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QUESTOES DE DIREITO INDIVIDUAL DO TRABALHO JORNADA DE TRABALHO 2

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Questões resolvidas

Em uma ação trabalhista, o reclamante afirma que diariamente prestava duas horas de jornada extraordinária sem, entretanto, receber os valores destas e os respectivos reflexos. Em sede contestatória, a empresa negou tal fato e apresentou cartões de ponto que demonstravam horários de entrada e saída uniformes (ponto britânico); por sua vez, o reclamante fez provas testemunhais que comprovavam o alegado na peça exordial. Ao analisar a lide, o juiz condenou a empresa ao pagamento das horas extras e dos respectivos reflexos.
Tendo por base o caso hipotético apresentado, assinale a alternativa que corresponde ao princípio do direito do trabalho aplicado em sentença.
A Indisponibilidade de direitos
B Continuidade da relação de emprego
C Primazia da realidade
D Imperatividade das normas trabalhistas
E Intangibilidade salarial

Em qualquer trabalho contínuo cuja duração exceda 6 (seis) horas é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação, o qual será, no mínimo, de 1 (uma) hora e, salvo acordo escrito ou contrato coletivo em contrário, não poderá exceder 2 (duas) horas. Não excedendo 6 (seis) horas o trabalho, será, entretanto, obrigatório um intervalo de 15 (quinze) minutos quando a duração ultrapassar 4 (quatro) horas.
Viviane, empregada da empresa “Decore Ltda.”, trabalha diariamente quatro horas contínuas, não realizando horas extras. Sua empregadora não fornece intervalo intrajornada para repouso e alimentação. Considerando que a Convenção Coletiva de Trabalho da categoria de Viviane não possui disposições a respeito de intervalo intrajornada, a empresa
a) está agindo corretamente, uma vez que a Consolidação das Leis do Trabalho não prevê a concessão de intervalo intrajornada quando a duração contínua do trabalho não exceder 4 horas.
b) não está agindo corretamente, uma vez que a Consolidação das Leis do Trabalho prevê, nesse caso, a concessão obrigatória de intervalo intrajornada de no mínimo 15 minutos.
c) está agindo corretamente, uma vez que a Consolidação das Leis do Trabalho não prevê a concessão de intervalo intrajornada quando a duração contínua do trabalho não exceder 5 horas.
d) não está agindo corretamente, uma vez que a Consolidação das Leis do Trabalho prevê, nesse caso, a concessão de intervalo intrajornada de no mínimo 30 minutos.
e) não está agindo corretamente, uma vez que a Consolidação das Leis do Trabalho prevê, nesse caso, a concessão de intervalo intrajornada de no mínimo 10 minutos.

A questão se resolve pela análise da literalidade da CLT, destacando-se: Art. 71. Em qualquer trabalho contínuo, cuja duração exceda de 6 (seis) horas, é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação, o qual será, no mínimo, de 1 (uma) hora e, salvo acordo escrito ou contrato coletivo em contrário, não poderá exceder de 2 (duas) horas.
Gabriela, empregada da empresa X, marcou consulta médica com o Dr. Joaquim, médico do trabalho contratado pela referida empregadora. Na referida consulta, Gabriela mencionou estar com muita fadiga em razão de possuir apenas 15 minutos de intervalo intrajornada. Neste caso, do ponto de vista legal, consubstanciado na Consolidação das Leis do Trabalho, considerando que Gabriela trabalha cinco horas diárias, a empresa X
a) não respeita as normas relativas aos períodos de descanso, uma vez que é obrigatória a concessão de intervalo intrajornada, no mínimo, de 1 hora e, salvo acordo escrito ou convenção coletiva em contrário, de, no máximo, 2 horas, quando a duração do trabalho ultrapassar 4 horas diárias.
b) não respeita as normas relativas aos períodos de descanso, uma vez que é obrigatória a concessão de intervalo intrajornada de 30 minutos quando a duração do trabalho ultrapassar 4 horas, mas não exceder 6 horas diárias.
c) respeita as normas relativas aos períodos de descanso, uma vez que não é obrigatória a concessão de intervalo intrajornada quando a duração do trabalho não ultrapassar 5 horas diárias.
d) respeita as normas relativas aos períodos de descanso, uma vez que é obrigatória a concessão de intervalo intrajornada de 15 minutos quando a duração do trabalho ultrapassar 4 horas, mas não exceder 6 horas diárias.
e) não respeita as normas relativas aos períodos de descanso, uma vez que é obrigatória a concessão de intervalo intrajornada de, no mínimo, 1 hora e, salvo acordo escrito ou convenção coletiva em contrário, de, no máximo, 90 minutos, quando a duração do trabalho ultrapassar 4 horas diárias.

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Questões resolvidas

Em uma ação trabalhista, o reclamante afirma que diariamente prestava duas horas de jornada extraordinária sem, entretanto, receber os valores destas e os respectivos reflexos. Em sede contestatória, a empresa negou tal fato e apresentou cartões de ponto que demonstravam horários de entrada e saída uniformes (ponto britânico); por sua vez, o reclamante fez provas testemunhais que comprovavam o alegado na peça exordial. Ao analisar a lide, o juiz condenou a empresa ao pagamento das horas extras e dos respectivos reflexos.
Tendo por base o caso hipotético apresentado, assinale a alternativa que corresponde ao princípio do direito do trabalho aplicado em sentença.
A Indisponibilidade de direitos
B Continuidade da relação de emprego
C Primazia da realidade
D Imperatividade das normas trabalhistas
E Intangibilidade salarial

Em qualquer trabalho contínuo cuja duração exceda 6 (seis) horas é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação, o qual será, no mínimo, de 1 (uma) hora e, salvo acordo escrito ou contrato coletivo em contrário, não poderá exceder 2 (duas) horas. Não excedendo 6 (seis) horas o trabalho, será, entretanto, obrigatório um intervalo de 15 (quinze) minutos quando a duração ultrapassar 4 (quatro) horas.
Viviane, empregada da empresa “Decore Ltda.”, trabalha diariamente quatro horas contínuas, não realizando horas extras. Sua empregadora não fornece intervalo intrajornada para repouso e alimentação. Considerando que a Convenção Coletiva de Trabalho da categoria de Viviane não possui disposições a respeito de intervalo intrajornada, a empresa
a) está agindo corretamente, uma vez que a Consolidação das Leis do Trabalho não prevê a concessão de intervalo intrajornada quando a duração contínua do trabalho não exceder 4 horas.
b) não está agindo corretamente, uma vez que a Consolidação das Leis do Trabalho prevê, nesse caso, a concessão obrigatória de intervalo intrajornada de no mínimo 15 minutos.
c) está agindo corretamente, uma vez que a Consolidação das Leis do Trabalho não prevê a concessão de intervalo intrajornada quando a duração contínua do trabalho não exceder 5 horas.
d) não está agindo corretamente, uma vez que a Consolidação das Leis do Trabalho prevê, nesse caso, a concessão de intervalo intrajornada de no mínimo 30 minutos.
e) não está agindo corretamente, uma vez que a Consolidação das Leis do Trabalho prevê, nesse caso, a concessão de intervalo intrajornada de no mínimo 10 minutos.

A questão se resolve pela análise da literalidade da CLT, destacando-se: Art. 71. Em qualquer trabalho contínuo, cuja duração exceda de 6 (seis) horas, é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação, o qual será, no mínimo, de 1 (uma) hora e, salvo acordo escrito ou contrato coletivo em contrário, não poderá exceder de 2 (duas) horas.
Gabriela, empregada da empresa X, marcou consulta médica com o Dr. Joaquim, médico do trabalho contratado pela referida empregadora. Na referida consulta, Gabriela mencionou estar com muita fadiga em razão de possuir apenas 15 minutos de intervalo intrajornada. Neste caso, do ponto de vista legal, consubstanciado na Consolidação das Leis do Trabalho, considerando que Gabriela trabalha cinco horas diárias, a empresa X
a) não respeita as normas relativas aos períodos de descanso, uma vez que é obrigatória a concessão de intervalo intrajornada, no mínimo, de 1 hora e, salvo acordo escrito ou convenção coletiva em contrário, de, no máximo, 2 horas, quando a duração do trabalho ultrapassar 4 horas diárias.
b) não respeita as normas relativas aos períodos de descanso, uma vez que é obrigatória a concessão de intervalo intrajornada de 30 minutos quando a duração do trabalho ultrapassar 4 horas, mas não exceder 6 horas diárias.
c) respeita as normas relativas aos períodos de descanso, uma vez que não é obrigatória a concessão de intervalo intrajornada quando a duração do trabalho não ultrapassar 5 horas diárias.
d) respeita as normas relativas aos períodos de descanso, uma vez que é obrigatória a concessão de intervalo intrajornada de 15 minutos quando a duração do trabalho ultrapassar 4 horas, mas não exceder 6 horas diárias.
e) não respeita as normas relativas aos períodos de descanso, uma vez que é obrigatória a concessão de intervalo intrajornada de, no mínimo, 1 hora e, salvo acordo escrito ou convenção coletiva em contrário, de, no máximo, 90 minutos, quando a duração do trabalho ultrapassar 4 horas diárias.

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QUESTÕES DE DIREITO INDIVIDUAL DO TRABALHO
JORNADA DE TRABALHO – HORAS EXTRAORDINÁRIAS
PROFESSORA TATIANA QUEIROZ 
024.(IADES/CRN 3ª REGIÃO/ ADVOGADO/2019) Em uma ação trabalhista, o reclamante afirma que diariamente prestava duas horas de jornada extraordinária sem, entretanto, receber os valores destas e os respectivos reflexos. Em sede contestatória, a empresa negou tal fato e apresentou cartões de ponto que demonstravam horários de entrada e saída uniformes (ponto britânico); por sua vez, o reclamante fez provas testemunhais que comprovavam o alegado na peça exordial. Ao analisar a lide, o juiz condenou a empresa ao pagamento das horas extras e dos respectivos reflexos. Tendo por base o caso hipotético apresentado, assinale a alternativa que corresponde ao princípio do direito do trabalho aplicado em sentença.
a) Indisponibilidade de direitos.
b) Continuidade da relação de emprego.
c) Primazia da realidade.
d) Imperatividade das normas trabalhistas.
e) Intangibilidade salarial.
No caso em liça, no caso hipotético, o juiz acertadamente julgou buscando a verdade material, ocasião em que se ateve mais aos fatos realmente ocorridos, como a prova oral colhida, do que, propriamente, às provas documentais.
Letra c.
029.(FGV/OAB/PRIMEIRA FASE/2019) Fábio trabalha em uma mineradora como auxiliar administrativo. A sociedade empresária, espontaneamente, sem qualquer previsão em norma coletiva, fornece ônibus para o deslocamento dos funcionários para o trabalho, já que ela se situa em local cujo transporte público modal passa apenas em alguns horários, de forma regular, porém insuficiente para a demanda. O fornecimento do transporte pela empresa é gratuito, e Fábio despende cerca de uma hora para ir e uma hora para voltar do trabalho no referido transporte. Além do tempo de deslocamento, Fábio trabalha em uma jornada de 8 horas, com uma hora de pausa para repouso e alimentação. Insatisfeito, ele procura você como advogado (a), a fim de saber se possui algum direito a reclamar perante a Justiça do Trabalho. Considerando a legislação em vigor, e que Fábio foi contratado em dezembro de 2017, assinale a afirmativa correta.
a) Fábio faz jus a duas horas extras diárias, em razão do tempo despendido no transporte.
b) Fábio não faz jus às horas extras, pois o transporte fornecido era gratuito.
c) Fábio faz jus às horas extras, porque o transporte público era insuficiente, sujeitando o trabalhador aos horários estipulados pelo empregador.
d) Fábio não faz jus a horas extras, porque o tempo de transporte não é considerado tempo à disposição do empregador.
A alternativa trata de deslocamento de casa e trabalho e vice-versa, logo, não há mais direito às horas in itinere diante da Reforma Trabalhista. O art. 4º da CLT considera como tempo de serviço efetivo o período em que o empregado esteja à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens, salvo disposição especial expressamente consignada. A Lei 10.243/2001 acrescentou o § 2º ao art. 58 da CLT, com a seguinte redação:
O tempo despendido pelo empregado até o local de trabalho e para o seu retorno, por qualquer meio de transporte, não será computado na jornada de trabalho, salvo quando, tratando-se de local de difícil acesso ou não servido por transporte público, o empregador fornecer a condução.
Letra d.
030.(FGV/OAB/EXAME DE ORDEM UNIFICADO – PRIMEIRA FASE/ 2016) Pedro é empregado rural na Fazenda Granja Nova. Sua jornada é de segunda a sexta-feira, das 21 às 5h, com intervalo de uma hora para refeição. Considerando o caso retratado, assinale a afirmativa correta.
a) A hora noturna de Pedro será computada como tendo 60 minutos.
b) A hora noturna rural é reduzida, sendo de 52 minutos e 30 segundos.
c) A hora noturna de Pedro será acrescida de 20%.
d) Não há previsão de redução de hora noturna nem de adicional noturno para o rural.
a) Certa. Ele é profissional rural.
b) Errada. Essa redução só vale para os profissionais urbanos.
c) Errada. Mas, sim, de 25%.
d) Errada. Existe previsão específica.
No caso em comento, há previsão de adicional noturno tanto para os urbanos quanto para os rurais. No caso, altera-se tudo a depender do tipo de profissional. No caso do urbano, há jornada reduzida na hora de 52’30’’, com percentual de 20% e do horário das 22h às 5h. No caso do rural, a hora noturna é cheia com 60 minutos, adicional de 25% e do horário das 21h às 5 se ele for trabalhador da agricultura e das 20h às 4h se for trabalhador da pecuária.
Letra a.
032.(FGV/OAB/EXAME DE ORDEM UNIFICADO - PRIMEIRA FASE/2019) Vera Lúcia tem 17 anos e foi contratada como atendente em uma loja de conveniência, trabalhando em escala de 12 x 36 horas, no horário de 19 às 7h, com pausa alimentar de 1 hora. Essa escala é prevista no acordo coletivo assinado pela loja com o sindicato de classe, em vigor. A empregada teve a CTPS assinada e tem, como atribuições, auxiliar os clientes, receber o pagamento das compras e dar o troco quando necessário. Diante do quadro apresentado e das normas legais, assinale a afirmativa correta.
a) A hipótese trata de trabalho proibido.
b) O contrato é plenamente válido.
c) A situação retrata caso de atividade com objeto ilícito.
d) Por ter 17 anos, Vera Lúcia fica impedida de trabalhar em escala 12 x 36 horas, devendo ser alterada a jornada.
Vera Lúcia não pode trabalhar em jornada noturna, nos termos do artigo 7 da CF/88, razão pela qual os menores de 18 anos não podem ter jornada noturna, insalubre ou perigosa, sendo o caso de trabalho proibido. Não se trata de trabalho ilícito, pois não há como objeto um crime ou contravenção, mas, sim, a ofensa a um ditame constitucional acerca de normas proibitivas de labor no país.
Letra a.
033.(FGV/OAB/EXAME DE ORDEM UNIFICADO - PRIMEIRA FASE/2019) Edimilson é vigia noturno em um condomínio residencial de apartamentos. Paulo é vigilante armado de uma agência bancária. Letícia é motociclista de entregas de uma empresa de logística. Avalie os três casos apresentados e, observadas as regras da CLT, assinale a afirmativa correta.
a) Paulo e Letícia exercem atividade perigosa e fazem jus ao adicional de periculosidade. A atividade de Edimilson não é considerada perigosa, e, por isso, ele não deve receber adicional.
b) Considerando que os três empregados não lidam com explosivos e inflamáveis, salvo por disposição em norma coletiva, nenhum deles terá direito ao recebimento de adicional de periculosidade.
c) Os três empregados fazem jus ao adicional de periculosidade, pois as profissões de Edimilson e de Paulo estão sujeitas ao risco de violência física e, a de Letícia, a risco de vida.
d) Apenas Paulo e Edimilson têm direito ao adicional de periculosidade por conta do risco de violência física.
b) Errada. A exposição a explosivos não é o único elemento para fins de conferir adicional de periculosidade.
c) Errada. Vigia noturno não confere o direito ao adicional de periculosidade.
d) Errada. Edmilson, na qualidade de vigia noturno, não faz jus ao adicional.
Aqui temos situações para fins de saber se é o caso de trabalho PERIGOSO que confere o direito à periculosidade. Nos casos apontados, temos: Edmilson, na qualidade de vigia noturno, não faz jus ao adicional de periculosidade. Na qualidade de vigilante, Paulo recebe adicional, pois anda armado e é uma presunção legal. Também há a previsão legal de adicional de periculosidade quando existe o labor externo fazendo uso de motocicletas, pela exposição aos perigos do trânsito.
Letra a.
034.(FGV/OAB/EXAME DE ORDEM UNIFICADO - PRIMEIRA FASe/ 2011) João da Silva, empregado da empresa Alfa Ltda., exerce suas atribuições funcionais em dois turnos de trabalho alternados de oito horas cada, que compreendem o horário diurno e o noturno. Considerando que a atividade de seu empregador não se desenvolve de forma ininterrupta e que não existe norma coletiva disciplinando a jornada de trabalho, assinale a alternativa correta.
a) João não tem direito ao pagamento de horas extras e à redução da hora noturna.
b) João tem direito ao pagamento de horas extras, mas não tem direitoà redução da hora noturna.
c) João não tem direito ao pagamento de horas extras, mas tem direito à redução da hora noturna.
d) João tem direito ao pagamento de horas extras e à redução da hora noturna.
Com base na questão, temos João como funcionário em turnos ininterruptos de revezamento. Com base nisso, nos termos constitucionais, João tem direito ao pagamento de horas extras e à redução da hora noturna.
Letra d.
035.(INÉDITA/2021) A convenção coletiva e o acordo coletivo de trabalho têm prevalência sobre a lei quando, entre outros, dispuserem sobre:
a) pacto quanto à jornada de trabalho, observados os limites constitucionais
b) banco de horas anual, semestral e mensal
c) intervalo intrajornada, respeitado o limite mínimo de trinta minutos para jornadas superiores a sete horas
d) adesão ao Programa Seguro Emprego (PSE) e ao Programa de Seguro Desemprego.
A resposta está nos exatos termos do artigo 611- A da CLT, Art. 611-A:
A convenção coletiva e o acordo coletivo de trabalho têm prevalência sobre a lei quando, entre outros, dispuserem sobre: I - pacto quanto à jornada de trabalho, observados os limites constitucionais; II - banco de horas anual; III - intervalo intrajornada, respeitado o limite mínimo de trinta minutos para jornadas superiores a seis horas; IV - adesão ao Programa Seguro Emprego (PSE), de que trata a Lei n.13.189, de 19 de novembro de 2015
(…)
Letra a.
036.(FGV/ TRT 12/OFICAL DE JUSTIÇA/2017) Antonieta é empregada na empresa Calçados do Sul Ltda., cumprindo jornada de 2ª feira a sábado das 5:30 às 15:30 horas, com pausa alimentar de 2 horas. Diante da situação apresentada e dos termos da CLT, é correto afirmar que:
a) Antonieta terá direito a hora extra em razão do intervalo para refeição desrespeitado;
b) a empregada terá direito a horas extras pelo excesso de jornada, com adicional de no mínimo 50%;
c) há direito ao pagamento de horas extras e adicional noturno na jornada compreendida entre 5:30 e 6:00 horas;
d) não se identifica na jornada cumprida qualquer excesso, pelo que não há horas extras a pagar
e) houve violação ao intervalo interjornada, gerando assim direito ao pagamento de horas extras.
A trabalhadora exerce seu labor por 10 horas com 2 horas de pausa, mas, como labora aos sábados, ela tem as horas extras pelo que excede as 44 horas semanais, e, com isso, possui o pagamento às horas extras pelo excesso de jornada, com adicional de, no mínimo, 50%. O intrajornada dela foi devidamente respeitado.
Letra b.
037.(INÉDITA) Maciel é empregado da empresa X Ltda e exerce seu labor no horário noturno. Todavia, todas as sextas-feiras e sábados Maciel estendeu seu labor até as 07:00 horas. Nesse caso, de acordo com o entendimento Sumulado do TST,
a) não é devido o adicional noturno quanto às horas prorrogadas, uma vez que já foram efetuadas no horário diurno, ou seja, após 6h.
b) não é devido o adicional noturno quanto às horas prorrogadas, uma vez que já foram efetuadas no horário diurno, ou seja, após 5h.
c) é devido o adicional noturno quanto às horas prorrogadas, sendo que esse adicional integrará o salário de Maciel para todos os efeitos legais.
d) é devido o adicional noturno apenas quanto à primeira hora prorrogada, sendo que esse adicional integrará o salário de Maciel para os efeitos legais, exceto férias.
e) é devido o adicional noturno quanto às horas prorrogadas, sendo que esse adicional integrará o salário de Maciel para os efeitos legais, exceto férias e décimo terceiro salário.
Aqui aplica-se a Súmula 60 do TST. SÚMULA N.º 60 DO TST. Nos termos da Súmula n.º 60 do TST, e conforme a jurisprudência majoritária desse Tribunal, a incidência do adicional noturno sobre as horas trabalhadas em prorrogação à jornada noturna ocorre mesmo nas hipóteses em que a jornada ordinária não é cumprida integralmente entre as 22h e as 5h.
Letra c.
038.(CESPE/PGE/PROCURADOR DO ESTADO/2017) De acordo com o TST, nos casos permitidos em lei, havendo convocação do empregado para trabalhar no domingo ou feriado, a empresa deverá remunerar o empregado
a) em valor correspondente ao dia de trabalho, sem perda da remuneração relativa ao repouso semanal.
b) em valor correspondente ao dia de trabalho.
c) em dobro ou conceder-lhe outro dia de folga para compensar o trabalho prestado.
d) em dobro ou conceder-lhe dois dias de folga.
e) em dobro, com perda da remuneração relativa ao repouso semanal.
A questão foi escrita antes da Reforma Trabalhista. Era aplicável a súmula 444 do TST que falava, sim, sobre feriados a serem pagos em dobro, mas, agora eles passaram a ser pago como valor correspondente ao dia de trabalho. Veja que a questão foi antes da Reforma Trabalhista de 2017.
Letra b.
040.(FCC/TRT 19/ÁREA ADMINISTRATIVA/2013) Com relação aos turnos ininterruptos de revezamento, é assegurada a jornada de
a) oito horas diárias.
b) doze horas diárias.
c) seis horas diárias, salvo negociação coletiva.
d) oito horas diárias, salvo negociação coletiva.
e) oito horas diárias e quarenta semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.
A questão está exatamente de acordo com o teor do que consta no artigo 7 da CF/88, considerando, principalmente, que a jornada de trabalho é de seis horas diárias, salvo negociação coletiva. O regime de turno ininterrupto de revezamento acarreta desgaste à saúde superior de quem trabalha em horários regulares. Por isso, a Constituição (artigo 7º, inciso XIV) limitou a jornada em turnos de revezamento a seis horas por dia. Essa duração só pode ser alterada por meio de negociação coletiva.
Letra c.
041.(FGV/COMPESA/ANALISTA DE GESTÃO/2014) Sobre o adicional noturno, analise as afirmativas a seguir.
I – Para o trabalho noturno urbano, o acréscimo é de, no mínimo, 20% sobre a hora diurna.
II – A hora do trabalho noturno é computada a cada período de 52 minutos e 30 segundos.
III – Nas atividades urbanas, o adicional noturno é devido ao empregado que trabalha entre as 22 horas de um dia e as 5 horas do dia seguinte.
Assinale:
a) se somente a afirmativa I estiver correta.
b) se somente a afirmativa II estiver correta.
c) se somente a afirmativa III estiver correta
d) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
e) se todas as afirmativas estiverem corretas.
Todas as afirmativas estão corretas, na medida em que há diferença de trabalho noturno entre as atividades urbanas e rurais. Nos termos exatos da CLT, para o trabalho noturno urbano, o acréscimo é de, no mínimo, 20% sobre a hora diurna. No caso do rural, 25%. A hora do trabalho noturno é computada a cada período de 52 minutos e 30 segundos. No caso do rural, a hora é cheia. Nas atividades urbanas, o adicional noturno é devido ao empregado que trabalha entre as 22 horas de um dia e as 5 horas do dia seguinte. No rural, pode ser 21h às 5h, no caso de agricultura e das 20h às 4h para os da atividade pecuária.
Letra e.
045.(FGV/OAB/EXAME DE ORDEM UNIFICADO – PRIMEIRA FASE/2011) João da Silva, empregado da empresa Alfa Ltda., exerce suas atribuições funcionais em dois turnos de trabalho alternados de oito horas cada, que compreendem o horário diurno e o noturno. Considerando que a atividade de seu empregador não se desenvolve de forma ininterrupta e que não existe norma coletiva disciplinando a jornada de trabalho, assinale a alternativa correta.
a) João não tem direito ao pagamento de horas extras e à redução da hora noturna.
b) João tem direito ao pagamento de horas extras, mas não tem direito à redução da hora noturna.
c) João não tem direito ao pagamento de horas extras, mas tem direito à redução da hora noturna.
d) João tem direito ao pagamento de horas extras e à redução da hora noturna.
Com base na questão, temos João como funcionário em turnos ininterruptos de revezamento. Com base nisso, nos termos constitucionais, João tem direito ao pagamento de horas extras e à redução da hora noturna.
Letra d.
054.(FCC/TRT1/TÉCNICO JUDICIÁRIO/2013) A duração do intervalo para repouso e alimentação é de, no mínimo,
a) uma hora e no máximo duashoras, para jornadas de trabalho superiores a seis horas.
b) uma hora e no máximo duas horas, para jornadas de trabalho superiores a quatro horas e até seis horas.
c) quinze minutos e no máximo uma hora, para jornadas de trabalho superiores a quatro horas e até seis horas.
d) quinze minutos para jornadas de até quatro horas.
e) hora, para qualquer jornada de trabalho.
Em qualquer trabalho contínuo cuja duração exceda 6 (seis) horas é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação, o qual será, no mínimo, de 1 (uma) hora e, salvo acordo 
escrito ou contrato coletivo em contrário, não poderá exceder 2 (duas) horas. Não excedendo 6 (seis) horas o trabalho, será, entretanto, obrigatório um intervalo de 15 (quinze) minutos quando a duração ultrapassar 4 (quatro) horas. Ou seja, se o trabalhador possui como limite de jornada as quatro horas, não terá direito ao intervalo intrajornada.
Letra a.
055.(FCC/TST/ANALISTA/2012) Viviane, empregada da empresa “Decore Ltda.”, trabalha diariamente quatro horas contínuas, não realizando horas extras. Sua empregadora não fornece intervalo intrajornada para repouso e alimentação. Considerando que a Convenção Coletiva de Trabalho da categoria de Viviane não possui disposições a respeito de intervalo intrajornada, a empresa
a) está agindo corretamente, uma vez que a Consolidação das Leis do Trabalho não prevê a concessão de intervalo intrajornada quando a duração contínua do trabalho não exceder 4 horas.
b) não está agindo corretamente, uma vez que a Consolidação das Leis do Trabalho prevê, nesse caso, a concessão obrigatória de intervalo intrajornada de no mínimo 15 minutos.
c) está agindo corretamente, uma vez que a Consolidação das Leis do Trabalho não prevê a concessão de intervalo intrajornada quando a duração contínua do trabalho não exceder 5 horas.
d) não está agindo corretamente, uma vez que a Consolidação das Leis do Trabalho prevê, nesse caso, a concessão de intervalo intrajornada de no mínimo 30 minutos.
e) não está agindo corretamente, uma vez que a Consolidação das Leis do Trabalho prevê, nesse caso, a concessão de intervalo intrajornada de no mínimo 10 minutos.
Em qualquer trabalho contínuo cuja duração exceda 6 (seis) horas é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação, o qual será, no mínimo, de 1 (uma) hora e, salvo acordo escrito ou contrato coletivo em contrário, não poderá exceder 2 (duas) horas. Não excedendo 6 (seis) horas o trabalho, será, entretanto, obrigatório um intervalo de 15 (quinze) minutos quando a duração ultrapassar 4 (quatro) horas. Ou seja, se o trabalhador possui como limite de jornada as quatro horas, não terá direito ao intervalo intrajornada.
Letra a.
063.(FCC/SEGEP-MA/PERITO MÉDICO/2018) Gabriela, empregada da empresa X, marcou consulta médica com o Dr. Joaquim, médico do trabalho contratado pela referida empregadora. Na referida consulta, Gabriela mencionou estar com muita fadiga em razão de possuir apenas 15 minutos de intervalo intrajornada. Neste caso, do ponto de vista legal, consubstanciado naConsolidação das Leis do Trabalho, considerando que Gabriela trabalha cinco horas diárias, a empresa X
a) não respeita as normas relativas aos períodos de descanso, uma vez que é obrigatória a concessão de intervalo intrajornada, no mínimo, de 1 hora e, salvo acordo escrito ou convenção coletiva em contrário, de, no máximo, 2 horas, quando a duração do trabalho ultrapassar 4 horas diárias. 
b) não respeita as normas relativas aos períodos de descanso, uma vez que é obrigatória a concessão de intervalo intrajornada de 30 minutos quando a duração do trabalho ultrapassar 4 horas, mas não exceder 6 horas diárias. 
c) respeita as normas relativas aos períodos de descanso, uma vez que não é obrigatória a concessão de intervalo intrajornada quando a duração do trabalho não ultrapassar 5 horas diárias. 
d) respeita as normas relativas aos períodos de descanso, uma vez que é obrigatória a concessão de intervalo intrajornada de 15 minutos quando a duração do trabalho ultrapassar 4 horas, mas não exceder 6 horas diárias. 
e) não respeita as normas relativas aos períodos de descanso, uma vez que é obrigatória a concessão de intervalo intrajornada de, no mínimo, 1 hora e, salvo acordo escrito ou convenção coletiva em contrário, de, no máximo, 90 minutos, quando a duração do trabalho ultrapassar 4 horas diárias. 
A questão se resolve pela análise da literalidade da CLT, destacando-se: 
Art. 71. Em qualquer trabalho contínuo, cuja duração exceda de 6 (seis) horas, é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação, o qual será, no mínimo, de 1 (uma) hora e, salvo acordo escrito ou contrato coletivo em contrário, não poderá exceder de 2 (duas) horas.
§ 1º Não excedendo de 6 (seis) horas o trabalho, será, entretanto, obrigatório um intervalo de 15 (quinze) minutos quando a duração ultrapassar 4 (quatro) horas.
§ 2º Os intervalos de descanso não serão computados na duração do trabalho. 
§ 3º O limite mínimo de uma hora para repouso ou refeição poderá ser reduzido por ato do Ministro do Trabalho, Indústria e Comércio, quando ouvido o Serviço de Alimentação de Previdência Social, se verificar que o 
estabelecimento atende integralmente às exigências concernentes à organização dos refeitórios, e quando os respectivos empregados não estiverem sob regime de trabalho prorrogado a horas suplementares. 
§ 4º A não concessão ou a concessão parcial do intervalo intrajornada mínimo, para repouso e alimentação, a empregados urbanos e rurais, implica o pagamento, de natureza indenizatória, apenas do período suprimido, com acréscimo de 50% (cinquenta por cento) sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho. (Redação dada pela Lei nº 13.467, de 2017) (Vigência) 
§ 5º O intervalo expresso no caput poderá ser reduzido e/ou fracionado, e aquele estabelecido no § 1º poderá ser fracionado, quando compreendidos entre o término da primeira hora trabalhada e o início da última hora trabalhada, desde que previsto em convenção ou acordo coletivo de trabalho, ante a natureza do serviço e em virtude das condições especiais de trabalho a que são submetidos estritamente os motoristas, cobradores, fiscalização de campo e afins nos serviços de operação de veículos rodoviários, empregados no setor de transporte coletivo de passageiros, mantida a remuneração e concedidos intervalos para descanso menores ao final de cada viagem. (Redação dada pela Lei nº 13.103, de 2015) (Vigência)
a) Errada. Somente existirá esse intervalo de ultrapassar as seis horas, conforme a CLT.
b) Errada. A previsão da lei é de 15 minutos, mas não de 30 minutos.
c) Errada. O limite que não tem intrajornada é de quatro horas.
d) Certa. Nos termos da CLT.
e) Errada. Não existe essa previsão na CLT.
Letra d.
068.(FCC/TRT-15ª/ANALISTA/2018) Eunice trabalha em uma indústria alimentícia que fabrica doces e chocolates. Nos meses de janeiro e fevereiro, em razão da produção de chocolates para a Páscoa, trabalhou de 2a a 6a feira, das 9h às 18h, gozando diariamente de 15 minutos para repouso e alimentação. Nesse contexto, Eunice faz jus a
a) uma hora integral, acrescida de 50% sobre a remuneração da hora normal de trabalho, tendo tal pagamento natureza salarial.
b) uma hora integral, acrescida de 50% sobre a remuneração da hora normal de trabalho, tendo tal pagamento natureza indenizatória.
c) 45 minutos, acrescidos de 50% sobre a remuneração da hora normal de trabalho, tendo tal pagamento natureza indenizatória.
d) 45 minutos, acrescidos de 50% sobre a remuneração da hora normal de trabalho, tendo tal pagamento natureza salarial.
e) 45 minutos, sem acréscimo, pois não se trata de hora extra, mas sim de pagamento de natureza meramente indenizatória.
Dispõe a CLT: 
Art. 71, § 4º A não concessão ou a concessão parcial do intervalo intrajornada mínimo, para repouso e alimentação, a empregados urbanos e rurais, implica o pagamento, de natureza indenizatória, apenas do período suprimido, com acréscimo de 50% (cinquenta por cento) sobre o valorda remuneração da hora normal de trabalho. Na questão, ela tinha 15 minutos. Então, terá direito a 45 minutos sem reflexos, com o percentual de 50%.
Letra c.
071.(FCC/TRT-2ª/ANALISTA/2018) Silvério é porteiro num condomínio residencial e durante três anos prestou horas extras habitualmente. Ocorre que o condomínio pretende diminuir seus gastos, suprimindo pela metade as horas extras de seus empregados. Neste caso, Silvério fará jus a uma indenização pela supressão parcial das horas extras, correspondente ao valor de um mês das horas suprimidas, total ou parcialmente, cujo cálculo observará a média das horas suplementares nos últimos 18 meses anteriores à mudança.
A resposta está em súmula do TST: “A supressão total ou parcial, pelo empregador, de serviço suplementar prestado com habitualidade, durante pelo menos 1 (um) ano, assegura ao empregado o direito à indenização correspondente ao valor de 1 (um) mês das horas suprimidas, total ou parcialmente, para cada ano ou fração igual ou superior a seis meses de prestação de serviço acima da jornada normal. O cálculo observará a média das horas suplementares nos últimos 12 (doze) meses anteriores à mudança, multiplicada pelo valor da hora extra do dia da supressão.”
Errado.
001.(ADVISE/PREFEITURA DE SERRA DA RAIZ/PROCURADOR JURÍDICO/2024) Em relação ao período de férias, assinale a alternativa CORRETA de acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho.
a) O período das férias não será computado como tempo de serviço.
b) Todo empregado terá direito semestralmente ao gozo de um período de férias, sem prejuízo da remuneração.
c) É permitido descontar, do período de férias, as faltas do empregado ao serviço.
d) O empregado, quando houver tido de 24 (vinte e quatro) a 32 (trinta e duas) faltas, terá direito 30 (trinta) dias de férias.
e) Não terá direito a férias o empregado que, no curso do período aquisitivo deixar o emprego e não for readmitido dentro de 60 (sessenta) dias subsequentes à sua saída.
a) Errada. Contraria o teor do art. 130, §2º, da CLT. 
b) Errada. O período é de um ano, conforme o teor do art. 129 da CLT. 
c) Errada. Em desconformidade com a CLT: 
Art. 130, § 1º É vedado descontar, do período de férias, as faltas do empregado ao serviço. 
d) Errada. Conforme o teor do art. 130 da CLT. 
e) Certa. Conforme o teor do art. 133 da CLT.
Letra e.
002.(FGV/CÂMARA MUNICIPAL DE SP/PROCURADOR/2024) Patrícia é uma profissional com experiência na área de recursos humanos e gestão corporativa, tendo trabalhado por muitos anos como técnica nessa área em diversas multinacionais. Para aprimorar seus conhecimentos, Patrícia está cursando faculdade de direito e já está no terceiro ano, orgulhando-se porque será a 1ª pessoa da sua família que terá graduação completa. Em razão de seus predicados profissionais, Patrícia foi contratada por uma empresa de grande porte para chefiar o setor de recursos humanos, com salário de R$ 22.700,00 mensais. No contrato individual de trabalho de Patrícia foi estipulado que ela fruirá férias a cada 2 anos de trabalho e que, caso ela se ative em regime de sobreaviso, receberá 1/10 do valor da hora enquanto estiver aguardando eventual chamado. Acerca do caso apresentado e de acordo com a previsão da CLT, assinale a afirmativa correta.
a) As previsões contratuais são inválidas porque as férias não podem ser objeto de negociação e o sobreaviso não poderia ser negociado individualmente.
b) A previsão contratual atinente às férias é válida, mas a referente ao sobreaviso, não.
c) Por se tratar de trabalhadora hiperssuficiente, já que ganha salário superior ao dobro do teto da previdência social, os acertos contratuais, desde que expressos, são válidos.
d) Por se tratar de alto empregado, a previsão contratual atinente ao sobreaviso é válida, mas a referente às férias, não.
e) Se a previsão contratual de Patrícia for homologada pelo seu sindicato de classe será válida.
As deliberações acima não podem ser feitas mediante acordo individual e negociação coletiva, conforme o teor do art. 611-B da CLT, tratando-se as férias de direitos indisponíveis do trabalhador.
Letra a.
004.(CESPE/PGE-SE/PROCURADOR DO ESTADO/2023) Acerca das férias para empregados regidos pela CLT, assinale a opção correta.
a) As férias individuais poderão ser usufruídas em até três períodos de, no mínimo, cinco dias cada um.
c) A concessão das férias na época própria com o atraso da respectiva remuneração enseja a aplicação da penalidade de pagamento em dobro ao empregador.
c) A época de concessão das férias será negociada com o empregador de forma a melhor atender os interesses do empregado.
d) Os empregados que não completaram o período aquisitivo não podem gozar férias coletivas.
e) As férias coletivas podem ser divididas em até dois períodos por ano, desde que nenhum deles seja inferior a 10 dias corridos.
a) Errada. Conforme o teor da CLT: 
Art. 134, § 1º Desde que haja concordância do empregado, as férias poderão ser usufruídas em até três períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a quatorze dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a cinco dias corridos, cada um. 
b) Errada. Conforme entendimento do STF em 2023 sobre a matéria. 
c) Errada. É do empregador o interesse no prazo de concessão de férias. 
d) Errada. Todos podem gozar de férias coletivas, observando-se a proporcionalidade. 
e) Certa. Está em conformidade com a CLT: 
Art. 139 Poderão ser concedidas férias coletivas a todos os empregados de uma empresa ou de determinados estabelecimentos ou setores da empresa.§ 1º As férias poderão ser gozadas em 2 (dois) períodos anuais desde que nenhum deles seja inferior a 10 (dez) dias corridos.
Letra e.
007.(INÉDITA/2024) Nas empresas que explorem o serviço de telefonia, telegrafia submarina ou subfluvial, de radiotelegrafia ou de radiotelefonia, fica estabelecida para os respectivos operadores a duração máxima de seis horas contínuas de trabalho por dia ou 40 (quarenta) horas semanais.
O período de labor semanal está errado, pois deve ser de 36 horas, conforme o teor da CLT: 
Art. 227. Nas empresas que explorem o serviço de telefonia, telegrafia submarina ou subfluvial, de radiotelegrafia ou de radiotelefonia, fica estabelecida para os respectivos operadores a duração máxima de seis horas contínuas de trabalho por dia ou 36 (trinta e seis) horas semanais.
Errado.
008.(INÉDITA/2024) Sobre a jornada de professores, com regular disposição na CLT, após alteração da Lei 13.415/2017, assinale o correto:
a) A jornada do professor não pode ultrapassar 36 horas semanais.
b) A jornada do professor não pode ultrapassar 6 horas diárias
c) O exercício remunerado do magistério, em estabelecimentos particulares de ensino, exigirá apenas habilitação legal e registro no Ministério do Trabalho
d) Não serão descontadas, no decurso de 9 (nove) dias, as faltas verificadas por motivo de gala ou de luto em consequência de falecimento do cônjuge, do pai ou mãe, ou de filho.
Outra jornada especial é a dos PROFESSORES. Houve alteração com a Lei 13.415/17 que alterou o art. 318 da CLT, majorando a jornada para o limite de 44 horas semanais. A jornada máxima diária seria de oito horas. O professor poderá lecionar em um mesmo estabelecimento por mais de um turno, desde que não ultrapasse a jornada de trabalho semanal estabelecida legalmente, assegurado e não computado o intervalo para refeição. Por isso as alternativas A e B estão erradas. A alternativa C está errada, pois deve ser o Ministério da Educação. A alternativa correta é a D, conforme se extrai: art. 319 da CLT.
Letra d.
012.(TRT-3ª/TR-3ª/JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO/2013/ADAPTADA) Os empregados sob o regime de tempo parcial não poderão prestar horas extras.
É possível sim, conforme previsão do artigo 58-A da CLT:
Art. 58-A. Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou, ainda, aquele cuja duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade deacréscimo de até seis horas suplementares semanais.
§ 4º Na hipótese de o contrato de trabalho em regime de tempo parcial ser estabelecido em número inferior a vinte e seis horas semanais, as horas suplementares a este quantitativo serão consideradas horas extras para fins do pagamento estipulado no § 3º, estando também limitadas a seis horas suplementares semanais.
Errado.
013.(TRT-3ª/TR-3ª/JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO/2013/ADAPTADA) Os empregados sob o regime de tempo parcial não poderão prestar serviços no horário noturno.
Acerca desse aspecto, não existe qualquer vedação na legislação, destacadamente, no que se refere à CLT, principalmente, do artigo 58-A da CLT.
Errado.
014.(FEPESE/CENTRAL ELÉTRICA DE SANTA CATARINA/ADVOGADO/2018) A jornada de trabalho em regime de tempo parcial poderá ser acrescida de horas extras, em número não excedente de duas.
Errado, pois no regime que admite a possibilidade de horas extras, pode fazer até seis horas extras semanais suplementares. Nesse sentido, destaca-se a CLT:
Art. 58-A. Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou, ainda, aquele cuja duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.
Errado.
015.(FEPESE/CENTRAL ELÉTRICA DE SANTA CATARINA/ADVOGADO/2018) É lícito o regime de compensação de jornada estabelecido por acordo individual, tácito ou escrito, para a compensação no mesmo mês.
Sim, é possível a compensação de jornada desde que seja compensado no mês. Nesse ponto, o acordo pode ser tácito ou escrito. Nesse sentido, destaca-se:
Art. 58-A. Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou, ainda, aquele cuja duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.
§ 5º As horas suplementares da jornada de trabalho normal poderão ser compensadas diretamente até a semana imediatamente posterior à da sua execução, devendo ser feita a sua quitação na folha de pagamento do mês subsequente, caso não sejam compensadas.
Certo.
016.(FEPESE/CENTRAL ELÉTRICA DE SANTA CATARINA/ADVOGADO/2018) Não poderá haver distinção entre o salário a ser pago aos empregados sob o regime de tempo parcial, em relação aos empregados que cumprem, nas mesmas funções, tempo integral.
Nota-se que o salário deve ser proporcional à hora normal dos que compõem o regime de 44h semanas. Logo, o salário a ser pago aos empregados sob o regime de tempo parcial será proporcional à sua jornada, em relação aos empregados que cumprem, nas mesmas funções, tempo integral. Aqui temos o REGIME JURÍDICO DA PROPORCIONALIDADE SALARIAL. Com base nisso, pode receber menos que o salário mínimo, caso o trabalhador, na empresa, no regime de 8 h já receba o valor do salário mínimo. Aqui surge essa importante discussão acerca do salário mínimo. GODINHO (2020;1127) discorda do entendimento da OJ, na medida em que se garante o salário mínimo mensal e não, o salário mínimo hora. Nas provas objetivas, use o entendimento da OJ 358 da SDI-1 do TST:
Orientação Jurisprudencial 358/TST-SDI-I - 14/04/2008 - Jornada de trabalho. Salário mínimo e piso salarial proporcional à jornada reduzida. Possibilidade. CF/88, art. 7º, IV e XIII.
I – Havendo contratação para cumprimento de jornada reduzida, inferior à previsão constitucional de oito horas diárias ou quarenta e quatro semanais, é lícito o pagamento do piso salarial ou do salário mínimo proporcional ao tempo trabalhado.
II – Na Administração Pública direta, autárquica e fundacional não é válida remuneração de empregado público inferior ao salário mínimo, ainda que cumpra jornada de trabalho reduzida. Precedentes do Supremo Tribunal Federal.
Errado.
017.(VUNESP/PROCON SP/ANALISTA/2013) O Capítulo II da Consolidação das Leis do Trabalho estabelece, no Artigo 58-A, que: Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a
a) dez horas semanais.
b) quinze horas semanais.
c) vinte horas semanais.
d) vinte e cinco horas semanais.
e) trinta horas semanais.
Houve, com certeza, mudança de gabarito, pois estamos tratando após a Reforma Trabalhista. Agora, o gabarito é no máximo 30 horas semanais. Destaca-se aqui a CLT:
Art. 58-A. Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou, ainda, aquele cuja duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.
Letra e.
018.(TRT-15ª/TRT-15ª/JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO/2013) O contrato de trabalho com duração semanal de 30 horas, ainda que abaixo do padrão vigorante no Brasil de 44 horas semanais, não se submete ao regime do contrato de tempo parcial.
Houve, com certeza, mudança de gabarito, pois estamos tratando após a Reforma Trabalhista. Agora, o gabarito é no máximo 30 horas semanais. Destaca-se aqui a CLT:
Art. 58-A. Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou, ainda, aquele cuja duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.
Errado.
019.(FCC/TRT-8ª/ANALISTA JUDICIÁRIO/2018) O trabalho em regime de tempo parcial é considerado aquele cuja duração não exceda a trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou aquele cuja duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares.
Destaca-se aqui a CLT:
Art. 58-A. Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou, ainda, aquele cuja duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.
Certo.
020.(OBJETIVA CONCURSOS/PREFEITURA MUNICIPAL DE CARAZINHO/ADVOGADO/2018) Em conformidade com o Decreto-Lei n. 5.452/1943 - CLT, considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a determinados períodos na jornada de trabalho. Sobre esses períodos de trabalho, pode-se afirmar que se enquadra como regime de tempo parcial, respectivamente:
a) A duração não excedente a 30 horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou 26 horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.
b) A duração de 26 horas ou de 30 horas semanais, sem a possibilidade de acréscimo de horas suplementares semanais.
c) A duração não excedente a 36 horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou 20 horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.
d) A duração de 20 horas ou de 36 horas semanais, sem a possibilidade de acréscimo de horas suplementares semanais.
Destaca-se aqui a CLT:
Art. 58-A. Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou, ainda, aquele cuja duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.
Letra a.
021.(INTEGRI/FIEC/PROCURADOR JURÍDICO/2019) É facultado ao empregado contratado sob regime de tempo parcial converter um terço do período de férias a que tiver direito em abono pecuniário.
A assertiva é correta, nos termos da CLT:
Art. 58, § 6º É facultado ao empregado contratado sob regime de tempo parcial converter um terço do período de férias a que tiver direito em abono pecuniário.
§ 7º As férias do regime de tempo parcial são regidas pelo disposto no art. 130 desta Consolidação.
Certo.
022.(FCC/TRT-2ª/ANALISTA JUDICIÁRIO/2018) Considere as seguinteshipóteses:
I – Trabalho de 28 horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais.
II – Trabalho de 30 horas semanais, com a possibilidade de horas suplementares semanais.
III – Trabalho de 25 horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.
IV – Trabalho de 27 horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.
De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho, consideram-se trabalho em regime de tempo parcial aqueles indicados APENAS em
a) III e IV.
b) I e II.
c) I e III
d) I, II e IV.
e) II, III e IV.
A QUESTÃO é resolvida, nos termos da CLT:
Art. 58-A. Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou, ainda, aquele cuja duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.
I – Trabalho de 28 horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais. (CERTO)
II – Trabalho de 30 horas semanais, com a possibilidade de horas suplementares semanais. (ERRADO, SEM POSSIBILIDADE DE HORAS EXTRAS).
III – Trabalho de 25 horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais (CORRETO).
IV – Trabalho de 27 horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais. (ERRADO, 26 HORAS). Estão corretos os incisos I e III.
Letra c.
024.(FCC/TRT-21ª/TÉCNICO JUDICIÁRIO/2017) No tocante ao trabalho em regime de tempo parcial e de acordo com as alterações introduzidas pela Lei n. 13.467/2017, considere: Pode haver a prestação de horas extras neste regime desde que a duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.
A QUESTÃO é resolvida, nos termos da CLT:
Art. 58-A. Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou, ainda, aquele cuja duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.
Certo.
026.(INÉDITA/2021) Considera-se abono de férias
a) a faculdade de o empregado converter 1/3 (um terço) do período de férias a que tiver direito no valor da remuneração que lhe seria devida nos dias correspondentes.
b) o gozo de férias anuais remuneradas com, pelos menos, 1/3 (um terço) a mais do que o salário normal.
c) o gozo de férias anuais acrescidas de um período, pelo menos, 1/3 (um terço) a mais do que o normal.
d) a faculdade de o empregado converter 1/3 (um terço) do período de férias a que tiver direito, recebendo o valor equivalente com o adicional de 50% (cinquenta por cento).
e) a faculdade de o empregado converter 1/3 (um terço) do período de férias a que tiver direito, recebendo o valor equivalente com o adicional de 50% (cinquenta por cento), inclusive para o trabalho em regime de tempo parcial.
O empregado não pode dispor de mais que 1/3, ou seja, 10 dias do seu período de férias para fins de venda ao seu empregador e retornar ao trabalho mais rápido. Para tais fins, o empregado pode converter em abono pecuniário um terço do período de férias, em valor correspondente à remuneração que lhe seria devida nos dias correspondentes. Para tanto, ele deve se manifestar até 15 dias antes da conclusão do período aquisitivo. 
Letra a.
028.(INÉDITA/2021) Para o salário pago por comissão, apurar-se-á a média percebida pelo empregado nos 12 (doze) meses que precederem a concessão das férias.
Nesse sentido, diz a CLT:
Art. 142, § 3º Quando o salário for pago por percentagem, comissão ou viagem, apurar-se-á a média percebida pelo empregado nos 12 (doze) meses que precederem à concessão das férias.
Certo.
030.(FCC/TRT-17ª/TÉCNICO JUDICIÁRIO/2004) O pagamento da remuneração das férias, incluindo o abono, deve ser efetuado
a) no primeiro dia de férias.
b) na véspera de sua concessão.
c) até dois dias antes do início das férias.
d) na data do pagamento do mês anterior às férias.
e) até o quinto dia útil do mês da concessão das férias.
Dispõe a CLT:
Art. 145. O pagamento da remuneração das férias e, se for o caso, o do abono referido no art. 143 serão efetuados até 2 (dois) dias antes do início do respectivo período.
Letra c.
031.(FCC/TRT-17ª/TÉCNICO JUDICIÁRIO/2004) Perde o direito às férias o empregado que, no curso do período aquisitivo, deixar de comparecer no trabalho, injustificadamente, por
a) mais de 10 dias.
b) mais de 15 dias
c) mais de 28 dias.
d) 30 dias.
e) mais de 32 dias
VERIFICADO NO PERÍODO AQUISITIVO um número de FALTAS INJUSTIFICADAS superior a 32 deixará o obreiro de adquirir o seu direito de férias no tocante ao seu período aquisitivo.
Letra e.
042.(CESPE/SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DO PARÁ/CONSULTOR/2004) Quando estava em gozo de férias, um empregado de uma padaria fez circular a notícia de que as condições de higiene no local de trabalho eram precárias, não sendo recomendável a aquisição dos produtos ali fabricados. Ao tomar conhecimento desse fato, o empregador solicitou imediata vistoria pela saúde pública, obtendo o atestado de salubridade do local. Nessa situação, e considerando que o trabalhador estava em gozo de férias e que é livre a manifestação do pensamento, nenhuma infração contratual foi por ele cometida.
O fato de o trabalhador estar com seu contrato de trabalho interrompido em razão das férias não o exime de ser penalizado por dispensa por justa causa ou qualquer outra penalidade do poder diretivo, pois ainda é empregado e mantém a boa fé no contrato de trabalho. São assuntos distintos.
Errado.
043.(CESPE/SECRETARIA DE ESTADO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA DO DF/ANALISTA/2004) João tem 35 anos de idade e Manoel, 52. Ambos são empregados de uma loja de departamentos de um shopping center de Brasília e entrarão em férias em janeiro próximo. Com base nessa situação hipotética e na CLT, julgue os itens subsequentes. João e Manoel, com o consentimento do seu empregador, podem parcelar as férias em dois períodos, gozando, por exemplo, 20 dias de férias em janeiro e deixando os outros 10 dias para julho.
A assertiva está CORRETA, pois não existe esse condicionamento na CLT e, ainda, houve revogação dessa possibilidade na Reforma Trabalhista de 2017. A questão foi anterior à Reforma. Logo, não existe essa possibilidade mais de concessão de uma só vez aos empregados maiores de 50 anos de idade. Somente existe quando se trata dos trabalhadores até 18 anos. A prova foi elaborada 
antes da Reforma Trabalhista. Hoje qualquer pessoa pode fracionar seu período de férias.
Certo.
044.(CESPE/SECRETARIA DE ESTADO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA DO DF/ANALISTA/2004) João tem 35 anos de idade e Manoel, 52. Ambos são empregados de uma loja de departamentos de um shopping center de Brasília e entrarão em férias em janeiro próximo. Com base nessa situação hipotética e na CLT, julgue os itens subsequentes. Caso João requeira férias 20 dias antes do término do período aquisitivo, pode converter um terço do período de férias a que tem direito em abono pecuniário.
O empregado não pode dispor de mais que 1/3, ou seja, 10 dias do seu período de férias para fins de venda ao seu empregador e retornar ao trabalho mais rápido. Para tais fins, o empregado pode converter em abono pecuniário um terço do período de férias, em valor correspondente à remuneração que lhe seria devida nos dias correspondentes. Para tanto, ele deve se manifestar até 15 dias antes da conclusão do período aquisitivo. Esse direito não se aplica aos casos de trabalho em tempo parcial nem aos professores.
Certo.
060.(FCC/SANASA CAMPINAS/ANALISTA/2019) Considere a seguinte situação hipotética: João é empregado da SANASA e adquiriu o direito ao gozo de férias após o decurso do prazo de doze meses de vigência de seu contrato de trabalho. Nos termos da Lei Federal n° 13.467/2017, havendo concordância de João, as férias poderão ser usufruídas em até
a) doisperíodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a dez dias.
b) três períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a doze dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a cinco dias corridos, cada um.
c) três períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a quatorze dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a cinco dias corridos, cada um.
d) dois períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a quinze dias.
e) três períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a dez dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a sete dias corridos, cada um.
Com a Reforma Trabalhista, já podem ter três períodos, e, com isso, eliminam-se as alternativas A e D. Assim, as demais se resolvem pela literalidade da CLT: 
Art. 134. As férias serão concedidas por ato do empregador, em um só período, nos 12 (doze) meses subsequentes à data em que o empregado tiver adquirido o direito. 
§ 1º Desde que haja concordância do empregado, as férias poderão ser usufruídas em até três períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a quatorze dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a cinco dias corridos, cada um.
Letra c.
066.(FCC/AFAP-AP/ANALISTA/2019) Ana, com 40 anos de idade, é secretária da Empresa de Cobrança X Ltda. e possui direito ao gozo de férias. Seu empregador propôs que, em vez de usufruir 30 dias corridos de férias, Ana usufrua-as de forma fracionada, em três períodos, para que a empresa não fique com a vaga desfalcada. De acordo com a legislação vigente,
a) não há necessidade da concordância de Ana para que as férias sejam usufruídas em até três períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a 15 dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a 5 dias corridos, cada um.
b) não há necessidade da concordância de Ana para que as férias sejam usufruídas em até três períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a 14 dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a 5 dias corridos, cada um.
c) desde que haja concordância de Ana, as férias poderão ser usufruídas em até três períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a 15 dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a 5 dias corridos, cada um.
d) desde que haja concordância de Ana, as férias poderão ser usufruídas em até três períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a 14 dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a 5 dias corridos, cada um.
e) desde que haja concordância de Ana, as férias poderão ser usufruídas em até dois períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a 14 dias corridos.
É preciso a concordância do empregado e, ainda, estabelecer os prazos mínimos de cada um dos períodos de férias. Neste sentido, a CLT: De acordo com a Reforma Trabalhista, a partir de 11.11.2017 as férias poderão ser usufruídas em até 3 (três) períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a 14 dias corridos, e os demais não poderão ser inferiores a 5 dias corridos cada um, desde que haja concordância do empregado.
Letra d.
067.(FCC/TRT-15ª/ANALISTA/2018) Sandra Feitosa, nascida em 01/03/1959, foi contratada, com seu marido, João Feitosa, nascido em 07/01/1958, para trabalhar na empresa Zigma. Sandra ocupava o cargo de Gerente Comercial e João, o cargo de Vendedor, estando subordinado à sua esposa. Sandra e João programaram uma viagem de férias de 30 dias, prevista para dezembro, e solicitaram ao departamento de recursos humanos a concessão das férias nesse período. O departamento de recursos humanos da empresa negou o pedido de férias, sob o fundamento de que as férias conjuntas prejudicariam a área comercial, em razão da ausência de dois empregados e do aumento das vendas no mês de dezembro. Em função disso, a empresa Zigma determinou que Sandra e João usufruíssem as férias em três períodos, sendo o primeiro de 15 dias, o segundo de 10 dias e o último de 5 dias.
Diante do exposto,
a) a empresa não pode negar o pedido de concessão de férias, uma vez que os membros de uma família, que trabalharem no mesmo estabelecimento ou empresa, terão direito a gozar férias no mesmo período, se assim o desejarem. 
b) a empresa não pode negar o pedido de concessão de férias, porque compete aos empregados escolher a época que melhor consulte seus interesses para descansar. 
c) o fracionamento da concessão das férias de Sandra e João depende da concordância dos empregados. 
d) aos maiores de 50 anos de idade, como Sandra e João, as férias serão sempre concedidas de uma só vez. 
e) o fracionamento da concessão das férias de Sandra e João poderá ocorrer apenas em casos excepcionais e desde que cada período não seja inferior a 10 dias. 
a) Errada. Apesar de terem essa prerrogativa, não podem prejudicar os interesses do empregador.
b) Errada. É de acordo com o interesse do empregador.
d) Errada. Não existe mais essa possibilidade com a Reforma Trabalhista.
e) Errada. Pode ocorrer sempre, desde que as partes concordem.
É preciso a concordância do empregado e, ainda, estabelecer os prazos mínimos de cada um dos períodos de férias. Neste sentido, a CLT: 
De acordo com a Reforma Trabalhista, a partir de 11.11.2017 as férias poderão ser usufruídas em até 3 (três) períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a 14 dias corridos, e os demais não poderão ser inferiores a 5 dias corridos cada um, desde que haja concordância do empregado.
Letra c.

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