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D A N I E L L E V I L E L A | A U L A 2 Cozinha nutricional, Gastronomia Vegana e Vegetariana GASTRONOMIA UNIDADE 2 O que iremos aprender? • Atividade proposta na aula passada • Conhecer as consequências ambientais ocasionadas pela produção de animais para consumo • Classificar os alimentos de acordo com o seu processamento e identificar os grupos alimentares relacionados com hábitos saudáveis; • Aprender ações e estratégias voltadas ao meio ambiente na prática da gastronomia sustentável. • Vamos aprender o que são os 5 R’s da sustentabilidade • O que é pegada ecológica e o que podemos fazer pelo planeta de forma individual • Como ter uma alimentação saudável e como a leitura dos rótulos é importante Atividade da aula passada •Na aula passada, ficamos de fazer um cardápio, para listar todos os alimentos que tem glúten e lactose, que comemos nas nossas refeições. Então vamos conversar e refletir: nos alimentos consumidos no seu café da manhã/almoço/lanche havia lactose? Leite? Queijo? Iogurte? E glúten? Trigo? Aveia? • Em quais bebidas tem glúten? Quais bebidas tem lactose? Exercício: elabore duas lista de alimentos, uma para aqueles que contem lactose e outra para os que contem glúten. REFLITA Como o consumo de carne prejudica o meio ambiente? Será que se cada pessoa reduzisse o consumo de carnes, leite e ovos influenciaria na melhora do meio ambiente? E da saúde? É preciso que todos nos tornarmos vegetarianos? Ou adotarmos ao movimento Segundas Sem carne? Quais atitudes posso tomar para melhorar o meio ambiente? E a minha saúde? Qual a relação do bife com o desmatamento da Amazônia? Os impactos ambientais da produção de carne A produção de carne tem impactos importantes no meio ambiente e está associada a várias formas de poluição. Alguns dos impactos ambientais relacionados à produção de são por exemplo: • Desmatamento para expansão de áreas agrícolas: Para se produzir carne em larga escala, é preciso de grandes áreas de pastagens e cultivo de alimentos para os animais. Para atender a essa demanda, florestas e ecossistemas naturais são frequentemente desmatados para abrir espaço para pastagens e plantações de ração animal. • Perda de biodiversidade: O desmatamento para a produção de carne têm como resultado a destruição de habitats naturais, levando à perda de biodiversidade e ameaçando a sobrevivência de várias espécies de plantas e animais. • Contaminação e desperdício de água: A intensa produção de carne está associada à poluição da água por conta do uso de fertilizantes, pesticidas e resíduos de animais que podem contaminar a água que está localizada em áreas próximas. • Uso excessivo de água: Para produzir carne é preciso fazer uso de grandes quantidades de água para a irrigação do plantio de ração animal e para a própria pecuária. Isso contribui para o desperdício e a diminuição de água, especialmente em áreas onde a água já é limitada. • Poluição do ar e emissões de gases de efeito estufa: A produção de carne é uma importante fonte de emissões de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O). Esses gases contribuem para o aquecimento global e as mudanças climáticas, levando grandes problemas ambientais. Os impactos ambientais da produção de carne • O “pum” das vacas e dos ruminantes e a poluição atmosférica: O “pum” das vacas e ruminantes produz metano. O metano, que é um gás de efeito estufa muito mais potente do que o dióxido de carbono (CO2), mas também tem uma vida útil mais curta na atmosfera. Ele permanece na atmosfera por cerca de 12 anos, enquanto o CO2 pode ficar lá por séculos. O metano é produzido principalmente pela fermentação entérica, que é um processo que acontece durante a digestão dos ruminantes, incluindo a fermentação bacteriana no estômago das vacas. Durante a ruminação, o metano é produzido por bactérias do rúmen (uma das quatro cavidades do estômago dos bichos), que ajudam a retirar energia dos alimentos mastigados pelo gado. Esse gás contribui em média com 23% do efeito estufa. Porém é importante lembrar que as atividades humanas, como a queima de combustíveis fósseis e o desmatamento, são responsáveis pela maior parte das emissões de gases de efeito estufa em escala global. • Outro gás importante do efeito estufa é o oxido nitroso. Quando acontece a decomposição da matéria orgânica, como dejetos de animais e restos vegetais, ou quando certos fertilizantes com nitrogênio são utilizados no solo, pode acontecer a liberação de óxido nitroso. Essa liberação acontece como resultado da ação de microrganismos que estão no solo e que transformam o nitrogênio presente nesses materiais em óxido nitroso. O óxido nitroso, da mesma forma que o metano, é um gás do efeito estufa que contribui para o aquecimento global. Ele vai para a atmosfera em forma de gás, por conta dos dejetos dos animais e uso de fertilizantes. • Além das despesas econômicas, a produção de carne também tem custos culturais, sociais e ambientais. A produção pecuária em grande quantidade, pode fazer com que comunidades locais tenham que se mudar, pode levar à perda de terras agrícolas para a produção de ração animal e à concentração do poder econômico nas mãos de poucas empresas. Além disso, a produção de carne contribui para a destruição dos ecossistemas, a perda de biodiversidade e o esgotamento de recursos naturais. • Dito isso, adotar um modo de vida mais sustentável e equilibrado quando falamos no consumo de carne, como reduzir o consumo, escolher fontes de proteína alternativas e apoiar práticas agrícolas mais sustentáveis, pode ajudar a diminuir os impactos negativos da produção de carne no meio ambiente e na biodiversidade. Os impactos ambientais da produção de carne Novas tecnologias • Embora esteja sendo feita uma pesquisa com o objetivo de ter soluções para reduzir as emissões de metano da pecuária, como melhorar a dieta dos animais e encontrar técnicas mais eficientes, é importante perceber que só iremos ter reduções significativas se houver uma mudança nos hábitos de consumo alimentares da população. • Além disso, é fundamental considerar outras estratégias para diminuir o impacto ambiental da produção de carne, como a adoção de práticas agrícolas sustentáveis e o apoio a fontes alternativas de proteína, como plant- based (baseada em plantas) ou produtos de origem vegetal. Desmatamento • Floresta queimadas ou desmatadas para criar áreas de pastagem ou para o plantio de milho e soja. • Maior parte da produção de milho e soja é para a produção de ração animal. • Sem floresta os danos da poluição ambiental são maiores. Os impactos ambientais da pesca • A pesca tem diversos impactos ambientais significativos, especialmente quando é feita de forma inadequada. Alguns dos principais impactos estão relacionados à pesca predatória, pesca de arrasto e a poluição nos oceanos. Fora isso, a sobrepesca tem levado à diminuição da idade e à redução das populações dos peixes. • A sobrepesca acontece quando a captura de peixes em uma determinada área ou população ultrapassa a capacidade de reprodução dessas espécies. Isso significa que os peixes estão sendo retirados dos oceanos em um tempo mais rápido do que conseguem se reproduzir e dar continuidade as suas populações. • A pesca predatória é uma prática onde os pescadores pegam grandes quantidades de peixes sem considerar a sustentabilidade a longo prazo. Isso pode levar à seria diminuição das populações de peixes, desequilíbrio nos ecossistemas marinhos e até mesmo a extinção das espécies. A pesca predatória também pode causar danos físicos aos habitats marinhos, como recifes de corais e leitos de algas. • A pesca de arrasto é outra prática que prejudica muito o meio ambiente. Nesse tipo de pesca, uma rede de arrasto é puxada pelo fundo do mar, retirando peixes, crustáceos e outros organismos de forma aleatória. Isso causa grandes danos aos ecossistemas marinhos, destruindo habitats frágeis e tendo como resultado a captura acidental de espécies que não eram o alvo. • A poluição dos oceanos também contribui para os impactos negativos na vida marinha. A poluição que vem das atividades humanas, como descartar de forma inadequada os resíduos, escoamento de produtos químicos agrícolas e vazamentos de petróleo, pode contaminar os oceanos e afetar a saúde dos peixes e de outros organismos marinhos. A poluição também pode causar a formação de zonas mortas, onde a falta de oxigênio impede a sobrevivência de muitas espécies marinhas. Os impactos ambientais da pesca • No que diz respeito a idade dos peixes, estudos têm mostrado que a pesca intensiva tem levado a diminuição da idade média de maturação dos peixes, ou seja, a idade necessária para que os peixes possam se reproduzir. Isso acontece porque a pesca é feita antes da idade do peixe se reproduzir, o que compromete a capacidade de repovoamento das espécies. Fora isso, o excesso de pesca tem levado à diminuição das populações de peixes no mundo inteiro, o que coloca em risco a segurança alimentar e a sustentabilidade dos ecossistemas marinhos. • Para diminuir os impactos ambientais da pesca, é muito importante ter práticas de pesca sustentáveis, como a pesca com redes seletivas, que diminuem a captura acidental das espécies que não são o alvo. Além disso, é importante ter áreas marinhas protegidas e que seja regulamentada a pesca comercial, para contribuir com a preservação da vida marinha e suas próximas gerações. Fazendas aquáticas e os impactos ambientais Fazendas de aquicultura ou seja, fazendas aquáticas, são feitas para criação de peixes, ostras, camarões e outros animais da vida marinha e embora tenham um papel importante na produção de alimentos, podem causar impactos negativos no meio ambiente e na vida marinha. Alguns dos principais problemas e danos associados a essas fazendas são por exemplo: • Poluição da Água: As fazendas aquáticas frequentemente liberam nutrientes em excesso, como nitrogênio e fósforo, nos ecossistemas aquáticos. Isso pode levar a um aumento da multiplicação de algas que são nocivas e que podem causar a redução ou até o esgotamento de oxigênio na água e prejudicar a vida marinha. • Uso de Medicamentos e Produtos Químicos: Para que a grande quantidade populacional de peixes se mantenha saudável, as fazendas aquaticas muitas vezes fazem o uso de medicamentos, antibióticos, pesticidas e produtos químicos para tratar doenças e parasitas. Como resultado, pode ocorrer a contaminação da água e na resistência a antibióticos. • Transmissão de Doenças para a Vida Selvagem: As doenças que afetam os peixes criados em cativeiro podem ser transmitidas para a vida marinha selvagem, colocando em risco populações naturais de peixes. • Escapamento de Peixes: Peixes criados em fazendas aquáticas podem escapar, muitas vezes devido a falhas nas estruturas das gaiolas ou redes. Quando esses peixes criados em cativeiro se juntam com populações de peixes criados de forma livre, podem ocorrer cruzamentos genéticos e competição por recursos, o que pode afetar de forma negativa as espécies nativas. • Degradação de Ecossistemas Costeiros: A construção de fazendas aquáticas podem fazer com que os ecossistemas costeiros sejam danificados, como por exemplo mangues e áreas de desova de peixes. Retirar a vegetação natural para dar lugar às fazendas pode prejudicar esses ecossistemas críticos e reduzir a biodiversidade. Fazendas aquáticas e os impactos ambientais • Consumo de Recursos Naturais: A produção de ração para alimentar os peixes criados em cativeiro muitas vezes necessita de uma grande quantidade de recursos naturais, como peixes selvagens capturados para a fabricação de ração, o que pode afetar as populações de peixes selvagens. • Problemas de Bem-Estar Animal: Em alguns casos, as condições de cativeiro nessas fazendas, podem resultar em problemas de bem-estar animal, incluindo estresse, doenças e lesões nos peixes. Para diminuir esses danos ao meio ambiente e à vida marinha, é essencial utilizar praticas de criação sustentável, incluindo: • Melhor manejo dos resíduos: Criar e colocar em pratica sistemas de tratamento de resíduos líquidos poluentes e diminuir ao máximo a liberação de nutrientes em excesso na água. • Uso responsável de produtos químicos: Reduzir a dependência de medicamentos e produtos químicos gerenciando e cuidando de forma planejada e apropriada. • Monitoramento ambiental: Acompanhar de perto os impactos ambientais e ajustar as operações quando for necessário. • Pesquisa e desenvolvimento: Investir em pesquisas para desenvolver técnicas mais sustentáveis e eficazes na criação. • Regulamentação e certificação: Criar e colocar em prática regulamentações rigorosas e incentivar a certificação de fazendas sustentáveis. • Ajuda individual da população: Cada um de nós pode incorporar no dia a dia práticas menos nocivas ao meio ambiente, como a redução do consumo de carnes, leite e ovos. Criação de aves e seus impactos A criação de galinhas tem vários impactos ambientais, e vamos falar sobre os principais aspectos e danos que podem causar. • Gaiolas e Espaço: As galinhas e frangos de corte podem ser criados de diferentes formas, como gaiolas, galpões e criação ao ar livre. Nas gaiolas, as galinhas têm pouco espaço para se mover, o que pode levar ao estresse e a problemas de bem- estar animal. • Uso de Recursos: A criação desses animais necessita de muitos recursos, como água e alimentos. A produção de ração, que é o alimento deles, pode necessitar do uso de grandes áreas de terra, o que afeta o meio ambiente. • Poluição: A criação de galinha e frango de corte pode resultar na poluição do solo e da água por conta do acúmulo de dejetos das aves. Nesses resíduos, podem ter poluentes e nutrientes em excesso que prejudicam o meio ambiente. • Medicamentos e Antibióticos: Para prevenir doenças, as galinhas muitas vezes recebem medicamentos e antibióticos. O uso em excesso dessas substâncias pode contribuir para a resistência antimicrobiana e afetar a qualidade da água. • Emissões de Gases: A criação de galinhas também emite gases de efeito estufa, como o metano, que contribuem para as mudanças climáticas. • Soluções que ajudam a diminuir esses problemas incluem práticas de criação mais sustentáveis, como a criação ao ar livre, ração sem antibiótico, o uso responsável de medicamentos, o tratamento adequado dos dejetos das galinhas e a busca por alternativas alimentares mais sustentáveis. Isso ajuda a reduzir o impacto ambiental da criação de galinhas e promove o bem-estar das aves. • Mas nosso papel individual é sempre muito importante, reduzindo o consumo de produtos de origem animal e adquirindo produtos de produtores que se preocupem com o bem estar animal. A pesca industrial põe em risco a fauna das áreas onde é praticada, já que as redes e equipamentos capturam, além de peixes, moluscos e outros invertebrados marinhos, mamíferos (como golfinhos, focas e baleias), aves e tartarugas, considerados do tipo ou tamanho errado e que, portanto, são descartados Segunda sem carne, realmente faz diferença? • Algumas pessoas já estão familiarizadas com o movimento “segunda sem carne”. O movimento é exatamente como o nome diz. É uma proposta para que sugere tirar a carne do seu cardápio, ao menos uma vez por semana. • Aqui no Brasil, a Segunda Sem Carne é uma campanha da Sociedade Vegetariana Brasileira em parceria com a Secretaria do Verde e do Meio-Ambiente da Prefeitura de São Paulo e a ideia é chamar pra perto e ter um primeiro contato com quem é carnívoro. • A ideia de não consumir carne em certos dias da semana começou durante a Primeira Guerra Mundial com o objetivo de economizar alimentos para o exército. Era chamada de "Meatless Monday" (Segunda Sem Carne) e também havia a "Wheatless Wednesday" (Quarta Sem Trigo). Em 2003, Sid Lerner recriou a ideia nos EUA para incentivar uma alimentação mais saudável. Essa ideia se espalhou por 44 países, incluindo o Brasil, e recebeu apoio de instituições de saúde, como o Ministério da Saúde, promovendo escolhas alimentares mais equilibradas. • A adesão à campanha "Segunda Sem Carne" no Brasil tem crescido ao longo dos anos e está se tornando cada vez mais popular. A iniciativa ganhou apoio de diversos setores da sociedade, incluindo restaurantes, escolas, instituições públicas, e até mesmo na indústria de alimentos. • A campanha "Segunda Sem Carne" chegou ao Brasil em 2009, com o apoio da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB). A SVB tem trabalhado para divulgar a ideia de que as pessoas podem substituir a carne por alimentos vegetais pelo menos um dia por semana, e tem buscado o apoio do governo para poder colocar em prática essa ideia. • Mas uma pergunta é bem comum: faz realmente alguma diferença aderir a segunda sem carne? Não consumir carne apenas um dia na semana muda alguma coisa? Essa dúvida é comum. Existem vários motivos para se tornar vegano, como vimos até aqui, mas não virar vegano e apenas contribuir com a segunda sem carne realmente fará alguma diferença no planeta? A resposta é sim, vamos aos motivos a seguir: Segunda sem carne, realmente faz diferença? Segunda sem carne, realmente faz diferença? A produção de animais para consumo faz uso de recursos naturais de forma ineficiente e é uma das maiores responsáveis pelo desmatamento. 70% da área desmatada é usada para pasto, e parte do restante para a produção de ração. Grande parte da produção de cereais é destinada à alimentação desses animais. O desmatamento da Amazônia é a mais expressiva fonte de emissão de CO2. Somente no Brasil, quase 6 bilhões de animais são abatidos por ano. Cada um desses animais precisa de determinada quantidade de terra, água, alimento e energia, produz quantidade expressiva de dejetos e emite poluentes que serão dispersados pelo solo, ar e água. Alimentação saudável • Comer de forma saudável é mais fácil do que parece. Em vez de comer menos, devemos nos concentrar em escolher alimentos reais que vêm da natureza, como frutas, legumes e alimentos não processados, em vez de alimentos embalados. • Mesmo que as embalagens dos produtos nos supermercados destaquem informações como "rico em vitaminas" ou "sem gordura trans", é importante ler a lista de ingredientes para saber o que realmente está no alimento. O novo Guia Alimentar do Brasil, lançado em 2014, é inovador porque mostra a importância de focar nos alimentos em si em vez de nutrientes específicos. Portanto, a recomendação é ler mais sobre os alimentos para fazer escolhas melhores. • A alimentação saudável não precisa ser complicada. Em vez de contar calorias ou se preocupar excessivamente com detalhes específicos dos alimentos, o foco deve ser em escolher alimentos naturais e não processados. Esses alimentos naturais são aqueles que você pode encontrar na natureza, como frutas, vegetais, legumes, boas fontes de proteínas, grãos integrais. • A alimentação afeta a saúde e o bem-estar da gente e muitos fatores, como informação, emoções, família, localização e cultura, acabam influenciando nossos hábitos alimentares. Para ser saudável, é simples: coma comida de verdade, evitando alimentos com muito açúcar, gordura, sal e aditivos químicos. Muitas pessoas estão acima do peso no Brasil, o que pode levar a uma serie de doenças. • Porém, é importante lembrar do fato que industrializados são convenientes, mas podem não ser saudáveis. Eles contêm muitos aditivos e não se parecem com comida de verdade. Cozinhar em casa pode ajudar nos ajudar a perceber como estamos comendo e o que estamos comendo. É importante adaptar a rotina para incluir tempo para cozinhar e envolver a família toda. • Mesmo em tempos difíceis, não é necessário seguir dietas da moda. Em vez de se preocupar com nutrientes isolados, foque em alimentos naturais. A indústria não consegue imitar o sabor e a textura dos alimentos frescos sem adicionar substâncias artificiais que podem não ser seguras. • A chave para hábitos alimentares saudáveis é cozinhar em casa e evitar alimentos processados. G ui a A lim en ta r pa ra a P op ul aç ão B ra si le ira A alimentação é mais que a ingestão de nutrientes; Quando nos alimentamos não estamos apenas ingerindo nutrientes, mas também diz respeito aos alimentos que comemos, como os combinamos e preparamos, nosso modo de comer e as influências culturais e sociais. Tudo isso afeta nossa saúde e bem-estar. Os nutrientes são essenciais para a saúde e conseguimos através da alimentação. Além disso, os alimentos específicos que fornecem esses nutrientes, as diferentes combinações entre eles, a forma como os preparamos, o modo como comemos e os aspectos sociais e culturais relacionados às nossas práticas alimentares também são importantes para a saúde. As recomendações sobre alimentação devem estar em sintonia com seu tempo; O guia reconhece que as pessoas têm rotinas diferentes e tem varias demandas e pouco tempo. Então é importante que as orientações alimentares possam ser adaptadas e possíveis de serem seguidas no dia a dia. O guia mostra como é importante planejar as refeições, tirar um tempo para cozinhar e comer com calma, mesmo que seja preciso fazer ajustes de acordo com o tempo disponível de cada um. Ele sugere estratégias para uma alimentação saudável, mesmo em situações em que o tempo é pouco. Uma alimentação adequada e saudável deriva de sistema alimentar socialmente e ambientalmente sustentável; Uma alimentação adequada e saudável vem de um sistema alimentar que é bom para as pessoas e para o planeta. Isso quer dizer que a forma como produzimos, distribuímos e consumimos alimentos deve ser sustentável social e ambientalmente. Socialmente sustentável significa garantir que todas as pessoas tenham acesso a alimentos de qualidade, nutritivos e em quantidade suficiente. Para isso é preciso acabar com a fome e a desnutrição garantir segurança alimentar e nutricional e apoio aos produtores. Na parte ambiental é preciso Proteger o meio ambiente e os recursos naturais. Isso envolve reduzir o desperdício de alimentos e cuidado com o solo. Deve-se levar em consideração a cultura e as tradições alimentares de cada região e valorizar os conhecimentos tradicionais na produção e preparo dos alimentos. Diferentes saberes geram o conhecimento para a formulação de guias alimentares; O guia leva em consideração a importância do conhecimentos de diversas fontes para desenvolver as orientações alimentares. Reconhecendo que diferentes saberes, incluindo a ciência da nutrição e a sabedoria tradicional, contribuem para criar guias alimentares completos e culturalmente significativo. Guias alimentares ampliam a autonomia nas escolhas alimentares A ideia é empoderar as pessoas, dando informações e orientações que ajudam a tomar decisões alimentares conscientes e saudáveis. Promovendo assim a autonomia nas escolhas alimentares, dando informações as pessoas, para que elas possam fazer escolhas que atendam às suas necessidades e preferências, ao mesmo tempo em que promovem a saúde e o bem-estar. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2014). Alimentos x nutrientes Os alimentos podem ser definidos como o conjunto de produtos que comemos e bebemos para nos nutrir e são produtos de composição complexa que, em estado natural ou processado, são consumidos pelo homem para satisfazer suas necessidades nutritivas e sensoriais. Ex: verduras, legumes, frutas, que podem ser processados como os enlatados por exemplo. Já os nutrientes são compostos orgânicos ou inorgânicos contidos nos alimentos. São todas as substâncias químicas que fazem parte dos alimentos. Qualquer elemento ou substância necessária para o metabolismo de um ser vivo. São encontrados em diversos alimentos e possuem função fundamental no organismo: garantir o funcionamento adequado de todo o metabolismo (metabolismo é toda e qualquer reação química no organismo que gaste energia para produzir ou modificar moléculas). Todo alimento é formado por nutrientes de qualidades diversas e em quantidades diferentes. TIPOS DE PROCESSAMENTO DOS ALIMENTOS O Ministério da Saúde, na segunda edição do Guia Alimentar para a População Brasileira propôs a classificação dos produtos quanto ao grau de processamento. Dessa maneira, de acordo com o Guia os alimentos são classificados em quatro grupos: alimentos in natura, ingredientes culinários, alimentos processados e alimentos ultraprocessados. Os alimentos in natura são aqueles obtidos diretamente de plantas ou animais. Adquiridos para consumo sem que tenham sofrido qualquer alteração após deixarem a natureza. é aquele ao qual temos acesso da maneira como ele vem da natureza. O termo inclui partes comestíveis de plantas (como sementes, frutas, folhas, raízes) ou de animais (músculos, ovos, leite). Também inclui cogumelos e algas. Os alimentos minimamente processados são alimentos in natura que, antes de sua aquisição, foram submetidos à limpeza, remoção de partes não comestíveis ou não desejadas, secagem, embalagem, pasteurização, resfriamento, congelamento, fermentação e outros processos que não adicionam sal, açúcar, óleos, gorduras ou outras substâncias ao alimento original. são, basicamente, alimentos in natura que precisam de algum processamento antes de chegar ao consumidor final, mas que não têm adição de ingredientes ou transformações que os descaracterizem. Os grãos de feijão são apenas secos e embalados, os grãos de trigo são transformados em farinhas, cuscuz e massas, os grãos de milho em farinhas e polenta, os grãos de café são torrados e moídos, o leite é pasteurizado, a carne é resfriada ou congelada — todos esses são processos que aumentam a duração e facilitam o consumo dos alimentos sem alterar substancialmente suas principais propriedades. Os ingredientes culinários são usados para temperar, cozinhar alimentos e criar preparações culinárias, neste grupo, estão o sal, o açúcar, os óleos e as gorduras. São substâncias extraídas de alimentos do primeiro grupo por procedimentos físicos como prensagem, centrifugação e concentração. É o caso, por exemplo, do azeite obtido de azeitonas, da manteiga obtida do leite e do açúcar obtido da cana ou da beterraba. Eles também podem ser extraídos diretamente da natureza, como o sal marinho e o sal de rochas. Esses ingredientes são essenciais para converter alimentos do primeiro grupo em receitas e refeições deliciosas. TIPOS DE PROCESSAMENTO DOS ALIMENTOS Os alimentos processados são fabricados pela indústria com a adição de sal ou açúcar ou outra substância de uso culinário a alimentos in natura para torná-los duráveis e mais agradáveis ao paladar, reconhecidos como versões dos alimentos originais. São produzidos basicamente adicionando-se sal, açúcar, óleo ou vinagre aos alimentos in natura ou minimamente processados. Cozimento, secagem, fermentação, defumação, entre outros, integram as técnicas de processamento. Entre os exemplos de alimentos processados, temos conservas de alimentos em salmoura, frutas preservadas em açúcar, carnes salgadas ou defumadas, queijos e pães. Um dos objetivos do processamento é o aumento do prazo de validade dos alimentos. Os alimentos ultraprocessados são formulações industriais prontas para consumo e feitas inteira ou em sua maioria de substâncias extraídas de alimentos (como óleos, gorduras, açúcar, amido, proteínas), derivadas de constituintes de alimentos (como gorduras hidrogenadas, amido modificado) ou sintetizadas em laboratório com base em matérias orgânicas como petróleo e carvão (como corantes, aromatizantes, entre outros). São produzidos com a adição de muitos ingredientes como sal, açúcar, óleos, gorduras, proteínas de soja, do leite, extratos de carne. Assim, tais alimentos têm prazo de validade maior, alteração de cor, sabor, aroma e textura. São exemplos de ultraprocessados: biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, refrigerantes e macarrão instantâneo. Como alguns ingredientes e métodos do processamento alteram desfavoravelmente a composição nutricional dos alimentos, como por exemplo, aumentando o conteúdo de sódio do alimento, ou a quantidade de calorias, o guia alimentar para a população brasileira recomenda que tais alimentos sejam consumidos em pequenas quantidades. TIPOS DE PROCESSAMENTO DOS ALIMENTOS Alimentos in natura São obtidos de plantas ou animais, sem que tenham sofrido qualquer alteração quando adquiridos para o consumo. Ervas e temperos Frutas Tubérculos Ovos Legumes Alimentos minimamente processados São submetidos a alterações mínimas antes de sua aquisição (secagem, moagem, pasteurização, resfriamento, congelamento e embalagem). Iogurte Arroz Leguminosas Café Farinhas Alimentos processados São fabricados com adição de sal, açúcar, óleo e/ ou vinagre e alguns métodos de preservação (cozimento, salga, salmoura, fermentação e defumação). Compotas Enlatados Conservas Queijos Peixes/enlatados Alimentos ultraprocessados São processados com técnicas para dar cor, textura, sabor, aroma e com adição de vários ingredientes e aditivos químicos (gordura vegetal, xarope de glicose, espessantes, corantes, estabilizantes, aromatizantes, emulsificantes e edulcorantes). Guloseimas Bebidas açucaradas Macarrão Instantâneo Sorvete Salgadinho (chips) Vamos praticar? Classifique os alimentos a seguir de acordo com as categorias do Guia Alimentar • Iogurte sabor morango; • Batata frita; • Pão; • Frango empanado; • Bolo; Ficou em dúvida? Vamos esclarecer! Se esses alimentos forem produzidos em casa, eles serão minimamente processados ou processados. Já se comprarmos prontos, estes mesmos alimentos serão ultraprocessados! Perceba como o ato de cozinhar faz toda a diferença na saúde e qualidade de vida! Macronutrientes Carboidratos Proteínas Lipídios Micronutrientes Vitaminas Minerais Alimentação saudável = equilíbrio Alimentação saudável = equilíbrio Alimentação saudável = equilíbrio Alimentação saudável = equilíbrio Como ler o rotulo dos alimentos? • Cada alimento tem sua sazonalidade, isso quer dizer que a disponibilidade de alimentos frescos que estão em seu auge de produção e maturação, acontece durante determinadas estações do ano. : • Variedade nutricional: Consumir alimentos sazonais nos proporciona uma variedade de nutrientes ao longo do ano, já que cada alimento tem diferentes vitaminas, minerais e antioxidantes. Isso contribui para uma dieta mais equilibrada. • Sabor e frescor: Alimentos da estação geralmente têm um sabor mais pronunciado e são mais frescos, pois não precisam ser transportados por longas distâncias. Isso melhora a qualidade dos alimentos e pode tornar as refeições mais gostosas. • Economia: Alimentos sazonais muitas vezes são mais baratos, já que que sua produção é bem maior durante sua época de safra. Isso pode reduzir os custos de alimentação. • Apoio a produtores locais: Ao consumir alimentos da estação, estamos apoiando agricultores locais e a economia local, contribuindo para a sustentabilidade de comunidades agrícolas. • Redução de emissões de carbono: Quando consumimos alimentos da estação que são cultivados localmente, reduzimos a do transporte por longas distancias, diminuindo as emissões de gases de efeito estufa que são associadas ao transporte de distancias longas. • Menos uso de recursos naturais: Para produzir alimentos fora da sua época, muitas vezes é preciso do uso intensivo de recursos, como água e energia, para criar condições artificiais de cultivo. Alimentos sazonais geralmente são cultivados em condições naturais, o que reduz o consumo de recursos. Sazonalidade Sazonalidade • A pegada ecológica é uma ideia que tem o intuito de calcular o impacto ambiental de uma pessoa, comunidade, empresa ou país no que diz respeito a quantidade de recursos naturais que são consumidos e a capacidade da terra de repor esses recursos. É um calculo que nos auxilia como nossos estilos de vida e atividades impactam a sustentabilidade. A pegada ecológica é medida em termos de hectares globais, que representam a quantidade de terra e água necessária para sustentar um determinado padrão de consumo e absorver os resíduos que são gerados. • Para reduzir nossa pegada ecológica e contribuir para a preservação do meio ambiente, podemos fazer nossa parte, adotando medidas individuais como por exemplo: • Redução do consumo de recursos: Consumir menos recursos naturais, como água, energia, alimentos e materiais, é fundamental. Isso pode ser feito através da redução do desperdício e da compra de produtos duráveis e de alta eficiência. • Economia de energia: Usar fontes de energia mais limpas e eficientes, como energia solar e eólica, e reduzir o consumo de energia em casa e no transporte, por exemplo, usando veículos mais eficientes, optando por transporte público quando possível • Alimentação consciente: Reduza o consumo de carne e produtos de origem animal, porque a produção de carne tem uma pegada ecológica muito significativa. Prefira alimentos locais e sazonais. • Reciclagem e reutilização: Praticar a reciclagem e reutilizar produtos sempre que possível para reduzir a quantidade de resíduos que vão para aterros sanitários. Importante evitar comprar alimentos que usem plástico em excesso para embalagem, como frutas pré cortadas e verduras. • Conservação da água: Use a água de forma eficiente em casa e no jardim, reparando vazamentos e evitando o desperdício. Quem mora em casa, pode aproveitar a água da maquina de lavar, para lavar o quintal. • Transporte sustentável: Preferir caminhar, andar de bicicleta, usar transporte público ou compartilhar carros para reduzir as emissões de carbono. Pegada ecológica Quanto às indústrias, elas tem um papel fundamental na redução da pegada ecológica e no incentivo a sustentabilidade. Algumas medidas que as indústrias podem e devem adotar são: • Eficiência energética: Investir em tecnologias mais eficientes para diminuir o consumo de energia e a emissão de poluentes. • Energias renováveis: Mudar para fontes de energia mais limpas, como energia solar e eólica, pode ajudar a diminuir a pegada de carbono. • Práticas de produção sustentável: Adotar práticas de produção que minimizem o desperdício, reduzam o uso de recursos naturais e utilizem a reciclagem. • Redução de resíduos: Desenvolver estratégias para reduzir a produção de resíduos sólidos e encontrar maneiras de reciclar ou reutilizar subprodutos. • Transporte de carga eficiente: Criar sistemas de transporte mais eficientes para reduzir as emissões que são associadas à logística. • Responsabilidade social corporativa: As empresas podem adotar políticas e práticas como a responsabilidade ambiental como parte integral de seus objetivos e valores. • Transparência e comunicação: Comunicar claramente as ações tomadas para reduzir a pegada ecológica, envolver as pessoas e incentivar a conscientização pública. Pegada ecológica A pegada ecológica é dividida em diferentes categorias ou tipos de uso de solo, que representam como a terra está sendo usada em termos de atividades humanas. Pegada ecológica A pegada ecológica é dividida em diferentes categorias ou tipos de uso de solo, que representam como a terra está sendo usada em termos de atividades humanas. Pegada ecológica A pegada ecológica é dividida em diferentes categorias ou tipos de uso de solo, que representam como a terra está sendo usada em termos de atividades humanas. Pegada ecológica Hábitos e atitudes de consumo Geração de lixo Aumentar a vida útil dos produtos Transformar materiais beneficiados em matérias primas para novos produtos Não consumir produtos que geram impactos ambientais significativos e que não sejam essenciais • O tipo de resíduo produzido hoje em dia, especialmente plásticos, é o motivo de grande preocupação por conta do tempo que fica no ambiente. Plásticos são materiais que podem levar milhares de anos para se decompor completamente, o que causa vários problemas ambientais. Quando esses plásticos não tem seu destino dado de forma adequada, eles podem poluir ecossistemas naturais, causar danos à vida marinha, entupir sistemas de esgoto, e contribuir para a destruição da paisagem. • A média de produção de lixo nos grandes centros urbanos é grande, com cerca de 1 kg de lixo produzido por pessoa por dia. Esse acúmulo de resíduos em aterros sanitários e a sua deposição inadequada pode levar à contaminação do solo e da água, além de aumentar a pressão sobre os recursos naturais que são necessários para a produção de produtos descartáveis. A importância da reciclagem está relacionada a várias questões como por exemplo: • Redução da pegada ecológica: Reciclar ajuda a economizar recursos naturais, e reduz a necessidade de extrair matérias- primas virgens. Isso contribui para a preservação de ecossistemas e reduz o impacto ambiental. • Conservação de energia: A reciclagem geralmente consome menos energia do que a fabricação de produtos a partir de matérias-primas cruas. Isso ajuda a reduzir as emissões de gases de efeito estufa que são associadas à produção de energia. • Redução de resíduos em aterros sanitários: A reciclagem diminui a quantidade de resíduos enviados para aterros sanitários, prolongando sua vida útil e reduzindo o impacto negativo em comunidades locais. • Criação de empregos: A indústria de reciclagem gera empregos na coleta, classificação e processamento de materiais recicláveis, contribuindo para o crescimento econômico. Quando for jogar algo fora, repense não existe fora! Além da reciclagem, a redução, a reutilização e recusar o que não precisa e o repensar, são princípios importantes que precisam ser adotados para lidar com o problema do excesso de lixo: • Redução: Isso envolve diminuir da quantidade de resíduos gerados em primeiro lugar, fazendo compras de produtos duráveis, a diminuir o desperdício de alimentos e a escolha de embalagens sustentáveis e biodegradáveis. Substituir copos descartáveis por copos reutilizáveis, levar sacola retornável para o supermercado, fazer uma lista de compras para evitar o desperdício, preferir embalagens retornáveis ou refil. • Reutilizar: Reutilizar itens, como embalagens, roupas e eletrônicos, sempre que possível, diminui a necessidade de produzir novos produtos. A reutilização prolonga a vida útil dos objetos e economiza recursos. Aproveitar embalagens para fazer artesanato ou virar jarro de plantas, reformar móveis, são exemplos de reutilizar. • Reciclagem: O processo de reciclagem envolve coletar, processar e transformar materiais recicláveis em novos produtos. Essa prática tem um papel fundamental na redução do impacto ambiental dos resíduos sólidos. • Recuse: Se não vai precisar ou não vai usar, recuse! Vai pedir um lanche e eles oferecem canudo, guardanapo, talheres descartáveis e você vai comer em casa e não precisa desses itens? Recuse! Recuse embalagens excessivas e produtos que causem danos ambientais. • Repense: É repensar e refletir sobre os hábitos de consumo. Muitas vezes, o desejo por um produto leva a um consumo desenfreado e sem reflexão e questionamento se aquilo é realmente necessário, o que acaba gerando acúmulos de resíduos e danos ao meio ambiente. Quando repensamos sobre a real necessidade na hora de adquirir um produto, temos a oportunidade de reduzir não só os gastos, mas também o acúmulo de poluição e os impactos sobre o meio ambiente. Quando for jogar algo fora, repense não existe fora! EXERCÍCIO: Como a gastronomia está relacionada com os itens abaixo: •Segunda sem carne; •Pegada ecológica; •Sazonalidade; •Reduzir, reutilizar e reciclar. BOM ESTUDO!