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Docente: Luiz Carlos Pitzer Unidade 2 Unidade 2 – Tópico 1 Zeros das Funções CONHECIMENTOS BÁSICOS É comum em funções e equações, a busca por suas raízes. Em funções, são os valores que quando aplicados, resultam em zero. Graficamente, são os valores que cortam o eixo das abscissas. Para alguns tipos de funções não é tão fácil encontrarmos esses valores CONHECIMENTOS BÁSICOS TEOREMA: Seja uma função contínua em uma intervalo . Se , então existe pelo menos um ponto entre e que é zero da função. CONHECIMENTOS BÁSICOS CONHECIMENTOS BÁSICOS EXEMPLO: Seja a função definida por 1 encontre por inspeção, uma aproximação de uma de suas raízes. Unidade 2 – Tópico 1 Zeros das Funções: Método da Bisseção MÉTODO DA BISSEÇÃO Seja uma função contínua em uma intervalo . Se , então existe pelo menos um ponto entre e que é zero da função. Método da Bisseção consiste em dividir o intervalo ao meio sistematicamente até que, para um dado , o critério de parada seja satisfeito. O que pode acontecer? Podemos encontrar a solução! Podemos encontrar um aproximação da raiz por cima ou por baixo. MÉTODO DA BISSEÇÃO MÉTODO DA BISSEÇÃO Como isso, sabemos que há pelo menos uma raiz no intervalo Vamos determinar uma aproximação com precisão de . Consideremos a função real , e vamos estudar o seu sinal em alguns pontos: EXEMPLO: Passo : 10 MÉTODO DA BISSEÇÃO Passo : 11 MÉTODO DA BISSEÇÃO Passo : 12 MÉTODO DA BISSEÇÃO Passo : 13 MÉTODO DA BISSEÇÃO 14 Unidade 2 – Tópico 1 Zeros das Funções: Método das Cordas MÉTODO DAS CORDAS Seja uma função contínua em uma intervalo . Se , então existe pelo menos um ponto entre e que é zero da função. Método das Cordas consiste em utilizar uma reta (corda) que passe pelos pontos e . O ponto onde esta reta cortar o eixo das abscissas será nossa primeira aproximação para a raiz. O que pode acontecer? Podemos encontrar a solução! Podemos encontrar um aproximação da raiz por cima ou por baixo MÉTODO DAS CORDAS MÉTODO DAS CORDAS Como isso, sabemos que há pelo menos uma raiz no intervalo Vamos determinar uma aproximação com precisão de . Consideremos a função real , e vamos estudar o seu sinal em alguns pontos: EXEMPLO: 18 MÉTODO DAS CORDAS Passo : 19 MÉTODO DAS CORDAS Passo : 20 MÉTODO DAS CORDAS Passo : 21 MÉTODO DAS CORDAS Erro - - - - 22 Unidade 1 – Tópico 4 Sistemas Lineares: Métodos Iterativos SISTEMAS LINEARES COMPLEXOS Seja um sistema linear complexo, em que existem matrizes reais e tais que: SISTEMAS LINEARES COMPLEXOS Exemplo: 25 Unidade 2 – Tópico 1 Zeros das Funções: Método de Newton MÉTODO DE NEWTON A base para este método é uma reta tangente a curva da expressão dada. Com esta reta, observasse o ponto em que ela corta o eixo das abscissas. Este ponto após aplicado algumas vezes, aproximasse da raiz. Método de Newton utiliza de derivadas. Lembra um pouco o Método de Cordas. MÉTODO DE NEWTON Converge ou Diverge? MÉTODO DE NEWTON Como todo método de obtenção de zeros de funções, precisamos partir de um valor para dar início ao processo. Como garantir então que, escolhido escolhido, converge para a raiz? Vamos aos critérios: Se e forem não nulas, preservarem o sinal no intervalo ; O valor escolhido compreendido no intervalo , proporcionar que . 29 MÉTODO DE NEWTON Vamos analisar a convergência, primeiramente vamos verificar a escolha do : Exemplo: Seja a função real , que sabemos possuir uma única raiz no intervalo [1; 1,5]. Use erro relativo de , para a aproximação da raiz. 30 MÉTODO DE NEWTON Agora, verificaremos o sinal das derivadas de primeira e segunda ordem: 31 MÉTODO DE NEWTON Vamos as iterações: Passo 32 MÉTODO DE NEWTON Vamos as iterações: Passo 33 Unidade 2 – Tópico 1 Zeros das Funções: Método das Secantes MÉTODO DAS SECANTES O método da Secante nada mais é do que um aprimoramento do método de Newton. Em cada iteração , trocamos do processo de iteração pelo quociente: Desvantagem deste método em relação ao método de Newton é que, na primeira iteração, teremos que fornecer o valor dos pontos e . MÉTODO DAS SECANTES Da mesma forma que escolhemos o para o exemplo do método de Newton, faremos para este. Porém, temos a necessidade de escolher mais um ponto, que, satisfaça a condição Um possível valor é . Exemplo: Seja a função real , que sabemos possuir uma única raiz no intervalo [1; 1,5]. Use erro relativo de , para a aproximação da raiz. 36 MÉTODO DAS SECANTES Vamos as iterações: Passo e 37 MÉTODO DAS SECANTES Vamos as iterações: Passo e 38 Unidade 2 – Tópico 1 Zeros das Funções: Método da Iteração Linear MÉTODO DA ITERAÇÃO LINEAR Inicialmente, é necessário encontrar uma função tal que utilizando para isso a igualdade . Exemplo: Determinar na função , com uma aproximação relativa de , sabendo que há uma raiz no intervalo de . MÉTODO DA ITERAÇÃO LINEAR Primeira Candidata Segunda Candidata Terceira Candidata Quarta e Quinta Candidata MÉTODO DA ITERAÇÃO LINEAR A função é chamada de função de iteração. Qualquer valor que satisfaça é chamado de ponto fixo de . Sabemos que tal ponto fixo pertence ao intervalo , o que no nosso problema está . Qual das utilizaremos? Para a escolha correta, temos que encontrar aquela que seja contínua no intervalo e , para todo . 42 MÉTODO DA ITERAÇÃO LINEAR Note que é uma função polinomial, logo contínua. Primeira Candidata Não há uma raiz no intervalo de 43 MÉTODO DA ITERAÇÃO LINEAR Note que é uma função contínua. Há uma raiz no intervalo de Segunda Candidata ou ou 44 MÉTODO DA ITERAÇÃO LINEAR Passo : Vamos começar supondo . Então: Segunda Candidata Passo : Vamos usar . Então: 45 MÉTODO DA ITERAÇÃO LINEAR Passo : Vamos usar . Então: Segunda Candidata Passo : Vamos usar . Então: 46 Unidade 2 – Tópico 2 Sistemas de Equações não Lineares: Método da Iteração Linear MÉTODO DA ITERAÇÃO LINEAR O método inicial é semelhante ao utilizado em raízes de funções. Exemplo: Consideremos o sistema não linear o sistema tem uma raiz próxima ao ponto . MÉTODO DA ITERAÇÃO LINEAR Inicialmente, precisamos encontrar as funções contínuas e que farão o papel de nossas funções de iteração. Verificaremos agora, três condições para podermos aplicar o método MÉTODO DA ITERAÇÃO LINEAR As derivadas parciais de primeira ordem das funções e devem ser contínuas próximas à solução do sistema. Derivas Parciais de Primeira Ordem Observe que todas as derivadas parciais são contínuas. Logo, a condição é satisfeita. MÉTODO DA ITERAÇÃO LINEAR Para todo ponto próximo à solução, temos que: A condição é satisfeita. Vamos testar para o ponto MÉTODO DA ITERAÇÃO LINEAR O ponto inicial precisa estar próximo da solução do sistema: A condição é satisfeita. Ponto MÉTODO DA ITERAÇÃO LINEAR Procedimento das iterações é semelhante ao método da iteração linear para raiz de equações. Para o passo com o ponto . Unidade 2 – Tópico 2 Sistemas de Equações não Lineares: Método de Newton MÉTODO DE NEWTON O método transforma um sistema não linear em um linear Base deste método, é a expansão das expressões envolvidas, na série de Taylor em torno do ponto . MÉTODO DE NEWTON MÉTODO DE NEWTON MÉTODO DE NEWTON As condições para podermos aplicar o método de Newton sobre um sistema não linear é que suas derivadas parciais sejam contínuas até segunda ordem e limitadas próximas à solução do sistema. Além disso, para todo próximo da raíz. MÉTODO DE NEWTON EXEMPLO: Encontraremos uma aproximação para a solução do sistema utilizando uma precisão de e que possui uma solução próxima de . MÉTODO DE NEWTON MÉTODO DE NEWTON Calculemos o erro relativo de ambas variáveis para saber se devemos parar ou prosseguir com o processo de iteração. Continuar com as iterações... Unidade 2 – Tópico 2 Equações não Lineares Complexas: Método de Newton MÉTODO DE NEWTON O método que veremos a seguir, possibilita a resolução de uma equação não linear com coeficientes complexos. O método é semelhante ao utilizado em equações não lineares nos reais. Consideremos uma função não linear complexa f(z) = 0, contínua com derivada primeira contínua. Aplicando o método de Newton nesta função, da mesma forma que em uma equação não linear real, teríamos: MÉTODO DE NEWTON Como a função é complexa, temos que para cada complexo, existem , reais tais que , e podemos reescrever como: onde e são funções de duas variáveis reais, contínuas, com derivadas parciais de primeira ordem também contínuas. Também existe um resultado da Análise Complexa que nos garante que: MÉTODO DE NEWTON MÉTODO DE NEWTON O método de Newton deve ser aplicado sempre que a função complexa não for um polinômio. Unidade 2 – Tópico 3 Equações Polinomiais: Método de Newton MÉTODO DE NEWTON O método que veremos a seguir, é uma junção do método de Newton para raízes de equações ou funções, porém, a derivada da função é substituída pelo Algoritmo de Briot-Ruffini-Horner. O dispositivo do Algoritmo de Briot-Ruffini-Horner, permite em função polinomial, encontrar o valor numérico da função e suas derivadas em um certo ponto. Do ponto de vista computacional, é muito relevante proceder desta forma. O ganho é muito significativo! MÉTODO DE NEWTON EXEMPLO: Procuremos a raiz do polinômio: com precisão sabendo que há uma raiz próxima do . O primeiro passo é aplicar o algoritmo de Briot-Ruffini-Horner. MÉTODO DE NEWTON MÉTODO DE NEWTON MÉTODO DE NEWTON MÉTODO DE NEWTON MÉTODO DE NEWTON MÉTODO DE NEWTON MÉTODO DE NEWTON MÉTODO DE NEWTON MÉTODO DE NEWTON MÉTODO DE NEWTON MÉTODO DE NEWTON MÉTODO DE NEWTON ERRO RELATIVO MÉTODO DE NEWTON 1 -2 3 -4 1 1 -0,3125 2,4727 0,1727 1,2914 1 1,375 4,793 8,2609 ERRO RELATIVO MÉTODO DE NEWTON 1,5312 1 -2 3 -4 1 1 -0,4688 2,2822 -0,5055 0,226 1 1,0624 3,9089 5,4798 ERRO RELATIVO MÉTODO DE NEWTON 1,49 1 -2 3 -4 1 1 -0,51 2,2401 -0,6623 0,0132 1 0,98 3,7003 4,8511 ERRO RELATIVO 1,4873 1 -2 3 -4 1 1 -0,5127 2,2375 -0,6722 0,0002 1 0,9746 3,687 4,8115 ERRO RELATIVO Unidade 2 – Tópico 3 Equações Polinomiais: Algoritmo Quociente - Diferença ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA Não precisamos procurar um intervalo que contenha a raiz do polinômio. Ele é tão eficiente que nos permite obter aproximações para TODAS as raízes do polinômio SIMULTANEAMENTE. Esse método foi desenvolvido por Heinz Rutishauser que foi um matemático suíço e é conhecido como Algoritmo Quociente-Diferença ou Algoritmo Q-D. Só pode ser aplicado para polinômios cujos coeficientes sejam todos não nulos. ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA EXEMPLO: Procuremos as raízes do polinômio: Como o polinômio é de grau 3 teremos: Quatro colunas Três colunas Que devem tender a zero na operação Que devem apresentar as três raízes ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 SEMPRE zero SEMPRE zero ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 0 0 SEMPRE zero SEMPRE zero ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 0 -0,667 0 ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 0 -0,667 0 ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 0 -0,667 -0,5 0 ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 0 -0,667 -0,5 0 Ordem bem definida ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 0 -0,667 -0,5 0 -2,167 Ordem bem definida ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 0 -0,667 -0,5 0 -2,167 0,167 0,5 Ordem bem definida ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 0 -0,667 -0,5 0 -2,167 0,167 0,5 SEMPRE zero SEMPRE zero ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 0 -0,667 -0,5 0 -2,167 0,167 0,5 0 0 Ordem bem definida SEMPRE zero SEMPRE zero ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 0 -0,667 -0,5 0 -2,167 0,167 0,5 0 0,051 0 Ordem bem definida ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 0 -0,667 -0,5 0 -2,167 0,167 0,5 0 0,051 -1,497 0 Ordem bem definida ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 0 -0,667 -0,5 0 -2,167 0,167 0,5 0 0,051 -1,497 0 ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 0 -0,667 -0,5 0 -2,167 0,167 0,5 0 0,051 -1,497 0 -2,116 -1,381 1,997 ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 0 -0,667 -0,5 0 -2,167 0,167 0,5 0 0,051 -1,497 0 -2,116 -1,381 1,997 ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 0 -0,667 -0,5 0 -2,167 0,167 0,5 0 0,051 -1,497 0 -2,116 -1,381 1,997 0 0,033 2,165 0 ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA -1,5 0 0 0 -0,667 -0,5 0 -2,167 0,167 0,5 0 0,051 -1,497 0 -2,116 -1,381 1,997 0 0,033 2,165 0 -2,083 0,751 -0,168 0 -0,012 -0,484 0 -2,095 0,279 0,316 0 0,002 -0,548 0 -2,093 -0,271 0,864 -2,095 0,279 0,316 0 0,002 -0,548 0 -2,093 -0,271 0,864 ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA Primeiramente, vamos determinar dois coeficientes: ALGORITMO QUOCIENTE-DIFERENÇA Encontrados os valores de e , basta substituir e resolver a equação Unidade 2 – Tópico 4 Interpolação Polinomial de Lagrange INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE LAGRANGE A necessidade de obter um valor intermediário que não consta de uma tabela ocorre comumente Dado um conjunto de dados tal como na tabela abaixo: Como obter o valor de para um valor de que não tenha sido medido, como ? 0,057 0,044 0,022 0,013 0,002 6,0 4,2 2,9 1,4 0,2 INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE LAGRANGE A interpolação consiste em determinar uma função, que assume valores conhecidos em certos pontos; Por serem fáceis de trabalhar, usaremos as funções polinomiais para interpolar; A vantagem de fazer essa substituição é que, muitas vezes, não conhecemos a função que descreve um fenômeno, ou ela tem um comportamento que não nos permite calcular sua derivada ou sua integral; TEOREMA DE WEIRSTRASS existe alguma função polinomial esteja tão próximo de quanto se queira; Outro fato interessante é que esse polinômio, uma vez construído, é único! INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE LAGRANGE EXEMPLO: Considere a tabela a seguir: Usaremos o método da interpolação polinomial de Lagrange. INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE LAGRANGE INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE LAGRANGE INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE LAGRANGE INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE LAGRANGE INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE LAGRANGE INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE LAGRANGE INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE LAGRANGE Estimar uma valor para Unidade 2 – Tópico 4 Interpolação Polinomial de Newton INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE NEWTON A Interpolação de Lagrange é mais eficiente que simplesmente resolver o sistema linear que surge quando igualamos a forma geral do polinômio interpolador com o valor de nos pontos. O método de Lagrange também tem um inconveniente. Se, por alguma razão, descobrirmos o valor de para mais um ponto e quisermos adicioná-lo na obtenção do polinômio interpolador, teremos que repetir todo o processo. A ideia é utilizar da definição de derivada para encontrar o operador diferença dividida finita (DDF). EXEMPLO: Considere a tabela a seguir: Usaremos o método da interpolação polinomial de Newton. INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE NEWTON Vamos agora definir o operador diferença dividida finita (DDF) INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE NEWTON Ordem 0 INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE NEWTON Ordem 0 Ordem 1 Ordem 0 Ordem 1 INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE NEWTON Ordem 0 Ordem 1 INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE NEWTON Ordem 0 Ordem 1 Ordem2 INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE NEWTON Ordem 0 Ordem 1 Ordem2 INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE NEWTON Ordem 0 Ordem 1 Ordem 2 Ordem 3 INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE NEWTON Ordem 0 Ordem 1 Ordem 2 Ordem 3 INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE NEWTON Ordem 0 Ordem 1 Ordem 2 Ordem 3 INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE NEWTON INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL DE NEWTON Unidade 2 – Tópico 4 Interpolação Linear INTERPOLAÇÃO LINEAR A interpolação linear é bem eficiente, quando queremos determinar apenas um ponto ausente em uma série de dados. Utilizamos apenas os pontos vizinhos ao procurado, encontramos um polinômio de grau 1, ou seja, uma reta. Um polinômio de grau 1, tem a característica representada por EXEMPLO: Considere a tabela a seguir: Usaremos o método da interpolação linear para determinar o valor de quando . INTERPOLAÇÃO LINEAR Perceba inicialmente que , está entre o e o Usaremos portanto: INTERPOLAÇÃO LINEAR Usando , obtemos: Para Para INTERPOLAÇÃO LINEAR Usando , obtemos: Unidade 2 – Tópico 4 Interpolação Inversa INTERPOLAÇÃO INVERSA A interpolação inversa tem como finaliza, criar um polinômio, que realize o processo inverso. É comum termos um conjunto de dados e queremos determinar um valor ausente entre ele: A ideia agora, é escolher um valor ausente na para encontrar sua correspondência no . INTERPOLAÇÃO INVERSA Poderíamos solucionar esse tipo de problema, igualando o polinômio a um certo valor . Porém, podem surgir dois problemas: Existir valores distintos que satisfazem essa equação; Se o grau do polinômio for superior a 2, não temos uma fórmula ou método de fácil aplicação para determinar esses valores. INTERPOLAÇÃO INVERSA Problema: Nem toda a função admite inversa; Por isso, a função deve ser monótona, estritamente crescente ou estritamente decrescente. ou O polinômio interpolador para pode ser qualquer um dos métodos já vistos EXEMPLO: Considere a tabela a seguir: Usaremos algum método da interpolação, determinar o valor de quando . INTERPOLAÇÃO INVERSA crescendo decrescendo EXEMPLO: Considere a tabela a seguir: Em que ano a quantidade de habitantes de Belém alcançou a marca de 1.350.000. INTERPOLAÇÃO INVERSA crescendo aleatório Habitantes Habitantes Canais de contato: 0800 642 5000 Ambiente Virtual de Aprendizagem DaVinci Talk Professor de Plantão 145