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Tema 3: Avaliação Nutricional de Adultos e Idosos ARA 0474 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL Exemplo de Ficha de Acompanhamento Nutricional – Campus João Uchôa (RJ) AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Araújo LS, 2019 Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Questão- Avaliação Clínica e Laboratorial AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Questão- Avaliação Clínica e Laboratorial AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Com base no caso clínico, responda: a) cite 5 fatores intervenientes do estado nutricional. b) diante dos dados laboratoriais, caracterize a anemia da paciente e cite a provável causa. Método Objetivo AULAS 11 e 12. AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA Antropometria- origem do grego, anthro (corpo) e metria (medida) Método mais utilizado para caracterização do estado nutricional, utilizando medidas e dimensões do tamanho corpóreo nas diferentes idades ou situações fisiológicas. Barros, 2010 Método Objetivo AULAS 11 e 12. AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA Antropometria • Erros relacionados ao antropometrista: falta de treinamento da técnica de aferição, marcação inadequada dos pontos anatômicos, manejo inadequado do equipamento, erros de leitura no instrumento, registro equivocado dos dados, falta de sensibilização quanto à importância do cuidado da medida. • Erros relacionados aos instrumentos e ao local de coleta de dados: falta de manutenção do equipamento (calibração), condições do local de medição. • Erros relacionados ao indivíduo avaliado: falta de cooperação com o antropometrista, uso de adereços e roupas inadequadas. Kamimura MA et al., 2009 Método Objetivo- Avaliação Antropométrica AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Medidas Antropométricas ▪ Massa Corporal (peso) e Dimensão Linear (estatura) ▪ Dobras Cutâneas: biciptal, triciptal, subescapular, supra ilíaca ▪ Perímetros: braço, cintura, quadril, pescoço, panturrilha Sampaio LR et al., 2012 A seleção das medidas relaciona-se à fase do ciclo de vida em que se encontra o indivíduo a ser avaliado, tempo e disponibilidade de recursos humanos e, equipamentos disponíveis. Peso Corporal AULAS 11 e 12. AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA Barros, 2005 Técnica de Aferição ▪ Certificar-se de que a balança está em piso plano horizontal, desencostada da parede. ▪ Verificar se está destravada. ▪ Verificar se está calibrada: a agulha do braço e o fiel devem estar na mesma linha horizontal. Caso contrário, girar leve e lentamente o calibrador até que a agulha do braço e o fiel estejam nivelados. ▪ Após constatar que a balança está calibrada, ela deverá ser travada novamente. Fonte: Livro Proprietário, 2016 Peso Corporal AULAS 11 e 12. AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA Barros, 2005 Técnica de Aferição ▪ Solicitar ao indivíduo que suba na plataforma, de costas para os cursores, descalço com o mínimo de roupa possível, no centro do equipamento. O indivíduo deve ficar ereto, com os pés juntos e os braços estendidos ao longo do corpo, mantendo-se nesta posição até o final da aferição. ▪ . ▪ Destravar a balança. ▪ Mover os cursores sobre a escala numérica, 1º o maior para os quilos, e depois o menor para marcar os gramas. Esperar até que a agulha do braço e o fiel estejam nivelados. ▪ Travar a balança, evitando que sua mola desgaste e assegurando o bom funcionamento do equipamento. ▪ Realizar a leitura de frente para os cursores da balança, a fim de visualizar melhor os valores apontados pelos cursores. A leitura do valor deve ser feita sempre pela lateral do cursor que mais se aproxima do zero. Método Objetivo- Avaliação Antropométrica AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS ▪ Peso Corporal: representa a soma de todos os componentes corpóreos. ✓ Peso Atual: aferido no momento da avaliação. ✓ Peso Usual ou Habitual: referido pelo indivíduo e corresponde ao peso que é encontrado normalmente pelo mesmo. Pode coincidir com o peso atual. ✓ Peso Ideal ou Desejável: considerado adequado de acordo com as características do indivíduo. Obtido por meio do índice de massa corpórea (IMC). ✓ Adequação do Peso: porcentagem de peso acima ou abaixo do ideal. ✓ Peso Ajustado: obtido a partir da correção do peso ideal para a determinação das necessidades energéticas e de nutrientes do indivíduo, quando a adequação do peso for inferior a 95% ou superior a 115%. ✓ Peso Ideal para Amputados: peso ideal corrigido ao subtrair a porcentagem de peso relativa ao membro amputado. ✓ Mudança de Peso: utilizada para a avaliação percentual da perda de peso. Kamimura MA et al., 2014 Excesso de Peso Atribuído ao Edema/Ascite de Acordo com a Intensidade/Gravidade AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Kamimura MA et al., 2009 Mudanças agudas refletem principalmente, variações no estado de hidratação do indivíduo Ascite= acúmulo de líquido no interior do abdome AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Contribuição Percentual do Segmento Corpóreo Amputado Osterkamp LK, 1995 Método Objetivo- Avaliação Antropométrica Método Objetivo AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS ▪ Estatura Método Direto ✓ Estadiômetro Kamimura MA et al., 2014 Fonte: Livro Proprietário, 2016 Método Objetivo- Avaliação Antropométrica AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS ▪ Estatura Método Indireto • Estatura recumbente (na cama): medida do comprimento do indivíduo do topo da cabeça até a planta do pé. • Envergadura ou chanfradura: distância entre as pontas dos dedos médios quando os braços • estiverem abertos no nível dos ombros. • Altura do joelho: comprimento entre o calcanhar e a superfície anterior da perna na altura do joelho. Kamimura MA et al., 2014 Fonte: Livro Proprietário, 2016 Método Objetivo- Avaliação Antropométrica AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Mudanças Corporais nos Idosos Estatura ▪ Taxa de declínio de 1-2 cm/década. ▪ Resultante: compressão vertebral, mudanças nos disco intervertebrais, perda do tônus muscular e alterações posturais. ▪ Avaliação periódica da estatura em maiores de 60 anos. ▪ Comprimento da perna muda pouco com a idade. Peso ▪ Diminuição de peso após os 70 anos em ambos os sexos. ▪ Resultante: diminuição do conteúdo de água corporal e da massa muscular. ▪ Perdas ponderais graves, recentes e involuntárias associam-se com aumento das taxas de morbidade e de mortalidade. SISVAN, 2009 Método Objetivo- Avaliação Antropométrica AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS IMC (kg/m²) Classificação < 22 Magreza 22 - 27 Eutrofia > 27 Excesso de peso IDOSO IMC= Peso corporal (kg) / (Estatura(m))2 IMC (kg/m²) Classificação < 16,0 Magreza grau III 16,0 a 16,9 Magreza grau II 17,0 a 18,4 Magreza grau I 18,5 – 24,9 Eutrofia 25,0 a 29,9 Pré-obesidade 30,0 a 34,9 Obesidade grau I 35,0 a 39,9 Obesidade grau II ≥ 40 Obesidade grau III ADULTO Limitação: não distingue massa gordurosa de massa magra Kamimura MA et al., 2014 Questão- Avaliação Antropométrica AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS IMC= Peso corporal (kg) / (Estatura(m))2 (Prefeitura Municipal de Jardim de Piranhas/COMPERVE/2014) Ana, nutricionista em um ambulatório, recebe, para atendimento, paciente do gênero feminino, com 65 anos. Feito o exame antropométrico, a paciente apresenta peso de 72Kg e estatura de 160cm. O Índice de Massa Corporal da paciente indica: A) eutrofia. B) obesidade. C) excesso de peso. D) baixo peso. Método Objetivo- Avaliação Antropométrica AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Kamimura MA et al., 2014 Método Objetivo- Avaliação Antropométrica AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Kamimura MA et al., 2014 ▪ Peso ajustado (obesidade: IMC > 30kg/m2 ) = (peso atual – peso ideal) x 0,25 + peso ideal. ▪ Peso ajustado(desnutrição: IMC < 18Kg/m²) = (peso ideal – peso atual) x 0,25 + peso atual. Peso Ajustado Método Objetivo- Avaliação Antropométrica AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS ▪ Peso Ideal segundo Compleição Óssea Metropolitan Life Ensurance, 1985 Questão- Avaliação Antropométrica AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS ▪ Peso Ideal segundo Compleição Óssea Metropolitan Life Ensurance, 1985 TJM, sexo masculino, 30 anos, 1,65m de estatura e 14,5 cm de circunferência do punho. Qual seria o peso ideal segundo a compleição óssea? Questão- Avaliação Antropométrica AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Kamimura MA et al., 2014 OJN, sexo masculino, 65 anos, aposentado, internado há 2 semanas na enfermaria de Geriatria com pneumonia, acamado devido a fraqueza. Dados antropométricos: circunferência do braço: 26,0 cm, circunferência da panturrilha: 30,5 cm, altura do joelho: 53,0 cm, prega cutânea subescapular: 20,5 cm. Estime o peso pela fórmula de Chumlea. Questão- Avaliação Antropométrica AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Kamimura MA et al., 2014 Questão- Cálculo do Peso para Paciente Amputado AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS CPA, sexo masculino, 56 anos, diabético e hipertenso. Internado por descompensação do diabetes. Possui amputação de pé direito. Peso atual (sem a prótese)= 87kg, estatura= 1,82m Faça o diagnóstico nutricional de acordo com o IMC e calcule o peso ideal. Questão- Cálculo do Peso para Paciente Amputado AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Peso atual (sem a prótese) = 87kg Estatura= 1,82m IMC atual = 26,6kg/m² = pré-obesidade Acrescentar o percentual de amputação* para realizar o diagnóstico nutricional (IMC) PESO IDEAL = IMC ideal x estatura (m)² Peso ideal = 24,9 x (1,82)² Peso ideal (sem considerar a amputação)= 82,5kg Amputação de pé direito = 1,5% x peso ideal = 1,2kg Peso ideal (considerando a amputação) = 82,5 - 1,2kg = 81,3kg Subtrair o percentual de amputação* para calcular as necessidades energéticas. Composição Corporal- Modelo de Dois Compartimentos AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS O acompanhamento longitudinal dos compartimentos corporais, de massa magra e de gordura corporal, possibilita compreender suas modificações resultantes de várias alterações metabólicas, além de identificar precocemente os riscos à saúde. Kamimura MA et al., 2014 Composição corporal refere-se à distribuição e à quantidade dos componentes do peso total do corpo. Composição Corporal- Modelo de Dois Compartimentos A maioria dos estudos considera a divisão em dois componentes : gordura corporal e massa livre de gordura. ▪ Gordura Corporal: presente em dois locais de depósito ou reserva: Gordura essencial (que é a gordura acumulada na medula óssea, no coração, pulmões, fígado, baço, rins, intestinos, músculos e SNC) e Gordura não essencial (gordura acumulada no tecido adiposo (tecido adiposo que protege os órgão internos contra o traumatismo) e gordura subcutânea). ▪ Massa Livre de Gordura: pode ser definido como massa magra (baseada em proporção de água, mineral e matéria orgânica, incluindo a quantidade não determinada de lipídios essenciais) e massa livre de gordura (constituída pelo peso corporal com ausência de toda a gordura existente). Rosado E, 2008 AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS ▪ MASSA GORDA MG= MCT (peso) x % G ▪ MASSA MAGRA MM= MCT-MG Exemplificando: Mulher com 56 kg e 20% de gordura corporal Rosado E, 2008 AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Composição Corporal- Modelo de Dois Compartimentos Composição Corporal- Modelo de Dois Compartimentos ▪ MASSA GORDA MG= MCT (peso) x % G ▪ MASSA MAGRA MM= MCT-MG Exemplificando: Mulher com 56 kg e 20% de gordura corporal ▪ MASSA GORDA (Kg) = 56 X 0,2 = 11,2 kg ▪ MASSA MAGRA (Kg) = 56 – 11,2 = 44,8 kg Rosado E, 2008 AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Diferenças na Composição Corporal em Função do Gênero Rosado E, 2008 AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Método para Avaliação da Composição Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Kamimura MA et al., 2014 Direto ▪ Dissecção de Cadáveres: avaliação direta mais profunda da composição corporal foi o Estudo da Análise de Cadáver de Bruxelas (CAS), no qual mais de 30 cadáveres foram estudados entre 1979 e 1983. ✓ O CAS ajudou a validar vários métodos in vivo: estatura recumbente, pesagem hidrostática, perímetros,... Método para Avaliação da Composição Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Rosado E, 2008 Indireto ▪ Absorciometria Radiológica de Dupla Energia (DXA): técnica recente de varredura que estima com precisão os minerais do osso, a gordura e a massa livre de gordura. Absorciometria Radiológica de Dupla Energia Método para Avaliação da Composição Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Martins C, 2012 DXA Pontos Fortes Pontos Fracos Não é invasivo. Exploração de corpo inteiro leva de 20 a 35 minutos Custo relativamente alto Baixa dose de radiação; seguro Não mede a água corporal Não apresenta variação intra e inter-avaliador; alta precisão Diferentes fabricantes apresentam diferentes resultados Não exige cooperação do avaliado: crianças, idosos e enfermos Sofre influência de grandes variações da hidratação (ex. pacientes agudos) Não necessita de preparo especial, como o jejum Largura da maca e abrangência do escaner podem não permitir a avaliação do corpo inteiro de grandes obesos e pessoas altas DXA- absorciometria radiológica de dupla energia Método para Avaliação da Composição Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Duplamente Indireto ▪ Bioimpedância Elétrica (BIA) ou Impedância Bioelétrica: é um dos métodos de avaliação da composição corporal mais comercializados no mundo (rotina e pesquisas científicas). ✓ Não mede diretamente a composição corporal. ✓A BIA estima a composição corporal através de equações matemáticas. ✓Gera uma corrente elétrica, alternada, fraca, imperceptível, inofensiva, que passa pelo corpo através de eletrodo. Kamimura MA et al., 2014 Equipamento INBODY570- Ottoni Método para Avaliação da Composição Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Bioimpedância Elétrica- posicionamento dos eletrodos tetra polar. Kamimura MA et al., 2014 Equipamento Treta polar com 8 eletrodos Método para Avaliação da Composição Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Preparo para realização do exame (BIA): jejum absoluto de no mínimo 4h antes do teste; não fazer exercícios físicos ou sauna nas 24h anteriores; urinar 30 minutos antes; não consumir álcool e/ou bebidas contendo cafeína nas 48 h anteriores; não fazer uso de diuréticos há menos de 7 dias do teste; estar fora do período menstrual; não possuir marca-passo; remover acessórios, adornos e peças contendo metal. Kamimura MA et al., 2014 Biodynamics Modelo 310e Omron HBF306: Braço-Braço Equipamento TANITA TBF110: Perna-Perna Equipamento Treta polar Equipamento Portátil Bipolar BIA- bioimpedância elétrica Princípios da Bioimpedância AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Barbosa-Silva, 2005 GORDURA E OSSOS MÚSCULO Baixo conteúdo iônico Baixa condutividade Rica em água e eletrólitos Alta condutividade ALTA RESISTÊNCIA BAIXA RESISTÊNCIA REACTÂNCIA= CELULARIDADE Componentes Z (impedância) = Resistência (R) e Reactância (Xc) IMPEDÂNCIA = medida Princípios da Bioimpedância AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS ▪ Ângulo de fase (AF): utilizado como indicador da integridade da membrana e distribuição de água nos espaços intra e extracelular.Ferramenta de desnutrição e prognóstico clínico. Pode variar de 0 a 90 graus. AF baixo reflete menor sobrevida no câncer, AIDS, hemodiálise, doença pulmonar obstrutiva crônica. ✓ AF= arco-tangente (Xc/R)*180/π Kamimura MA et al., 2014 Pacientes com AF ≤3,8° apresentaram um tempo de sobrevida significativamente menor do que aqueles com AF> 3,8° . Método para Avaliação da Composição Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Martins C, 2012 BIA Pontos Fortes Pontos Fracos Não é invasivo; seguro Sofre influência do estado de hidratação Portátil; rápido; simples; exige pouca manutenção Não detecta variações no volume hídrico na cavidade abdominal (ascite) Alta reprodutibilidade e acurácia em pessoas saudáveis Não detecta variações na geometria corporal (gestantes, obesidade andróide) Dependendo do equipamento, custo relativamente baixo Não foi validado para populações enfermas Treinamento fácil do avaliador; não exige experiência Equipamentos, geralmente, não revelam as equações ou modelos matemáticos utilizados BIA- bioimpedância elétrica Método Objetivo- Avaliação da Composição Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Dobra Cutânea- características dos adipômetros ▪ Harpenden (inglês) e Lange (norte-americano)- aceitos no meio científico internacional. Alta precisão e confiabilidade ▪ Sanny e Cescorf- fabricação nacional ▪ O compasso Harpenden requer 3 vezes mais força para abrir suas hastes, o que pode subestimar em aproximadamente 1,5% a gordura corporal relativa para homens e mulheres Rosa & Palma, 2008 Método Objetivo- Avaliação da Composição Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS ▪ Dobra Cutânea- técnica de aferição Rosa & Palma, 2008 Método Objetivo- Avaliação da Composição Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Dobras Cutâneas- técnica de aferição ▪ Ser criterioso na localização da dobra ▪ Marcar os pontos anatômicos ▪ Pele seca, sem hidratantes, óleos e/ou loções ▪ Não medir após o exercício ▪ Praticar: 50 a 100 avaliações ▪ Limitação em obesos: a espessura da dobra pode ser maior do que a abertura das hastes do adipômetro Rosa & Palma, 2008 Método Objetivo- Avaliação da Composição Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Dobras Cutâneas ▪ Dobra cutânea triciptal ▪ Dobra cutânea biciptal ▪ Dobra cutânea subescapular ▪ Dobra cutânea supra ilíaca Triciptal Biciptal SubescapularSupra Ilíaca Kamimura MA et al., 2014 Método Objetivo- Avaliação da Composição Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Dobra Cutânea Triciptal ▪ Posicionar o braço não dominante em direção ao tórax, formando um ângulo de 90º ▪ Marcar o ponto médio entre o acrômio e o olecrano ▪ Segurar a dobra formada pela pele e pelo tecido adiposo com os dedos polegar e indicador a 1 cm do ponto marcado ▪ Pinçar a dobra com o adipômetro na face posterior do braço, segurando-a até o término da aferição. ▪ Realizar a leitura no milímetro mais próximo em cerca de 2 a 3 segundos ▪ Utilizar a média de 3 medidas Kamimura MA et al., 2014 Método Objetivo- Avaliação da Composição Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Dobra Cutânea Biciptal ▪ Posicionar o braço não dominante em direção ao tórax, formando um ângulo de 90º ▪ Marcar o ponto médio entre o acrômio e o olecrano ▪ Segurar a dobra formada pela pele e pelo tecido adiposo com os dedos polegar e indicador a 1 cm do ponto marcado ▪ Pinçar a dobra com o adipômetro na face anterior do braço, segurando-a até o término da aferição. ▪ Realizar a leitura no milímetro mais próximo em cerca de 2 a 3 segundos ▪ Utilizar a média de 3 medidas Kamimura MA et al., 2014 Método Objetivo- Avaliação da Composição Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Dobra Cutânea Subescapular ▪ Palpar a escápula direita ▪ Marcar o ponto que corresponde ao local de aferição da medida na maior proeminência do ângulo inferior da escápula ▪ Pinçar com os dedos polegar e indicador esquerdos (voltados para baixo) a dobra cutânea diagonalmente em um ângulo de, aproximadamente, 45º do plano horizontal do corpo, na linha da curvatura natural da pele, 1 cm abaixo da marcação ▪ Utilizar a média de 3 medidas Kamimura MA et al., 2014 Método Objetivo- Avaliação da Composição Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Dobra Cutânea Supra Ilíaca ▪ Marcar o ponto onde deverá ser aferida a dobra, situada na linha axilar média, imediatamente superior à crista ilíaca ▪ Pinçar com os dedos polegar e indicador votados para baixo a dobra cutânea diagonalmente, em um ângulo de aproximadamente 45º do plano horizontal do corpo, na linha natural da pele localizada um pouco posterior à linha axilar média (1 cm) ▪ Utilizar a média de 3 medidas Kamimura MA et al., 2014 Percentual de Gordura Corporal Estimado pelo Somatório das 4 Dobras Cutâneas AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Durnin & Wormersley, 1974 ▪ Utilizar o somatório das 4 dobras cutâneas (triciptal + biciptal + subescapular + supra ilíaca) ▪ Avaliar o percentual de gordura na tabela de acordo com a faixa etária e gênero Avaliação do Percentual de Gordura Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Lohman, 1992 Método Objetivo AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Índice de Adiposidade Corporal (IAC)- estima o percentual de gordura corporal MULHERES ▪ Normal: 21 a 32% ▪ Acima do peso: 33 a 38% ▪ Obesidade: acima de 38% HOMENS ▪ Normal: 8 a 20% ▪ Acima do peso: 21 a 25% ▪ Obesidade: acima de 25% Bergman, RN. et al, 2011 Método Objetivo- Avaliação da Reserva Proteica-Somática AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Medidas de Perímetro- não fornecem medidas específicas de composição corporal, mas são uteis para quantificar diferenças interindividuais. ▪ Perímetro do Braço (PB) ✓ Ponto médio do braço não-dominante entre o acrômio e o olecrano. ▪ Perímetro Muscular do Braço (PMB)- avalia a reserva de tecido muscular (sem correção da área óssea) PMB= Perímetro do braço (cm) – (0,314 x prega cutânea triciptal (mm)3 ). ▪ Área Muscular do Braço Corrigida (AMBc)- avalia a reserva de tecido muscular (com correção da área óssea). Π= 3,14 Perímetro do Braço Kamimura MA et al., 2014 Fonte: Kamimura MA et al., 2014 Método Objetivo- Avaliação da Reserva Proteica-Somática AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS ▪ Perímetro da Panturrilha (PP) ✓ Posição ortostática ✓ Pernas levemente afastadas ✓ Colocar a fita no plano horizontal, no ponto de maior massa ✓ O PP pode ser utilizada para estimar o peso em idosos WHO, 1995; Kamimura MA et al., 2014 O perímetro da panturrilha é considerado um indicador sensível de alterações musculares no indivíduo idoso e deve ser utilizada para monitoração dessas alterações . Sarcopenia < 31 cm Método Objetivo- Indicador de Distribuição de Gordura Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Perímetro do Pescoço (PP)- medida de obesidade central ▪ Nível da membrana cricotireoídea com a fita mantida perpendicular ao longo do eixo do pescoço. ▪ Correlação importante com doença cardiovascular e apneia obstrutiva do sono. Stradling & Crosby, 1991; Stable C et al., 2013 Fonte: Vasques et al., 2010 > 36,1 cm - mulheres > 39,6 cm - homens Associado a probabilidade de resistência à insulina e síndrome metabólica. Comparação de Métodos de Avaliação Nutricional em Idosos AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS A medida da EMAP é realizada com o paciente sentado, o braço flexionado a aproximadamente 90°com o antebraço e a mão apoiada sobre o joelho. Pinçar o músculo adutor no vértice de um triângulo imaginário formado pela extensão do polegar e indicador.Comparação de Métodos de Avaliação Nutricional em Idosos AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Dinamômetro Método Objetivo- Indicador de Distribuição de Gordura Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Perímetro da Cintura (PC)- reflete o conteúdo de gordura visceral ▪ O PC é obtido no ponto médio entre a última costela e a crista ilíaca, mantendo a fita paralela ao chão, sem comprimir a pele, ao final de uma expiração normal e com o abdômen relaxado. ▪ O PC avalia a gordura visceral e a subcutânea na região abdominal, e o aumento desta medida está fortemente relacionado ao excesso de gordura visceral. WHO, 2008; Kamimura MA et al., 2014 Método Objetivo- Indicador de Distribuição de Gordura Corporal AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Relação Cintura-Quadril (RCQ)- medida de obesidade central. RCQ = PC/PQ ▪ Perímetro do Quadril (PQ)- maior perímetro na extensão posterior das nádegas. ▪ Indicador de risco aumentado de doenças relacionadas com a obesidade: Homens RCQ ≥ 1,0 e Mulheres RCQ ≥ 0,85. ▪ Limitações: influência exercida pela estrutura pélvica, dependência do grau de obesidade, incapacidade de diferenciar depósito de gordura visceral ou subcutânea. PC- circunferência (perímetro) da cintura WHO, 1998; Kamimura MA et al., 2014 Método Objetivo- Indicador de Risco Cardiometabólico AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Relação Cintura-Estatura (RCE) RCE = PC/E ▪ RCE 0,5- tem sido proposto como um preditor de risco cardiometabólico entre indivíduos de acordo com outros índices antropométricos, dentre os quais se destaca o IMC, o PC e a RCQ. Browning LM et al., 2010 IMC- índice de massa corporal; PC- perímetro da cintura; RCQ- relação cintura-quadril Proteínas Totais e Frações- Avaliação da Massa Proteica-Visceral AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Proteínas Totais e Frações ▪ Soma de todas as proteínas presentes no plasma ▪ Principais: albumina, transferrina, pré-albumina e proteína transportadora de retinol ▪ Normalidade 6,0-8,0 g/dL ▪ Valores inferiores a 5,0g/dL= baixa pressão oncótica Spiekerman AM, 1993 Avaliação da Massa Proteica- Visceral ALBUMINA NORMALIDADE Leve Moderada Grave 3,5-5,5g/dL 3,0-3,5g/dL 2,5-3,0g/dL <2,5g/dL Método Objetivo- Avaliação da Competência Imunológica AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Contagem Total Linfocitária- indicador do mecanismo de defesa celular ▪ Limitações: uso de corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, doença autoimune ▪ Interpretação: ✓ Depleção leve: 1.200 a 2.000 mm3 ✓ Depleção moderada: 800 a 1.199 mm3 ✓ Depleção grave: < 800 mm3 Oliveira FLC, 2010 Glicose ✓Avaliação do status glicêmico ▪ Segundo a American Diabetes Association (ADA), a presença de um dos critérios a seguir, confirmado num dia subsequente, indica o diagnóstico de diabetes mellitus: Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes 2019-2020 Padronização para o Teste de Tolerância Oral a Glicose ▪ Importante reforçar que a dieta deve ser a habitual e sem restrição de carboidratos pelo menos nos 3 dias anteriores à realização do teste. ▪ Permite avaliação da glicemia após sobrecarga, que pode ser a única alteração detectável no início do DM, refletindo a perda de primeira fase da secreção de insulina. AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Avaliação do Perfil Lipídico AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Função: estimar o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. O perfil lipídico alterado também pode estar associado à desnutrição ▪ Perfil lipídico: colesterol total, lipoproteínas de alta densidade (HDL), lipoproteínas de baixa densidade (LDL) e triglicerídeos (TG) Colesterol Total ▪ Colesterol LDL 60-70% ▪ Colesterol HDL 20-30% ▪ Colesterol VLDL 10-15% (TG/5) VLDL= lipoproteína de densidade muito baixa Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose 2017 O colesterol vem sendo usado como método de prognóstico, mostrando relação com o aumento da mortalidade e da permanência hospitalar. Limitação: redução do colesterol manifesta-se tardiamente. Valores Referenciais do Perfil Lipídico > 20 anos AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS ▪ Não tem valor de referência para o LDL-C e Não HDL-C, só de risco ▪ No indivíduo em que o médico encontrou baixo risco o ALVO terapêutico será manter o LDL-C inferior à 130 mg/dL. Porém quem tem muito alto risco o médico terá como meta terapêutica deixar o LDL-C inferior à 50 mg/dL ▪ Ou seja, quanto maior o risco cardiovascular menor deverá ser o nível de LDL-C no sangue Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose 2017 Valores Referenciais do Perfil Lipídico > 20 anos AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS ▪ Não tem valor de referência para o LDL-C e Não HDL-C, só de risco ▪ No indivíduo em que o médico encontrou baixo risco o ALVO terapêutico será manter o LDL-C inferior à 130 mg/dL. Porém quem tem muito alto risco o médico terá como meta terapêutica deixar o LDL-C inferior à 50 mg/dL ▪ Ou seja, quanto maior o risco cardiovascular menor deverá ser o nível de LDL-C no sangue Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose 2017 Método Objetivo- Avaliação Medicamentosa AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS ▪ Medicamentos interferindo na alimentação e nutrição do idoso . ▪ Alimentação e nutrição interferindo na absorção e na eficácia do medicamento. ✓ Absorção- aumento do pH gástrico; diminuição da secreção salivar, da superfície de absorção e da motilidade do trato gastrointestinal. ✓ Alteração do volume de distribuição- redução da água corporal total e das proteínas e pelo aumento da massa gorda. Gomes e Caldas, 2008 Diagnóstico de Coletividade AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS SISVAN, 2009 % de Baixo Peso= n0 de adultos com IMC < 18,5 X 100 _____________________ total de adultos examinados % de Obesidade= n0 de adultos com IMC ≥ 30,0 X 100 _____________________ total de adultos examinados Considerações Finais AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS ▪ Nenhum método de avaliação nutricional pode ser considerado como padrão-ouro. ▪ Todos apresentam limitações como o fato de serem influenciados por fatores independentes do estado nutricional. ▪ Para um diagnóstico nutricional mais preciso e confiável, recomenda-se a utilização de vários indicadores associados. Bibliografia Complementar AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS ▪ Mahan, L. Kathleen; Escott-Stump, Sylvia. Krause - Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 12 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. Cap.: 14 (págs.: 383-410). ▪ Cuppari, L. Nutrição Clínica no Adulto. 3ª ed. Editora Manole , 2009. Cap.: 6 (págs.: 89-127). ▪ Rosa, G; Palma, A. G. de C. Avaliação Antropométrica. In: Avaliação Nutricional do Paciente Hospitalizado: uma abordagem teórico-prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. ▪ WHO Physical Status: The Use and Interpretation of Anthropometry. Geneva; 1995. ▪ WHO Stepwise Approach to Surveillance (STEPS). Geneva, World Health Organization (WHO), 2008. ▪ Davis, ABV. Avaliação Nutricional. Rio de Janeiro: SESES, 2016. Questão- Avaliação Nutricional de Adultos AULAS 11,12 e 13. AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS/IDOSOS Em um atendimento ambulatorial, o nutricionista realiza a avaliação antropométrica de um indivíduo, sexo masculino, sedentário, 40 anos de idade e verifica os seguintes dados: peso atual= 98 Kg; estatura= 180 cm; perímetro da cintura (PC)= 98 cm; perímetrodo quadril (PQ)= 106 cm; das 4 dobras cutâneas= 45 mm. Com base no caso, responda o que se pede. a) Calcule o Índice de Massa Corporal (IMC) e Classifique. b) Calcule em quilos a massa gorda (MG) e a massa livre de gordura (MLG). c) Calcule o peso ideal (PI) e o peso ajustado (Paj). d) Calcule a relação cintura quadril (RCQ). f) Calcule a relação cintura-estatura. e) Calcule o Índice de adiposidade corporal (IAC). g) O que eu avalio com o IMC, PC? h) Qual é a interpretação do PC=98 cm ? g) Qual é o diagnóstico nutricional? 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