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Projeto - Ambiente Operacional

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<p>UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL</p><p>ADMINISTRAÇÃO</p><p>STEPHANY VIEIRA COELHO - 27333884</p><p>NATASHA FERNANDES LIMA - 27354652</p><p>JOSEANE RODRIGUES VILAS BOAS-27382770</p><p>VANESSA SANTOS SILVA - 27053113</p><p>PROJETO MULTIDISCIPLINAR – AMBIENTE OPERACIONAL</p><p>POOL SPORT</p><p>Brasil, 16 de maio de 2021.</p><p>ESTUDO DE CASO – POOL SPORT</p><p>Trabalho apresentado como requisito parcial para obtenção de aprovação na disciplina Projeto Multidisciplinar – Ambiente Operacional, na Universidade Cruzeiro do Sul.</p><p>Tutor: Eduardo Freitas</p><p>Brasil, 16 de maio de 2021.</p><p>RESUMO</p><p>Trata-se de um estudo de caso sobre a empresa Pool Sport, contendo uma visão técnica da situação apresentada, diagnósticos e apontamentos da cultura organizacional da empresa. Levantamento de pontos fundamentais de gestão, tais como: modelo de liderança, hierarquia, divisão de tarefas e uma avaliação Swot.</p><p>Palavras-chave: Gestão, cultura, hierarquia.</p><p>SUMÁRIO</p><p>1.	INTRODUÇÃO</p><p>2.	DESENVOLVIMENTO</p><p>2.1 itens referente aos questionamentos</p><p>2.2 itens referente aos questionamentos</p><p>3.	CONCLUSÃO</p><p>4 .	REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Trata-se de um estudo de caso sobre a empresa Pool Sport, empresa que atuava no mercado de confecção de roupas em meados dos anos 60, a empresa era composta por 200 funcionários e várias costureiras autônomas; contava com uma estrutura física de dois prédios e ainda estava em processo de obras de uma terceira instalação.</p><p>A Pool Sport era bem-conceituada no mercado, seus clientes eram fiéis e ficavam orgulhosos em usar a marca, os produtos eram de qualidade. Sua estrutura física contava com dois prédios e ainda possuía uma obra em andamento para expansão.</p><p>A empresa apresentava várias falhas de gestão, não possuía uma hierarquia definida, organograma e a divisão de tarefas era difusa. O modelo de liderança era liberal, não se podia apontar teorias administrativas ativas.</p><p>Diante de tantos desafios foi proposto por três sócios a contratação de uma consultoria e sobre ela que vamos falar: erros, acertos, apontamentos e sugestões de melhorias. Quais os impactos de uma consultoria numa organização?</p><p>DESENVOLVIMENTO</p><p>A empresa tinha um modelo de atuação organizacional um tanto quanto independente e em relação à administração havia uma centralização na figura do Sr. D. Z., no espaço físico que ocupava, dois prédios, as atividades funcionavam de maneira isolada em cada andar, onde cada andar equivalia à uma fábrica de confecção completa, a ponto de funcionários de um andar nem ao menos circular em outros andares; a empresa contava com 200 empregados e várias costureiras autônomas.</p><p>A hierarquia da empresa era difusa, não havia um organograma, dessa forma não se sabia quem mandava em quem, diante disso os conflitos eram inevitáveis, hora mandava um, hora mandava outro sem um consenso de pensamentos, todos reféns de uma “ameaça” de reportação ao dono da empresa Sr. D. Z.</p><p>Embora existisse uma divisão de tarefas essas não se interligavam, pois, a independência funcional de cada andar impossibilitava essa integração, a ausência de um organograma fortalecia a ideia de uma divisão que não era clara para todos os funcionários. “O administrador deve obedecer às normas ou às regras de comportamento, isto é, aos princípios gerais que permitem desempenhar as funções de planejar, organizar, dirigir, coordenar e controlar. Daí os princípios gerais de Administração tomados como normas capazes de resolver os problemas organizacionais. ”  (Chiavenato, Idalberto. (2006). Princípios da administração: o essencial em teoria geral da administração, Página 88).</p><p>Os princípios da administração também era um ponto de questionamento na empresa, não constando de forma clara e precisa para quem a integrava. Nas vésperas da coleção era possível identificar uma espécie de planejamento no que compete às compras para uma nova coleção a expectativa da chegada das peças era o que unia toda a empresa. A organização deixava a desejar uma vez que não havia uma unificação nesse sentido, pouco se fala como era a construção e controle do estoque dos materiais e como se chegava nessas informações.</p><p>Havia um projeto de modernização da confecção através da compra de um maquinário controlado via computador que diminuiria o desperdício de tecidos, mas houve um atraso e esse plano ficou apenas como um projeto. Não havia uma definição prévia quanto ao planejamento das encomendas, assim como a quantificação da metragem de cada tecido, esse era feito de maneira aleatória por um dos donos da empresa que se colocava com flexibilidade nesse sentido de poder mudar os pedidos sob qualquer pedido que se fizesse necessário por parte dos modistas.</p><p>Acreditamos que o modelo de liderança adotado pela Pool Sport seja um modelo liberal, mais voltado para delegação de tarefas e seguro numa auto-gestão onde claramente o sócio administrador acreditava no potencial de seus líderes e pouco os orientava sobre uma demanda. Diminuição da burocracia, uma produtividade abaixo do que se poderia produzir pela ausência de uma condução, ficava claro o individualismo e o não respeito a lideranças que também não se sabia ao certo quais eram.</p><p>A ausência de uma gestão integrada possibilita uma série de falhas entre elas era a questão da admissão e demissão de funcionários, por não haver uma cultura clara e delegações de tarefas mais precisas, os funcionários muitas vezes agiam de acordo com a necessidade.</p><p>Não há somente pontos negativos na Pool Sport, pode-se apontar como diferencial dessa empresa a autenticidade e a capacidade de se reinventar em meio a várias ausências. No início a cultura era de tarefas, o foco estava nos projetos e o poder estava nas mãos de quem tinha capacidade de resolver o problema, que era a equipe formada, eles ocupavam os papéis principais, assumiam suas responsabilidades e tinham a liberdade para agir, essa seria a cultura de tarefas, normalmente influência de maneira positiva no clima organizacional já que valoriza e dá liberdade aos seus colaboradores.</p><p>A relação de poder na empresa era bipartida, de um lado o sócio administrador e questões burocráticas a ele reportadas e por outro lado os outros três sócios que funcionavam como a parte criativa da empresa, um detalhe que é válido apontar é a comunicação pouco eficiente entre partes. Os conflitos eram iminentes diante da divisão de tarefas, o que limitava o crescimento da empresa.</p><p>Por um tempo a Pool Sport foi uma boa empresa, os produtos criados eram de qualidade, o que sempre a colocou em uma posição de destaque no mercado. Mas ainda levantava muitos pontos de insatisfação, tais pontos os levaram a uma contratação de consultoria, acreditando que com uma análise técnica de alguém de fora da organização com boas sugestões pudesse agregar a empresa.</p><p>Em meio a consultoria foram apontados vários erros pelo consultor, que nitidamente se mostrava contrário a tudo que nela vinha sendo praticado, diante do que lhe foi proposto ele passa a fazer várias sugestões após seis meses de observação.</p><p>Podemos então apontar como erro do consultor primeiramente a descrença na organização e com isso ele passa a podar a autenticidade dos funcionários, embora a necessidade de organização fosse enorme a autenticidade e autonomia que cada um possuía era o que os motivava. Acredito que ele deveria ter valorizado a aptidão e a doação de cada funcionário potencializando o que vinha funcionando.</p><p>CONCLUSÃO</p><p>Numa análise Swot um tanto quanto simplista podemos apontar alguns pontos positivos da Pool Sport, seriam eles: autenticidade, autonomia e criatividade. Pontos que poderiam ser mantidos, valorizados e fortalecidos pelo consultor, afinal, algumas coisas funcionavam bem na empresa para que ela se mantivesse no mercado por anos. Em contrapartida alguns pontos negativos, como: desorganização, falta de hierarquia e divisão de tarefas difusas; poderiam sim ser um ponto de melhora, reestruturação, isso de forma leve e sistemática, para melhor adesão dos funcionários e aí sim resultar</p><p>numa consultoria com êxito alcançado.</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. Rio de Janeiro: Campus, 2004.</p><p>MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Atlas, 2000.</p><p>SMITH, A. Riqueza das Nações. Rio de Janeiro: Ediouro, 1986.</p><p>TAYLOR, F. W. Princípios de Administração Científica. São Paulo: Atlas, 1976.</p><p>KETS DE VRIES, M. F. R. Liderança na Empresa: como o comportamento dos líderes afeta a cultura interna. São Paulo: Atlas, 1997.</p><p>image1.png</p>

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