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B. 36%
C. 18%
D. 72%
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Queimadura.
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Ao avaliar a extensão da lesão, somente as lesões de segundo e terceiro graus
devem ser consideradas. Nas crianças, as áreas têm sua porcentagem
dependente da idade da criança, mas observe que o autor da questão pediu para
que fosse realizada a “regra dos 9”, que é a mesma utilizada para adultos.
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Considerando todo o membro inferior esquerdo, tem-se uma área de
aproximadamente 17%. Além disso, considerando o tronco, temos mais uma área
de cerca de 13%. Assim, a SCQ estimada se aproxima dos 36%.
▶ ��������: B
25 (IBADE – UPAS Rio – 2019) Lactente, 2 meses, apresenta diagnóstico de
alergia à proteína do leite de vaca. Uma característica clínica comum desta
condição é a presença de:
A. Peritonite.
B. Alopecia.
C. Vômitos incoercíveis.
D. Choro inconsolável.
E. Diarreia com raias de sangue nas fezes.
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APLV; Puericultura; Gastroenterologia.
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A alergia à proteína de leite de vaca (APLV) é a alergia alimentar mais comum na
infância. O paciente pode apresentar quadro mediado por IgE (com clínica
imediata, como dispneia, angioedema ou anafilaxia), quadro não mediado por
IgE (manifestações gastrointestinais como colite) e os mecanismos mistos.
▶ ��������: E
26 (IBADE – UPAS Rio – 2019) R.J.V, 14 anos, chega ao atendimento médico com
história de intoxicação alcoólica, apresentando vômitos. A conduta imediata a ser
tomada deve ser:
A. Hidratação venosa.
B. Antídoto para álcool.
C. Analgesia venosa.
D. Coleta de exames laboratoriais.
E. Radiografia de tórax.
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Urgência e emergência.
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Alternativa A: CORRETA. Como o álcool é um diurético a nível central, o
consumo excessivo pode cursar com desidratação aumentando, ainda mais, a
concentração na corrente sanguínea. A reposição volêmica auxilia na diluição do
álcool no sangue, além de aumentar o transporte para excreção.
Alternativa B: INCORRETA. A tiamina deve ser administrada apenas no paciente
que apresenta ataxia, disartria, amnesia, hipotermia, anestesia (estágio I)
Alternativa C: INCORRETA. Não há relato de dor.
Alternativa D: INCORRETA. Não irá interferir na conduta inicial, já que o
diagnóstico é baseado na anamnese e exame clínico.
Alternativa E: INCORRETA. Não há finalidade para solicitar raio-X de tórax nesse
momento.
▶ ��������: A
27 (Instituto Excelência – Prefeitura de Lucélia/SP – 2019) A
otite média aguda (OMA) é uma das patologias infecciosas mais ocorrentes na
pediatria. Os fatores de risco da OMA podem depender da própria criança ou ser
determinados por fatores ambientais. Com relação a esta patologia, é CORRETO
afirmar que:
A. Na OMA bacteriana, os agentes de maior prevalência são Streptococcus
pneumoniae, E. coli e Staphylococcus aureus.
B. A OMA é mais prevalente no lactente e na criança pequena. Esta
predisposição decorre de fatores anatômicos e imunológicos característicos
nesta faixa etária.
C. A otoscopia nunca é suficiente para caracterizar a OMA em uma criança.
Dessa forma, deve-se avaliar outros sinais de alterações na membrana
timpânica da criança, tais quais: mudanças de translucidez, forma, cor,
vascularização e integridade.
D. O uso de antibióticos não é recomendado para casos de crianças acima de
2 anos com certeza de OMA.
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Infecções de vias aéreas superiores.
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Alternativa A: INCORRETA. Os agentes etiológicos frequentemente identificados
nos casos de otite média aguda são Streptococcus pneumoniae (30% a 50%),
Haemophilus influenzae não tipável (25% a 30%) e Moraxella catarrhalis (10% a
15%).
Alternativa B: CORRETA. A OMA é uma das doenças mais frequentes na criança.
A maior prevalência da OMA ocorre durante os dois primeiros anos. Cerca de 80%
das crianças abaixo de três anos terão pelo menos um episódio de OMA. As
crianças menores de 2 anos apresentam imaturidade imunológica e anatomia da
trompa de Eustáquio mais curta e horizontal, prejudicando seus mecanismos
antirrefluxo e de drenagem da orelha média.
Alternativa C: INCORRETA. O exame otoscópico é uma ferramenta fundamental
para o diagnóstico da OMA e deve ser sempre realizado diante de quadro clínico
típico ou em crianças pequenas com sintomas inespecíficos (choro, irritabilidade
e vômitos) iniciados após quadro de resfriado comum. Além disso, o
abaulamento da membrana timpânica é o dado mais específico para o
diagnóstico da OMA. Na OMA, a otoscopia revela membrana timpânica
hiperemiada, convexa e abaulada, de coloração alterada (hiperemia difusa,
opacificação e pontos esbranquiçados) e com perda de mobilidade.
Alternativa D: INCORRETA. Crianças acima de dois anos com diagnóstico de
OMA com oteorreia e sintomas graves tem, necessariamente, que receber
antibiótico. Crianças acima de 2 anos com OMA bilateral sem otorreia ou OMA
unilateral sem otorreia podem ficar apenas em observação, mas, de acordo com
a avaliação médica, podem iniciar tratamento com antibiótico.
▶ ��������: B
28 (FUNDATEC – Prefeitura de Seberi/RS – 2019) A respeito das características
das doenças febris exantemáticas, assinale a alternativa incorreta.
A. Sarampo: exantema maculopapular, morbiliforme, iniciando atrás das
orelhas, com distribuição centrífuga para todo o corpo, sem acometer regiões
palmares e plantares.
B. Rubéola: exantema maculopapular, róseo, distribuição craniocaudal, com
intensidade máxima no segundo dia, não há descamação.
C. Escarlatina: exantema puntiforme, não confluente, não desaparece com a
pressão dos dedos, concomitante ou após a ocorrência de faringoamigdalite
membranosa.
D. Exantema súbito: maculopapular, róseo, com início subitamente logo após
o desaparecimento da febre, começa no tronco e se estende para o pescoço,
sem descamação.
E. Micoplasma: exantema maculopapular, confluente, acomete tronco e
dorso.
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Doenças exantemáticas.
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Alternativa A: INCORRETA. O quadro clínico do sarampo pode ser dividido em
três fases: a) prodrômica; b) exantemática e c) de convalescença. Na fase
exantemática, a criança apresenta lesões maculopapulares eritematosas com
áreas de pele sã de permeio, ou seja, exantema morbiliforme. Costuma ter
progressão craniocaudal lenta iniciando na fronte (próximo à linha de
implantação capilar), região retroauricular e nuca. As lesões progridem para o
tronco e atingem as extremidades no terceiro dia da fase exantemática. Na fase
de convalescença, o exantema adquire aspecto acastanhado e desaparece na
mesma sequência em que surgiu, dando lugar a uma fina descamação da pele,
com aspecto furfuráceo.
Alternativa B: INCORRETA. As infecções subclínicas pelo vírus da rubéola são
frequentes e até 25% a 40% das crianças não apresentam exantema. Caracteriza-
se por duas fases distintas: prodrômica e exantemática. Na fase exantemática, há
surgimento de exantema maculopapular róseo que surge na face e pescoço e
dissemina-se para tronco e extremidades de forma mais rápida que no sarampo.
Além disso, quando o exantema desaparece não deixa qualquer descamação.
Alternativa C: CORRETA. A escarlatina costuma acontecer em crianças de 5 a 15
anos com uma evolução bem aguda. Inicia com quadro de odinofagia e febre na
ausência de tosse. No exame físico podemos encontrar uma faringe hiperemiada
com amígdalas aumentadas e cobertas com exsudato, petéquias no palato e
adenomegalia cervical. O exantema costuma surgir 24 ou 48 horas após o início
das manifestações clínicas. Nessa doença temos numerosas lesões papulares
puntiformes eritematosas que sofrem clareamento à digitopressão. A pele
encontra-se áspera e o exantema surge em torno do pescoço e se dissemina para
o tronco e extremidades. Costuma ser mais intenso em áreas de dobras como
nas axilas, região inguinal e prega cubital. A face em geral é poupada, mas pode
haver hiperemia na região malar com palidez peribucal caracterizando o Sinal de
Filatov.
Alternativa D: INCORRETA. O exantema súbito é a patologia na qual o lactente
apresenta fase prodrômicade febre alta que tipicamente desaparece após 72
horas quando surge exantema caracterizado por lesões maculopapulares róseas
e não pruriginosas que surgem no tronco e se disseminam para a cabeça e
extremidades de forma centrífuga. Sua duração é breve, chegando a durar
apenas algumas horas, e entre um a três dias já terá desaparecido
completamente sem descamação.
Alternativa E: INCORRETA. A micoplasmose costuma ocorrer em escolares e
adolescentes e apresenta período prodrômico com febre, mal-estar e fadiga. O
exantema costuma ser maculopapular, tem tendência a confluir e acomete
principalmente o tronco e o dorso.
▶ ��������: C
29 (UFTM – 2019) A recusa total ou parcial a determinados tipos de alimentos por
causa de características como cheiro, sabor, textura, aparência ou consistência é
conhecida como:

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