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De acordo com as premissas do Código de Defesa do Consumidor, o simples desempenho de atividade econômica, por si só, já é suficiente para criar um risco de dano ao consumidor, sendo que se este for levado a efeito, surge o dever de reparação, independentemente, da comprovação de dolo ou culpa do fornecedor. Os produtos que, por seus defeitos, causarem danos, fazem surgir a responsabilidade civil do fornecedor, independentemente de culpa. Essa modalidade de responsabilidade diz respeito a:

a. Nenhuma das alternativas.
b. Responsabilidade Penal.
c. Responsabilidade Civil Subjetiva.
d. Responsabilidade Civil por Fato do Produto ou do Serviço.
e. Responsabilidade Civil por Vício do Produto ou do Serviço.
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há 2 anos

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há 2 anos

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, a responsabilidade do fornecedor por danos causados por produtos ou serviços é objetiva, ou seja, não depende da comprovação de dolo ou culpa. Essa responsabilidade é classificada como responsabilidade civil por fato do produto ou do serviço, que se refere a danos causados por defeitos nos produtos ou serviços oferecidos. Analisando as alternativas: a) Nenhuma das alternativas - Não é correta, pois existe uma alternativa que se encaixa. b) Responsabilidade Penal - Não se aplica ao contexto do Código de Defesa do Consumidor. c) Responsabilidade Civil Subjetiva - Não é a correta, pois a responsabilidade no CDC é objetiva. d) Responsabilidade Civil por Fato do Produto ou do Serviço - Esta é a alternativa correta, pois se refere à responsabilidade objetiva do fornecedor. e) Responsabilidade Civil por Vício do Produto ou do Serviço - Embora relacionada, a questão fala mais sobre danos causados por defeitos, que se encaixa melhor na alternativa (d). Portanto, a alternativa correta é: d) Responsabilidade Civil por Fato do Produto ou do Serviço.

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De acordo com o STJ, a aplicação da teoria da desconsideração da personalidade jurídica não significa a extinção da pessoa jurídica, eis que a suspensão da personalidade seria apenas episódica. Numa situação em que a pessoa física tem o dever de ressarcir algum dano, contudo, não o faz, pode a parte prejudicada requerer a desconsideração da personalidade jurídica da empresa da pessoa física, para que este responda com o capital da pessoa jurídica (da empresa). O juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando, em detrimento do consumidor nas situações que:

a. Houver abuso de direito; excesso de poder; mesmo que sem infração da lei ou prática de fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social; quando houver recuperação judicial; estado de solvência; encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração; sempre que a personalidade da pessoa jurídica se constituir como obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.
b. Não houver abuso de direito; excesso de poder; infração da lei; fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social; quando houver recuperação judicial; estado de insolvência; encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração; sempre que a personalidade da pessoa jurídica se constituir como obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.
c. Nenhuma das alternativas acima.
d. Não houver abuso de direito, mas excesso de poder; infração da lei; fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social; quando houver falência; estado de insolvência; encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração; sempre que a personalidade da pessoa jurídica se constituir como obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.
e. Houver abuso de direito; excesso de poder; infração da lei; fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social; quando houver falência; estado de insolvência; encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração; sempre que a personalidade da pessoa jurídica se constituir como obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.

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