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No CDC, os institutos da prescrição e decadência são tratados de forma distinta. A decadência, que possui previsão legal no artigo 26, se vincula aos vícios do serviço e do produto. Por sua vez, a prescrição encontra amparo no artigo 27, e diz respeito à responsabilidade pelo fato do produto ou serviço. Assinale verdadeiro ou falso:

( ) O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em trinta dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos não duráveis.

( ) O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em quinze dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis.

( ) Inicia-se a contagem do prazo decadencial a partir da entrega efetiva do produto ou do término da execução dos serviços.

Escolha uma opção:

a. F, V, V.
b. V, V, V.
c. F, F, V.
d. V, F, V.
e. V, V, F.
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Estudando com Questões

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Vamos analisar cada uma das afirmações sobre a decadência e prescrição no Código de Defesa do Consumidor (CDC): ( ) O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em trinta dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos não duráveis. É verdadeira. De acordo com o artigo 26 do CDC, o prazo para reclamar por vícios aparentes em produtos não duráveis é de 30 dias. ( ) O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em quinze dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis. É falsa. Para produtos duráveis, o prazo para reclamar por vícios aparentes é de 90 dias, conforme o artigo 26 do CDC, e não 15 dias. ( ) Inicia-se a contagem do prazo decadencial a partir da entrega efetiva do produto ou do término da execução dos serviços. É verdadeira. A contagem do prazo decadencial realmente começa a partir da entrega do produto ou do término da prestação do serviço. Agora, com as classificações: 1. V 2. F 3. V Portanto, a sequência correta é: d) V, F, V.

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De acordo com o STJ, a aplicação da teoria da desconsideração da personalidade jurídica não significa a extinção da pessoa jurídica, eis que a suspensão da personalidade seria apenas episódica. Numa situação em que a pessoa física tem o dever de ressarcir algum dano, contudo, não o faz, pode a parte prejudicada requerer a desconsideração da personalidade jurídica da empresa da pessoa física, para que este responda com o capital da pessoa jurídica (da empresa). O juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando, em detrimento do consumidor nas situações que:

a. Houver abuso de direito; excesso de poder; mesmo que sem infração da lei ou prática de fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social; quando houver recuperação judicial; estado de solvência; encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração; sempre que a personalidade da pessoa jurídica se constituir como obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.
b. Não houver abuso de direito; excesso de poder; infração da lei; fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social; quando houver recuperação judicial; estado de insolvência; encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração; sempre que a personalidade da pessoa jurídica se constituir como obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.
c. Nenhuma das alternativas acima.
d. Não houver abuso de direito, mas excesso de poder; infração da lei; fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social; quando houver falência; estado de insolvência; encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração; sempre que a personalidade da pessoa jurídica se constituir como obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.
e. Houver abuso de direito; excesso de poder; infração da lei; fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social; quando houver falência; estado de insolvência; encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração; sempre que a personalidade da pessoa jurídica se constituir como obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.

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