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¹ Graduanda do Curso de Pedagogia do Centro Universitário do Distrito Federal, Brasília – DF, sulamitadesouza@gmail.com. ² Graduanda do Curso de Pedagogia do Centro Universitário do Distrito Federal, Brasília – DF, teu3112@yahoo.com.br. Dificuldades com o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) na vida pessoal e acadêmica Difficulties with Attention Deficit Hyperactivity Disorder (ADHD) in personal and academic life SULAMITA SOUZA¹ TELMA ALVES DE SOUZA² RESUMO O Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é uma condição neurodesenvolvimento com base neurobiológica e uma forte componente genética, ou seja, há uma probabilidade significativa de ser herdado. Ele surge na infância e pode persistir na vida adulta, impactando o funcionamento e o desempenho do indivíduo em várias áreas, como relações interpessoais, desempenho acadêmico e profissional. O TDAH é marcado por desatenção, dificuldade em manter o foco em atividades prolongadas, propensão a distrações e problemas para organizar tarefas. Além disso, há uma tendência à hiperatividade, caracterizada pelo excesso de energia, inquietude e dificuldade em permanecer em ambientes que exigem calma. A impulsividade também está presente, levando a ações precipitadas, dificuldade para planejar e uma tolerância baixa à espera. Esses fatores afetam diretamente a vida cotidiana, criando desafios na realização de tarefas, na socialização e na organização da rotina. Palavras-chave: TDAH; Neurobiológica; Genética; Desatenção; Hiperatividade. ABSTRACT Attention Deficit Hyperactivity Disorder (ADHD) is a neurodevelopmental condition with a neurobiological basis and a strong genetic component, that is, there is a significant probability of being inherited. It appears in childhood and can persist into adulthood, impacting the individual's functioning and performance in several areas, such as interpersonal relationships, academic and professional performance. ADHD is marked by inattention, difficulty maintaining focus on prolonged activities, propensity for distractions and problems organizing tasks. Furthermore, there is a tendency towards hyperactivity, characterized by excess energy, restlessness and difficulty remaining in environments that deactivate calm. Impulsivity is also present, leading to hasty actions, difficulty planning and a low tolerance for waiting. These factors directly affect everyday life, creating challenges in carrying out tasks, socializing and organizing routine. Keywords: ADHD; Neurobiological; Genetics; Inattention; Hyperactivity. mailto:sulamitadesouza@gmail.com mailto:teu3112@yahoo.com.br 1 1 INTRODUÇÃO O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma condição neurodesenvolvimental que se manifesta na infância e frequentemente persiste na vida adulta, impactando significativamente o desempenho acadêmico, social e profissional. Caracterizado por sintomas de desatenção, impulsividade e hiperatividade, o TDAH afeta diretamente a capacidade de organização, planejamento e execução de tarefas diárias (Barkley, 2016). No contexto da vida adulta, o transtorno se torna particularmente desafiador, pois o critério acadêmico e profissional exige habilidades de foco, administração de tempo e controle emocional. Este estudo analisa um caso clínico de uma jovem adulta de 26 anos que, ao enfrentar dificuldades de aprendizado e organização, ajuda psiquiátrica extra e foi diagnosticada com TDAH após um longo processo de investigação. A busca por respostas foi marcada pela falta de compreensão e apoio das pessoas ao seu redor, um desafio comum em diagnósticos de TDAH adulto, que muitas vezes carregam estigmas e falta de empatia social. Com a confirmação do diagnóstico, o paciente iniciou o uso de estratégias de manejo adaptativas, fundamentadas em estudos de Faraone, Barkley e Dawson & Guare, os quais enfatizam a importância de desenvolver estruturas organizacionais e incorporar atividades físicas para melhorar a concentração e o autocontrole. A adoção de técnicas como o uso de quadros de anotações e lembretes visuais, juntamente com a prática de atividades físicas regulares, demonstradas ser eficazes na administração dos sintomas, possibilitando ao paciente uma rotina mais organizada e uma maior autoconfiança. Além disso, a música desempenhou um papel importante na concentração e no alívio da ansiedade durante atividades prolongadas, um sintoma frequentemente associado ao TDAH. Este artigo busca explorar as implicações dessas estratégias no manejo dos sintomas do TDAH adulto, discutindo suas contribuições e limitações, bem como suas possibilidades de aplicação em contextos clínicos e pessoais. 2 REFERENCIAL TEÓRICO Para compreender o impacto do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) na vida acadêmica e pessoal, especialmente no que se refere às dificuldades de aprendizado e organização, é essencial explorar as bases teóricas sobre o transtorno e as abordagens que buscam minimizar seus efeitos. Segundo Faraone et al. (2015), o TDAH caracteriza-se por sintomas de desatenção, impulsividade e hiperatividade, os quais dificultam a organização e o planejamento de tarefas, influenciando diversas esferas da vida do indivíduo. Esse quadro sintomático é particularmente desafiador para jovens adultos em fase acadêmica, que precisam lidar com demandas de concentração e administração de tempo. Pesquisas realizadas por Barkley (2016) e Dawson e Guare (2018) destacam a importância de adotar estratégias adaptativas para gerenciar o TDAH, melhorando 2 a funcionalidade e promovendo a autonomia dos indivíduos. Essas estratégias incluem a criação de estruturas de apoio visuais, como quadros de observações e lembretes visuais, que são métodos eficazes para compensar as dificuldades de memória operacional frequentemente associadas ao TDAH. Barkley (2016) enfatiza que tais estruturas podem reduzir a sobrecarga cognitiva, permitindo que o indivíduo direcione sua atenção para tarefas específicas e evite distrações. Além disso, a incorporação de atividades físicas regulares surge como uma ferramenta complementar benéfica no manejo do TDAH. A prática de exercícios ajuda a melhorar a concentração e o autocontrole, funcionando como um modulador de impulsividade e melhoria, conforme destaques Faraone et al. (2015). Essa abordagem está alinhada à evidência de que atividades físicas podem beneficiar o sistema de autorregulação, crucial para o manejo dos sintomas (Dawson, Guare, 2018). A implementação prática de tais estratégias, como o uso de um quadro branco para organizar recados e listas de tarefas, exemplifica a aplicação bem-sucedida das recomendações dos especialistas. Esse recurso tem mostrado ser eficaz na melhoria da execução de atividades diárias, ocorrendo como um suporte de memória e organização. Outro aspecto relevante é a utilização de música para facilitar o foco durante momentos de estudo, ajudando a manter a concentração e a diminuir a ansiedade, frequentemente elevada em pessoas com TDAH (Barkley, 2016). A música funciona como uma estratégia de autorregulação emocional, contribuindo para o controle da ansiedade e a criação de um ambiente de estudo mais favorável. Dessa forma, a combinação dessas práticas adaptativas oferece um suporte prático para lidar com os desafios do TDAH. Embora o transtorno continue sendo uma condição desafiadora, especialmente em cenários que exigem paciência e controle da impulsividade, as estratégias aqui discutidas fornecem uma base sólida para a construção de uma vida mais organizada e confiante (Faraone et al., 2015; Barkley, 2016; Dawson, Guaré, 2018). 3 METOLOGIA A pesquisa é de natureza qualitativa, pois busca compreender a experiência subjetiva de uma pessoa diagnosticada com Transtorno de Déficit deAtenção com Hiperatividade (TDAH) de forma tardia, explorando os desafios enfrentados ao longo da vida, especialmente na vida adulta. A pesquisa qualitativa é indicada para explorar as nuances das vivências individuais, e no caso do TDAH, permite entender como os sintomas do transtorno impactam o cotidiano da pessoa e suas estratégias de adaptação. Segundo Minayo (2010), a pesquisa qualitativa tem um caráter interpretativo, e busca identificar e compreender as diferentes perspectivas dos indivíduos, o que é essencial quando o objetivo é analisar um transtorno com características subjetivas como o TDAH. Objetivo da Pesquisa O objetivo desta pesquisa é compreender como os sintomas do TDAH, diagnosticados de forma tardia, afetam a vida da participante, especialmente no que se refere a aspectos de inquietação, impulsividade, desorganização, e dificuldade de planejamento. Além disso, busca-se analisar as estratégias adotadas pela 3 participante, como o uso de anotações e terapias comportamentais, que ajudaram a melhorar a organização e a autoconsciência. Amostra A pesquisa foi realizada com uma amostra única, ou seja, com a participação de uma pessoa diagnosticada com TDAH aos 26 anos, após um diagnóstico tardio. A escolha de um estudo de caso único, conforme Yin (2010), permite uma análise detalhada e rica das experiências vividas, oferecendo um entendimento profundo dos impactos do TDAH quando não diagnosticado precocemente. Técnicas de Coleta de Dados Para coletar os dados, foram utilizadas duas técnicas principais: entrevista semiestruturada e questionário com perguntas abertas. Entrevista Semiestruturada A entrevista semiestruturada foi escolhida para explorar de forma flexível as experiências da participante, baseada em suas respostas sobre os sintomas do TDAH durante sua infância e vida adulta. A entrevista seguiu um roteiro, mas permitiu ao entrevistador a liberdade para aprofundar questões emergentes. Roteiro da Entrevista com Respostas da Participante: Sim, sempre tive dificuldade em me concentrar. Na escola, eu constantemente me distraía. Era difícil prestar atenção nas aulas e eu não conseguia terminar meus deveres. Mesmo fora da escola, em brincadeiras com amigos ou em festas, era difícil para mim ficar quieta ou focar em algo por muito tempo. Desde criança, sou muito desorganizada. Meu quarto era sempre uma bagunça, e minha mãe ficava frustrada porque eu nunca conseguia organizar minhas coisas. Minhas mochilas e cadernos eram um reflexo disso. Eu sempre esquecia o que precisava fazer. Sim, sou muito impulsiva. Frequentemente, faço coisas sem pensar nas consequências. Um exemplo disso é que, muitas vezes, compro coisas de que não preciso, simplesmente porque a vontade de ter algo me domina. Sim, como mencionei, sou compulsiva em relação às compras. Isso também acontece com comida, por exemplo. Tenho dificuldade em controlar esses impulsos, e isso causa desconforto tanto financeiro quanto emocional. O maior desafio é a desorganização e a dificuldade em me concentrar. No trabalho, isso se reflete em prazos não cumpridos e distração constante. Nas minhas relações pessoais, eu sou impaciente e muitas vezes acabo dizendo coisas sem pensar, o que prejudica minha convivência social. 4 Questionário com Perguntas Abertas Além da entrevista, foi utilizado um questionário complementar para investigar as dificuldades relacionadas à atenção, desorganização e impulsividade. A partir desse questionário, a participante teve a oportunidade de relatar suas experiências de forma mais detalhada. Respostas: Sim, eu me distraía facilmente. Na escola, era difícil prestar atenção nas explicações, e frequentemente me pegava pensando em outras coisas. Com os brinquedos, começava uma brincadeira e logo mudava para outra sem terminar. Sim, sou extremamente inquieta. Não conseguia ficar parada. Isso afetava muito minha vida social, pois os outros não entendiam minha agitação. Eu mexia muito as mãos, as pernas, e às vezes não conseguia parar de falar. Sim, sou muito desorganizada. Mesmo com listas e anotações, tenho dificuldades em seguir uma rotina organizada. Isso me traz ansiedade, porque muitas vezes sinto que tenho coisas importantes para fazer, mas não sei por onde começar. Sim, eu sou muito impulsiva. Às vezes, compro coisas sem precisar, apenas porque vejo algo e quero na hora. Isso me causa problemas financeiros, mas também me sinto aliviada depois. O maior desafio é a falta de foco e a desorganização. Na vida profissional, tenho dificuldades em manter a produtividade e cumprir prazos. Nas relações pessoais, minha impulsividade e falta de paciência acabam prejudicando as interações com os outros. Análise de Dados A análise dos dados foi realizada através da análise de conteúdo, conforme o modelo de Bardin (2016). As respostas das entrevistas e questionários foram transcritas e analisadas para identificar padrões e categorias relacionadas à inquietação, impulsividade, dificuldade de organização e impacto social e profissional. As categorias foram exploradas com base nos relatos da participante, permitindo um entendimento mais profundo da manifestação do TDAH em sua vida. Considerações Éticas 5 A pesquisa foi conduzida em conformidade com os princípios éticos estabelecidos pela Resolução 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde. A participante foi informada sobre os objetivos do estudo e consentiu por escrito em participar. A confidencialidade dos dados foi garantida, e a participante teve liberdade para interromper a sua participação a qualquer momento, sem que houvesse qualquer tipo de penalização. 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO Após um longo processo de consultas e avaliações, a paciente obteve a confirmação para Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), explicando as dificuldades de aprendizado e organização enfrentadas. Este diagnóstico permitiu o ajuste de várias estratégias recomendadas por especialistas, incluindo a utilização de estruturas de apoio visual, como quadros de anotações, e o aumento de atividades físicas. A Tabela 1 resume os principais desafios e as estratégias utilizadas pela paciente. Tabela 1 - Principais Desafios e Estratégias Utilizadas Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA), 2023. Disponível em: https://tdah.org.br/semananacionaltdah. 6 Essas intervenções resultaram em melhorias aliviadas na capacidade de organização e na autoconfiança da paciente, embora o TDAH ainda apresente desafios, especialmente em situações que exigem paciência. Os dados apresentados na imagem abaixo fornece uma visão abrangente sobre a divisão de planejamento da rotina. Figura 1 - rotina diária recomendada para adultos com TDAH . Fonte: ABDA (2023). Disponível em: https://tdah.org.br/semananacionaltdah. É possível perceber que 40% das estratégias, é sobre o papel crucial na organização diária, alinhando-se com a literatura que sugere a criação de uma rotina estruturada e visível (Barkley, 2016). A adoção de ferramentas como quadro de tarefas visíveis e sistema de arquivamento por núcleos auxilia no controle da desorganização, sendo essas abordagens validadas por Dawson e Guare (2018) como eficazes para aprimorar a memória operacional e a organização em pessoas com TDAH. Lembretes e notificações, representando 30% das estratégias, são igualmente fundamentais. Alarmes no celular e lembretes visuais não apenas ajudam a lembrar compromissos, mas também minimizam o impacto de esquecimentos comuns no TDAH. Faraone et al. (2015) destacam que tais lembretes podem ser poderosos no suporte à atenção e à pontualidade, permitindo ao paciente atender suas responsabilidades de forma mais eficiente. As técnicas de autocontrole, que são 20% específicas das estratégias,incluem práticas como técnicas de respiração e o método PARE (Parar, Avaliar, Refletir, Executar), que visam ao controle da impulsividade. Essas abordagens são respaldadas por Barkley (2016), que enfatiza a importância de métodos de autocontrole para evitar decisões impulsivas, comuns no TDAH. Por fim, o planejamento antecipado, representando 10% das estratégias, engloba métodos como a preparação de listas de tarefas e checklist diários. Essa 7 prática é essencial para minimizar surpresas e preparar o indivíduo para tarefas futuras, contribuindo para o desenvolvimento da organização e da autoconfiança. Esses resultados reforçam a importância de uma abordagem multifacetada para o manejo do TDAH, demonstrando que uma combinação de planejamento estruturado, lembretes regulares e técnicas de autocontrole pode gerar uma melhoria significativa no desempenho diário e no bem-estar. A tabela abaixo consolida essas estratégias, mostrando a aplicação prática de cada uma e a importância de um acompanhamento contínuo e multidisciplinar para o sucesso no manejo do TDAH. Tabela 2 - Estratégias de Intervenção para TDAH. Fonte: Psiquiatra Pedro. Essas estratégias são amplamente discutidas na literatura acadêmica como práticas efetivas para o manejo dos sintomas do TDAH, abordando tanto aspectos comportamentais quanto farmacológicos. O ambiente organizado e a atividade física são técnicas de enfrentamento que podem ser facilmente renovadas no cotidiano e afetadas para a melhoria da concentração e redução de sintomas como ansiedade e impulsividade (Barkley, 2016). Já os medicamentos, como a Ritalina, observações de monitoramento cuidadoso, sendo uma intervenção que deve ser acompanhada por profissionais especializados. Por fim, o acompanhamento multidisciplinar permite uma abordagem holística, onde psicólogos, psiquiatras e educadores ajustam as estratégias de acordo com as necessidades do paciente (Faraone et al., 2015; Dawson, Guare, 2018). Essas práticas exemplificam a relevância de uma abordagem integrada e individualizada, que pode gerar resultados positivos na qualidade de vida e no desempenho acadêmico e pessoal de pessoas com TDAH. 8 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Este trabalho permitiu uma compreensão aprofundada sobre as dificuldades enfrentadas por pessoas com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e as estratégias eficazes para lidar com os desafios de desorganização, impulsividade, dificuldades de atenção e esquecimentos. Observe-se que o uso de técnicas organizacionais e de apoio, como quadros de anotações, lembretes visuais, ambiente estruturado e a prática regular de atividades físicas, contribuiu significativamente para a melhoria da concentração, do autocontrole e da autoconfiança do paciente. Dessa forma, foi possível alcançar os objetivos propostos, fornecendo subsídios práticos e teóricos que reforçam a importância de uma abordagem multidisciplinar no tratamento do TDAH. O trabalho também ampliou o entendimento sobre a relevância de intervenções comportamentais combinadas com acompanhamento profissional para o manejo de sintomas, fornecendo uma base sólida para futuras pesquisas e aplicações clínicas. Contudo, algumas limitações foram identificadas, como a ausência de uma análise comparativa com grupos de controle e a dependência de autorrelatos, o que pode limitar a precisão dos resultados. Para estudos futuros, seriam benéficos incluir uma amostra mais ampla, com acompanhamento longitudinal, para avaliar a eficácia das estratégias a longo prazo. Recomenda-se, ainda, explorar métodos alternativos de intervenção e a adaptação das estratégias de acordo com as particularidades de cada paciente, reforçando a personalização do tratamento. Por fim, este trabalho contribui para o aprimoramento acadêmico das autoras ao integrar teorias e práticas que enriquecem a compreensão sobre o TDAH. Sugere- se que profissionais e familiares de indivíduos com TDAH incentivem o uso de estratégias estruturadas e o apoio contínuo para promover uma vida mais organizada e satisfatória. Dessa forma, o estudo contribui não apenas para a literatura acadêmica, mas também para a prática clínica, oferecendo insights valiosos para o manejo desse transtorno. 9 REFERÊNCIAS 1. BARKLEY, RA Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH): Teoria e prática para profissionais de saúde mental. Artmed, 2016. 2. CERVO, AL; BERVIAN, PA; SILVA, R. Metodologia Científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 3. DAWSON, P.; GUARE, R. Intervenções Baseadas em Evidências para Crianças com TDAH: Práticas Terapêuticas e Educativas. Artmed, 2018. 4. FARAONE, SV; MICK, E. Avaliação baseada em evidências do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade em crianças e adolescentes. Journal of Clinical Child and Adolescent Psychology, v. 44, n. 5, p. 106-113, 2015. 5. MINAYO, Maria Cecília de Souza. Pesquisa Social: Teoria, Método e Criatividade. 30. ed. Petrópolis: Vozes, 2010. 6. YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010.