Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

DEVOLUTIVA 
ESTAÇÃO 1 
QUESTÃO 1 
Resposta comentada: 
Aumento do volume esplênico e do fígado, presença de osteonecrose e infartos ósseos. 
Pacientes com anemia falciforme podem apresentar várias alterações em exames de imagem 
devido às complicações relacionadas à doença. As principais alterações incluem: 
• Aumento do volume esplênico (esplenomegalia), que ocorre devido à hiperatividade do baço no 
processo de filtração das células falciformes. 
• Aumento do volume hepático (hepatomegalia), que pode ser resultado de congestão ou acúmulo 
de células falciformes. 
• Osteonecrose e infartos ósseos, especialmente nas articulações da coxa e ombro, que são 
comuns devido à diminuição do fluxo sanguíneo e oclusão dos vasos. 
Essas alterações são características de complicações relacionadas à anemia falciforme, como a 
crise vaso-oclusiva, que pode ser observada por meio de exames como a ressonância magnética 
(RM) e tomografia computadorizada (TC). 
Referências: 
HOFFBRAND, A V.; MOSS, P. A H. Fundamentos em hematologia de Hoffbrand. 7th ed. Porto 
Alegre: ArtMed, 2018. E-book. p. Capa. ISBN 9788582714515. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714515/. 
LOSCALZO, Joseph; FAUCI, Anthony S.; KASPER, Dennis L.; et al. Medicina Interna de Harrison. 
21st ed. Porto Alegre: AMGH, 2024. E-book. p.108. ISBN 9786558040231. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558040231/. 
Hassan, M., et al. (2019). Imaging in Sickle Cell Disease: A Review of Current and Emerging 
Techniques. Radiology. 
QUESTÃO 2 
Resposta comentada: 
As afirmações I e II são verdadeiras. 
Referência: 
LOSCALZO, José; FAUCI, Anthony S.; KASPER, Dennis L.; e outros. Medicina Interna de Harrison. 
Grupo A, 2024. Página: 751. 
 
QUESTÃO 3 
Resposta comentada: 
Bilirrubina indireta elevada e reticulócitos aumentados. 
 
 
Avaliação Prática 2 
 
Curso: Medicina Disciplina: SISTEMAS ORGÂNICOS 
INTEGRADOS - SOI 3 
Data: 28/11/2024 
Turma: 3º Período Professores: Edlainny Araujo, Thaylon 
Bonatti, Willy Luz 
Valor da 
Avaliação: 7,5 
A alternativa a) está errada. Em casos de hemólise, espera-se uma diminuição da hemoglobina 
devido à destruição dos glóbulos vermelhos. A contagem de reticulócitos é geralmente aumentada, 
não baixa, pois a medula óssea tenta compensar a perda de eritrócitos. 
A alternativa b) está correta. Na hemólise, a destruição dos glóbulos vermelhos leva a um 
aumento da bilirrubina indireta no sangue e a um aumento da contagem de reticulócitos, 
evidenciando uma resposta medular ativa para compensar a anemia. 
A alternativa c) está errada. A LDH é uma enzima liberada na destruição celular, e em casos de 
hemólise, seus níveis são tipicamente elevados. Reticulócitos baixos não são esperados em um 
quadro de hemólise compensada, pois a medula óssea responde aumentando a produção de 
glóbulos vermelhos. 
A alternativa d) errada. A bilirrubina direta elevada está mais relacionada a problemas hepáticos 
ou de excreção biliar, e a hemoglobina costuma estar diminuída em casos de hemólise. 
Referência: 
RAO, L V.; SNYDER, L M. Wallach - Interpretação de Exames Laboratoriais. 11th ed. Rio de 
Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. E-book. p.860. ISBN 9788527739153. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527739153/. Acesso em: 19 nov. 2024. 
 
 
ESTAÇÃO 2 
QUESTÃO 1 
Resposta comentada: 
Hepatomegalia e esplenomegalia. 
A hepatomegalia (aumento do fígado) e esplenomegalia (aumento do baço) são achados comuns 
em pacientes com dengue grave, especialmente devido à hipotensão e alterações na 
permeabilidade vascular, que podem levar ao acúmulo de líquidos no fígado e baço. A 
ultrassonografia abdominal é eficaz na detecção desses aumentos de tamanho dos órgãos, e sua 
rápida realização é essencial para o manejo clínico adequado. Esses achados indicam 
complicações graves, como a síndrome de dengue hemorrágica. 
Referência: 
World Health Organization (WHO). (2012). Dengue: Guidelines for Diagnosis, Treatment, 
Prevention and Control. 
 
QUESTÃO 2 
Resposta comentada: 
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa. 
I-Trata-se de uma infecção secundária de Dengue. (Correto: O IGG, permanece detectável por 
toda a vida. SALOMÃO, Reinaldo. Infectologia - Bases Clínicas e Tratamento. Grupo GEN, 
2017.) 
II-A Imunoglobulina G é detectável desde o início da infecção, pois, permanece detectável por toda 
a vida, ressaltando que o teste mais apropriado após o período virêmico é o NS1. (ERRADO, O 
período virêmico (detecção do NS1 que é um antígeno) costuma durar até o sexto dia após 
o aparecimento dos sintomas, com os maiores títulos virais sendo encontrados no início da doença 
e decaindo à medida que se aproxima a defervescência. A partir desse período, os testes 
sorológicos (IGG e IGM) devem ter preferência aos virológicos na rotina diagnóstica.: SALOMÃO, 
Reinaldo. Infectologia: Bases Clínicas e Tratamento. Grupo GEN, 2023). 
 
QUESTÃO 3 
Resposta comentada: 
A combinação de Cloroquina e Primaquina é a melhor estratégia para curar o paciente, pois são 
capazes de eliminar as formas sanguíneas e hepáticas, respectivamente. 
A alternativa a) está errada. O P. vivax é capaz de produzir formas latentes no fígado. O único 
medicamento capaz de destruir essas formas é a primaquina. 
A alternativa b) está errada. A primaquina mão consegue eliminar as formas sanguíneas de 
maneira eficiente. Não é utilizada em monoterapia em casos de infecção por P. vivax. 
A alternativa c) está correta. O objetivo do tratamento de P. vivax é curar tanto a forma sanguínea 
quanto a forma hepática (cura radical), e assim prevenir recrudescência e recaída, 
respectivamente. Para isso, usa-se a combinação de dois medicamentos: cloroquina e primaquina. 
A alternativa d) está errada. Esses medicamentos não são utilizados para o tratamento em 
primeira opção do P. vivax. Podem ser utilizados para o tratamento do P. falciparum ou formas 
recorrentes de P. vivax, desde que associados a primaquina. 
Referência: 
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Imunização e 
Doenças Transmissíveis. Guia de tratamento da malária no Brasil / Ministério da Saúde, Secretaria 
de Vigilância em Saúde, Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis – 2. ed. atual. – 
Brasília: Ministério da Saúde, 2021. 
 
ESTAÇÃO 3 
QUESTÃO 1 
Resposta comentada: 
Abscesso subcutâneo. 
A ultrassonografia (US) é útil para diferenciar a erisipela de abscessos subcutâneos, que podem 
ter apresentações clínicas semelhantes. Na erisipela, a US geralmente mostra espessamento da 
pele e aumento da vascularização, enquanto um abscesso pode ser identificado pela presença de 
coleção líquida ou pus no tecido subcutâneo, com bordas bem definidas. A US é eficaz para guiar 
drenagens, caso necessário, e também para monitorar a evolução desses abscessos. 
Referência: 
Barrett, A., et al. (2017). Imaging of Soft Tissue Infections: A Guide for Practitioners. Radiology 
Clinics of North America. 
 
QUESTÃO 2 
Resposta comentada: 
A asserção I é falsa, e a II é uma proposição verdadeira. 
I-O diagnóstico da doença infecciosa citada, se baseia principalmente em dados laboratoriais, visto 
que seu agente etiológico pode ser cultivado em meio de cultura Ogawa-Kudoh. (ERRADO, O 
diagnóstico da doença infecciosa citada, se baseia principalmente em dados clínicos, visto que 
seu agente etiológico não pode ser cultivado em laboratório. RIEDEL, Stefan; MORSE, 
Stephen A.; MIETZNER, Timothy A.; et al. Microbiologia Médica de Jawetz, Melnick & Adelberg. 
Grupo A, 2022. Página 156). 
II-Trata-se de um patógeno intracelular obrigatório, que sobrevive à fagocitose pelos macrófagos 
e, por fim, invade as células da bainha de mielina do sistema nervoso periférico, causando danos 
aos nervos, devido à resposta imune celular.(CORRETO: TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell 
R.; CASE, Christine L. Microbiologia. Grupo A, 2017. Página: 618; SALOMÃO, 
Reinaldo. Infectologia - Bases Clínicas e Tratamento. Grupo GEN, 2017. Página: 71). 
 
QUESTÃO 3 
Resposta comentada: 
O tratamento da erisipela envolve a administração de antibióticos por via oral ou intravenosa, como 
penicilinas ou cefalosporinas. 
A alternativa a) está errada. A erisipela não deve ser tratada com produtos tópicos. Antifúngicos 
não possuem ação para as bactérias que causam a erisipela. 
A alternativa b) está errada. Os corticosteroides não são indicados para o tratamento da erisipela. 
A alternativa c) está correta. O tratamento da erisipela envolve a administração de antibióticos, 
como penicilina ou cefalosporinas, por um período de 10 a 14 dias para combater a infecção 
bacteriana causadora da doença. Antibióticos por via oral costumam ser suficientes para casos 
leves, enquanto casos mais graves podem exigir a administração intravenosa. 
A alternativa d) está errada. O repouso, elevação do membro afetado, compressas frias e 
hidratação também são importantes no tratamento da erisipela. Mas a antibioticoterapia é 
obrigatória. 
Referência: 
NETO, Cyro F.; CUCÉ, Luiz C.; REIS, Vitor Manoel Silva dos. Manual de dermatologia. 6th ed. 
Barueri: Manole, 2024. E-book. p.198. ISBN 9788520458303. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520458303/. Acesso em: 19 nov. 2024. 
ESTAÇÃO 4 
QUESTÃO 1 
Resposta: 
I, II, III e IV. 
I- Há evidências que comprovam maior ocorrência de leucocitose, neutrofilia e desvio à esquerda 
em infecções bacterianas quando comparadas com as pneumonias de origem viral. (CORRETO, 
LOSCALZO, Joseph; FAUCI, Anthony S.; KASPER, Dennis L.; et al. Medicina Interna de 
Harrison. Grupo A, 2024. Pág: 1010.; NORRIS, Tommie L. Porth - Fisiopatologia. Grupo GEN, 
2021. Pag: 898; Moisa, E., Dutu, M., Corneci, D., Grintescu, I. M., & Negoita, S. (2023). 
Hematological Parameters and Procalcitonin as Discriminants between Bacterial Pneumonia-
Induced Sepsis and Viral Sepsis Secondary to COVID-19: A Retrospective Single-Center Analysis. 
International journal of molecular sciences, 24(6), 5146.). 
 
II- Alguns achados histopatológicos pulmonares da Covid-19 na fase exsudativa incluem infiltrado 
de mononucleares nos septos alveolares e membranas hialinas. (CORRETO, FILHO, Geraldo 
B. Bogliolo - Patologia. 10th ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. Página: 68). 
 
III- Na pneumonia lobar, a radiografia de tórax é o exame de imagem mais utilizado e 
frequentemente revela uma consolidação homogênea no lóbulo afetado. CORRETO. A radiografia 
de tórax é o exame de imagem de primeira linha na suspeita de pneumonia lobar. O achado clássico 
é a consolidação homogênea no lóbulo afetado, que ocorre devido à infiltração do tecido pulmonar 
com líquido, células inflamatórias e restos celulares. Esse padrão é característico da pneumonia 
lobar, e a radiografia é útil para confirmar o diagnóstico e avaliar a extensão da infecção. 
Referência: Silva, D. R., & Vargas, L. F. (2020). Pneumologia: Fundamentos e Atualizações 
Clínicas. 1ª edição, Editora Manole. 
IV- O paciente da estação 4 pode ser tratado com cefalosporinas ou com fluorquinolonas. 
CORRETO. Alternativas incluem fluorquinolonas ou combinações com cefalosporinas dependendo 
da gravidade e resistência. Referência: KATZUNG, Bertram G.; VANDERAH, Todd W. 
Farmacologia básica e clínica. 15th ed. Porto Alegre: ArtMed, 2023. E-book. p.833. ISBN 
9786558040194. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558040194/. Acesso em: 19 nov. 2024.

Mais conteúdos dessa disciplina