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PRINCIPAIS METODOS DA GINASTICA • Prof MSc Ana C Barreto CONCEITOS DA GINÁSTICA LOCALIZA TREINAMENTO DE FORÇA TREINAMENTO DE FORÇA TREINAMENTO DE FORÇA TREINAMENTO DE FORÇA TREINAMENTO DE FORÇA RESPOSTAS CRÔNICAS ADAPTAÇÕES CRÔNICAS ADAPTAÇÕES CRÔNICAS ADAPTAÇÕES CRÔNICAS ADAPTAÇÕES CRÔNICAS POTÊNCIA: Força Muscular x Velocidade de Encurtamento VELOCIDADE: Taxa de ativação das pontes cruzadas FORÇA: Produto da área de secção transversa TREINAMENTO DE FORÇA METODOS DE TREINAMENTO METODOS E SISTEMAS DE TREINAMENTO Padrões de Prescrição Métodos de Treinamento Otimizar os ganhos de força e hipertrofia muscular; Motivação dos praticantes. METODOS E SISTEMAS DE TREINAMENTO 1. Alternado por Segmento 2. Localizado por Segmento ou Bombeado 3. Combinada 4. Prioritária 5. Mista ALTERNADA POR SEGMENTO • Alternância entre segmentos corporais (membros inferiores, superiores e tronco); - Recuperação parcial da musculatura; - Indivíduos iniciantes; - Simples ou Prioritário. ALTERNADA POR SEGMENTO EXERCÍCIOS 1 –Agachamento (MI) 2 –Supino (MS) 3- Flexão de Tronco (T) EXERCÍCIOS 1 –Agachamento (MI) 2 –Supino reto (MS) 3- Passada a Fundo (MI) LOCALIZADA POR SEGMENTO - Ordem acumulativa de exercício por segmento corporal; - Alternância de articulações e grupamentos musculares; - Proporciona maior estímulo na musculatura; - Indivíduos intermediários e avançados. MÉTODO BOMPEADO SIMPLES Mais de um exercício de forma que solicite o mesmo segmento corporal de maneira consecutiva mas que ocorra alternância entre Músculos e Articulações BOMBEADO SIMPLES EXERCÍCIOS Rosca Bíceps Adução de Ombro Tríceps METODO BOMBEADO DIRETO BOMBEADO DIRETO EXERCÍCIOS Rosca Bíceps Direta Rosca Bíceps Inversa Rosca Bíceps Alternada Mais de um exercício por grupamento muscular de maneira consecutiva. Pegadas, Posições e Ângulos diferentes na mesma articulação • ACSM (2009) principalmente indivíduos treinados se beneficiariam com ganhos de força muscular e hipertrofia através da utilização de séries múltiplas, de forma periodizada. AGONISTA X ANTAGONISTA Exercícios Consecutivos entre músculos opostos, na mesma articulação BOMBEADO SIMPLES EXERCÍCIOS Rosca Bíceps Direta Tríceps Na Testa Rosca Bíceps Alternada Flexão de Braço Fechada PRÉ EXAUSTÃO • Atuação da musculatura acessória, que auxilia o movimento. Primária Músculos acessórios PRÉ EXAUSTÃO • Consiste em realizar um exercício monoarticular antes do multiarticular; • Objetivo: evitar que a musculatura auxiliar se esgote antes do músculo alvo. Crucifixo peitoral Supino Reto Benefícios: Forma de “exaurir” o músculo alvo; Alta intensidade de treinamento; Evidências científicas: Augustsson et al., 2003; Gentil et al., 2007; Simão et al., 2012. PRE EXAUSTAO Objetivo: Verificar o efeito da pré-exaustão na ativação da muscular de membros inferiores no exercício Leg press. Cadeira extensora Leg Press PRE EXAUSTAO O presente estudo não suporta a teoria popular dos levantadores de peso de que a pré-exautão seria mais efetiva que o método tradicional para aumento da ativação muscular. PRE EXAUSTAO Objetivo: Verificar o efeito da ordem dos exercícios na ativação da musculatura de membros superiores. Pré-exaustão Voador Peitoral Supino Prioritário Supino Voador Peitoral PRE EXAUSTAO • O gráfico ilustra a menor ativação do peitoral para os sinais de EMG durante a sequência “Pré-exaustão” quando comparado com a sequencia “Sistema Prioritário”. PRE EXAUSTAO Simão et al., 2012 O método de pré-exaustão pode não ser eficaz para aumentar o recrutamento muscular de grandes grupamentos musculares. Combinação entre membros superiores e inferiores e vice-versa Exigem maior coordenação motora Evitar com alunos iniciantes MS – Rosca bíceps direta + abdução ombro MS – Rosca tríceps um membro e remada no outro MI – Agachamento + Lunge MI – Agachamento 2ª posição + panturrilha METODOS COMBINADOS METODOS COMBINADOS • Combinação entre Membros Superiores e Membros Inferiores • Combinação entre Membros Inferiores e Tronco • Exigem Maior Coordenação Motora METODOS CIRCUITADOS • Modelo de treinamento que utiliza um espaço menor; • Desenvolvimento de qualidades físicas; • Utilização de pesos, barras e outros elementos; Metodologia: • Formato de estações; • Os participantes progridem, trocando uma pela outra; • Trabalhando grupamentos musculares variados. METODOS CIRCUITADOS METODOS CIRCUITADOS Resistência muscular localizada Força isométrica Força isotônica Força explosiva Resistências aeróbia e anaeróbia Coordenação Equilíbrio Flexibilidade Descontração Ritmo • Benefícios: Aprimorar a função cardiorrespiratória; Sistema neuromuscular; • Pode ser usado para qualquer um dos sistemas energéticos, dependendo dos estímulos e intervalos. METODOS CIRCUITADOS INTENSIVO EXTENSIVO Nº. de estações 4 – 8 10 – 20 Nº. de passagens 2 – 3 2 - 3 Repetições 6 – 12 15 – 20 Intervalo entre as estações – – Intervalo entre as passagens – 1’30” Forma de execução Rápida moderada Duração do estímulo 10 – 20 seg. por estação 10 – 30 min. Tempo total 15 – 30 seg. por estação 15 – 40 min. Tempo total Efeito do treinamento Força rápida, força explosiva, força máxima Força - resistência, RML Sistema Energético predominante Anaeróbio Aeróbio METODOS E SISTEMAS DE TREINAMENTO Método Iniciante Intermediário Avançado Alternado por segmento X X Localizado por segmento X X Séries simples X Séries múltiplas X X Circuito X X Pré-exaustão X TREINAMENTO FUNCIONAL • 1º Movimentos Explosivos • Exercícios Multiarticulares • Limite uso de Aparelhos • Mantenha número baixo de repetições TREINAMENTO FUNCIONAL TREINAMENTO FUNCIONAL OPERACIONALIZAÇÃO OPERACIONALIZAÇÃO • Quais vão ser os G.M trabalhados? • Qual a abordagem muscular para os G.M? • Qual o método variante que pode ser trabalhado? • Qual o estímulo (Q.F.) que vai ser dado ao G.M.? • Qual o melhor material para estimular os G.M.? OPERACIONALIZAÇÃO 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª MS MI Glúteos Tronco OPERACIONALIZAÇÃO EXERCÍCIO MOTOR PRIMÁRIO AÇÃ0 SUPINO RETO Peitoral Maior (porção média) Deltóide (anterior) Flexor e Adutor Braço Flexão; Abdução Braço CRUCIFIXO RETO Peitoral Maior (porção média) Deltóide (anterior) Flexor e Adutor Braço Flexão; Abdução; Extensão Braço CRUCIFIXO INVERSO Trapézio (porção superior) Deltóide (medial; posterior) Elevação e Depressão escápula; rotação superior; retração escápula ELEVAÇÃO FRONTAL Deltóide (anterior) Flexão; Abdução; Extensão Braço DESENVOLVIMENTO PARCIAL Deltóide (anterior) Flexão; Abdução; Extensão Braço DESENVOLVIMENTO PELA FRENTE COM BARRA Deltóide (anterior) Flexão; Abdução; Extensão Braço OPERACIONALIZAÇÃO EXERCÍCIO MOTOR PRIMÁRIOAÇÃ0 REMADA ALTA COM BARRRA Trapézio Deltóide (anterior; medial) Elevação e Depressão escápula; rotação superior; retração escápula DESENVOLVIMENTO POR TRÁS Trapézio (porção superior) Deltóide (posterior) = ROSCA BÍCEPS DIRETA Bíceps Braquial Braquial Flexão ante-braço e braço; supina o ante-braço; Flexão ante-braço TRÍCEPS NA TESTA Cabeça Lateral e Medial do Tríceps Extensão braço TRÍCEPS FRANCÊS Cabeça Interna e Medial do Tríceps Extensão braço OPERACIONALIZAÇÃO EXERCÍCIO MOTOR PRIMÁRIO AÇÃ0 SUPINO FECHADO Tríceps Deltóide (anterior) Peitoral maior (porção medial e inferior) Extensão braço Flexão; Abdução; Extensão Braço TRÍCEPS COICE Cabeça Lateral e Medial do Tríceps Extensão braço REMADA CURVADA COM BARRA Grande Dorsal Braquial Bíceps Trapézio (porção média) Extensão; Adução e Rotação Medial do Braço REMADA CURVADA ALTERNADA Grande Dorsal Bíceps Braquial Trapézio (porção medial) Extensão; Adução e Rotação Medial do Braço = OPERACIONALIZAÇÃO EXERCÍCIO MOTOR PRIMÁRIO AÇÃ0 AGACHAMENTO Vasto Lateral Retofemoral Vasto Intermédio Vasto Medial Glúteos Flexão Quadril; Extensão Joelhos Extensão Quadril AVANÇO COM BARRA Quadríceps Isquiotibiais Glúteos = Extensão Quadril; Flexão Joelhos = FLEXÃO DE JOELHOS EM PÉ Semitendinoso Semimembranoso Extensão Quadril; Flexão Joelhos FLEXÃO PLANTAR Gastrocnêmios Solear ABDOMINAL Reto Abdominal Serrátil Anterior; Intercostais; Oblíquos Flexão Tronco Protação Escápula e Rotação Superior OPERACIONALIZAÇÃO Número de vezes que é repetida uma subsérie Tempo de duração da aula; Qualidade física, Ordem de exercício, Nível de aptidão física; Em média: 2 a 4 passagens/série OPERACIONALIZAÇÃO Material 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª Mão Livres x Halteres normal pesado leve Barra x x Bastão Leve X Caneleira pesada normal leve pesada normal Step x X Colchonete x x x x x OPERACIONALIZAÇÃO OPERACIONALIZAÇÃO Período PREPARAÇÃO BÁSICA PREPARAÇÃO ESPECÍFICA ESPECIALIZAÇÃO TRANSIÇÃO Mês M A M J J A S O N D J F Capacidade Física RM FD H FD H RM FD H FD FD H FD H RM FD Objetivos Treinament o de Base Melhoria da Resistência Muscular (RM) Capacidade Funcional Melhoria da Força Muscular (FM) Hipertrofia Aumento da Força Muscular (FM) Manutençã o dos níveis de FM e RM Recuperaç ão CONSTRUÇÃO DE UMA AULA SESSÃO DE TREINAMENTO Levantamento das Possibilidades Seleção de exercícios Organização da sala Comunicação Execução Correção TREINAMENTO FUNCIONAL TREINAMENTO FUNCIONAL Histórico Alta incidência de Lesões Músculos Estabilizadores Fraqueza Abdominais Profundos (Transverso e Obliquo Interno) Estabilizadores do Quadril (Glúteo Médio; Quadrado Lombar e Rotatores Externos) Estabilizadores da Articulação Escapulotorácica: (Trapézio e Rombóide) TREINAMENTO FUNCIONAL TREINAMENTO FUNCIONAL TREINAMENTO FUNCIONAL TREINAMENTO FUNCIONAL TREINAMENTO FUNCIONAL TREINAMENTO FUNCIONAL TREINAMENTO FUNCIONAL Aplicação da Anatomia Funcional Priorize a Técnica Nunca perca a Qualidade! Use o Peso Corporal quando possível!! Use-os com Frequência !! TÉCNICAS Agachamento o Realizar com o peso do próprio corpo o Precisa adquirir amplitude de movimento o Trabalhar Mobilidade Quadril, Tornozelo e Alongamento Isquiostibiais TREINAMENTO FUNCIONAL TÉCNICAS o Realizar com o Agachamento Frontal com o Fêmur paralelo o Utilizar caixas de pliometria, de 50 cm, para garantir a profundidade o A falha técnica quer dizer: Nunca contar uma repetição em colapso o Não me importa quantas repetições: oQuantas repetições Boas ele faz!!! TREINAMENTO FUNCIONAL TÉCNICAS o No lugar de Cadeira Extensora: Agachamento com base alternada oObjetivo: Incorporar Equilíbrio, Flexibilidade e Força em uma perna só o No lugar de Cadeira Flexora: Levantamento Terra Unilateral oObjetivo: Isquiostibiais mais potentes extensores do quadril que os flexores do joelho o No lugar do Supino: Supino alternado com halteres oObjetivo: desenvolver a força do core, estabilidade do ombro e força EXERCÍCIOS FUNCIONAIS PUXAR EMPURRAR TREINAMENTO FUNCIONAL TREINAMENTO FUNCIONAL TREINAMENTO FUNCIONAL E GINÁSTICA LOCALIZADA TREINAMENTO FUNCIONAL • Alteração da base de suporte; • Alteração da estabilidade da base de suporte; • Alteração do braço de resistência; • Uso de lateralidade; • Uso de coordenação motora; • Uso de diferentes sobrecargas para os membros; • Aumento da amplitude de movimento; • Variação da velocidade do movimento; • Aumento da resistência; • Obstrução da visão; • Uso de espelho. TREINAMENTO FUNCIONAL Core Hold (estabilização de tronco com estabilização) Objetivo: ativar a musculatura anterior do tronco. A parede abdominal tem a função de prevenir a hiperextensao da coluna lombar. O trabalho em transição é um estímulo a mais para que os músculos da parede permaneçam executando sua função em movimento. TREINAMENTO FUNCIONAL • Monster Walk (passada lateral) Objetivo: ativar os estabilizadores do ombro enquanto os extensores da espinha dorsal mantêm o movimento estável auxiliando na estabilização da escápula durante a execução do movimento onde ocorre recrutamento dos extensores do quadril TREINAMENTO FUNCIONAL • Airplane (avião) Objetivo: Exercício de estabilidade do tronco e dos ombros e de mobilidade para a articulação do quadril. Realiza-se a ativação dos estabilizadores da escápula, dos extensores da coluna dorsal, dos músculos mobilizadores e estabilizadores do quadril. Estímulos Proprioceptores a toda a cadeia posterior do sistema neuromuscular locomotor TREINAMENTO FUNCIONAL Birddog Start TREINAMENTO FUNCIONAL CORE TRAINING CORE TRAINING CORE TRAINING CORE TRAINING CORE TRAINING CORE TRAINING Ana Cristina Barreto Prof.anabarreto@gmail.com 98148 6808 11/06/2017