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O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos. assim a pretensão à reparação pelos danos causados aos consumidores, por defeitos decorrentes do produto ou do serviço, prescreve em:

Assinale a alternativa correta.

a. 5 (cinco) anos.
b. 2 (dois) anos.
c. 3 (três) anos.
d. 4 (quatro) anos.
e. 1 (um) ano.
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Exercícios Para o Conhecimento

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para responder à sua pergunta, precisamos considerar o Código de Defesa do Consumidor (CDC) brasileiro, que estabelece prazos para a prescrição de ações relacionadas a danos causados por produtos ou serviços. De acordo com o CDC, a pretensão à reparação pelos danos causados por defeitos de produtos ou serviços prescreve em 5 anos. Portanto, analisando as alternativas: a. 5 (cinco) anos. - Correto, conforme o CDC. b. 2 (dois) anos. - Incorreto. c. 3 (três) anos. - Incorreto. d. 4 (quatro) anos. - Incorreto. e. 1 (um) ano. - Incorreto. A alternativa correta é: a. 5 (cinco) anos.

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De acordo com o STJ, a aplicação da teoria da desconsideração da personalidade jurídica não significa a extinção da pessoa jurídica, eis que a suspensão da personalidade seria apenas episódica. Numa situação em que a pessoa física tem o dever de ressarcir algum dano, contudo, não o faz, pode a parte prejudicada requerer a desconsideração da personalidade jurídica da empresa da pessoa física, para que este responda com o capital da pessoa jurídica (da empresa). O juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando, em detrimento do consumidor nas situações que:

a. Houver abuso de direito; excesso de poder; mesmo que sem infração da lei ou prática de fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social; quando houver recuperação judicial; estado de solvência; encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração; sempre que a personalidade da pessoa jurídica se constituir como obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.
b. Não houver abuso de direito; excesso de poder; infração da lei; fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social; quando houver recuperação judicial; estado de insolvência; encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração; sempre que a personalidade da pessoa jurídica se constituir como obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.
c. Nenhuma das alternativas acima.
d. Não houver abuso de direito, mas excesso de poder; infração da lei; fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social; quando houver falência; estado de insolvência; encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração; sempre que a personalidade da pessoa jurídica se constituir como obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.
e. Houver abuso de direito; excesso de poder; infração da lei; fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social; quando houver falência; estado de insolvência; encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração; sempre que a personalidade da pessoa jurídica se constituir como obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.

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