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Resumo para a Avaliação Final (AF) de
Direito: Profissão e Carreira na Era Digital.
“ A vida é uma sequência de desafios, nunca desista... corra atrás dos seus sonhos, faça de
tudo e realize-os, porque mais pra frente vai parar, pensar e ver como valeu a pena! ”
1) Configure sua Leitura e o Processo de Aprendizagem:
A aprendizagem é um processo que depende tanto de inputs (ou seja, da entrada da
informação, muitas vezes realizada de forma passiva) quanto de outputs (o uso ou o pro-
cessamento da informação, realizados necessariamente de forma ativa). Não há como
processar ativamente a informação (dar aula, por exemplo) sem antes recebê-la por algum
método de input (como a leitura).
Exemplos de Input e Output:
Input: Ler, assistir a palestras, ouvir podcasts, ouvir audiolivros, assistir a documentários e
filmes que instigam, assistir a vídeos que possuam conteúdos intelectuais, receber
conteúdo de qualidade nas redes sociais;
Output: Ensinar, anotar e resumir textos, elaborar mapas mentais, produzir áudio notas,
resolver questões, debater em grupo sobre determinado assunto.
Etapas para uma leitura de alto impacto:
Para uma leitura de alto impacto, a primeira preocupação é saber selecionar bem o
material. Textos ruins geram desperdício de tempo, desmotivação e ilusão de fluência. É
psicologicamente satisfatório ler um texto “fácil”, entendê-lo e sair com a sensação de que
algo foi aprendido. Mas isso é enganador. A informação rapidamente se dissolverá no ar.
Isso não significa que devemos procurar ler apenas textos “difíceis”. O valor do texto não
está relacionado com a sua facilidade ou dificuldade, mas com a
sua qualidade. E o mais importante: o texto precisa gerar um sentimento de conexão no
leitor. A leitura de alto impacto depende disso.
Por ser um sentimento bastante pessoal, a melhor forma de descobrir se o texto a ser lido
será capaz de gerar uma conexão profunda é testando. Se após algumas páginas o texto
não o cativou, é melhor partir para outra opção.
Há um mundo a ser descoberto, e não vale a pena perder tempo com algo que não está
acendendo a sua curiosidade intelectual.
Etapas da camadas a Leitura:
Etapa 0: Skimming
A estratégia de leitura chamada Skimming é um tipo de leitura que busca o maior número
possível de informações ao primeiro contato com um texto. É um “passar de olhos” pelo
texto para identificar sua ideia geral, tema central. É
depois do skimming que o leitor decide se continua ou não com a leitura, se deve
ou não aprofundar o nível de compreensão do texto. Exemplo: na leitura de jornal: quando
lemos um jornal, geralmente aplicamos essa estratégia nas manchetes e até mesmo nos
textos e em suas respectivas dicas tipográficas
(figuras, tabelas, quadros, etc.), passando os olhos pelo jornal e, eventualmente, quando a
notícia ou o artigo nos interessa, paramos e passamos a ler com mais atenção o texto,
passando, assim, para um outro nível de compreensão do texto, não mais somente a idéia
geral do texto.
Para aprender a aplicar a estratégia, num primeiro momento, precisamos forçar a leitura
rápida, precisamos treinar nossos olhos a correrem pelo texto em poucos segundos para
tirarmos a ideia geral do texto.
Etapa 1: Leitura Passiva Tradicional:
A leitura passiva trata-se de uma leitura superficial e é aquela que você lê o texto sem
construir uma observação e nem um raciocínio sobre o que está lendo.
De modo quase automático. Por exemplo, quando estamos lendo uma notícia de jornal, um
post nas redes sociais ou uma mensagem no WhatsApp, em geral, estamos em modo de
leitura superficial. Como essa é a única forma
que costuma ser ensinada nas escolas, acabamos incorporando a ideia de que
toda leitura é a mesma coisa, o que é um erro, pois quando usada para fins de
aprendizagem ela precisa ser mais intensa. Apesar de superficial, a leitura passiva não é
inútil. Na verdade, é uma
excelente forma de diversão e relaxamento.
Apesar de ser útil para o lazer, a leitura passiva pode ser perigosa em alguns contextos de
aprendizagem, pois cria a ilusão de fluência. Como vimos, a aprendizagem é um processo
de input (aquisição do conhecimento) e output
(domínio do conhecimento). A leitura passiva só permite o input. Logo, o ciclo não está
completo.
Etapa 2: Leitura Anotada:
A próxima camada é a leitura anotada, em que sublinhamos os trechos mais relevantes e
escrevemos nas margens da folha as ideias centrais do texto.
Na primeira fase , procure fazer anotações no próprio material durante a leitura ( marginália
). Portanto, a primeira fase consiste simplesmente em adotar alguma técnica de anotação
no próprio material de leitura.
Segunda fase é tentar organizar as notas em algum sistema sofisticado de anotação e
leitura
A anotação tem duas funções básicas, e por isso é recomendável desenvolver um método
de organização. Primeiro, você fixará com mais intensidade as informações assimiladas;
segundo, você terá uma base de dados para consulta futura, seja para revisar o material
lido, seja para encontrar a fonte da informação que você, eventualmente, precisará
recuperar.
O ponto de partida é que a aprendizagem só ocorre quando há conexão emocional. Não
vale a pena se esforçar para ler um livro quando
não há interesse, motivação ou compreensão de que aquela informação faz parte de uma
rede de conhecimento que pode ser valiosa para as nossas vidas.
O maior valor do ato de fazer anotações em um texto está na própria compreensão da
leitura e na adoção de mecanismos que proporcionam o processamento da informação. A
elaboração criativa das notas e de mapas mentais
pode, nesse contexto, consolidar a memória e atuar como output do processo de
aprendizagem. A consulta futura é apenas um ganho adicional.
Terceira e última fase, procure gravar um vídeo ou um áudio em que use suas próprias
palavras para expressar o que aprendeu.
Camada 3: Just-In-Time
Ela costuma ser a forma de leitura da aprendizagem tradicional, pois é baseada na
premissa de que vale a pena acumular o máximo de conhecimento e usar essas
informações caso seja necessário. Ou seja, sua função é aumentar o estoque de
conhecimento, mesmo que as informações nunca sejam usadas.
Esse modelo tem a inegável vantagem de aumentar o nosso acervo cultural.
Porém, gera maior desperdício de tempo e de recursos, além de ser desmotivante, pois
muito daquilo que lemos nunca será utilizado e provavelmente será esquecido.
Por outro lado, a leitura just-in-time é sob demanda, direcionada para um propósito
predefinido. O conhecimento recebido será utilizado em um contexto prático. Nesse modo
de leitura, o objetivo não é acumular conhecimento a esmo, mas descobrir ideias que serão
usadas em projetos e problemas previamente definidos.
Etapa 4: Leitura Multissensorial Linear:
O pressuposto dela é que, quanto maior o número de estímulos, mais eficiente será o
processamento da informação. A ideia é aproveitar a tecnologia para somar o conteúdo
sonoro do audiobook à leitura em texto (em formato físico ou digital). Com o livro na mão e
o audiobook no ouvido, acessamos os dois em conjunto, em geral em uma velocidade um
pouco mais rápida do que o normal, para forçar a mente a se concentrar de modo mais
intenso.
Uma desvantagem desse modo de leitura é que ele depende de duas mídias. O processo,
portanto, pode se tornar um pouco mais caro e, em alguns casos, inviável, já que nem todos
os livros foram transformados em audiobooks. De
qualquer modo, é um dos métodos mais eficientes que conheço.
É importante pausar o áudio em intervalos regulares para o processamento ativo das ideias.
Por isso, embora a leitura multissensorial seja mais acelerada em termos de velocidade, o
processamento da informação é mais lento, pois exige paradas constantes para anotar as
ideias centrais. Caso você tente usar esse método sem pausas para o processamento ativo
da informação, a qualidade da aprendizagem será reduzida.
Camada 5: Leitura não Linear
A leitura não linear segue as premissas dos métodos já descritos, mas com um diferencial.
Na leitura linear,apenas o livro é usado como fonte
imediata de conhecimento. Começamos a ler e, após alguns dias, terminamos o livro. Uma
vez concluído o livro, damos por encerrada a tarefa depois de organizar as anotações e
gravar um vídeo ou um áudio resumindo as ideias
centrais assimiladas.
Nesse modelo, o livro traz apenas uma perspectiva possível ou uma análise mais geral do
tema de interesse. O papel do leitor é buscar outras perspectivas ou mais detalhes em
outras fontes. Depois de sentir que a curiosidade foi
saciada, ele pode voltar ao livro e dar continuidade ao ciclo.
Esse constante vaivém faz com que a leitura não linear seja mais lenta. Porém, o objetivo
primordial não é finalizar o livro o mais rápido possível, e sim usá-lo como um roteiro de
descoberta, aprofundamento e produção de
conhecimento, estimulado pela curiosidade intelectual.
Etapa 6: Leitura + Imersão:
Qualquer método de leitura pode ser complementado com imersão. Quando
se é movido pela curiosidade intelectual, o que se quer é mais informações sobre o objeto
da aprendizagem.
A imersão consiste em ocupar o máximo de tempo com atividades, conteúdos e produtos
que tenham relação com o tema. Tenha consciência, contudo, de que essa estratégia deve
ser considerada apenas como um suporte para o processo de aprendizagem, e que o
material
precisa ser necessariamente leve, divertido e instrutivo.
A imersão deve funcionar, portanto, como um complemento capaz de ampliar as
possibilidades de aprendizagem. Ela se baseia na premissa de que aquilo que você
consome fora das horas de estudo profundo também irá moldar o seu futuro e acelerar o
seu aprimoramento.
Capítulo 3: Configure suas Escolhas:
A Homeostase é quando estamos em um estado
de conforto, criamos as condições para que o nosso organismo entre em equilíbrio e gaste
o mínimo de energia possível. Como o cérebro também é poupador de energia, ele estará
sempre buscando a estabilidade. O nome
científico para isso é homeostase.
Nosso cérebro processa informações em dois níveis. Um nível inconsciente ou automático,
chamado Sistema 1, e um nível consciente
ou reflexivo, chamado Sistema 2.
Se alguém formula uma pergunta do tipo "quanto é 2 + 2?", a resposta costuma vir de modo
automático. Sem pensar, respondemos rapidamente: quatro! É uma resposta imediata,
quase intuitiva, sem muito esforço cognitivo,
típica do Sistema 1.
Por outro lado, quando alguém pergunta "quanto é 241 mais 359?", precisamos de um
tempo para responder, pois esse tipo de questão demanda
uma reflexão mais aprofundada. A resposta correta – 600 – provavelmente só virá à tona
depois de bastante esforço mental e ainda assim se tivermos uma boa capacidade de
raciocínio matemático.
O Sistema 2 processa as informações
mais lentamente, mas costuma oferecer respostas mais precisas em situações complexas.A
maior parte das decisões que tomamos diariamente é processada no
Sistema 1, no modo automático. Em certo sentido, o modo automático é o nosso
modo-padrão, pois é o modo mais econômico e funciona relativamente bem para as
situações mais comuns do dia a dia.
Nudge:
A palavra nudge pode ser traduzida como um leve empurrão, ou seja, nudges são
pequenos incentivos ou empurrões que podem influenciar o processo de tomada de
decisões, facilitando a escolha em favor de uma determinada direção.
A ideia de nudge de aprendizagem é muito poderosa. Ela parte do pressuposto de que a
aprendizagem requer esforço e, portanto, o nosso piloto automático irá fugir dela.
Para combater os nudges a forma mais radical vem sendo chamada de minimalismo digital.
A ideia é simplesmente abandonar todas as redes sociais e aplicativos que possam gerar
distração improdutiva. Uma solução menos extrema do que o minimalismo digital é
estabelecer blocos momentâneos de conexão e desconexão. Essa desconexão temporária
pode ser de apenas algumas horas durante o dia, de alguns dias durante a semana ou de
algumas semanas durante o ano.
Além disso, mostre aos algoritmos que você prefere conteúdo que gere ganho cognitivo. Ou
seja, avise para o robozinho da internet que você quer alavancar a sua vida intelectual. Um
modo simples de fazer isso é seguindo canais com conteúdo de qualidade e deixando de
seguir os que não geram ganho cognitivo. Quando você curte um canal ou um vídeo
intelectualmente produtivo, outros canais semelhantes aparecem na rede de sugestões
oferecidas. Se for
dentro da sua área de interesse, siga-os também.
Em contrapartida, evite ao máximo seguir ou curtir material intelectualmente pobre. Quando
você curte um canal ou um vídeo intelectualmente pobre, o algoritmo irá interpretar a sua
escolha como um indício de suas preferências e irá sugerir continuamente outros canais e
vídeos semelhantes, gerando nudges de distração.
O objetivo principal dos nudges de aprendizagem é colocar alguns sinais ou gatilhos
mentais para facilitar nossas escolhas inconscientes em favor da aprendizagem.
MyPersonality:
Em resumo, era um simples teste de personalidade que poderia ser feito on-line realizado
pela Universidade de Cornell.
Os usuários respondiam algumas perguntas e, a partir daí, o aplicativo indicava se o usuário
se encaixava em um dos 5 grandes tipos de personalidade: Abertura, Conscienciosidade,
Amabilidade, Extroversão e Neuroticismo.
Os Big Five da personalidade também são conhecidos, em inglês, pelo acrônimo OCEAN
model: Openness, Conscientiousness, Extraversion, Agreeableness e Neuroticism.
Em linhas gerais, esses conceitos podem ser sintetizados nas seguintes
perguntas:
(1) Abertura - a pessoa é aberta a
novas experiência ou prefere viver na zona
de conforto?
(2) Conscienciosidade - a pessoa é
mais meticulosa ou é mais
desorganizado?
(3) Amabilidade - a pessoa é mais
egoísta ou mais altruísta?
(4) Extroversão - a pessoa é mais
introvertida ou mais extrovertida?
(5) Neuroticismo - a pessoa é mais
calma ou mais estressada?
Lazer Intelectual:
O lazer intelectual é uma parte muito importante da super-aprendizagem por várias razões.
Em primeiro lugar, é um produto abundante na economia da atenção. Por mais que a
indústria do entretenimento produza muita coisa de
baixíssima qualidade intelectual, ainda há um investimento considerável em conteúdo que
tem o potencial de estimular o cérebro. Por isso, é fácil descobrir diversas fontes valiosas de
lazer intelectual para os mais variados gostos.
Além disso, por ser leve e agradável, o lazer intelectual pode ser consumido por mais tempo
do que os materiais didáticos tradicionais. Ao contrário de materiais mais densos, que
esgotam a nossa capacidade mental em poucos
minutos, o lazer intelectual pode ser até relaxante para o cérebro, pois, para consumi-lo,
não há necessidade de usar tanta energia mental.
Mas aqui é preciso ter cuidado pois o objetivo do lazer intelectual não é substituir o material
mais denso, nem a aprendizagem focada, mas apenas ativar a curiosidade intelectual e
ocupar o tempo livre com conteúdo intelectualmente valioso para gerar mais familiaridade,
interesse e conexão.
Devemos ser muito criteriosos quanto à forma como organizamos nossas vidas, utilizamos
o nosso tempo e priorizamos a nossa atenção. O processo de aprendizagem não se resume
a aplicar métodos eficientes de estudo, nem
mesmo a ler livros de qualidade ou assistir às melhores aulas. É muito mais um
estilo de vida capaz de criar as oportunidades para que o desenvolvimento ocorra em suas
várias dimensões.
ChatGPT:
O ChatGPT (sigla para “Generative Pre-Trained Transformer”) é um modelo de linguagem
baseado em deep learning (aprendizagem profunda), um braço da inteligência artificial.
Na prática, a plataforma utiliza um algoritmo baseado em redes neurais que permitem
estabelecer uma conversa com o usuário a partir do processamento de um imenso volume
de dados.
O ChatGPT se apoia em milhares de exemplos de linguagem humana.
Isso permite que a tecnologia entenda em profundidade o contexto das solicitações dos
usuários e possa responder às demandas de maneira mais precisa.
A ferramenta foi desenvolvida em 2019pela empresa norte-americana OpenAI, que
funciona como um laboratório de pesquisa em IA.
Como funciona o ChatGPT ?
O ChatGPT é uma ferramenta conversacional online que pode ser acessada por meio do
site oficial: chat.openai.com.
Funciona a partir de uma base de conhecimento atualizada que permite decodificar palavras
para oferecer respostas textuais às pessoas.
Trata-se de um modelo treinado a partir de dados de textos disponíveis na internet.
É possível utilizar a versão gratuita da ferramenta, mas também existem planos pagos com
vantagens para quem os utiliza.
Do ponto de vista do usuário, é possível:
.Estabelecer uma conversa com a ferramenta;
.Fazer perguntas sobre diversos assuntos;
.Perguntar sobre qualquer conceito;
.Demandar letras de música e poemas;
.Pedir informações.
Sistema Estocástico:
O Sistema Estocástico é um processo aleatório que escolhe palavras com base em suas
probabilidades, podendo gerar textos ligeiramente diferentes para o mesmo input. Isso
permite que o modelo crie textos inéditos, recombinando padrões de forma única.
Alucinações:
Uma resposta sem sentido, que não tem conexão com a pergunta que foi feita. Os robôs de
inteligência artificial (IA) generativa, como o ChatGPT, cometem erros que muitas vezes vão
além de simplesmente fornecer uma informação falsa ou sem ser de fonte confiável. É o
que os especialistas no setor chamam de “alucinação”.
Prompt:
Um prompt é uma mensagem ou frase que é utilizada para iniciar uma conversa com o
modelo de linguagem neural. Pode ser uma pergunta, uma afirmação, uma palavra-chave
ou qualquer outra mensagem que ajude o modelo a entender qual é o contexto ou tópico da
conversa que será gerada.
Ou seja, os prompts são comandos específicos que ajudam o modelo de linguagem do
ChatGPT a produzir respostas mais precisas e completas. Há, contudo, regras e cuidados.
Temperatura:
A Temperatura, representada por um valor entre 0 e 1, é uma medida que controla a
probabilidade das palavras geradas pelo modelo. Quanto maior o valor da Temperatura,
mais aleatórias e surpreendentes serão as respostas. Por outro lado, com uma Temperatura
menor, as respostas tendem a ser mais determinísticas e coerentes.
Modo Extrativo e Interpretativo:
O usuário amador só conhece um modo de usar o ChatGPT: o modo extrativo. Nesse modo,
o ChatGPT será solicitado a construir sua resposta levando em conta apenas a sua base de
aprendizagem, que foi atualizada até setembro de 2021. Ou seja, a máquina irá "extrair" a
resposta do conjunto de dados estáticos que ele aprendeu no passado. A chance é que a
resposta seja genérica, incompleta, irrelevante, desatualizada ou alucinada, pois é
justamente aqui que o ChatGPT irá criar textos aleatórios, misturando várias fontes de
informações relacionadas às palavras-chave indicadas pelo usuário.
Então para que serve o modo extrativo? Basicamente para gerar conceitos, explicações,
ideias, argumentos e informações gerais ou muito conhecidas. Ou seja, só vale usar esse
modo como ponto de partida para obter respostas mais abstratas que não exijam um
elevado grau de especificidade, de atualidade ou de precisão. E que não se reportem
diretamente à realidade fenomênica, exterior à linguagem e apenas referida por ela.
O modo interpretativo, incrementado com as interações do usuário, é a principal forma de
obter respostas mais ricas, verossímeis e personalizadas. Se você é um usuário experiente,
esse é o modo que você quer usar quando as questões são complexas e requerem um
entendimento mais aprofundado, atualizado e preciso.
Porém, mesmo o modo interpretativo está limitado pela janela de contexto. Isso significa
que, se o input envolver textos muito longos, você terá que ser meticuloso em manter os
pontos relevantes dentro da janela de contexto. Por exemplo, se você pede para o ChatGPT
analisar uma petição com muitas páginas e, logo em seguida, insere no diálogo outro texto
longo, a chance é que as informações iniciais sejam esquecidas, porque o rastro da janela
de contexto vai se apagando na medida em que a conversa se estende.
Elaboração e idéias de aplicativos para slides:
1) Faça com que o slide complemente seu ponto
Para uma apresentação de alto impacto é crucial criar slides consistentes e que
complementam o seu ponto de vista compartilhado durante a apresentação. No caso, o
ideal é que ambos estejam alinhados e possam seguir o princípio de ter informações
consistentes para o público. Não exagere nas informações do slide, aplique apenas o
necessário e se preciso, complete com suas palavras na apresentação.
2) Incorpore outros conteúdos, além de textos nos slides
Se tem algo padrão na criação de slides, sem dúvidas é o uso de textos, seja em formato de
frases impactantes ou em bullet points. Entenda que as pessoas são bombardeadas
constantemente por slides deste tipo, por isso que deve evitar o exagero de textos. Torna o
conteúdo abordado em seus slides o mais dinâmico possível, seja utilizando imagens,
vídeos ou gráficos padrões - e até infográficos.
3) Conte histórias e compartilhe experiências
Uma apresentação de alto impacto é aquela capaz de gerar um engajamento do seu
público, por isso é interessante criar um roteiro que seja consistente e faça o público
participar da sua linha de pensamento. Para isso, é preciso considerar o uso de histórias e
principalmente, compartilhar experiências, para que assim seja possível transmitir não
apenas dados, mas fatos que concretizam sua ideia.
Aplicativos para criar slides: Canva, PowerPoint, Keynote, Google slides, etc.
Método CODE:
O método CODE, que significa Capturar, Organizar, Destilar e Expressar, é uma abordagem
sistemática para gerenciar informações e aumentar a produtividade.
Capturar:
O primeiro passo do método CODE é a Captura. Trata-se de coletar todas as informações,
ideias e pensamentos que encontramos ao longo do dia. Isso pode ser feito através de um
aplicativo de anotações, como o Apple Notes, ou qualquer outro método que funcione para
você. O objetivo é registrar essas informações para que não sejam esquecidas e possam
ser acessadas mais tarde.
Organizar:
O próximo passo é Organizar. Aqui, você categoriza as informações coletadas de uma
maneira que faça sentido para você. Em vez de organizá-las com base em onde as
encontrou, você as organiza com base em como planeja usá-las. Isso pode ser por projeto,
por tema, por data, ou qualquer outra estrutura que atenda às suas necessidades.
Destilar:
Depois de organizar suas informações, o próximo passo é Destilar. Este é o processo de
revisar as informações que você capturou e destacar as partes mais importantes. Isso
permite que você entenda rapidamente o que é importante sem ter que reler tudo. Destilar
ajuda a transformar a informação bruta em insights úteis.
Expressar:
O último passo do método CODE é Expressar. Aqui, você compartilha as informações que
coletou e destilou de uma maneira que seja útil para você e para os outros. Isso pode ser
através de um vídeo do YouTube, um post de blog, uma apresentação, ou mesmo uma
conversa com um amigo. Expressar não só ajuda os outros, mas também reforça seu
próprio entendimento das informações.
Método PARA:
Por definição, o PARA é um sistema universal de organização da informação digital.
Qualquer uma. Ou seja, é uma metodologia para deixar em ordem toda informação que
você cria, acessa e armazena no meio digital.
Ele se baseia no princípio de que toda informação se enquadra em quatro categorias: ou é
um projeto ou é uma área ou é um recurso ou é um arquivo.
Projetos
Um projeto é uma série de tarefas vinculadas à uma meta, e que tem um prazo. Um projeto
sempre tem um objetivo a ser atingindo. Alguma coisa precisa acontecer para que o projeto
seja considerado concluído, e essa coisa é o resultado esperado do projeto; esse resultado
acontece em um momento específico, definido pelo prazo, seja ele estabelecido
internamente (auto imposto) ou externamente (por terceiros).
Áreas
Uma área de responsabilidade é uma esfera de atividade comum padrão a ser mantido ao
longo do tempo. Não há uma data de término definida ou um resultado final a ser
alcançado. O desempenho de cada área varia ao longo do tempo, aumentando e
diminuindo, mas sempre estamos direcionando alguma atenção a ela.
Recursos:
Qualquer tema ou tópico pelo qual você tenha um interesse contínuo é um recurso. São
assuntos recorrentes pelos quais você se interessa, mas que não são diretamente
relevantes para nenhuma área e não contribuem para o desenvolvimento de nenhum
projeto.
Arquivos:
Aqui se enquadram quaisquer itens das categorias anteriores que estão inativos no
momento, seja um projeto finalizado ou um tópico no qual não se tem mais interesse no
momento.
Mapa Mental:
Mapa mental é uma técnica de organização e memorização de pensamentos lógicos e
ideias.
Como podemos fazer um ótimo Mapa Mental:
1. Defina o tema principal:
O título do mapa mental deve ser escrito em letras grandes no meio do papel. Na hora de
escrevê-lo, leve em consideração: sobre o que será o mapa mental? Qual é seu objetivo ao
montá-lo?
2. Elenque os subtópicos principais:
Quais os pontos mais importantes do seu tema? O que não pode ser esquecido? Levante
quais são esses pontos e resuma cada um em uma ou poucas palavras.
Escreva cada subtópico nas laterais do papel com uma cor diferente e puxe uma seta do
título apontando para eles. As cores auxiliam a memória a reter os grupos de informações
que estão relacionadas através das mesmas cores. Na hora de escrever, use uma letra
menor que a letra do título para exemplificar a hierarquia de cada assunto.
3. Escreva os tópicos relacionados à cada subtópico:
Anote as informações relacionadas à cada subtópico utilizando outros subtópicos com
palavras-chave, como na etapa anterior. Siga as cores utilizadas nos subtópicos principais,
escreva letras menores e puxe setas a partir do subtópico relacionado. Não há limite para
quantidade de palavras puxadas nem de subtópicos de subtópicos.
4. Faça um desenho simples em cada palavra-chave principal:
Após levantar e agrupar de forma hierárquica todos os pontos do seu tema, é hora de
memorizá-los. Uma ótima forma de armazenar os agrupamentos, subtópicos e a forma que
você dispôs eles no papel é fazendo um desenho simples ao lado de cada palavra principal.
Esses desenhos não precisam ser elaborados e a relação deles com as palavras deve fazer
sentido para você, não para as outras pessoas.
5. Sequencie a ordem dos agrupamentos:
Por fim, após montar todo o mapa, coloque uma sequência de números para representar
qual a sequência das informações que devem ser memorizadas. Essa etapa é ainda mais
essencial para quem está montando mapa mental para escrever uma redação ou texto
longo. Ordenar numericamente os grupos de informações ajuda (e muito!) a organizar a
sequência de ideias que você deverá desenvolver.
Exemplo de Mapa Mental:

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