Ed
ano passado
Vamos analisar o quadro clínico do bebê: - O bebê apresenta sintomas respiratórios (coriza, obstrução nasal, tosse), febre, e sinais de dificuldade respiratória (retrações inter e subcostais, murmúrio vesicular diminuído, aumento do tempo expiratório e sibilos). - A frequência respiratória está elevada (70 irpm) e a saturação de oxigênio está baixa (88% em ar ambiente), indicando uma possível insuficiência respiratória. Agora, vamos analisar as alternativas: A) Monitorização da saturação de oxigênio, oxigenoterapia e hidratação venosa. - Esta opção é adequada, pois o bebê apresenta hipoxemia (saturação de O2 = 88%) e precisa de oxigenoterapia. B) Administração de beta-2 agonista e brometo de ipatrópio, e penicilina cristalina. - Embora o beta-2 agonista possa ser útil, a penicilina não é indicada sem evidência de infecção bacteriana. C) Administração de beta-2 agonista, macrolídeo e cultura de secreção da nasofaringe. - Novamente, o beta-2 agonista pode ser útil, mas a administração de um antibiótico sem evidência de infecção bacteriana não é apropriada. D) Monitorização da saturação de oxigênio, fisioterapia respiratória e nebulização com brometo de ipatrópio. - A fisioterapia respiratória pode ser útil, mas a nebulização com brometo de ipatrópio não é a primeira linha de tratamento para este quadro. A conduta mais adequada, considerando a necessidade de oxigenoterapia e a monitorização da saturação, é a alternativa A) monitorização da saturação de oxigênio, oxigenoterapia e hidratação venosa.
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