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LIDERANÇA E GESTÃO DE PESSOAS Jaqueline Maia Mânica - Aula 05 2 MAPA DA AULA Neste material, você tem uma linha do tempo com os principais acontecimentos das videoaulas, organizados nas seguintes seções: Momentos importantes da disciplina. Conceitos e termos relevantes para o conteúdo da aula. Para lembrar Dinâmicas, exercícios interativos e infográficos. Para exercitarPara ir além Curiosidades, personalidades e entretenimento. Esta é uma versão simplificada do Mapa da Aula, para impressão. Os recursos interativos disponíveis no material não funcionarão nesta versão. Para uma experiência mais enriquecedora, acesse a versão completa do Mapa da Aula na aba AULAS. 3 AULA 5 ● PARTE 1 A professora inicia a aula 5 recapitulando alguns assuntos tratados nas aulas anteriores. Jaqueline recorda que nenhuma definição pode ser considerada completa e definitiva quando se fala em liderança. Mesmo que o conceito de liderança situacional mencione a adequação ao momento, os teóricos da área não tratam de competências e reflexões acerca de valores que atualmente não podem ser desconsiderados. Além de olhar para os processos, também deve-se levar em conta as pessoas e os stakeholders, por isso definir liderança é um exercício de reflexão sobre diferentes teorias humanas que vão se modificando de acordo com o contexto histórico. O que tem ficado claro até o momento é que liderar é a capacidade de influenciar outras pessoas a seguir um determinado rumo, seja no sentido pessoal, seja no profissional. Revisão Somos um ser integral. Dessa forma, liderar é um conceito voltado ao valor humano, ao compromisso social e empresarial. Trata-se, ainda, de uma competência não necessariamente vinculada ao cargo, tampouco inata, mas que qualquer indivíduo pode desenvolver. Empresas são formadas por e para pessoas. Mesmo que a tecnologia faça parte dessa relação, é importante que ela seja usada para facilitá-la. No passado, ignorava-se que micro e pequenas empresas, como uma padaria ou um armazém, por exemplo, poderiam fazer uma boa gestão. Entretanto, a professora afirma que, ao ser empresário, tem-se um papel social a cumprir, fora e dentro da organização, onde é imperativo ser gestor (atentar-se a tecnologias, fazer uma boa seleção, dar feedbacks, etc.). Gestão tem tamanho? Gestão não tem tamanho. Posso ter uma empresa de uma pessoa, 30, 40, mil pessoas. O que muda é a complexidade. Jaqueline diz que é necessário deixar de lado as desculpas da falta de tempo, de acesso a informação, de tamanho da empresa, para colocar a capacidade de liderança e gestão a favor do bem comum, do bem-estar do ser humano. Isso inclui, por exemplo, investimento em equipamentos de segurança, que não pode ser considerado custo, mas cuidado com as pessoas. A consciência sobre o outro é um dos pilares (além do autoconhecimento e da capacidade de relacionamento) do foco triplo concebido por Daniel Goleman e Peter Senge. No mesmo sentido vai o capitalismo consciente. Frequentemente usa-se o capitalismo como justificativa para não sermos mais justos e éticos. O capitalismo consciente defende que a lógica financeira não pode ser argumento para que não se aja de modo responsável e prega a prática da liderança sustentável. Consciência sobre o outro11:49 06:53 01:07 4 O passado é uma referência, e ela serve para nos trazer informações, não para ficarmos amarrados a ela Se o conceito de empregabilidade (consciência do seu valor, o indivíduo como protagonista e líder de suas oportunidades) está para o colaborador, o de empresabilidade está para a empresa. Isso significa que ela deve sustentar um posicionamento diferenciado no mercado e ter a inteligência de aproveitar as competências de seus funcionários para atingir os resultados. Por meio de sua cultura, a organização tem de selecionar novos colaboradores e atrair clientes, parceiros e investidores. Empresabilidade Independente do cargo, posso ser uma pessoa que está inspirando alguém e que está fomentando atitudes diferentes. Jaqueline convida os alunos a ponderar acerca de como aplicar os conceitos estudados e que atitudes você pensa em ter nas oportunidades do dia a dia, principalmente nas relações de trabalho. A professora faz uma série de provocações para se refletir a respeito de como as empresas lidam com procedimentos de segurança, com o meio ambiente e a mão de obra infantil, por exemplo. Você ficaria tranquilo em trabalhar em uma empresa que não se preocupa com essas questões? Reflexão Tanto pequenas quanto grandes empresas podem ter uma boa gestão, cumprindo com políticas e práticas sustentáveis. O que muda é a complexidade dessa gestão. Tamanho é documento? 24:40 5 AULA 5 ● PARTE 2 No começo da segunda parte da aula, a professora trata de competências. Jaqueline defende que as competências são construídas e partilhadas socialmente. A construção das competências altera a forma como o indivíduo compreende seu trabalho e, ao mesmo tempo, ao trazer seu conhecimento para a empresa, transforma o modo como ela atua, formando um ciclo. Por isso, competências não podem ser guardadas ou estocadas. Competências Um grupo é muito mais do que a soma das partes. (...) Se você quer mudar alguma coisa, comece por você. A professora reflete sobre a diferença entre as políticas pregadas por uma organização e suas práticas efetivas: as práticas são as ferramentas que utiliza para gerir o dia a dia, e a política é a filosofia que está por trás. Uma empresa que tem nas suas práticas coerência com a filosofia terá uma cultura mais forte. Por isso, o papel da liderança é tanto um papel social quanto um papel psicológico. Infelizmente, a liderança pode atrasar e criar conflitos desnecessários – conflitos são positivos apenas se puderem ser validados, trouxerem abertura para novos pontos de vista, não gerarem desgastes. O que se espera é que a liderança trabalhe para que aconteça a continuidade e o crescimento do fluxo das competências; é um motor na formação de novos líderes, promovendo a disseminação de uma cultura voltada para o aprendizado contínuo, e está atenta ao crescimento das pessoas nos três níveis (individual, coletivo e corporativo), pois a liderança não é um processo voltado a indivíduos, mas um fenômeno que pertence à esfera dos grupos. Para explorar um pouco mais o pilar da autoconsciência, que compõe o foco triplo, a professora traz o conceito de mindset desenvolvido por Carol Dweck. Na tradução literal, mindset significa “mentalidade”, e Jaqueline propõe analisá- la enquanto “maneira de pensar”. Na videoaula, é possível acompanhar a discussão de cada item apontado no quadro abaixo, elaborado pela autora. Mindset12:47 03:22 6 Da psicóloga Carol Dweck, o livro trata do conceito homônimo estudado nessa aula. Nele, a autora defende que a atitude mental com que se encara a vida é determinante para o sucesso, pois acredita que o mindset não é apenas um traço de personalidade, mas a explicação de por que somos otimistas ou pessimistas, bem-sucedidos ou não. Mindset: a nova psicologia do sucesso Para trabalhar o autoconhecimento e os níveis de mindset, a professora dá um exemplo a respeito da noção de segurança. São quatro os níveis de mindset, sendo o 1 e o 2 vinculados a uma programação de obediência, e o 3 e o 4 ligados à crença. Mais especificamente, no nível 1, “eu obedeço a segurança quando é conveniente”, no nível 2, “obedeço porque tenho que obedecer, porque serei punido se não o fizer”, no nível 3, “eu acredito na segurança para mim e minha família”, e no 4, “eu acredito na segurança para mim e minha equipe e faço com que outras pessoas ajam com segurança”. Na videoaula, é possível percorrer os detalhes de cada item. Autoconhecimento e níveis de mindset Não somos seres acabados, somos seres inacabados, uma obra de arte totalmente em construção. Jaqueline lembra que a mentalidade ou mindset pode ser comparadaà programação de um computador, pois os comportamentos de um indivíduo estão alinhados com os programas que foram “instalados” em sua mente. Pode-se, porém, atualizá-los e treiná-los para que se modifiquem. Como tarefa, a professora convida a refletir como está seu mindset para: • cuidar de sua saúde; • de sua família; • dos seus colegas de trabalho; • e para o desenvolvimento de sua trajetória profissional. Reflexão 27:05 36:35 7 AULA 5 ● PARTE 3 Para iniciar essa parte da aula, a professora relembra alguns assuntos já estudados, como competências, aspectos de comunicação e a psicologia de grupos. No vídeo anterior, vimos que a construção das competências altera a forma como um indivíduo compreende seu trabalho. Do líder, espera-se a compreensão de que o resultado de um grupo é mais do que a soma das individualidades. O primeiro passo é a autoconsciência: como estou sendo exemplo disso? As pessoas me veem como alguém que está estudando? O exemplo tem força de comunicação explícita e não explícita. Como lido com a mentalidade das pessoas que estão na equipe? Há pessoas com mindset fixo, mas é possível mudá-lo. Como mudar o mindset das pessoas que lideramos? Geralmente, quando crianças, as pessoas têm o mindset mais aberto. Jaqueline exemplifica que mesmo que uma criança não tenha recursos disponíveis ou um brinquedo à mão, ela busca algo com que se divertir e outras crianças com quem interagir. Com o passar do tempo, em função de opiniões desencorajadoras que ouvem e das experiências difíceis por que passam, o mindset fixo torna-se predominante, influenciando em sua programação cerebral e psicológica. A professora questiona, então, se é possível usar a mesma estratégia para lidar com crianças e com adultos que são “resultado” dessas vivências. Desenvolvendo adultos e crianças Os termos pedagogia e andragogia são da área da educação. A pedagogia se relaciona ao processo de aprendizagem infantil enquanto a andragogia se ocupa do processo de aprendizado adulto. Na pedagogia, há um professor, um tutor ou um responsável que passa conhecimento para as crianças. Na andragogia, temos um instrutor que está dentro do círculo de troca, um sistema mais complexo. Pedagogia A palavra é formada pelos termos gregos paidos e agogos, que significam, respectivamente, criança e orientar. Assim, a pedagogia é focada em uma figura que exerce influência significativa sobre a experiência Pedagogia versus andragogia Mindsets fixo e de crescimento De acordo com o conceito de mindset proposto por Carol Dweck, é correto afirmar que um indivíduo com mindset fixo não pode mudar sua maneira de pensar e adotar o mindset de crescimento. 06:16 02:21 8 de aprendizagem de uma criança. É o educador que tem o poder de decidir o conteúdo e a estratégia da aprendizagem. É possível que haja uma liderança participativa, mas o orientador detém o controle, pois entende-se que a criança não tem maturidade emocional e maturidade técnica para tomar algumas decisões. Andragogia Os adultos têm o controle sobre grande parte da sua experiência de aprendizagem, tanto dentro como fora da sala de aula, devendo ser motivados para aprender o conteúdo e a estratégia da aprendizagem. A professora lembra que muito da motivação é interna e que motivar um adulto é um processo complexo: como líder, é preciso instigar, influenciar, convidar, acessar um indivíduo para que ele tenha vontade de mudar seus comportamentos, rever seus pontos de vista, ter abertura para trabalhar seu mindset, exercitar seu mindset fixo para começar a abri- lo e adotar o mindset de crescimento. Andragogia é esse respeito. Malcolm Knowles propõe seis critérios para desenvolver a andragogia. Para melhor compreensão, a professora exemplifica cada um deles na videoaula, além de mostrar um vídeo sobre o assunto. Baseado no livro Aprendizagem de Resultados, de Malcolm Knowles, o professor Wagner Cassimiro traz uma explicação detalhada dos elementos que precisam ser considerados em qualquer desenho de uma ação educacional para adultos. Clique aqui para assistir. Princípios da aprendizagem de adultos https://www.youtube.com/watch?v=uedwcNqOL1A 9 Para fixar os conteúdos dessa aula, a professora sugere que os alunos analisem algumas empresas traçando um paralelo entre aquelas que adotam uma gestão mais antiga e as que trabalham com uma gestão mais moderna, gestores com mindset fixo e com mindset de crescimento. A ideia é concluir se essa atitude faz ou não diferença nos indicadores financeiros e de satisfação pessoal. Reflexão Absenteísmo: indicador utilizado nas empresas pontuando as ausências dos colaboradores no processo de trabalho, independente das causas (saúde, estresse). Presenteísmo: configura uma forma de ausência em que o trabalhador se apresenta a seu posto de trabalho, mas é incapaz de se dedicar completamente às suas tarefas. É um “custo invisível” aos balanços e indicadores de gestão. Para concluir, Jaqueline traça diferenças entre perfis de liderança antigos e modernos. Relacionando a tabela abaixo com o conceito de mindset, a visão antiga estaria ligada ao mindset fixo e a moderna, ao de crescimento. É possível que tanto crianças quanto adultos tenham um mindset de crescimento, mesmo que os mais velhos tenham passado por experiências ruins e desmotivadoras. Crianças e adultos 28:17 10 AULA 5 ● PARTE 4 Na introdução do quarto bloco da aula, a professora recorda o conceito de mindset e discute como a mentalidade fixa não está relacionada à idade, já que, muitas vezes, pessoas mais velhas têm se mostrado mais abertas do que as jovens. Introdução A preocupação com o legado tem de ser nossa, independente da faixa etária em que estivermos. Jaqueline lembra, ainda, da necessidade de comprometimento com a liderança como exemplo, do protagonismo, da resiliência e da comunicação que impacta. A ideia de liderança sustentável está ligada ao bem comum: é quando a liderança toma decisões e estabelece relacionamentos buscando manter o equilíbrio e o bom funcionamento do ecossistema (ambiente que engloba todas as pessoas envolvidas com uma organização, os stakeholders). Assim, a liderança sustentável funcionaria em ressonância, e teria impacto sobre todos esses agentes. Essa ação abarca todos os aspectos relacionados à utilização dos bens que sustentam a existência humana (recursos financeiros, humanos, tecnológicos), e visa colaborar com o avanço da vida em sociedade e a manutenção da economia empresarial (corroborando com o capitalismo consciente, examinado anteriormente). Liderança sustentável Muitas empresas adotam o ESG (Environmental, Social and Governance - em português, Ambiental, Social e Governança) como referência para suas políticas e práticas no intuito de garantir a sustentabilidade. Quando uma organização as assume, seja formal ou informalmente, ela se propõe a: • reduzir os impactos negativos no meio ambiente que podem vir da própria atuação da empresa no mercado; • apoiar a evolução de uma sociedade justa; • estabelecer uma gestão eficiente e eficaz. Objetivos Acerca do perfil de liderança moderno, é correto afirmar que: Perfis de liderança 00:30 03:31 11 Uma liderança sustentável não é passiva e não tem um mindset fixo; pelo contrário, é consciente de seu papel e protagoniza uma série de ações com postura ativa, incentivando as pessoas a também praticarem ações com esse mindset. Por meio de seu comportamento cotidiano e pelo exemplo, mostra que essa é uma questão importante para a organização e que a sustentabilidade faz parte da cultura da empresa. Essas ações independem do cargo que um indivíduo ocupa ou do tamanho da organização em que trabalha. Como age? • Transparência e ética; • Empatia; • Altruísmo; • Inteligência emocional (entendida nos três pilares); • Perseverança e resiliência; • Protagonismo (influência social). Competências Como atividade destebloco, a professora pede que se faça uma relação entre o vídeo de Maria Anselmi e os seguintes conteúdos estudados: • cultura; • estilo de liderança; • competências; • relação com grupos. Reflexão Anselmi O vídeo, exibido em aula, conta a história empreendedora de Maria Anselmi, uma gestora aberta, resiliente, e que soube aproveitar as oportunidades. Seu trabalho contribuiu para a cidade de Farroupilha-RS ficar conhecida como a capital das malhas. Clique aqui para assistir. 34:33 https://www.youtube.com/watch?v=4YHwEXghEag 12 AULA 5 ● PARTE 5 A última parte da aula 5 é dedicada ao papel da liderança enquanto motor para formação e disseminação da cultura e dos valores, principalmente no que tange à transparência e à ética. A professora relembra que, quando se ocupa o papel psicológico de liderança, quando se está à frente de um projeto, os indivíduos entram na “roda das competências” – como estudado na parte 2 dessa aula, as competências individuais, coletivas e corporativas se retroalimentam. Participar dessa roda é participar de uma grande rede, e é preciso que se tenha a noção do quanto estamos conectados. Jaqueline lembra, então, do vídeo da empreendedora Maria Anselmi, e de como seu olhar acolhedor para os ônibus de varejistas transformou as relações comerciais e a economia de sua cidade e da região. Mas além disso, como seu trabalho estava ancorado em valores e na crença de um sentido mais profundo acerca dessas relações. Para reforçar a conexão em rede, o poder da influência e do impacto de nossas atitudes sobre o outro, a professora exibe um vídeo que conta a história fictícia de um aluno de medicina que suborna o professor para ser aprovado em uma prova. No futuro, esse ato tem uma consequência direta na vida do próprio professor, fechando o ciclo de uma escolha incorreta. Jaqueline afirma que o tempo que vivemos exige líderes não apenas inteligentes, mas sábios, o que também vale para professores e mestres, como os representados no vídeo. Rede Líderes sábios formulam estratégias que visam o bem maior, não apenas os seus objetivos pessoais. Para Daniel Goleman, líderes realmente grandes agem movidos por aspirações além das metas ou fronteiras de uma organização ou um grupo, mas procuram olhar a sociedade como um todo. Bem maior O aluno que colava No vídeo exibido em aula, é apresentada a história fictícia de um aluno de medicina que suborna seu professor e, mais tarde, ambos precisam encarar o desfecho desse ato. Clique aqui para assistir. 09:33 00:53 https://www.youtube.com/watch?v=kaD98HdyfwY 13 Um líder precisa gerar credibilidade e estabelecer uma relação de confiança. É preciso incentivar, motivar e encorajar o progresso, e também reconhecer as conquistas; palavras de ânimo, de alento e de reconhecimento ajudam a aumentar a autoconfiança das pessoas e as impulsionam em direção ao objetivo, apesar das dificuldades. Por isso, a professora ressalta a necessidade dos feedbacks – no caso de um retorno positivo, é importante que o líder também vibre com o resultado e, se negativo, que proceda com empatia, com cuidado com o outro, e que tenha capacidade de escuta. Confiança Jaqueline destaca que, apesar de não haver uma “receita de bolo”, algumas palavras são essenciais para que se estabeleça uma relação de confiança entre um líder e sua equipe. As seis palavras mais importantes: “Admito que o erro foi meu” A pessoa que tem mindset fixo tem dificuldade de olhar para suas limitações; quem tem mindset de crescimento entende da sua vulnerabilidade. Ter liderança é ter a coragem de lidar com suas imperfeições. As cinco palavras mais importantes: “Você fez um bom trabalho” Essa frase retoma o que a professora havia discutido sobre a necessidade de celebrar, de vibrar com a caminhada, de validar o trabalho mesmo que o resultado final não tenha sido bom. As quatro palavras mais importantes: “Qual a sua opinião?” É preciso que uma liderança seja participativa, democrática, principalmente em momentos de crise. O princípio da andragogia é considerar o outro, considerar o adulto, poder entender como foi sua experiência até então. Esse convite para que o outro participe é crucial para que se sinta pertencente ao grupo. As três palavras mais importantes: “Faça o favor” Mesmo que essa questão esteja implícita em tudo o que foi exposto até agora, principalmente em relação à qualidade de abertura e de comunicação, Jaqueline frisa que é importante ser educado, e que a solicitação para o outro 7 passos para gerar confiança Brene Brown estuda conexão humana, a habilidade de sentir empatia, pertencer, amar. Nesta palestra no TEDxHouston, ela compartilha uma percepção de sua pesquisa que a levou a uma busca pessoal para conhecer a si mesma e entender a humanidade. Clique aqui para assistir. O poder da vulnerabilidade 12:01 16:06 https://www.ted.com/talks/brene_brown_the_power_of_vulnerability?language=pt 14 Como encerramento do módulo, Jaqueline traz uma sugestão feita por Dalai Lama a alguns líderes durante uma conferência. Ao tomarmos uma decisão ou examinarmos um plano de ação, o budista recomendou que nos perguntássemos: quem se beneficia? Somente nós ou um grupo? Somente no presente ou no futuro? A professora esclarece que não há problema se, em um primeiro momento, o beneficiário for o próprio indivíduo. É evidente que ao participar de um curso ou assistir às aulas, por exemplo, somos os primeiros impactados. Mas como você pretende lidar com essas competências, principalmente depois de saber que elas podem fazer a diferença na sua vida coletiva e corporativa? E qual a ressonância e o impacto de suas atitudes ao longo do tempo, pensando no legado que você gostaria de construir? Reflexão deve ocorrer de forma respeitosa. No mesmo sentido vêm as duas palavras mais importantes: “Muito obrigado”. A palavra mais importante: “Nós” Em relação à palavra “nós”, a ideia não se atém ao vocabulário, mas que se adote como postura. A palavra menos importante: “eu” Esse último passo não significa esquecer de si mesmo, porque tudo começa pelo “eu”. Um dos pilares da inteligência emocional, inclusive, é a autoconsciência: é preciso ser consciente do seu papel para fazer algo pelos outros. Lembre-se de que, depois disso, você tem os recursos técnicos e emocionais para cuidar das outras pessoas. Em relação às competências, é correto afirmar que: Competências 24:44 Seta Próxima Página direita 8: Botão 352: Botão 353: Botão 354: Seta Próxima Página direita 7: Botão 330: Botão 331: Botão 332: Seta Próxima Página direita 5: Seta Próxima Página direita 6: Botão 341: Botão 342: Botão 343: Botão 344: Botão 345: Botão 347: Botão 349: Botão 351: Seta Próxima Página direita 4: Seta Próxima Página direita 3: Botão 333: Botão 334: Botão 336: Botão 338: Botão 340: