um sentido de identidade coletiva, camaradagem e os
membros começam a agir como uma unidade coordenada. Ao final deste estágio a
estrutura do grupo se torna mais sólida, de tal forma que o grupo assimila um conjunto
de expectativas que definem qual deverá ser o comportamento mais adequado para o
grupo.
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@adm.em1minuto
Modelo de Tuckman
4. Desempenho (Performing)
É o estágio no qual a estrutura do grupo é funcional e aceita, ocorre após o
estabelecimento da hierarquia – estágio da tormenta – e das normas – normatização.
Nesta fase, o grupo está coeso e a sua energia é canalisada nas tarefas a serem
realizadas. Nos grupos permanentes de trabalho, este pode ser considerado o último
estágio de formação, sendo que a etapa do desempenho continuará ocorrendo de
forma contínua. Em grupos temporários, haverá ainda a etapa de interrupção.
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Modelo de Tuckman
5. Interrupção / Dissolução (Adjourning / Transfering)
É o estágio final do desenvolvimento dos grupos temporários, pois prepara o grupo
para seu fim. Como as atividades deverão ser concluídas e o grupo dissolvido, o foco
deixa de ser o desempenho das tarefas e passa para o encerramento dos trabalhos.
Nesta etapa, podem surgir sentimentos conflitantes dentro do grupo. Enquanto alguns
membros se sentem mais contentes com o desempenho obtido, outros ficam abatidos com
o encerramento e com o fim da amizade nascida a partir do convívio.
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CESGRANRIO / UNIRIO / 2019
6. No ambiente organizacional, nem todos os conflitos são ruins para a tomada de
decisão. Uma vez que diferentes membros de um grupo têm experiências e
conhecimentos diferentes, eles enxergam o problema de forma distinta e podem propor
soluções diferentes, sendo necessário, por vezes, que haja diferentes opiniões para que
se encontre a melhor decisão para a empresa. O desafio é construir uma cultura
organizacional que possibilite o conflito sem que haja brigas entre as pessoas.
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Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
CESGRANRIO / UNIRIO / 2019
6. (...) Esse tipo de conflito, baseado em diferenças de opinião, no exame e na
comparação das alternativas apresentadas para que a melhor solução seja tomada, é
denominado conflito
A) direto
B) afetivo
C) cognitivo
D) controlado
E) interpessoal
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CESGRANRIO / UNIRIO / 2019
7. Os vice-reitores administrativo e acadêmico de uma universidade do Rio de Janeiro
reconhecem a importância dos lucros para a organização, mas acreditam que, para
implementar a cidadania corporativa, é preciso desempenhar um papel ativo em
programas sociais relevantes. O vice-reitor administrativo, no entanto, acha que a melhor
maneira de fazer isso é doar uma parte dos lucros da organização para uma causa
social; já o vice-reitor acadêmico acha que a universidade deve ser mais ativa, devendo
patrocinar todos os projetos sociais em andamento no Estado.
141
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CESGRANRIO / UNIRIO / 2019
7. (...) Nesse caso, observa-se um conflito
A) judicial
B) sequencial
C) de processo
D) de relacionamento
E) ganha-ganha
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Abordagens de tratamento
Abordagem estrutural
Consiste na busca pelo controle do conflito através da modificação dos elementos que
tratam das percepções criadas pelas condições de diferenciação, de recursos limitados e
escassos e de interdependência. Esta abordagem atua a fim de:
1. reduzir a diferenciação dos grupos
2. interferir nos recursos compartilhados
3. reduzir a interdependência
Utilizada ANTES do 
conflito
143
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Abordagens de tratamento
Abordagem de processo
Busca a modificação do processo. Esta abordagem intervém diretamente no conflito.
Pode ocorrer por de três maneiras distintas, mas complementares:
1. desativação do conflito
2. reunião de confrontação
3. colaboração
Utilizada DURANTE o 
conflito
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Abordagens de tratamento
Abordagem mista
Busca administrar o conflito tanto na estrutura quanto no processo. Permite duas
maneiras:
1. adoção de regras
2. criação de papéis integradores (papéis de ligação)
Utilizada ANTES e 
DURANTE o conflito
145
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Gabarito
1-E
2-E
3-D
4-B
5-C
6-C
7-C
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Clima, cultura e 
comportamento
147
148
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CESGRANRIO / ELETROBRAS / 2022
1. Um dos modelos mais utilizados para o diagnóstico cultural de uma organização é o
modelo dos valores concorrentes ou valores competitivos. Um gerente aplicou esse
modelo de diagnóstico na sua empresa e identificou: um forte valor atribuído à
flexibilidade e à liberdade de ação, com foco para dentro da organização; eficácia
valorizada em termos da coesão e do moral dos indivíduos; líderes mentores e
conselheiros; lugar amigável para se trabalhar, com uma grande parcela de
comprometimento e lealdade.
Prof. Douglas Schneider
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CESGRANRIO / ELETROBRAS / 2022
1. (...) Nesse contexto, identifica-se que nessa empresa há aspectos de uma cultura
organizacional denominada
A) clã
B) mercado
C) hierárquica
D) exigente
E) adhocracia ou inovadora
149
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(5) Tipos de cultura (Cameron & Quinn,
2006)
Fonte: Cameron e Quinn (2006, p. 50).
Prof. Douglas Schneider
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(5) Tipos de cultura (Cameron & Quinn,
2006)
1. Clã: enfatiza a flexibilidade e o foco interno, promove um ambiente de
trabalho semelhante a uma família, com líderes que atuam como mentores ou
figuras parentais.
2. Adhocracia: também valoriza a flexibilidade, mas com foco no dinamismo, na
inovação e na criatividade, buscando estar à frente no desenvolvimento de
novos produtos ou serviços.
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Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
(5) Tipos de cultura (Cameron & Quinn,
2006)
3. Mercado (empreendedora): enfoca a competição e os resultados, com líderes
que são exigentes e focados em metas e objetivos externos, como participação
no mercado e lucratividade.
4. Hierárquica (burocrática): caracterizada pela sua estrutura formal e
procedimentos bem definidos, com liderança baseada em controle e eficiência
operacional.
Prof. Douglas Schneider
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CESGRANRIO / IBGE / 2016
2. A cada semestre os funcionários são avaliados e aqueles que apresentam os melhores
resultados são premiados em eventos que contam com a presença de todos os
empregados e seus familiares. Nessas ocasiões, também são lembrados todos os avanços
conseguidos pela empresa a partir de seus melhores funcionários.
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Prof. Douglas Schneider
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CESGRANRIO / IBGE / 2016
2. (...) Esses momentos servem para reforçar as normas e os valores da organização, e
correspondem a uma forma de transmissão da cultura organizacional denominada
A) mito
B) linguagem
C) cerimônia
D) confirmação
E) rito de passagem
Prof. Douglas Schneider
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(4) Ritos
Atividades padronizadas e repetitivas usadas em épocas especiais para influenciar o
comportamento dos membros da organização, ou seja, são cerimônias que continuamente
reforçam normas e valores fundamentais. Beyer e Trice (1984) identificaram seis tipos de
ritos:
1. Ritos de passagem: são os programas de ambientação, socialização ou integração
2. Ritos de degradação: o processo de demissão ou substituição
3. Ritos de confirmação (reforço): seminários para reforçar a identidade social e seu
poder de coesão
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Prof. Douglas Schneider
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(4) Ritos
4. Ritos de reprodução (renovação): atividades de desenvolvimento organizacional
5. Ritos de negociação: processos de negociação coletiva ou administração de
conflitos
6. Ritos de integração: festas internase/ou externas nas organizações
Prof. Douglas Schneider
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CESGRANRIO / Petrobras / 2015
3. Dois alunos do curso de Administração estavam conversando sobre os aspectos da
cultura organizacional da instituição de ensino na qual estudam. O primeiro disse que a
cultura organizacional consiste no conjunto de valores e crenças compartilhados entre o
nível estratégico da organização e afirmou que os empregados dos demais níveis
organizacionais, por estarem em posição de subordinação, não apresentam aspectos
culturais para serem compartilhados na empresa. O segundo aluno explicou que a
cultura organizacional abrange, além das normas formais, um conjunto de regras
implícitas, que vinculam as atitudes tomadas pelos indivíduos na organização e que essa
cultura envolve também um conjunto de pressupostos psicossociais.
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Prof. Douglas Schneider
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CESGRANRIO / Petrobras / 2015
3. (...) De acordo com o exposto acima, a análise da conversa entre os dois alunos
permite afirmar que
A) ambos os alunos estão corretos em suas explicações sobre a cultura organizacional.
B) ambos os alunos estão errados em suas explicações sobre a cultura organizacional.
C) somente o primeiro aluno está correto na sua afirmação sobre o que constitui a cultura
organizacional.
Prof. Douglas Schneider
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CESGRANRIO / Petrobras / 2015
3. (...) De acordo com o exposto acima, a análise da conversa entre os dois alunos
permite afirmar que
D) somente o segundo aluno está correto em sua explicação sobre os elementos que
constituem a cultura organizacional.
E) somente o segundo aluno está errado em sua explicação sobre os elementos que
constituem a cultura organizacional.
159
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Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Cultura organizacional
(1) Conceito
Um conjunto de pressupostos básicos compartilhados por todos os membros do grupo
e que esse inventou, descobriu ou desenvolveu ao aprender como lidar com os problemas
de adaptação externa e integração interna e que funcionam bem o suficiente para
serem considerados válidos e ensinados a novos membros como a forma correta de
perceber, pensar e sentir, em relação a esses problemas.
Schein (2009)
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
(2) Elementos
1. Artefatos e criações – se caracterizam como o nível mais superficial da cultura,
configurando as estruturas e processos organizacionais e as manifestações visíveis,
que incluem a linguagem, arquitetura, tecnologia, objetos decorativos, vestuários e as
cerimônias observadas
2. Normas e valores – são as filosofias, estratégias e metas, ou seja, são as regras,
princípios, normas e valores éticos que direcionam o comportamento de um grupo,
seus objetivos e os meios utilizados para atingi-los
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(2) Elementos
3. Pressupostos básicos e premissas – esses refletem as crenças inconscientes e
inquestionáveis, que estão no nível mais profundo, sendo perceptíveis a partir de uma
investigação mais profunda da cultura organizacional
Prof. Douglas Schneider
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(2) Elementos
Fonte: elaborado com base em Schein (2009).
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164
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CESGRANRIO / Petrobras / 2015
4. Todos os dias pela manhã, os alunos e os professores do colégio Y, em uma cidade do
Amazonas, reúnem-se no pátio do colégio para cantarem o Hino Nacional Brasileiro e o
do colégio. Logo após, o diretor relembra aos alunos as histórias dos fundadores do
colégio e sua relação com a proposta de educar famílias ribeirinhas. Esse relato
evidencia, respectivamente, os seguintes elementos da cultura organizacional:
A) mitos e heróis
B) linguagem e ritos
C) cerimônias e mitos
D) ritos e cerimônias
E) rituais e heróis
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CESGRANRIO / Petrobras / 2015
5. Uma empresa do setor de energia está passando por uma reestruturação para que
possa tornar-se mais competitiva e ágil em relação às demandas do mercado em que
atua. O consultor que está conduzindo esse processo identificou alguns elementos que
dificultam as mudanças. Esses elementos compõem a cultura organizacional. A cultura
organizacional é composta por três níveis:
A) a estrutura organizacional, o porte da empresa e o setor em que atua.
B) o porte da empresa, o mercado em que atua e o seu público-alvo.
165
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CESGRANRIO / Petrobras / 2015
5. (...) A cultura organizacional é composta por três níveis:
C) os membros da organização, o mercado em que a empresa atua e o seu público-alvo
D) os membros da organização, os valores compartilhados e os seus clientes.
E) os artefatos, os valores compartilhados e os pressupostos básicos.
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CESGRANRIO / BB / 2014
6. Cada empresa constrói a cultura de acordo com os elementos que considera
importantes para o seu negócio, com seus valores e suas crenças. Algumas empresas têm
uma cultura bem sedimentada, com valores compartilhados por todos, não havendo
grandes divergências em relação aos seus principais elementos. Uma empresa que
apresenta tais características tem uma cultura
A) adaptativa
B) conservadora
C) forte
D) fraca
E) psicossocial
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(5) Tipos de cultura
Aberta (adaptativa) Fechada (conservadora)
 Estruturada
 Orientada para a tarefa
 Individualista
 Tensa
 Voltada para a estabilidade
 Estimula os riscos
 Apoiadora
 Humanística
 Orientada para a equipe
 De fácil convivência
 Voltada para o crescimento
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(5) Tipos de cultura
Forte Fraca
Seus valores são compartilhados
intensamente pela maioria dos 
funcionários e influencia 
comportamentos e expectativas. 
Portanto, possuem um impacto maior 
sobre o comportamento do funcionário 
e produzem um efeito mais positivo
sobre a organização.
São culturas que podem ser mais 
facilmente alteradas. Quando existem, 
por exemplo, grandes discordâncias de 
percepção da realidade 
organizacional, percebe-se uma cultura 
fraca.
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CESGRANRIO / BB / 2014
7. As atividades realizadas em uma empresa diferem das realizadas nas demais
empresas em função de diversos aspectos, sejam esses operacionais, culturais,
mercadológicos, dentre outros. A cultura organizacional, que contribui ativamente para a
diferenciação entre as organizações, é criada e preservada pelas pessoas que, juntas,
formam a organização. Essa abordagem tem como base que a cultura organizacional é
A) facilmente mudada
B) relativa ao mercado
C) construída socialmente
D) estruturada no nível operacional
E) desvinculada da história da organização
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Gabarito
1-A
2-C
3-D
4-E
5-E
6-C
7-C
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172
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Prof. Douglas Schneider
Liderança
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CESGRANRIO / Transpetro / 2023
1. O chefe de uma equipe é considerado por todo o grupo como um líder autêntico,
genuíno, digno de confiança e verdadeiro. No seu estilo de liderança, devem predominar
comportamentos como
A) condução do grupo em direção às metas estabelecidas, esclarecendo as exigências
das tarefas e fixando a diretrizes necessárias para sua execução.
B) valorização das contribuições dos seguidores construídos sobre uma fundação ética,
agindo segundo seus valores e crenças, de forma aberta e honesta.
173
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CESGRANRIO / Transpetro / 2023
1. (...) No seu estilo de liderança, devem predominar comportamentos como
C) consulta aos subordinados sobre problemas, considerando as sugestões deles antes de
tomar uma decisão e limitando-se aos fatos em suas críticas e elogios.
D) estabelecimento de objetivos desafiadores para que os subordinados tenham melhor
desempenho, determinando as providências e as técnicas para execução das tarefas.
E) reconhecimento de que a divisão de tarefas é responsabilidade total do grupo,não
fazendo qualquer tentativa de avaliar ou de regular o curso dos acontecimentos.
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Liderança
Conceito
Liderança é o processo de conduzir as ações ou influenciar o comportamento e a
mentalidade de outras pessoas. Proximidade física ou temporal não é importante no
processo.
Maximiano (2011, p. 277)
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CESGRANRIO / AGERIO / 2023
2. Um novo líder foi contratado para que, até 2030, sua organização seja reconhecida
como agente relevante na promoção do desenvolvimento econômico, do crescimento
sustentável de suas operações e do seu patrimônio. Esse líder será considerado visionário
se
A) transmitir valores centrados nos outros, por meio de suas palavras e ações, e utilizar
seu carisma de maneira socialmente construtiva, para, assim, inspirar emoção e paixão
em seus seguidores.
B) compartilhar informações, encorajar a comunicação aberta, souber quais são os seus
valores essenciais e agir conforme suas crenças, priorizando a ética e a honestidade de
princípios.
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CESGRANRIO / AGERIO / 2023
2. (...) Esse líder será considerado visionário se
C) exibir um comportamento de recompensas contingenciais e um comportamento
dinâmico de administração por exceção, baseado na relação de troca entre
subordinados e líder.
D) criar e articular uma estratégia a longo prazo para alcançar um objetivo realista,
crível e atraente para o futuro, explicando essa visão para os outros, não apenas
verbalmente, mas também por meio de comportamentos.
E) estipular diretrizes, informar aos subordinados o que se espera deles, estabelecer
padrões de desempenho bem definidos e controlar o comportamento para garantir
fidelidade às regras.
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Liderança autêntica
Conceito
Considera que os líderes verdadeiros agem de forma honesta e aberta perante seus
liderados, conhecendo de si a ponto de saber quem são e poder agir exatamente
conforme seus valores e crenças. Essa teoria se baseia em quatro dimensões constitutivas:
1. Autoconsciência
2. Processamento equilibrado
3. Perspectiva moral
4. Transparência relacional
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Liderança servidora
Conceito
Significa que o líder vai além de seu próprio autointeresse. Ele favorece o trabalho dos
liderados, ajudando-os sempre que necessário, removendo as barreiras e dificuldades
que possam dificultar a realização do trabalho e o serviço ao cliente.
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@adm.em1minuto
Líder servidor
Características 
1. Capacidade de ouvir
2. Empatia
3. Cura
4. Consciência
5. Persuasão
6. Conceitualização
7. Antecipação
8. Gerenciamento
9. Comprometimento com o crescimento das 
pessoas
10.Construção de comunidade
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CESGRANRIO / UNIRIO / 2019
3. O gerente de uma empresa costuma consultar todos os subordinados para saber suas
opiniões e impressões antes de tomar as decisões finais. Ele acredita que, dessa forma,
os subordinados entenderão quais são os objetivos mais importantes e saberão mais
claramente como atingi-los. Todos são encorajados a testar novas ideias e sentem-se
envolvidos com as tomadas de decisão, o que os faz serem mais empenhados na
execução das tarefas.
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Prof. Douglas Schneider
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CESGRANRIO / UNIRIO / 2019
3. (...) Esse estilo de liderança é denominado liderança
A) ampla
B) diretiva
C) solidária
D) participativa
E) orientada para a realização
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
CESGRANRIO / UNIRIO / 2019
4. Na liderança de vinte funcionários, um administrador busca aumentar a eficácia da
equipe com três ações: (i) atribuindo-lhes tarefas que eles considerassem valiosas e
recompensadoras; (ii) incentivando-os a se esforçarem para a conquista de objetivos
relacionados a essas tarefas; e (iii) vinculando recompensas extrínsecas à conquista de
objetivos relacionados a essas tarefas. Esse administrador fundamenta suas ações na
seguinte teoria da liderança:
A) Autêntica
B) Árvore de decisão
C) Caminho-meta
D) LPC (least-preferred coworker)
E) Troca entre líderes e liderados (LMX)
183
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Teoria caminho-objetivo (House, 1971)
Conceito
A teoria afirma que é trabalho do líder ajudar os seguidores a atingirem suas metas e
fornecer a direção necessária e/ou apoio para assegurar que suas metas sejam
compatíveis com os objetivos gerais do grupo ou organização.
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Teoria caminho-objetivo
1. Liderança Diretiva
É caracterizada pelo líder que apresenta aos subordinados todas as instruções sobre as
tarefas que deverão ser realizadas, incluindo o que o líder espera de cada funcionário,
como deve ser feito o trabalho e o espaço de tempo no qual a tarefa deverá ser
finalizada
2. Liderança de Apoio
Refere-se ao comportamento amigável e acessível do líder em relação aos seus
subordinados. Ele procura atender as necessidades dos subordinados
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Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Teoria caminho-objetivo
3. Liderança Participativa
É marcada pela possibilidade que o líder passa aos subordinados participarem do
processo de tomada de decisão organizacional
4. Liderança Orientada aos Resultados
É caracterizada pelos líderes que desafiam os subordinados a realizarem suas tarefas
nos níveis mais elevados de eficiência, com objetivos claros e desafiadores
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Teoria caminho-objetivo
Fonte: Chiavenato (2020, p. 269).
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Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
CESGRANRIO / UNIRIO / 2019
5. O gerente de um departamento de empresa presta atenção às preocupações e às
necessidades de desenvolvimento de seus liderados e acaba por modificar a maneira
com que eles lidam com as diferentes situações. Com isso, esse gerente ajuda os
liderados a pensarem nos problemas da organização de forma diferente e gera
entusiasmo suficiente para que o grupo dê o máximo de si na busca por atingir os
objetivos da organização.
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
CESGRANRIO / UNIRIO / 2019
5. (...) No tocante à abordagem de liderança, esse gerente é classificado como líder
A) carismático
B) transacional
C) transdisciplinar
D) transformacional
E) regulamentador
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Prof. Douglas Schneider
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Estilos modernos
líder
carismá-
líder
transa-
líder
transforma-
cional
cional
tico
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Liderança
Carismática
É uma forma de liderança baseada no carisma
(dom), onde essa ocorre pelo fato do líder ter
características pessoais evidentes, e que encantam
as pessoas, ou seja, ele é simpático, tem boa fama,
é popular, é persuasivo, ou seja, lidera porque
conquista as pessoas.
191
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Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Liderança
Transacional
É o tipo de liderança em que o líder esclarece o
papel e os requisitos da tarefa e fornecem
recompensas contingentes positivas e negativas,
de acordo com o sucesso do desempenho. Os líderes
transacionais limitam-se a resolver os problemas
para alcançar os objetivos traçados.
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Liderança
Transformacional
É o tipo de liderança que resulta do processo de
influenciar as grandes mudanças, ou seja, os lideres
incitam e transformam as atitudes, crenças e motivos
dos liderados. Um líder transformacional consegue
que os seus seguidores prossigam além dos seus
próprios interesses e altera ou transforma as suas
metas em metas de todo o grupo ou da organização.
193
194
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
Gabarito
1-B
2-D
3-D
4-C
5-D
Prof. Douglas Schneider
@adm.em1minuto
youtube.com/admem1minuto
195
196
OBRIGADO!
Prof. Douglas Schneider
Língua Espanhola
Prof. Adinoél Sebastião
GESTÃO DE PROGRAMAS DE
SAÚDE
Profª. Elisabete Moreira
197
198
REVISÃO ANTECIPADA CNU 
2.14. GESTÃO DE PROGRAMAS DE SAÚDE
Prof. Elisabete Moreira
Prof. ElisabeteMoreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
A Organização Mundial da Saúde (OMS) define saúde ocupacional como:
Uma atividade multidisciplinar que promove e protege a saúde do
trabalhador.
A disciplina visa controlar acidentes e doenças, organizar e monitorar as
condições e ambientes de trabalho para reduzir o risco.
Gestão de Programas de Saúde 
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200
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
O cuidado com a saúde física, social e mental envolve observar situações:
• Sobrecarga horária, exigências crescentes de produtividade;
• Falta de definição das funções do colaborador;
• Problemas de relacionamento e comunicação na equipe;
• Gestores mal treinados;
• Falta de incentivo para o crescimento dos colaboradores;
• Assédios físicos ou psicológicos – mobbing, bullying e stalking –
variantes do assédio moral, discriminações e outras agressões
• Estrutura física deficiente.
Gestão de Programas de Saúde 
Gestão de Programas de Saúde 
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Condições psicológicas que podem ser desenvolvidas no trabalho
Depressão: pode provocar falta de motivação e produtividade reduzida.
Ansiedade: pode afetar o desempenho do indivíduo.
Síndrome de Burnout: síndrome da estafa profissional resultante do estresse
crônico no trabalho, exaustão física e mental, conflito pessoal nas relações
interpessoais, que gera falta de energia e desinteresse.
Estresse ocupacional: resultante de demandas excessivas no ambiente
profissional, como altas cargas de trabalho e pressão constante.
201
202
A GESTÃO DE SAÚDE nas empresas é uma estratégia que adota uma
política de prevenção para colaboradores, buscando manter sua saúde
física, psicológica e mental, através de programas de saúde ocupacional,
de bem-estar e de qualidade de vida, que atuam:
• No desenvolvimento do colaborador;
• No equilíbrio entre vida pessoal e profissional;
• Na promoção de um ambiente seguro e suscetível a pessoas dispostas e
satisfeitas com seu trabalho.
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
Gestão de Programas de Saúde 
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
É responsabilidade dos gestores, dos times de segurança e saúde no
trabalho, e da área de Recursos Humanos viabilizar as melhores condições
possíveis para obter resultados de qualidade.
Gestão de Programas de Saúde 
O papel do RH é fundamental na promoção de um ambiente favorável à
saúde física, mental e psicológica, dentro e fora do mundo do trabalho,
pois podem atuar como:
• Mediadores entre os trabalhadores e as equipes de saúde;
• Facilitadores do acesso aos serviços;
• Facilitadores no acompanhamento de casos;
• Interlocutores e comunicadores entre as partes envolvidas.
203
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Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
ProgramasProgramas de Gestão da Saúde promovidos pelo RH:
• Treinamento de colaboradores – saúde financeira, habilidades
socioemocionais, etc.
• Treinamento de líderes e gestores para prepará-los a reconhecer sinais
de estresse e oferecer suporte.
• Gestão de comportamentos (ex. assédio moral).
• Benefícios que promovam bem-estar (reconhecimento, remuneração
justa; salários competitivos, políticas de trabalho flexíveis, etc).
• Programas de qualidade de vida no trabalho: atividades de bem-estar
como meditação (mindfulness) , yoga, sessões de relaxamento; horários
alternativos, dias de home office, entre outros.
Gestão de Programas de Saúde 
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Programas de Gestão da Saúde promovidos pelo RH
• Programas de apoio mental e emocional:
• Coaching: atua no desbloqueio de habilidades já existentes;
• Mentoring: influência no processo de sabedoria;
• Counseling ou aconselhamento: apoia o indivíduo quando enfrenta
uma dificuldade emocional.
• Ginástica laboral, acompanhamento nutricional e análises clínicas, além
do convencional plano de saúde.
Gestão de Programas de Saúde 
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Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
Boas Práticas para a Gestão da Saúde promovidos pelo RH:
• Cuidados com o local de trabalho – sonoridade iluminação, mobiliário;
• Promoção de campanhas de vacinação, exames periódicos de saúde,
participação em campanhas sazonais como setembro amarelo, outubro
rosa, novembro azul.
• Promoção de momentos de confraternização, rodas de conversa de
gerenciamento de emoções de forma colaborativa e de atividades físicas
como caminhadas, passeios de bicicletas;
• Treinamentos e palestras de conscientização.
Programas de Gestão da Saúde 
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Boas Práticas para a Gestão da Saúde promovidos pelo RH:
• Política de trabalho flexível;
• Monitoramento do clima organizacional;
• Caixa de sugestões;
• Ginastica laboral;
• Pausas no trabalho;
• Reconhecimento e benefícios personalizados.
Programas de Gestão da Saúde 
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Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
Visões dos programas de QVT – influenciados pela cultura e objetivos.
Programas de Gestão da Saúde 
Legalista: cumpre regras impostas pela legislação ou por obrigação em 
situações específicas.
Paternalista: foca no indivíduo para que se sinta bem em seu ambiente 
laboral – sem interligação com as estratégias da organização.
Estratégico: foca em programas como parte integrante da estratégica 
organizacional, atrelados ao resultado planejado pela organização.
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Abordagem
•
Abordagem de QVT Hegemônica ou Clássica
• Caráter assistencialista e paliativo.
• Visa compensar o desgaste físico e psicológico que o trabalho pode gerar,
sem se preocupar com o estudo das causas (etiologia).
• Foca no indivíduo e na produtividade.
Programas de Gestão da Saúde 
Abordagem de QVT Contra hegemônica
• Caráter preventivo, atuando nos fatores que causam o mal-estar no
ambiente de trabalho – baseada no estudo da ergonomia.
• É uma tarefa de todos que buscam continuadamente a harmonia entre o
bem-estar, eficiência e eficácia no ambiente de trabalho.
209
210
Participação dos funcionários; Reestruturação do trabalho; Inovação no 
sistema de recompensa; Melhoria no ambiente .
NADLER E LAWLER
Fatores ambientais; Fatores Organizacionais; Fatores Comportamentais.WERTHER E DAVIS – PROJETO 
DE CARGO
Indicador Econômico; Indicador Político; Indicador Psicológico; Indicador 
Sociológico.
WESTLEY – INDICADORES 
COMO CAUSA DE PROBLEMAS
Variedade e desafio; Aprendizagem contínua; Margem de manobra e 
autonomia; Oportunidades de crescimento e segurança; Reconhecimento e 
apoio; Contribuição social que faz sentido; Futuro desejável.
EMERY E TRIST – ABORDAGEM 
SOCIOTÉCNICA
Compensação justa e adequada; Condições de segurança e saúde no trabalho; 
Utilização e desenvolvimento de capacidades – autonomia; Oportunidades de 
crescimento e segurança; Integração social; Constitucionalismo; Trabalho e 
espaço total de vida; Relevância social da vida no trabalho. 
WALTON
Variedade de tarefas; Identidade da tarefa; Significado da tarefa; Inter-
relacionamento; Autonomia; Retroação do trabalho e extrínseca.
HACKMAN E OLDHAN –
DESENHO DO CARGO
Modelo de QVT 
Prof. Elisabete Moreira | @profelisabetemoreira |t.me/elisabetemoreira
211
212
OBRIGADA!
Profª. Elisabete Moreira
EIXO TEMÁTICO 2 – GESTÃO GOVERNAMENTAL
E GOVERNANÇA PÚBLICA: RISCOS, INOVAÇÃO, 
PARTICIPAÇÃO, LOGÍSTICA E PATRIMÔNIO
213
214
Língua Espanhola
Prof. Adinoél Sebastião
GESTÃO DE RISCOS
Prof. Rodrigo Rennó 
ADMINISTRAÇÃO
Prof. Rodrigo Rennó
215
216
GESTÃO DE RISCOS – QUESTÕES
CESGRANRIO
Prof. Rodrigo Rennó
Vamos praticar?
(CESGRANRIO – IPEA – TÉCNICO - 2024) Planejar as respostas aos riscos de
um projeto é o processo de desenvolver alternativas, selecionar estratégias e
acordar ações para lidar com a exposição geral aos riscos.
Dentre as diversasalternativas de estratégias para ameaças, a seguinte ação
está associada à atividade de “comprar um seguro”:
a) escalar.
b) prevenir.
c) transferir.
d) mitigar.
e) aceitar.
217
218
Vamos praticar?
(CESGRANRIO – TRANSPETRO – PROFISSIONAL - 2023) A NBR ISO 31000:2018
define gestão de riscos como atividades coordenadas para dirigir e controlar
uma organização, no que se refere a riscos. Nesse contexto, uma gestão de
riscos eficaz caracteriza- se por ser
a) fragmentada, personalizada e exclusiva.
b) integrada, genérica e exclusiva.
c) integrada, personalizada e inclusiva.
d) restrita, abrangente e exclusiva.
e) desagregada, inclusiva e genérica.
Vamos praticar?
(CESGRANRIO – ELETRONUCLEAR – ENGENHARIA - 2022) No contexto das
diretrizes de gestão de riscos, apresentadas na norma ABNT NBR ISO
31000:2018, o processo de avaliação de um risco engloba as três seguintes
etapas:
a) escopo, contexto e critério; análise de risco; tratamento de riscos.
b) escopo, contexto e critério; identificação de risco; análise de risco.
c) identificação de risco; análise de risco; tratamento de risco.
d) identificação de risco; análise de risco; avaliação de risco.
e) análise de risco; avaliação de riscos; tratamento de risco.
219
220
Vamos praticar?
(CESGRANRIO – ELETRONUCLEAR – ENGENHARIA - 2022) No contexto da
norma ABNT NBR ISO 31000:2018, a análise de riscos tem como propósito
compreender a natureza do risco, sendo conveniente que nessa análise
sejam considerados fatores como os enumerados a seguir:
a) probabilidade de eventos e consequências; complexidade e conectividade;
sensibilidade e níveis de confiança.
b) probabilidade de eventos e consequências; simplicidade e
interdependências; sensibilidade e níveis de confiança.
c) simplicidade e interdependências; fatores temporais; sensibilidade e níveis
de confiança.
d) probabilidade de eventos e consequências; fatores temporais; eficácia de
medidas de controle futuras.
Vamos praticar?
e) simplicidade e interdependências; fatores temporais; eficácia de medidas
de controle futuras.
221
222
Vamos praticar?
(CESGRANRIO – ELETRONUCLEAR – ENGENHARIA - 2022) Entre os conceitos
apresentados na norma ABNT ISO 31000:2018, encontra-se o de gestão de
riscos, que envolve um(a)
a) tratamento de riscos, o qual deve ser implementado para que os agentes
atuem no controle da probabilidade simultaneamente ao controle de
consequências.
b) controle de riscos, que é uma medida que inclui o histórico de acidentes,
não se limitando a qualquer processo, política, dispositivo ou prática.
c) análise de riscos, que pode ser realizada em vários graus de detalhamento
e complexidade, dependendo do propósito, da disponibilidade e da
confiabilidade da informação.
Vamos praticar?
d) avaliação de riscos, em que se comparam os resultados advindos da
identificação dos riscos com os critérios estabelecidos para os níveis de ação.
e) identificação dos riscos, que tem como objetivo decrescer o número de
acidentes ocorridos no passado, estabelecendo séries históricas e taxas de
frequência.
223
224
Vamos praticar?
(CESGRANRIO – ELETRONUCLEAR – ENGENHARIA - 2022) A Análise dos
Modos de Falha e Efeitos (Fault Mode and Effect Analysis – FMEA), além de
apresentar um foco maior em processos e produtos, considera para a análise
da criticidade uma multiplicação simples dos fatores de severidade (S),
ocorrência (O) e detecção (D). A partir da incorporação da Análise de
Confiabilidade Humana (ACH), podem ser considerados fatores como
inteligibilidade ou cognição (I) e estresse (E), para avaliar os modos de falha
considerando fatores humanos. Para reduzir a imprecisão do cálculo do
índice de probabilidade de risco (Risk Priority Number – RPN), pode ser
utilizada uma Composição Probabilística de Preferências (CPP).
Vamos praticar?
A imprecisão é inerente à subjetividade e aos erros de avaliação nos
processos de tomada de decisão individual ou em grupo. Por isso, é natural
assumir, para a avaliação de cada alternativa sob cada critério, um
comportamento
a) aleatório.
b) estável.
c) médio.
d) normal.
e) regular.
225
226
Vamos praticar?
(CESGRANRIO – ELETRONUCLEAR – CONTADOR - 2022) A Estrutura Integrada
de Controle Interno elaborada pelo Committee of Sponsoring Organizations
of the Treadway Commission (COSO) tem sido uma referência no cenário
corporativo. Essa estrutura se apresenta a partir de categorias de objetivos,
componentes de controle interno e estrutura organizacional da entidade. Um
dos princípios estabelecidos nessa estrutura se refere à demonstração de
comprometimento com a integridade e os valores éticos por parte da
organização.
Esse princípio está relacionado ao seguinte componente de controle:
a) ambiente de controle.
b) atividades de monitoramento.
c) atividades de controle.
Vamos praticar?
d) avaliação de conformidade.
e) avaliação de riscos.
227
228
Vamos praticar?
(CESGRANRIO – ELETRONUCLEAR – CONTADOR - 2022) Na perspectiva do
cubo do COSO-ERM (COSO II): Gerenciamento de Riscos Corporativos –
Estrutura Integrada –, que trata dos componentes do modelo, observa-se
que a atividade “análise de riscos”, anteriormente prevista no COSO-IC, foi
substituída e complementada pelas seguintes atividades: identificação de
eventos, avaliação de riscos e resposta a riscos. Na identificação de eventos,
verificam-se algumas classificações de fatores e categorias de eventos.
São exemplos de fatores externos na categoria de eventos econômicos,
segundo o COSO-ERM:
a) capacidade dos empregados, disponibilidade de bens e acesso ao capital.
Vamos praticar?
b) disponibilidade de capital, liquidez e desemprego.
c) legislação, política pública e comportamento do consumidor.
d) comércio eletrônico, manutenção e atividade fraudulenta.
e) características demográficas, emissões e dejetos e disponibilidade de
dados e sistemas.
229
230
Vamos praticar?
(CESGRANRIO – ELETRONUCLEAR – ENGENHARIA - 2018) A NBR ISO
31.000/2009 define os princípios e as diretrizes para gestão de riscos. O
processo de gestão de riscos baseado nesse instrumento legal segue as
etapas de: análise de riscos, avaliação de riscos, identificação de riscos,
definição do contexto e tratamento de riscos, conforme ilustrado no
fluxograma abaixo, adaptado dessa norma.
Vamos praticar?
231
232
Vamos praticar?
A etapa de análise de riscos é aquela na qual se busca compreender a
natureza do risco e determinar o nível de risco, discutindo todas as
possibilidades de ocorrência de um eventual acidente, na tentativa de evitar
que ele aconteça.
No fluxograma apresentado na norma, essa etapa aparece na parte
a) I.
b) II.
c) III.
d) IV.
e) V.
Vamos praticar?
(CESGRANRIO - PETROBRÁS - PROFISSIONAL DE NÍVEL TÉCNICO - 2017) A
técnica de Análise de Riscos indicada para identificar os perigos e os
problemas de operabilidade de uma instalação de processo é a
a) What-if/checklist
b) HAZOP
c) AMFE
d) AAF
e) APR
233
234
Vamos praticar?
(CESGRANRIO - PETROBRÁS - ENGENHEIRO - 2014) Há uma técnica de análise
de risco que utiliza uma planilha de trabalho onde pode ser colocada a
classificação qualitativa do risco, conforme os parâmetros da expressão
matemática, representados na matriz de risco abaixo. Nessa matriz, são
consideradas as consequências em algarismos romanos, e as categorias de
frequência estão representadas por letras maiúsculas.
Vamos praticar?
Essa técnica é conhecida como
a) Árvore de Falhas (FTA)
b) Árvore de Eventos (ETA)
c) Análise de Modos de Falha e Efeito (FMEA)
d) Análise de Perigos e Operabilidade (HAZOP)
e) Análise Preliminar de Risco (APR)
235
236
Vamos praticar?
(CESGRANRIO - PETROBRÁS - ENGENHEIRO - 2014) Há uma técnica de
gerenciamento de risco que possibilita uma identificação da lógica de
associação dos eventos intermediários que pode resultar na ocorrência do
evento de topo. Isso é possível através da utilização de “portões lógicos”, que
condicionam o tipo de associação que deve existir entre os eventos
intermediários, para que ocorra o evento de topo. As associações lógicas
utilizadas são a adição dos eventosou a sua alternância. No primeiro caso, é
necessário que todos os eventos intermediários de uma mesma linha se
realizem, para que o evento subsequente ocorra. No segundo caso, basta que
um dos eventos identificados na linha se realize, para determinar a
ocorrência do evento subsequente.
Vamos praticar?
Essa técnica é conhecida como
a) APR
b) HAZOP
c) Checklist
d) ETA
e) FTA
237
238
Vamos praticar?
(CESGRANRIO - PETROBRÁS - ENGENHEIRO - 2014) Segundo normas
internacionais, o processo de gestão de riscos consagrado na literatura é
composto de 4 etapas fundamentais, que são:
a) identificação, análise, avaliação e tratamento
b) identificação, avaliação, priorização e mitigação
c) identificação, estudo, simulação e mitigação
d) reconhecimento, estudo, avaliação e mitigação
e) reconhecimento, análise, simulação e tratamento
Vamos praticar?
(CESGRANRIO - PETROBRÁS - ENGENHEIRO - 2014) Em uma indústria
química, a equipe de gerenciamento de risco que irá estudar um fluxo de
processo contínuo escolhe uma determinada técnica de gerenciamento de
risco para avaliar as condições de segurança da instalação.
Sabendo-se que a técnica escolhida relaciona parâmetros a palavras-guias, e
estas a desvios, constata-se que a técnica de gerenciamento de risco
escolhida é a(o)
a) APR
b) HAZOP
c) FMEA
d) FTA
e) ETA
239
240
Vamos praticar?
(CESGRANRIO - PETROBRÁS - ENGENHEIRO - 2014) A estimativa dos efeitos
físicos decorrentes dos cenários acidentais, envolvendo substâncias
inflamáveis, deverá ser precedida de uma determinada técnica de análise de
risco para a definição das diferentes tipologias acidentais.
Essa técnica é denominada
a) APR
b) what if
c) FTA
d) ETA
e) FMEA
Vamos praticar?
(CESGRANRIO – PETROBRÁS – PROFISSIONAL – 2012) Diversas literaturas, tais
como a OHSAS 18001/2007, a OIT/2001 e a NBR 31000:2009 definem riscos
de diferentes formas.
Matematicamente, o risco pode ser expresso de uma forma simplificada,
como
a) perigo / salvaguardas
b) confiabilidade x probabilidade
c) perigo / frequência
d) salvaguardas x probabilidade
e) frequência / confiabilidade.
241
242
Vamos praticar?
(CESGRANRIO – TRANSPETRO – ENGENHEIRO - 2012) Segundo a NBR ISO
31000:2009 (Gestão de Riscos – Princípios e Diretrizes), constata-se que
gestão de risco é(são)
a) a identificação dos perigos, a avaliação e o controle das perdas humanas,
materiais e ambientais.
b) o controle do prejuízo sofrido por uma organização, com garantia de
ressarcimento por seguro.
c) um processo que garante que situações causadoras de danos nunca
ocorrerão.
d) atividades coordenadas para dirigir e controlar uma organização no que se
refere a riscos.
e) atividades que devem ser implementadas para eliminar e transferir os
perigos ou reduzi-los a níveis os mais baixos possíveis.
Vamos praticar?
(CESGRANRIO – TRANSPETRO – ENGENHEIRO - 2011) De acordo com a ABNT
NBR ISO 31000 - Gestão de Riscos/ Princípios e Diretrizes, considere as
afirmativas abaixo.
I - Um risco significativo pode derivar do fracasso ou da ineficácia das
medidas de tratamento de risco.
II - A retenção do risco, por uma decisão consciente e bem embasada, pode
ser uma das alternativas para eliminação do risco.
III - As análises de risco podem ser qualitativa, semiquantitativa ou
quantitativa ou uma combinação delas.
IV - Risco é o efeito das incertezas nos objetivos.
243
244
Vamos praticar?
São corretas APENAS as afirmações
a) I e II.
b) II e III.
c) III e IV.
d) I, II e IV.
e) I, III e IV.
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245
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247
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Língua Espanhola
Prof. Adinoél Sebastião
INOVAÇÃO NA GESTÃO
PÚBLICA
Prof. Stefan Fantini
249
250
Prof. Stefan Fantini
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Prof. Stefan Fantini
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Empreendedorismo
Empreendedorismo consiste na arte de “fazer acontecer”. É a característica do indivíduo
que tem iniciativa e utiliza suas habilidades para realizar algo novo (para criar algo com
valor), de forma inovadora. Pode ocorrer tanto para iniciar/abrir um novo negócio, quanto
para inovar em empresas já existentes. O empreendedorismo está associado à capacidade
de identificar e aproveitar oportunidade e de assumir riscos calculados/controlados.
Conceito
Prof. Stefan Fantini
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Empreendedorismo
Empreendedorismo de oportunidade x Empreendedorismo de necessidade
Empreendedorismo 
de oportunidade
x 
Empreendedorismo 
de necessidade
Empreendedorismo de 
oportunidade
O empreendedor cria uma empresa com planejamento prévio, tem em mente o 
crescimento que deseja buscar para a empresa, e visa à geração de lucros, 
empregos e riqueza.
Empreendedorismo de 
necessidade o “candidato a empreendedor” empreende por falta de opção
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Inovação
Conceito
“A inovação ocorre a partir de uma criação, invenção, da busca pela solução de questões
ainda não resolvidas ou do aprimoramento de soluções já existentes para problemas que o
homem enfrenta ao longo da vida e no dia a dia.” (Dornelas, 2019)
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Inovação
Inovação Incremental x Inovação Radical
Inovação Incremental
Busca apenas melhorar algo que já existe 
Ou seja, está relacionada a melhorias 
contínuas
Inovação Radical
busca criar algo totalmente novo
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Inovação
Tipos de Inovação
Tipos de 
Inovação
Inovação 
evolucionária
É o tipo de inovação que aperfeiçoa e melhora gradualmente (pouco a pouco) a 
tecnologia ou os produtos, de forma incremental e contínua
Inovação 
revolucionária
É o tipo de inovação que traz rápidas, drásticas e profundas mudanças nas 
tecnologias ou produtos atuais. 
Inovação 
disruptiva
É o tipo de inovação que inicia com uma tecnologia ou produto mais barato (e com 
desempenho inferior), no intuito de “preencher um espaço” que as organizações líderes 
de mercado não estão dispostas a ocupar ou que não atendem. Depois, gradativamente, 
parte para a melhoria e aperfeiçoamento desses produtos e tecnologias, com o 
objetivo de “deslocar” os líderes de mercado.
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Mudança x Criatividade x Inovação
Mudança 
x 
Criatividade 
x 
Inovação
Mudança significa “a passagem de um estado para outro diferente. É a transição de uma situação 
para outra”. (Chiavenato, 2018)
Criatividade habilidade de gerar novas ideias. 
Inovação processo de colocar em prática essas novas ideias. a inovação ocorre quando há 
geração de valor (ganhos) com essas ideias.
255
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Manual de Oslo
Inovação (Manual de Oslo, 3ª Edição) 
“Inovação é a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente
melhorado, ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método
organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas
relações externas.” (Manual de Oslo, 3ª Edição)
04 Tipos de 
Inovação 
(Manual de Oslo, 
3ª Edição)
Inovação de 
produto
é a introdução de um bem ou serviço novo ou significativamente
melhorado no que concerne a suas características ou usos previstos. 
Inovação de 
processo
é a implementação de um método de produção ou distribuição novo
ou significativamente melhorado.
Inovação de 
marketing
é a implementação de um novo método de marketing com mudanças 
significativas na concepção do produto ou em sua embalagem, no 
posicionamento do produto, em sua promoção ou na fixação de preços.
Inovação 
organizacional
é a implementação de um novo método organizacional nas práticas 
de negócios da empresa, na organização do seu local de trabalho ou 
em suas relações externas.
 
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Prof. Stefan Fantini
@prof.stefan.fantiniManual de Oslo
Inovação (Manual de Oslo, 4ª Edição) 
“Inovação é um produto ou processo novo ou melhorado (ou combinação deles) que
difere significativamente dos produtos ou processos anteriores da unidade e que foi
disponibilizado para potenciais usuários (produto) ou trazido em uso pela unidade
(processo).” (Manual de Oslo, 4ª Edição)
02 Tipos de 
Inovação (Manual 
de Oslo, 4ª 
Edição)
Inovação de 
produto
é um bem ou serviço novo ou melhorado que difere significativamente dos 
bens ou serviços anteriores da empresa e que foi introduzido no mercado. 
Inovação no 
processo de 
negócios
é um novo ou aprimorado processo de negócios para uma ou mais 
funções de negócios que difere significativamente dos processos de 
negócios anteriores da empresa e que foi trazido em uso pela empresa.
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Empreendedorismo Corporativo
Conceito
Empreendedorismo corporativo (ou Intraempreendedorismo) consiste no “processo de
criação e inovação de produtos, serviços e negócios complementares aos já existentes na
empresa ou que promovam a renovação de seu negócio principal, desenvolvido e
executado por funcionários dessa empresa. Ou seja, o empreendedorismo corporativo
resulta da ação de funcionários, que criam uma nova organização ou estimulam a
renovação ou inovação dentro de uma organização existente.” (Affonso et al, 2018)
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Empreendedorismo Social
Conceito
O empreendedorismo social é “uma ação inovadora voltada para o campo social cujo
processo se inicia com a observação de determinada situação-problema local, para a qual
se procura, em seguida, elaborar uma alternativa de enfrentamento.” (Oliveira, 2004)
259
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Empreendedorismo Corporativo x Empreendedorismo Social 
Empreendedorismo SocialEmpreendedorismo Privado/Corporativo
É coletivoÉ individual
Produz bens e serviços para a comunidadeProduz bens e serviços para o mercado
Foco na busca de soluções para os problemas sociaisFoco no mercado
Sua medida de desempenho é o impacto socialSua medida de desempenho é o lucro
Visa resgatar pessoas da situação de risco social e 
promovê-las
Visa satisfazer as necessidades dos clientes e ampliar as 
potencialidades do negócio
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Empreendedorismo Governamental
Conceito
“O empreendedorismo governamental procura mobilizar a atuação de todos os setores – 
público, privado e voluntário – para a ação conjunta dirigida à resolução de problemas e 
ao atendimento das demandas sociais, tornando mais eficiente e mais transparente a 
utilização dos recursos públicos e mais eficaz o resultado de suas ações. Governos 
empreendedores devem ser “catalisadores em vez de remadores”, devem identificar e 
aproveitar oportunidades, imaginar, desenvolver e realizar visões que solucionem os 
problemas sociais, mesmo que para isso tenham que assumir alguns riscos calculados” 
(Paludo, 2019)
261
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Empreendedorismo Governamental
Conceito
Empreendedorismo 
Governamental
aprimorar os governos, com foco no atendimento das necessidades dos cidadãos. 
estimular a ação e a parceria da sociedade
aproveitar os recursos disponíveis da melhor maneira possível, 
parceria deve ser incentivada para promover a integração entre o governo e a sociedade. 
O governo empreendedor pertence à comunidade, orientado ao atendimento das necessidades 
dos cidadãos. 
o governo empreendedor não significa “mais governo” (Estado Máximo) e nem “menos governo” 
(Estado Mínimo). O que se busca, é um “melhor governo”.
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Empreendedorismo Governamental
Princípios da Gestão Pública Empreendedora
Princípios da Gestão 
Pública Empreendedora
foco no resultado
autonomia e responsabilização
construção de boas parcerias
trabalho em rede
gestão da informação
transparência
diálogo público 
avaliação
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Governo Eletrônico
De acordo com a União Europeia, governo eletrônico (ou e-government, em inglês)
relaciona-se ao uso das TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação) na administração
pública, combinado com mudança organizacional e novas práticas, a fim de melhorar os
serviços públicos, os processos democráticos e fortalecer o suporte às políticas públicas.
 
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Objetivos do Governo Eletrônico
O governo eletrônico
consiste na utilização, 
pelo governo, das 
ferramentas de 
tecnologia de 
informação e 
comunicação (TIC), 
com os objetivos de: 
Democratizar o acesso à informação (inclusão digital) 
Modernizar a máquina pública / minimizar a burocracia pública
Reduzir custos e melhorar a eficiência da administração pública no que 
se refere aos seus processos internos
Aumentar a eficiência e a qualidade dos serviços públicos;
Permitir maior participação popular do cidadão na gestão pública
Aumentar a transparência, o controle social e a accountability
Criar mecanismos de gestão do conhecimento
Aprimorar a governança
265
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Estágios do Governo Eletrônico (ONU)
Estágio V - Conectado
Os governos se transformam em uma entidade conectada que responde às necessidades de seus 
cidadãos, desenvolvendo uma infraestrutura integrada de suporte ao cidadão.
Estágio IV - Transacional 
Os governos começam a se transformar introduzindo interações bidirecionais entre "cidadão e governo". 
Todas as transações são realizadas online, e podem ser acessadas 24 horas por dia. 
Estágio III - Interativo
Os governos fornecem serviços on-line, tais como formulários para download para pagamento de impostos. 
Evidencia-se o início de um portal interativo com serviços para melhorar a conveniência dos cidadãos.
Estágio II - Aprimorado
Os governos fornecem mais informações sobre políticas públicas e governança. Os governos criam links 
que permitem aos cidadãos obterem acesso a informações como: documentos, formulários, etc.
Estágio I - Emergente 
A presença on-line de um governo é composta principalmente por uma pagina da web e/ou um site oficial. 
As informações são estáticas e há pouca interação.
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Fundamentos do Governo Eletrônico
Fundamentos
Participação cidadã (Participação do cidadão)
Melhoria da própria gestão interna do Estado
Integração com parceiros e fornecedores
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268
 
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Diretrizes do Governo Eletrônico
Diretrizes
Promoção da cidadania como prioridade
Indissociabilidade entre inclusão digital e governo eletrônico
Utilização de software livre como recurso estratégico
Gestão do conhecimento como instrumento estratégico de articulação e 
gestão das políticas públicas
Racionalização dos recursos
Adoção de políticas, normas e padrões comuns
Integração com outros níveis de governo e com os demais poderes
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Governo Digital 
Com a crescente e acentuada evolução das tecnologias, o Governo Eletrônico foi sendo
substituído pelo Governo Digital. Com o objetivo de modernizar a administração do
Estado Brasileiro, o governo digital, através da Tecnologia da Informação, reconstrói
processos e utiliza dados disponíveis para otimizar e transformar os serviços públicos aos
olhos do cidadão, além de reduzir a burocracia
269
270
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Objetivos
Os objetivos a 
serem alcançados, 
por meio da 
Estratégia de 
Governo Digital
incluem
oferecer serviços públicos digitais simples e intuitivos, consolidados em 
plataforma única e com avaliação de satisfação disponível
conceder acesso amplo à informação eaos dados abertos 
governamentais, para possibilitar o exercício da cidadania e a inovação em 
tecnologias digitais
promover a integração e a interoperabilidade das bases de dados 
governamentais
promover políticas públicas baseadas em dados e evidências e em serviços 
preditivos e personalizados, com utilização de tecnologias emergentes
implementar a Lei Geral de Proteção de Dados, no âmbito do Governo 
federal, e garantir a segurança das plataformas de governo digital
disponibilizar a identificação digital ao cidadão
adotar tecnologia de processos e serviços governamentais em nuvem
como parte da estrutura tecnológica dos serviços e setores da 
administração pública federal
otimizar as infraestruturas de tecnologia da informação e comunicação
formar equipes de governo com competências digitais
 
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Estratégia de Governo Digital 
O Governo Federal destaca que “a Estratégia de Governo Digital (EGD) norteia as ações 
de todos os órgãos federais, com o objetivo de transformar o governo pelo Digital, 
oferecendo serviços de melhor qualidade, mais simples, acessíveis e a um custo menor 
para o cidadão.”
271
272
 
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Estratégia de Governo Digital 2024-2027 
Princípios 
norteadores
Governo Eficiente e Sustentável
Governo Inteligente e Inovador
Governo Centrado no Cidadão e Inclusivo
Governo Confiável e Seguro
Governo Integrado e Colaborativo
Governo Transparente, Aberto e Participativo
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Accountability
 
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Dever de prestar 
contas
Responsabilidade 
pelos atos de 
gestão
ACCOUNTABILITY
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274
 
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Tipos Accountability
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Accountability 
Horizontal
Fiscalização 
mútua entre 
Poderes ou entre 
Órgãos
Ação entre iguais
e autônomos
Tribunais de 
Contas, 
Controladorias 
Gerais, etc.
Accountability 
Vertical
Cidadãos
controlam as 
ações dos 
governantes
Ação entre 
desiguais
Voto, plebiscito, 
referendo, ação 
popular
Accountability 
Societal
Exercido por 
Entidades
Sociais, ONG´s, 
mídia, etc.
Liberdade de 
expressão
Controle "não 
eleitoral"
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Processos participativos de gestão pública 
Os processos participativos de gestão pública consistem em parcerias entre o governo e
a sociedade, com o objetivo de aumentar a participação da sociedade na gestão pública
(nas discussões, decisões, fiscalização). Busca-se, com isso, que a democracia seja
exercida durante todo o processo de gestão pública (e não “apenas” nas eleições).
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Participação Popular
Participação 
Popular
Pseudoparticipação
os indivíduos apenas são consultados sobre algum assunto e 
endossam as decisões do “líder”, não havendo participação 
alguma na tomada de decisão. Ou seja, consistem em 
estratégias utilizadas apenas para persuadir os indivíduos a 
aceitar as decisões que já foram tomadas pelo líder (pela 
“autoridade”)
Participação parcial
em que muitos tomam parte no processo decisório, mas o 
poder final de decidir pertence a apenas uma das partes. Ou 
seja, se refere a um processo no qual o indivíduo pode 
influenciar na tomada de decisões, mas a decisão final não é do 
indivíduo
Participação plena
cada membro isoladamente tem igual poder de determinar o 
resultado final das decisões. Ou seja, os indivíduos podem tomar 
suas próprias decisões e participam efetivamente do resultado 
final das decisões
 
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Conselhos de Gestão
“Os Conselhos Gestores de Políticas Públicas são canais institucionais, plurais,
autônomos, formados por representantes da sociedade civil e do poder público, cuja
atribuição é a de propor diretrizes para as políticas públicas, fiscalizá-las, controlá-las e
deliberar sobre elas, sendo órgãos de gestão pública vinculados à estrutura do Poder
Executivo, ao qual cabe garantir a sua permanência.”
277
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Conselhos de Gestão
Síntese das 
Características dos 
Conselhos de Gestão
órgãos colegiados
permanentes
são orientados pelo princípio da 
paridade
tem por incumbência formular, 
supervisionar e avaliar as 
políticas públicas
previsão legislativa
serviço relevante
submete-se à fiscalização pelos 
Tribunais de Contas
 
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Orçamento Participativo
Orçamento 
Participativo
técnica orçamentária em que a alocação de alguns recursos contidos no orçamento público é 
decidida com a participação direta da população, ou através de grupos organizados da sociedade
civil
importante espaço de debate, discussão e decisão. Trata-se de um importante instrumento de gestão 
pública, por meio do qual a população interessada define, anualmente, prioridades de investimentos do 
governo (em obras, serviços públicos, etc.) com os recursos do orçamento.
permite que a sociedade exerça a cidadania, conheça os problemas enfrentados pela cidade e saiba 
os limites existentes no orçamento.
estimula a cidadania e fortalece a democracia.
reforça a transparência e a prestação de contas do Estado aos cidadãos.
não substitui a função do Poder Executivo e nem do Poder Legislativo. Ou seja, o Poder Executivo 
continua tendo a função de elaborar o orçamento e o Poder Legislativo continua tendo a função de 
aprovar o orçamento. 
maior legitimidade (afinal, é a própria população que prioriza aquilo que julga ser mais importante). 
maior “rigidez” na programação dos investimentos que foram definidos pela população. Ou seja, ocorre 
uma maior fidelidade em relação à programação dos investimentos definidos pelo orçamento 
participativo. Em outras palavras, como a população “direciona” a programação dos investimentos, essa 
programação se torna menos flexível
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280
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Conferências de Políticas Públicas
Conferências de 
Políticas Públicas
são espaços amplos e democráticos de discussão e articulação coletivas de 
propostas e estratégias de organiza
espaços institucionais de participação e deliberação acerca das diretrizes gerais 
de uma determinada política pública
funciona como parte de um processo amplo de diálogo e democratização da 
gestão pública.
depende da participação popular. 
Busca-se criar uma sociedade mais democrática, justa e solidária.
a principal finalidade de uma Conferência de Políticas Públicas é conferir e avaliar
o que está sendo realizado e propor novas medidas, para que a Política Pública 
possa avançar no sentido atender às necessidades e direitos da população
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Audiências Públicas
Audiências Públicas
instrumento do diálogo estabelecido com a sociedade na busca de soluções
para as demandas sociais. 
instrumento previsto na Constituição Federal de 1988, que tem por objetivo a 
interação entre as comissões das Casas Legislativas e as Entidades da 
Sociedade Civil. 
trata-se de um avanço no sentido de estreitar a relação entre representantes e 
representados.
não possuem caráter vinculante. Ou seja, as posturas defendidas nas 
audiências não têm relação com as conclusões a que devam chegar os 
parlamentares
Entretanto, na realidade, costumam ser essencialmente expositivas, 
apresentando aos interessados informações muitas vezes complexas, que não 
são apreendidas no pouco tempo disponível
o debate, muitas vezes, é considerado insuficiente e as reflexões e ideias 
surgidas, geralmente, não são levadas em consideração para o 
aperfeiçoamento do planejamento e da execução das políticas públicas
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282
OBRIGADO!
Prof. Stefan Fantini
283
284
Língua Espanhola
Prof. Adinoél Sebastião
CONTROLES INTERNOE 
EXTERNO 
Prof. Antônio Daud
@professordaud t.me/professordaud
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286
CONTROLES INTERNO & 
EXTERNO
Direito Administrativo
Prof. Antonio Daud
Quanto à origem do controle, o controle administrativo das ações governamentais exercido
no âmbito da própria administração é o controle
A externo.
B interno.
C social.
D financeiro.
UFG - 2024 - Câmara de Anápolis - GO
287
288
Classificações: quanto à origem
Origem
interno por órgão da mesma estrutura daquele que 
praticou o ato
externo por órgão de outra estrutura 
organizazional
popular pelos administrados ou sociedade civil
Constitui hipótese de controle parlamentar o encaminhamento de pedidos escritos de
informação, pelas mesas da Câmara dos Deputados e do Senado, dirigidos aos ministros de
Estado.
 CESPE / CEBRASPE - 2024 - INPI - Analista 
289
290
A participação da sociedade na administração pública, com objetivo de acompanhar e
fiscalizar as ações de Governo, a fim de solucionar os problemas e assegurar a manutenção
dos serviços de atendimento ao cidadão recebe o nome de
A controle interno.
B controle social.
C controle externo.
D controle financeiro.
UFG - 2024 - Câmara de Anápolis - GO
O controle interno é realizado por cada jurisdicionado, decorre da sua autonomia 
administrativa e financeira e permite à gestão pública rever os seus próprios atos caso sejam 
ilegais, inoportunos ou inconvenientes.
CEBRASPE - 2024 - CGE-RJ - Auditor do Estado
291
292
O controle interno se distingue do externo pelo fato de o primeiro ser um autocontrole,
integrante da estrutura própria de cada um dos Poderes da República.
CEBRASPE - 2024 - CAPES - Analista em Ciência e Tecnologia
Controle 
administrativo
Administração fiscaliza seus próprios atos
Presente em todos os Poderes 
(função administrativa)
controle interno
legalidade ou 
mérito
de ofício ou 
mediante provocação
hierárquico ou 
não hierárquico
293
294
O controle administrativo abrange os órgãos da administração direta e as pessoas jurídicas 
que integram a administração indireta ou descentralizada.
CEBRASPE - 2024 - CGE-RJ - Auditor do Estado
O controle da administração pública sobre os próprios atos pode ser exercido ex officio,
quando a autoridade competente constatar a ilegalidade de seu próprio ato.
CEBRASPE - 2024 - INPI - Analista
295
296
Controle Administrativo: instrumentos
In
st
ru
m
en
to
s –
 
di
re
ito
 d
e 
pe
tiç
ão
Representações comunicação de irregularidades perante a própria 
Administração
Reclamações 
administrativas
Oposição a atos da Administração que afetem direitos 
legítimos do administrado
Pedidos de 
reconsideração
Pedido de reexame dirigido à mesma autoridade que 
proferiu a decisão
Recursos 
administrativos
Pedido de reexame dirigido a outra autoridade 
(hierárquico próprio e hierárquico impróprio)
Revisão administrativa Pedido de reexame após surgimento de fatos novos
que demonstrem a inadequação da penalidade aplicada
É permitido ao Poder Judiciário ingressar na análise do mérito administrativo, a fim de
apurar a conveniência e a oportunidade dos atos da administração.
CEBRASPE - 2024 - INPI - Analista
297
298
Controle Administrativo
De ofício ou mediante provocação
Controle de legalidade ou controle 
de mérito
Pode resultar na anulação ou 
revogação de atos
Controle Judicial
Apenas mediante provocação
Apenas controle de legalidade (de 
atos vinculados ou discricionários)
Pode resultar somente na anulação
de atos
Sobre o controle da Administração Pública e seus reflexos no ordenamento jurídico vigente, marque V 
para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A Constituição prevê que o controle externo popular visando denunciar irregularidades ou 
ilegalidades perante o Tribunal de Contas da União, na forma da lei, deve ser realizado por meio de 
entidade de representação, tais como associações ou sindicatos.
( ) O mandado de injunção, de legitimidade exclusiva da Defensoria Pública, é um dos meios de controle 
legislativo da Administração Pública, uma vez que tem como objetivo compelir o poder público a editar 
norma regulamentadora que torne viável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais.
( ) Qualquer interessado pode apresentar pedido de acesso à informação relativa a prestações e 
tomadas de contas realizadas pelos órgãos de controle interno e externo.
( ) A Lei de Acesso à Informação é tida como importante diploma que visa ao desenvolvimento do 
controle social da Administração Pública.
A sequência está correta em
A V, V, V, V. 
B F, F, V, V. 
C F, V, F, V. 
D V, F, V, F. 
Consulplan - 2024 - DPE-PR - Técnico
299
300
Controle Judicial: instrumentos
 Mandado de Segurança
 Ação Popular
 Ação Civil Pública
 Mandado de Injunção
 Habeas Data
 ...
Cebraspe/CG-DF - Auditor - 2023
Com referência ao controle legislativo da administração pública, assinale a opção correta.
A O controle financeiro do Poder Legislativo possui a natureza de controle interno,
voltado unicamente para aferir a validade dos atos do próprio Poder Legislativo.
B A competência do Congresso Nacional para realizar controle de atos da administração
pública permite que qualquer parlamentar, individualmente, requisite informações do
Poder Executivo, com caráter obrigatório.
C O controle político do Poder Legislativo abrange atos não só do Poder Executivo, mas
também alguns atos do Poder Judiciário.
D Com base no poder de sustação, o Congresso Nacional pode sustar a eficácia de atos
normativos do Poder Executivo que exorbitem da competência deste, como decretos
autônomos e medidas provisórias inconstitucionais.
301
302
Em tema de controle externo da administração pública, a fiscalização contábil, 
financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da 
administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, 
aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo 
(A) Congresso Nacional, com o auxílio da Procuradoria-Geral da República. 
(B) Congresso Nacional, com o auxílio do Tribunal de Contas da União. 
(C) Senado Federal, com o auxílio da Controladoria-Geral da União. 
(D) Senado Federal, com o auxílio do Ministério Público Federal. 
(E) Tribunal de Contas da União, com o auxílio da Procuradoria da Fazenda Nacional.
FGV/SENADO – ANALISTA - 2022
Cebraspe/TJ-ES–Analista – Administrativa - 2023
CF, art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional: (..)
X - fiscalizar e controlar, diretamente, ou por qualquer de suas Casas, os atos do Poder 
Executivo, incluídos os da administração indireta;
Compete exclusivamente ao Congresso Nacional fiscalizar e controlar, diretamente ou
por qualquer de suas casas, os atos do Poder Executivo, incluídos os da administração
indireta.
303
304
Controles interno e externo
Prof. Antonio Daud
Controle Legislativo ou Parlamentar
 Exercido pelo Poder Legislativo sobre a atuação administrativa 
 “Controle Externo”
 Matéria constitucional 
Controles interno e externo
Prof. Antonio Daud
Controle Legislativo ou Parlamentar
controle 
legislativo
controle legislativo político
controle 
parlamentar 
direto
controle legislativo financeiro
fiscalização pelos 
Tribunais de 
Contas
305
306
Controles interno e externo
Prof. Antonio Daud
Controle Parlamentar Direto
co
ng
re
ss
o 
na
ci
on
al
fiscalizar e controlar atos do Poder Executivo, incluídos os da administração 
indireta
sustar atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder 
regulamentar
sustar contratos que apresentem ilegalidade
julgar as contas prestadas pelo Presidente da República
+ competências específicas do SF, CD, CPIs....
Controles interno e externo
Prof. Antonio Daud
Fiscalização exercida 
pelos Tribunais de 
Contas
Controle Legislativo Financeiro
Titular do Controle = Legislativo
Tribunais de Contas = Órgãos auxiliares
Tribunais de 
Contas
Órgãos independentes e autônomos
Não subordinados ao Legislativo
Competências próprias, previstas 
diretamente no textoconstitucional
307
308
Controles interno e externo
Prof. Antonio Daud
tr
ib
un
al
 d
e 
co
nt
as
 d
a 
un
iã
o
apreciar as contas do Presidente da República
parecer prévio (60 dias) 
encaminha para o 
Congresso julgar
julgar as contas dos demais administradores 
apreciar, para fins de registro, a legalidade dos 
atos de 
admissão de pessoal exceto cargo em 
comissão
aposentadorias, 
reformas e pensões
ressalvadas as 
melhorias 
posteriores
realizar inspeções e auditorias nas unidades 
administrativas de todos os Poderes
inclusive na Admin. 
Indireta
fiscalizar as contas nacionais das empresas 
supranacionais
fiscalizar aplicação de recursos repassados pela 
União mediante
convênio, acordo, ajuste ou 
congêneres 
Controles interno e externo
Prof. Antonio Daud
tr
ib
un
al
 d
e 
co
nt
as
 d
a 
un
iã
o prestar informações solicitadas pelo Congresso 
Nacional, suas Casas ou Comissões
aplicar sanções previstas em lei inclusive multa proporcional ao 
dano ao erário
assinar prazo para adoção de providências necessárias 
ao exato cumprimento da lei
se não atendido, sustar a execução do ato ilegal
representar ao Poder competente sobre 
irregularidades ou abusos apurados
309
310
OBRIGADO!
Prof. Antônio Daud
Língua Espanhola
Prof. Adinoél Sebastião
ADMINISTRAÇÃO DE
RECURSOS MATERIAIS E
PATRIMONIAIS
Prof. Ricardo Campanario
311
312
Prof. Ricardo Campanario
REVISÃO DE VÉSPERA
BLOCO 7 - EIXO TEMÁTICO 2
ADM. DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO
EDITAL CNU – BLOCO 7 EIXO 2 
NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E 
PATRIMONIAIS
8 Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais. 8.1 Conceituação de Material e 
Patrimônio. 8.2 O Patrimônio das empresas e órgãos públicos. 8.3 O Patrimônio Imobiliário 8.4 O 
Patrimônio Mobiliário. 8.5 Organização e Controle Logístico. 8.6 Gestão de cadeia de 
suprimentos. 8.7 Logística reversa. 8.8 Serviços de apoio e infraestrutura (protocolo, 
movimentação de arquivos, sistemas de informação, manutenção de equipamentos e 
manutenção de instalações físicas). 
Administração de Materiais para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
313
314
 Note que, como sempre, em administração de materiais estamos falando na busca da
eficiência por meio da otimização de todos os processos e da redução de custos.
Administração de Materiais para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
Atividades 
da área de 
materiais
Gestão de 
Estoques
Gestão de 
Centros de 
Distribuição
Gestão de 
Compras
Atribuições da área de Materiais
O famoso tripé: compras, estoques e distribuição
Administração de Materiais para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
Questão Comentada
01. (CESGRANRIO/PETROBRAS/Técnico Júnior) Uma empresa varejista está organizando sua área de materiais 
com o objetivo de aumentar sua produtividade e fidelizar seus clientes. Esse objetivo organizacional é 
convergente com o objetivo da administração de materiais, que é:
a) adquirir insumos pelo menor preço, a despeito da qualidade do fornecimento, possibilitando maior 
competitividade.
b) maximizar as atividades de suprimento comprando maior quantidade de itens, aumentando a área de 
armazenamento e maximizando a utilização dos recursos.
c) reduzir as despesas com pessoal, maximizar o giro de estoques, ter boa relação com os fornecedores e 
conseguir boa qualidade dos produtos oferecidos.
d) otimizar os recursos financeiros, relacionando-se diretamente com o departamento financeiro, para 
estabelecer o plano orçamentário da empresa.
e) planejar e executar a programação de compras de acordo com a previsão de vendas, de tal forma que a 
produção possa operar com ociosidade integrando, assim, as distintas áreas.
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Administração de Materiais para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
Questão Comentada
01. (CESGRANRIO/PETROBRAS/Técnico Júnior) Uma empresa varejista está organizando sua área de materiais
com o objetivo de aumentar sua produtividade e fidelizar seus clientes. Esse objetivo organizacional é
convergente com o objetivo da administração de materiais, que é:
a) adquirir insumos pelo menor preço, a despeito da qualidade do fornecimento, possibilitando maior
competitividade.
b) maximizar as atividades de suprimento comprando maior quantidade de itens, aumentando a área de
armazenamento e maximizando a utilização dos recursos.
c) reduzir as despesas com pessoal, maximizar o giro de estoques, ter boa relação com os fornecedores e
conseguir boa qualidade dos produtos oferecidos.
d) otimizar os recursos financeiros, relacionando-se diretamente com o departamento financeiro, para
estabelecer o plano orçamentário da empresa.
e) planejar e executar a programação de compras de acordo com a previsão de vendas, de tal forma que a
produção possa operar com ociosidade integrando, assim, as distintas áreas.
GABARITO - C
 Ao invés de termos a transformação do material e expedição do produto acabado, temos na administração
patrimonial as etapas de conservação, manutenção e, dependendo do caso, a alienação do bem
patrimonial ao final de sua vida útil.
 Segundo Martins e Alt, patrimônio é o "conjunto de bens, valores, direitos e obrigações de uma pessoa
física ou jurídica que possa ser avaliado monetariamente e que seja utilizado na realização de seus
objetivos sociais".
 Dessa forma, a administração de patrimônio está relacionada com a gestão dos direitos e obrigações da
organização.
Perceba, porém, que, em essência, a maior diferença entre elas é que a administração de materiais trata de
materiais (caráter não permanente) enquanto a patrimonial trata de bens (caráter permanente).
Administração de Patrimônio para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
Recursos Patrimoniais
Principais conceitos e definições
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318
Administração de Materiais para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
Questão Comentada
02. (CESGRANRIO/CITEPE/Analista) A contabilidade estuda o patrimônio em seu aspecto
qualitativo e quantitativo. O patrimônio resume-se em:
a) bens, direitos e obrigações.
b) patrimônio líquido.
c) bens e direitos.
d) passivo.
e) ativo.
Administração de Materiais para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
Questão Comentada
02. (CESGRANRIO/CITEPE/Analista) A contabilidade estuda o patrimônio em seu aspecto
qualitativo e quantitativo. O patrimônio resume-se em:
a) bens, direitos e obrigações.
b) patrimônio líquido.
c) bens e direitos.
d) passivo.
e) ativo.
GABARITO - A
319
320
 Entende-se como ativo imobilizado todo ativo de natureza relativamente permanente, que é 
normalmente mantido na empresa para a utilização na produção de mercadorias ou 
prestação de serviços.
 Dessa forma devemos buscar sempre três características chave, que devem coexistir, para que 
um ativo possa ser classificado como fixo ou imobilizado:
 Ter natureza relativamente permanente.
 Ser utilizado na operação do negócio.
 Não ser destinado a venda.
Administração de Patrimônio para Concursos
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Ativo Imobilizado
Permanente, empregado na Operação e não à venda!
Administração de Materiais para Concursos
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Questão Comentada
03. (CESGRANRIO/PETROBRAS/Profissional Nível Técnico) A administração patrimonial em
uma empresa se caracteriza por administrar o ativo imobilizado dessa empresa. Considere as
seguintes características de um bem:
I - ser intangível
II - ter natureza relativamente permanente
III - ser utilizado na operação do negócio
IV - ser um bem de consumo
Para ser considerado um ativo imobilizado, devem coexistir, dentre as características
citadas, APENAS as seguintes características:
a) I e II
b) II e III
c) III e IV
d) I, II e IV
e) I, III e IV
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Administração de Materiais para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
Questão Comentada
03. (CESGRANRIO/PETROBRAS/Profissional Nível Técnico) A administração patrimonial em
uma empresa se caracteriza por administrar o ativo imobilizado dessa empresa. Considere as
seguintes características de um bem:
I - ser intangível
II - ter natureza relativamente permanente
III - ser utilizado na operação do negócio
IV - serum bem de consumo
Para ser considerado um ativo imobilizado, devem coexistir, dentre as características
citadas, APENAS as seguintes características:
a) I e II
b) II e III
c) III e IV
d) I, II e IV
e) I, III e IV
GABARITO - B
Administração de Patrimônio para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
 Tão logo a organização adquire um bem permanente, ele deve ser registrado em um sistema que controla
todo o seu patrimônio.
 No tombamento o bem é registrado assim que entra fisicamente na organização. Seus dados são lançados
no sistema de controle assim como os respectivos termos de responsabilidade sobre o bem são assinados e
arquivados.
 A atividade característica do tombamento é a chamada codificação. Neste processo é atribuído um código
ao bem que, sempre que possível, é fisicamente afixado no bem para sua futura identificação por meio do
uso de uma placa.
 Ainda em relação ao tombamento, há uma classificação que você precisa conhecer para a prova. Os bens
móveis podem ser classificados em controlados e relacionados
 Controlados: sujeitos ao tombamento e a controle mais rigoroso de uso e responsabilidade por guarda e conservação.
 Relacionados: dispensam o tombamento em função do baixo valor, sendo controlados de modo simplificado.
Incorporação e Tombamento
A porta de entrada do controle de bens
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324
Administração de Patrimônio para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
 O momento da exclusão de um bem patrimonial da instituição é o que costumamos chamar
de baixa. A baixa pode ocorrer por alienação (venda, permuta ou doação) ou por outros
motivos como perda, roubo, extravio, etc.
 A alienação (venda, permuta ou doação) é regulamentada novamente pelo Decreto
9.373/2018 que remete o procedimento a legislação aplicável as licitações, veja abaixo:
 Art. 7º Os bens móveis inservíveis cujo reaproveitamento seja considerado inconveniente ou
inoportuno serão alienados em conformidade com a legislação aplicável às licitações e aos
contratos no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional,
indispensável a avaliação prévia.
Baixa e Alienação
A exclusão do bem patrimonial
Administração de Patrimônio para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
 Segundo Torres e Silva (2003), o controle patrimonial (ou controle de bens) consiste em ações que
asseguram, por meio de registros e relatórios, a coleta de dados relativos a identificação, existência,
quantidade, localização, condições de uso e histórico dos bens patrimoniais, desde a sua primeira inclusão
no patrimônio (a incorporação, que ocorre por meio do tombamento), até a sua baixa final.
 Esse controle é fundamental pois apenas por meio dele o gestor consegue determinar o valor contábil do
bem, sua condição de utilização, sua localização e histórico de movimentações (veremos isso em
"Transferência e Cessão de recursos patrimoniais"), sua necessária e/ou adequada manutenção
(aprofundaremos em "Administração e manutenção dos bens imóveis"), a alocação correta dos custos, a
aplicação adequada das técnicas de depreciação adotadas e outras atividades que são viáveis apenas com
uma visão completa dos bens patrimoniais que a empresa possui.
 A atividade de controle patrimonial, que deverá ser exercida pela seção de patrimônio, permite a esta
funcionar como um centro de informações dos bens físicos.
Controle de Bens
Desde a incorporação até a baixa!
325
326
 Para que todo esse ciclo funcione - lembre-se da definição de Idalberto Chiavenato que vimos em exercício
anterior - os materiais devem ser adquiridos e disponibilizados no momento certo, na quantidade
necessária e no local onde serão utilizados, tudo isso com o menor custo. Lembre-se que, neste processo,
estamos sempre buscando a maior eficiência possível.
 Importante lembrar também que é muito comum, ao falarmos de gestão de materiais, nos referirmos ao
setor secundário, ou seja, a indústria de transformação.
Administração de Materiais para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
Cadeia Produtiva ou de Valor
Compra, transformação e distribuição
 O conceito de logística vem ganhando muita importância pois o sucesso nesta atividade (as
vezes ainda vista como atividade suporte) pode gerar uma grande vantagem competitiva à
organização, seja ela pública ou privada.
 Um dos conceitos aceitos para logística é de Martin Christopher (2011):
Administração de Materiais para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
Processo de gestão estratégica da aquisição, movimentação e armazenagem de materiais,
peças e estoques finais (e os fluxos de informação relacionados) por meio da organização e seus
canais de comercialização, de tal forma que as rentabilidades atual e futura sejam
maximizadas através da execução de pedidos, visando custo-benefício.
Logística
Principais conceitos e definições
327
328
Administração de Materiais para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
Questão Comentada
04. (CESGRANRIO/TRANSPETRO/Profissional Nível Superior) A atividade logística tem como
finalidade planejar, operar e controlar todos os processos de suprimento ao longo de uma
organização, envolvendo aquisição, transporte, gestão de estoques, armazenagem e
distribuição a clientes. Contudo, sempre que uma empresa aumenta o nível de serviço
oferecido aos seus clientes, existe a tendência de elevação dos custos, o que deve ser
compensado com a redução de custos em outra atividade. Essa busca pelo equilíbrio dos
custos é denominada:
a) lead-time.
b) supply chain.
c) benchmarking.
d) trade-offs.
e) lay down cost.
Administração de Materiais para Concursos
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Questão Comentada
04. (CESGRANRIO/TRANSPETRO/Profissional Nível Superior) A atividade logística tem como
finalidade planejar, operar e controlar todos os processos de suprimento ao longo de uma
organização, envolvendo aquisição, transporte, gestão de estoques, armazenagem e
distribuição a clientes. Contudo, sempre que uma empresa aumenta o nível de serviço
oferecido aos seus clientes, existe a tendência de elevação dos custos, o que deve ser
compensado com a redução de custos em outra atividade. Essa busca pelo equilíbrio dos
custos é denominada:
a) lead-time.
b) supply chain.
c) benchmarking.
d) trade-offs.
e) lay down cost.
GABARITO - D
329
330
 Note que, embora o autor use terminologia específica, as três
atividades que ele rotula como atividades primárias: processamento
de pedidos, manutenção de estoques e transporte, estão
diretamente ligadas aos três grandes grupos de atividades que
estudamos em administração de materiais.
Atividades Logísticas
Primárias e de Apoio
Administração de Materiais para Concursos
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Questão Comentada
05. (CESGRANRIO/TRANSPETRO/Profissional Nível Médio) NÃO é exemplo de atividade de
apoio dentro da área de logística:
a) atividades ligadas à devolução.
b) guarda de materiais.
c) definição de um layout de armazém.
d) movimentação de materiais.
e) transporte.
331
332
 Note que, embora o autor use terminologia específica, as três
atividades que ele rotula como atividades primárias: processamento
de pedidos, manutenção de estoques e transporte, estão
diretamente ligadas aos três grandes grupos de atividades que
estudamos em administração de materiais.
Atividades Logísticas
Primárias e de Apoio
Administração de Materiais para Concursos
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Questão Comentada
05. (CESGRANRIO/TRANSPETRO/Profissional Nível Médio) NÃO é exemplo de atividade de 
apoio dentro da área de logística:
a) atividades ligadas à devolução.
b) guarda de materiais.
c) definição de um layout de armazém.
d) movimentação de materiais.
e) transporte.
GABARITO - E
333
334
 Na abordagem antiga, cada ator do processo se preocupava exclusivamente com seu cliente direto e imediato: o fornecedor
só se preocupava com a fábrica que adquiria a matéria prima; a fábrica focava apenas a distribuição de seu produto final para
os clientes; o distribuidor e atacadista tinha olhos apenas para o varejista que comprava seus produtos e o varejista, por
último, tinha interesse apenasno cliente, que pagava por suas mercadorias. A sequência era linear e cada parte olhava
apenas o seu parceiro comercial direto, o seu "cliente".
 O Supply Chain Management é o oposto dessa visão. Tem como premissa e permite a visualização de todo o processo de
geração de valor ao longo da cadeia, desde a chegada da matéria prima até a entrega do produto final ao cliente, tudo de
maneira sistêmica e integrada, observando e trabalhando os impactos que cada um dos movimentos na cadeia possa ter
também em cada um dos atores e no resultado final de todo o processo.
Administração de Materiais para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
Integração dos processos que formam um determinado negócio, desde os fornecedores
originais até o usuário final, proporcionando produtos, serviços e informações que agregam
valor para o cliente.
Supply Chain Management
Uma nova visão do processo
Administração de Materiais para Concursos
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Cadeias de Suprimento
Resumo
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336
Administração de Materiais para Concursos
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Questão Comentada
06. (CESGRANRIO/LIQUIGÁS/Profissional Júnior) O processo de gerenciamento de produtos e
componentes em ciclos de vida múltiplos, da origem da matéria-prima até a fabricação, da
fábrica ao ponto de consumo, e do ponto de consumo de retorno até o ponto de fabricação
para reciclagem ou manufatura, evitando seu descarte, é conhecido como:
a) Logística integrada.
b) Logística reversa.
c) Logística sustentável.
d) Logística verde.
e) Economia circular.
Administração de Materiais para Concursos
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Questão Comentada
06. (CESGRANRIO/LIQUIGÁS/Profissional Júnior) O processo de gerenciamento de produtos e
componentes em ciclos de vida múltiplos, da origem da matéria-prima até a fabricação, da
fábrica ao ponto de consumo, e do ponto de consumo de retorno até o ponto de fabricação
para reciclagem ou manufatura, evitando seu descarte, é conhecido como:
a) Logística integrada.
b) Logística reversa.
c) Logística sustentável.
d) Logística verde.
e) Economia circular.
GABARITO - E
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 Veja a representação gráfica das variações de estoque que podem acontecer em função do 
efeito chicote ou Forrester e como elas vão ganhando intensidade ao longo da cadeia.
Administração de Materiais para Concursos
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Efeito Forrester
Impacto e efeito reverberam e aumentam ao longo da cadeia
Administração de Materiais para Concursos
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Questão Comentada
07. (CESGRANRIO/TRANSPETRO/Profissional Nível Superior) A cadeia de suprimentos
integrada abrange todas as atividades relacionadas ao fluxo e à transformação de
mercadorias, desde a extração de matérias-primas até a entrega final de um produto acabado
ao cliente, sem falta ou excessos de estoques. Para que isso seja possível, é imprescindível que
sejam feitas previsões de demanda, devidamente acompanhadas e revisadas periodicamente.
Quando ocorre erro na previsão de demanda, esse erro se propaga de forma geométrica
através de cada um dos atores do processo. A essa forma de propagação do erro dá-se o nome
de:
a) efeito chicote.
b) erro cíclico.
c) tempo de ciclo.
d) teoria das restrições.
e) logística reversa.
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340
Administração de Materiais para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
Questão Comentada
07. (CESGRANRIO/TRANSPETRO/Profissional Nível Superior) A cadeia de suprimentos 
integrada abrange todas as atividades relacionadas ao fluxo e à transformação de 
mercadorias, desde a extração de matérias-primas até a entrega final de um produto acabado 
ao cliente, sem falta ou excessos de estoques. Para que isso seja possível, é imprescindível que 
sejam feitas previsões de demanda, devidamente acompanhadas e revisadas periodicamente. 
Quando ocorre erro na previsão de demanda, esse erro se propaga de forma geométrica 
através de cada um dos atores do processo. A essa forma de propagação do erro dá-se o nome 
de:
a) efeito chicote.
b) erro cíclico.
c) tempo de ciclo.
d) teoria das restrições.
e) logística reversa.
GABARITO - A
 Veja a seguir uma definição aceita para o Supply Chain Management ou SCM!
 Podemos considerar que o SCM é uma rede de organizações envolvidas em diferentes processos e
atividades anteriores que produzem valor sob a forma de produtos e serviços nas mãos do consumidor
final.
 Importante notar que essas organizações geralmente estão dispersas geograficamente mas, mesmo assim,
dispõem-se a compartilhar informações e intenções e trabalhar de forma verdadeiramente integrada, em
grandes redes virtuais, substituindo o conceito da verticalização, caro e muitas vezes ineficiente.
Administração de Materiais para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
Integração dos processos que formam um determinado negócio, desde os fornecedores originais até o
usuário final, proporcionando produtos, serviços e informações que agregam valor para o cliente.
Supply Chain Management
Conceitos e Definições
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Administração de Materiais para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
Questão Comentada
08. (CESGRANRIO/PETROBRAS/Profissional Nível Técnico) Nas organizações, a forma 
integrada de planejar e controlar o fluxo de mercadorias, informações e recursos, desde os 
fornecedores de matérias-primas até o cliente final, é denominada:
a) gerenciamento interfuncional.
b) administração com foco estratégico.
c) gestão estratégica de recursos.
d) gestão da cadeia de suprimentos.
e) metodologia de resposta precisa.
Administração de Materiais para Concursos
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Questão Comentada
08. (CESGRANRIO/PETROBRAS/Profissional Nível Técnico) Nas organizações, a forma
integrada de planejar e controlar o fluxo de mercadorias, informações e recursos, desde os
fornecedores de matérias-primas até o cliente final, é denominada:
a) gerenciamento interfuncional.
b) administração com foco estratégico.
c) gestão estratégica de recursos.
d) gestão da cadeia de suprimentos.
e) metodologia de resposta precisa.
GABARITO - D
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 Consideram-se atividades de protocolo o recebimento, a classificação, o registro, a distribuição, o controle
da tramitação, a expedição e a autuação de documentos avulsos para formação de processos, e os
respectivos procedimentos decorrentes.
Arquivologia para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
Introdução ao Protocolo
As 7 atividades típicas!
PROTOCOLO
Atividades Típicas
Recebimento Classificação Registro Distribuição Controle de 
Tramitação Expedição Autuação
 A visão clássica da manutenção (a manutenção corretiva) há algum tempo não é mais a única opção neste 
cenário. Esta era uma postura reativa, ou seja, havia a intervenção apenas no momento em que surgia uma 
quebra. Dessa forma a manutenção não tinha um caráter periódico e não ocorria naturalmente, mas 
apenas quando o processo produtivo apresentava erros ou falhas. Custos mais altos.
 Na manutenção preventiva (ou periódica) há todo um planejamento das atividades necessárias de 
manutenção. Caráter periódico. Diminuição de paradas, porém gera conflitos entre áreas...
 Por fim, e com o intuito de otimizar a utilização da manutenção preventiva, temos a manutenção preditiva 
(ou monitorada). Nesta modalidade de manutenção todos os equipamentos, instalações e componentes 
são monitorados por sensores e softwares que emitem alertas quando eventual colapso se aproxima. 
Minimiza custos da preventiva mas exige equipamentos caros e pessoal especializado.
Tipos de Manutenção
Corretiva, Preventiva e Preditiva
Administração de Patrimônio para Concursos
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345
346
Questão Comentada
09. (INOVA Capixaba/Analista) No que diz respeito ao gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares, julgue se as
afirmações são verdadeiras e em seguida assinale a alternativa CORRETA.
I. Normalmente, costuma-se considerar que a frequência dos procedimentos de Manutenção Preventiva (MP) é adequada
quando o número de equipamentos incluídos no Programa de Manutenção Preventiva, que apresentam falhas ou necessitam de
conserto entre cadaMP é menor do que 10%.
II. Em uma manutenção corretiva, uma vez retirada a peça do almoxarifado, independentemente do processo de aquisição, o
almoxarife deve verificar constantemente se a quantidade de peças de reposição ainda existentes está acima do estoque
mínimo.
III. Levando-se em consideração que a manutenção corretiva normalmente demanda um tempo muito maior do que a
manutenção preventiva e que sua execução requer a paralisação de um equipamento em funcionamento, é importante que a
pessoa que irá executá-la seja rápida e eficiente.
A) Somente a afirmação I é verdadeira.
B) Somente a afirmação II é verdadeira.
C) Somente a afirmação III é verdadeira.
D) Somente as afirmações I e II são verdadeiras.
E) Somente as afirmações II e III são verdadeiras.
Administração de Materiais para Concursos
Prof. Ricardo Campanario
Questão Comentada
09. (INOVA Capixaba/Analista) No que diz respeito ao gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares, julgue se as 
afirmações são verdadeiras e em seguida assinale a alternativa CORRETA.
I. Normalmente, costuma-se considerar que a frequência dos procedimentos de Manutenção Preventiva (MP) é adequada 
quando o número de equipamentos incluídos no Programa de Manutenção Preventiva, que apresentam falhas ou necessitam de 
conserto entre cada MP é menor do que 10%.
II. Em uma manutenção corretiva, uma vez retirada a peça do almoxarifado, independentemente do processo de aquisição, o 
almoxarife deve verificar constantemente se a quantidade de peças de reposição ainda existentes está acima do estoque 
mínimo.
III. Levando-se em consideração que a manutenção corretiva normalmente demanda um tempo muito maior do que a 
manutenção preventiva e que sua execução requer a paralisação de um equipamento em funcionamento, é importante que a 
pessoa que irá executá-la seja rápida e eficiente.
A) Somente a afirmação I é verdadeira. 
B) Somente a afirmação II é verdadeira.
C) Somente a afirmação III é verdadeira.
D) Somente as afirmações I e II são verdadeiras.
E) Somente as afirmações II e III são verdadeiras.
GABARITO - B
Administração de Materiais para Concursos
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OBRIGADO!
Prof. Ricardo Campanario
EIXO TEMÁTICO 3 – POLÍTICAS
PÚBLICAS E NOÇÕES DE ESTATÍSTICA
349
350
Língua Espanhola
Prof. Adinoél Sebastião
O PROCESSO DE ELABORAÇÃO
DE POLÍTICAS
Profª. Elisabete Moreira
351
352
São outputs (conteúdo e ações concretas) da atividade política (politics)”, orientada
para a coletividade e para o interesse público (Maria das Graças Rua).
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São ações, decisões, metas, objetivos e procedimentos governamentais que atingem,
influenciam e regulamentam o comportamento dos indivíduos na sociedade, com o
objetivo de alcançar o bem comum (Lowi, 1936).
Correspondem à soma das atividades articuladas pelos governos para melhorar a vida
dos cidadãos. Quem ganha o quê? Por quê? Qual diferença isso faz?
Política Pública – Conceitos
São fluxos de decisões públicas, orientados a manter o equilíbrio social ou a introduzir 
desequilíbrios destinados a modificar essa realidade.
“Tudo que os governos escolhem fazer ou não fazer” – ação ou inação.
Public Policy ou Política Pública trata do conteúdo concreto e simbólico de decisões
políticas e do processo de construção e atuação dessas decisões. (SECCHI).
Política Pública – Conceitos
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• Diretriz com intencionalidade pública (resolução orientada à atividade ou
passividade de alguém),
• Em resposta a um problema público (coletivamente relevante).
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354
Abordagem Estatista ou Estadocêntrica: envolvem os atores governamentais
– o Estado detém o monopólio para fazer.
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Política Pública – Abordagens 
Abordagem Multicêntrica ou Policêntrica: envolvem outros atores e os atores
governamentais – a origem do problema é público (coletividade).
Políticas de Estado: voltadas ao interesse geral da população, de longo prazo,
devem ser cumpridas e independem dos ciclos eleitorais.
Políticas Governamentais: empreendidas por atores governamentais, 
emanadas pelos Poderes de Estado – grupo político em mandato eletivo – 
nem toda política governamental é pública. 
É comum em sociedades que sofreram processos de colonização
escravocrata, segregação racial, guerras civis que geram diferenças culturais,
fenotípicas, biológicas ou de injustiças históricas, sociedades multiculturais
ou com intensos fluxos migratórios.
São políticas públicas focalizadas que visam minorar a desigualdade política,
social e econômica entre grupos de uma sociedade, em razão de assimetria
de oportunidades por discriminação étnica, racial, de gênero ou religiosa.
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Política Pública – Ações Afirmativas
As ações afirmativas abarcam a promoção dos direitos civis, a emancipação 
material e a valorização de patrimônio cultural.
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Ciclo de PP – Secchi
Identificação do 
problema
Formação da 
agenda
Formulação de 
alternativas
Tomada de decisãoImplementação
Monitoramento
Avaliação
Wicked problems – WP 
São problemas traiçoeiros, perversos, capciosos, complexos, de difícil
tratamento, desestruturados e que desafiam continuamente os analistas
de PP.
• Cada WP é único e singular.
• São os problemas de planejamento governamental.
Identificação do Problema 
O WP requer a quebra do problema em muitas partes e a escolha de uma 
parte para solucionar. Combina pensamento sistêmico (componentes e 
relações) e métodos ágeis (soluções colaborativas e interativas).
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Características do Características do “Wicked problems”:
• Ausência de formulação definitiva: sujeitos à contestação por diferentes
grupos sociais – pode ser explicado de diversas formas;
• Impossibilidade de adoção de uma solução definitiva: não são
resolvidos;
• Inexistência de uma solução correta: soluções são apenas melhores ou
piores; não existe certo ou errado ou falso ou verdadeiro;
• Impossibilidade de testar soluções previamente: problemas únicos e
específicos para o contexto;
• Interligação a diversos outros problemas: cada tentativa de solução
pode gerar consequências imprevistas ou novos problemas.
• Problemas Instáveis: sujeitos a múltiplas definições – envolvem muitos
stakeholders.
Identificação do Problema 
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Formação de Agenda
Níveis de Agenda
Agenda Decisória
(de todos os Poderes)
Agenda Governamental
(formal – institucional)
Agenda Política
(sistêmica
não governamental)
Universo da agenda 
Grupos procuram 
mover questões para 
a agenda decisória 
Grupos procuram 
bloquear questões da 
agenda decisória 
Agenda da Mídia 
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360
Os principais modelos teóricos oriundos da racionalidade limitada são: Teoria 
Incremental x Teoria de Múltiplos Fluxos e a Teoria do Equilíbrio Pontuado. 
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Formação de Agenda
TEORIA DO EQUILÍBRIO PONTUADO explica como os problemas entram e
saem da agenda – ganham relevância e desinflam, em razão de:
• Períodos de estabilidade (subsistemas): manutenção dos problemas na
agenda – modelo incremental.
• Períodos de ruptura ou mudanças (macrossistemas): ascensão de novos ou
redefinição de velhos problemas na agenda – modelo dos fluxos múltiplos.
MODELO DE FLUXOS MÚLTIPLOS (KINGDON)
Fluxo de PROBLEMAS
(Problems)
• Indicador
• Crises ou eventos 
• Feedback
Fluxo de SOLUÇÕES
(Policies)
• Técnica de execução
• Financeira 
• Política
Fluxo POLÍTICO
(Politics)
• Clima nacional 
• Coalizões Sociais 
• Mudanças no governo
Janela de oportunidade 
políticaEmpreendedores da 
política 
(Autoridades)
Agenda de Política Pública
Momento Crítico
(pouco tempo) 
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Formação de Agenda
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362
A formulação de soluções passa pelo estabelecimento de objetivos (mais
frouxos ou mais concretos), estratégias e pelo estudo das potenciais
consequências de cada alternativa de solução.
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Formulação de Alternativas
É a etapa na qual ocorrem escrutínios formais ou informais das alternativas 
e consequências do problema, a política é “desenhada” e são elaborados 
métodos, programas, estratégias ou ações, por meio da definição de: 
• diagnóstico do problema; 
• objetivos; 
• público-alvo; 
• atores e arranjos envolvidos; 
• metas, etc. 
Na fase de formulação e análise de alternativas, assim como na formação 
de agendas, vários fatores, atores, modelos e abordagens interferem no 
processo, como:
• Modelos Institucionais clássicos e Neoinstitucionalismo – Polity.
• Modelo Processual – Politics.
• Modelo de Grupos de Interesses.
• Modelo racional; racionalidade limitada; sistêmico.
• Modelo Incremental e dos Fluxos Múltiplos.
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Formulação de Alternativas
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364
Planejamento de PP
O planejamento governamental envolve componentes técnicos e políticos,
operados de forma harmônica, composto pela tríade: diagnóstico, escolhas e
gestão (organização dos meios).
No contexto federativo brasileiro, o planejamento governamental pressupõe,
ainda, arranjos e articulações entre os três níveis de governo – necessária a
existência de instâncias de coordenação federativa.
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Coordenação federativa – em razão da divisão de poderes entre entes /
setores, visando promover intersetorialidade e transversalidade.
Planejamento de PP
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A análise lógica e a construção do desenho dos programas. envolve a teoria do 
programa e o MODELO LÓGICO
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A fase de formulação e análise de alternativas, assim como na formação de
agendas envolve a interferência de vários fatores, atores, modelos e
abordagens, como:
• Modelos Institucionais clássicos e Neoinstitucionalista – Polity;
• Modelo Processual – Politics
• Modelo de Grupos de Interesses;
• Modelo racional; racionalidade limitada; sistêmico;
• Modelo Incremental e dos Fluxos Múltiplos,
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Formulação de Alternativas
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O corpo burocrático, atualmente, exerce grande influência em todas as
etapas do ciclo de políticas públicas, pois:
• Os burocratas conhecem o que está ocorrendo nos programas – detém 
conhecimento técnico sobre os serviços que prestam e conhecem o 
funcionamento da máquina estatal;
• Os burocratas sabem do grau de aceitação que os programas e projetos 
geram – estão próximos dos destinatários.
Formulação de Alternativas
O modelo burocrático weberiano encarava a discricionariedade como
exceção e uma patologia que deveria ser combatida.
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Tomada de Decisão
Representa o momento em que os interesses dos atores são equacionados e
as intenções (objetivos e métodos) de enfrentamento de um problema são
explicitadas.
Modelos de Tomada de Decisão
• Racional (compreensivo).
• Incremental.
• Mix-scanning (sondagem mista).
• Garbage can (lata de lixo).
• Fluxos Múltiplos.
Nessa fase os planos e as decisões são colocados em prática e são produzidos
os resultados concretos da política pública – as regras, rotinas e processos
sociais são convertidos de intenções em ações.
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Implementação
Bottom-up
implementadores participam do
processo, no escrutínio do problema
e na prospecção de soluções – os
tomadores de decisão legitimam as
práticas adotadas pelos burocratas.
Top-down
separação clara entre o momento da
tomada de decisão (políticos) e o da
implementação (administração) –
processo linear, funcionalista e
tecnicista – “lavar as mãos”.
369
370
Quanto ao Momento da Avaliação:
• Avaliação ex ante – avaliação diagnóstica / controle prévio.
• Avaliação in itinere – avaliação formativa / controle concomitante /
avaliação intermediária ou monitoramento.
• Avaliação ex post (avaliação somativa / controle posterior) –
continuidade, encerramento, ampliação ou adoção da pp avaliada.
• Avaliação conceitual (design).
• Avaliação do processo de implementação e gestão do programa.
• Avaliação de impactos e resultados: efeito produzido.
• Avaliação jurídica.
Avaliação de PP
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Critérios de Avaliação:
• Economicidade: nível de utilização de recursos (inputs).
• Produtividade: nível de saídas de processo (outputs).
• Eficiência econômica: relação entre outputs e inputs.
• Eficiência administrativa: seguimento de prescrições.
• Eficácia: nível de alcance de metas ou objetivo.
• Efetividade: impacto das ações e aos resultados sociais.
• Igualdade: homogeneidade sem tomar em conta as características da partida
• Equidade: homogeneidade levando em conta as características de partida.
Avaliação de PP
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Tipos de Análise
Custo-Benefício (ACB): compara os custos com os benefícios econômicos da
política pública, considerando aspectos como investimento financeiro, impacto
social e ambiental.
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Custo-Efetividade (ACE): Compara os custos com a possibilidade de alcançar
eficientemente os objetivos da política pública. Determina em que medida a
política alcançará ou alcançou seus objetivos, que mudanças produzirão ou
produziram na população – objetivo e efeitos secundários ou sua eficácia.
Escala: Examina a abrangência da política e o número de pessoas ou grupos
afetados por ela.
Tipos de Análise
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Impacto: Analisa as mudanças positivas ou negativas geradas pela política na 
sociedade e no contexto em que foi implementada.
Pesquisa e Avaliação Qualitativa e Quantitativa:
• Análise qualitativa, subjetiva: realizada através de observações, diálogos e quase
sempre são pontos de partida para a descoberta de novos problemas e oportunidades
- relacionadas à percepções.
• Análise quantitativa ou objetiva: oferecem medidas precisas e numéricas que
permitem confirmar e entender a situação.
Nas políticas sociais, sobretudo é necessário as duas 
Efetividade: Mede o grau em que a política está alcançando seus objetivos 
predefinidos.
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Mecanismo de Participação 
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Art. 37, § 3º, da CF/88:
“A lei disciplinará as formas de participação do usuário na administração
pública direta e indireta, regulando especialmente:
I – as reclamações relativas à prestação dos serviços públicos em geral,
asseguradas a manutenção de serviços de atendimento ao usuário e a
avaliação periódica, externa e interna, da qualidade dos serviços;
II – o acesso dos usuários a registros administrativos e a informações sobre
atos de governo, observado o disposto no art. 5º, X e XXXIII;
III - a disciplina da representação contra o exercício negligente ou abusivo
de cargo, emprego ou função na administração pública.”
Participação Social
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Refere-se à participação da sociedade no acompanhamento,
verificação e fiscalização das ações da gestão pública,
avaliando objetivos, processos e resultados.
CONTROLE 
SOCIAL
O controle exercido pela sociedade é elemento de fundamental importânciaao estímulo de práticas corretas pelos atores sociais, e, por conseguinte, é 
instrumento inibidor de desvios e abusos no trato da coisa pública, além de 
propiciador da inclusão social.
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Controle Social
O controle social se efetiva de forma articulada e indissociável nas
dimensões:
• POLÍTICA: materializa-se nas ações e processos que investem a sociedade
civil de prerrogativas para influenciar a agenda governamental.
• TÉCNICA: diz respeito à participação da sociedade civil no
acompanhamento, fiscalização e avaliação do desempenho
governamental.
• ÉTICA: vincula-se à construção de valores, compromissos e práticas
sociais.
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O exercício do controle social, por iniciativa dos entes públicos ocorre:
• CONSELHOS GESTORES;
• ORÇAMENTO PARTICIPATIVO;
• AUDIÊNCIAS PÚBLICAS;
• CONFERÊNCIAS PÚBLICAS;
• OUVIDORIAS;
• PORTAL DA TRANSPARÊNCIA, LAI e outros instrumentos instituídos
pela LRF.
Controle Social
377
378
OBRIGADA!
Profª. Elisabete Moreira
379
380
Língua Espanhola
Prof. Adinoél Sebastião
TEORIAS E MODELOS DE ANÁLISE CONTEMPORÂNEOS DE POLÍTICAS
PÚBLICAS: ESCOLHA RACIONAL INSTITUCIONAL; TEORIA DE REDES DE
POLÍTICAS PÚBLICAS; TEORIA DOS MÚLTIPLOS FLUXOS; TEORIA DO
EQUILÍBRIO PONTUADO; TEORIA DE COALIZÕES DE DEFESA.4.1 
ARRANJOS INSTITUCIONAIS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS
PÚBLICAS.6 INSTRUMENTOS E ALTERNATIVAS DE IMPLEMENTAÇÃO, 
COMO FUNDOS, CONSÓRCIOS E TRANSFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS.
Prof. Rodrigo Rennó
POLÍTICAS PÚBLICAS
Prof. Rodrigo Rennó
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MODELOS DE ANÁLISE DE
POLÍTICAS PÚBLICAS
Prof. Rodrigo Rennó
Modelo Racional Compreensivo
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384
Teoria da Escolha Racional Institucional
Incrementalismo
385
386
Vamos praticar?
(IAMSPE-SP – EXECUTIVO) Assinale a alternativa que preenche, correta e 
respectivamente, os espaços em branco.
O modelo incremental de tomada de decisão em política pública tem por
significado buscar a solução de problemas de maneira ,
modificações nas situações já existentes, e de 
qualquer natureza.
A) gradual...sem introduzir grandes...sem provocar rupturas.
B) gradual...sem introduzir pequenas...provocando rupturas.
C) ininterrupta...sem introduzir...provocando rupturas.
D) ininterrupta...introduzindo grandes...sem provocar rupturas.
E) eventual...introduzindo pequenas...provocando rupturas.
Vamos praticar?
(IAMSPE-SP – EXECUTIVO) Assinale a alternativa que preenche corretamente
o espaço em branco da frase a seguir.
Quando se afirma que os decisores estabelecem quais os valores a serem
maximizados e quais as alternativas que melhor poderão ser maximizadas,
considerando o modelo racional, formalizado por H. Simon, entende-se que a
seleção da alternativa a ser adotada é feita a partir de uma análise
de cada alternativa e suas consequências.
A) abrangente e detalhada.
B) abrangente e focada.
C) focada e lenta.
D) lenta e genérica.
E) genérica e detalhada.
387
388
Vamos praticar?
(SEE-SP - EXECUTIVO) Sobre Política Pública, assinale a alternativa correta.
A) O tipo ou modelo de Estado não tem influência nas políticas públicas.
B) As políticas públicas atêm-se somente aos aspectos sociais.
C) Principalmente as pessoas ditas vulneráveis são o motivo da existência das
políticas públicas.
D) As políticas públicas nunca serão resultado apenas da análise técnica e
racional sobre um determinado problema.
E) As relações internacionais estão fora do âmbito das políticas públicas.
Mixed Scanning
389
390
Fluxos Múltiplos
Fluxos Múltiplos
Agenda de 
Política 
Pública
Janela de 
Oportunidade
Fluxo de
Problemas
Fluxo de 
Soluções
Fluxo Político
391
392
Modelo da Lata de Lixo
Vamos praticar?
(PREF. S.P. – APPGG) Segundo a teoria dos múltiplos fluxos, a mudança na
agenda ocorre quando há convergência entre
(A) difusão de ideias, debate de alternativas e decisão política.
(B) oportunidades, decisão de lideranças e apoio político.
(C) tomada de decisão, construção de apoio político e apoio popular.
(D) reconhecimento de um problema, identificação de alternativas e
construção de apoio político.
(E)identificação de um problema, tomada de decisão e implementação 
eficiente.
393
394
Vamos praticar?
(SGA/AC – GESTOR) Os modelos racional e incremental podem ser
combinados num modelo misto, que diferencia dois processos decisórios: um
relativo a questões estruturantes e outro relativo a questões de caráter
ordinário.
Vamos praticar?
(MPOG – EPPGG) A tomada de decisão representa um dos passos centrais do
processo das políticas públicas. O modelo de exploração mista ou exploração
combinada, ou ainda, mixed-scanning caracteriza-se por:
a)estabelecer objetivos finais amplos e avaliar exaustivamente as alternativas
de maneira a selecionar objetivamente aquela mais capaz de conduzir aos
resultados pretendidos.
b)distinguir decisões estruturantes e ordinárias, baseando as decisões sobre
as primeiras no exame das principais alternativas em função da concepção
das metas, sem descer a detalhes que prejudicam a visão de conjunto.
395
396
Vamos praticar?
c)basear-se na convicção de que o conhecimento da realidade é sempre
limitado e nem sempre uma alternativa tecnicamente recomendável
conquista o apoio dos atores políticos.
d)levantar informações exaustivas sobre cada uma das alternativas
possivelmente cabíveis e combiná-las de maneira a atender às preferências
hierarquizadas que expressam os valores em jogo.
e)avaliar as alternativas à luz das relações de poder e dos compromissos
institucionais prévios que condicionam e limitam a alocação de recursos
pelos tomadores de decisão.
Vamos praticar?
(PREF. SALVADOR – FISCAL) No processo de formulação de políticas públicas,
existem situações em que a discussão sobre um issue fica restrita ao
tratamento dentro das comunidades técnicas, grupos de poder e
subsistemas políticos, inibindo o surgimento de novas ideias.
A ocorrência dessa situação é chamada de
(A) armadilha mixed-scanning.
(B) judicialização das políticas públicas.
(C) formação bottom-up.
(D) monopólio da política pública.
(E) incrementalismo redundante.
397
398
Vamos praticar?
(PREF. ILHABELA – ANALISTA) Na Prefeitura Municipal de Poplândia, o
secretário de Planejamento & Gestão, formado em Administração de
Empresas, tem argumentado nas reuniões com o prefeito que todos os
órgãos da administração pública local devem aderir a um Programa de
Qualidade Total, almejando, no médio prazo, obterem uma certificação tal
como a ISO 9001 ou correlato. Na última reunião, um analista de gestão
pública recém-contratado, ao ser indagado pelo prefeito sobre essa intenção
do secretário municipal, respondeu que ela se caracteriza pela racionalidade
do “modelo lata de lixo” – ou garbage can model – do processo de decisão
em políticas públicas. Logo, na opinião do analista de gestão pública,
Vamos praticar?
(A)todos os órgãos públicos do município têm um problema concreto de
ausência ou insuficiência de qualidade e devem correr atrás dessa solução
proposta pelo secretário.
(B)o secretário municipal tem uma solução em mãos pela qual ele tem certa
predileção e está correndo atrás de problemas nos órgãos públicos do
município para tentar justificar sua adoção e implantá-la.
(C)o prefeito deve considerar a proposta do secretário municipal e ajustar,
de maneira incremental, o problema de todos os órgãos públicos do
município à solução de adoção de um Programa de Qualidade Total.
399
400
Vamos praticar?
(D)o secretário municipal, baseado em uma racionalidade ilimitada, está
buscando otimizar os resultados organizacionais de toda a prefeitura; isto é,
todos os problemas devem ser “jogados na mesma lata de lixo” e
solucionados de maneira integrada.
(E)o secretário municipal é um empreendedor de política pública que está, a
partir de comparações sucessivas de alternativas de soluções com o
problema dos órgãos públicos do município, buscando inovar na gestão
pública local.
Teoria do EquilíbrioPontuado
401
402
Teoria das Coalizões de Defesa
Teoria das Redes de PP
403
404
Teoria das Redes de PP
Vamos praticar?
(PREF. S.P. – APPGG) De acordo com a teoria do equilíbrio pontuado, as 
políticas públicas
(A) sofrem mudanças incrementais e mudanças de grande escala,
dependendo da emergência de mudanças nas imagens e nas instituições.
(B)mudam quando o equilíbrio é alterado por mudanças incrementais nas 
imagens e nas instituições.
(C) mudam abruptamente, por meio de alterações no monopólio das
imagens e nas instituições.
(D)mudam quando o equilíbrio é quebrado por alterações abruptas no 
monopólio das imagens e nas instituições.
(E) mudam incrementalmente, por meio de alterações nas imagens e nas
instituições.
405
406
Vamos praticar?
(TRE-PI – ANALISTA) A teoria do equilíbrio pontuado, um dos modelos de
avaliação de políticas públicas que é fundamentado no fluxo de problemas,
no fluxo de soluções e no fluxo político, visa à compreensão da formação da
agenda governamental
Vamos praticar?
(VUNESP – PREF. ILHABELA – ANALISTA – 2020) Leia o trecho para responder
à questão. O Instituto Ilhabela Sustentável (IIS) escolheu o dia 22 de
setembro, data em que é celebrado o Dia Mundial sem Carro, para lançar
oficialmente o projeto MobCidades – Mobilidade, Orçamento e Direitos –,
um amplo programa de promoção da participação popular na gestão da
mobilidade urbana, com foco na garantia do direito à cidade e ao transporte,
que vai capacitar representantes de 50 entidades para exercer o controle
social e incidir na elaboração e aplicação de políticas públicas no município. A
iniciativa foi lançada durante a abertura do 3° Fórum Municipal de
Mobilidade Urbana, evento que integra a programação da Semana da
Mobilidade e foi promovido pelo IIS, em parceria com o Poder Executivo
local, com o objetivo de debater temas prioritários
407
408
Vamos praticar?
– e favorecer a governança – nas áreas de transporte público, incentivo ao
uso da bicicleta, acessibilidade e travessia da balsa. Participaram do evento
os representantes da Câmara de Vereadores e da Prefeitura Municipal, bem
como de entidades e organizações da sociedade civil, além de dezenas de
cidadãos interessados no futuro de Ilhabela e um grupo de estudantes,
favorecendo a ação coletiva em torno dessa agenda. (Disponível em link:
https://iis.org.br/farol-da-ilha/projeto-mobcidades-e-lancado-em-ilhabela/.
23.09.2020. Adaptado)
O texto, em sua descrição, caracteriza o modelo de análise de política pública
de
(A) Coalizões de Defesa pela mobilidade urbana local.
Vamos praticar?
(B) Redes de Políticas Públicas em torno da mobilidade urbana municipal.
(C)Escolha Racional em prol da mobilidade, orçamento e direitos no 
município.
(D) Equilíbrio Pontuado entre atores do setor público e da sociedade civil
organizada.
(E) Múltiplos Fluxos dos interesses públicos em detrimento dos interesses
privados.
409
410
Prof. Rodrigo Rennó
@profrodrigorenno
@profrodrigorenno
/rodrigorenno99
/profrodrigorenno
https://t.me/rodrigorenno
OBRIGADO!
Prof. Rodrigo Rennó
411
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Língua Espanhola
Prof. Adinoél Sebastião
A DIVERSIDADE E A INCLUSÃO
NAS POLÍTICAS PÚBLICAS
Prof. Ricardo Torques
RA CNU - BLOCO IV E VII
413
414
A DIVERSIDADE E A INCLUSÃO NAS POLÍTICAS 
PÚBLICAS. AÇÕES AFIRMATIVAS. MECANISMOS 
LEGAIS E INSTITUCIONAIS DE AMPLIAÇÃO, 
DIVERSIFICAÇÃO E GARANTIA DE DIREITOS 
INDIVIDUAIS, COLETIVOS E DIFUSOS.
 As minorias constituem o grupo de pessoas que ocupam posição
não dominante na sociedade, embora sejam organizados e com
sentimento de autodeterminação e solidariedade entre os
integrantes dos grupos.
 Os grupos vulneráveis, por sua vez, constituem o conjunto de
pessoas dotado formalmente de direitos, contudo, destituídos de
poder. Desse modo, os grupos vulneráveis encontram uma série
de dificuldades para exigir seus direitos.
Direitos Humanos 
Prof. Ricardo Torques
GRUPOS VULNERÁVEIS X MINORIAS
415
416
 Incapacidade de a igualdade em sentido formal dar conta das 
diferenças e particularidades.
 A igualdade em sentido material pressupõe a individualização do 
sujeito.
Direitos Humanos 
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IGUALDADE EM SENTIDO FORMAL E EM SENTIDO 
MATERIAL
417
418
• primeiro momento: regras proibitivas de discriminação;
• segundo momento: criação de um conjunto de normas que
estruturam uma política pública para a promoção da igualdade
em favor de grupos vulneráveis.
Direitos Humanos 
Prof. Ricardo Torques
DIREITO ANTIDISCRIMINATÓRIO E DIREITO DAS
MINORIAS
preconceito: é uma atitude negativa dirigida a um grupo com
base em características das pessoas que o integram. O
preconceito é voltado contra o grupo como um todo. Trata-se de
visão que ignora as diferenças individuais;
estereótipo: é uma generalização sobre um grupo a partir de
certas características dos seus membros. O estereótipo pode ser
positivo ou negativo; e
discriminação: é uma ação negativa dirigida ao membro de um
grupo em razão da pertinência da vítima ao grupo.
Direitos Humanos 
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CONCEITOS
419
420
subjetividade jurídica: esse elemento enfatiza o fato de que a
postura discriminatória é baseada numa certa visão de mundo
subjetiva adotada pelo discriminador, o que se reflete no próprio
direito antidiscriminação, o qual deve combater a discriminação;
racionalidade constitucional: no sentido de que o direito
incorpora uma perspectiva racional baseada na proteção de
valores constitucionais como fundamento da proibição da
discriminação; e
universalidade de direitos: esse elemento ressalta o fato de que
os seres humanos, tão só em razão de serem humanos, são
dotados dos mesmos direitos, o que vai contra as concepções
discriminatórias.
FUNDAMENTOS DO DIREITO ANTIDISCRIMINATÓRIO
Direitos Humanos 
Prof. Ricardo Torques
TEORIA DO IMPACTO DESPROPORCIONAL
“toda e qualquer prática empresarial, política governamental ou 
semigovernamental de cunho legislativo ou administrativo, ainda 
que não provida de intenção discriminatória no momento de sua 
concepção, deve ser condenada por violação do princípio da 
igualdade material se, em consequência de sua aplicação, 
resultaremefeitosnocivos de incidência especialmente 
desproporcional sobre certascategorias de pessoas”
421
422
TEORIA DO IMPACTO DESPROPORCIONAL
Ex.1 -ADI 1.946: limitação ao benefício previdenciário a R$ 
1.200,00, com pagamento da diferençada licença-maternidade 
pelo empregador.
Ex.2 -ADPF 291: “(...) a manutenção de um dispositivo que 
tornacrimemilitar o sexo consensual entre adultos, ainda que 
sem a carga pejorativa das expressões ‘pederastia’ e 
‘homossexual ou não’, produz, apesar de sua aparente 
neutralidade e em razãodo histórico e das características das 
Forças Armadas, um impacto desproporcional sobre 
homossexuais,o que é incompatível como princípio da 
igualdade”.
Direitos Humanos 
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 pessoa com 60 ou mais anos;
 garantia de direitos fundamentais sob viés específico;
 destaques de direitos:
• descontos de, ao menos, 50% em ingressos para eventos
artísticos, culturais, esportivos e lazer (além de acesso
preferencial);
• reserva de, ao menos, 3% das unidades habitacionais em
programas residenciais;
• BPC-LOAS, a partir dos 65 anos, se hipossuficiente.
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POLÍTICAS PÚBLICAS E INCLUSÃO DA PESSOA IDOSA
423
424
 destaques de direitos:
• transportes:
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POLÍTICAS PÚBLICAS E INCLUSÃO DA PESSOA IDOSA
 vertentes: repressivo e promocional;

Direitos Humanos 
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POLÍTICAS PÚBLICAS E INCLUSÃO DA DIVERSIDADE 
RACIAL
425
426
POLÍTICAS PÚBLICAS E INCLUSÃO DA
DIVERSIDADE RACIAL
# discriminação racional ou étnico racial: constitui toda forma de distinção
baseada em fatores étnicos ou de descendência que impliquem na anulação
ou restrição dos seus direitos humanos.
#desigualdade racial: diferenciação injustificada no acesso e fruição de bens,
serviços e oportunidade em razão de fatores étnicos oude descendência.
# desigualdade de gênero e raça: constatação do fosso entre as mulheres
negras e demais segmentos da sociedade.
# população negra: conjunto de pessoas que se declaram negas ou pardas
segundo o IBGE.
# políticas públicas: ações, iniciativas e programas adotados pelo Poder
Público voltado para a efetivação de direitos humanos, no âmbito de suas
prerrogativas institucionais.
POLÍTICAS PÚBLICAS E INCLUSÃO DA
DIVERSIDADE RACIAL
1) Racismo sob a concepção individualista: o racismo é compreendido
como um comportamento de indivíduos ou grupos que agem por
motivações psicológicas ou desvios éticos, consistindo em uma
"irracionalidade" ou "patologia" comportamental.
427
428
POLÍTICAS PÚBLICAS E INCLUSÃO DA
DIVERSIDADE RACIAL
2) Racismo sob a concepção institucional: o racismo constitui uma relação 
de poder desigual entre grupos raciais.
POLÍTICAS PÚBLICAS E INCLUSÃO DA
DIVERSIDADE RACIAL
3) Racismo sob a concepção estrutural: o racismo é parte da estrutura
social. A ordem social tem o racismo como um de seus elementos
estruturantes. Em virtude disso, a atuação meramente inerte ou "normal"
das instituições resulta em práticas racistas, pois as instituições
reproduzem a ordem social racista.
429
430
CONSTITUCIONALIDADE DAS COTAS
 Estabelecer um ambiente acadêmico plural e diversificado, superando
a pouca diversidade racial do ensino superior público e, com isso,
eliminando distorções sociais historicamente consolidadas.
 Há dois critérios utilizados comumente: a autoidentificação e a
heteroidentificação (identificação feita por terceiros).
 Cota deve ser proporcional e razoável, reservando-se as vagas em
número adequado, apto a não excluir em demasia os demais membros
da comunidade não abrangidos no critério de seleção.
ACESSO À TERRA
Art. 32. O Poder 
Executivo federal 
elaborará e 
desenvolverá políticas 
públicas especiais 
voltadas para o 
desenvolvimento 
sustentável dos 
remanescentes das 
comunidades dos 
quilombos, respeitando 
as tradições de 
proteção ambiental das 
comunidades.
431
432
QUILOMBOLAS
"Os quilombolas são membros de comunidade tradicional, com
identidade, costumes e usos próprios, composta por descendentes de
escravos e que mantém a tradição de união gerada pela resistência à
sociedade envolvente, que, à época da constituição dos quilombos,
representava a opressão e a perda da liberdade." (André Carvalho Ramos).
CARACTERIZAÇÃO DA DEFICIÊNCIA
limitações barreiras DEFICIÊNCIA
433
434
Urbanísticas vias e espaços (públicos e privados abertos ao 
público ou de uso coletivo)
Arquitetônicas edifícios públicos e privados
Nos transportes sistemas e meios de transportes
Nas comunicações e na 
informação
obstáculo, atitude ou comportamento nos sistemas 
de comunicação e de tecnologia da informação
Atitudinais atitudes ou comportamentos
Tecnológicas dificuldades que tornem difícil ou impeçam o 
acesso às tecnologias
435
436
Art. 2º-A. É instituído o cordão de fita com desenhos de girassóis
como símbolo nacional de identificação de pessoas com
deficiências ocultas. (Incluído pela Lei nº 14.624, de 2023)
§ 1º O uso do símbolo de que trata o caput deste artigo e
opcional, e sua ausência não prejudica o exercício de direitos e
garantias previstos em lei. (Incluído pela Lei nº 14.624, de
2023)
§ 2º A utilização do símbolo de que trata o caput deste artigo não
dispensa a apresentação de documento comprobatório da
deficiência, caso seja solicitado pelo atendente ou pela 
autoridade competente. (Incluído pela Lei nº 14.624, de 2023)
POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCLUSÃO DA
MULHER
 A Convenção sobre a Eliminação de todas as Formas de
Discriminação contra a Mulher (CEDAW, pela sigla internacional).
 No âmbito da OEA é importante conhecermos a Convenção
Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a
Mulher, denominada de Convenção de Belém do Pará.
 Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime
Organizado Transnacional Relativo à Prevenção, Repressão e Punição
do Tráfico de Pessoas, em Especial Mulheres e Crianças.
437
438
POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCLUSÃO DA
MULHER
 Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340, 2006) – cria mecanismos para coibir a
violência doméstica e familiar contra a mulher.
 Lei do Minuto Seguinte (Lei nº 12.845/2013) - prevê atendimento imediato
pelo SUS e informações sobre os diretos das vítimas de abuso.
 Lei do Feminicídio (Lei nº 13.104, 2015) - alterou o Código Penal criando um
tipo de homicídio qualificado.
 Lei nº 13.718/2018 – esta lei trouxe relevante mudanças no Código Penal.
Tipificou os crimes de importunação sexual e de divulgação de cena de
estupro, tornou pública incondicionada a natureza da ação penal dos crimes
contra a liberdade sexual e dos crimes sexuais contra vulneráveis e definiu
como causas para aumento de pena o estupro coletivo e o estupro corretivo.
POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCLUSÃO DA
MULHER
 Lei nº 13.642/2018 – atribuiu competência para a polícia federal
investigar crimes praticados na rede mundial de computadores, que
difundam conteúdo misógino.
 Lei nº 13.931/2019 - notificação compulsória dos casos de indícios ou
confirmação de violência contra a mulher, atendida em serviços de
saúde públicos e privados.
 Lei Joana Maranhão (Lei nº 12.650/2015) – alterou os prazos quanto à
prescrição (prazo) contra abusos sexuais cometidos contra crianças e
adolescentes.
439
440
POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCLUSÃO DA
MULHER
 Lei Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica (Lei nº 14.188/2021)
- define o programa de cooperação Sinal Vermelho contra a Violência
Doméstica como uma das medidas de enfrentamento da violência
doméstica e familiar contra a mulher, altera a modalidade da pena da
lesão corporal simples cometida contra a mulher por razões da
condição do sexo feminino e cria o tipo penal de violência
psicológica contra a mulher.
 Lei nº 14.192/2021 - estabelece normas para prevenir, reprimir e
combater a violência política contra a mulher.
POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCLUSÃO DA
MULHER
 Lei nº 14.326/2022 - assegura à mulher presa gestante ou puérpera
tratamento humanitário antes e durante o trabalho de parto e no
período de puerpério, bem como assistência integral à sua saúde e à
do recém-nascido.
 Lei nº 14786/2023 - Cria o protocolo “Não é Não”, para prevenção
ao constrangimento e à violência contra a mulher e para proteção à
vítima; institui o selo “Não é Não - Mulheres Seguras”;
441
442
OBRIGADO!
Prof. Ricardo Torques
Língua Espanhola
Prof. Adinoél Sebastião
PESQUISA E AVALIAÇÃO
QUALITATIVA E QUANTITATIVA
Profª. Carla Abreu
443
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CNU
PESQUISA & AVALIAÇÃO
Profa. Carla Abreu
@AProfessoraCarlaAbreu
PESQUISA QUALITATIVA E QUANTITATIVA
Profa. Carla Abreu
@AProfessoraCarlaAbreu
445
446
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Pesquisa Científica
● Investigação
● Resolução de Problemas
● Aplicação de métodos científicos
● Formal
● Pensamento reflexivo
● Descoberta do novo / Revisão do existente
Desenvolvimento da 
ciência e da tecnologia, 
solução de problemas 
práticos da sociedade.
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Características 
● Descoberta
● Validação
● Conhecimento
● Realização
Válido
Confiável
Rigor
Metodológico
Princípios éticos
Validade
Confiabilidade
447
448
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Pesquisa
Rigor Método Ética
Produzir conhecimento Inovação Validar conhecimento
Processo sistemático Responder questões Descobrir caminhos
Validade Confiabilidade
Objetivo principal:
Para ser eficaz:
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Contribuições
● Desenvolvimento de teorias, tecnologias e práticas inovadoras
● Problemas atuais
● Formação de Profissionais
● Cidadão atuantes e conscientes
● Ambiental
● Social
● Saúde
449
450
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Pesquisa Descritiva
● Descrição e análise de fenômenos
● Relação entre variáveis
● Compreender e explicar características sem interferências
● Coleta de dados
● Identificar padrões e tendências
● Observações
● Questionários
● Entrevistas
Pesquisa
Profa. Carla AbreuPesquisa Exploratória
● Explorar tema ou pesquisa
● Objetivo: obter maior conhecimento sobre o tema.
● Útil para: identificar variáveis relevantes, formular
hipóteses e aprimorar o planejamento de futuras
pesquisas.
451
452
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Pesquisa Explicativa
● Explicar causas e motivos dos fenômenos
● Identificar relações entre as variáveis
● Estabelecer relação de causalidade
● Métodos complexos e sofisticados
● Análise profunda das relações das variáveis
● Estudos longitudinais.
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Pesquisa Qualitativa
1. Compreender e interpretar fenômenos sociais de forma profunda,
detalhada e contextualizada;
2. Ênfase na subjetividade
3. Flexibilidade metodológica
4. Amostras pequenas e não probabilísticas
5. Interação
6. Dedutiva x Indutiva
Dedutiva: utiliza os dados coletados para testar ou 
confirmar essa teoria ou modelo pré-existente;
Indutiva: busca identificar padrões, categorias ou teorias 
a partir dos dados coletados.
453
454
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Pesquisa Qualitativa
● Subjetividade e interpretação dos participantes
● Diversidade
● Simplificações e Generalizações
Explorar e descrever a diversidade e a complexidade das 
experiências humanas, permitindo compreensão 
profunda e abrangente dos fenômenos.
Objetivo
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Pesquisa Quantitativa
● Números e Estatísticas
● Objetividade
● Dados quantificáveis
● Padrões
● Amostras
● Instrumentos Padronizados
● Generalização dos resultados
455
456
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Pesquisa Quantitativa
Tipos
• Experimental
• Correlacional
• Quase-Experimental
• Survey
• Longitudinal
• Transversal
• De Avaliação
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Na pesquisa quantitativa, a 
identificação de relações de causa e 
efeito é frequentemente realizada por 
meio da análise estatística de dados 
quantitativos. Métodos estatísticos 
para examinar a relação entre 
variáveis, buscando determinar se 
uma variável causa ou influencia outra 
de forma sistemática e mensurável. 
Na pesquisa qualitativa, a 
identificação de relações de causa e 
efeito é exploratória e interpretativa. 
Nesse tipo de pesquisa, busca-se 
compreender relações entre variáveis 
por meio da análise de narrativas, 
observações e outras formas de dados 
qualitativos. 
457
458
MÉTODOS DE PESQUISA
CIENTÍFICA
Profa. Carla Abreu
@AProfessoraCarlaAbreu
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Pesquisa Científica
processo sistemático e rigoroso que busca gerar novos
conhecimentos, validar teorias existentes ou resolver problemas
específicos por meio da aplicação de métodos científicos. O ciclo
da pesquisa científica pode ser dividido em várias etapas, cada
uma com suas particularidades e importância.
459
460
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Ciclo da Pesquisa
Identificação do 
Problema
Revisão da 
Literatura
Formulação da 
Hipótese
Planejamento e 
Execução
Análise dos 
Resultados
Relatório Final
1ª etapa
Pergunta clara e relevante
Trabalhos 
existentes e 
lacunas
Proposição 
testável a ser 
investigada
Métodos e Técnicas
Responder à pergunta 
inicial. Interpretação
Artigo científico
Claro, objetivo e 
fundamentado 
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Formulação de Problemas
1. Problema Descritivo
2. Problema Exploratório
3. Problema Explicativo
4. Problema Preditivo
5. Problema Avaliativo
461
462
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Revisão de Literatura
 Revisão Narrativa;
 Revisão Sistemática;
 Meta-Análise;
 Revisão Integrativa;
 Scoping Review;
 Rapid Review;
 Revisão Sistematizada;
revisão sistemática é mais restrita a estudos
quantitativos e busca síntese objetiva da
evidência.
revisão sistematizada é mais ampla em termos
de tipos de estudos incluídos e busca síntese
mais abrangente e integrativa da literatura
disponível sobre um tema.
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Revisão de Literatura - Fontes
463
464
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Definição de Objetivos
● Clareza e precisão
● Relevância e originalidade
● Viabilidade e alcance
● Especificidade e Mensurabilidade.
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Hipóteses - Formulação
• As hipóteses são proposições testáveis que indicam a relação entre
variáveis e direcionam a investigação para verificar a validade da
proposição.
• Claras, específicas, mensuráveis
• Alinhadas ao referencial teórico
465
466
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Hipóteses
1. Causal
2. De diferença
3. Correlacional
4. De não inferioridade ou equivalência
5. De interação
6. De nulidade
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Variáveis
Elementos que podem ser medidos, controlados ou manipulados em um estudo.
Variáveis
independente 
dependente
de controle
467
468
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Variáveis
V
a
ri
á
ve
is
quantitativas 
intervalares
de razão
discretas
contínuas
qualitativas
ordinais
nominais
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
INSTRUMENTOS E TÉCNICAS DE COLETA DE DADOS
• Questionários 
• Entrevistas 
• Observação
• Testes e Provas 
• Documentos e Registros
Estruturada, semiestruturada e não estruturada
469
470
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Análise de Dados
ComparativaInterpretativaDescritivaConteúdoEstatística 
Os resultados da análise devem ser interpretados à luz das questões 
de pesquisa e das hipóteses formuladas
AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS
PÚBLICAS
Profa. Carla Abreu
@AProfessoraCarlaAbreu
471
472
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Pesquisa e Avaliação de Impacto
● Formulação de Políticas Públicas
● Compreender e mensurar efeitos
● Pesquisa: mudanças decorrentes da intervenção
● Avaliação: análise (Porquê? Como?)
Evidências empíricas sólidas
Novas decisões 
Recursos
Transparência
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Avaliação de Políticas Públicas 
OBJETIVOS
● S
● M
● A
● R
● T
473
474
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Avaliação de Políticas Públicas 
INDICADORES
Qualitativos Quantitativos
Avaliação de Políticas Públicas
Coleta e análise de dados
Resultados
INTERPRETAÇÃO
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Tipos de Avaliação
SomativaFormativaDiagnóstica 
475
476
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Processo de Avaliação
Custo-benefício Escala Efetividade Impacto
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Processo de avaliação: 
Impacto das políticas públicas
A avaliação do impacto das políticas públicas envolve a definição de
indicadores de impacto, a coleta e análise de dados, a identificação de
resultados e a avaliação da sustentabilidade das políticas. Essa etapa é
essencial para garantir que as políticas públicas sejam eficazes, efetivas e
sustentáveis, contribuindo para o desenvolvimento social, econômico e
ambiental.
477
478
AVALIAÇÃO E PARTICIPAÇÃO
SOCIAL
Profa. Carla Abreu
@AProfessoraCarlaAbreu
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Avaliação e Participação Social
A participação social enriquece
o processo de avaliação ao
trazer diferentes pontos de
vista e experiências, garantindo
uma análise mais completa e
democrática. Isso aumenta a
legitimidade e a eficácia das
avaliações ao considerar uma
gama mais ampla de impactos e
aspectos relevantes para a
sociedade.
479
480
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Paradigmas da Avaliação
conjuntos de pressupostos, valores e crenças que fundamentam e
orientam a prática avaliativa.
influenciam a forma como os avaliadores concebem a avaliação, definem
seus objetivos, selecionam métodos e interpretam os resultados.
positivista, construtivista e pragmático
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Paradigmas da Avaliação
Positivista
● Definição:
● Objetivo:
481
482
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Paradigmas da Avaliação
Construtivista
● Definição:
● Objetivo:
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Paradigmas da Avaliação
Pragmático
● Definição:
● Objetivo:
483
484
Pesquisa
Profa. Carla Abreu
Avaliação Participativa Avaliação Participante
● Comum: envolvimento ativo dos sujeitos avaliados 
Obrigada!
Profa. Carla Abreu
@AProfessoraCarlaAbreu
485
486
OBRIGADA!
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Língua Espanhola
Prof. Adinoél Sebastião
ESTATÍSTICA
Prof. Carlos Henrique
487
488
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490
491
492493
494
495
496
497
498
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503
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509
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511
512
513
514
515
516
Órgão: TRT - 3ª Região (MG)
Prova: Analista Judiciário - Estatística
O objetivo de uma pesquisa era o de se obter, relativamente aos 
moradores de um bairro, informações sobre duas variáveis: nível 
educacional e renda familiar. Para cumprir tal objetivo, todos os 
moradores foram entrevistados e arguídos quanto ao nível 
educacional, e, dentre todos os domicílios do bairro, foram 
selecionados aleatoriamente 300 moradores para informar a renda 
familiar. As abordagens utilizadas para as variáveis nível educacional 
e renda familiar foram, respectivamente,
a) censo e amostragem por conglomerados.
b) amostragem aleatória e amostragem sistemática.
c) censo e amostragem casual simples.
d) amostragem estratificada e amostragem sistemática.
e) amostragem sistemática e amostragem em dois estágios.
517
518
Uma população de tamanho 1.600 é dividida em 80 subpopulações 
distintas. Por meio de um sorteio, 20 subpopulações são 
selecionadas e todos os elementos nas subpopulações 
selecionadas são observados.
Este tipo de amostragem é denominado de Amostragem
a) por Conglomerados.
b) Sistemática.
c) Aleatória Estratificada
d) Determinística.
e) por Quotas.
519
520
Uma clínica tem interesse em estudar certas características de 
seus pacientes, cujas fichas de cadastro estão enumeradas, 
consecutivamente, de 511 a 973. Destes, deve ser selecionada 
uma amostra aleatória de 25 pacientes. Responda qual é o 
número de elementos dessa população e qual é o melhor método 
de amostragem nesse caso?
a) 464; amostragem aleatória simples.
b) 464; amostragem sistemática.
c) 463; amostragem sistemática.
d) 463; amostragem por conglomerado.
e) 464; amostragem estratificada.
521
522
523
524
Uma empresa emprega 5698 funcionários, distribuídos segundo o grau 
de instrução de cada um: 1325 com curso superior; 2114 com nível 
médio e 2259 com nível fundamental. O diretor da empresa quer 
verificar o “grau de satisfação em relação ao salário pago pela
empresa”, para isso, solicitou ao setor de estatística um estudo
amostral. A melhor maneira de selecionar uma amostra dessa
população é através da técnica
a) aleatória simples.
b) sistemática.
c) por quotas.
d) Conglomerado
e) estratificada proporcional.
525
526
A técnica de amostragem utilizada quando a população 
divide-se em
subpopulações razoavelmente homogêneas é a
a) amostragem sistemática.
b) amostragem por cotas
c) amostragem por conglomerados.
d) amostragem aleatória simples.
e) amostragem estratificada.
527
528
Uma população se encontra dividida em três estratos, com tamanhos, 
respectivamente, N1 = 64, N2 = 96 e N3 = 48. Ao se realizar uma 
amostragem estratificada proporcional, oito elementos da amostra 
foram retirados do primeiro estrato. Indique qual o número total de 
elementos da amostra.
a) 18
b) 22
c) 28
d) 24
e) 26
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530
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OBRIGADO!
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