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Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
Carregando…
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
Carregando…
Introdução 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
Carregando…
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
Carregando…
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas dea creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
Carregando…
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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Introdução 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
Carregando…
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, comofonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
Carregando…
Introdução 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
Carregando…
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
maisrápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
Carregando…
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
Carregando…
Introdução 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
Carregando…
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
Carregando…
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide,placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
Carregando…
Introdução 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
Carregando…
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
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Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
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Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
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Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Observação da realidade
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Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
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Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quaispodem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
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Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
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● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
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Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
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Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Observação da realidade
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Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
Carregando…
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
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A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
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Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
Carregando…
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
IntroduçãoSistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
Carregando…
Introdução 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
Carregando…
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibramusculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
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Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
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A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
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● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
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O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
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Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
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Sistema ATP-creatina fosfato
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Sistema ATP-creatina fosfato
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Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
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Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
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Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
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A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pelaadenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
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● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
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Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
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● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
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A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
Carregando…
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Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase,Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
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Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
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Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
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A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
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A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
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Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
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● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
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● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
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Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
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Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
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Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
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Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
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Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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Introdução 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficientevelocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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Introdução 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
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Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Observação da realidade
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Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidadeda creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
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Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
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Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
Carregando…
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p.ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
Carregando…
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
Carregando…
Introdução 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
Carregando…
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
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Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndriassão muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
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Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
Carregando…
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
Carregando…
Introdução 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
Carregando…
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobinae, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
Carregando…
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
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Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscularde fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
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Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
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Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
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Sistema ATP-creatina fosfato
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Sistema ATP-creatina fosfato
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Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
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Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
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Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
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Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
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Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina ea fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
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Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
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Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Observação da realidade
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Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
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● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
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Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
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Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
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Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usama glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
Carregando…
Introdução 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
Carregando…
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II,ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
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Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
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Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Observação da realidade
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Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
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Sistema ATP-creatina fosfato
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● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
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● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
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Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
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Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
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● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
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● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
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Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzimaocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Observação da realidade
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Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
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● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
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A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
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A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
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Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
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Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
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A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ouCK-3, predominante no músculo esquelético.
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Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
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Sistema ATP-creatina fosfato
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Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
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Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
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Sistema ATP-creatina fosfato
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Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
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Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
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Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
Carregando…
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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Introdução 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
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Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatinaé sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente a creatinina é rapidamente removida do sangue e excretada.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo esquelético poder usar ácidos graxos
livres, corpos cetônicos ou glicose como
combustíveis, dependendo do grau de atividade
muscular;
 
● Músculo em repouso - os principais combustíveis
são ácidos graxos livres do tecido adiposo e
corpos cetônicos do fígado.
 
● São oxidados e degradados para produzir acetil-
CoA, que entra no ciclo do ácido cítrico para ser
oxidada a CO2.
 
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A resultante transferência de elétrons para o O2 fornece a
energia para a síntese de ATP por fosforilação oxidativa.
 
● Os músculos moderadamente ativos usam a glicose
sanguínea, além dos ácidos graxos livres e dos corpos
cetônicos.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O músculo cardíaco difere do músculo esquelético por ter atividade contínua, em um ritmo regular de
contração e relaxamento, e por ter um metabolismo completamente aeróbio o tempo todo.
 
● As mitocôndrias são muito mais abundantes no músculo cardíaco do que no esquelético, ocupando quase a
metade do volume das células.
 
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● O coração usa, como fonte de energia, principalmente ácidos graxos livres, mas também
alguma glicose e corpos cetônicos captados do sangue; estes combustíveis são oxidados no
ciclo do ácido cítrico e na fosforilação oxidativa para gerar ATP.
● Como o músculo esquelético, o músculo cardíaco não armazena grandes quantidades
de lipídeos ou glicogênio.
 
● Tem pequenas quantidades de energia de reserva na forma de fosfocreatina, suficiente
para poucos segundos de contração.
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
 
Tipos de fibra musculares
De acordo com sua estrutura e composição molecular, as fibras musculares esqueléticas podem ser identificadas
como tipo I, ou fibras lentas, e tipo II, ou fibras rápidas.
As fibras do tipo I, adaptadas para contrações continuadas, são vermelho-escuras e ricas em sarcoplasma
contendo mioglobina. Sua energia é obtida principalmente dos ácidos graxos que são metabolizados nas
mitocôndrias.
As fibras do tipo II, adaptadas para contrações rápidas e descontínuas,
contêm pouca mioglobina e, por isso, são vermelho-claras. Elas podem
ser subdivididas nos tipos IIA, IIB e IIC, de acordo com suas
características funcionais e bioquímicas. As fibras do tipo IIB são as
mais rápidas e dependem principalmente da glicólise como fonte de
energia.
 
Tipos de fibra musculares
 
Destinos dos nutrientes no metabolismo
 
Visão geral do metabolismo muscular
 
Metabolismo muscular
Dr. Levi Eduardo Soares Reis
levi.professor.setelagoas@uniatenas.edu.br
Faculdade Atenas Sete Lagoas – Minas Gerais
Bases Morfofuncionais I - Medicina
 
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A enzima creatina quinase (CK) catalisa a fosforilação reversível da creatina pela adenosina trifosfato (ATP) com
a formação de creatina fosfato. A CK está associada com a geração de ATP nos sistemas contráteis ou de
transporte. A função fisiológica predominante desta enzima ocorre nas células musculares, onde está envolvida
no armazenamento de creatina fosfato (composto rico em energia). Cada ciclo de contração muscular promove o
consumo de ATP com formação de ADP.
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Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
Introdução Conteúdo programático
Observação da realidade
A CK está amplamente distribuída nos tecidos, com atividades mais elevadas no músculo esquelético,
cérebro e tecido cardíaco. Quantidades menores são encontradas no rim, diafragma, tireoide, placenta,
bexiga, útero, pulmão, próstata, baço, reto, cólon, estômago e pâncreas. O fígado e eritrócitos são
essencialmente desprovidos desta enzima. Atividades como corridas curtas de velocidade, saltos,
corridas, movimentos de frenagem, pode proporcionar uma sobrecarga muscular caracterizada por
elevação de enzimas que indicam dano do tecido muscular, como, por exemplo, a CK. Atualmente, os
marcadores bioquímicos e fisiológicos mais utilizados para controle de treinamento são a CK, Lactato
Desidrogenase, Ureia e Mioglobina
● CK-BB ou CK-1, encontrada predominantemente no cérebro. Raramente está presente no
sangue.
● CK-MB ou CK-2, forma híbrida, predominante no miocárdio.
● CK-MM ou CK-3, predominante no músculo esquelético.
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Introdução 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo energético no músculo
 
Metabolismo aeróbio versus anaeróbio
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina-fosfato (também chamada fosfocreatina) é o derivado fosforilado da creatina encontrada no
músculo;
 
● É um composto de alta energia, que fornece uma reserva pequena mas rapidamente mobilizável de fosfatos de
alta energia, os quais podem ser transferidos reversivelmente ao difosfato de adenosina, formando ATP;
 
● Mantem os níveis deste composto durante os primeiros minutos de contração muscular intensa � a quantidade
de fosfocreatina corporal é proporcional à quantidade de massa muscular.)
Síntese
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
O tecido muscular tem um sistema específico para captar creatina, exportada
pelo fígado ou rim, a partir do sangue para as células, contra um considerável
gradiente de concentração. A captação eficiente da creatina da dieta requer
exercício constante; sem o exercício, a suplementação de creatina é de pouco
valor.
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Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
● A creatina é sintetizada a partir da glicina e do grupo guanidino da arginina;
 
● A creatina é fosforilada reversivelmente pela creatina-cinase, utilizando ATP como doador de fosfato e
produzindo fosfocreatina.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina (PCr), também chamada
de creatina-fosfato, atua como uma fonte imediata de
grupos fosforil para a síntese rápida de ATP a partir de
ADP.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
A fosfocreatina, derivada da creatina, é um importante
tampão energético no músculo esquelético.
Introdução 
Sistema ATP-creatina fosfato
Degradação
 
● A creatina e a fosfocreatina ciclizam espontaneamente, em velocidade lenta mas constante,
produzindo a creatinina, excretada na urina.
 
● A quantidade de creatinina excretada é proporcional ao conteúdo total de creatina-fosfato no
organismo � utilizada para estimar a massa muscular.
 
● Quando a massa muscular diminui por alguma razão (p. ex., paralisia ou distrofia muscular), o
conteúdo de creatinina na urina diminui.
 
● Aumento na creatinina sanguínea é indicador sensível de prejuízo na função renal, pois
normalmente

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