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Questão 47: A Importância da Autocompaixão Introdução à Autocompaixão no TPB Cê sabe aquela sensação de ser seu pior crítico né? No TPB isso vai lá em cima mesmo. Uma vez tive uma paciente que falava, que era como ter um juiz chato na cabeça dela o tempo todo! A autocompaixão chega aí tipo uma revolução mesmo - imagina trocar esse juiz brabo por um amigão compreensivo. É uma mudança da hora na forma como os pacientes se relaciona consigo mesmo!!! Questões Fundamentais 1. No contexto do TPB como que a autocompaixão se diferencia do autocuidado tradicional, (aquele basicão de tomar banho se alimentar bem...) e quais são os mecanismos psicológicos que fazem a autocompaixão ajudar tanto na regulação das emoções e na construção de uma identidade mais estável? a) A autocompaixão e o autocuidado são praticamente a mesma coisa tipo batata e batata.1. b) Ah a autocompaixão é só mais um nome bonito pra autocuidado básico nada demais.2. c) Mano, a autocompaixão é muito mais profunda - é tipo aprender a ser seu próprio melhor amigo. Enquanto o autocuidado tradicional são mais "mão na massa" (tipo fazer exercício dormir bem) a autocompaixão trabalha com aceitação emocional mindfulness e aquela consciência de que poxa todo mundo passa por dificuldades. No TPB isso ajuda a pessoa a parar de se massacrar tanto encontrar mais estabilidade e lidar melhor com as emoções através de uma autoaceitação mais consciente. 3. d) Que nada autocuidado tradicional funciona muito melhor.4. e) O básico do autocuidado já resolve tudo no TPB pode confiar.5. 2. Quais são as principais "tretas" que os pacientes com TPB encontram quando tenta desenvolver autocompaixão? E como a gente pode ajudar eles a superarem essa resistência a) Que resistência Todo mundo adora ser autocompassivo de primeira!1. b) Os problemas vem mais de fora nem precisa trabalhar isso na terapia.2. c) Cara vou te contar... Lembro de um caso que atendi semana passada os maiores desafios são tipo: "E se eu ficar vulnerável demais?" "Será que eu mereço mesmo compaixão?" (spoiler: merece sim!) e aquele medão de que ser gentil consigo mesmo vai deixar a pessoa "fraca". Na terapia a gente precisa ir devagarinho: explicar os benefícios começar com práticas pequenas e trabalhar essas crenças limitantes. É tipo ensinar alguém a nadar - não dá pra jogar direto na parte funda da piscina né? 3. d) Se tá difícil melhor desistir e partir pra outra.4. e) É só questão de repetir exercícios até pegar o jeito.5. 3. Como que a gente mistura essa prática da autocompaixão com outras abordagens no tratamento do TPB. E como saber se tá funcionando a) Melhor trabalhar só com autocompaixão isoladinha.1. b) Impossível saber se tá dando certo mesmo.2. c) A autocompaixão é tipo um tempero que pode ser usado em várias receitas - DBT TCC você name it! Dá pra usar mindfulness manter um diário (tipo aqueles "querido diário" mais zen) e fazer exercícios de imaginação. E como a gente sabe que tá funcionando. Bom é quando você percebe que a pessoa tão menos no modo "autocrítica savage" consegue lidar melhor com seus erros (porque né todo mundo erra!) e desenvolve uma voz interna mais amiga do que juíza. O legal é que isso acaba aparecendo na diminuição daqueles comportamentos autodestrutivos e na melhora dos relacionamentos. 3. Respostas corretas: 1-c, 2-c, 3-c Explicação Detalhada As alternativas c) são as certas galera!! Elas mostra como a autocompaixão é tipo um "upgrade" do autocuidado básico. Eu sempre falo pros meus pacientes que é como passar de um smartphone basicão pra um top de linha - as funcionalidades são muito mais dahora! A autocompaixão não é só sobre "se amar" (embora isso seja importante) mas sobre desenvolver uma relação mais madura e compreensiva consigo mesmo. Aplicações Práticas e Técnicas Na real, desenvolver autocompaixão é tipo aprender a andar de bicicleta - no começo pode ter uns tombos mas com prática fica mais fácil. Algumas técnicas que eu já usei com meus pacientes e deu super certo: Mindfulness (sabe aquela parada de "estar presente"? Pois é mano!) Respiração compassiva (respira fundo e manda aquele carinho pra dentro) Visualização (tipo imaginar seu eu mais zika e compassivo) Escrever cartas pra si mesmo (pode parecer meio cafona mas funciona demais!) Diálogo com a cadeira vazia (só que versão conversa consigo mesmo) Considerações Clínicas Olha vou ser sincero: desenvolver autocompaixão no TPB é tipo plantar um jardim - precisa ter paciência, cuidado e atenção constante. Às vezes a pessoa pode ter umas recaídas na autocrítica (super normal gente!) e o terapeuta precisa ficar esperto pra ajudar nesses momentos. É fundamental ter aquela relação de confiança - tipo um porto seguro mesmo. Indicadores de Progresso Como saber se tá no caminho certo. Alguns sinais bem legais que eu sempre observo: Menos episódios de "autossabotagem" (cê sabe aquelas coisas que a gente faz e depois se arrepende) Conseguir se acalmar melhor quando o bicho pega Relacionamentos menos dramáticos (ainda com emoção mas sem tanto "fogo") Aquela vozinha crítica interna começa a ficar mais suave tipo um coach legal ao invés de um sargento brabo Maior capacidade de dizer "ok isso foi difícil mas nois aguenta"