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Tumores malignos de pálpebra

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Tumores malignos de pálpebra 
Por Tainá Rehem 
1. Carcinoma de células basais 
 a. Pacientes idosos 
 b. Pele clara, exposição crônica ao sol 
 c. Tumores localizados próximos ao canto 
medial são mais propensos a invadir a órbita e seios nasais 
 d. Condições predisponentes 
 i. Xeroderma pigmentoso 
 1) Doença autossômica recessiva 
 2) Anormalidades de pigmentação cutânea progressivas 
 ii. Sindrome de Gorlin-Goltz - Carcinoma de células basais do 
tipo nevo 
 1) Doença rara autossômica dominante 
 2) Deformidades do olho e face, dos ossos e do SNC 
 e. Tipos 
 i. Nódulo-ulcerativo - Nódulo brilhante,duro, perolado com vasos 
sanguíneos dilatados na superfície. 
 1) Crescimetno lento inicial, seguido de crescimento 
rápido e ulceração. Bordas arredondadas elevadas e vasos dilatados. 
 2) Pode erosar grande porção da pálpebra 
 ii. Esclerosante (Morfeia) 
 1) Placa endurecida co deformação da pálpebra 
 2) Margens não delineáveis 
 2. Carcinoma de células escamosas 
 a. Eventual metástase para linfonodos regionais 
 b. Pode ser espalhada para cavidade intracraniana 
 c. Pode vir a partir de ceratose actínica pré-existente 
 d. Imunodeprimidos apresentam maior risco 
 e. Tipos 
 i. Em placa: Placa hiperceratótica, áspera, escamosa e eritematosa 
 ii. Nodular: nódulo hiperceratótico , com erosões e fissuras 
 iii. Ulcerante : base vermelha e bordas definidas 
 3. Carcinoma de glândula sebácea 
 a. Crescimento lento 
 b. Idosos 
 c. Surge de glândulas melbonianas 
 d. Mal prognóstico 
 i. Envolvimento de pálpebra superior 
 ii. Tamnaho maior ou igual a 10 mm 
 iii. Duração dos sintomas maior que 6 meses 
 e. Tipos clínicos 
 i. Carcinoma nodular de glândulas melbomianas 
 1) Nódulo duro, discreto 
 2) Mais comum na placa tarsal superior, confundível com 
calázio 
 ii. Carcinoma difuso de glândula melbomiana 
 1) Infiltra na derme e leva a espessamento difuso da 
margem palpebral e pode invadir a conjuntiva 
 2) Disseminação pagetoide --> extenção do tumor no 
epitélio da conjuntiva palpebral, fórnice ou bulbar 
 3) Parece : Conjuntivite crônica ou ceratoconjuntivite 
superior ou penfigoide cicatricial 
 iii. Carcinoma de Glândula de Zeiss - Lesão nodular, de 
crescimento lento, discreto, ou uma lesão ulcerativa na margem palpebral. 
 4. Melanoma 
 a. Potencialmente letal 
 b. Metade é clinicamente não pigmentada 
 c. Tipos 
 i. Melanoma difuso superficial - placa com limite irregular e 
pigmentação variável 
 ii. Melanoma nodular - nódulo preto-azulado com pele anormal 
ao redor, 
 iii. Melanoma surgido de lentigo maligno - Sarda de Hutchinson 
 5. Sarcoma de Kaposi 
 a. Tumor vascular 
 b. Coloração vermelha violácea a marrom que pode ser confundida com 
hematoma ou nevo 
 c. Pode ulcerar e sangrar 
 d. Tratamento- Radioterapia ou excisão 
 6. Carcinoma de célula de Merkey 
 a. Tumor de crescimento rápido 
 b. Surge da derme 
 c. Nódulo vermelho ou violáceo 
 d. Pele subjacente intacta envolve a pálpebra superio r 
 e. Tratamento: excisão cirúrgico , frequentemente associado a quimio 
 7. Como tirar 
 a. Corte congelado padronizado 
 i. Por biópsia de congelação 
 b. Cirurgia micrográfica de Moh 
 i. Excisão de cortes congelados horizontais sriados a partir da 
superfície do tumor 
 ii. Útil para tumores que crescem de modo difuso e tem margens 
indefinidas com extensões em dedos 
 8. Técnicas de reconstrução 
 a. Defeitos pequenos 
 i. Menos de 1 terço da pálpebra 
 ii. Fechamento primário. 
 iii. Pode ser feita a cantólise lateral 
 
 
 b. Defeitos moderados 
 i. Menos da metade da pálpebra 
 ii. Retalho semi-circular de Tenzel 
 iii. 
 c. Defeitos extensos 
 i. A rotação de retalho facial de Mustardé é usada para reparar 
defeito de pálpebra inferior. 
 1) 
 
 1) A lamela posterior é reconstruída com cartilagem do 
septo nasal e mucosa ou membrana mucosa bucal em espessura total ou retalho de 
Hughes. 
 2) 
 
 
 ii. Procedimentos de compartilhamento palpebral também podem 
ser usados, embora se deva ter cuidado para não comprometer a função da pálpebra 
superior ao reconstruir a pálpebra inferior. 
 iii. . Retalhos rombóides ou glabelares podem ser necessários para 
defeitos envolvendo o canto medial e as porções mediais da pálpebra superior 
 1)