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LUCIANA CRUZ DOS SANTOS RELATÓRIO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENSINO FUNDAMENTAL I UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR ANHANGUERA CURSO DE PEDAGOGIA SÃO PAULO 2024 São Paulo 2024 RELATÓRIO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENSINO FUNDAMENTAL I Relatório apresentado à Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera, como requisito parcial para o aproveitamento da disciplina de Estágio Supervisionado em Ensino Fundamental I do Curso de Pedagogia. LUCIANA CRUZ DOS SANTOS SUMÁRIO 1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS ......................................................... 4 2 RELATO DA ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO DOCENTE ......................... 5 3 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA ..................... 6 4 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC ............................................ 7 5 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE ........................... 8 6 RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE ............... 9 7 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS ... 10 8 RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA ........... 11 9 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR ........................................................................................... 12 10 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA ............................................................. 13 11 RELATO DA OBSERVAÇÃO ............................................................................... 14 12 PLANOS DE AULA ............................................................................................. 14 13 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE aula AO PROFESSOR ...... 16 14 RELATO DA REGÊNCIA .................................................................................... 17 15 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO ........................................................................... 18 CONSIDERAÇÕES FINAIS ...................................................................................... 19 REFERÊNCIAS ............................................................ Erro! Indicador não definido. 3 INTRODUÇÃO Em decorrência do estágio em Educação Fundamental I, na E.E. Padre Noé Rodrigues, que fica no bairro Brasilândia, zona norte da cidade de São Paulo, pude perceber in loco porque a etapa da Educação Fundamental I é essencial para introduzir a Leitura, a Escrita e o Cálculo, além de conceitos básicos de Matemática, Ciências, História e Geografia, entre os alunos que, por sua vez, precisam ser estimulados constantemente para desenvolver tanto as competências exigidas pela Base Nacional Comum Curricular para o aprendizado progressivo quanto as habilidades que irão prepará-los para continuar aprendendo ao longo da vida acadêmica. Ao mesmo tempo, para proporcionar a formação integral, ainda cabe ao docente levá-los a entender a importância do respeito mútuo e da colaboração, seja na escola ou na vida familiar, para ter e assumir uma posição cidadã diante da comunidade onde mora. Dessa forma, a partir do momento em que entregue minha carta de apresentação a escola, que me aceitou de imediato como estagiária, também pude perceber que a professora que me supervisionou trabalhava tanto o conteúdo quanto as atividades pertinentes, conforme a faixa etária dos alunos, sempre de maneira significativa e instigante, no intento de fazê-los se interessar, de fato, pelo saber e, assim, protagonizar o próprio conhecimento. Como aprendi, entre outras coisas, isso com ela na prática, tal aspecto fará parte da minha formação, como da minha futura carreira docente. Além disso, como ela também misturava teoria com atividades lúdicas para facilitar o processo de aprendizagem, segui a mesma linha durante minhas regências, que se mostraram eficientes em termos de resultados positivos, tanto que meu desempenho foi bem avaliado, não só por ela, mas também pela coordenadora pedagógica. Consequentemente, afirmo que o estágio é a melhor forma de fazer um graduando vivenciar a prática pedagógica no dia a dia de uma sala e aula, observar as dificuldades dos alunos, planejar e replanejar suas aulas, sempre tendo em mente que todo esse esforço deve ser feito em prol do desenvolvimento dos discentes. 4 1. RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS As leituras obrigatórias me fundamentaram teoricamente em relação a vários aspectos relacionados ao aprendizado e ao desenvolvimento dos alunos da Educação Fundamental I, principalmente, no que diz respeito ao ritmo próprio e as especificidades de cada um, que precisam ser respeitados. Elas também me fizeram entender a necessidade de promover uma educação mais significativa e com intencionalidades pré-definidas, às vezes, de forma lúdica, com vistas à formação integral do aluno que, por sua vez, deve expandir seu conhecimento de mundo gradualmente, para se inserir nele e construir sua identidade, a par dos saberes necessários para ter o mínimo de autonomia, independência e protagonismo para agir de forma cidadã em meio a coletividade. Além disso, a par da prática vivenciada no estágio que requer criatividade e resiliência, as leituras obrigatórias também me deram uma nova perspectiva em referência ao papel que devo assumir como futura docente, no sentido de refletir e revisar o que vem sendo feito, para estimular o aprendizado e despertar o desejo de saber entre os alunos, preferencialmente usando novas metodologias e a tecnologias disponíveis. Portanto, estou falando de coragem para romper com estratégias que já demostraram ser improdutivas. Acrescento ainda que essas mesmas leituras também ensinaram dois aspectos primordiais. O primeiro é ter empatia e, às vezes, até alteridade para lidar com alguns alunos e pais, principalmente em situações conflituosas e de cobranças, para fazê-los expressar os sentimentos que incomodam, na intenção de minimizá-los. O segundo é a importância da formação continuada, porque ser professor é acertar e errar, mas sempre tentando melhorar para si e para os outros, que estão inseridos na comunidade escolar. 5 2. RELATO DA ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO DOCENTE O plano de trabalho docente, que não tem um modelo único a ser seguido, é elaborado no início do ano letivo por cada professor, que se fundamenta na proposta pedagógica da escola e nos princípios norteadores da legislação vigente para a Educação Nacional, para organizar seu próprio processo de ensino-aprendizagem antes de assumir as suas salas de aula. Consequentemente, estamos falando de um instrumento individual de trabalho que, com vase no conhecimentos e na criatividade docente, deve trazer o planejamento das atividades e os indicativos necessários a avaliação de cada aluno, independentemente do ano em que se encontra. Por estipular a ação docente, quando necessário, ele pode e deve ser repensando e até modificado, o que envolve a periodicidade e dos conteúdos que serão abordados, principalmente para alavancar as competências e habilidades dos alunos, exigidas pela BNCC. Dessa forma, se determinado conteúdo ou atividade não desperta a curiosidade dos alunos, nem os levam a alcançar o objetivo desejado, o professor tem a opção de repensar seu processo de ensino, para proporcionar o aprendizado a todos os discentes que, por sua vez, ainda devem passar por avaliações periódicas, cuja função não se restringe as notas conferidas, pois o contexto delas é mais amplo e têm a capacidade de indicar se a ação docente está ou não sendo eficiente em termos de assimilaçãodiscente, de responsabilidades, de tomada de decisão e do uso de formas de se expressar por diversas linguagens, seja de forma individual ou coletiva. 6 3. RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA Normalmente, a escolha dos materiais didáticos, principalmente dos livros, adotados pela escola é realizada em consenso pelos professores, a partir do planejamento curricular realizado no início do ano letivo e que deve estar alinhado as diretrizes educacionais ditadas pela BNCC, bem como com a realidade tanto dos alunos quanto da própria unidade escolar. Portanto, eles devem despertar a curiosidade e estimular os alunos e ainda melhorar os resultados de aprendizagem, com o conteúdo que trazem e que são responsáveis por nortear o processo de ensino e aprendizagem, por meio de uma sequência lógica e acessível, com capacidade de impedir repetições desnecessários de acordo com a progressão do aluno. Além disso, como os livros também trazem ideias para a criação de projetos e atividades para a aplicação de conhecimentos e elaboração de hipóteses, cabe ao professor repensar a forma de explorá-los, usando a criatividade e seus próprios conhecimentos, para adaptar as opções oferecidas de acordo com as necessidades dos alunos. Dessa forma, todo o material didático adotado deve ser significante dentro da rotina escolar, para compor o ciclo de ensino-aprendizagem e, ao mesmo tempo, atender as demandas discentes que surgem inesperadamente em sala de aula e ainda facilitar as avaliações. Quando eles não se mostram capazes de cumprir essas funções, os professores devem conversar com gestores para que, juntos, possam pesquisar outras opções mais eficazes, destinadas ao âmbito escolar no qual estão inseridos. . 7 4. PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC A abordagem dos Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) na Educação Fundamental I é de extrema importância para a formação integral dos alunos. A eles devem ser apresentados, de forma sistêmica, temas relevantes e interdisciplinares, inclusive por meio de práticas, para se desenvolverem como cidadãos conscientes e atuantes na sociedade. Entre esses temas, destaco o Cuidado com o Planeta, a Educação Financeira, Saúde e Bem-Estar, Tecnologia Digital e Diversidade e Direitos Humanos, Mas devido ao curto tempo do meu estágio, só pude me dedicar, enquanto assumi a regência, ao primeiro tema, que já havia sido introduzido pela professora supervisora, tanto nos 1os anos quanto nos 2os anos. Dessa forma, no dia 24 de março, em complemento ao tema Recicláveis e Não Recicláveis estudado nos 1os anos, pude explorar as cores das lixeiras, que indicam que tipo de resíduos devem receber, inclusive fazendo demonstrações simuladas. Em seguida, ainda tive a liberdade de propor a elaboração de cartazes sobre tais cores e por sugestão da professora, neles ainda foram incluídos o tempo de degradação dos respetivos materiais recicláveis. Para culminar esse processo, os cartazes foram expostos em pontos estratégicos da escola, para chamar a atenção e conscientizar os demais alunos sobre a importância de cuidar do meio ambiente. Já nos 2os anos, também em complemento aos 5Rs, ajudei os alunos a elaborar várias peças com material reciclável, que também foram expostas perto dos cartazes, por sugestão da coordenadora pedagógica. Constatei, então, que TCTs, além da abordagem teórica, também podem ser trabalhadas de forma prática e até lúdica para facilitar a assimilação do conteúdo proposto. 8 5. RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE Enquanto fazia a entrevista, a professora regente explicou que, além da parte teórica, todas as suas práticas são fundamentadas nas tendências pedagógicas mais atuais, que pesquisa constantemente e expõe para os demais docentes durante a formação continuada, tanto para dividir as novas possibilidades, quanto discutir com eles as alternativas mais adequadas que podem ser aplicadas em sala de aula com as devidas adequações. A partir daí, ela vai registrando os resultados obtidos e quando eles se mostram satisfatórios de acordo com as diretrizes da BNCC, ela os guarda e os inclui no plano anual de trabalho, para ampliar aprendizado discente. Consequentemente, ele deixou clara a importância da formação continuada e o esforço conjunto de todos os professores para melhorar a qualidade de ensino oferecida pela escola. Explicou que tal esforço depende muito da reflexão sobre o processo de ensino e aprendizagem, que ora tende a manter o planejado ora precisa ser modificá-lo diante das dificuldades que os alunos apresentam. Para tanto, todos os professores devem analisar se suas ações estão levando os discentes a alcançar os objetivos traçados ou não, compartilhar suas constatações, dúvidas e sugestões, e ouvir a opinião dos demais profissionais da Educação sobre erros e acertos comuns na respectiva carreira. Ela também diz que considera a realidade dos alunos, das famílias deles e da própria escola e, a partir daí, tenta verificar o porquê de cada aluno ter seu ritmo de aprendizagem, bem como as dificuldades de assimilação que, por sua vez, devem ser contornadas, inclusive de maneira individual e criativa, porque sempre há influencias que atrapalham o processo de ensino e aprendizagem, independentemente da faixa etária dos discentes que, à vezes, sentem-se limitados por terceiros, embora tenham um bom potencial que precisa ser explorado em conformidade com o currículo escolar e as possibilidades do docente. 9 6. RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE Durante meu estágio não havia nenhuma reunião pedagógica marcada, mas eu apurei junto a coordenadora pedagógica e a professora que supervisionou o período que passei na escola que esse encontro é momento de trocas de informações sobre a ação docente, principalmente, com foco na revisão dos planos de aula e definição dos próximo passos para a melhoria geral da qualidade do ensino. Portanto, descobri que, nessas reuniões, cabe aos gestores tanto fornecerem orientações em relação aos planos de aula que, por sua vez, devem ser compatíveis com o projeto pedagógico e o currículo da própria escola, quanto ouvirem as dificuldades dos professores, no sentido de facilitar o desempenho de cada um deles. Consequentemente, as palavras-chave desse encontro são o diálogo, a escuta ativa e a alteridade, pois todos precisam compreender o ocorre dentro das salas de aulas e, em consenso, chegar a denominador comum sobre o que funciona ou não. Encontrada, mesmo que superficialmente, essa resposta, surge a pauta da próxima reunião. Contudo, senti que o sucesso desse tipo de reunião depende do planejamento prévio, pois cada professor deve ter espaço para expor sua situação tanto em sala de aula quanto em relação aos alunos, bem como abordar suas preocupações. Dessa forma, também é preciso criar um clima acolhedor para os docentes se sentirem livres para se expressam sem medo de represálias nem de julgamentos, em meio a interação necessária para a tomada de qualquer decisão conjunta. 10 7. RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS Considerando que os temas transversais do Ensino Fundamental I giram em torno do Cuidado com o Planeta, da Educação Financeira, da Saúde e Bem-Estar, da Tecnologia Digital e Diversidade e Direitos Humanos, senti que a escola é deficitária em relação aos materiais específicos. Nela, além dos livros didáticos que trazem a teoria sobre esses temas, há poucos computadores, recursos audiovisuais e jogos educativos temáticos e os que têm são usados no sistema de rodízio, graças a um cronograma criado pela coordenadorapedagógica para facilitar o dia a dia dos professores e suprir as demandas dos alunos. Mas também é visível como cada professor se esforça, usa a criatividade e ainda traz materiais próprios para sala de aula, conforme a atividade que irá conduzir a aprendizado planejado referente aos respectivos temas, que sempre despertam o interesse dos alunos, principalmente, porque eles têm a oportunidade de aprenderem com atividades práticas. 11 8. RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA A implantação da BNCC da escola ainda vem se dando, mas devido as modificações necessárias que são introduzidas para atender as demandas internas e a própria realidade da unidade, o processo representa um grande desafio a ser enfrentado por toda a comunidade escolar, que já está fazendo mudanças importantes na estrutura curricular para atender as exigências de tal documento. No que se refere a metas e prazos bem definidos, ainda falta um consenso, principalmente porque muitos profissionais da unidade escolar alegam que a BNCC continua sendo aperfeiçoada e novas alterações podem surgir a qualquer momento. De qualquer forma, destaco, de modo concreto, a incorporação da formação continuada para os professores, que vem sendo realizada com sucesso, tanto que já traz muita luz para a abordagem eficiente das competências, habilidades e valores propostos pelo respectivo documento, que visa promover uma educação mais inclusiva e alinhada com as necessidades dos alunos que precisam de uma formação integral para exercer o protagonismo e a cidadania de forma responsável em nossa sociedade. 12 9. RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR De acordo com a professora que supervisou me estágio, os instrumentos avaliativos usados pelos docentes da escola, em comum acordo, extrapolam os testes e provas que são aplicados e que servem tanto para medir o conhecimento dos alunos quanto direcionar a prática pedagógica. Portanto, somam-se a essas duas estratégias, a observação, de forma individual e coletiva, do interesse, criatividade, participação e desempenho dos alunos, que são monitorados nesses requisitos o tempo todo e não só em sala de aula, mas em todas as dependências da escola, inclusive em relação ao desenvolvimento das competências e habilidades que são exigidas pela BNCC. 13 10. RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA Como ao adentrar a Educação Fundamental I, os alunos são apresentados a conteúdos e disciplinas especificas, a equipe pedagógica desempenha um papel essencial no acompanhamento do processo de ensino e aprendizagem, pois cabe a ela coordenar, implantar e implementar a proposta pedagógica na unidade escolar, com base nas exigências da BNCC. Consequentemente, também cabe a ela orientar os professores e avaliar o trabalho individual deles, como também o desempenho dos alunos de acordo com o planejamento realizado. Diante dos resultados obtidos, ela também pode propor a melhor metodologia para atender cada turma, em relação ao aprendizado que devem tanto adquirir quanto buscar individualmente com autonomia, independência e protagonismo. 14 11. RELATO DA OBSERVAÇÃO Em uma escola há muitos focos de observação, mas, enquanto estagiária, após entrar em sala de aula, foquei na forma de interação da professora com as suas respectivas turmas, pois cada delas era diferente da outra. Portanto, em cada uma delas, a interação também variava, apresentado mais descontração ou mais rigor, diante do comportamento coletivo, no momento de inserir um novo conteúdo, atividade ou mediar algum conflito inesperado. Notei também como ela aproveitava qualquer ocasião para introduzir novos conhecimentos curriculares condizentes com a faixa etária das turmas, inclusive de forma lúdica, para possibilitar a assimilação individual e coletiva dos aspectos necessários daquilo que era exposto. Quando preciso, a professora fazia revisões e resolvia exercícios na lousa, enquanto refletia sobre como alavancar o aprendizado planejado, para possibilitar o entendimento a todos os alunos. 15 12. PLANOS DE AULA Os professores normalmente se reúnem no início do ano letivos e traçam seus respectivos planos de aula que, assim, que eu iniciei meu estágio, pude ler, o que foi extremamente importante para eu também traçar meus planos de aula para regência sem sair do contexto pré-determinado pela professora regente. Às vezes, eu ainda pedia ajuda para a secretária para consultar os planos de aula dela e sempre fui atendida com gentileza. Dessa forma, sempre que solicitada a fazer um plano, era dispensada da sala de aula para elaborá-lo dentro das dependências da escola. Nesses momento usei a biblioteca e o laboratório de informática para fazer as respectivas pesquisas que me embasaram teoricamente para propor as atividades. Ao final do período sempre submetia meu plano a aprovação da professora supervisora, trocava ideias, ouvia dicas e ainda tentava aperfeiçoá-lo para atender as demandas relativas ao conteúdo que já vinha sendo trabalhado por ela. 16 13. RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR Institivamente eu criei um processo para apresentar meu plano de aula à professora que supervisionou meu estágio e depois avaliou meu desempenho como regente. Após conversar com ela, como já expliquei no tópico acima, sempre ficava satisfeita, porque estava no caminho certo em relação a teoria e a forma que pretendia transpô-lo para a prática em sala de aula. Pude constatar isso pela aprovação que recebia, pelas avaliações e elogios que obtinha após as regências. Então, acredito que meu desempenho em relação a elaboração dos planos de aula, saiu a contento, inclusive em termos de aprendizado para os alunos, que realmente se envolveram nas atividades que propunha. 17 14. RELATO DA REGÊNCIA Minhas regências supervisionadas foram facilitadas pela interação que já havia estabelecido com os alunos e pela confiança que sentia que a professora regente tinha em mim, tanto que não houve interferência, enquanto estava à frente da sala de aula conduzindo o processo de ensino e aprendizagem. Consequentemente, me senti confortável e com liberdade para ensinar, propor as atividades e ajudar os alunos, pois já tinha uma boa bagagem teórica pra tanto e observava com afinco todas as atitudes e comportamentos da professora regente, muitos dos quais coloquei em prática. Após as respectivas regências e avaliação da minha atuação ainda refletia sobre o que poderia ter saído melhor, sobre as dificuldades dos alunos, sobre a criatividade e a resiliência para levar a turma a compreensão da proposta, já me comprometendo comigo mesma, a me aperfeiçoar em todos esses aspectos, pesquisar mais e buscar mais qualificação. 18 15. VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO Eu, Luciana Cruz dos Santos, RA 3298057105, matriculada no 4º semestre do Curso de Pedagogia, da modalidade a Distância da Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera, realizei as atividades de estágio na escola E. E. Padre Noé Rodrigues, cumprindo as atividades e a carga horária previstas no respectivo Plano de Trabalho. ___________________________ Assinatura do(a) Estagiário(a) ___________________________ Assinatura Supervisor de Campo 19 CONSIDERAÇÕES FINAIS O estágio que realizei foi essencial para minha formação profissional e também o será para minha futura atuação docnete, pois ele me deu uma oportunidade única para vivênciar o dia a dia da sala de aula e, em decorrência, da unidade escolar. Sou grata a isso e conforme me explicou a professora que me supervisionou, quando esseperíodo é bem aproveitado, ele leva o graduando a se aprofundar nos conhecimentos teóricos, exercitar a prática e, sobretudo, entender a importância da atualuzação, criatvidade e resilência no momento de desenvolver seu processo de ensino, sempre seguindo as diretrizes da BNCC e o currículo da própria escola, no intento de facilitar tanto o aprendizado quanto o desenvovimento das competências e hahilidades requeridas do alunos que, ultimamnte, precisam de uma formação integral para expandir a concepção de mundo que eles tem. Além disso, também quero saleintar o quanto é importante observar a realidade escolar e a dos alunos, principalmente, quando os pais ou responsáveis não os estimula em relação aos estudos. Esses alunos precisam ser acolhidos. apoiados e incentivados e não só pelos professoress, mas por toda a comunidae escolar, como acontece na E. E. Padre Noé Rodrogues, um exemplo que deve ser seguido, ue vou giardar e tentar implantar nas futuras escolas nas quais atuarei. 20 REFERÊNCIAS BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (lei nº 9394/96). Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso: 09/10/2023. _______Base Nacional Comum Curricular. Disponível em: download.basenacionalcomum.mec.gov.br. _______ Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/volume2.pdf. RICETTI, M. A.; MAYER, R. Estágio. São Paulo. Editora IBEP, 2012. SCHÖN, D. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. SILVA, H. I.; GASPAR, M. Estágio supervisionado: a relação teoria e prática reflexiva na formação de professores do curso de Licenciatura em Pedagogia. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbeped/a/hX97HhvkMZnDnkxLyJtVXzr/# http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/volume2.pdf https://www.scielo.br/j/rbeped/a/hX97HhvkMZnDnkxLyJtVXzr/