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AVALIAÇÃO OBSERVACIONAL - SUBJETIVA
Qual escala usar? 
1.  Identificar qual atividade preciso entender/avaliar (o pcte relata a dificuldade)
1.  Ex: alcance e manipulação / sentar e levantar / marcha / rolar / passar de deitado para sentado 
/ transferências 
O QUE SE QUER 
AVALIAR
ESCALA/TESTE PONTUAÇÃO CLASSIFICAÇÃO
Nível de 
independência
MIF - Mínimo: 18 pontos
- Máximo 126 pontos
1- Ajuda total (não faz 
as tarefas sozinho)
2- Ajuda máxima (faz 
25% à 49% das 
tarefas sozinho)
3- Ajuda moderada 
(faz 50% a 74% das 
tarefas sozinho)
4- Ajuda mínima (faz 
mais do que 75% das 
tarefas sozinho)
5- Supervisão, 
orientação ou 
preparo
6- Dependência 
modificada (ajuda) e 
independência 
modificada (ajuda 
técnica)
7- Independência
Velocidade da 
marcha
TC10  - Tempo de 
caminhada
Ponto de corte 
Acidente Vascular 
Encefálico:
- Velocidade média 
atingida
0,8 m/s 
deambuladores 
comunitários.
(Perry et al, 1995; 
Schmid et al, 2007; 
Bowden et al, 2008)
Capacidade funcional 
e força de MMII
Teste de Sentar e 
levantar de 5 rep.
(5 times sitting test)
-Tempo que levou 
para sentar e 
levantar 5 vezes
-Ponto de corte para 
idosos 12 s
População e ponto 
de corte para risco 
de quedas:
Doença de Parkinson: 
> 16,0 segundos 
indica o risco de 
quedas (Duncan et al, 
2011);
AVE: 12 segundos, 
discrimina indivíduos 
saudáveis, idoso e 
indivíduos com AVC 
crônico (Mong,
2010);
Equilíbrio os 
distúrbios 
vestibulares: > 60 
anos: 10 segundos. 1m/s. Usa 
FGA!
- Máximo: 56 pontos Os escores variam de 
0 a 4,
sendo que quanto 
menor o escore 
atribuído, pior é o 
equilíbrio.
Pontuação: 49-56 
pontos: não há riscos 
de queda, locomoção 
segura.
Ponte corte:
Acidente Vascular 
Encefálico: 45 a 56 
pontos (Doggan Et al, 
2011).
*Durante a execução 
do teste se não ficar 
claro, sempre deve-
se pontuar para 
baixo.
* Não sensível para o 
l d
Destreza manual BBT (box &block test) 
(Teste de passar um 
bloco para o outro 
lado)
Critérios por idade*
Destreza digital  NHPT (nine hole peg 
test) (teste de 
colocar os pinos no 
buraco)
Critérios por idade*
Avaliação de tônus Ashworth modificada 0 à 4 0: tônus normal.
1: aumento do tônus 
o início ou no final do 
arco de movimento.
1+: aumento do tônus 
em menos da metade 
do arco de 
movimento.
2: aumento do tônus 
em mais da metade 
do arco de 
movimento.
3: partes em flexão 
ou extensão e 
movidos com 
dificuldade.
4: partes rígidas em 
flexão ou extensão 
movidas com muita 
dificuldade.
Funcionalidade de 
MMSS
TEMPA -2 ; -1 ; 0  0 é a realização da 
tarefa completa sem 
estratégias 
adaptativas 
-1 
-2 = pior pontuação 
Estado cognitivo MINI MENTAL - Máximo: 30 pontos - Analfabetos: 13 
pontos, para 
indivíduos
- Baixa/média 
escolaridade: 18 
pontos 
- Alta escolaridade: 
24/25 pontos.
Incapacidade do 
paciente com ataxia
SARA 15 pontos ou mais - 
comprometimento 
atáxico 
Incapacidade do 
paciente com Doença 
de Parkinson (DP)
Hoehn e Yahr ESTÁGIO 0 - Nenhum sinal 
da doença 
ESTÁGIO 1- Doença 
unilateral 
ESTÁGIO 1,5 - 
Envolvimento unilateral e 
axial
ESTÁGIO 2 - Doença 
bilateral sem déficit de 
equilíbrio 
ESTÁGIO 2,5 - Doença 
bilateral leve, com 
recuperação no “teste do 
empurrão”
ESTÁGIO 3 - Doença 
bilateral leve a moderada; 
com alguma instabilidade 
postural, capacidade para 
viver independente 
ESTÁGIO 4 - Incapacidade 
grave, ainda capaz de 
caminhar ou permanecer 
de pé sem ajuda.
indivíduos 
classificados nos 
estágios de 1 a 3 
apresentam 
incapacidade leve a 
moderada, enquanto 
os que estão nos 
estágios 4 e 5 
apresentam 
incapacidade grave
ESTÁGIO 5 - confinado à 
cama ou cadeira de rodas 
a não ser que receba 
ajuda.
Sinais, sintomas e 
determinadas 
atividades do 
paciente com DP
UPDRS 42 itens  A pontuação em cada 
item varia de 0 a 4, 
sendo que o valor 
máximo indica maior 
comprometimento 
pela doença e o 
mínimo, normalidade.
Pontuação: Os 
escores variam de 0 
(dependente) a 4 
(normal) Exceção: se 
o paciente for 
incapaz de ficar de
pé sem usar as mãos, 
o paciente será 
testado novamente 
com o uso de mãos e 
marcando mudanças 
para um
intervalo de 0 
(dependente) para 2 
(normal) Pontuação 
total possível = 56
Coordenação, 
podendo ser usado 
para ataxia 
Teste índex-índex e 
índex-nariz; teste 
calcanhar-perna; 
teste do rechaço; 
teste para 
movimentos rápidos 
e alternados (palma 
da mão para cima e 
para baixo); teste de 
Romberg para 
oscilação postural
Comprometimento Fulg-Meyer MS: 66 pontos  Grave: ou igual 96 
pontos
Pontuação
0 Não consegue 
realizar
1 Realiza 
parcialmente
2 Realiza a tarefa sem 
dificuldade
Pontuação máxima = 
226
Avaliar a mobilidade 
funcional (marcha, 
sentar-levantar, giro 
180)
TUG População avaliada: 
Doença de Alzheimer, 
Esclerose Múltipla, 
Doença de Parkinson, 
Lesão
Medular, AVE, 
Distúrbios 
Vestibulares.
Valores de 
Referências do TUG:
>10s: Mobilidade 
Normal;
11 a 20s: Boa 
Mobilidade;
21 a 30s ou mais: 
Alterações na 
Mobilidade
Ponto de corte para 
risco de quedas 
(populações 
específicas):
AVE: > 14 segundos. 
COORDENAÇÃO MOTORA COMO AVALIAR?
Tem como objetivo de diagnosticar as disfunções do cerebelo e núcleos da base. É utilizada para 
confirmar o diagnóstico e descartar outros quadros que podem apresenta-se de forma semelhante. 
Também é utilizada para diferenciar ataxia cerebelar ou não e classificá-la como sensitiva, vestibular 
ou frontal. A coordenação motora é a capacidade de executar tarefas motoras de forma acurada, 
precisa e controlada.
Populações a serem avaliadas:
Ataxia Cerebelar: Erros de direção nos movimentos voluntários, medida (dismetria) ou marcha;
(Anderson et al, 
2006)
Doença de Parkinson: 
> 11,5 segundos. 
(Nocera et al, 2013)
Distúrbios 
Vestibulares: > 11,1 
segundos. (Whitney 
et al, 2004)
Equilíbrio Sentado MAS 8 domínios de 0-6 
1- supino pra não 
parético
2-supino para 
sentado 
3-sentado 
4-sentado para em 
pé
5- caminhando
6-Função MS
7-Movimento das 
mãos
8-Ativ avançadas da 
mão
-
perda do equilíbrio (marcha atáxica); hipotonia.
Ataxia sensitiva (proprioceptiva): Força muscular preservada; marcha irregular (talonante); tendência 
à queda imediata e para qualquer lado.
Ataxia vestibular: Tendência à queda que piora com fechamento dos olhos (sentido preferencial);
marcha com alargamento da base de sustentação de desvio para o lado lesado. Marcha em estrela de 
Babinski Weill; Marcha de Fukuda, alterações de equilíbrio.Ataxia Frontal: Equilíbrio dinâmico é mais afetado que o estático; alargamento da base; dificuldade
em iniciar a marcha e usar os membros inferiores; marcha a pequenos passos.
Características do movimento:
Atáxico: desordenado ou harmonioso;
Tremores de repouso – Doença de Parkinson;
Tremores de intenção – Esclerose Múltipla, se intensifica pouco antes de atingir o alvo;
Dismetria - erra o alvo;
Hipermetria - ultrapassa o alvo;
Hipometria – movimento curto, não alcança ao alvo;
Disdiadococinesia: dificuldade no desempenho de movimentos rápidos e alternados.
Avaliar: index-nariz;  index-nariz-index; index-dedo terapeuta; index-index; oposição dos dedos; 
calcanhar joelho; calcanhar sobre a tibia; halux-dedo do examinador; pronação supinação; teste do 
rechaço; 
TERMINOLOGIA
1. Anestesia - ausência de qualquer sensibilidade
2. Analgesia – ausência de sensibilidade dolorosa
3. Parestesias – sensações anormais espontâneas
4. Disestesia – sensações distorcidas e desagradáveis de estímulos normalmente inócuos.
5. Hiperpatia - Percepção excessiva da dor por estimulações mínimas, ou espontânea
6. Alodínia - aumento da sensibilidade à dor em resposta a um estímulo normalmente não dolorosos.
Equilíbrio
Estático: manter a postura.
Dinâmico: ajustes posturais antes e durante o movimento auto-iniciado.
 
FRAQUEZA:
 • Redução na habilidade de produzir níveis normais de força voluntária, tipicamente mensurado como
força voluntária máxima.
 • Causa neural e musculoesquelética.
 • Parâmetros chave de treinamento para aumentar a força de acordo com a causa.
 • Relacionar as estratégias de treinamento específico para severidade da fraqueza.
 • Outros fatores a considerar nos programas de fortalecimento.
 
FRAQUEZA DECORRENTE DE LESÃO CENTRAL: 
 • A produção da força fica comprometida pois a lesão impede a ativação da unidade motora. 
 • Perda da coordenação muscular, entre as fibras e entre os músculos.
• FORTALECIMENTO: Sobrecarga é o princípio básico para fortalecimento. 
 
PERDA DA CAPACIDADE DE GERAR FORÇA MÁXIMA:
 • Resulta em diminuição da habilidade em recrutar unidades motoras (UM).
 • O recrutamento de unidades motoras pode ser aumentado instantaneamente, sendo ele, espacial
(aumentando o peso do objeto) ou temporal (frequência de potenciais de ação)
 Ex.: LNMS – AVE; LNMI – Guilhain Barré
Estático: por tempo, progressão: diminuição da base, maior tempo, aumento da densidade do material 
Dinâmico: por deslocamento do centro de massa, alcance + que 100% tamanho do braço
Progressão: aumento da velocidade, aumento da distância desde que use a estratégia necessária 
(tornozelo, quadril, passo), maior descarga em membro parético. 
Quando o treino de alcance for utilizado com o objetivo de melhora do equilíbrio dinâmico, utilizar, 
preferencialmente, o MS não parético. Progressão: uso do MS parético.
 
 • Diminuição da área de secção cruzada do músculo (ASC) – atrofia – necessita de um tempo maior
para que haja o processo fisiológico de síntese proteica e assim ganhar trofismo.
 Ex.: Imobilização
 
LESÃO CENTRAL- EXERCÍCIO REPETITIVO GRADUADO:
• Um grupo muscular fraco é exercitado com o objetivo de recuperar a capacidade de gerar força tanto
para mover um segmento como para frear um segmento.
 • Um grupo muscular fraco é exercitado no comprimento e em modos de contração relacionado a uma
tarefa particular (Ex.: Visando a tarefa de subir escadas).
 • Prática repetitiva daquelas atividades que se tornam ineficientes pela fraqueza muscular. 
 • Normalmente trabalhar principalmente a tarefa, seja ela, parcelada ou não. Mas as vezes é necessário
que seja avaliado a especificidade do treino e fortalecer o músculo individualmente.
 • Analisar se a tarefa acontece em cadeia cinética aberta ou fechada e fortalecer igual.
PALAVRAS DA STELLA...
ATAXIA - Paciente Cerebelar
Sempre deve-se alinhar o paciente neurológico.
Prognóstico: é o máximo de funcionalidade previsto.
 Equilíbrio dinâmico: não precisa haver necessariamente movimento de MMII; pode-se haver movimento 
de MMSS apenas.
Equilíbrio estático: capacidade de se manter na posição (é possível avaliar através do tempo).
Deve-se trabalhar equilíbrio de maneira geral, não apenas o reativo.
Romberg: Vestibular: desequilíbrio para um lado com os olhos fechados; Cerebelar: desequilíbrio para 
todos os lados com os olhos abertos.
Supervisão: quando aparecer uma pessoa na foto (presença física, sem tocar).
Quando avaliar equilíbrio e ficar em dúvida para pontuar, deve-se pontuar para menos devido ao risco de 
queda.
Especificidade da tarefa: treinar equilíbrio sentado não significa que o paciente irá melhorar o equilíbrio 
em pé, mas isso também não quer dizer que não irá melhorar nada.
Atividade é o mais importante, porém deve-se tratar estrutura e função corporal quando necessário antes 
da atividade. 
1° observar o que o paciente consegue fazer; 2° verificar o que ele pode conseguir fazer e auxiliar 
verbalmente; 3° caso necessário, dar auxílio manual.
Para ser grau 3, deve ter ADM completa. Caso inicie o movimento, mas não completa ADM total, grau de 
força 3-; caso inicie o movimento e não chega nem até a metade do arco de movimento, grau 2+. 
Quando for grau 2-, trabalhar anulando a gravidade.
Espasticidade: elástica; velocidade-movimento.
Rigidez: plástica; aparece em todo o arco de movimento, seja ele rápido ou lento; o membro fica no local 
onde é deixado.
EQUILÍBRIO SENTADO:
PARKINSON
Caracterizada por déficits na velocidade, amplitude de deslocamento, precisão direcional e força 
de movimento.
Problemas relacionados à doença cerebelar - problemas na coordenação temporal e espacial.
Um paciente cerebelar não precisa, necessariamente, apresentar todas as deficiências motoras 
da ataxia, as disfunções vão depender do local lesado.
Sinergismo anormal: ativação incorreta da musculatura, quando é incapaz de isolar o movimento; 
um músculo contrai, e o outro contrai ao mesmo tempo; não permite que o movimento ocorra de 
forma isolada.
Teste do pêndulo: sentado, estender o joelho do paciente e soltar. No paciente hipotônico o 
membro não para de oscilar. 
TTO: garrafas espalhadas em fileira, pegar uma e colocar entre as outras sem derrubá-las; para 
melhorar a precisão espacial de tarefas de alcançar em pé: usar blocos para restringir a base de 
apoio, usar a cadeira para indicar quão longe pode mover os quadris; uso de alvo espacial na 
parede, solicitando que o paciente olhe para o alvo; usar a parede para dar uma noção de espaço, 
colocando o paciente de costas para a parede e o terapeuta ao lado controlando o joelho; 
paciente deslocando o tornozelo para frente e para trás, na frente colocar uma mesa na altura do 
quadril para auxiliar na dificuldade de verticalização (pode-se fazer lateralmente, colocando o 
lado bom do lado da parede, transferindo o peso para a perna afetada e voltando lentamente); 
Marcha: paciente possui base alargada, e não varia muito as posições de quadril , joelho e 
tornozelo > deve-se reduzir a base de apoio.
Sempre dar um delimitador para o paciente cerebelar senão ele vai demais.
Treino de saltar: já que em pé ele oscila (Pois tem dificuldade de controlar a quantidade certa que 
tem que fazer).
Alinhamento: pés e cabeça alinhadas ao tronco.
Estratégias: aumentar a base (pés e joelhos afastados).
Estratégia adaptativa para manter-se sentado: aumentar a base utilizando o braço, quadril 
rodado externamente e abduzido (perde-se o alinhamento/estabilidade dos pés).
Apoio total em membro bom e nada no outro. Transferência de peso para a nádega oposta: evitar 
inclinação de tronco e que ele empurre com o outro pé. Direcionamento: empurrar o pé contra o 
chão, fazer uma translação.
No alcance lateral: cuidar com inclinação de tronco.
No alcance para a frente deve haver transferência de pesopara os 2 membros, enquanto no 
lateral apenas em 1 membro.
Estratégia adaptativa alcance: estica muito o braço, inclina o tronco e não transfere peso para o 
MI parético; apoio de mãos na coxa (sugerir virar a mão para cima para evitar fazer força com a 
mão); para evitar RE, colocar uma régua na lateral como delimitador.
Desafios: densidade do apoio, quantidade de apoio da coxa, velocidade e distância.
Desordem do movimento caracterizada por tremor, rigidez, bradicinesia, hipocinesia, acinesia e 
anormalidades posturais. 
Degenerativa, progressiva, idade variável. 
Sintomas como a bradicinesia/acinesia (congelamento) - dificuldade em iniciar os movimentos / 
lentidão / perda de movimentos automático; tremor de repouso 
Os medicamentos não ajudam na instabilidade postural, reduz o congelamento em apenas 20%, 
anormalidades da fala, alterações cognitivas 
Decorre de alteração dopaminérgica, perda de neurônios dopaminérgicos e seratonérgicos.
ATAXIA CEREBELAR
               Índex-nariz: sentado, olhos abertos, dedo indicador do nariz ao dedo do examinador;
               Índex-index: sentado, olhos abertos, dois índex se encontram na frente do corpo;
               Calcanhar-tíbia: supino, deslizar o calcanhar na frente da tíbia.
Possuem dificuldades em ações simultâneas e sequenciais, congelamento, tempo de reação e de 
movimento prolongados, marcha com passos curtos, postura fletida, festinação, redução da 
movimentação dos braços, deslocamento angular dos MMII e equilíbrio prejudicado (devido à 
posição rígida e incapacidade de ajustes antecipatórios, além de ativação muscular não 
especifica a ação). 
Podem ter disfagia, desordens da fala, demência, depressão, déficit de memória, deficiências 
visuomotoras e visuoespaciais. 
Fisioterapia: estratégias para resolução de problemas, explicações biomecânicas, discussão 
sobre restrições ambientais, modificação ambiental, pistas visuais e auditivas, estratégias de 
atenção, exercícios moderados, alongamentos. 
Escalas: Hoehn e Yahr, Índice de Deficiência de Mcdowell e Índice de Barthehe.
1.   Deficiências motoras na ataxia
Dismetria - transtorno da cessação do movimento, amplitude incorreta do movimento e força 
mal direcionada devido a deficiência na regulação da força muscular;
Hipermetria - passa do alvo, mais observada em movimentos curtos, rápidos e intencionais e 
durante os ajustes posturais;
Hipometria - não chega ao alvo, mais observada em movimentos lentos de pequena 
amplitude.
Testes:
Fenômeno do rechaço/rebote - resposta retardada do antagonista, problema em frear o 
movimento;
Teste do rechaço: sentado, começar com o cotovelo flexionado, resistir a flexão do cotovelo 
isométrica e de repente remover a resistência.
Disdiadococinesia - dificuldade no desempenho de movimentos alternados e rápidos, os 
movimentos são realizados de forma descoordenada e lenta.
Teste de movimento rápido alternado: sentado, supinação e pronação alternadas rápidas em 
superfície firme.
Dissinergia ou decomposição do movimento - falta de coordenação do tempo de aparecimento e 
deslocamento de antagonistas e agonistas, perda do movimento sequencial a de suavidade, 
articulações movidas independentemente uma da outra.
- Como resultado, talvez, da incerteza e imprevisibilidade do desempenho motor, indivíduos parecem
restringir suas ações com frequência, mantendo-se rígidos com aumento da base de sustentação e 
com os braços esticados.
- Podem encurtar a amplitude de movimento em que se movem, ou restringir um ou mais segmentos
como meio de controlar a dismetria.
- Ao manipular objetos, o indivíduo pode limitar o uso das mãos a uma posição mais próxima do corpo
ou apoiar os MMSS em uma superfície firme.
- Ao virar-se, o indivíduo pode dar pequenos passos em vez de girar o corpo sobre os pés.
- Em indivíduos com sinais cerebelares leves, a marcha pode ser mais rápida que o necessário, com
passos grandes e uma base alargada durante o duplo apoio. Porém, a marcha pode ser mais lenta em
indivíduos com pouco equilíbrio, eles realizam pequenos passos para ajudar a restabelecer o
equilíbrio.
- Ao  se levantar, podem utilizar o apoio das mãos para auxiliar na elevação das coxas.
- Os indivíduos com lesões cerebelares têm dificuldade em manterem-se parados (especialmente em
pé) e problemas com equilíbrio são evidentes sempre que desempenham quaisquer ações em que o
centro de massa corporal se mova além de um certo perímetro delimitado.
Tremor - movimento oscilatório de uma articulação devido a contrações alternadas de agonistas 
e antagonistas;
Ocorre durante o movimento do membro e não em repouso → de intenção;
É mais visível no fim do movimento → terminal.
Um tremor postural ou de tronco (titubeante) pode surgir quando o indivíduo está tentando 
permanecer em pé ou manter-se sentado.
Hipotonia - diminuição da resistência ao movimento passivo, aumento anormal da amplitude de 
movimento durante o movimento passivo.
Teste do pêndulo: membro oscila por um tempo maior que o normal.
1.   Comportamento motor adaptativo
1.  Ajustes posturais
- Parece que as dificuldades de equilíbrio acontecem em parte devido à inabilidade em avaliar o
tempo e graduar a força muscular de maneira apropriada, relacionada a um déficit na informação
durante o movimento em execução.
- Apresentam aumento da oscilação postural em pé, persistindo tanto com os olhos abertos quanto
fechados.
- Déficit no ajuste postural antecipatório - apesar de a sequência de ativação muscular estar,
possivelmente, preservada, esta não é funcional e, termos da regulação temporal e da montagem
rápida de atividade muscular e, portanto, do adequado escalonamento de força.
AVC
De acordo com a OMS, o AVC refere-se ao desenvolvimento rápido de sinais clínicos de
distúrbios focais e/ou globais da função cerebral, com sintomas de duração igual ou superior
a 24 horas, de origem vascular, provocando alterações nos planos cognitivo e sensório-motor.
O sinal mais comum de um AVC, o qual ocorre com maior frequência na fase adulta, é a
fraqueza repentina ou dormência da face, braço e/ou perna, geralmente em um lado do
corpo. Outros sinais frequentes incluem: confusão mental, alteração cognitiva, dificuldade
para falar ou compreender, engolir, enxergar com um ou ambos os olhos e caminhar;
distúrbios auditivos; tontura, perda de equilíbrio e/ou coordenação; dor de cabeça intensa,
sem causa conhecida; diminuição ou perda de consciência. 
O AVC pode ser classificado em: 
- AVC isquêmico = Ocorre quando há obstrução de um vaso sanguíneo, bloqueando o seu
fluxo para as células cerebrais. 
- AVC hemorrágico = É o resultado de ruptura de um vaso, com consequente sangramento
intraparenquimatoso ou subaracnóideo.
Teste de Romberg para oscilação postural: em pé, braços esticados para a frente na altura do 
ombro, olhos abertos, em seguida, fechados.
LIMITAÇAO DE ATIVIDADES MOTORAS E
FUNCIONAIS
INTERVENÇAO
Dificuldade em manter-se sentado ● Prática de exercícios de alcance de
objetos (em todas as direções) além do
comprimento do braço, com supervisão ou
assistência de outra pessoa, se necessário;
● Adequação da postura sentada para
favorecer o alinhamento corporal.
Dificuldade em passar de sentado para de
pé
● Posicionamento dos pés atrás da linha
dos joelhos; 
● Altura do assento deve ser elevada
quanto menor o grau de força muscular
dos membros inferiores;
 ● O movimento deve iniciar com o tronco
em posição vertical; 
● Oscilar o tronco superior à frente,
empurrar os pés para baixo e levantar-se; 
● Solicitar aumento da velocidade do
movimento (caso esteja muito lento);
  ● Solicitar direcionamento do olhar ao
nível da linha do horizonte; 
● Solicitar que o paciente segure o
membro superior plégico pelo punho, a fim
de reduzir o peso do braço durante a troca
de postura.  
Dificuldade de manter-se na posição 
ortostática
Exercícios que envolvam a distribuição de 
peso nos membros inferiores com 
deslocamentos do centro de massa 
corporal: ● Movimentosda cabeça para 
cima e para os lados; 
● Movimentos de rotação de tronco (girar 
para olhar sobre os ombros); 
● Alcance de objetos à frente, 
lateralmente, posteriormente, acima e 
abaixo. Progressão da dificuldade das 
tarefas:
 ●Mudar a base de suporte (pés juntos, um 
pé à frente do outro, um pé no degrau);
 ●Aumentar o peso e a distância dos 
objetos; ●Aumentar o tamanho dos 
objetos, para que se possa utilizar ambas 
as mãos para o alcance;
Dificuldade para deambular Prática específica e repetitiva da marcha 
ou de seus componentes. Além do treino 
convencional, podem ser utilizados: 
● Pista de visual; 
● Marcha assistida; 
● Biofeedback; 
● Suporte de peso corporal; 
● Órteses de tornozelo-pé para 
deformidades do pé e/ou dispositivos de 
auxílio, quando necessário.
Dificuldade com habilidades manuais 
(alcance, preensão, manipulação e soltar)
Terapia por Contensão Induzida; 
● Treinamento repetitivo específico à 
tarefa; ● Treinamento assistido; 
● Prática mental; 
● Uso de Biofeedback; 
● Estimulação elétrica; 
● Terapia do espelho;
 ● Graduar a velocidade para alcance em 
diferentes direções; 
● Graduar a abertura da mão em relação ao 
objeto algo da preensão; 
● Ensinar o soltar objetos: arrancando-os 
da mão com auxílio do membro superior 
não afetado; soltar por tenodese; soltar 
com auxílio de suportes externos; soltar 
desenrolando o objeto da mão com ajuda 
do membro superior não afetado e soltar 
ativo; 
● Utilizar objetos de diferentes pesos, 
formas, tamanhos, temperaturas, texturas, 
funções diversas; 
● Realizar atividades com o membro 
superior tanto unilateral quanto bilateral, 
nos diferentes planos e eixos de 
movimento; 
● Estimular a visualização da mão em 
atividade;
● Ensinar estratégias compensatórias para 
uso do membro superior afetado como 
auxiliar em funções, quando indicado. 
LIMITAÇÕES NAS ATIVIDADES DE VIDA 
DIÁRIA
INTERVENÇÃO 
Alimentação ● Posicionar o paciente em diagonal em 
relação à mesa, fornecendo maior suporte 
para o membro superior parético/ plégico 
– se necessário, colocar um antiderrapante 
embaixo do lado afetado, a fim de mantê-lo 
sobre a mesa durante a refeição;
 ● Incentivar o uso dos membros 
superiores para segurar o copo, tendo o 
membro parético/plégico como apoio 
durante essa função;
 ● Incentivar a utilização do membro 
superior parético/plégico, como auxiliar 
todas as tarefas da alimentação, tais como 
cortar alimentos, passar manteiga ou 
margarina no pão, beber de um copo com 
líquidos, servir-se de alimentos, dentre 
outras atividades. 
Tecnologia Assistiva: engrossadores para 
talheres, faca em báscula ou faca para 
cortar pizza, copos com alça dupla, copos 
com recorte para auxiliar na ingestão de 
líquidos; pratos fundos e com borda 
facilitam a alimentação. 
Banho ● Incentivar o uso do membro superior 
parético/plégico para a higiene básica do 
corpo;
● Direcionar o membro parético/plégico 
com o auxílio do membro não 
parético/plégico na tarefa de ensaboar e 
enxaguar todo o corpo; 
● Na postura sentada, cruzar as pernas 
para facilitar a higiene dos membros 
inferiores; 
● Inclinar o tronco para frente, a fim de 
facilitar a higiene nos membros 
superiores. 
Tecnologia Assistiva: uso de ventosas de 
dupla face para fixar o sabonete na parede, 
sabonete líquido;uso de bucha com 
encaixe na mão afetada para auxiliar na 
higiene corporal; utilização de escova com 
cabo alongado para alcançar partes do 
corpo como costas e membros inferiores; 
cadeira de banho; barras, antiderrapantes; 
Vestuário de tronco superior e inferior ● Estimular a vestir primeiro o membro 
superior parético/ plégico, a fim de manter 
o membro não afetado livre para a 
finalização de complementos do vestuário 
(botões, fechos, zíperes etc) e de ajustes 
da roupa;
● Ensinar a vestir o sutiã encaixando os 
fechos antes de vesti-los ou fechá-los na 
cintura, a fim de facilitar a atividade; 
● Para tronco inferior: vestir calças, shorts, 
na postura sentada. Cruzar uma perna 
sobre a outra e encaixar um segmento, 
fazer o mesmo para encaixar o outro 
membro. Subir a calça descarregando peso 
sobre o glúteo ou deitar na cama e rolar 
COMPONENTES ESSENCIAIS 
3.1. COMPONENTES ESSENCIAIS DA MOBILIDADE NO LEITO
Atividade: Mobilidade no leito
Componentes essenciais: Rotação e flexão de pescoço; Flexão de quadril e joelho; Flexão e
protração de ombro; Rotação de tronco.
para os dois lados a fim de subir a calça até 
o quadril; 
● Para abotoar, posicionar o membro 
afetado próximo à “casa” a fim de gerar 
estabilidade e abotoar com o uso do 
membro superior não comprometido; 
● Para calçar meias, cruzar as pernas para 
facilitar o alcance. Antes de calçar, pode-se 
facilitar puxando o calcanhar da meia para 
fora, colocar a mão não afetada dentro da 
meia e vestir puxando a face externa da 
meia em direção ao tornozelo; 
● Calçar os sapatos cruzando as pernas ou 
com auxílio de uma calçadeira. Amarrar o 
cadarço de forma adaptada, com um nó 
em cada lado ou com um laço de apenas 
uma “orelha”.
Tecnologia Assistiva: utilizar adaptação 
com gancho para abotoar; cadarço 
adaptado “em mola”, evitar sandálias sem 
tiras no tornozelo, pois facilitam quedas; 
uso de roupas mais largas, com velcros; 
utilização de abotoadores para golas; 
argolas anexadas aos zíperes facilitam o 
vestir. Utilizar um banco pequeno para 
apoiar os pés pode facilitar o alcance para 
calçar o sapato. Alças dos dois lados da 
cama facilitam o rolar para o vestir-se. 
Barras fixadas na parede também poderão 
ajudar no posicionamento para que o
Estratégias adaptativas: Contorcendo-se ao invés de virar; Puxando no leito com membro
superior não parético ou acometido
Material: Maca e travesseiro.
Posicionamento do fisioterapeuta: Ao lado do leito do avaliado.
Posicionamento do avaliado: Em decúbito dorsal, sem meia e travesseiro posicionado na
região posterior da cabeça,
Comando verbal: “Por favor, o (a) senhor (a), vire para o seu lado direito, e depois esquerdo”.
3.2. COMPONENTES ESSENCIAIS DO SENTAR
Atividade: Sentar
Componentes essenciais: Senta-se sobre a beira do leito: Flexão lateral de pescoço; Flexão de
tronco e abdução de antebraço; Pernas levantadas e abaixadas sobre o lado do leito;
Estratégias adaptativas: Rotação e flexão de pescoço para frente; Empurrão excessivo sobre a
membro superior não parético; “Enganchar” a perna não parética sobre a perna parética; cair
para trás.
Material: Maca e travesseiro.
Posicionamento do fisioterapeuta: Ao lado do leito do avaliado.
Comando verbal: “Por favor, o (a) senhor (a), sente-se no leito”.
Atividade: Sentar
Componentes essenciais: Alinhamento inicial: Pés e joelhos juntos; Peso distribuído
uniformemente; Flexão de quadril com extensão de tronco (ombros na mesma largura dos
quadris); Balanço da cabeça a nível dos ombros.
Estratégias adaptativas: Amplia a base de apoio (ex: pés e/ ou joelhos muitos afastados, um
ou ambos quadris rodados externamente, usa os membros superiores para apoio); desloca o
peso para o pé/ nádega não parética; Flexão para frente (anterior) quando a tarefa exige
transferência de peso para o lado; “Embaralha” os pés.
Material: Cadeira com apoio.
Posicionamento do fisioterapeuta: A frente do paciente
Posicionamento do paciente: De pé.
Comando verbal: “Por favor, o (a) senhor (a), sente-se na cadeira que está atrás do (a) senhor
(a)”.
Atividade: Sentar
Componentes essenciais: Alcance na posição sentado: Deslocamento da cabeça, tronco e
membros superiores em direção ao objeto, movendo-se na altura do tornozelo (ângulo do
tornozelo); Transferência de peso para o pé ipsilateral a direção a direção do alcance
Estratégias adaptativas: Usa os membros superiores, para manter o equilíbrio; reduz
velocidade de movimento e sua amplitude e/ou segura-se com firmeza e/ou; Prende a
respiração;
Material: cadeira com apoio de braço, uma mesaestável e um objeto (copo, garrafa de água,
/ou um pote Cilíndrico)
Posicionamento do fisioterapeuta: Ao lado do leito do avaliado.
Posicionamento do paciente: Sentado, com joelhos e quadris a aprox. 90o de flexão, dorso
encostado no encosto da cadeira e cabeça alinhada com linha do horizonte.
Comando verbal: “Por favor, o (a) senhor (a), alcance o objeto que está a sua frente”.
Observação: Nesta avaliação é só para testa o alcance do paciente, não necessariamente ele
precisa pegar o objeto.
3.3. COMPONENTES ESSENCIAIS DO ALCANCE E PREENSÃO
Atividade: Alcançar e pegar
Componentes essenciais: Alcançar: Protração e elevação da cintura escapular; Flexão de
ombro (frente), abdução (lado), extensão (trás); Rotação externa de ombro; Flexão e extensão
de cotovelo; Extensão de punho com desvio radial; Abertura de mão entre o polegar e os
dedos; Pronação/supinação apropriada para orientação objeto. Transferência de peso para o
pé ipsilateral a direção a direção do alcance.
Estratégias adaptativas: Uso do braço não parético para todas as tarefas de manipulação e
alcance, não uso aprendido; alcançando para frente usa excessiva flexão de quadril; Elevação
da cintura escapular; abdução e rotação interna na articulação glenoumeral, flexão lateral de
tronco para o lado não parético; excessiva flexão de cotovelo e pronação do antebraço.
Material: Cadeira com apoio de braço, uma mesa e objetos cilíndricos ex: copo, garrafa de
água, pote em diferente tamanhos e espessura)
Posicionamento do fisioterapeuta: Ao lado do paciente, durante a avaliação.
Posicionamento do paciente: Sentado, com joelhos e quadris a aprox. 90o de flexão, dorso
encostado no encosto da cadeira e cabeça alinhada com linha do horizonte
Comando verbal: “Por favor, o (a) senhor (a), alcance o objeto que está a sua frente.”
Observação: Nesta avaliação é só para testa o alcance do paciente, precisa pegar o objeto,
mas não o manipular.
Atividade: Manipular
Componentes essenciais: Segurando: Flexão / extensão do punho segurando o objeto;
Levantamento, colocação e rotação de objetos de diferentes tamanhos e pesos;
Manipulação: Flexão/ extensão dos dedos “cupping “, da mão, flexão/ extensão independente
dos dedos (exemplo “tapping”).
Estratégias adaptativas: Incapacidade de mexer objetos dentro da mão.
Material: Cadeira com apoio de braço, uma mesa e objetos cilíndricos ex: copo, garrafa de
água, pote em diferente tamanhos e espessura)
Posicionamento do fisioterapeuta: Ao lado do paciente, durante a avaliação.
Posicionamento do paciente: Sentado, com joelhos e quadris a aprox. 90o de flexão, dorso
encostado no encosto da cadeira e cabeça alinhada com linha do horizonte
Comando verbal: “Por favor, o (a) senhor (a), alcance o objeto que está a sua frente e abra-o
para mim.”
Observação: Nesta avaliação é só para testa o alcance do paciente, precisa pegar o objeto e
manipula-lo.
COMPONENTES ESSENCIAIS DA MARCHA
Atividade: Marcha
Componentes essenciais: Fase de Apoio: Extensão do quadril ao longo; Flexão do joelho (0 a 10o)
no apoio do calcanhar; então a extensão através de apoio médio a flexão antes da retirada do pé;
Dorsiflexão do tornozelo até o final do apoio e então rápida, flexão plantar; Deslocamento horizontal
lateral do tronco e da pelve. Fase de Balanço: Flexão do joelho com quadril em extensão; Flexão de
quadril; Dorsiflexão do tornozelo ao longo; ligeira inclinação lateral pélvica para baixo; Rotação da
pelve para a frente; Extensão do joelho antes do choque do calcanhar.
Estratégias adaptativas: Fase de Apoio: Caminhando muito lentamente e aumento do tempo gasto
em apoio duplo; Comprimento do passo curto; Tronco inclinado para a frente durante o apoio;
Aumento da base de apoio; Fase de Balanço: Elevação da pelve e abdução da CF; os dedos não
saem do chão durante o balanço; Tronco inclinado para trás no final do balanço;
Posicionamento do fisioterapeuta: Ao lado do paciente, durante avaliação.

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