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Avaliação Final (Objetiva) - Individual (Cálculo Diferencial e Integral III - Uniasselvi)

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Se uma função escalar determina a temperatura em diferentes pontos de um espaço, por exemplo, uma função T(x, y, z) que representa a temperatura em cada ponto (x, y, z), o gradiente dessa função em um determinado ponto nos dirá: Direção de Maior Aumento de Temperatura: o gradiente aponta na direção em que a temperatura aumenta mais rapidamente a partir do ponto considerado. Dessa forma, se você estiver nesse ponto e se mover na direção do gradiente, estará se movendo para uma região em que a temperatura aumenta o mais rápido possível. Magnitude da Variação da Temperatura: a magnitude do gradiente indica a taxa de variação da temperatura na direção do crescimento máximo. Em outras palavras, ela nos diz o quanto a temperatura muda por unidade de distância percorrida na direção do gradiente. Se a magnitude é alta, isso significa que a temperatura muda rapidamente; se é baixa, a variação da temperatura é mais gradual. Essa magnitude pode ser calculada usando a fórmula da norma, ou seja, a raiz quadrada da soma dos quadrados das coordenadas do vetor.
Considere um ambiente térmico altamente controlado por diversos resfriadores, em que a temperatura, em graus Celsius, é descrita pela função T(x, y, z) = 2x - y² + yz, com x, y e z representando distâncias medidas em metros. Sobre o exposto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Para o ponto P(5, 1, 4), o vetor gradiente apresenta magnitude de 3 °C/m.
II. Sendo o gradiente da função T o campo vetorial ∇T(x, y, z) = (2, z – 2y, y), para determinar a magnitude do vetor gradiente em um ponto específico, devemos determinar a sua norma.
A A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
B As asserções I e II são falsas.
C A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
D As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
E As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

A região D, associada à integral tripla, descreve um sólido tridimensional cuja análise depende da definição precisa dos limites de integração. Esses limites delimitam a extensão das variáveis dentro da região e são essenciais para representar corretamente a forma do sólido. Sólidos comuns, como prismas, cilindros e esferas, frequentemente aparecem em tais regiões. A correta especificação dos limites permite a representação exata da geometria desses sólidos, assegurando uma modelagem adequada e a interpretação precisa das integrais triplas e, em muitos momentos, permite a possibilidade de realizar a mudança de variável, facilitando o cálculo da integral.
Considere uma integral tripla em que D é uma região tridimensional no primeiro octante delimitada pelos planos x = 0, y = 0, z = 0 e pela superfície x² + y² + z² = 4. Nesse sentido, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. A mudança para coordenadas esféricas simplifica a integral tripla ao expressar a região D.
II. Pela equação da superfície apresentada, temos uma parte de uma esfera de raio igual a 4.
A As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
B A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
C As asserções I e II são falsas.
D A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
E As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

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Questões resolvidas

Se uma função escalar determina a temperatura em diferentes pontos de um espaço, por exemplo, uma função T(x, y, z) que representa a temperatura em cada ponto (x, y, z), o gradiente dessa função em um determinado ponto nos dirá: Direção de Maior Aumento de Temperatura: o gradiente aponta na direção em que a temperatura aumenta mais rapidamente a partir do ponto considerado. Dessa forma, se você estiver nesse ponto e se mover na direção do gradiente, estará se movendo para uma região em que a temperatura aumenta o mais rápido possível. Magnitude da Variação da Temperatura: a magnitude do gradiente indica a taxa de variação da temperatura na direção do crescimento máximo. Em outras palavras, ela nos diz o quanto a temperatura muda por unidade de distância percorrida na direção do gradiente. Se a magnitude é alta, isso significa que a temperatura muda rapidamente; se é baixa, a variação da temperatura é mais gradual. Essa magnitude pode ser calculada usando a fórmula da norma, ou seja, a raiz quadrada da soma dos quadrados das coordenadas do vetor.
Considere um ambiente térmico altamente controlado por diversos resfriadores, em que a temperatura, em graus Celsius, é descrita pela função T(x, y, z) = 2x - y² + yz, com x, y e z representando distâncias medidas em metros. Sobre o exposto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Para o ponto P(5, 1, 4), o vetor gradiente apresenta magnitude de 3 °C/m.
II. Sendo o gradiente da função T o campo vetorial ∇T(x, y, z) = (2, z – 2y, y), para determinar a magnitude do vetor gradiente em um ponto específico, devemos determinar a sua norma.
A A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
B As asserções I e II são falsas.
C A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
D As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
E As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

A região D, associada à integral tripla, descreve um sólido tridimensional cuja análise depende da definição precisa dos limites de integração. Esses limites delimitam a extensão das variáveis dentro da região e são essenciais para representar corretamente a forma do sólido. Sólidos comuns, como prismas, cilindros e esferas, frequentemente aparecem em tais regiões. A correta especificação dos limites permite a representação exata da geometria desses sólidos, assegurando uma modelagem adequada e a interpretação precisa das integrais triplas e, em muitos momentos, permite a possibilidade de realizar a mudança de variável, facilitando o cálculo da integral.
Considere uma integral tripla em que D é uma região tridimensional no primeiro octante delimitada pelos planos x = 0, y = 0, z = 0 e pela superfície x² + y² + z² = 4. Nesse sentido, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. A mudança para coordenadas esféricas simplifica a integral tripla ao expressar a região D.
II. Pela equação da superfície apresentada, temos uma parte de uma esfera de raio igual a 4.
A As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
B A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
C As asserções I e II são falsas.
D A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
E As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

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Prova Impressa
GABARITO | Avaliação Final (Objetiva) - Individual (Cod.:1024165)
Peso da Avaliação 4,00
Prova 97779943
Qtd. de Questões 10
Acertos/Erros 10/0
Nota 10,00
Desde que as condições necessárias sejam atendidas, podemos aplicar o Teorema de Gauss para calcular o fluxo de um campo vetorial através de uma superfície fechada. Esse teorema estabelece uma relação 
fundamental entre o fluxo do campo que sai da superfície e a integral da divergência desse campo sobre a região delimitada. É importante ressaltar que, para a aplicação do teorema, a superfície deve ser orientada 
corretamente para fora e o campo vetorial deve ser contínuo e diferenciável em toda a região, garantindo que a divergência do campo também seja bem definida.
Determine o fluxo exterior da superfície delimitada pelos planos coordenados e pelos planos x = 3, y = 1 e z = 2 e pelo campo de vetores F(x, y, z) = (x²yz, xy²z, xy²). Nesse sentido, assinale a alternativa correta:
A 30.
B 36.
C 18.
D 6.
E 27.
A parametrização de uma reta no espaço tridimensional é uma ferramenta importante para descrever todos os pontos que pertencem a essa reta usando um parâmetro escalar. A parametrização de uma reta é 
determinada por um ponto fixo na reta e um vetor que define sua direção. Utilizando um ponto e a direção da reta, a fórmula para a parametrização pode ser expressa na forma geral de uma função vetorial.
Fonte: FRANK, A.; PARKER, R. Matemática para Engenharia e Ciências. São Paulo: Editora Pearson, 2021.
Considere os pontos A = (−1, 2, 4) e B = (2, −1, 5). Com base na informação fornecida, sobre as possibilidades possíveis para a parametrização da reta no formato r(t) = P0 + vt, que passa por esses pontos, analise as 
afirmativas a seguir:
I. r(t) = (−1, 2, 4) + t(3, −3, 1).
II. r(t) = (−1, 2, 4) + t(3, 3, -1).
III. r(t) = (2, −1, 5) + t(3, 3, -1).
IV. r(t) = (2, −1, 5) + t(-3, 3, -1).
É correto o que se afirma em:
A II e IV, apenas.
B I, III e IV, apenas.
C II e III, apenas.
D I, II e III, apenas.
E I e IV, apenas.
O Teorema de Fubini é um resultado fundamental no cálculo de integrais duplas, permitindo que uma integral dupla em uma região R³ seja calculada como uma integral iterada. Em um domínio retangular, a função 
deve ser contínua para que a troca da ordem de integração seja válida. O teorema é especialmente útil em aplicações práticas, como o cálculo de volumes, áreas e outros problemas em engenharia e física, em que a 
troca da ordem de integração pode simplificar significativamente a solução do problema.
Fonte: ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo: um novo horizonte. 11. ed. Porto Alegre: Bookman, 2019.
Sobre o Teorema de Fubini aplicado a integrais de duas variáveis, analise as afirmativas a seguir:
I. O Teorema de Fubini só é aplicável em domínios retangulares quando a função é contínua em todo o domínio.
II. Em problemas práticos, como o cálculo de áreas e volumes, a troca da ordem de integração pode ser utilizada para simplificar os limites de integração e facilitar o cálculo.
III. O Teorema de Fubini é restrito a integrais duplas e não pode ser estendido a integrais triplas ou de ordem superior.
IV. Para aplicar o Teorema de Fubini em um domínio que não seja retangular, a função precisa ser contínua em todo o domínio, mas a ordem de integração ainda pode ser trocada.
É correto o que se afirma em:
A II e III, apenas.
B I e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
D II e IV, apenas.
E III e IV, apenas.
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29/05/2025, 09:55 Avaliação Final (Objetiva) - Individual
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Considere uma região D do plano cartesiano, na qual a densidade de carga elétrica em qualquer ponto (x, y) é descrita pela função δ(x, y). Essa função, contínua e integrável no intervalo considerado, representa a 
quantidade de carga por unidade de área naquele ponto específico. A carga elementar correspondente a uma pequena área dxdy em torno do ponto (x, y) é dada por δ(x,y) dxdy. A carga total distribuída na região D 
pode ser obtida através da integração dupla sobre toda a área, conforme a expressão:
Fonte: SILVA, M. C. Cálculo Avançado e Aplicações. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2015.
Sendo assim, dada uma região D correspondente a um retângulo, conforme ilustração a seguir:
A distribuição de carga elétrica nessa área é descrita pela função densidade δ(x, y) = 9x²y², expressa em Coulombs por metro quadrado (C/m²). Assinale a alternativa correta que apresenta o valor para a carga total 
acumulada na região:
A 494 Coulombs.
B 421 Coulombs.
C 385 Coulombs.
D 342 Coulombs.
E 519 Coulombs.
A parametrização de figuras geométricas, como circunferências ou parte dela, é uma técnica utilizada para representar essas formas no plano cartesiano. A semicircunferência, que ocupa apenas parte de uma 
circunferência completa, pode ser descrita utilizando uma parametrização específica que limita o domínio do parâmetro t, correspondendo à porção desejada da circunferência.
Fonte: STEWART, J. Cálculo: volume 1. 7. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013.
Considere uma semicircunferência, em que o raio mede 3 unidades, centrada no ponto (2,−1) no plano cartesiano XY, que se encontra nos dois primeiros quadrantes. Sobre o exposto, avalie as asserções a seguir e a 
relação proposta entre elas:
I. A semicircunferência nos dois primeiros quadrantes pode ser parametrizada como x(t) = 2 + 3cos(t) e y(t) = −1 + 3sin(t), em que t varia de 0 a π.
PORQUE
II. A parametrização apresentada é adequada, pois o valor de t entre 0 e π descreve apenas os pontos da semicircunferência que estão nos dois primeiros quadrantes.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
A As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
B As asserções I e II são falsas.
C A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
D As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
E A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
Se uma função escalar determina a temperatura em diferentes pontos de um espaço, por exemplo, uma função T(x, y, z) que representa a temperatura em cada ponto (x, y, z), o gradiente dessa função em um 
determinado ponto nos dirá:
• Direção de Maior Aumento de Temperatura: o gradiente aponta na direção em que a temperatura aumenta mais rapidamente a partir do ponto considerado. Dessa forma, se você estiver nesse ponto e se mover na 
direção do gradiente, estará se movendo para uma região em que a temperatura aumenta o mais rápido possível.
• Magnitude da Variação da Temperatura: a magnitude do gradiente indica a taxa de variação da temperatura na direção do crescimento máximo. Em outras palavras, ela nos diz o quanto a temperatura muda por 
unidade de distância percorrida na direção do gradiente. Se a magnitude é alta, isso significa que a temperatura muda rapidamente; se é baixa, a variação da temperatura é mais gradual. Essa magnitude pode ser 
calculada usando a fórmula da norma, ou seja, a raiz quadrada da soma dos quadrados das coordenadas do vetor.
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Considere um ambiente térmico altamente controlado por diversos resfriadores, em que a temperatura, em graus Celsius, é descrita pela função T(x, y, z) = 2x - y² + yz, com x, y e z representando distâncias 
medidas em metros. Sobre o exposto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Para o ponto P(5, 1, 4), o vetor gradiente apresenta magnitude de 3 °C/m.
PORQUE
II. Sendo o gradiente da função T o campo vetorial ∇T(x, y, z) = (2, z – 2y, y), para determinar a magnitude do vetor gradiente em um ponto específico, devemos determinar a sua norma.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
A A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
B As asserções I e II são falsas.
C A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
D As asserçõesI e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
E As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
O Teorema de Green é uma ferramenta essencial na análise de campos vetoriais em superfícies bidimensionais, pois estabelece uma conexão entre uma integral de linha ao longo de uma curva fechada e uma 
integral dupla sobre a área contida por essa curva. Essa relação é frequentemente aplicada para determinar o trabalho realizado por um campo de força em uma partícula que percorre um caminho fechado.
Considere o campo vetorial F(x, y) = (2xy, x + x²) em que a região de integração é o disco centrado na origem e raio 2. Calcule a integral de linha desta função vetorial orientada no sentido anti-horário e assinale a 
alternativa correta:
A 2π.
B 3π/2.
C 3π.
D 4π/3.
E 4π.
O Teorema de Green estabelece uma relação entre uma integral de linha ao longo de uma curva fechada e uma integral dupla sobre a região delimitada por essa curva. Esse teorema é amplamente utilizado para 
calcular fluxos, áreas e trabalho realizado por campos vetoriais em superfícies planas. Uma das condições fundamentais para sua aplicação é que a região envolvida seja simplesmente conexa, ou seja, não possua 
buracos.
STEWART, J. Cálculo. 7ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013.
O Teorema de Green é uma ferramenta poderosa para a análise de campos vetoriais. Com base no conceito desse teorema, analise as afirmativas a seguir:
I. O Teorema de Green relaciona a circulação de um campo vetorial ao longo de uma curva fechada com a integral de superfície sobre a região delimitada por essa curva.
II. Para aplicar o Teorema de Green, a curva fechada deve ser orientada positivamente, isto é, no sentido anti-horário.
III. A integral de linha que o Teorema de Green utiliza deve ser aplicada em curvas fechadas que envolvem regiões simplesmente conexas.
IV. O Teorema de Green aplica-se a funções vetoriais continuamente diferenciáveis em regiões simplesmente conexas, convertendo integrais de linha em integrais duplas.
É correto o que se afirma em:
A I, II e III, apenas.
B II, III e IV, apenas.
C I, II e IV, apenas.
D I e IV, apenas.
E II e III, apenas.
A região D, associada à integral tripla, descreve um sólido tridimensional cuja análise depende da definição precisa dos limites de integração. Esses limites delimitam a extensão das variáveis dentro da região e são 
essenciais para representar corretamente a forma do sólido. Sólidos comuns, como prismas, cilindros e esferas, frequentemente aparecem em tais regiões. A correta especificação dos limites permite a representação 
exata da geometria desses sólidos, assegurando uma modelagem adequada e a interpretação precisa das integrais triplas e, em muitos momentos, permite a possibilidade de realizar a mudança de variável, facilitando 
o cálculo da integral.
Considere uma integral tripla em que D é uma região tridimensional no primeiro octante delimitada pelos planos x = 0, y = 0, z = 0 e pela superfície x² + y² + z² = 4. Nesse sentido, avalie as asserções a seguir e a 
relação proposta entre elas:
I. A mudança para coordenadas esféricas simplifica a integral tripla ao expressar a região D.
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II. Pela equação da superfície apresentada, temos uma parte de uma esfera de raio igual a 4.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
A As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
B A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
C As asserções I e II são falsas.
D A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
E As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
O Teorema de Green é uma ferramenta fundamental na análise de campos vetoriais em superfícies planas. Ele relaciona uma integral de linha ao redor de uma curva fechada com uma integral dupla sobre a região 
delimitada por essa curva, sendo amplamente utilizado para calcular o trabalho realizado por um campo de força em uma partícula ao longo de um caminho fechado.
Considere um campo de força F(x, y) = (−2y, 2x) ao longo de uma curva fechada em um círculo de raio 3 centrado na origem, percorrido no sentido anti-horário por uma partícula (dados com unidades no Sistema 
Internacional de Medidas). Sobre o exposto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Utilizando o Teorema de Green, podemos determinar o trabalho realizado pela partícula em 36π Joule ao longo de toda a curva.
PORQUE
II. É possível aplicar nesta situação o Teorema de Green, visto que a curva apresentada é fechada e orientada no sentido anti-horário.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
A As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
B A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
C As asserções I e II são falsas.
D As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
E A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
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