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BOA NOITE PESSOAL
Professor: Luiz Gonzaga Bella Neto
Disciplina: Gestão da Qualidade e
Produtividade
Formação: Superior em Logística.
Especialização: MBA em Administração e
MBA em Logística Internacional.
Professor: De técnico em logística e
produção por mais de 3 anos
Profissional: Com mais de 10 anos no ramo
da logística e mais de 7 anos na área de
gestão e programação.
Atualmente: Trabalho como consultor
empresarial e especificamente com
implantação e customização dos sistemas
TOTVS nos processos das empresas.
REGRAS GERAIS
SEM CELULAR (SILENCIOSO) = PARA USO, SÓ
ABRIREI EXCEÇÕES POR ALGUM ASSUNTO
ESPECIFICO O QUAL VAMOS AVALIAR JUNTOS.
SEM CONVERSA PARALELA QUE NÃO SEJA DO
ASSUNTO ABORDADO EM SALA DE AULA.
HORARIOS DE AULA, NA SALA DE AULA (ISSO
INCLUI SINAL PARA VOLTAR DO INTERVALO).
Vocês estão aqui para aprender e se tornarem
profissionais ainda mais completos e melhores!
Além de seu professor, quero ser o parceiro de vocês!
Estamos do mesmo lado e no mesmo time!
Seu aprendizado vai depender somente de você e do
seu interesse!
O seu sucesso no futuro, está ligado no que você faz
no presente(hoje)!
O estudo juntamente com a pratica é o único caminho
para se chegar ao pote de ouro!
Por que tudo isso professor?
3 Perguntas básicas...
O que você espera aprender com esta matéria?
Qual é o seu sonho profissional?
O que você fará para chegar até lá?
1º Estudo de Caso: Planejamento e Controle da Produção
2º Estudo de Caso: Gerenciamento de Produção Eficiência OEE
3º Estudo de Caso: Implementação de Práticas de Produção Enxuta
4º Montar uma empresa em grupo com o conceito de Gestão da
Qualidade e Produtividade que serão abordados em sala de aula. Neste
conceito que será apresentado deve conter as ferramentas de acompanhamento,
ganho de produtividade e qualidade total dos processos, serviços e produtos,
poderá se basear em cases reais que deram certo a partir do momento em que
se propôs a melhoria continua na empresa.
5º Extra Estudo de Caso - Gestão da Qualidade
Prova 1º Trimestre dia: 18/04
Trabalho para entregar e apresentar dia: 13/06
Prova final dia: 20/06
Como Iremos Trabalhar?!!
27/06 Prova de
Recuperação
TRABALHO FINAL DO SEMESTRE
Montar uma empresa em grupo com o conceito de
Gestão da Qualidade e Produtividade que serão
abordados em sala de aula. Neste conceito que será
apresentado deve conter as ferramentas de
acompanhamento, ganho de produtividade e
qualidade total dos processos, serviços e produtos,
poderá se basear em cases reais que deram certo a
partir do momento em que se propôs a melhoria
continua na empresa.
Gestão da Qualidade e
Produtividade
Planejamento e Controle de
Processos e Produção
Definição:
Planejamento e Controle da Produção (PCP) É
um setor, área ou departamento que, partindo
dos objetivos da empresa, planeja e programa
a produção e as operações da empresa, bem
como as controla adequadamente para tirar o
melhor proveito possível em termos de
eficiência e eficácia.
Começando pelo PCPP e sua Gestão
Planejamento e Controle de
Processos e Produção
Conceitos:
Planejamento é o processo derivado da
função da administração de planejar, que
significa especificar os objetivos a serem
atingidos e decidir antecipadamente as
ações apropriadas que devem ser
executadas para atingir esses objetivos. É
um processo intelectual, a determinação
consciente de cursos de ação, a tomada
de decisão com base em objetivos, fatos
e estimativas submetidas à análise.
Planejamento e Controle de
Processos e Produção
Controle é a função administrativa que
consiste em medir, avaliar e corrigir o
desempenho ou os resultados para assegurar
que os objetivos da empresa sejam plenamente
atingidos. A tarefa do controle é verificar se
tudo está sendo feito em conformidade com
que foi planejado e organizado, de acordo com
as ordens dadas, para identificar possíveis erros
ou desvios que devam ser corrigidos e evitar
sua repetição.
Planejamento e Controle de
Processos e Produção
Produção é o termo genérico utilizado para
designar os seguintes casos possíveis:
Produção = Fabricação de componentes
Produção = Fabricação de componentes +
Montagem
Produção = Fabricação de componentes +
Montagem + Distribuição
Produção = Suprimento + Fab.de componentes
+ Montagem + Distribuição
Planejamento e Controle de
Processos e Produção
É o departamento que permite a continuidade
dos processos produtivos na empresa. Controla
a atividade de decidir sobre o melhor emprego
dos recursos de produção, assegurando assim,
a execução do que foi previsto no tempo e
quantidade certa e com os recursos corretos.
Em resumo, o PCP trata dados de diversas
áreas, transforma-os em informações, suporta
a produção para que o produto seja entregue
na data e quantidade solicitada.
Planejamento e Controle de
Processos e Produção
As atividades que o PCP executa deverão
atender aos seguintes questionamentos:
O que produzir?
Quanto produzir?
Onde produzir?
Quando produzir?
Com o que produzir?
Com quem produzir?
Para atingir seus objetivos, o PCP administra
informações vindas de diversas áreas do
sistema produtivo. Da Engenharia do Produto
são necessárias informações contidas nas listas
de materiais de desenhos técnicos, da
Engenharia de Processo os roteiros de
fabricação e os lead times, no Marketing
buscam-se os planos de vendas e pedidos
firmes, a Manutenção fornece os planos de
manutenção, Compras/Suprimentos informa as
entradas e saídas dos materiais em estoques,
dos Recursos Humanos são necessários os
programas de treinamento, Finanças fornece o
plano de investimentos e o fluxo de caixa,
entre outros relacionamentos.
Planejamento no PCP
• Planejamento estratégico da produção
• Planejamento-mestre ou Tático da produção
• companhamento e controle da produção/operacional
Planejamento e Controle de
Processos e Produção
As atividades do PCP são exercidas nos três
níveis hierárquicos de planejamento e controle
das atividades produtivas de um sistema de
produção.
Estratégico: Onde são definidas as políticas
estratégicas de longo prazo da empresa, o PCP
participa da formulação do Planejamento
Estratégico da Produção, gerando um plano de
produção.
Planejamento e Controle de
Processos e Produção
Tático: onde são estabelecidos os planos de
médio prazo para a produção, o PCP
desenvolve o Planejamento Mestre da
Produção (PMP).
Operacional: Onde estão preparados os
programas de curto prazo de produção e
realizando o acompanhamento dos mesmos, o
PCP prepara a programação da produção
administrando estoques, seqüenciando,
emitindo e liberando as ordens de compras,
fabricação e montagem, bem como executa o
acompanhamento e controle da produção.
FLUXOGRAMA DE ATIVIDADES
DO PCP
Planejamento Estratégico da Produção
Longo prazo
Planejamento Mestre da Produção (Tático)
Médio prazo
Programação da Produção (Operacional)
Curto prazo
Controle da Produção
Administração dos estoques
Seqüenciamento
Emissão e liberação
Ordens de montagem
Ordens de compras
Ordens de fabricação
Planejamento e Controle de
Processos e Produção
Planejamento Estratégico – longo prazo
Planejamento estratégico compreende a
tomada de decisões sobre qual o padrão de
comportamento que a organização pretende
seguir, produtos e serviços que pretende
oferecer, e mercados e clientes que pretende
atingir. Define a razão de ser e os objetivos de
longo prazo da organização, estabelece os
programas de ação para alcançá-los e aloca os
recursos necessários para tanto.
Planejamento e Controle de
Processos e Produção
A característica básica destaetapa do
planejamento é a visão geral dos objetivos sem
grandes detalhamentos que serão tratados nas
etapas seguintes. Geralmente é elaborado pela
direção ou alta gerência e abrange toda a
estrutura organizacional de uma empresa.
Planejamento Mestre da Produção ou Tático –
médio prazo
Planejamento-mestre da produção: “...consiste
em estabelecer um plano mestre de produção
(PMP) de produtos finais, detalhando a médio
prazo, período a período, a partir de um plano
de produção, com base nas previsões de
vendas de médio prazo ou nos pedidos em
carteira já confirmados. O plano de produção
considera família de produtos, o PMP
especifica itens finais que fazem parte dessas
famílias.
Planejamento e Controle de
Processos e Produção
Com base no estabelecimento do PMP, o
sistema produtivo passa a assumir
compromissos de fabricação e montagens dos
bens e serviços. Ao executar o plano mestre da
produção e gerar um PMP inicial, o PCP deve
analisá-lo quanto às necessidades de recursos
produtivos quanto a finalidade de identificar
possíveis gargalos que possam inviabilizar esse
plano quando de sua execução a curto prazo.
Planejamento Mestre da Produção ou Tático
integra a estrutura da organização para fazer
frente aos desafios estratégicos estabelecidos.
Embora não seja de longo prazo, sua aplicação
deve ir além dia-a-dia, tendo uma visão de
médio prazo, analisando a organização como
um todo e estabelecendo planos para alcançar
os objetivos estratégicos. Como é nesta fase
onde os recursos começam a ser detalhados, os
planos de investimentos e treinamentos aqui
devem ser indicados.
Planejamento e Controle de
Processos e Produção
Programação da Produção - Curto prazo
A administração dos estoques: Dentro da função PCP é
importante pois é responsável pela definição do
planejamento das quantidades e seus controles e para tanto
é necessário equacionar três variáveis básicas:
a) O tamanho dos lotes de reposição – relacionado aos custos
envolvidos com a reposição e manutenção dos estoques no
sistema produtivo (lote econômico);
b) O tamanho dos estoques de segurança – relacionado aos
erros de previsão;
c) O modelo de controle de estoques – relacionado à
importância relativa do item e seu sistema de produção.
Programação da Produção - Curto prazo
A administração dos estoques: Dentro da
função PCP é importante pois é responsável
pela definição do planejamento das
quantidades e seus controles e para tanto é
necessário equacionar três variáveis básicas:
a) O tamanho dos lotes de reposição –
relacionado aos custos envolvidos com a
reposição e manutenção dos estoques no
sistema produtivo (lote econômico);
b) O tamanho dos estoques de segurança –
relacionado aos erros de previsão;
c) O modelo de controle de estoques –
relacionado à importância relativa do item e
seu sistema de produção.
1º Estudo de Caso – Planejamento e
Controle da Produção
FUNÇÕES DO ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DA
PRODUÇÃO
► O primeiro passo na ação do acompanhamento e
controle da produção é a coleta e o registro dos dados
sobre o emprego de máquinas, homens e materiais, as
informações devem estar disponíveis tão logo o
programa de produção seja liberado, acelerando a
identificação de desvios entre o programado e o
executado, contudo muita atenção deve ser dada as
questões ligadas à integridade dos dados e real
necessidade de se coletar tal informação
QUANDO E COMO UTILIZAR O PCP
Utiliza-se o planejamento e o controle em todo o processo
de produção, desde antes dele e após estar concluído.
“Planejamento e controle de capacidade é a tarefa de
determinar a capacidade efetiva da operação produtiva, de
forma que ela possa responder à demanda”.
“O MRP é um sistema que ajuda as empresas a fazer
cálculos de volume e tempo similares a esses, mas numa
escola e grau de complexidade maiores”.
O Just in Time é uma abordagem disciplinada, que visa
aprimorar as produtividade global e eliminar os
desperdícios. O planejamento e controle de projetos, então,
tornam-se importantes porque toda empresa está envolvida
com projetos.
GESTÃO DA PRODUTIVIDADE
Devemos sempre considerar os cálculos de capacidade:
1º - Devemos considerar o tempo disponível de trabalho da
máquina, equipamento ou atividade (Ex. 24hs menos o tempo do
almoço, jantar e ceia – 3hs = tempo disponível de 21hs);
GESTÃO DA PRODUTIVIDADE
2º - Quem limita a produção é a operação que demanda
maior tempo (recomendo a leitura do livro “A Meta – Eliyahu M
Goldratt e Jeff Cox”, ou seja, a operação gargalo, conforme
ilustrado à seguir. Vamos supor que esta operação necessite de 6
minutos para ser executada;
3 º - Deve-se sempre determinar a eficiência que
pretendemos trabalhar, normalmente para cálculos de
equipamentos e linhas produtivas adota-se de 80 à 90% de
eficiência, devido à mudanças de produtos (set up’s), desperdício
de tempo aguardando material, necessidades pessoais (banheiro,
água, ...).
GESTÃO DA PRODUTIVIDADE
OEE – Média de Eficiência dos Equipamentos
Leva em consideração o produto de alguns fatores como:
- Produtividade – é a relação do que deveria ser produzido
em um determinado tempo e o que realmente foi feito;
- Qualidade – é a relação de produtos produzidos que
deveriam estar com boa qualidade e os que foram refugados;
- Disponibilidade – é o tempo em que uma máquina ou
equipamento está disponível para trabalhar e o quanto foi perdido
por falta de material, quebra, falta de funcionário,...
Produção na Organização -Modelo de Transformação
Recursos
transformados
input
Materiais
Informações,
Consumidores
INPUT
Instalações,
Pessoal
Recursos de
transformação
input
Ambiente
OUTPUT
Ambiente
Bens
e
Serviços
PRODUTIVIDADE
► A questão da evolução da produtividade vem
ganhando cada vez mais espaço no debate econômico
em razão da necessidade de os países assegurarem sua
competitividade dentro de um cenário globalizado.
► A partir de 1990, passou-se à adoção de políticas
liberais de comércio, com o fim das
barreiras não-tarifadas e a diminuição de certas tarifas.
PRODUÇÃO X PRODUTIVIDADE X EFICIÊNCIA
Produtividade é a relação direta entre o que se produz (tempo)
e o que deveria ser produzido (tempo) seu resultado é dado em
porcentagem (%). Detalhe importante, na produtividade o
tempo parado por motivo de falta de matéria prima, energia,
quebra de máquina é descontado do tempo disponível.
Eficiência é resultante do trabalho indireto do homem sobre a
produção, isto é depende dos órgãos auxiliares como:
• Da Racionalização Industrial, na determinação dos
padrões de tempos e métodos.
• Da Supervisão da produção, na manutenção dos
métodos de trabalho e disciplina na mão de obra.
• Da Manutenção, no reparo eficiente das máquinas,
equipamentos e instalações.
• Do Planejamento, na seqüência lógica da produção.
• Do Recurso Humanos que contrata gente que vive
faltando.
Gestão da Produção
Ponto de Pedido
Como o próprio nome já revela, o conceito de
ponto de pedido nada mais é que o momento
que o empresário poderá fazer novo pedido de
compra dos produtos.
Para formar o ponto de pedido, é necessário
conhecer um pouco o fornecedor, pois é nas
informações dele que será gerado o coeficiente
do ponto de pedido.
Pontos que devem ser levados em
consideração para formatar o ponto de pedido
Gestão da Produção
Emissão do Pedido de Compra
Pode até passar despercebido, mas é
importante quantificar o tempo de emitir o
pedido para o fornecedor.
Nesse processo ainda pode haver os tempos de
cotação de diversos fornecedores.
Preparação do Pedido de Compra
Tempo que o fornecedor leva para preparar o
produto e deixá-lo disponível para fazera
entrega.
Na maioria dos casos o fornecedor irá comprar
a mercadoria da fabricante, mas em alguns
casos onde a mercadoria é um produto
manipulado, o fornecedor necessitará de um
tempo para a produção e expedição.
Gestão da Produção
Transporte das Mercadorias
Tempo para o transporte da mercadoria do
fornecedor até a empresa.
Esse é o processo que mais perdesse tempo,
que é o despacho da mercadoria do fornecedor
até a empresa. Algumas mercadorias podem
ser de rápida entrega, mas outras podem durar
meses, geralmente ligadas com importação.
Ao conhecer essas variáveis será mais fácil
construir um ponto de pedido mais próximo da
realidade.
Gestão da Produção
Calculando o Estoque Mínimo
O Estoque Mínimo - também conhecido
como Estoque de Segurança, é a quantidade
mínima que deve existir no estoque. Ela se
destina a cobrir os atrasos de reposição por
parte do fornecedor, e tem a finalidade de
garantir que o produto não irá faltar.
Gestão da Produção
Para uma empresa que possui um determinado
produto que comercializa em média 50
unidades por mês e seu fornecedor demora 5
dias para entregar, como poderemos calcular o
ponto de pedido
C = Média de Consumo das Mercadorias
por dia
TR = Tempo de Reposição por dia
Emn = Estoque mínimo.
Emn = Estoque mínimo.
Emn = C (dia) * TR (dia)
Emn = 1,66 * 5 = 8,33
Gestão da Produção
Calculando o Ponto de Pedido
Para ajudar a inserir o ponto de pedido nas
mercadorias, basta colocar em prática uma
formula conhecida pela prática de gestão do
estoque.
PP = C * TR + Emn
PP = Ponto de Pedido
C = Média de Consumo das Mercadorias
por dia
TR = Tempo de Reposição por dia
Emn = Estoque mínimo.
Gestão da Produção
Em outras palavras, Ponto de Pedido, é igual a
média de Consumo das Mercadorias ( C ),
multiplicado pela quantidade de dias que
aguardaremos para a reposição( TR ), mais o
Estoque Mínimo.
É importante somar o estoque mínimo ao
ponto de pedido para saber que, quando o
estoque de determinada peça ter o saldo de x
unidades, será necessário iniciar o processo de
pedido de compras.
Gestão da Produção
Exemplo:
Para uma empresa que possui um determinado
produto que comercializa em média 50
unidades por mês e seu fornecedor demora 5
dias para entregar, como poderemos calcular o
ponto de pedido
PP = C (dia) * TR (dia) + Emn
PP = 1,66 * 5 + 8,33
PP = 16,66 – Média 17 Unidades.
Dessa maneira, é possível manter o estoque
mínimo em dia e evitar a ruptura do estoque.
Gestão da Produção
Gestão da Produção
A curva de experiência ABC, também chamada
de análise de Pareto ou regra 80/20, é um
método de categorização de estoques, cujo
objetivo é determinar quais são os produtos
mais importantes de uma empresa. Verifica
também que 80% dos problemas são
geralmente causados por 20% dos fatores. A
classificação ABC dos itens, ou gráfico de
Pareto que baseia-se no seguinte princípio –
“poucos itens (20%) são responsáveis pela
maioria dos eventos realizados (80%)”.
Gestão da Produção
Gestão da Produção
Trata-se de classificação estatística de
materiais, baseada no princípio de Pareto, em
que se considera a importância dos materiais,
baseada nas quantidades utilizadas e no seu
valor. Também pode ser utilizada para
classificar clientes em relação aos seus volumes
de compras ou em relação à lucratividade
proporcionada; classificação de produtos da
empresa pela lucratividade proporcionada, etc.
Gestão da Produção
De Classe A: É o agrupamento de uma pequena
porcentagem de itens, responsável por uma
grande parcela da receita bruta ou lucro da
empresa. Cada empresa possui seu percentual
específico, mas, normalmente, apenas estão
classificados nesse grupo até 20% dos itens.
Esses itens são responsáveis por 80% do
faturamento da empresa.
Gestão da Produção
De Classe B: Essa classe conta com 30% dos
itens categorizados e costuma representar 15%
das vendas da empresa. Ou seja, ficam com um
percentual intermediário de importância para a
gestão.
De Classe C: Representa a maior parte dos
itens, algo em torno de 50%, mas possui pouca
representatividade para as receitas da
empresa, ficando com apenas 5%.
Gestão da Produção
2º GERENCIAMENTO DE PRODUÇÃO
EFICIÊNCIA OEE
O que é Produção Empurrada?
Produção Empurrada é determinado a partir
do comportamento do mercado. Neste
modelo, a produção em uma empresa começa
antes da ocorrência da demanda pelo produto.
Ou seja, a produção depende de uma ordem
anteriormente enviada, geralmente advinda de
um sistema MRP (Material Requirement
Planning). Após o recebimento de tal ordem, é
feita a produção em lotes de tamanho padrão.
Aqui não existe qualquer relação com a real
demanda dos clientes da empresa.
Gestão da Produção
Produção Empurrada:
O chamado fluxo contínuo de produção
também não tem importância neste modelo de
produção, uma vez que a produção ocorre
isoladamente em cada unidade fabril utilizada
no processo. Desta forma, é enviada uma
ordem de produção ao setor responsável, que
produz os itens e depois os “empurra” para a
próxima etapa do processo produtivo, daí o
nome “produção empurrada”. O controle do
que deve ser produzido, qual quantidade e em
que momento, é realizado pelo MRP.
Gestão da Produção
O que é Produção Puxada?
A produção puxada controla as operações
fabris sem a utilização de estoque em processo.
Neste modelo, diferentemente da produção
empurrada, o fluxo de materiais ganha
relevante importância. Aqui, a demanda gerada
pelo cliente é o “start” da produção. O controle
de o que, quando e como produzir é
determinado pela quantidade de produtos em
estoque. Assim, a operação final do processo
“percebe” a quantidade de produtos vendidos
aos clientes, e que, naturalmente, saíram do
estoque, e as produz para repor o consumo
gerado.
Gestão da Produção
Produção Puxada
Desta forma, cada processo produtivo “puxa”
as peças fabricadas no processo anterior,
eliminando, assim, a programação das etapas
do processo produtivo através do MRP. Neste
tipo de produção o consumo do cliente é que
determina a quantidade produzida, gerando o
que chamamos de sistema com nível mínimo
de inventário. (Aqui se podemos e devemos
usar o conceito Just in Time)
Por fim, faz-se importante ressaltar que é
possível utilizar este dois tipos de sistema
produtivo em um único sistema, com produção
puxada e empurrada em pontos distintos do
processo. Esta integração dá-se com a
utilização do Sistema Kanban em harmonia
com o MRP, entre outros.
JIT – Just in Time
Just in time é um sistema de administração da
produção que determina que nada deve ser
produzido, transportado ou comprado antes
da hora certa. Just in time é um termo inglês,
que significa literalmente “na hora certa” ou
"momento certo".
O sistema Just in Time (JIT) pode ser aplicado
em qualquer organização e é muito importante
para auxiliar a reduzir estoques e os custos
decorrentes do processo.
Com este sistema, o produto ou matéria-prima
chega ao local de utilização somente no
momento exato em que for necessário, ou seja,
os produtos somente são fabricados ou
entregues a tempo de serem vendidos ou
montados, não existe estoque parado.
O próprio conceito do termo é relacionado a
produção por demanda, onde primeiramente
vende-se o produto para depois comprar a
matéria-prima e só depois fabricá-lo ou montá-
lo.
JIT – Just in Time
Just in time e Kanban
O Kanban é um método de organização que
consiste na marcação dos processos e etapas
de uma produção através de cartões ou
sinalizadores, como os post-its, por exemplo.
O Kanban permite um controle mais acertado
sobre os detalhes de uma produção, como
informações sobrequando, quanto e o que
produzir.
Este método organizacional foi inicialmente
aplicado justamente nas empresas japonesas
que funcionavam sob o sistema Just in Time,
como a Toyota, por exemplo.
JIT – Just in Time
Principais características :
Disposição física das máquinas – ênfase no
layout visando ganhos de tempo no processo;
Política de fornecedores – o tratamento é
diferente do praticado no sistema tradicional.
Os fornecedores são tratados como membros
da equipe de produção;
JIT – Just in Time
Principais características :
Qualidade absoluta – é essencial para o
funcionamento ideal deste sistema uma vez
que não são previstos folgas para retrabalho
nem estoques para suprir problemas de
produção;
Manutenção – ênfase na manutenção
preventiva visando garantir a disponibilidade
dos equipamentos quando necessário;
Organização – limpeza e arrumação assim
como conservação das instalações são exigidas
dos funcionários;
Utilização do sistema Kanban de
movimentação de ordens e materiais.
O que é Kanban:
Kanban é um termo de origem japonesa e
significa literalmente “cartão “
ou “sinalização”.
Nesses cartões são colocadas indicações sobre
uma determinada tarefa, por exemplo, “para
executar”, “em andamento” ou “finalizado”. A
utilização de um sistema Kanban permite um
controle detalhado de produção
com informações sobre quando, quanto e o
que produzir
O que é Kanban:
Especificação do processo e do centro de trabalho;
Descrição do item, com o código e especificação;
Local e lote onde deve ser armazenado após a
produção;
Tamanho padrão do lote a ser produzido;
Número de emissão deste cartão em relação ao
número total de cartões de produção para este
item;
Relação dos materiais necessários para a produção
deste item e local onde se deve buscá-los;
Código de barras em casos de utilização em
sistemas informatizados como banco de dados do
ERP.
Kanban:
Filmes
Gestão da Produção
Gestão da Produção
REVISÃO PARA
PROVA
Metodologia KAIZEN
A História
Nos anos 50, os japoneses retomaram as ideias da
administração clássica de Taylor para renovar sua
indústria e criaram o conceito de KAIZEN, para um
aprimoramento contínuo.
Com o conceito releva-se a importância do gemba
(termo japonês que significa "local real"), o local de
trabalho é onde o verdadeiro valor é criado.
O Criador
Masaaki Imai nasceu em 1930, na cidade de Tóquio.
Graduado em Relações Internacionais, em 1955, pela
Universidade de Tokyo, Imai trabalhou durante vários
anos na Toyota.
Fundou a Cambridge Corporation em 1962, onde
operou como consultor de companhias japonesas.
Em 1986, fundou o KAIZEN Institute, em Austin, Texas,
para ajudar a introduzir os conceitos do KAIZEN nas
companhias ocidentais. Desde então, a metodologia
se tornou popular nos Estados Unidos.
Imai é autor de nove livros que tratam do kaizen e
tópicos relacionados à administração, que serviram de
base para inúmeras empresas aplicarem a filosofia
KAIZEN.
Conceito
KAIZEN é uma palavra de origem japonesa que
significa mudança para melhor, usada para
transmitir a noção de melhoria contínua na vida
em geral, seja ela pessoal, familiar, social e no
trabalho.
No contexto empresarial, o KAIZEN é uma
metodologia que permite baixar os custos e
melhorar a produtividade.
Cultura
Baseado na filosofia e nos princípios socioculturais
orientais. Essa prática visa o bem não somente da
empresa como do homem que trabalha nela.
Exige o comprometimento de todos os indivíduos da
empresa, desde o operário até o gerente,
constantemente, para identificar todos os tipos
diferentes de desperdício no trabalho para poder
eliminá-los.
Ideologia
Para o KAIZEN, trabalha-se e vive-se de forma mais
equilibrada e satisfatória possível, se pelo menos três
quesitos forem atendidos: estabilidade financeira e
emocional ao empregado, clima organizacional agradável e
ambiente simples e funcional.
E é sempre possível fazer melhor, nenhum dia deve passar
sem que alguma melhoria tenha sido implantada, seja ela
na estrutura da empresa ou no indivíduo. As mudanças
feitas devem ser graduais e nunca bruscas, para não
perturbar o equilíbrio da estrutura.
Benefícios
Maximização da produtividade
Maximização da rentabilidade
Reduções nos custos de produção
Sem investimentos significativos
Motivação dos colaboradores
Capacidade de adequação às mudanças
Aplicabilidade
• Reconhece e elimina os desperdícios existentes na
empresa, sejam em processos produtivos, produtos
novos ou manutenção de máquinas.
• As atividades da metodologia envolvem não apenas os
processos produtivos, mas também as áreas de
marketing, vendas, desenvolvimento, administrativas e
financeiras.
Os Dez Mandamentos do KAIZEN
1. O desperdício é o inimigo nº1. Para eliminá-lo é preciso sujar
as mãos.
2. Melhorias graduais feitas continuadamente; não é ruptura
pontual.
3. Todos na empresa tem de estar envolvidos, desde os
gestores do topo e intermédios, até o pessoal de base; a
metodologia não é elitista.
4. A estratégia deve ser barata. O aumento da produtividade
deve ser feito sem investimentos significativos. Não se deve
aplicar somas astronômicas em tecnologia e consultorias.
5. Aplicar-se em qualquer lugar; não serve só para os
japoneses.
Os Dez Mandamentos do KAIZEN
6. Apoia-se numa gestão visual, numa total transparência de
procedimentos, processos e valores; torna os problemas e
os desperdícios visíveis aos olhos de todos.
7. Focaliza a atenção no local onde se cria realmente o valor
('gemba', em japonês).
8. Orienta-se para os processos.
9. Dá prioridade às pessoas, ao humanware; acredita que o
esforço principal de melhoria deve vir de uma nova
mentalidade e estilo de trabalho das pessoas (orientação
pessoal para a qualidade, trabalho em equipe, cultivo da
sabedoria, elevação da moral, autodisciplina, círculos de
qualidade e prática de sugestões individuais ou de grupo)
10.O lema essencial da aprendizagem organizacional é
aprender fazendo.
Os 5s's e o KAISEN
Os 5s's são conceitos que funcionam como base do KAIZEN:
Seiton: sentido de organização do material necessário para
a produção de alguma coisa. Desta forma, os funcionários
não perdem tempo procurando esses materiais.
Seiri: conceito que implica a distinção entre coisas
essenciais e não essenciais, separando as duas categorias,
para que as coisas menos importantes fiquem guardadas
onde não perturbam a atividade normal.
Os 5s's e o KAISEN
Seiso: está relacionado com a limpeza, e indica que as
áreas onde é feito o trabalho deve estar asseado, para que
a produtividade não seja afetada.
Seiketsu: conceito relacionado com a higiene e a
manutenção de um ambiente satisfatório e sadio para os
trabalhadores.
Shitsuke: remete para a disciplina, determinação, honra e
retidão de caráter. Princípios que garantem o
cumprimento dos anteriores elementos e que facilitam o
alcance do sucesso.
E Continua a Melhoria Contínua...
Conceito de Qualidade
VERIFICAR OS
RESULTADOS
DA TAREFA
EXECUTADA
(CHECK) V C
Ciclo PDCA para Melhorias
rj
Ferramenta: Ciclo de Deming ou Ciclo do PDCA
Método de gestão, ou uma forma de trabalho que
orienta o processo de tomada de decisão para o
estabelecimento das metas e dos meios e ações
necessárias para executá-las e acompanhá-las, a fim
de garantir a sobrevivência e o crescimento da
organização.
O Ciclo do PDCA foi desenvolvido na década de 1930
por Walter A. Shewhart nos Estados Unidos, no Bell
Laboratories. Ele analisou estatisticamente o controle
de processos e criou um modelo para ser aplicado na
abordagem de qualquer problema, qualquer situação.
Deming,famoso estatístico americano, propagou
essas ideias no Japão do pós-guerra e como
resultado tivemos a popularização pelo mundo da
técnica e da qualidade dos produtos japoneses.
Basicamente o ciclo PDCA consiste em agir em quatro
fases, representadas pelas iniciais, em inglês, dos
procedimentos a serem adotados: plan, do, check, act.
A ferramenta PDCA é uma sigla dos termos em
inglês que significa:
P – Plan – Planejar
D – Do – Executar, Fazer
C – Check – Checar, Verificar
A – Action – Agir, Ação
Ao fazer alguma atividade, faça da melhor forma
possível. Evolua e, para ficar excelente, faça isso de
forma sustentável – sem retrocessos, melhorando
sempre, cada vez mais.
Também conhecido como Método Gerencial Básico
da Qualidade, o PDCA é um método para Controle de
Processos.
O PDCA se aplica geralmente quando há metas de
melhorias, das quais é a melhor forma de gestão, de
persistência nos resultados planejados.
Uma vez obtidos esses resultados, deve-se revê-los –
busca sempre a melhoria contínua.
O PDCA se aplica também a processos de rotina,
onde já existem procedimentos operacionais
padronizados. Nesses casos, ele é também chamado
de SDCA, o S sendo referente a STANDARD
(Padrão). Se aplica na manutenção dos resultados,
mas com garantia da qualidade.
Melhoria Contínua
Passos:
1º - Definir o Problema – Utilizando fatos e dados, deve-se definir
claramente qual é o resultado que precisa ser melhorado;
2º - Levantar históricos – Descrever a frequência em que o
problema ocorre, como e suas consequências;
3º - Definir Tema, Ganho Esperado e Meta – Neste passo
precisamos saber onde estamos e onde queremos chegar.
4º - Nomeie Responsáveis pelas tarefas e um cronograma de
execução.
Melhoria Contínua
Passos:
5º - Formar uma visão inicial das possíveis causa do problema,
realizando um “brainstorming” e em seguida dispondo as
prováveis causas em um diagrama de Causa e Efeito;
Melhoria Contínua
Passos:
6º - Investigar as possíveis causas levantadas, buscando entender
como ocorre os problemas e desenhando um fluxo de como a
tarefa é executada, apontando os pontos que influenciam no
resultado indesejável.
Melhoria Contínua
Passos:
7º - Através da estratificação é possível entender as variáveis
importantes e disponibilizar as informações de forma gráfica, tais
como:
- Turno;
- Operador;...
Melhoria Contínua
Passos:
8º - Neste momento deve-se fazer algumas experiências para
validação das causas, evidenciando as mais prováveis e
destacando-as das demais.
Melhoria Contínua
Passos:
9º - Deve-se então elaborar um plano de ação (5W2H), treinar
todos envolvidos e acompanhar frequentemente até que todas
ações tenham sido finalizadas.
Melhoria Contínua
Passos:
10º - Neste momento devemos verificar a efetividade das ações,
os resultados que estão sendo obtidos e ganhos financeiros.
Melhoria Contínua
Passos:
11º - Sendo os resultados obtidos positivos, deve-se alterar os
padrões e comunicar amplamente à todos envolvidos.
Melhoria Contínua
Passos:
12º - Finalmente deve-se efetuar uma reflexão sobre os efeitos das
possíveis causas remanescentes e de tudo que funcionou ou
precisa ser melhorado para a próxima tarefa, afinal a melhoria
deve ser CONTÍNUA.
3º Estudo de Caso - Implementação de
Práticas de Produção Enxuta
KPI
(Key Process Indicators)
• KPI são os Indicadores Chaves de Processos, todas
empresas devem utilizar indicadores para acompanhar se
os resultados estão seguindo conforme o planejado, onde
nos casos em que estejam fora das metas estabelecidas,
as mesmas devem criar planos de ações (5W1 ou 2H),
visando retomar o caminho para se tornar rentável e
eficaz.
KPI
(Key Process Indicators)
• Os KPI’s devem abranger todos os departamentos da
empresa e normalmente devem conter no mínimo 4
quesitos:
RH
Prazo
KPI
(Key Process Indicators)
• Segue exemplo de indicador utilizado em
empresas.
KPI
(Key Process Indicators)
Gestão da Qualidade
5W2H
O 5W2H basicamente, é um checklist de
determinadas atividades que precisam ser
desenvolvidas com o máximo de clareza
possível por parte dos colaboradores da
empresa. Ele funciona como um mapeamento
destas atividades, onde ficará estabelecido o
que será feito, quem fará o quê, em qual
período de tempo, em qual área da empresa e
todos os motivos pelos quais esta atividade
deve ser feita.
Gestão da Qualidade
O 5W2H é perfeito para a elaboração de
projetos, controle de processos e gestão de
qualidade, uma vez que ele permite uma visão
abrangente e de fácil entendimento de todas
as questões e fases envolvidas.
Esta ferramenta é extremamente útil para as
empresas, uma vez que elimina por completo
qualquer dúvida que possa surgir sobre um
processo ou sua atividade.
Em um primeiro momento pode até parecer
complicado, mas ele recebe este nome devido
as iniciais em inglês para cada uma das etapas
que o compõem, que na verdade tratam-se de
perguntas pertinentes e fundamentais a
qualquer processo empresarial ou plano de
ação:
Gestão da Qualidade
What? (O quê?)
When? (Quando?)
Who? (Quem?)
Where? (Onde?)
Why? (Por quê?)
How? (Como?)
How much? (Quanto custa?)
Gestão da Qualidade
WHAT – Quais são os resultados dessa atividade?
Quais atividades são dependentes dessa?
WHO – Quem executará determinada atividade?
Quem depende da execução dessa atividade?
WHEN – Quando será o início da atividade? Quando
será o término?
WHY – Por que essa atividade é necessária? Por que
A foi escolhido para executar essa atividade?
WHERE – Onde a atividade será executada? Onde
serão feitas as reuniões da equipe?
HOW – Como essa atividade será executada? Como
acompanhar o desenvolvimento dessa atividade?
HOW MUCH – Quanto custará essa atividade?
Quanto tempo está previsto para a atividade?
► 1S - Arrumação: Identificação de dados e informações
necessárias e desnecessárias para decisões.
► 2S - Ordenação: Determinação do local de arquivo
para pesquisa e utilização de dados a qualquer
momento. Deve-se estabelecer um prazo de 5 minutos
para se localizar um dado.
► 3S - Limpeza: Sempre atualização e renovação de
dados para ter decisões corretas.
► 4S - Asseio: Estabelecimento, preparação e
implementação de informações e dados de fácil
entendimento que serão muito úteis e práticas para
decisões.
► 5S - Autodisciplina: Habito para cumprimento dos
procedimentos determinados pela empresa.
Gestão da Qualidade
Programa 5 S
Aplicação na Produção
► 1S - Arrumação: Identificação dos equipamentos,
ferramentas e materiais necessários e desnecessários nas
oficinas e postos de trabalho.
► 2S - Ordenação: Determinação do local especifico ou
layout para os equipamentos serem localizados e
utilizados a qualquer momento.
► 3S - Limpeza: Eliminação de pó, sujeira e objetos
desnecessários e manutenção da limpeza nos postos de
trabalho.
► 4S - Asseio: Ações consistentes e repetitivas visando
arrumação, ordenação e limpeza e ainda manutenção de
boas condições sanitárias e sem qualquer poluição.
► 5S - Autodisciplina: Habito para cumprimento dos
procedimentos especificados pelo cliente.
Gestão da Qualidade
Programa 5 S
GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL
► A gestão da qualidade total (em língua inglesa "Total
Quality Management" ou simplesmente "TQM")
consiste numa estratégia de administração orientada a
criar consciência da qualidade em todos os processos
organizacionais.
◦ aumenta a satisfação e a confiança dos clientes;
◦ aumenta a produtividade;
◦ reduz os custos internos;
◦ melhora a imagem e os processos de modo
contínuo;
◦ possibilita acesso mais fácil a novos mercados.
A ISO é uma organização não governamental
internacional, que reúne umaquantidade muito grande
de organizações nacionais de normalização.
A normalização é uma atividade que tem como
premissa a obtenção de um elevado grau de
desempenho em um determinado contexto.
Proporcionar às organizações condições de
competirem no mercado através de permanente
transferência de tecnologia, melhoria na qualidade de
vida, na saúde, na segurança e na preservação do
meio ambiente, credibilidade entre as organizações,
sociedades e indivíduos.
ISO
Os objetivos da Normalização
Segundo Marshall Jr. – FGV 2003, eles podem ser
classificados da seguinte forma:
Economia – proporcionar a redução da crescente
variedade de produtos e procedimentos;
Comunicação – proporcionar meios mais eficientes de
troca de informações entre o fabricante e o cliente,
melhorando a confiabilidade das relações comerciais;
Segurança – proteger a vida e a saúde;
Proteção do consumidor – prover a sociedade de
meios eficazes para aferir a qualidade dos bens e
serviços;
Eliminação de barreiras técnicas e comerciais – evitar
a existência de regulamentos conflitantes sobre bens
e serviços em diferentes países, facilitando assim, o
intercâmbio comercial.
Cronologia das Normas ISO
A ISO 9000-2000 foi publicada em dezembro de 2000
com o objetivo de atualizar a antiga norma ISO
9000/1994, substituindo as versões ISO 9001, 9002 e
9003 de 1994.
Outros padrões dessa série são:
ISO 9000-2000
Estabelece princípios e vocabulários
ISO 9004-2000
Enfoca as diretrizes para incremento de performance
ISO-19011-2002
Composta das diretrizes para auditoria da qualidade
e/ou sistema de gerenciamento ambiental – cujos
princípios estão contidos na ISO 14001-1996
Os nove (9) Requisitos Básicos da ISO 9001-2000
1- A organização focada no cliente – As organizações
dependem de seus clientes e, portanto têm a
obrigação de compreender as necessidades atuais e
futuras dos clientes, atender os requisitos dos clientes
e lutar para exceder as expectativas;
2- Objetivo – É especificar os requisitos de um
sistema de gestão da qualidade. Esses requisitos são
usados para que uma organização demonstre sua
capacidade de fornecer bens ou serviços de acordo
com os requisitos do cliente e quanto pretende
aumentar a satisfação do mesmo;
3- Referências Normativas – Trata dos fundamentos e
do vocabulário de um sistema de gestão da qualidade;
4- Termos e Definições - Qualidade é definida como o
grau em que um conjunto de características inerentes
satisfaz requisitos;
5- Sistema de Gestão da Qualidade – Apresenta os
requisitos gerais de um sistema de gestão da
qualidade. Abrange todo o modelo de processo na sua
integração horizontal e vertical. Os principais
elementos contemplam a elaboração do manual da
qualidade, o controle de documentos e o controle de
registros da qualidade;
6- Responsabilidade da Administração – Todas as
ferramentas que permitem garantir a capacidade de
análise da funcionalidade do sistema, sua melhoria
contínua, além de promover as necessárias
modificações no sistema de qualidade, na política de
qualidade e nos objetivos e metas de qualidade;
7 - Gestão de Recursos – Foca a disponibilização dos
recursos financeiros, materiais infraestrutura, de
pessoal capacitado, tecnologia, etc...;
8 -Realização do Produto (bens ou serviços) –
Compreende o planejamento, o desenvolvimento, a
fabricação e os acompanhamentos necessários à
adequada execução dos bens ou serviços.
9 - Medição, Análise e Melhoria – Compreende o
monitoramento interno dos resultados que engloba:
auditorias internas, acompanhamento e medição dos
processos dos bens e serviços realizados, controle
das não conformidades, análise dos indicadores e
planejamento de melhoria contínua, ações corretivas e
ações preventivas.
Entre os diversos benefícios que podemos
verificar com a implementação da ISO 9001,
podemos destacar:
A redução de não conformidade de bens e serviços;
Eliminação de retrabalho e do custo com garantia e
reposição;
Aumento da competitividade;
Redução do custo operacional;
Maior sustentação em disputas judiciais;
Melhoria de imagem e reputação;
Aumento da participação no mercado nacional e em
mercados internacionais;
Melhor relacionamento técnico e comercial com o
cliente;
Maior integração entre os processos e departamentos
da empresa;
Melhor desempenho organizacional pela promoção do
treinamento, da qualificação e da certificação pessoal.
Gestão da Qualidade e
Produtividade
Diagrama de Ishikawa
Diagrama de Ishikawa, também conhecido
como Diagrama de Causa e Efeito ou Diagrama
Espinha de peixe, é um gráfico cuja finalidade é
organizar o raciocínio em discussões de um
problema prioritário, em processos diversos,
especialmente na produção industrial.
O Sistema permite estruturar hierarquicamente
as causas potenciais de determinado problema
ou oportunidade de melhoria
Em sua estrutura, as prováveis causas dos
problemas (efeitos) podem ser classificadas
como sendo de seis tipos diferentes quando
aplicada a metodologia 6M:
Método: toda a causa envolvendo o método
que estava sendo executado o trabalho;
Material: toda causa que envolve o material
que estava sendo utilizado no trabalho;
Mão-de-obra: toda causa que envolve uma
atitude do colaborador (ex: procedimento
inadequado, pressa, imprudência, ato inseguro,
etc.)
Gestão da Qualidade e
Produtividade
Máquina: toda causa envolvendo a máquina
que estava sendo operada;
Medida: toda causa que envolve os
instrumentos de medida, sua calibração, a
efetividade de indicadores em mostrar as
variações de resultado, se o acompanhamento
está sendo realizado, se ocorre na frequência
necessária, etc.
Meio ambiente: toda causa que envolve o
meio ambiente em si (poluição, calor, poeira,
etc.) e, o ambiente de trabalho (layout, falta de
espaço, dimensionamento inadequado dos
equipamentos, etc.).
Gestão da Qualidade e
Produtividade
Gestão da Qualidade e
Produtividade
Tempestade de ideias;
Ajuda a desistir de ideias estabelecidas (mudança
de paradigma)
Tem o objetivo de encontrar uma ou mais solução
para um problema, ou criar novas ideias;
O enunciado do problema deve ser claro para os
participantes;
Equipe pequena (4 a 8);
Uma pessoa é o facilitador e outra documenta as
ideias;
Não se deve fechar a ideia até levantar todos os
fatos (atraso de julgamento);
Ferramenta Brainstorm
O problema pode ser dividido em parte menores;
Bate papo direcionado;
O mérito é compartilhado;
Promove o uso da imaginação e quebra das
barreiras mentais;
Não procura falha nas ideias (sem preconceito ou
censura) e nem deixa de explora-las;
Ferramenta Brainstorm
Equipes mistas (mulheres, homens e pessoas
poucos envolvidas no processo);
Pode ser em grupo, ou você pode fazer sozinho;
Pode ser verbal ou escrito, solto ou pré-definido;
Ferramenta Brainstorm
Ferramenta HISTOGRAMA
Na estatística, um histograma é uma
representação gráfica da distribuição de
frequências de uma massa de medições,
normalmente um gráfico de barras verticais.
Foi desenvolvido por Guerry em 1833 para
descrever sua análise de dados sobre crime.
Desde então, os histogramas tem sido
aplicados para descrever os dados nas mais
diversas áreas.
É uma das Sete Ferramentas da Qualidade;
Tem aparência próxima ao diagrama de
Pareto, mas envolve a medição de dados
(tempo, temperatura, altura, entre outros) e
mostra sua distribuição conforme a frequência
em que aparecem.;
Esta técnica torna visível a concentração dos
dados verificados, e a análise de suas
variações ao longo do tempo é muito rica.
Ferramenta HISTOGRAMA
A construção de histogramastem caráter
preliminar em qualquer estudo, pois é um
importante indicador da distribuição de dados.
Pode indicar se uma distribuição aproxima-
se de uma função normal, por exemplo.
A maneira como esses dados se distribuem
contribui de uma forma decisiva na
identificação dos dados, pois descrevem a
frequência com que variam os processos e a
forma de distribuição dos dados como um todo.
Ferramenta HISTOGRAMA
QUANDO USAR O HISTOGRAMA?
Verificar o número de produto não conforme.
Determinar a dispersão dos valores de
medidas em peças.
Em processos que necessitam ações
corretivas.
Para encontrar e mostrar através de gráfico
o número de unidade por cada categoria.
VANTAGENS
Visão rápida de análise comparativa de uma
sequência de dados históricos;
Rápido de elaborar, tanto manual como com o
uso de um software (Por exemplo, o Excel, da
Microsoft);
Facilita a solução de problemas, principalmente
quando se identifica numa série história a
evolução e a tendência de um determinado
processo.
DESVANTAGENS
Fica ilegível quando se necessita a
comparação de muitas sequencias ao mesmo
tempo;
Quanto maior o tamanho de (n) maior o custo
de amostragem e teste;
Para um grupo de informações é necessário a
confecção de vários gráficos a fim de que se
consiga uma melhor compreensão dos dados
contidos no histograma.
REALAÇÃO COM OUTRAS
FERRAMENTAS
Folha de verificação: para anotar os dados
confirmando a variabilidade do processo.
Digrama de causa efeito: através dos dados
obtidos do histograma, pode-se usar o
diagrama de causa e efeito para atacar a
causa mais provável.
REALAÇÃO COM OUTRAS
FERRAMENTAS
Diagrama de Pareto: o histograma envolve a
medição dos dados, temperatura, dimensão, etc.
fazendo-se a combinação com o Diagrama
Pareto que mostra o tipo do defeito.
Obtêm com os
dois o tipo de
defeito com o
número da
variação
existente.
REALAÇÃO COM OUTRAS
FERRAMENTAS
Ferramenta Folha de Verificação
Quando você quiser fazer um
levantamento de dados.
Folha de Verificação é uma
ferramenta para permitir uma
coleta de dados eficaz.
Facilita para a pessoa que vai fazer
o levantamento dos dados e
também para quem vai analisá-los
posteriormente.
Defeito tipo:
Tambor n° Incompleto Sujo Enferrujado Amassado
Total
Assinatura
125 x
182 X
207 x
3 2 1
Produto:__________________
Data:_____/_____/_____
Inspetor:_________________
(continuação)
Ferramenta Folha de Verificação
Assinalar o número de cadeiras com
defeitos
Defeito no local n°
1 xxx
2 xxxxx
3 x
4 xx
Total 11
Cadeiras inspecionadas: 120
1
2
3
4
Assinatura
Produto:__________________
Data:_____/_____/_____
Inspetor:_________________
(continuação)
Ferramenta Folha de Verificação
Ferramenta CARTAS DE
CONTROLE DE PROCESSOS
A Carta de Controle, ou Carta de Shewhart, foi
desenvolvida na década de 1920 pelo estatístico
norte-americano Walter Shewhart e é utilizada
para o acompanhamento de processos.
A carta de controle é uma das ferramentas mais
utilizada nas empresas e indústrias.
É utilizada para determinar se o processo está
operando em controle estatístico e é
representada por um gráfico em execução que
inclui estatisticamente limites de controle superior
e inferior.
Ferramenta CEP – CONTROLE
ESTATÍSTICO DO PROCESSO
Objetiva a capacitação dos processos, de modo
a atender as especificações de projeto, e
manter uma cultura de implementação da
melhoria contínua. Assim temos:
Redução de refugos e retrabalhos;
Identificação das causas dos problemas,
visando ações corretivas e preventivas;
Estabilização do processo;
Garantia da qualidade do produto final;
Tomada de decisões com base racional e não
emocional.
Ferramenta CARTAS DE CONTROLE
DE PROCESSOS
Objetivo de uma carta de controle é
identificar quaisquer alterações indesejadas em
um processo, sendo que quando ocorrerem
mudanças, estas serão sinalizadas por pontos
anormais em um gráfico.
INDICADORES PARA MONITORAMENTO DO
CEP
•Gráficos de evolução dos índices de capacidade.
•Gráficos de evolução da implementação.
•Gráficos para monitorar a eficácia do CEP.
•Planos de Ação
COMO UTILIZAR A CARTA DE
CONTROLE
•Primeiramente é importante determinar o
que será controlado (diâmetro de um cilindro,
altura de uma haste, etc.). Após isto, é
necessário definir o tamanho da amostra que
será coletada e de quanto em quanto tempo
serão realizadas as amostragens (1 hora, 1
dia, 1 semana etc.).
Por último, basta definir o limite superior e o
limite inferior da carta controle:
LSC – Limite Superior de Controle
LIC – Limite Inferior de Controle
LM/LC – Linha média ou linha central
COMO UTILIZAR A CARTA DE
CONTROLE
Matriz sugestiva de responsabilidades na
realização de CEP
C
o
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Coleta de dados
Cálculo Limites de Controle
Análise da Estabilidade
Eliminação de Causas
Especiais
Análise de Capacidade
Redução de Causas Comuns
As funções dos gráficos são:
“Mostrar evidências de que um processo esteja
operando em estado de controle estatístico e
dar sinais de presença de causas especiais de
variação para que medidas corretivas
apropriadas sejam aplicadas”.
“Manter o estado de controle estatístico
estendendo a função dos limites de controle
como base de decisões”.
“Apresentar informações para que sejam
tomadas ações gerenciais de melhoria dos
processos”
Modelo de ferramenta gráficos de
controle:
ANÁLISE DOS PROCESSOS
Processo sob controle ou estável
Quando todos os pontos estão em torno da
média, indica que o seu processo está “sob
controle”, ou estável, e a linha de produção está
produzindo produtos de boa qualidade.
Obs.: A existência de uma sequência de 15 ou
mais pontos consecutivos contidos no terço
central indica necessidade de recalcular os
Limites de Controle. Isto é devido à melhoria do
processo, e o recálculo é necessário, quando
viável, para evitar que o processo retorne à
condição anterior.
BENEFÍCIOS DAS FERRAMENTAS GRÁFICOS DE
CONTROLE
Um aumento na porcentagem de produtos
capazes de satisfazer aos requisitos do
cliente.
Uma diminuição do retrabalho e sucata,
diminuindo, consequentemente, os custos de
fabricação.
Aumenta a probabilidade geral de produtos
aceitáveis.
Informações para melhoria do processo.
A aplicação da ferramenta estatística na
indústria, tem como objetivo estudar melhor os
produtos e ocorrências de não conformidades
nos processos de fabricação.
Ferramenta Estratificação
Quando você quer descobrir exatamente onde
está o seu problema. Economiza os esforços de
melhoria.
É uma ferramenta para planejar o estudo a ser
feito.
Estratificar significa separar por estrados, ou
seja, por camadas, por partes.
Por exemplo – ao estudar a produtividade da
empresa que tem 10 máquinas produzindo o
mesmo item, fazer o estudo estratificando,
isto é, verificando a produtividade por
máquina, e não na empresa como um todo.
Isto permite perceber se as máquinas estão
semelhantes ou algumas se apresentam
diferentes.
Ferramenta Estratificação (continuação)
Verifique os defeitos, quantidades,
resultados, etc., por:
Turno
Turma da manhã
Máquina Lote
Lote 125Máquina A
photoxpress.com
Ferramenta Estratificação
(continuação)Verifique os defeitos, quantidades,
resultados, etc., por:
Turno
Turma da
Noite
Máquina Lote
Lote 126Máquina B
photoxpress.com
Ferramenta Estratificação
(continuação)
Estratifique e analise dentro de cada
estrato.
Máquina A
Puxa! A máquina A produz 20
% mais defeitos que a B!!!
photoxpress.com
Ferramenta Estratificação
(continuação)
Desdobramento dos dados;
Agrupamento, classificação, estratificação..
Ferramenta Estratificação
(continuação)
Diagramas de Dispersão
Os Diagramas de dispersão são representações de
duas ou mais variáveis que são organizadas em um
gráfico, uma em função da outra.
Diagramas de Dispersão
Ferramenta: Gráfico de Pareto
A regra de Pareto foi criada por um economista
italiano do século XIX, chamado Vilfredo Pareto. Ele
observou que 80% da riqueza estavam concentrados
em 20% da população.
Esta relação (20 X 80) foi verificada quando se
relacionava a outras situações e realidades.
Por exemplo, 80% dos problemas de uma
organização geralmente resultam de 20% das
possíveis causas; 80% dos nossos resultados
resultam de 20% dos nossos esforços; 20% dos
clientes são responsáveis por 80% dos rendimentos.
Ferramenta – MATRIZ G U T
Método utilizado para se estimar a prioridade de
problemas identificados.
Permite classificar cada problema de acordo com a
sua Gravidade (G), Urgência (U) e Tendência (T).
Cada um desses parâmetros é pontuado numa escala
de 1 a 5, dependendo do nível de G, U e T. Quanto
menor o valor atribuído representará menos G, menos
U e menos T.
Ferramenta – MATRIZ G U T
Ferramenta – MATRIZ G U T
Gravidade: impacto do problema sobre coisas,
pessoas, resultados, processos ou organizações e
efeitos que surgirão a longo prazo, caso o problema
não seja resolvido.
Urgência: relação com o tempo disponível ou
necessário para resolver o problema.
Tendência: potencial de crescimento do problema,
avaliação da tendência de crescimento, redução ou
desaparecimento do problema.
Após a pontuação, calcula-se o resultado através de
G X U x T.
O resultado apontará os problemas de maior
prioridade.
Ferramenta – Fluxograma
Representação gráfica do fluxo de informações do
processo. O estabelecimento do fluxograma é
fundamental para o registro, conhecimento e
entendimento do processo.
Deve ser representado em duas situações: atual
(como o processo é realizado no momento em que
está sendo identificado e representado) e a proposta
(situação que deverá trazer um ganho de
desempenho no processo).
Baseado na comparação entre os dois fluxos, o gestor
poderá optar pelo fluxo que melhor proporcione um
aumento de desempenho.
Ergonomia
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Extra Estudo de Caso - Gestão da
Qualidade
4º ENTREGA DE TRABALHO FINAL
• Entrega e apresentação do trabalho em grupo
REVISÃO PARA
PROVA
Boa prova e Sucesso