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Psicologia do Trabalho 
1)líder:
O papel de xxx é essencial. Uma vez que um grupo é constituído de pessoas diferentes que possuem valores, atitudes e percepções distintas e que diante de um mesmo objetivo podem compreender e agir de forma variada com o intuito de atingi-lo, um xxx que conduza a todos é fundamental. Sem um xxx nenhum grupo pode obter seus objetivos.
2)líder
Para ser um xxx, você tem que fazer as pessoas quererem te seguir, e ninguém quer seguir alguém que não sabe onde está indo.
3)Liderança:
é o processo social no qual se estabelecem relações de influência entre pessoas. 
4)líder:
é aquele que influencia as pessoas a agirem como ele quer. E para influenciar o outro, é necessário que o xxx exerça poder sobre este.
5)liderança:
é a capacidade de conseguir que as pessoas façam o que não querem fazer e gostem de fazê-lo.
6)poder:
Podemos exercer xxx sobre o outro simplesmente em virtude da estrutura hierárquica, como um cargo ou uma função predefinida e compartilhada na cultura da empresa. Por conta da posição, certamente uma pessoa pode influenciar outra a fazer determinadas coisas. 
7)poder coercitivo:
Há também o xxx. é utilizado por aqueles que exercem influência sobre outras por meio de punições, ameaças e coibição. Este tipo de poder se relaciona à pressão que o outro exerce sobre uma pessoa ou uma equipe, de modo a forçá-lo a agir, ainda que contrário ao que gostaria.
8)informação:
Outra forma de poder é o da xxx. Em plena Era do Conhecimento, a xxx é uma forma de poder. Ter acesso a dados e informações relevantes e estratégicos tornam o detentor de tal conhecimento alguém poderoso e, por isso mesmo, capaz de influenciar atitudes e tomada de decisão dos demais.
9)poder legítimo:
Este tipo de poder não está vinculado ao cargo ou à posição, mas sim à referência que a equipe tem do líder. O xxx, o poder de influência pode ser exercido por um colega, um professor, pelos pais, enfim, por qualquer pessoa vista como uma referência para o liderado. Trata-se de uma influência que vai além da hierarquia. Algumas pessoas exercem poder sobre as nossas vidas pelo que elas são, pelo que elas representam em nossas vidas e não pelo que elas podem ou não fazer por nós. Quanto maior a influência dessas pessoas sobre nossas vidas, maior o poder que estas exercem sobre nós.
10)poder legítimo: 
Embora seja cada vez menos comum, existem líderes organizacionais que exercem xxx sobre seus liderados. Independente de sua posição na empresa, de seu cargo, de seu poder em promover ou demitir alguém, estes líderes influenciam seus liderados. 
11)poder legítimo: 
Este poder é conquistado não pelo cargo, mas a partir de atitudes de respeito, da transmissão de confiança, de proximidade para com seus liderados. E esta proximidade, confiança e respeito resultam em comprometimento, em motivação.
12)líder legítimo: 
Só um líder que além do cargo, conquista a confiança de seus liderados, tornandose um xxx conquistará o comprometimento da equipe. Daí a importância de uma liderança que conquiste liderados, que faça com que o funcionário se sinta parceiro da empresa.
13)Poder Hierárquico:
Influência pelo cargo.
14)Poder Coercitivo:
Influência pela ameaça e/ou punição.
15)Poder de Informação:
Influência pela posse de conhecimento.
16)Poder Legítimo:
Influência pela referência.
17)líder melhor:
Certamente você já percebeu que liderar não é tarefa fácil, exige esforço e dedicação constantes. Haja vista a importância e a complexidade do tema, muitas são as teorias que, ao longo dos tempos, procuraram explicar e auxiliar no desenvolvimento de um xxx.
18)Líderes incríveis:
xxx saem da sua rotina para melhorar a autoestima de sua equipe. Se as pessoas acreditam nelas, é incrível o que elas podem conquistar.
19)propostas antagônicas:
Vários são os estudiosos que buscam compreender e explicar liderança. Dentre as teorias mais discutidas estão: a Teoria dos Traços; a Teoria dos Estilos de Liderança; e a Teoria dos Enfoques Situacional e Contingencial. Estas teorias foram desenvolvidas em épocas distintas e utilizam xxx para explicar a constituição de um líder. Contudo, ainda que as primeiras tenham sido derrubadas pela última, ainda é possível identificar seguidores de cada uma delas.
20)Teoria dos Traços:
predominou entre as décadas de 20 e 50. Considerada uma das primeiras teorias sobre liderança, e a primeira entre as teorias modernas, manteve algumas crenças da Teoria do Grande Homem. Teoria essa que, entre outras questões, defendia a liderança como uma característica nata e, predominantemente, um traço masculino.
21)Teoria dos Traços:
Uma das premissas da xxx é a de que líderes possuem traços de personalidade que o favorecem na liderança de equipes.
22)Teoria dos Traços:
parte da premissa de que os líderes possuem traços de personalidade que o favorecem no desempenho de sua função. Assim, de acordo com a xxx a liderança é algo nato. Para eles não há nada na formação da pessoa ou no ambiente de trabalho que possa favorecer ou prejudicar o desenvolvimento do líder, uma vez que o líder já nasce pronto.
23)liderança:
Bryman, citado por Limongi-França e Arellano (2002), aponta três grandes tipos de traços que contribuem para a xxx, são eles: Fatores Físicos, Habilidades e Aspectos da Personalidade.
24)teoria dos traços: 
O que os defensores da xxx consideram por Traços Físicos são de fato características relacionadas à aparência. Bryman esclarece que os defensores da xxx acreditam que a altura, peso, aparência, timbre de voz e mesmo idade são fundamentais para um líder.
25)líder:
um xxx seria alguém preferencialmente alto, bem apessoado, com um vozeirão.
26)Teoria dos Traços: 
Já o quesito Habilidades, também considerado pelos defensores da xxx como fundamentais para um líder, relaciona-se ao nível de escolaridade, fluência verbal, inteligência, raciocínio lógico e matemático, fluência verbal, capacidade de convencimento, entre outras habilidades que se esperam de um líder. Pelo menos que se esperam no senso comum, ou seja, que as pessoas de uma forma geral esperam de um líder, e não estudiosos da área.
27)Senso Comum:
é o conhecimento empírico, aquele que não advém de estudos ou pesquisas, mas que é passado de geração em geração e acumulado ao longo da vida.
28)liderança eficaz:
ter boa capacidade de comunicação, possuir conhecimento pode, entre outras habilidades, facilitar o trabalho de um líder, mas definitivamente não garantem a xxx.
29)Aspectos da Personalidade:
Para os defensores da Teoria dos Traços, um líder deve apresentar características de personalidade que favoreçam sua atuação. Um líder deve ser alguém dinâmico, proativo, com bom controle emocional; já alguém muito sensível ou tímido não se daria bem na liderança.
30)teoria dos traços:
segundo a xxx, a liderança é constituída por uma soma de traços individuais, daí decorre o nome da teoria, que corroboram para o desempenho do líder.
31)persistência e criatividade:
Entre os traços e habilidades apresentados por Stodgill, um dos principais pensadores dessa teoria, estão, respectivamente, xxx.
32)Traços de líder:
- Assertivo
- Cooperativo
- Decisivo
- Confiável
- Dominante
- Enérgico
- Persistente
- Responsável
33)habilidades de líder:
- Inteligente
- Habilidoso
- Criativo
- Discreto
- Fluente
- Persuasivo
- Organizado
- Sociável
34)liderança:
Entre os traços e habilidades apresentados por Stodgill, hoje sabemos também que isto não é verdade absoluta. Embora algumas características realmente favoreçam a xxx, elas não são as únicas e nem garantem eficácia em todas as situações. Mesmo Stogdill (1974) assume que determinados traços de xxx tornam o líder eficaz em determinadas situações e contextos, mas não garantem sucesso em outros contextos ou situações.
35)característica nata:
Embora já abolida, ainda é possível perceber que muitas pessoas acreditam que a liderança é uma xxx. E estes fazem com que a teoria permaneça muito forte, não só no imaginário, mas ainda nas organizações.
36)Teoria dos Estilos de Liderança: 
A xxx se opõem à Teoria dos Traços e defende a ideiade que um líder não nasce pronto, mas pode ser formado. Com forte influência da Análise do Comportamento, a Teoria dos Estilos de Liderança partem do pressuposto que o comportamento pode ser modificado.
37)estilos de liderança:
 autocrático; democrático; liberal (ou laissez-faire); e paternalista.
38)estilo autoritário: 
O xxx é o mais antigo. O líder xxx é aquele que lidera sem qualquer participação do grupo. Ele atribui as tarefas aos liderados. É o líder que não permite discussões acerca de como o trabalho será desenvolvido, uma vez que ele é quem determina como, onde, quando, porque e por quem determinada tarefa será realizada.
39)líder autoritário:
tende a causar medo e tensão na equipe, que de forma geral evita expor as ideias, sabendo que estas não são bem aceitas.
40)líder democrático:
é o inverso do líder autoritário, sob seu comando todos participam das decisões, ainda que haja predomínio de sua condução nas ações. As discussões são abertas e estimuladas. 
41)líder democrático:
O xxx é capaz de elogiar e de criticar atendo-se a fatos concretos, sem permitir que os liderados se sintam envaidecidos ou menosprezados, mas cientes dos aspectos que devem melhorar e daqueles que estão sendo bem desenvolvidos.
42)líder democrático: 
Os liderados sob o comando de um xxx tendem a mostrar-se seguros e confiantes, além de conseguirem estabelecer um bom relacionamento entre si.
43)líder liberal:
conhecido também pelo termo laissez-faire, tende a delegar ao grupo a decisão sobre como conduzirão a tarefa e chegarão ao objetivo. É considerado por muitos como uma ausência de liderança, uma vez que na gestão do xxx, os liderados podem agir quase que sem consultá-lo. Contudo, por não esperarem nada do líder, o clima na equipe pode a ser de desorganização e confusão.
44)Laissez faire:
é um termo do idioma francês, cuja tradução para a Língua Portuguesa pode ser deixe-a, ou permitir fazer. O termo é usado como a abreviação da frase “xxx, laissez passer, le monde va de lui-même”, traduzido livremente para a Língua Portuguesa como “Deixem fazer, deixem passar, o mundo caminha por ele mesmo”. O princípio do xxx é o do liberalismo econômico que, em resumo, defendia um Estado com o mínimo de interferência na atividade econômica.
45)líder paternalista:
é aquele que se empenha em desenvolver seus liderados e motivar as pessoas. É um líder bastante carismático, que procura colocar sempre as pessoas em primeiro lugar e desenvolver uma atmosfera de harmonia. 
46)líder paternalista:
tem dificuldade de fazer crítica ou apontar falhas na equipe, o que acaba prejudicando o desenvolvimento de seus membros.
47)Líder 1.1, Administração Empobrecida: 
também conhecida como “Laissez Faire” demonstra baixa preocupação tanto com as tarefas como com as pessoas. Nas palavras de Cavalcante e outros “caracteriza-se pelo esforço apenas necessário para manter a empresa (...) evita controvérsias, adquirir inimigos ou ser despedido.
48)Líder 1.9, Administração “Clube de Campo”:
busca aceitação. Foca muito as pessoas, mas dedica pouca atenção às tarefas. “Sua gestão é a de portas abertas, atento às necessidades da equipe” (2008, p. 45), buscando atmosfera de confiança e um ritmo de trabalho confortável para todos.
49)Liderança 5.5, Administração Moderada: 
também conhecida como “Em cima do muro”, busca popularidade por meio do consenso. Tende a atuar conforme a aceitação e rejeição dos colaboradores, sempre buscando o equilíbrio entre as necessidades da organização e as necessidades da equipe.
50)Líder 9.1, Administração Autoritária:
gerencia pela imposição de suas ideias e obediência por parte dos colaboradores. Foca na realização das tarefas, mas que não centra suas ações nas pessoas. Gerencia pelo medo.
51)Líder 9.9, Administração Democrática:
também conhecida como “Gerência de Equipes”, foca em alto nível tanto as tarefas como as pessoas, considerando necessidades da organização e necessidades da equipe.
52)Teoria dos Estilos:
Para os defensores da xxx, dentre todos os estilos de liderança, o democrático é o melhor dos estilos, pois é o líder que consegue desenvolver as pessoas, obtendo o melhor desempenho do grupo. Contudo, a Teoria dos Enfoques Situacionais ou Contingenciais vem derrubar a crença que a liderança democrática é a ideal.
53)Teoria dos Enfoques Situacionais: 
Para os defensores da xxx ou Contingenciais não existe um único estilo de liderança ideal, mas o líder ao agir deve considerar suas características, as características de seus liderados, a situação em que se encontram e o objetivo proposto. Ou seja, a liderança não é algo isolado, sua personalidade, suas habilidades e seu modo de agir não determinarão o desempenho do grupo. Essas são apenas mais uma das variáveis de muitas outras que devem ser consideradas no sucesso de um trabalho em equipe.
54)líder autoritário:
pode ser visto como rude em algumas ações ou pouco interessado em ouvir as pessoas, mas é ideal em situações de emergência ou diante de um grupo pouco experiente.
55)líder democrático: 
O xxx pode parecer ideal, uma vez que promove o desenvolvimento das pessoas, cria um clima amistoso, no qual há participação de todos. Contudo, este tipo de liderança não é a ideal em uma situação de emergência e nem em uma equipe que não tem conhecimento acerca do trabalho.
56)líder liberal:
frequentemente considerado o pior estilo de liderança, pode ser muito útil em uma equipe que precisa trabalhar desenvolvendo soluções inovadoras. Assim, uma equipe madura, que conhece o trabalho e assume a responsabilidade do que deve realizar, tende a ser mais produtiva com um xxx.
57)líder paternalista:
é muito bem vindo em equipes que passam por situações de estresse, de conflitos ou pressão. Estas equipes precisam de relações afetivas mais estreitas. Precisam se sentir amparadas.
58)Grandes líderes: 
“xxx mudam de estilo para levantar a autoestima de suas equipes. Se as pessoas acreditam nelas mesmas, é impressionante o que elas conseguem realizar” 
59)liderança:
não há um único estilo de xxx que seja ideal, mas o bom líder é aquele que avalia as situações e as contingências para agir.
60)Teoria dos Enfoques Contingencial e Situacional:
de acordo com a xxx, o líder deve considerar os elementos que compõem essa liderança, tais como: o grupo de liderados; as contingências; o resultado esperado; e evidentemente, o próprio líder. A interação desses elementos pode se dar de formas múltiplas. Por exemplo, uma equipe imatura, em uma situação em que o formato de trabalho já está definido, o resultado precisa ser preciso e em curto prazo, o comportamento do líder ser mais impositivo. Ao contrário, por exemplo, com uma equipe madura e comprometida, diante de uma situação de necessidade de inovação de produtos, o líder poderá ser mais liberal.
61)Teoria dos Enfoques Situacionais e Contingenciais:
propõe ao líder que saiba adequar sua forma de atuação às circunstâncias existentes.
62)Teoria Transacional e Transformacional:
Desenvolvida no final da década de 1970, mas ainda pouco conhecida nas empresas nacionais, a xxx tem como proposta que a relação liderança e liderado seja mutuamente gratificante. O líder atua como um agente de mudança, uma espécie de orientador de seus liderados, identificando os pontos fortes de cada membro de sua equipe, bem como os aspectos em cada um que precisa ser desenvolvido.
63)líder:
O xxx, portanto, tem que se sentir, até certo ponto, como um companheiro (etimologicamente, ‘que reparte o pão’ ou ‘come o pão’). Digo até certo ponto porque, ao mesmo tempo, precisa diferenciar por ter maior percepção, maior preparo, melhor ‘visão’, para entusiasmar seus seguidores e conduzir (pilotar, melhor dizendo) os seus na direção de seus valores e objetivos.
64)objetivos organizacionais:
Há de se considerar que a busca por uma relação mutuamente gratificante e pelo desenvolvimento dos liderados resulta em maior satisfação, melhor desempenho e participação dos colaboradores para com os xxx.
65)liderança transacional e transformacional: 
embora a xxx seja uma evolução da relaçãolíder/liderado, a mesma esbarra em questões relacionadas às exigências das organizações, tais como, por exemplo, o tempo e o custo de produção/ prestação de serviços. Por isso mesmo, é muito mais utilizada em situações de voluntariado e educacionais. Isso não significa, conforme esclarece Vizeu, que líderes “detentores de autoridade formal” (2011, p. 78) não possam atuar como líderes transformacionais, mas que esses deveriam evitar a associação de sua postura xxx com a posição de autoridade efetiva, sempre que possível.

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