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UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA - UFOB
CENTRO MULTIDISCIPLINAR DE LUÍS EDUARDO MAGALHÃES
BRUNA DOS SANTOS SILVA – Número de matrícula: 2016001871
ELEILSON BENTOS SOUSA – Número de matrícula: 151302013
MARCELO RICARDO DA SILVA - Número de matrícula: 151302022
MARCIELE ALINE BRUSCHI – Número de matrícula: 2016002378
LEI DE HOOKE
LUÍS EDUARDO MAGALHÃES
2017
1
BRUNA DOS SANTOS SILVA
ELEILSON BENTOS SOUSA
MARCIELE ALINE BRUSCHI
MARCELO RICARDO DA SILVA
LEI DE HOOKE
Relatório técnico apresentado como requisito
parcial para obtenção de aprovação na
disciplina Física Experimental I no curso de
Engenharia de Biotecnologia, na
Universidade Federal do Oeste da Bahia.
Prof. Dr. Heveson Lima de Matos
Data de Entrega: 11/10/2017.
LUÍS EDUARDO MAGALHÃES
2017
2
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO TEÓRICA ......................................................................................................... 3
1.1 OBJETIVO GERAL ..................................................................................................... 4
1.1.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ................................................................................ 4
2. MATERIAIS E MÉTODOS ........................................................................................................ 5
2.1 MATERIAIS UTILIZADOS ........................................................................................ 5
2.2 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL ........................................................................ 5
3. RESULTADOS E DISCUSSÕES ........................................................................................ 5
4. CONCLUSÕES ......................................................................................................................... 8
APÊNDICE A – tratamento de dados ....................................................................................... 9
APÊNDICE B – cálculos do coeficiente elástico .................................................................... 19
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................................... 22
3
1. INTRODUÇÃO TEÓRICA
Diversas forças estão relacionadas a ocorrência de ações envolvendo objetos, e
essas forças estão ligadas aos estudos da física cujo conhecimento foram se acumulando
no decorrer do tempo em que novas descobertas foram realizadas com o auxílio de
diversos estudiosos que procuravam explicar diversas forças entre elas a força elástica
que possuem a forma matemática igual a força de uma mola. [1]
No campo da física a uma grande quantidade de forças especificas conhecidas
que explicam diversos fenômenos que ocorrem no dia-a-dia, entre as existentes podemos
citar as forças conhecidas como forças de interação fundamental que é dedicada as
interações forte e fracas, interações eletromagnéticas, interações gravitacionais e a força
elástica, chamada lei de Hooke, uma homenagem ao físico inglês Robert Hooke que foi
o primeiro a demonstrar de forma teórica que objetos elásticos apresentavam deformações
proporcionais a uma força elástica ao esticar ou comprimir tal corpo por meio de uma
força. [2]
Através da lei de Hooke é possível se calcular através do deslocamento de um
corpo a deformação da força que foi exercida, tornando a força F proporcional ao
deslocamento x no extremo da mola que ocupa o espaço liberado indo até a posição
original ocupada pela mola quando ela se apresenta em seu estado normal. Tendo a força
elástica sua equação representada por:
Fe = Kx (1)
Sendo representada a força elástica como Fe, a constante elástica como K que
tem como unidade de medida newton por metro (N/m) e o deslocamento como x. Como
a força elástica está sempre de forma oposta ao sentido do deslocamento este pode ser
calculado por ∆𝑥 = 𝑥0 − 𝑥 tendo o sinal negativo devido a posição contraria da força
elástica em relação ao deslocamento. De acordo com a distensão realizada na mola a força
restauradora é proporcional a ela, assim o valor de k quanto maior for mais rígida será a
mola tornando assim uma situação em que se pode utilizar forças de equilíbrio estático
descrita pela formula:
|�⃗� | = |𝐹 | (2)
4
Dessa forma o modulo da força peso mg = |�⃗� | então teremos a seguinte formula:
𝑚𝑔 = 𝑘∆𝑥. (3)
Com a formula da equação montada é possível através da construção de um
gráfico que expressa mg×∆x medir o valor de k. A partir de dados experimentais
demonstrados no decorrer do experimento se utilizara a equação da reta sendo esta:
𝑦 = 𝑚𝑥 + 𝑛 (4)
Através da equação da reta é possível obter o (m) denominado coeficiente
angular e o (n) como coeficiente linear, o x é tido como variável independente e y a
variável dependente, equiparando com e equação da força elástica onde encontra-se o
valor da constante elástica (k) cuja forma é denominada como:
𝑦 = 𝑚𝑥 + 𝑛 ≡ 𝐹 = 𝑘∆𝑥 (5)
Na formula y = F, assim como m = k e x = ∆𝑥.
Para a obtenção do gráfico de forma correta é necessário ajustar os dados
obtidos com a equação teórica afim de obter o gráfico com os valores das variáveis
dependente e independente através da equação linear.
1.1 OBJETIVO GERAL
Entender e comprovar a Lei de Hooke verificando experimentalmente a relação
força peso com a distensão obtida da mola, assim como apresentar a forma de medição
da constante de mola de acordo a lei de Hooke.
1.1.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Apresentar como a constante de mola baseada na lei de Hooke pode ser medida;
• Compreender a teoria da constante elástica 𝑘, e seu uso;
• Construir um gráfico a partir de dados obtidos da força peso em função da
distensão;
5
• Analise comportamental do gráfico;
• Calcular o coeficiente angular da reta com base nos dados fornecidos;
• Verificar as deformações ocorridas em uma mola, através de um peso acoplado
em sua extremidade.
2. MATERIAIS E MÉTODOS
2.1 MATERIAIS UTILIZADOS
• Um dinamômetro;
• Uma mola;
• Suporte para mola com tripé e escala graduada;
• Dois porta pesos a serem aferidos;
• Conjunto de pesos a serem aferidos;
• Uma régua.
2.2 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Primeiramente mediu-se a mola sem nenhum peso vinculado, para se obter o
comprimento da mesma, sendo ela fixada a um suporte contendo uma régua graduada
milimetricamente. Em seguida foi analisado a medida da distensão da mola com as
respectivas massas. Este procedimento foi realizado três vezes seguidas para cada massa.
Posteriormente, repetiu-se novamente todo o processo de medição com massas diferentes,
ou seja, durante o experimento foram acrescentadas as massas uma a uma no porta peso
e analisadas as diferentes distensões da mola. Todos os procedimentos anteriores foram
repetidos utilizando um dinamômetro.
3. RESULTADOS E DISCUSSÕES
Ao esticar uma mola esta tende a retornar ao seu estado de equilíbrio, ou seja,
seu estado original. Segundo a lei de Hooke,assim que uma força F é aplicada sobre os
extremos da mola logo apresentara deformação. A quantidade de força exercida sobre a
mola irá depender da sua rigidez que está diretamente relacionada a constante elástica,
6
dessa forma o valor de k varia de acordo com a resistência da mola, quanto mais alto for
este valor maior será a força aplicada para que ela se expanda.
Através da deformação de uma mola é possível demonstrar a constante elástica,
que está diretamente ligada a medida de sua rigidez.
A constante elástica é uma medida da dureza da mola [3]. A deformação da mola
é fortemente influenciada pelo seu valor de constante elástica. Sabe-se também que
existem dois tipos de deformação, a elástica e a plástica. Quanto a deformação elástica,
já se sabe que se trata de uma deformação temporária, ou seja, que acontece enquanto há
uma força sendo exercida sobre a mesma, mas esta tende a voltar ao seu estado natural
quando não há mais força sobre o sistema. Já na deformação plástica o objeto não retorna
ao seu estado natural após sofrer uma interação de forças, ou seja, há uma deformação
permanente, que ocorre quando as forças de interação se excedem aos limites da
deformação plástica. Portanto, quanto mais rígida for a mola, maior será a sua constante
elástica, menor será a sua deformação elástica. Representando no gráfico, para molas
rígidas, maior seria a inclinação da reta, ao inverso, para molas flexíveis, menor seria a
inclinação da reta.
Tabela 1 - Constante elástica do dinamômetro e da mola com suas respectivas
incertezas
K (N/m)
Mola (17,15 ± 0,85)
Dinamômetro (19,5± 1,43)
A partir da equação modificada (5),, obteve-se resultados para a constante
elástica (k) do dinamômetro e da mola, os quais se encontram na tabela 1. A partir desses
resultados foram plotados os gráficos 1 e 2, os quais se encontram no apêndice C. Os
cálculos realizados para encontrar a constante elástica (k), assim como os demais, estão
presentes no apêndice A.
A partir das observações feitas no gráfico 1 pode-se concluir que este apresenta
um comportamento linear e crescente seguindo a lei de Hooke, pois através das medidas
7
iniciais e das distensões dos instrumentos, após a inserção de pesos, estes sofreram uma
certa deformação elástica voltando ao seu comprimento original ao se retirar os pesos.
Os resultados obtidos das medidas de distensões do dinamômetro e da mola, com
diferentes pesos, foi de k= 17,15N/m com distensões relativamente menores comparas
com a do dinamômetro com K=19,5N/m, tendo-se que os pesos colocados ao
dinamômetro possuem uma massa inferior, quando comparadas aos pesos colocados à
mola. Os resultados das medidas de distensões da mola e do dinamômetro com cada peso
descritos nas tabelas A1 e A.2 comparados com os resultados obtidos das constantes
elásticas descritos na tabela 2, equipara-se a lei de Hooke, explicando o fato da
deformação da mola estar ligada a uma maior ou menos constante elástica que irá
dificultar ou não o alongamento de uma mola.
Além disso, pode-se calcular o valor do coeficiente angular (m) de cada reta
ajustada aos dados. Para o dinamômetro obteve-se os valores de 𝑚𝑚𝑖𝑛 = 18,78 N/m e de
𝑚𝑚𝑎𝑥= 20,21 N/m; para a mola 𝑚𝑚𝑖𝑛= 16,30 N/m e 𝑚𝑚𝑎𝑥= 17,99 N/m. Esses valores
fornecem a constante elástica quando se calcula a média entre os resultados obtidos do
coeficiente angular mínimo e máximo. Os cálculos podem ser conferidos no Apêndice B.
Através da deformação de uma mola é possível demonstrar a constante elástica,
que está diretamente ligada a medida de sua rigidez. A deformação está dividida em dois
tipos, elástica e plástica. Na elástica haverá uma deformação em um espaço de tempo, ou
seja, mesmo com uma força exercida sobre a mola, está tende a retornar ao seu estado
normal assim que a força é encerrada. Já na forca plástica ocorrera uma deformação
permanente devido ao fato das forças de interação ultrapassarem os limites da mola,
impedindo-a de retornar ao seu estado de equilíbrio. Portanto o gráfico é capaz de
demostrar através da inclinação da reta o quão rígida será uma mola ou um dinamômetro,
pois quanto maior a inclinação da reta maior a sua constante elástica e menor a sua
deformação.do contrário, quanto menor for a inclinação da reta mais flexível a mola se
tornará.
Ao executar o experimento o dinamômetro e a mola não apresentaram nenhuma
modificação que ultrapassassem seus limites. Apenas notou-se a deformação elástica,
dessa forma os pesos usados possibilitaram que a mola voltasse ao seu estado de
equilíbrio após a retirada dos mesmos.
8
4. CONCLUSÕES
Portanto baseado nos conhecimentos apresentados sobre a lei de Hook, tornou-
se possível a compreensão sobre essa lei que explica o comportamento gerado por objetos
elásticos. A partir do experimento realizado em laboratório, utilizando molas cujo
objetivo foi baseado em analisar os dados obtidos da constante elástica desses
instrumentos pode-se observar que para o dinamômetro o valor da constante elástica foi
de 19,5N/m e o da mola de 17,15N/m. Assim o uso desses dois instrumentos foi de grande
importância para a compreensão de como a força elástica age em diferentes situações e
objetos sendo esta fundamental na exemplificação da constante elástica de acordo com a
lei de Hooke.
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APÊNDICE A – tratamento de dados
Coleta de dados e cálculo de média, desvio padrão, desvio padrão da média,
incerteza instrumental, incerteza combinada, deslocamento e propagação da incerteza.
A.1. Dinamômetro
Tabela A.1.1. – Medidas da 1ª massa = 0,01 (kg) com o suporte
Medidas (Xi̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋1̅̅ ̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋1̅̅ ̅)² m²
1 0,005 0,0 0,0
2 0,005 0,0 0,0
3 0,005 0,0 0,0
�̅� = ∑
𝑋𝑖
n
n
i=1
=
0,015
3
= 0,005m
σ2 =
1
𝑛 − 1
∑(𝑋𝑖 − 𝑋1̅̅ ̅)
2
n
i=1
= 0,0 m
σA =
σ
√n
=
0,0
√3
= 0,0m
σB = 0,5 × 10
−3 m
σ2𝐶 = σ
2
A + σ
2
B = 0,5 × 10
−3 m
X̅1 = (0,0050 ± 0,0005) m
Tabela A 1.2. – Medidas da 2ª massa = 0,02 (kg) com o suporte
Medidas (𝑿𝒊̅̅ ̅)m (𝑋𝑖 − 𝑋2̅̅ ̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋2̅̅ ̅) ² m²
1 0,010 0,0 0,0
2 0,010 0,0 0,0
3 0,010 0,0 0,0
10
�̅�2 = ∑
𝑋𝑖
n
n
i=1
=
0,03
3
= 0,010 m
σ2 =
1
𝑛 − 1
∑(𝑋𝑖 − 𝑋2̅̅ ̅)
2
n
i=1
= 0,0 m
σA =
σ
√n
=
0,0
√3
= 0,0 m
σB = 0,5 × 10
−3 m
σ2𝐶 = σ
2
A + σ
2
B = 0,5 × 10
−3 m
X̅2 = (0,0100 ± 0,0005) m
Tabela A.1.3. – Medidas da 3ª massa = 0,03 (kg) com o suporte
Medidas (Xi̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋3̅̅ ̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋3̅̅ ̅) ² m²
1 0,015 0,0 0,0
2 0,015 0,0 0,0
3 0,015 0,0 0,0
�̅�3 = ∑
𝑋𝑖
n
n
i=1
=
0,045
3
= 0,015 m
σ2 =
1
𝑛 − 1
∑(𝑋𝑖 − 𝑋3̅̅ ̅)
2
n
i=1
= 0,0 m
σA =
σ
√n
=
0,0
√3
= 0,0 m
σB = 0,5 × 10
−3 m
σ2𝐶 = σ
2
A + σ
2
B = 0,5 × 10
−3 m
X̅3 = (0,0150 ± 0,0005) m
11
Tabela A.1.4. – Medidas da 4ª massa = 0,04 (kg) com o suporte
Medidas (Xi̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋4̅̅ ̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋4̅̅ ̅)² m²
1 0,020 0,0 0,0
2 0,020 0,0 0,0
3 0,020 0,0 0,0
�̅�4 = ∑
𝑋𝑖
n
n
i=1
=
0,06
3
= 0,020 m
σ2 =
1
𝑛 − 1
∑(𝑋𝑖 − 𝑋4̅̅ ̅)
2
n
i=1
= 0,0 m
σA =
σ
√n
=
0,0
√3
= 0,0 m
σA = 0,5 × 10
−3 m
σ2𝐶 = σ
2
A + σ
2
B = 0,5 × 10
−3 m
X̅4 = (0,0200 ± 0,0005) m
Tabela A.1.5. – Medidas da 5ª massa = 0,05 (kg) com o suporte
Medidas (Xi̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋5̅̅ ̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋5̅̅ ̅)² m²
1 0,0250,0 0,0
2 0,025 0,0 0,0
3 0,025 0,0 0,0
�̅�5 = ∑
𝑋𝑖
n
n
i=1
=
0,075
3
= 0,025 m
σ2 =
1
𝑛 − 1
∑(𝑋𝑖 − 𝑋5̅̅ ̅)
2
n
i=1
= 0,0 m
12
σA =
σ
√n
=
0,01
√3
= 0,0 m
σB = 0,5 × 10
−3 m
σ2𝐶 = σ
2
A + σ
2
B = 0,5 × 10
−3 m
X̅5 = (0,0250 ± 0,0005) m
Tabela A.1.6 – Medidas da 6ª massa = 0,10 (kg) com o suporte
Medidas (Xi̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋6̅̅ ̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋6̅̅ ̅)² m²
1 0,050 0,0 0,0
2 0,050 0,0 0,0
3 0,050 0,0 0,0
�̅�6 = ∑
𝑋𝑖
n
n
i=1
=
0,15
3
= 0,050 m
σ2 =
1
𝑛 − 1
∑(𝑋𝑖 − 𝑋6̅̅ ̅)
2
n
i=1
= 0,0 m
σA =
σ
√n
=
0,0
√3
= 0,0 m
σB = 0,5 × 10
−3 m
σ2𝐶 = σ
2
A + σ
2
B = 0,5 × 10
−3 m
X̅6 = (0,0500 ± 0,0005) m
A.2. Mola
Tabela A.2.1. Medida da 1ª massa = 0,00611 (kg) com o suporte
Medidas (Xi̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋7̅̅ ̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋7̅̅ ̅)² m²
1 0,00367 0,00033 0,000001
13
2 0,00367 -0,00067 0,000004
3 0,00367 0,00033 0,000001
�̅�7 = ∑
𝑋𝑖
n
n
i=1
=
0,011
3
= 0,00367m
σ2 =
1
𝑛−1
∑ (𝑋𝑖 − 𝑋7̅̅ ̅)
2n
i=1 = 0,001m
σA =
σ
√n
=
0,001
√3
= 0,0006m
σB = 0,1 × 10
−3 m
σ2𝐶 = σ
2
A + σ
2
B = 0,6 × 10
−3 m
X̅7 = (0,0040 ± 0,0006) m
Deslocamento:
∆𝑥 = 𝑥0 − 𝑥
→ 𝑥0 = −1
→ 𝑥 = 1
𝜎∆𝑥 = √(
𝜕∆𝑥
𝑥0
𝜎𝑥0)2 + (
𝜕∆𝑥
𝑥
𝜎𝑥)2
𝜎∆𝑥 = √(−1 × 0,0001)2 + (1 × 0,0006)2
𝜎∆𝑥 = 0,0006
O deslocamento inicial é de 0,081 m
∆𝑥 = 𝑥0 − 𝑥
∆𝑥 = 0,081 − 0,077
∆𝑥 = (0,0040 ± 0,0006) m
14
Tabela A.2.2. – Medidas da 2ª massa = 0,03 (kg) com o suporte
Medidas (Xi̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋8̅̅ ̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋8̅̅ ̅)² m²
1 0,016 0,0 0,0
2 0,016 0,0 0,0
3 0,016 0,0 0,0
�̅�8 = ∑
𝑋𝑖
n
n
i=1
=
0,048
3
= 0,016 m
σ2 =
1
𝑛 − 1
∑(𝑋𝑖 − 𝑋8̅̅ ̅)
2
n
i=1
= 0,0 m
σA =
σ
√n
=
0,0
√3
= 0,0m
σB = 0,1 × 10
−3 m
σ2𝐶 = σ
2
A + σ
2
B = 0,1 × 10
−3 m
X̅8 = (0,0160 ± 0,0001) m
Deslocamento:
∆𝑥 = 𝑥0 − 𝑥
→ 𝑥0 = −1
→ 𝑥 = 1
𝜎∆𝑥 = √(
𝜕∆𝑥
𝑥0
𝜎𝑥0)2 + (
𝜕∆𝑥
𝑥
𝜎𝑥)2
𝜎∆𝑥 = √(−1 × 0,0001)2 + (1 × 0,0001)2
𝜎∆𝑥 = 0,0001
O deslocamento inicial é de 0,081 m
∆𝑥 = 𝑥0 − 𝑥
15
∆𝑥 = 0,081 − 0,065
∆𝑥 = (0,0160 ± 0,0001) m
Tabela A.2.3 – Medidas da 3ª massa = 0,05 (kg) com o suporte
Medidas (Xi̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋9̅̅ ̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋9̅̅ ̅)² m²
1 0,029 0,0 0,0
2 0,029 0,0 0,0
3 0,029 0,0 0,0
�̅�9 = ∑
𝑋𝑖
n
n
i=1
=
0,087
3
= 0,029 m
σ2 =
1
𝑛 − 1
∑(𝑋𝑖 − 𝑋9̅̅ ̅)
2
n
i=1
= 0,0 m
σA =
σ
√n
=
0,0
√3
= 0,0m
σB = 0,1 × 10
−3 m
σ2𝐶 = σ
2
A + σ
2
B = 0,1 × 10
−3 m
X̅9 = (0,0290 ± 0,0001) m
Deslocamento:
∆𝑥 = 𝑥0 − 𝑥
→ 𝑥0 = −1
→ 𝑥 = 1
𝜎∆𝑥 = √(
𝜕∆𝑥
𝑥0
𝜎𝑥0)2 + (
𝜕∆𝑥
𝑥
𝜎𝑥)2
𝜎∆𝑥 = √(−1 × 0,0001)2 + (1 × 0,0001)2
16
𝜎∆𝑥 = 0,0001
O deslocamento inicial é de 0,052 m
∆𝑥 = 𝑥0 − 𝑥
∆𝑥 = 0,081 − 0,052
∆𝑥 = (0,0290 ± 0,0001) m
Tabela A.2.4 – Medidas da 4ª massa = 0,07 (kg) com o suporte
Medidas (Xi̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋10̅̅ ̅̅̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋10̅̅ ̅̅̅)² m²
1 0,041 0,0 0,0
2 0,041 0,0 0,0
3 0,041 0,0 0,0
�̅�10 = ∑
𝑋𝑖
n
n
i=1
=
0,123
3
= 0,041m
σ2 =
1
𝑛 − 1
∑(𝑋𝑖 − 𝑋10̅̅ ̅̅̅)
2
n
i=1
= 0,0 m
σA =
σ
√n
=
0,0
√3
= 0,0m
σB = 0,1 × 10
−3 m
σ2𝐶 = σ
2
A + σ
2
B = 0,1 × 10
−3 m
X̅10 = (0,0410 ± 0,0001) m
Deslocamento:
∆𝑥 = 𝑥0 − 𝑥
→ 𝑥0 = −1
→ 𝑥 = 1
17
𝜎∆𝑥 = √(
𝜕∆𝑥
𝑥0
𝜎𝑥0)2 + (
𝜕∆𝑥
𝑥
𝜎𝑥)2
𝜎∆𝑥 = √(−1 × 0,0001)2 + (1 × 0,0001)2
𝜎∆𝑥 = 0,0001
O deslocamento inicial é de 0,040 m
∆𝑥 = 𝑥0 − 𝑥
∆𝑥 = 0,081 − 0,040
∆𝑥 = (0,0410 ± 0,0001) m
Tabela A.2.5 – Medidas da 5ª massa = 0,10 (kg) com o suporte
Medidas (Xi̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋11̅̅ ̅̅̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋11̅̅ ̅̅̅)² m²
1 0,05466 -0,00034 1,156∗ 10−7
2 0,05466 -0,00066 4,365∗ 10−7
3 0,05466 -0,00034 1,156∗ 10−7
�̅�11 = ∑
𝑋𝑖
n
n
i=1
=
0,164
3
= 0,05466m
σ2 =
1
𝑛 − 1
∑(𝑋𝑖 − 𝑋11̅̅ ̅̅̅)
2
n
i=1
= 5,77408 ∗ 10−4 m
σA =
σ
√n
=
0,0
√3
= 3,33367 ∗ 10−4
σB = 0,1 × 10
−3 m
σ2𝐶 = σ
2
A + σ
2
B = 0,0003
X̅11 = (0,0550 ± 0,0003) m
Deslocamento:
18
∆𝑥 = 𝑥0 − 𝑥
→ 𝑥0 = −1
→ 𝑥 = 1
𝜎∆𝑥 = √(
𝜕∆𝑥
𝑥0
𝜎𝑥0)2 + (
𝜕∆𝑥
𝑥
𝜎𝑥)2
𝜎∆𝑥 = √(−1 × 0,0001)2 + (1 × 0,0003)2
𝜎∆𝑥 = 0,0003
O deslocamento inicial é de 0,026 m
∆𝑥 = 𝑥0 − 𝑥
∆𝑥 = 0,081 − 0,026
∆𝑥 = (0,055 0± 0,0003) m
Tabela A.2.6 – Medidas da 6ª massa = 0,11 (kg) com o suporte
Medidas (Xi̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋12̅̅ ̅̅̅) m (𝑋𝑖 − 𝑋12̅̅ ̅̅̅)² m²
1 0,0054 0,0 0,0
2 0,0054 0,0 0,0
3 0,0054 0,0 0,0
�̅�12 = ∑
𝑋𝑖
n
n
i=1
=
0,189
3
= 0,063 m
σ2 =
1
𝑛 − 1
∑(𝑋𝑖 − 𝑋12̅̅ ̅̅̅)
2
n
i=1
= 0,0m
σA =
σ
√n
=
0,0
√3
= 0,0m
σB = 0,1 × 10
−3 m
19
σ2𝐶 = σ
2
A + σ
2
B = 0,1 × 10
−3 m
X̅12 = (0,0630 ± 0,0001) m
Deslocamento:
∆𝑥 = 𝑥0 − 𝑥
→ 𝑥0 = −1
→ 𝑥 = 1
𝜎∆𝑥 = √(
𝜕∆𝑥
𝑥0
𝜎𝑥0)2 + (
𝜕∆𝑥
𝑥
𝜎𝑥)2
𝜎∆𝑥 = √(−1 × 0,0001)2 + (1 × 0,0001)2
𝜎∆𝑥 = 0,0001
O deslocamento inicial é de 0,021 m
∆𝑥 = 𝑥0 − 𝑥
∆𝑥 = 0,081 − 0,021
∆𝑥 = (0,0600 ± 0,0001) m
APÊNDICE B – cálculos do coeficiente elástico
Cálculo do coeficiente angular do dinamômetro e sua respectiva incerteza
𝐹 = 𝑘∆𝑥 ≡ 𝑦 = 𝑚𝑥 + 𝑛
𝑚: 𝑐𝑜𝑒𝑓𝑖𝑐𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑎𝑛𝑔𝑢𝑙𝑎𝑟 ≡ 𝑘
𝑛: 𝑐𝑜𝑒𝑓𝑖𝑐𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑙𝑖𝑛𝑒𝑎𝑟
{
𝑦𝐵 = 𝑚𝑚á𝑥𝑥𝐵 + 𝑛𝑚á𝑥
𝑦𝐶 = 𝑚𝑚á𝑥𝑥𝐶 + 𝑛𝑚á𝑥
}
𝑚𝑚á𝑥 =
𝑦𝐶 − 𝑦𝐵
𝑥𝐶 − 𝑥𝐵
Para 𝐶 = (1,04; 50,02 × 10−3) 𝑒 𝐵 = (0,06; 3,50 × 10−3)
20
𝑚𝑚á𝑥 =
1,04 − 0,06
52 × 10−3 − 3,50 × 10−3
𝑚𝑚á𝑥 = 20,21 𝑁/𝑚
{
𝑦𝐴 = 𝑚𝑚𝑖𝑛𝑥𝐴 + 𝑛𝑚𝑖𝑛
𝑦𝐶 = 𝑚𝑚𝑖𝑛𝑥𝐶 + 𝑛𝑚𝑖𝑛
}
𝑚𝑚𝑖𝑛 =
𝑦𝐷 − 𝑦𝐴
𝑥𝐷 − 𝑥𝐴
Para 𝐷 = (1,0; 52 × 10−3) 𝑒 𝐴 = (0,09; 3,50 × 10−3)
𝑚𝑚𝑖𝑛 =
1,0 − 0,09
52 × 10−3 − 3,50 × 10−3
𝑚𝑚𝑖𝑛 = 18,78 𝑁/𝑚
𝜎𝑚 =
𝑚𝑚á𝑥 − 𝑚𝑚𝑖𝑛
2
𝜎𝑚 =
20,21 − 18,78
2
𝜎𝑚 = 1,43 𝑁/𝑚
𝑚 =
𝑚𝑚á𝑥 + 𝑚𝑚𝑖𝑛
2
𝑚 = ( 19,5 ± 1,43)𝑁/𝑚
Cálculo do coeficiente angular da mola e sua respectiva incerteza
𝐹 = 𝑘∆𝑥 ≡ 𝑦 = 𝑚𝑥 + 𝑛
𝑚: 𝑐𝑜𝑒𝑓𝑖𝑐𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑎𝑛𝑔𝑢𝑙𝑎𝑟 ≡ 𝑘
𝑛: 𝑐𝑜𝑒𝑓𝑖𝑐𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑙𝑖𝑛𝑒𝑎𝑟
{
𝑦𝐵 = 𝑚𝑚á𝑥𝑥𝐵 + 𝑛𝑚á𝑥
𝑦𝐶 = 𝑚𝑚á𝑥𝑥𝐶 + 𝑛𝑚á𝑥
}
𝑚𝑚á𝑥 =
𝑦𝐶 − 𝑦𝐵
𝑥𝐶 − 𝑥𝐵
Para 𝐶 = (1,09; 62 × 10−3) 𝑒 𝐵 = (0,02; 2,5 × 10−3)
21
𝑚𝑚á𝑥 =
1,09 − 0,02
62 × 10−3 − 2,5 × 10−3
𝑚𝑚á𝑥 = 17,99𝑁/𝑚
{
𝑦𝐴 = 𝑚𝑚𝑖𝑛𝑥𝐴 + 𝑛𝑚𝑖𝑛
𝑦𝐷 = 𝑚𝑚𝑖𝑛𝑥𝐷 + 𝑛𝑚𝑖𝑛
}
𝑚𝑚𝑖𝑛 =
𝑦𝐷 − 𝑦𝐴
𝑥𝐷 − 𝑥𝐴
Para 𝐷 = (1,03; 62 × 10−3) 𝑒 𝐴 = (0,06; 2,5 × 10−3)
𝑚𝑚𝑖𝑛 =
1,03 − 0,06
62 × 10−3 − 2,5 × 10−3
𝑚𝑚𝑖𝑛 = 16,30 𝑁/𝑚
𝜎𝑚 =
𝑚𝑚á𝑥 − 𝑚𝑚𝑖𝑛
2
𝜎𝑚 =
17,99 − 16,30
2
𝜎𝑚 = 0,85 𝑁/𝑚
𝑚 =
𝑚𝑚á𝑥 + 𝑚𝑚𝑖𝑛
2
𝑚 = (17,15 ± 0,85)𝑁/𝑚
22
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS[1] HALLYDAY, DAVID & RESNICK, ROBERT. Fundamentos de Física. 9º ed.
V.1 Rio de Janeiro LTC, 2013.
[2] H. MOYSÉS NUSSENZVEIG. Curso de Física Básica 1: Mecânica, 4a edição,
Editora Edgard Blücher, 2002.
[3] TIPLER, Física para cientistas e engenheiros: Mecânica, oscilações e ondas,
termodinâmica. 6ª ed. LTC, 2009.