Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

SEMIOLOGIA 
VETERINÁRIA
PROF. DR. BRUNO CABRAL PIRES
UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ
bruno.pires@estacio.com
▪ Revestimento externo
▪ Maior órgão do corpo mais visível
▪ Componentes sensoriais (calor, dor, frio, prurido, toque e pressão)
▪ Termorregulação e imunorregulação
▪ Proteção
▪ Equilíbrio eletrolítico e Excreção
▪ Produção de vitamina D (ativação cutânea)
▪ Produção de estruturas queratinizadas unha, chifre e pelos
▪ Identificação (impressão digital do animal = NARINAS) 
Sistema Tegumentar
✓ Importância econômica e social (animais de exposição, couro)
✓ Doenças dermatológicas – origens variadas alterações do trato 
urinário; hipotireoidismo; hipoadrenocorticismo
✓ Maior responsável por atendimentos na clínica veterinária 
❑Pele se insere e se continua com mucosas em todos orifícios do organismo (digestivo, 
respiratório, ocular e urogenital). 
❑Pele e Pêlos – variação quantitativa e qualitativamente entre espécies; raças; individualmente; 
regiões anatômicas de um mesmo indivíduo; por identificação sexual e etária
❑Espessura da pele (decresce ventralmente) mais espessa nas regiões cervical dorsal, 
torácica dorsal, cefálica e base da cauda e mais delgada nas regiões das orelhas, axilar, inguinal 
e perianal.
Sistema Tegumentar 
Aspectos Anatomofisiológicos
Felinos de 0,4 a 2 mm 
 Caninos de 0,5 a 5 mm
❑Recobrimento piloso mais denso em áreas mais espessas e mais rarefeito em regiões de pele 
fina.
➢ Funções da pele
✓ Forma (arcabouço)
Macrófagos e mastócitos
Células de Langerhans
Degranulação = 
libera histamina
Prurido!
✓ Proteção (física, química, microbiológica)
✓ Sensibilidade
✓ Regulação To corporal
✓ Secreção e excreção
✓ Produção de vitamina D
Cães NÃO sintetizam vitamina D (conversão da D3) após exposição solar!
Precisam obter na dieta!!!
Sistema Tegumentar 
Aspectos Anatomofisiológicos
❑Superfície cutânea de mamíferos_levemente ácida – Carnívoros domésticos: pH entre 
5,5 e 7,5 Região anatômica, tipo de manto piloso, identificação sexual, status sexual e raça. 
Sistema Tegumentar 
Aspectos Anatomofisiológicos
Mantém a defesa antimicrobiana
5,0 – 5,5 (HUMANOS)
7,0 – 7,2 (recém nascidos)
**Escolha de Xampus terapêuticos ditos neutros: 
Mesmo pH da pele 
➢ Epiderme Superficial 
Camadas celulares: queratinócitos
(85%); melanócitos, Langerhans e 
Merkel
➢Derme Intermediária
Mucopolissacarídeos, fibras colágenas
e elásticas e células. Glândulas
(Sudoríparas, sebáceas);Folículo,
Vasos, Nervos
➢Hipoderme Profunda
Sistema Tegumentar 
ESTRUTURA
Anexos Cutâneos - Glândulas
❑ Sebáceas: pele macia e hidratada
(“sebum”)
❑ Sudoríparas: função antimicrobiana
e feromônios
Sistema Tegumentar 
ESTRUTURA
❑ Glândulas perianais, Sacos anais e Glândulas da cauda. 
❑ Glândulas perianais (ou circum-anais): sudoríparas na face interna e externa do ânus, prepúcio e 
faces dorsal e ventral da cauda. Pode infeccionar (predisposição) – o cheiro é muito ruim)
❑ Glândula supracaudal dos cães: localizada na face dorsal da cauda entre a quinta e sétima 
vértebras coccígeas (visível em apenas 5% dos cães machos) = reconhecimento olfatório. 
Disfunção: região se torna visível; pelos oleosos e aspecto graxento. 
Em felinos: concentração de glândulas sebáceas na região dorsal da cauda – órgão supracaudal. 
Testosterona apresenta ação estimuladora de todas destas glândulas
Sistema Tegumentar
Glândulas especializadas dos carnívoros domésticos
Particularidades – Cães e gatos 
“Cauda de Garanhão” 
Felino Macho
Sistema Tegumentar 
Particularidades das espécies
Glândulas Anais
Órgão supra caudal
• Pelos: estruturas filiformes = invaginação da 
epiderme na derme
• Folículo piloso + glândula sebácea + músculo eretor
do pelo.
TIPOS de folículo:
-> Primário (glândula Sebácea + 
Musculo eretor e ermege de um único
poro ) – Revestimento
-> Secundário (apenas gl. Sebácea e
emergem em grupos )- Subcobertura
(Cães e gatos)
Sistema Tegumentar 
ESTRUTURA
Anexos Cutâneos – Folículos Pilosos
Sistema Tegumentar
Pêlo
✓ Termorregulação, percepção sensorial, proteção e preservação do organismo contra os 
raios solares
✓ Crescimento: Inclinação de 30 a 60°; Direção do crescimento craniocaudal e dorsoventral 
– facilita movimentação dos animais e o escoamento da água. 
Pêlos: Consistência varia nas épocas do 
ano:
 Verão: curto, fino, menor quantidade e 
brilhante
 Inverno: longo, espesso, áspero, maior 
quantidade e fosco
*períodos de mudas: queda de pêlos 
fisiológica
Haste
porção 
intradérmica 
Ciclos do Pelo
➢ Anágena ( Intensa mitose da matriz) = fase de crescimento
➢ Catágena (Regressão das dimensões)
➢ Telógena ( pelo em forma de clava – pelo prestes a se desprender)
*Estresse: Aumento da fase telógena
Identificação do Paciente
Demodicose – jovens ( até 12m) Demodex canis – ácaro
Quadros alérgicos – Adultos jovens (3-6 anos)
Quadros hormonais – Adultos a idosos (6-10 anos)
Neoplasias de pele , doenças autoimunes - Idosos
IDADE
Sistema Tegumentar
Exame de pele
Dermatopatias associadas à neoplasias testiculares ou ovarianas
TVT – “Tumor venéreo transmissível”
Fístulas anais – machos por influência hormonal
Abcessos em felinos machos – brigas territoriais
Castração: quadros dermatológicos associados ao estro em fêmeas
SEXO
Identificação do Paciente
Sistema Tegumentar
Exame de pele
• Akita – Adenite sebácea
• Golden Retrivier – Hipotireoidismo
•Dachshund – Acantose nigricans
•Pastor Alemão – Atopia
•Buldogue Inglês – Piodermite de dobras
•Bull Terrier – Foliculite
PREDISPOSIÇÃO RACIAL
Identificação do Paciente
Sistema Tegumentar
Exame de pele
•Doença do mutante de cor em cães de pelo azulado
•Carcinoma espinocelular em felinos brancos
COLORAÇÃO DO 
PELAME
Identificação do Paciente
Sistema Tegumentar
Exame de pele
1. Queixa Principal
• Tempo de evolução?
• Início do quadro?
• Tratamentos efetuados?
• Consequência do tratamento efetuado?
2. Antecedentes
• Procedência do animal (canil, adoção?)
• Localização geográfica - Leishmaniose
Anamnese
Sistema Tegumentar
Exame de pele
3. Início e Evolução
• Surgimento abrupto:
agudo – dermatite úmida
crônico – neoplasias, demodicose, quadros
alérgicos
4. Tratamentos anteriores
Uso de corticoides – melhora de quadros
alérgicos e piora de quadros fúngicos e
parasitários
5. Periodiocidade
Dermatites alérgicas que pioram no verão
Anamnese
Sistema Tegumentar
Exame de pele
6. Contactantes
Doenças infectocontagiosas
8. Ambiente, manejo e hábitos
• Uso de produtos de limpeza no ambiente
• Tipo de xampu, sabonetes
• Acesso à rua?
7. Ectoparasitas
DAPP (Dermatite alérgica à
picada de pulga) – cães e gatos
É a sensação desagradável que manifesta no paciente o desejo de se coçar
Avaliar:
- Presença do prurido
- Intensidade (0-10)
- Manifestação (Lambedura, roçar em paredes, 
modiscar = aliviar a coceira
- Localização (localizada, generalizada?)
Sistema Tegumentar
Exame de pele – Prurido 
Patológico ou Fisiológico
Sistema Tegumentar
Exemplos de dermatopatias X Intensidade do Prurido 
1 – PALPAÇÃO
Temperatura uniforme (infecção local, estresse, febre...)
Elasticidade, turgidez e hidratação – teste do turgor cutâneo
Sensibilidade ou estesia – cada animal apresenta sua sensibilidade
Consistência da pele Hidratação X Desidratação 
Normal: firme e elástica 
Hiperestesia 
Estesia normal
Hipoestesia
Anestesia
Parestesia dormência ou formigamento
(1) palpação; (2) olfação; (3) inspeção direta; e (4) inspeção indireta.
Sistema Tegumentar
Exame de pele
Palpação 
• Quando presença de lesões
✓ Aspectos de sensibilidade, volume, espessura, elasticidade, temperatura, consistência e 
umidade e untuosidade da pele. 
**Na identificação de aumento de volume: avaliar consistência = Atenção ao edema e ao 
enfisema!
Edema (aumento de líquido no interstício): pode ser generalizado (doença sistêmica > cardiopatia ou 
hipoproteinemia) ou localizado (quadro dermatológico)
Enfisema: quadro aspirado (perfuração de vias respiratórias superiorese consequente 
extravasamento de ar para o tecido subcutâneo) ou autóctone (acúmulo de gases produzidos por 
bactérias – gênero Clostridium).
Sistema Tegumentar
Exame Físico
2- OLFAÇÃO
• Experiência professional x Particularidades
entre veterinários
(1) palpação; (2) olfação; (3) inspeção direta; e (4) inspeção indireta.
Sistema Tegumentar
Exame de pele
Odores miíases, gangrena, cinomose, uremia, 
sarnas
3. Inspeção direta:
• Iluminação
• Distância (1,5 a 2m para visualizar bem o todo)
• Comportamento
• Prurido (estresse inibe o comportamento)
• Pele e pelos (queimaduras, lesões cutâneas - carcinoma, 
sudorese - hiper ou hipohidrose, ectoparasitos), falhas no pelo
• Inspeção de mucosa
• Avaliar região ventral problemas orgânicos (hormonais, icterícia, 
cianose, petéquias 
• Felinos: alopecia na face interna do pavilhão auricular
(1) palpação; (2) olfação; (3) inspeção direta; e (4) inspeção indireta.
Sistema Tegumentar
Exame de pele
Inspeção
✓ Tipo de pêlo, coloração (específica de espécie e raça) em animais idosos pêlos se 
tornam brancos
✓ Áreas de alopecia (ausência de pêlos) – sistêmica ou localizada – prob endócrinos 
(hipotiroidismo); hereditários (calvície em bezerros); dermatopatias inflamatórias; parasitismo; 
destruição do folículo piloso; intoxicação; alergias; má alimentação (gordura em excesso)
o Areatas ou circunscritas circular e bem delimitada = dermatofitoses
o Generalis em sarnas ou por várias arreatas
o Universalis sem pêlos
Avaliação do pêlo
(1) palpação; (2) olfação; (3) inspeção direta; e (4) inspeção indireta.
Sistema Tegumentar
Exame de pele
4- Inspeção indireta:
• Contenção e uso da lupa
• Exames complementares
Técnica: Citologia
Técnica: Lâmpada de WoodTécnica: Raspado cutâneo
(1) palpação; (2) olfação; (3) inspeção direta; e (4) inspeção indireta.
Sistema Tegumentar
Exame de pele
• Ciclo de crescimento do pelo (anágeno, telógeno)
• Rarefação de pelo é causada por queda ou autoindução (prurido)
•Exame detalhado do bulbo, haste e estremidade do pelo
•Alopecia por autoindução (lambedura/mordedura); displasia
follicular, dermatopatias endócrinas ou defeitos de pigmentação
• Coleta: Pinça hemostática (± 50 pelos)+lâmina+microscópio
Tricograma
Sistema Tegumentar
Inspeção Indireta
Exames complementares
Extremidade dos pêlos quebradas = quadro pruriginoso: pêlos 
removidos por lambedura ou mordedura. 
Extremidades íntegras: quadro não pruriginoso com queda 
exagerada de pêlos na região.
Presença de ectoparasitas
Sistema Tegumentar
Avaliação do pêlo
Citologia
• Rápidos resultados = orientação do
diagnóstico
• Material coletado da lesão
• Uso de panótico rápido
• Avaliação de lesões de origem inflamatória,
neoplásica ou infecciosa
Esporotricose
Malassezia
Citologia por rolamento
Sistema Tegumentar
Inspeção Indireta Exames complementares
Biópsia e exame Histopatológico
• Método invasivo
• Necessita de anestesia local ou geral
• Úlceras persistentes, lesões surgiram
por neoplasia, alterações autoimunes,
dermatose sem melhora
Material
▪ Bisturi
▪ pinça anatômica
▪ Tesoura
▪ Porta-agulha,
▪ fio de sutura
▪ Punch
▪ Formol a 10%
▪ Papel-filtro.
✓ Distribuição da lesão:
Localizada ou disseminada
(generalizada→ +60%)
✓ Topografia:
Simétrica ou Assimétrica
Representação esquemática para anotação de localização anatômica da lesão
Sistema Tegumentar
Classificação de lesões cutâneas
✓ Morfologia: Permite nomear as lesões
• Eritema – coloração avermelhada da pele/dermatopatias inflamatórias;
• Púrpura – extravasamento de hemácias na derme
Diferenciação: teste de vitropressão (pressão com uma lâmina de
vidro) = Púrpura não volta à coloração da pele.
Alteração de cor:
Sistema Tegumentar
Classificação de lesões cutâneas
LESÃO: PÚRPURA
LESÃO: ERITEMA
• Hipopigmentação ou hipocromia -
Diminuição ou ausência de pigmento
• Acromia – ausência do pigmento melânico
→ vitiligo ou crioterapia)
• Hiperpigmentação ou hipercromia
Aumento de pigmento na pele (de
qualquer natureza)
Hipocromia e Acromia
Alteração de cor
Sistema Tegumentar
Classificação de lesões cutâneas
• Pápula – lesão solida de até 1 cm
• Placa – lesão solida com mais de 1 cm
• Nódulo (1-3 cm – profundo na pele)
• Tumor (mais de 3 cm)
Formações sólidas Pápulas
Placas
Pênfigo
Foliculite
Nódulo
Tumor
Sistema Tegumentar
Classificação de lesões cutâneas
• Hiperqueratose (aumento da espessura na camada
córnea: processo inflamatório crônico ou calo –
áspero, inelástico, duro e acinzentado)
• Liquenificação (endurecimento da pele com
acentuação; sulcos cutâneos – quadricular)
• Edema (aumento da espessura, inflamação aguda,
sinal de Godet: se ficar depressão na pele é edema
– demodicicose)
• Cicatriz
Alteração de Espessura
Hiperqueratose
Edema
Sistema Tegumentar
Classificação de lesões cutâneas
• Vesícula (ate 1 cm): liquido claro, turvo ou 
hemorrágico
• Pústula (ate 1 cm): contendo pus – piodermatites)
• Hematoma: derramamento sanguíneo na pele ou
tecidos – trauma)
• Abcessos: encapsulado, contendo líquido 
purulento, há calor dor e flutuação)
Alteração Líquida
Pústula
Oto-hematoma
Sistema Tegumentar
Classificação de lesões cutâneas
• Escama: material que se desprende da 
superfície) – Leishmaniose visceral
• Escoriação: Erosão linear – autotraumática
• Erosão: Perda superficial da epiderme – 
neoplasias, fungos, bactérias)
• Ulceração: (perda circunscrita da epiderme 
e derme)
Perda teciduais e reparação
Ulcera
Erosão
Sistema Tegumentar
Classificação de lesões cutâneas
• Colarinho epidérmico: lesão circular após
ruptura de vesículas ou bolhas – bactérias,
picada de insetos, fungos
• Crosta: concreção que se forma em área de
perda tecidual
• Afta: Pequena ulceração na mucosa
Perdas teciduais e reparação
Colarinho
Crosta
Sistema Tegumentar
Classificação de lesões cutâneas
1. Sinal de Nikolsky: pressão friccional sobre a pele,
determinando a separação da epiderme
2. Sinal de Godet: pressão sobre a pele, obtendo-se depressão;
na presença de edema, a depressão permanece, mesmo quando
não se exerce mais a pressão
3. Sinal de Auspitz: surgimento de pontos ou
ponteado hemorrágico quando se raspam as escamas, em
uma área recoberta por escamas
4. Sinal de Larsson: fricção dos pelos contra o sentido de 
de escamas,crescimento, evidenciando acúmulos paralelos
característicos dos quadros de disqueratinização
Sistema Tegumentar
TESTES REALIZADOS 
Sistema Tegumentar
Exame Físico
OBRIGADO
	Slide 1: SEMIOLOGIA VETERINÁRIA
	Slide 2
	Slide 3
	Slide 4
	Slide 5
	Slide 6
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 9
	Slide 10
	Slide 11
	Slide 12
	Slide 13
	Slide 14
	Slide 15
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19
	Slide 20
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26: Inspeção Indireta
	Slide 27
	Slide 28: Inspeção Indireta
	Slide 29: Classificação de lesões cutâneas
	Slide 30: Classificação de lesões cutâneas
	Slide 31
	Slide 32: Classificação de lesões cutâneas
	Slide 33
	Slide 34: Classificação de lesões cutâneas
	Slide 35: Classificação de lesões cutâneas
	Slide 36: Classificação de lesões cutâneas
	Slide 37: Classificação de lesões cutâneas
	Slide 38: TESTES REALIZADOS 
	Slide 39
	Slide 40: OBRIGADO