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INSTRUMENTAL E INSTRUMENTAÇÃO resumido [Modo de Compatibilidade]

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– dentição anterior
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TAMANHO E TIPO DA LÂMINATAMANHO E TIPO DA LÂMINA
A seleção do tamanho e tipo da lâmina deve ser 
adequada ao tipo de tecido e área a receber a 
raspagem e o aplainamento radicular
FATOR FUNDAMENTAL
TIPOS DE CURETASTIPOS DE CURETAS
CURETA ESPECÍFICA
Cada uma é desenhada para determinada área ou face 
de um dente;somente um ângulo de corte de cada 
lâmina é utilizado.
CURETA UNIVERSAL
Adapta-se a todas as superfícies; ambos os bordos 
da lâmina são cortantes; utilizados para raspagem.
CURETAS UNIVERSAISCURETAS UNIVERSAIS
Utilização universal
Ângulação de 90º
Ambos os ângulos de corte podem ser utilizados
A lâmina é curva em um único plano
Ex. McCall 13-14; Columbia 13-14; Barnhart 5-6
IDENTIFICAÇÃO
CURETAS ESPECÍFICASCURETAS ESPECÍFICAS
Determinada para cada área de utilização
Lâminas com ângulo de 60º e 70º
Emprego de somente um ângulo de corte
Lâmina curva em dois planos
Ex. Gracey 11-12
IDENTIFICAÇÃO
CURETAS ESPECÍFICASCURETAS ESPECÍFICAS CURETAS DE GRACEYCURETAS DE GRACEY
Desenhadas pelo Dr. Clayton H. Gracey,
em 1930, Michigan
Instrumentos adequados para a raspagem e 
aplainamento radicular subgengival
TIPOS DE CURETAS DE GRACEYTIPOS DE CURETAS DE GRACEY
STANDARD
AFTER FIVE
MINI FIVE
CARACTERÍSTICAS
Apresenta ângulo de 60 a 70º em relação a
porção terminal da haste ( lâmina
compensatória) (Vista frontal).
CURETAS DE GRACEY STANDARDCURETAS DE GRACEY STANDARD
CARACTERÍSTICAS
Apresenta um único bordo cortante (junção da
face coronária com face lateral convexa).
CURETAS DE GRACEY STANDARDCURETAS DE GRACEY STANDARD
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TIPOS DE HASTE
�Rígidas
( remoção de cálculos mais grosseiros)
� Acabamento
CURETAS DE GRACEY STANDARDCURETAS DE GRACEY STANDARD IDENTIFICAÇÃO DAS CURETAS DE GRACEYIDENTIFICAÇÃO DAS CURETAS DE GRACEY
Relação Numeração - Área
Nº 1 – 2 e Nº 3 - 4 Dentes anteriores
Dentes anteriores e pré-molaresNº 5 - 6
Nº 7 - 8 e Nº 9 - 10 Dentes posteriores - V e L
Nº 11 - 12
Nº 13 - 14
Dentes posteriores - mesial
Dentes posteriores - distal
CARACTERÍSTICAS
Haste terminal 3 mm mais longa do que as Gracey
padrão, para acesso a bolsas superiores a 5 mm ou
mais.
CURETAS DE GRACEY AFTER-FIVE
CARACTERÍSTICAS
Inclusão de lâmina mais fina para melhor
alisamento subgengival e menor dilaceração
tecidual, com haste mais afilada.
CURETAS DE GRACEY AFTER-FIVE
APRESENTAÇÃO
�Nº 1-2; 3-4 ( dentes anteriores)
� Nº 5-6 ( dentes anteriores/pré)
� Nº 7-8 ( dentes posteriores V/L)
� Nº 11-12 ( dente posterior M)
� Nº 13-14 ( dente posterior D)
CURETAS DE GRACEY AFTER-FIVE
CARACTERÍSTICAS
As lâminas são a metade das after-five ou das
curetas padrão, permitindo a introdução e adaptação
em bolsas estreitas e profundas nas faces livres,
furcas, sulcos, linhas, etc.
CURETAS DE GRACEY MINE-FIVE
APRESENTAÇÃO
�Desenho para acabamento
�Com hastes mais flexíveis, apropriadas para
raspagem suave, remoção de placa de pacientes em
manutenção e bolsas estreitas.
CURETAS DE GRACEY MINE-FIVE
APRESENTAÇÃO
�Nº 1-2; 3-4 ( dentes anteriores)
� Nº 5-6 ( dentes anteriores/pré)
� Nº 7-8 ( dentes posteriores V/L)
� Nº 11-12 ( dente posterior M)
� Nº 13-14 ( dente posterior D)
CURETAS DE GRACEY MINE-FIVE APARELHOS ULTRA-SÔNICOSAPARELHOS ULTRA-SÔNICOS
UtilizaçãoUtilização
São contra-indicados em pacientes portadores
de marcapasso
São contra-indicados em pacientes portadores
de marcapasso
Para remoção de grandes massas de cálculo
Instrumentação supragengival
Nunca devem ser utilizados como
substituto em relação à RAR
Nunca devem ser utilizados como
substituto em relação à RAR
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AÇÃO
Derivada de vibrações físicas de partículas de
matéria, similares às ondas sonoras, com
frequência que vão de 20.000 a a alguns milhões
de ciclos por segundo
APARELHOS ULTRA-SÔNICOSAPARELHOS ULTRA-SÔNICOS
TIPOS
�Magnetoestritivo
� Piezoelétrico
APARELHOS ULTRA-SÔNICOSAPARELHOS ULTRA-SÔNICOS
Magnetoestritivo
�Padrão de vibração é elíptico ou seja os
lados da ponta são ativados e começam sua
ação em contato com o dente.
APARELHOS ULTRA-SÔNICOSAPARELHOS ULTRA-SÔNICOS
Piezoelétrico
�Padrão de vibração é linear ou seja para
frente ou para trás, somente os dois lados da
ponta são ativos trabalhando quando em
contato com o dente.
APARELHOS ULTRA-SÔNICOSAPARELHOS ULTRA-SÔNICOS APARELHOS ULTRA-SÔNICOSAPARELHOS ULTRA-SÔNICOS
FATORES QUE LIMITAM SEU USOFATORES QUE LIMITAM SEU USO
�Ponta ativa - largas e espessas
�Dificuldade de atingir o fundo da bolsa
�Podem provocar alterações na superfície radicular
�Dificuldade de visibilidade - spray
�Dificuldade de sensibilidade
�Não promovem aplainamento
�Ponta ativa - largas e espessas
�Dificuldade de atingir o fundo da bolsa
�Podem provocar alterações na superfície radicular
�Dificuldade de visibilidade - spray
�Dificuldade de sensibilidade
�Não promovem aplainamento
Consiste em uma peça de mão encaixada no
bocal de uma terminação de ar comprimido
e usada com vários tipos de pontas
especiais.
APARELHOS SÔNICOSAPARELHOS SÔNICOS
AÇÃO
As vibrações das pontas sônicas
variam de 2.000 a 6.500 ciclos por
segundo, promovendo menos potência
para a remoção do cálculo em relação
às ultra-sônicas.
APARELHOS SÔNICOSAPARELHOS SÔNICOS APARELHOS SÔNICOSAPARELHOS SÔNICOS
• Ar comprimido
• Freqüência variando
entre 2000 a 6500 ciclos
por segundo
• Menor potência
Instrumentos para polimento
�TAÇAS DE BORRACHAS
� ESCOVAS DE CERDAS
� FITA E FIO DENTÁRIO
� POLIMENTO POR JATEAMENTO
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Instrumentos para polimento
TAÇAS DE BORRACHAS
�Peça de mão e c. ângulo
� Esterilizáveis ou descartáveis
� Pastas abrasivas c/ flúor
� Úmida em ação (calor)
Instrumentos para polimento
FITA E FIO DENTAL
�Uso com pasta para polimento nas superfícies
proximais inacessíveis.
� Realizar movimentos firmes no sentido vestíbulo-
lingual.
Instrumentos para polimento
POLIMENTO POR JATEAMENTO
�Eficaz para remover manchas extrínsecas e
depósitos moles.
� Remoção por abrasão mecânica e fornece água
para enxágüe e lavagem.
Instrumentos para polimento
Após a profilaxia (raspagem, alisamento e
polimento), aplicar sempre um verniz fluoretado para
diminuir a sensibilidade.
RASPAGEM RADICULAR
Processo através do qual se elimina todo o 
cálculo da superfície dental a partir do epitélio 
juncional.
MOVIMENTOS DE RASPAGEM RADICULAR
Firmes, curtos e de tração
�Utilizados para a remoção do cálculo supra e 
sub- gengival
�Realizados com a movimentação de rotação da 
mão, punho e antebraço apoiados sobre o dedo 
médio e/ou anular de apoio
�Realização da flexão dos dedos
APLAINAMENTO RADICULAR
Processo através do
qual o cálculo residual 
e porções de cemento
e/ou dentina são removidos, proporcionando 
uma superfície lisa e resistente. 
MOVIMENTO DE APLAINAMENTO RADICULAR
�Movimento de impulsão e tração
�Compressão moderada e leve
�Movimento de punho e antebraço que 
possibilita o controle da pressão lateral durante 
o ato operatório
�Movimentos verticais, horizontais e oblíquos
IMPORTÂNCIA DA RASPAGEM E 
APLAINAMENTO RADICULAR
�Assegurar remoção completa de todos os depósitos 
adquiridos na superfície dental
�Remover o cemento alterado ou necrótico
�Criar superfícies lisas
Facilita o controle de placa, a adaptação epitelial e a 
regressão do processo inflamatório gengival
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1- PRINCÍPIOS GERAIS DA INSTRUMENTAÇÃO:
1.1- Acessibilidade (posição do paciente e do operador);
1.2- Visibilidade, iluminação e afastamento;
1.3- Condições do instrumento (afiação);
1.4- Manutenção do campo limpo;
1.5- Preensão do instrumento
1.5- Estabilização do instrumento;
1.6- Ativação do instrumento;
1- PRINCÍPIOS