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AFECÇÕES DO 
SISTEMA DIGESTÓRIO
Profa. Msc. Lorena Lorraine Alves Furtado
Disciplina de Clínica Médica de Pequenos Animais 
Fevereiro - 2024
Sistema Digestório
• Cavidade Oral;
• Faringe;
• Esôfago;
• Estômago;
• Intestinos;
• Pâncreas;
• Fígado.
Cavidade Oral
• Obtenção do alimento;
• Redução física e química.
1. Doença periodontal;
2. Estomatite.
1. Doença periodontal
• Inflamação do tecido de suporte do dente:
• gengiva, cemento, lig. periodontal, osso alveolar.
• Falta de higienização;
• Rações comerciais;
• Cães e gatos;
• 85% dos adultos.
1. Doença periodontal
1. Doença periodontal
 Sinais clínicos:
• Oral: eritema, edema, sangramento, ptialismo, halitose, 
hipo/anorexia, placa/cálculo dentário, hiperplasia/retração
gengival, mobilidade/perda dentária, bolsa periodontal, 
exposição de furca.
• Facial: conjuntivite, uveíte, 
sinusite, abscesso, fístula.
• Sistêmicos.
 Diagnóstico:
• Histórico e sinais clínicos;
• Radiografia intra-oral;
• Sonda periodontal.
 Tratamento:
• Cirúrgico.
1. Doença periodontal
(Perry, Tutt, 2015)
 Prevenção:
• Escovação;
• Alimentos;
• seco e crocante;
• Aditivos na água.
1. Doença periodontal
2. Estomatite
• Inflamação da mucosa oral;
• focal ou generalizada.
• Cães e gatos;
• Causas:
• vírus: calicivírus, FIV, FeLV;
• fungo: Candica albicans;
• bactérias: várias;
• sistêmica: uremia, diabete, intoxicação;
• doenças autoimunes: pênfigo, lupus.
 Sinais clínicos:
• dor;
• ptialismo;
• hipo/anorexia;
• halitose;
• linfadenomegalia;
• perda de peso.
2. Estomatite
(Profa. Ednilse Galego)
 Diagnóstico:
• Histórico e sinais clínicos;
• Exames laboratoriais:
• hemograma, bioquímica, urinálise, FIV/FeLV.
• Histopatologia.
• Complexo gengivite-estomatite felina: linfócitos e 
plasmócitos.
2. Estomatite
 Tratamento:
• Tratar causa subjacente;
• Analgésico: dipirona, tramadol;
• Antissépticos orais;
• Antibiótico: espiramicina+metronidazol;
• Imunossupressores*: prednisolona, ciclosporina;
• Extração dentária*.
2. Estomatite
Esôfago
• Transporte de alimento.
1. Megaesôfago;
2. Esofagite.
1. Megaesôfago
(T
h
ra
ll,
 2
0
1
3
)
• Dilatação e hipoperistaltismo.
• Mais comum em cães;
• Congênito: filhotes (pós desmame);
• Pastor-alemão, Labrador, Shar-pei, Golden, Setter, 
Dogue-alemão, Dálmata, Fox Terrier, Schnauzer
• Adquirido: adultos (8 anos).
• idiopática, miastenia, hipotireoidismo, organofosforado
• Estenose por anel vascular.
 Sinais clínicos:
• regurgitação;
• disfagia; 
• polifagia;
• emagrecimento;
• desnutrição;
• sialorreia;
• tosse (pneumonia aspirativa);
• fraqueza muscular, ataxia.
1. Megaesôfago
náusea
esforço abdominal
bile
eliminação passiva
ausência de náusea
e esforço abdominal
pouco conteúdo
branco/espuma
tosse
ExpectoraçãoX X
Trato
gastrintestinal
Esôfago
Trato
respiratório
Regurgitação Vômito
1. Megaesôfago
• videos
Regurgitação
Vômito
Tosse
 Diagnóstico:
• Histórico e sinais clínicos;
• Radiografia torácica;
• simples e contrastada.
• Miastenia gravis.
• cloreto de edrofônio (0,5-5mg/kg/IV) ou 
• neostigmina (40μg/kg/IV ou 80μg/kg/IM) + atropina.
1. Megaesôfago
Radiografia
(Jericó, 2015)
Radiografia
(Thrall, 2013) 
 Tratamento:
• Manejo alimentar:
• posição verticalizada;
• volumes pequenos várias vezes;
• pastoso ou líquido.
• Pró-cinético: domperidona (0,1 mg/kg VO BID);
• Miastenia: piridostigmina (1-3mg/kg VO TID);
• Anel vascular: cirúrgico.
1. Megaesôfago
2. Esofagite
• Doença inflamatória do esôfago;
• Cães e gatos;
• Causas:
• ingestão de substâncias irritantes (doxiciclina);
• refluxo gastresofágico (anestesia);
• aumento da acidez gástrica;
• vômitos excessivos;
• corpo estranho.
Esofagite → Estenose → Megaesôfago
 Sinais clínicos:
• sialorreia;
• anorexia;
• letargia,
• regurgitação;
• disfagia.
 Diagnóstico:
• radiografia contrastada;
• endoscopia.
2. Esofagite
estenose
 Tratamento:
• Alimento pastoso/líquido;
• Pró-cinético: - metoclopramida: 0,5 mg/kg VO TID; 
- domperidona: 0,1 mg/kg VO BID.
• Antiácidos: omeprazol: 1 mg/kg VO BID;
• Úlceras: - sucralfato: 0,5-1 mg/kg VO BID/TID;
- antibioticoterapia.
• Estenose: cirúrgico.
2. Esofagite
Estômago
• Digestão:
• armazenamento, mistura, trituração e transporte;
• diferentes tipos de motilidade.
1. Gastrite;
• gastrenterite infecciosa;
• insuficiência renal/hepática;
• medicamentos: AINES, quimioterápicos;
• compulsão alimentar;
• corpo estranho: gástrico/intestinal;
• estresse;
• hipoperfusão: desidratação, hipotensão, anemia;
• neoplasia: mastocitoma, gastrinoma.
Etiologia
GASTRITE AGUDA
 Primária: idiopática (alergia alimentar?);
 Secundária: sistêmicas, infecciosas.
• insuficiência renal/hepática;
• endócrinas: hipertireoidismo, 
hipoadrenocorticismo;
• metabólicas: hipercalcemia;
• neoplasia: mastocitoma, 
gastrinoma.
Sistêmicas
• parasitas: Physaloptera spp., 
Ollulanus spp.;
• bactérias: Helicobacter spp.;
• fungos: Pythium insidiosum, 
Histoplasma spp.
Infecciosas
GASTRITE CRÔNICA
 Sinais clínicos:
• vômitos;
• hematêmese, melena;
• hipo/anorexia;
• dor;
• apatia;
• desidratação (aguda);
• emagrecimento (crônica).
1. Gastrite
(Jericó, 2015)
 Diagnóstico:
• Histórico e sinais clínicos;
• Exames laboratoriais;
• hemograma, bioquímica, urinálise, outros.
• Exames de imagem;
• radiografia, ultrassonografia, endoscopia.
• Histopatologia.
• idiopática: linfocítica-plasmocitária/eosinofílica.
1. Gastrite
 Tratamento:
• Fluidoterapia (aguda);
• Antiemético: - maropitant: 1 mg/kg SC SID;
- ondansetrona: 0,5-1 mg/kg VO/IV BID/TID.
• Antiácido: - omeprazol (1 mg/kg VO/IV BID);
- ranitidina (2 mg/kg SC BID).
• Úlceras: - sucralfato (0,5-1 mg/kg VO BID/TID);
- antibioticoterapia.
• Nutrição: microenteral/parenteral.
1. Gastrite
 Tratamento:
Idiopática:
• dieta hipoalergênica;
• imunossupressores:
• Cães: - prednisona (1 mg/kg VO BID 10d) ou
- azatrioprina (1 mg/kg VO SID 10-15).
• Gatos: - prednisolona (2 mg/kg VO BID 10-15d);
- clorambucil (2 mg/gato VO q. 72h).
1. Gastrite
 Tratamento:
Parasitária:
• fenbendazol: 10 mg/kg VO;
• pamoato de pirantel: 5 mg/kg VO.
Fúngica:
• itraconazol: 10 mg/kg VO SID 2-3 meses.
Helicobacter spp.:
• amoxicilina (22 mg/kg) e metronidazol (15 mg/kg) BID; 
• Pepto-Bismol BID (até 5kg: ¼; 5-25kg: ½; > 25kg: 1).
1. Gastrite
Intestinos
• Intestino delgado: duodeno, jejuno e íleo
• digestão, secreção, absorção de nutrientes.
• Intestino grosso: ceco, cólon e reto
• absorção de água e eletrólitos.
Intestinos
 Intestino delgado:
• Enterite/gastrenterite aguda;
• Enterite/gastrenterite crônica.
 Intestino grosso:
• Colite;
• Constipação.
Intestinos
Intestino delgado Intestino grosso
Frequência 2-3 vezes que normal 6-12 vezes que normal
Tenesmo ausente presente
Muco ausente presente
Volume aumentado diminuído
Sangue melena hematoquesia
Outros perda de peso/
desidratação
importantes
perda de peso/
desidratação
insignificantes
DIARREIA
Intestinos
DIARREIA
X
Intestino delgado Intestino grosso
1. Enterite/gastrenterite aguda
• dieta: intolerância, intoxicação;
• vírus: parvovirose, coronavirose, cinomose, panleucopenia;
• parasitárias: ancilostomose, toxocaríase;
• protozoários: giardíase, isosporíase, criptosporidiose;
• bactérias: Campylobacter sp. Clostridium sp., E. coli;
• doenças metabólicas.
Sem sangue
1. Enterite/gastrenterite aguda
• vírus: parvovirose, panleucopenia felina;
• parasitária: ancilostomose;
• bactérias: Campylobacter sp., Salmonella sp., Clostridium sp.;
• AINES: diclofenaco;
• sistêmicas: infecção, choque, uremia, hepatopatia, sepse, 
SIRS, CID, intussuscepção; 
• intoxicações;
• GEH idiopática (cães adultos).
Hemorrágica
• Parvovírus canino;
• Infecta céls. de rápida divisão;
• intestino, medula óssea, tec. linfóides.
• Transmissão:fecal-oral, fômites
• Filhotes (6 sem.- 6meses)
• Qualquer raça (Rottweiler, Labrador, Doberman).
1. Enterite/gastrenterite aguda
PARVOVIROSE
 Sinais clínicos:
• diarreia hemorrágica;
• vômitos;
• anorexia;
• letargia;
• febre;
• desidratação;
• choque, sepse,…
1. Enterite/gastrenterite aguda
PARVOVIROSE
 Diagnóstico:
• histórico e sinais clínicos;
• exames laboratoriais: 
• hemograma: anemia/policitemia, leucopenia por
neutropenia e linfopenia;
• bioquímica: hipoglicemia, hipocalemia, azotemia, 
↑ enzimas hepáticas.
• teste rápido/PCR fecal.
1. Enterite/gastrenterite aguda
PARVOVIROSE
 Tratamento:
• fluidoterapia;
• antibioticoterapia IV: metronidazol e cefalotina;
• antiémetico: maropitant/ondansetrona;
• antiácidos: omeprazol/ranitidina;
• antipirético: dipirona;
• nutrição microenteral (0,05 mL/kg).
1. Enterite/gastrenterite aguda
PARVOVIROSE
(15 mg/kg BID) (30 mg/kg TID)
1. Enterite/gastrenterite aguda
PARVOVIROSE
Prevenção:
• isolamento: 2 semanas;
• higiene rigorosa: hipoclorito de sódio (1:30);
• vacinação.
• Parvovírus felino;
• Infecta céls. de rápida divisão;
• intestino, medula óssea, tec. linfóides.
• Transmissão fecal-oral;
• Filhotes (2-4 semanas);
• Qualquer raça.
1. Enterite/gastrenterite aguda
PANLEUCOPENIA
 Sinais clínicos: idem parvovirose.
• diarreia (hemorrágica ou não);
• início gestação: morte fetal; 
• final gestação: neurológicos;
• até 9 dias: cerebelares.
1. Enterite/gastrenterite aguda
PANLEUCOPENIA
(Adaptado de TRUYEN et al., 2009)
 Diagnóstico:
• histórico + sinais clínicos;
• hemograma: neutropenia, linfopenia, anemia, ↓plaquetas;
• coproparasitológico;
• teste rápido (fezes).
• sorologia/PCR.
1. Enterite/gastrenterite aguda
PANLEUCOPENIA
 Tratamento: idem parvovirose
• antibioticoterapia: amoxicilina+clavulanato (22 mg/kg IV 
BID) e ceftriaxona (30 mg/kg IV BID).
 Prevenção: idem parvovirose
• vacinação: gestante não!
1. Enterite/gastrenterite aguda
PANLEUCOPENIA
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwiF9bLaqozKAhWBGJAKHRKcBFoQjRwIBw&url=http://pagesforcoloringfree.blogspot.com/&psig=AFQjCNHUe7ye7QbprYFrZOzFhaz1NDWC7A&ust=1451865465024434
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwiF9bLaqozKAhWBGJAKHRKcBFoQjRwIBw&url=http://pagesforcoloringfree.blogspot.com/&psig=AFQjCNHUe7ye7QbprYFrZOzFhaz1NDWC7A&ust=1451865465024434
 Ancilostomose: 
• Ancylostoma caninum, A. braziliense, A. tubaeforme.
• Larva migrans cutânea.
 Toxocaríase:
• Toxocara canis, T. cati, Toxascaris leonina.
• Larva migrans ocular e Larva migrans visceral.
1. Enterite/gastrenterite aguda
PARASITÁRIA
 Diagnóstico: 
• coproparasitológico.
 Tratamento:
• pirantel (5 mg/kg) e febantel (50 mg/kg)
• repetir em 15 dias.
1. Enterite/gastrenterite aguda
PARASITÁRIA
2 sem. idade → q. 2 sem. até 2 meses → mensalmente 
até 6 meses → q. 3 meses. (Counsel Companion Animal Parasites, 2021)
 Flagelados: 
• Giardia spp.
 Coccídeos:
• Isospora spp. (Cystoisospora spp);
• Criptosporidium spp.
1. Enterite/gastrenterite aguda
PROTOZOÁRIOS
 Diagnóstico: 
• coproparasitológico;
• teste rápido (giardia).
1. Enterite/gastrenterite aguda
PROTOZOÁRIOS
Giardia spp.
(P
ro
fa
. 
E
d
n
ils
e
G
a
le
g
o
)
 Tratamento:
Giardíase
• febendazol: 50 mg/kg VO SID 3-5 dias;
• metronidazol: 25 mg/kg VO BID 5 dias.
Cystoisospora
• sulfa+trimetoprim: 30 mg/kg VO SID 6 dias.
Cryptosporidium
• azitromicina: 10 mg/kg VO BID 5-7 dias.
1. Enterite/gastrenterite aguda
PROTOZOÁRIOS
 Prevenção:
• limpeza e desinfecção ambiental;
• amônia quaternária.
• água filtrada;
• tricotomia perineal e banhos;
• tratamento de contactantes;
• vacinação (?)
• melhora resposta em casos crônicos.
1. Enterite/gastrenterite aguda
PROTOZOÁRIOS
 Campylobacter sp., Salmonella sp., Clostridium sp., E. coli
• jovens, canil e/ou imunocomprometidos;
• isolados de animais saudáveis;
• podem causar diarreia crônica.
• Diagnóstico: cultura e antibiograma;
• Tratamento: suporte e antibioticoterapia.
• sulfas, amoxicilina, enrofloxacina.
1. Enterite/gastrenterite aguda
BACTERIANA
2. Enterite/gastrenterite crônica
 Síndrome de má digestão:
• Insuficiência pancreática exócrina.
 Síndrome de má absorção:
• Parasitas;
• Protozoários;
• Hipersensibilidade alimentar;
• Doença inflamatória intestinal;
• Linfoma alimentar;
• Linfangiectasia.
• Etiologia desconhecida;
• Cães e gatos;
• Meia idade a idosos;
• Siamês; 
• Pastor Alemão, Shar-pei, Rottweiler, Basenji, Shiba.
DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL
2. Enterite/gastrenterite crônica
 Sinais clínicos:
• vômito e diarreia (ID) crônicos;
• hiporexia;
• emagrecimento;
• letargia;
• envolvimento do cólon (enterocolite);
• tríade (gatos).
DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL
2. Enterite/gastrenterite crônica
 Diagnóstico:
• histórico e sinais clínicos;
• exames laboratoriais;
• hemograma, bioquímica, urinálise, T4total.
• coproparasitológico;
• ultrassonografia, endoscopia;
• histopatologia (definitivo).
DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL
2. Enterite/gastrenterite crônica
Ultrassonografia
(Little, 2012)
Doença inflamatória
intestinal
Linfoma
(Jericó, 2015)
 Tratamento:
• dieta hipoalergênica;
• imunossupressores;
• metronidazol: 15 mg/kg VO SID 14 dias;
• cobalamina: 250 μg/gato SC q.7d 4-6 sem;
• probióticos.
DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL
2. Enterite/gastrenterite crônica
3. Constipação
• alimentares: corpo estranho;
• dor: afecções dos sacos anais, trauma na região pélvica, 
obstrução da passagem pélvica, distúrbios ortopédicos/ 
neurológicos, neoplasias intra e extraluminal;
• medicamentos: anticolinérgicos, opióides, sucralfato, 
hidróxido de alumínio;
• endócrinas/hidreletrolíticas: hipotireoidismo, desidratação, 
hipo/hipercalcemia;
• ambientais: internação, hotel, caixa de areia;
• megacólon idiopático felino.
Etiologia
1. Defecação ausente/infrequente e fezes ressecadas;
2. Constipação grave com formação de fecaloma;
3. Dilatação extrema e hipomotilidade do cólon.
 Sinais clínicos:
• tenesmo, disquezia, hematoquezia, 
fezes ressecadas, vômito, 
defecação em local inapropriado, 
prolapso retal.
3. Constipação
Constipação → Obstipação → Megacólon
(Jericó, 2015)
 Diagnóstico:
• histórico e sinais clínicos;
• palpação abdominal e toque retal;
• radiografia, ultrassonografia. 
 Tratamento:
• tratar a causa;
• enema: sol. fisiológica aquecida, lactulose, glicerina;
• anestesia epidural.
• laxantes: lactulose (0,5-1 ml/kg TID VO);
• dieta rica em fibras;
• colotomia/colectomia.
3. Constipação
Obrigada!