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A sanção administrativa é uma espécie de penalidade que possui previsão legal e é uma consequência da inobservância ou observância inadequada a um comportamento descrito pela norma jurídica. A aplicação de qualquer sanção administrativa deve respeitar a norma constitucional e os princípios vigentes no ordenamento jurídico brasileiro, como o ____________ e ___________. E via de regra, são de caráter _________, educativo e repressivo.

Escolha uma opção:

a. Contraditório. Ampla defesa. Sancionador.
b. Contraditório. Celeridade. Sancionador.
c. In Dubio Pro Consumidor. Ampla defesa. Preventivo.
d. Contraditório. Ampla defesa. Preventivo.
e. In Dubio Pro Consumidor. Celeridade. Sancionador.
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Aprendendo com Desafios

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para completar a frase sobre sanção administrativa, precisamos considerar os princípios que regem a aplicação dessas sanções no ordenamento jurídico brasileiro. Os princípios do contraditório e da ampla defesa são fundamentais em processos administrativos, garantindo que o indivíduo tenha a oportunidade de se defender antes da imposição de qualquer penalidade. Analisando as opções: a) Contraditório. Ampla defesa. Sancionador. - Correto em relação aos princípios, mas "sancionador" não se encaixa bem como um caráter da sanção. b) Contraditório. Celeridade. Sancionador. - "Celeridade" não é um princípio fundamental nesse contexto. c) In Dubio Pro Consumidor. Ampla defesa. Preventivo. - "In Dubio Pro Consumidor" é um princípio do direito do consumidor, não se aplica aqui. d) Contraditório. Ampla defesa. Preventivo. - Correto em relação aos princípios e "preventivo" pode se encaixar como um caráter, mas não é o mais comum. e) In Dubio Pro Consumidor. Celeridade. Sancionador. - Novamente, "In Dubio Pro Consumidor" não se aplica. A opção que melhor se encaixa na frase, considerando os princípios constitucionais e o caráter da sanção, é: a) Contraditório. Ampla defesa. Sancionador.

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De acordo com o STJ, a aplicação da teoria da desconsideração da personalidade jurídica não significa a extinção da pessoa jurídica, eis que a suspensão da personalidade seria apenas episódica. Numa situação em que a pessoa física tem o dever de ressarcir algum dano, contudo, não o faz, pode a parte prejudicada requerer a desconsideração da personalidade jurídica da empresa da pessoa física, para que este responda com o capital da pessoa jurídica (da empresa). O juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando, em detrimento do consumidor nas situações que:

a. Houver abuso de direito; excesso de poder; mesmo que sem infração da lei ou prática de fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social; quando houver recuperação judicial; estado de solvência; encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração; sempre que a personalidade da pessoa jurídica se constituir como obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.
b. Não houver abuso de direito; excesso de poder; infração da lei; fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social; quando houver recuperação judicial; estado de insolvência; encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração; sempre que a personalidade da pessoa jurídica se constituir como obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.
c. Nenhuma das alternativas acima.
d. Não houver abuso de direito, mas excesso de poder; infração da lei; fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social; quando houver falência; estado de insolvência; encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração; sempre que a personalidade da pessoa jurídica se constituir como obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.
e. Houver abuso de direito; excesso de poder; infração da lei; fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social; quando houver falência; estado de insolvência; encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração; sempre que a personalidade da pessoa jurídica se constituir como obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.

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