Logo Passei Direto
Buscar

Caso clinico 1

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

Prévia do material em texto

Caso clínico 1
Um homem de 27 anos previamente hígido refere dor profunda ao redor
do olho há cerca de um mês. A dor é intensa, não latejante, irradia para
a região frontal e recorre várias vezes ao dia, cessando em 24 horas. O
exame físico é absolutamente normal.
a. Arterite temporal.
b. Síndrome de Tolosa-Hunt.
c. Enxaqueca.
d. Cefaleia em salvas.
e. Dor facial atípica.
Caso clínico 2
Mulher, 39 anos, refere início de cefaleia hemicraniana esquerda há cerca
de três meses, de característica pulsátil, de forte intensidade, com duração
média de 48 horas, sempre precedida por alteração da visão, com sensação
de ver pontos brilhantes por 15 minutos antes do início da dor. Faz uso de
analgésico (Neosaldina) com melhora temporária da dor (“Quando passa o
efeito do remédio, a dor volta”), sendo necessário várias doses ao dia. No
período relatado, teve dores quatro vezes por semana, com tendência de
piora na última semana.
Relata que já teve dor semelhante na adolescência, porém sem alteração
visual, com melhora após a primeira gestação (há 18 anos). Dor piora com
luz muito intensa. Exame físico sem alterações.
a. Arterite temporal.
b. Síndrome de Tolosa-Hunt.
c. Enxaqueca.
d. Cefaleia em salvas.
e. Dor facial atípica.
Caso clínico 3
Homem de 28 anos de idade é examinado por causa de história de seis anos
de cefaleia episódica, bilateral, pulsátil, localizada nas regiões frontais e
temporais. As cefaleias são de intensidade moderada, duram de 6 a 12
horas e são acompanhadas de náusea, fotofobia, visão borrada, tontura
e, ocasionalmente, diarreia. Aliviam quando em posição recostada e se
agravam com movimentos rápidos da cabeça; algumas vezes se associam
com lacrimejamento de ambos os olhos e rinorreia. Usualmente, ocorrem
durante o dia, mas, ocasionalmente, despertam o paciente durante a noite.
As cefaleias são ocasionalmente provocadas por estresse e precedidas por
episódio de fadiga e bocejo. O exame físico geral e o exame neurológico
são normais. Qual dos diagnósticos seguintes é o mais provável? Assinale
a alternativa correta.
a. Migrânea sem aura.
b. Cefaleia do tipo tensional.
c. Cefaleia em salvas.
d. Cefaleia associada com rinusopatia.
e. Hemicrania paroxística.
Caso clínico 4
Uma paciente em sua primeira profilaxia para migrânea, com crises quatro
a cinco vezes por mês, em uso de propranolol 40mg três vezes ao dia, não
apresenta qualquer melhora da cefaleia após um mês de tratamento. Qual
é a conduta em relação ao tratamento medicamentoso nessa primeira
consulta de revisão? Assinale a alternativa correta.
a. Manter a medicação e reavaliar em 30 dias.
b. Aumentar em 50% a dose do propranolol.
c. Trocar a profilaxia para valproato de sódio.
d. Associar flunarizina 10mg à noite.
e. Prescrever corticoide via oral por sete dias.
Caso clínico 5
Paciente de 35 anos, do sexo feminino, procura se consultar devido a dores
de cabeça que iniciaram há 18 anos e atualmente ocorrem em mais de
20 dias por mês, ao menos oito destes com características que permitem
classificá-las como migranosas. Em diário, verifica-se o uso de ao menos 20
comprimidos de anti-inflamatórios/mês e 10 comprimidos de triptanos/
mês, ao longo dos últimos seis meses. Qual é o diagnóstico? Assinale a
alternativa correta.
a. Migrânea episódica com abuso de analgésicos.
b. Migrânea crônica e provável cefaleia por abuso de analgésicos.
c. Migrânea crônica com abuso de analgésicos.
d. Cefaleia tensional crônica com abuso de analgésicos.
e. Cefaleia tensional episódica com abuso de analgésicos.
Caso clínico 6
Uma mulher de 50 anos de idade refere cefaleia episódica (quatro vezes
por mês) de caráter latejante e localizada nas regiões frontais. As crises
são de intensidade moderada a forte, duram de 6 a 12 horas, acrescidas de
náusea, mas sem fotofobia ou fonofobia. Ela acredita que as dores possam
estar relacionadas a episódios de sinusite, conforme sugerido pelos
familiares. Além disso, a paciente vem investigando a possibilidade de
glaucoma, pois apresentou uma pressão intraocular ligeiramente elevada.
Em relação ao caso clínico descrito, assinale a alternativa incorreta.
a. O topiramato ou a nortriptilina poderiam ser utilizados neste caso,
tendo em vista se tratar de migrânea sem aura.
b. A sinusopatia é o diagnóstico possível para esta paciente, já que
nesta condição a presença de cefaleia na região frontal pode ser
indicativa da doença sinusal.
c. Trata-se de um caso de migrânea sem aura, portanto, a avaliação
neurológica está indicada.
d. A ausência de foto e fonofobia não excluem o diagnóstico de
migrânea sem aura.
e. Neste caso, a profilaxia estaria indicada, sendo o propranolol uma
das primeiras opções de tratamento.

Mais conteúdos dessa disciplina