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O Teorema de Green é uma ferramenta essencial na análise de campos vetoriais em superfícies bidimensionais, pois estabelece uma conexão entre uma integral de linha ao longo de uma curva fechada e uma integral dupla sobre a área contida por essa curva. Essa relação é frequentemente aplicada para determinar o trabalho realizado por um campo de força em uma partícula que percorre um caminho fechado.
Considere o campo vetorial F(x, y) = (2xy, x + x²) em que a região de integração é o disco centrado na origem e raio 2. Calcule a integral de linha desta função vetorial orientada no sentido anti-horário e assinale a alternativa correta:
A 2π.
B 3π/2.
C 3π.
D 4π/3.
E 4π.
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Para resolver a integral de linha do campo vetorial \( F(x, y) = (2xy, x + x^2) \) ao longo da curva fechada que é o disco centrado na origem com raio 2, podemos aplicar o Teorema de Green. O Teorema de Green nos diz que: \[ \oint_C F \cdot dr = \iint_R \left( \frac{\partial N}{\partial x} - \frac{\partial M}{\partial y} \right) dA \] onde \( F = (M, N) \). No nosso caso, temos: - \( M = 2xy \) - \( N = x + x^2 \) Agora, precisamos calcular as derivadas parciais: 1. \( \frac{\partial N}{\partial x} = \frac{\partial}{\partial x}(x + x^2) = 1 + 2x \) 2. \( \frac{\partial M}{\partial y} = \frac{\partial}{\partial y}(2xy) = 2x \) Agora, substituímos na fórmula do Teorema de Green: \[ \frac{\partial N}{\partial x} - \frac{\partial M}{\partial y} = (1 + 2x) - (2x) = 1 \] Agora, precisamos calcular a integral dupla sobre a região \( R \) que é o disco de raio 2. A integral se torna: \[ \iint_R 1 \, dA \] A área do disco de raio 2 é: \[ A = \pi r^2 = \pi (2^2) = 4\pi \] Portanto, a integral de linha ao longo da curva fechada é: \[ \oint_C F \cdot dr = 4\pi \] Assim, a alternativa correta é: E) \( 4\pi \).

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Se uma função escalar determina a temperatura em diferentes pontos de um espaço, por exemplo, uma função T(x, y, z) que representa a temperatura em cada ponto (x, y, z), o gradiente dessa função em um determinado ponto nos dirá: Direção de Maior Aumento de Temperatura: o gradiente aponta na direção em que a temperatura aumenta mais rapidamente a partir do ponto considerado. Dessa forma, se você estiver nesse ponto e se mover na direção do gradiente, estará se movendo para uma região em que a temperatura aumenta o mais rápido possível. Magnitude da Variação da Temperatura: a magnitude do gradiente indica a taxa de variação da temperatura na direção do crescimento máximo. Em outras palavras, ela nos diz o quanto a temperatura muda por unidade de distância percorrida na direção do gradiente. Se a magnitude é alta, isso significa que a temperatura muda rapidamente; se é baixa, a variação da temperatura é mais gradual. Essa magnitude pode ser calculada usando a fórmula da norma, ou seja, a raiz quadrada da soma dos quadrados das coordenadas do vetor.
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I. Para o ponto P(5, 1, 4), o vetor gradiente apresenta magnitude de 3 °C/m.
II. Sendo o gradiente da função T o campo vetorial ∇T(x, y, z) = (2, z – 2y, y), para determinar a magnitude do vetor gradiente em um ponto específico, devemos determinar a sua norma.
A A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
B As asserções I e II são falsas.
C A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
D As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
E As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

A região D, associada à integral tripla, descreve um sólido tridimensional cuja análise depende da definição precisa dos limites de integração. Esses limites delimitam a extensão das variáveis dentro da região e são essenciais para representar corretamente a forma do sólido. Sólidos comuns, como prismas, cilindros e esferas, frequentemente aparecem em tais regiões. A correta especificação dos limites permite a representação exata da geometria desses sólidos, assegurando uma modelagem adequada e a interpretação precisa das integrais triplas e, em muitos momentos, permite a possibilidade de realizar a mudança de variável, facilitando o cálculo da integral.
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I. A mudança para coordenadas esféricas simplifica a integral tripla ao expressar a região D.
II. Pela equação da superfície apresentada, temos uma parte de uma esfera de raio igual a 4.
A As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
B A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
C As asserções I e II são falsas.
D A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
E As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

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