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SUS: Estrutura e Organização da Saúde Pública Palestrante: Jessica Lemos Pinheiro Fisioterapeuta Especialista em Atenção Básica e Saúde da Família Mestranda em Sistemas de Gestão de Saúde E-mail: jessica_lemosp@hotmail.com 1º AULA História e Implementação do Sistema Único de Saúde O Brasil seguia um modelo de saúde onde apenas alguns grupos da sociedade tinham acesso a assistência médica; O direito de fazer consultas, exames e cirurgias era controlado pelo Ministério da Previdência e pela Assistência Social; Sendo assim, só tinha acesso a assistência médica pessoas que trabalhavam com carteira assinada. O restante da população dependia de instituições filantrópicas, como por exemplo: Santa Casa de Misericórdia. ANTERIORMENTE AO SUS . . . MODELO DE SAÚDE CURATIVISTA Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e aos serviços de saúde. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 LEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990 CAPÍTULO II Dos Princípios e Diretrizes PRINCÍPIOS DOUTRINÁRIOS Universalidade Integralidade Equidade PRINCÍPIOS ORGANIZACIONAIS Participação da Comunidade Resolubilidade Descentralização Regionalização Hierarquização Fonte: Ministério da Saúde PRINCÍPIOS DOUTRINÁRIOS UNIVERSALIDADE: A saúde é um direito de cidadania de todas as pessoas e cabe ao Estado assegurar este direito, sendo que o acesso às ações e serviços deve ser garantido a todas as pessoas, independentemente de sexo, raça, ocupação, ou outras características sociais ou pessoais. Fonte: Ministério da Saúde EQUIDADE: O objetivo desse princípio é diminuir desigualdades. Apesar de todas as pessoas possuírem direito aos serviços, as pessoas não são iguais e, por isso, têm necessidades distintas. Em outras palavras, equidade significa tratar desigualmente os desiguais, investindo mais onde a carência é maior. PRINCÍPIOS DOUTRINÁRIOS Fonte: Ministério da Saúde PRINCÍPIOS DOUTRINÁRIOS INTEGRALIDADE: Este princípio considera as pessoas como um todo, atendendo a todas as suas necessidades. Para isso, é importante a integração de ações, incluindo a promoção da saúde, a prevenção de doenças, o tratamento e a reabilitação. Juntamente, o princípio de integralidade pressupõe a articulação da saúde com outras políticas públicas, para assegurar uma atuação intersetorial entre as diferentes áreas que tenham repercussão na saúde e qualidade de vida dos indivíduos. Fonte: Ministério da Saúde PARTICIPAÇÃO POPULAR: A sociedade deve participar no dia-a-dia do sistema. Para isso, devem ser criados os Conselhos e as Conferências de Saúde, que visam formular estratégias, controlar e avaliar a execução da Política de Saúde. PRINCÍPIOS ORGANIZACIONAIS LEI Nº 8.142, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1990. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. Fonte: Ministério da Saúde http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei 8.142-1990?OpenDocument PRINCÍPIOS ORGANIZACIONAIS RESOLUBIDADE: É a exigência de que, quando um indivíduo busca o atendimento ou quando surge um problema de impacto coletivo sobre a saúde, o serviço correspondente esteja capacitado para enfrenta-lo e resolvê-lo até o nível de sua competência. Fonte: Ministério da Saúde PRINCÍPIOS ORGANIZACIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO E COMANDO ÚNICO: Descentralizar é redistribuir poder e responsabilidade entre os três níveis de governo. Com relação à saúde, descentralização objetiva prestar serviços com maior qualidade e garantir o controle e a fiscalização por parte dos cidadãos. No SUS, a responsabilidade pela saúde deve ser descentralizada até o município, ou seja, devem ser fornecidas ao município condições gerenciais, técnicas, administrativas e financeiras para exercer esta função. Fonte: Ministério da Saúde PRINCÍPIOS ORGANIZACIONAIS REGIONALIZAÇÃO E HIERARQUIZAÇÃO: Os serviços devem ser organizados em níveis crescentes de complexidade, circunscritos a uma determinada área geográfica, planejados a partir de critérios epidemiológicos, e com definição e conhecimento da população a ser atendida. A Regionalização é um processo de articulação entre os serviços que já existem, visando o comando unificado dos mesmos. Já a Hierarquização deve proceder à divisão de níveis de atenção e garantir formas de acesso a serviços que façam parte da complexidade requerida pelo caso, nos limites dos recursos disponíveis numa dada região. Fonte: Ministério da Saúde HIERARQUIZAÇÃO DOS NÍVEIS DE COMPLEXIDADE DE ATENÇÃO À SAÚDE Fonte: Ministério da Saúde • Organizado por componentes isolados e de forma hierárquica; • Orientados para a atenção às condições agudas e para agudizações das condições crônicas; • Voltados para o individuo ou sujeito; • Ênfase nas ações curativas e reabilitadoras; • Sistema de entrada aberta e sem coordenação da atenção; • Ênfase no cuidado profissional; • Gestão da oferta; • Pagamento por procedimentos. CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS FRAGMENTADOS DE ATENÇÃO À SAÚDE REDES DE ATENÇÃO À SAUDE • As Redes de Atenção à Saúde (RAS) são arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, de diferentes densidades tecnológicas que, integradas por meio de sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão, buscam garantir a integralidade do cuidado. Portaria nº 4.279, de 30/12/2010 REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE - RAS O Decreto nº 7.508, de 28 de julho de 2011, que regulamenta a Lei nº 8.080/90, define que “o acesso universal, igualitário e ordenado às ações e serviços de saúde se inicia pelas portas de entrada do SUS e se completa na rede regionalizada e hierarquizada”. Nesse sentido, a atenção básica deve cumprir algumas funções para contribuir com o funcionamento das Redes de Atenção à Saúde, são elas: Fonte: Política Nacional de Atenção Básica – PNAB – 2012 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DAS RAS: • Formação de relações horizontais entre os pontos de atenção; • Possui a Atenção Básica como centro de comunicação; • Centralidade nas necessidades de saúde da população; • Responsabilização por atenção contínua e integral; • Cuidado multiprofissional; • Compartilhamento de objetivos e o compromisso com resultados sanitários e econômicos. Fonte: DIRETRIZES PARA ORGANIZAÇÃODA REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE DO SUS DIFERENÇAS ENTRE O SISTEMA FRAGMENTADO E A REDE DE ATENÇÃO À SAUDE • A importância da Constituição de 1988 para o SUS; • Leis Orgânicas 8.080/90 e 8.142/90; • Princípios doutrinários e organizacionais; • Níveis de Atenção à saúde; • Redes de Atenção à Saúde. Recapitulando . . . Me encontre . . . jessica_lemosp@hotmail.com @reabilitaja https://m.youtube.com/channel/UC4 QjiCvyj1nCJpgkqAZ4q4g Reabilita Já Reabilita Já https://m.youtube.com/channel/UC4QjiCvyj1nCJpgkqAZ4q4g O conteúdo desse curso foi oferecido pelo Centro Educacional Sete de Setembro em parceria com a Professora Jessica Lemos Pinheiro. SUS: Estrutura e Organização da Saúde Pública Palestrante: Jessica Lemos Pinheiro Fisioterapeuta Especialista em Atenção Básica e Saúde da Família Mestranda em Sistemas de Gestão de Saúde E-mail: jessica_lemosp@hotmail.com 2º AULA Processo Saúde Doença e Programas da Atenção Básica em Saúde “Um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença ou enfermidade.” O QUE É SAÚDE? Organização Mundial da Saúde, 1947. O Processo saúde-doença está diretamente atrelado à forma como o ser humano, no decorrer de sua existência, foi se apropriando da natureza para transformá-la, buscando o atendimentoàs suas necessidades (GUALDA; BERGAMASCO, 2004). • O processo saúde-doença é um dos pontos centrais para os profissionais da saúde que buscam promover a saúde, cuidando para que as pessoas possam ter, tanto quanto possível, uma boa qualidade de vida, mesmo quando as limitações se estabelecem. • Para essa relação especial com os usuários, é necessário o aprendizado do uso dos instrumentos e das tecnologias para o cuidado que compõe a formação desses profissionais. PROCESSO SAÚDE-DOENÇA PREVENÇÃO: É o conjunto de ações que visam evitar a doença na população, removendo os fatores causais, ou seja, visam a diminuição da incidência da doença. PREVENÇÃO E PROMOÇÃO À SAUDE “Entende-se por promoção da saúde o processo que possibilita as pessoas aumentar seu controle sobre os determinantes da saúde e através disto melhorar sua saúde . . . “ (OMS, 2004). PROMOÇÃO: Representa um processo social e político, não somente incluindo ações direcionadas ao fortalecimento das capacidades e habilidades dos indivíduos, mas também ações direcionadas a mudanças das condições sociais, ambientais e econômicas para minimizar seu impacto na saúde individual e pública. “A promoção a saúde é encarada como um conceito positivo e multidimensional resultando desta maneira em um modelo participativo de saúde . . . “ (FREITAS, 2003). DETERMINANTES SOCIAIS DE SAÚDE - DSS MODELOS ASSISTÊNCIAIS DA SAÚDE Modelos assistenciais são a forma como a assistência à saúde é organizada. Eles podem variar muito ao longo do tempo e espaço em que estão inseridos, de acordo com as mudanças que ocorrem na sociedade como um todo. OS TIPOS DE MODELOS ASSISTENCIAIS Modelos Hegemônicos; Modelo Sanitarista; Modelo Médico Assistencial Privatista; Modelo da Atenção Gerenciada; Modelos de Campanhas Sanitárias e Programas Especiais; Propostas Alternativas; Oferta Organizada; Distritalização; Ações Programáticas de Saúde; Vigilância de saúde; Estratégia de Saúde da Família (ESF). (FERTONANI et. al, 2014.) • Prevaleceram as propostas que enfatizavam a racionalização, o uso das tecnologias na atenção médica e o gerenciamento eficiente. A principal foi a atenção primária à saúde ou medicina comunitária. • No período da década de 1970, essa proposta foi vista pelos opositores ao governo militar como uma estratégia de levar a assistência à saúde à população em geral. • A maior parte dessas propostas é com o objetivo de atender às demandas da população e promover a integralidade da atenção, com ações programáticas de saúde, vigilância da Saúde, estratégia de saúde da família, acolhimento e linhas de cuidados, projetos assistenciais e equipes matriciais e de referência. OS TIPOS DE MODELOS ASSISTENCIAIS PROPOSTAS ALTERNATIVAS (FERTONANI et. al, 2014.) • Essa proposta visa: problemas de saúde, respostas sociais, correspondência entre níveis de determinação e níveis de intervenção (controle de causas, de riscos e danos), práticas sanitárias (promoção, proteção e assistência). • Sendo seus principais aspectos: Intervenção sobre os problemas de saúde; maior atenção em problemas que requerem maior atenção e maior acompanhamento; relação entre as ações promocionais, preventivas e curativas; atuação entre os setores e ações sobre território. OS TIPOS DE MODELOS ASSISTENCIAIS VIGILÂNCIA DE SAÚDE (FERTONANI et. al, 2014.) OS TIPOS DE MODELOS ASSISTENCIAIS O PSF (Programa de Saúde da Família), a princípio como parte do modelo Sanitarista de campanhas, foi modificado para um modelo assistencial. Foi criado como uma estratégia para a reorientação da atenção básica e permitindo inclusão entre as propostas alternativas. ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA (ESF) (FERTONANI et. al, 2014.) O PAPEL DA ATENÇÃO BÁSICA GONDIM et al. 2010 MUDANÇAS NO MODELO ASSISTENCIAL APÓS A IMPLANTAÇÃO DO ESF. (FERTONANI et. al, 2014.) NÚCLEO AMPLIADO A SAÚDE DA FAMÍLIA – NASF São equipes multiprofissionais, compostas por profissionais de diferentes profissões ou especialidades, que devem atuar de maneira integrada e apoiando os profissionais das equipes de Saúde da Família e das equipes de Atenção Básica para populações específicas, compartilhando práticas e saberes em saúde. Possibilidades de profissionais do Nasf: Assistente social; Profissional de Educação Física; Farmacêutico; Fisioterapeuta; Fonoaudiólogo; Profissional com formação em arte e educação; Nutricionista; Psicólogo; Médico ginecologista/obstetra; Médico homeopata; Médico pediatra; Médico veterinário. Fonte: Cadernos de Atenção Básica - Núcleo de Apoio à Saúde da Família, 2014. • Médico generalista ou especialista em Saúde da Família ou médico de Família e Comunidade; • Enfermeiro generalista ou especialista em Saúde da Família; • Auxiliar ou técnico de enfermagem; • Agentes comunitários de saúde; • Cirurgião dentista generalista ou especialista em Saúde da Família, auxiliar e/ou técnico em saúde bucal. ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA – ESF A Estratégia Saúde da Família (ESF) busca promover a qualidade de vida da população e intervir nos fatores que colocam a saúde em risco, como falta de atividade física, má alimentação, uso de tabaco, dentre outros. Com atenção integral, equânime e contínua, a ESF se fortalece como a porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). Fonte: Política Nacional de Atenção Básica – PNAB – 2012 NÚCLEO AMPLIADO A SAÚDE DA FAMÍLIA – NASF As relações do usuário com sua família, seu território e os diferentes espaços por onde o usuário circula devem ser considerados para a produção do cuidado. Fonte: Cadernos de Atenção Básica - Núcleo de Apoio à Saúde da Família, 2014. CAMPOS DE ATUAÇÃO DO NASF/ FISIOTERAPEUTA Fonte: Cadernos de Atenção Básica - Núcleo de Apoio à Saúde da Família, 2014. • Pela sua própria concepção e sua conformação ao modelo assistencial curativo, a fisioterapia destinou-se, quase exclusivamente, ao controle dos danos de determinadas doenças. • A atuação na fisioterapia reabilitadora é destinada à cura de determinadas enfermidades e/ou a reabilitação de sequelas e complicações. Seu objeto de intervenção é o sujeito individualizado, quando não, apenas partes ou órgãos isolados do corpo. FISIOTERAPIA REABILITADORA (JUNIOR, 2010.) • A fisioterapia coletiva engloba e amplia a fisioterapia reabilitadora, possibilitando o desenvolvimento da prática fisioterapêutica tanto no controle de dados quanto no controle de riscos. • A Figura 2 apresenta uma esquematização desse modelo da atuação da fisioterapia, que contempla a fisioterapia reabilitadora e alarga as possibilidades de atuação. FISIOTERAPIA COLETIVA (JUNIOR, 2010.) No que se refere aos conhecimentos necessários à nova prática profissional, o fisioterapeuta deve aproximar-se de saberes da epidemiologia, que poderá oferecer conhecimentos quanto à distribuição das doenças nas coletividades, sua magnitude e potenciais fatores de risco, e das ciências sociais, que poderão desvelar os fatores culturais, comportamentais e religiosos do processo saúde-doença, bem como subsidiar a contextualização da realidade histórico-social na determinação do risco. E integralidade não é apenas diretriz do SUS, integralidade é “bandeira de luta”, é um conceito que permite uma identificação dos sujeitos como totalidades. (JUNIOR, 2010.) IMPORTANTE!!! Me encontre . . . jessica_lemosp@hotmail.com @reabilitaja https://m.youtube.com/channel/UC4 QjiCvyj1nCJpgkqAZ4q4g Reabilita Já Reabilita Já https://m.youtube.com/channel/UC4QjiCvyj1nCJpgkqAZ4q4g O conteúdo desse curso foi oferecido pelo Centro Educacional Sete de Setembro em parceria com a Professora Jessica Lemos Pinheiro. SUS: Estrutura e Organização da Saúde Pública Palestrante: Jessica Lemos Pinheiro Fisioterapeuta Especialista em Atenção Básica e Saúde da Família Mestranda em Sistemas de Gestão de Saúde E-mail: jessica_lemosp@hotmail.com 3º AULA Serviços de Atenção Domiciliar MODALIDADES DA ATENÇÃODOMICILIAR A atenção domiciliar é a modalidade de maior amplitude dentre as quatro citadas. Ela é definida como um termo genérico, que envolve ações de promoção à saúde, prevenção e tratamento de doenças e reabilitação. LACERDA et. al, 2006. MODALIDADES DA ATENÇÃO DOMICILIAR Este termo é utilizado por alguns autores para designar atividades nomeadas como assistência domiciliar ou, por outros autores, como cuidado domiciliar. Segundo a Anvisa (Brasil, 2006), atendimento domiciliar é um conjunto de atividades de caráter ambulatorial, programadas e continuadas, desenvolvidas em domicílio. LACERDA et. al, 2006. A internação domiciliar é uma atividade continuada, com oferta de tecnologia e de recursos humanos, equipamentos, materiais e medicamentos, para pacientes em estados mais complexos, que demandam assistência semelhante à oferecida em ambiente hospitalar. MODALIDADES DA ATENÇÃO DOMICILIAR LACERDA et. al, 2006. O conceito de visita domiciliar parece ser o mais difundido no sistema de saúde brasileiro e nas práticas de saúde na comunidade. Na visita domiciliar são desenvolvidas ações de orientação, educação, levantamento de possíveis soluções de saúde, fornecimento de subsídios educativos, para que os indivíduos atendidos tenham condições de se tornar independentes. MODALIDADES DA ATENÇÃO DOMICILIAR LACERDA et. al, 2006. A Atenção Domiciliar (AD) é uma forma de atenção à saúde, oferecida na moradia do paciente e caracterizada por um conjunto de ações de promoção à saúde, prevenção e tratamento de doenças e reabilitação, com garantia da continuidade do cuidado e integrada à Rede de Atenção à Saúde. O QUE É ATENÇÃO DOMICILIAR? PORTARIA Nº 825, DE 25 DE ABRIL DE 2016 • Com abordagens diferenciadas, esse tipo de serviço está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). • De acordo com a necessidade do paciente, esse cuidado em casa pode ser realizado por diferentes equipes. • Quando o paciente precisa ser visitado com menos frequência, por exemplo, uma vez por mês, e já está mais estável, este cuidado pode ser realizado pela equipe de Saúde da Família/Atenção Básica de sua referência. • Já os casos de maior complexidade são acompanhados pelas equipes multiprofissional de atenção domiciliar (EMAD) e de apoio (EMAP), do Serviços de Atenção Domiciliar (SAD) – Melhor em Casa. I - Redução da demanda por atendimento hospitalar; II - Redução do período de permanência de usuários internados; III - Humanização da atenção à saúde, com a ampliação da autonomia dos usuários; IV – A desinstitucionalização e a otimização dos recursos financeiros e estruturais da RAS. OBJETIVOS PORTARIA Nº 825, DE 25 DE ABRIL DE 2016 A AD é indicada para pessoas que, estando em estabilidade clínica, necessitam de atenção à saúde em situação de restrição ao leito ou ao lar de maneira temporária ou definitiva ou em grau de vulnerabilidade na qual a atenção domiciliar é considerada a oferta mais oportuna para tratamento, paliação, reabilitação e prevenção de agravos, tendo em vista a ampliação de autonomia do usuário, família e cuidador. PORTARIA Nº 825, DE 25 DE ABRIL DE 2016 MODALIDADES DA ATENÇÃO DOMICILIAR AD 1 AD 2 AD 3 A determinação da modalidade está atrelada às necessidades de cuidado peculiares a cada caso, em relação à periodicidade indicada das visitas, à intensidade do cuidado multiprofissional e uso de equipamentos; A divisão em modalidades é importante para a compreensão do perfil do atendimento adequado, do planejamento e na gestão das ações. PORTARIA Nº 825, DE 25 DE ABRIL DE 2016 I - Trabalhar em equipe multiprofissional integrada à RAS; II - Identificar, orientar e capacitar o(s) cuidador(es) do usuário em atendimento, envolvendo-o(s) na realização de cuidados, respeitando seus limites e potencialidades, considerando-o(s) como sujeito(s) do processo; III - Acolher demanda de dúvidas e queixas dos usuários, familiares ou cuidadores; IV - Promover espaços de cuidado e de trocas de experiências para cuidadores e familiares; V - Utilizar linguagem acessível, considerando o contexto; VI - Pactuar fluxos para atestado de óbito, devendo ser preferencialmente emitido por médico da EMAD ou da Equipe de Atenção Básica do respectivo território; VII - Articular, com os demais estabelecimentos da RAS, fluxos para admissão e alta dos usuários em AD, por meio de ações como busca ativa e reuniões periódicas; VIII - Participar dos processos de educação permanente e capacitações pertinentes. ATRIBUIÇÃO DAS MODALIDADES PORTARIA Nº 825, DE 25 DE ABRIL DE 2016 Apoio do NASF e de ambulatórios de especialidades e reabilitação. MODALIDADES DA ATENÇÃO DOMICILIAR Cuidados com menor frequência e com menor necessidade de intervenções multiprofissionais. Estabilidade e cuidados satisfatório pelos cuidadores. Responsabilidade da AB com acompanhamento regular em domicílio, de acordo com as especificidade de cada caso. AD 1 PORTARIA Nº 825, DE 25 DE ABRIL DE 2016 IV - prematuridade e baixo peso em bebês com necessidade de ganho ponderal. MODALIDADES DA ATENÇÃO DOMICILIAR Indicação de AD 2 com o fim de abreviar ou evitar hospitalização para pacientes que apresentem: I - afecções agudas ou crônicas agudizadas, com necessidade de cuidados intensificados e sequenciais, como tratamentos parenterais ou reabilitação; II - afecções crônico-degenerativas, considerando o grau de comprometimento causado pela doença, que demande atendimento no mínimo semanal; III - necessidade de cuidados paliativos com acompanhamento clínico no mínimo semanal, com o fim de controlar a dor e o sofrimento do usuário; AD 2 PORTARIA Nº 825, DE 25 DE ABRIL DE 2016 AD 3 MODALIDADES DA ATENÇÃO DOMICILIAR Usualmente demandado períodos maiores de acompanhamento domiciliar. Situações listadas na modalidade AD 2, quando necessitar de cuidado multiprofissional mais frequente, uso de equipamentos ou agregação de procedimentos de maior complexidade. VENTILAÇÃO MECÂNICA PARACENTESE DE REPETIÇÃO NUTRIÇÃO PARENTERAL TRANSFUSÃO SANGUÍNEA PORTARIA Nº 825, DE 25 DE ABRIL DE 2016 I - Equipes Multiprofissionais de Atenção Domiciliar (EMAD), que pode ser constituída como: a) EMAD Tipo 1; ou b) EMAD Tipo 2; e II - Equipe Multiprofissional de Apoio (EMAP). § 2º A EMAD é pré-requisito para constituição de um SAD, não sendo possível a implantação de uma EMAP sem a existência prévia de uma EMAD. EQUIPES QUE COMPÕEM O SERVIÇO DE ATENÇÃO DOMICILIAR Tipo 1: a) Médicos (40 horas semanais) b) Enfermeiros (40 horas semanais) c) Fisioterapeutas (30 horas semanais) d) Assistente Social (30 horas semanais) e) Auxiliares ou técnicos de enfermagem (Somatório de 120 horas semanais). Tipo 2: a) Médicos (20 horas semanais) b) Enfermeiros (40 horas semanais) c) Fisioterapeutas (30 horas semanais) d) Assistente Social (30 horas semanais) e) Auxiliares ou técnicos de enfermagem (Somatório de 120 horas semanais). PORTARIA Nº 825, DE 25 DE ABRIL DE 2016 A EMAP terá composição mínima de 3 (três) profissionais de nível superior, escolhidos entre as ocupações listadas a seguir, cuja soma das CHS de seus componentes será de, no mínimo, 90 (noventa) horas de trabalho: I - assistente social; II - fisioterapeuta; III - fonoaudiólogo; IV - nutricionista; V - odontólogo; VI - psicólogo; VII - farmacêutico; ou VIII - terapeuta ocupacional. Nenhum profissional componente da EMAD e EMAP poderá ter CHS inferior a 20 (vinte) horas de trabalho. EQUIPES QUE COMPÕEM O SERVIÇO DE ATENÇÃO DOMICILIAR PORTARIA Nº 825, DE 25 DE ABRIL DE 2016 NA ATENÇÃO DOMICILIAR COMPETE AO FISIOTERAPEUTA . . . • Realizar consulta, diagnóstico fisioterapêutico/cinesiológico-funcional, prognóstico, tratamento e alta fisioterapêutica. • Planejar, organizar, coordenar, supervisionar e avaliar a prestação da assistência de Fisioterapia; • Executar os métodos e técnicas de Fisioterapia para os quais estejam habilitados e, quando necessário, solicitar avaliaçãoe acompanhamento de fisioterapeuta especialista; • Exercer, sempre que possível, a interdisciplinaridade, trocando informações com os demais profissionais de saúde envolvidos, visando integralidade da gestão do cuidado centrado no paciente; Resolução-COFFITO nº 474 • Avaliar, organizar e coordenar as condições ambientais, equipamentos e materiais necessários à atenção fisioterapêutica competente, resolutiva e segura; • Estimular de forma contínua a capacitação da equipe de Fisioterapia que atua na atenção domiciliar/Home Care. • Planejar e executar medidas de prevenção e segurança do paciente; • Prescrever, confeccionar e gerenciar órteses, próteses e tecnologia assistiva. NA ATENÇÃO DOMICILIAR COMPETE AO FISIOTERAPEUTA . . . Resolução-COFFITO nº 474 • A EMAD realizará atendimento, no mínimo, 1 (uma) vez por semana a cada usuário. • A EMAP será acionada somente a partir da indicação clínica da EMAD, para dar suporte e complementar suas ações. • Durante o período em que o usuário estiver sob os cuidados do SAD, a equipe de atenção básica de sua referência deverá compartilhar o cuidado, participando na elaboração do Projeto Terapêutico Singular (PTS) daquele usuário. • O SAD deverá articular-se com os outros serviços da RAS, principalmente hospitais, serviços de urgência e Atenção Básica, buscando evitar demanda direta dos usuários. • A admissão do usuário ao SAD exigirá a sua prévia concordância e de seu familiar ou, na inexistência de familiar, de seu cuidador, com assinatura de termo de esclarecimento e reponsabilidade. IMPORTANTE!!! PORTARIA Nº 825, DE 25 DE ABRIL DE 2016 Me encontre . . . jessica_lemosp@hotmail.com @reabilitaja https://m.youtube.com/channel/UC4 QjiCvyj1nCJpgkqAZ4q4g Reabilita Já Reabilita Já https://m.youtube.com/channel/UC4QjiCvyj1nCJpgkqAZ4q4g O conteúdo desse curso foi oferecido pelo Centro Educacional Sete de Setembro em parceria com a Professora Jessica Lemos Pinheiro. SUS: Estrutura e Organização da Saúde Pública Palestrante: Jessica Lemos Pinheiro Fisioterapeuta Especialista em Atenção Básica e Saúde da Família Mestranda em Sistemas de Gestão de Saúde E-mail: jessica_lemosp@hotmail.com 4º AULA VIGILÂNCIA EM SAÚDE Vigilância é a observação contínua da distribuição e tendências da incidência de doenças mediante a coleta sistemática, consolidação e avaliação de informes de morbidade e mortalidade, assim como de outros dados relevantes, e a regular disseminação dessas informações a todos os que necessitam conhecê-la. VIGILÂNCIA EM SAÚDE LANGMUR, 1963 . PORTARIA Nº 1.378, DE 9 DE JULHO DE 2013 Regulamenta as responsabilidades e define diretrizes para execução e financiamento das ações de Vigilância em Saúde pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, relativos ao Sistema Nacional de Vigilância em Saúde e Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. Ao Sistema Único de Saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei: II - Executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador; VIII - colaborar na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho. ART. 200 DA CONSTITUIÇÃO DE FEDERAL DE 1988 PORTARIA Nº 1.378, DE 9 DE JULHO DE 2013 Art. 3º As ações de Vigilância em Saúde são coordenadas com as demais ações e serviços desenvolvidos e ofertados no Sistema Único de Saúde (SUS) para garantir a integralidade da atenção à saúde da população. I - A vigilância da situação de saúde da população, com a produção de análises que subsidiem o planejamento, estabelecimento de prioridades e estratégias, monitoramento e avaliação das ações de saúde pública; II – A detecção oportuna e adoção de medidas adequadas para a resposta às emergências de saúde pública; III - A vigilância, prevenção e controle das doenças transmissíveis; IV - A vigilância das doenças crônicas não transmissíveis, dos acidentes e violências; V - A vigilância de populações expostas a riscos ambientais em saúde; VI - A vigilância da saúde do trabalhador; VII - vigilância sanitária dos riscos decorrentes da produção e do uso de produtos, serviços e tecnologias de interesse a saúde; VIII - Outras ações de vigilância que, de maneira rotineira e sistemática, podem ser desenvolvidas em serviços de saúde públicos e privados nos vários níveis de atenção, laboratórios, ambientes de estudo e trabalho e na própria comunidade. PORTARIA Nº 1.378, DE 9 DE JULHO DE 2013 ART. 4º AS AÇÕES DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE ABRANGEM E ENVOLVEM PRÁTICAS E PROCESSOS DE TRABALHO VOLTADOS PARA: OBJETIVOS • Identificar novos problemas de Saúde Pública; • Detectar epidemias; • Documentar a disseminação de doenças; • Estimar a magnitude da morbidade e mortalidade causadas por determinados agravos; • Identificar fatores de risco que envolvem a ocorrência de doenças; • Recomendar, com bases objetivas e científicas, as medidas necessárias para prevenir ou controlar a ocorrência de específicos agravos à saúde; • Avaliar o impacto de medidas de intervenção; • Revisar práticas antigas e atuais de sistemas de vigilância com o objetivo de discutir prioridades em Saúde Pública e propor novos instrumentos metodológico. PORTARIA Nº 1.378, DE 9 DE JULHO DE 2013 V IG IL Â N C IA E M S A Ú D E VIGILÂNCIA SANITÁRIA VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA SAÚDE DO TRABALHADOR VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA OS COMPONENTES DA VIGILÂNCIA EM SAÚDE VIGILÂNCIA SANITÁRIA • Um conjunto de ações capazes de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, na produção e circulação de bens e na prestação de serviços de interesse da saúde. • O seu objetivo é promover, proteger e garantir o acesso à saúde do consumidor, do trabalhador e da população. • Instituição da União Responsável pela Vigilância Sanitária no Brasil: ANVISA –Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Fonte: Ministério da Saúde • Visa ao conhecimento e à detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes do ambiente que interferem na saúde humana. VIGILÂNCIA AMBIENTAL • E também o controle da água de consumo humano, o controle de resíduos qualidade do ar, desastres naturais, o controle de vetores de transmissão de doença s e acidentes com produtos perigosos. • SINVAS - Sistema Nacional de Vigilância Ambiental em Saúde. Fonte: Ministério da Saúde VIGILÂNCIA SAÚDE DO TRABALHADOR • Um conjunto de atividades destinadas à promoção e proteção, recuperação e reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de trabalho. • Ações de prevenção, assistência e vigilância aos agravos à saúde relacionados ao trabalho reduzindo os riscos e os impactos na saúde. Fonte: Ministério da Saúde VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA • Conjunto de ações que proporciona o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes da saúde individual ou coletiva, com a finalidade de se recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. Fonte: Ministério da Saúde COLETA, ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE DADOS INVESTIGAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA RECOMENDAÇÃO E APLICAÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PRINCIPAIS ATIVIDADES Fonte: Ministério da Saúde • Notificação Compulsória dos casos; • Prontuários médicos; • Atestado de óbito e registro de anatomia patológica; • Resultado laboratoriais; • Registro de banco de sangue; • Investigação de casos e de epidemias; • Inquéritos comunitários; • Distribuição de vetores e reservatórios; • Uso de produtos biológicos; • Noticias veiculadas na imprensa. VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA – FONTE DE DADOS FONTES DE DADOS Fonte: Ministério da Saúde NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA DE CASOS • Uma comunicação oficial, às autoridades sanitárias, da ocorrência de um agravo à saúde.• Qualquer pessoa pode fazê-la. VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA – FONTE DE DADOS Fonte: Ministério da Saúde Sistema de Informação de Agravos de Notificação – SINAN Sistema de Informação Hospitalares – SIH-SUS Sistema de Informações Ambulatoriais – SIA-SUS VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA – FONTE DE DADOS Fonte: Ministério da Saúde Para melhor conhecimento da situação existente, é realizada através de entrevistas com o paciente ou com seus contatos (anamnese). VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA –INVESTIGAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA Permite determinar: -Fonte da infecção -Vias de transmissão -Os demais casos -Medidas de controle -Fatores de risco Fonte: Ministério da Saúde VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA –DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES BOLETINS EPIDEMIOLÓGICOS -Quadros estatísticos -Relatos de investigações -Revisões (riscos, medidas e recomendações) Boletim divulgado 17 de abril de 2020 Fonte: Ministério da Saúde VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA –DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES Fonte: Ministério da Saúde Me encontre . . . jessica_lemosp@hotmail.com @reabilitaja https://m.youtube.com/channel/UC4 QjiCvyj1nCJpgkqAZ4q4g Reabilita Já Reabilita Já https://m.youtube.com/channel/UC4QjiCvyj1nCJpgkqAZ4q4g O conteúdo desse curso foi oferecido pelo Centro Educacional Sete de Setembro em parceria com a Professora Jessica Lemos Pinheiro. SUS: Estrutura e Organização da Saúde Pública Palestrante: Jessica Lemos Pinheiro Fisioterapeuta Especialista em Atenção Básica e Saúde da Família Mestranda em Sistemas de Gestão de Saúde E-mail: jessica_lemosp@hotmail.com 5º AULA SEGURANÇA DO PACIENTE E RESIDÊNCIAS UNIPROFISSIONAIS E MULTIPROFISSIONAIS Com isso, o Ministério da Saúde desenvolve ações com vistas a promoção da segurança do paciente, por meio de medidas de educação e divulgação das boas práticas para profissionais de saúde, pacientes e acompanhantes e com ações preventivas como a implementação das seis metas da OMS. O QUE É SEGURANÇA DO PACIENTE? São todos os estudos e práticas para a diminuição ou eliminação de riscos na assistência em saúde que podem causar danos ao paciente. A Segurança do Paciente envolve ações promovidas pelas instituições de saúde e ensino para reduzir a um mínimo aceitável, o risco de dano desnecessário associado ao cuidado de saúde Fonte: CONASS/Ministério da Saúde SEIS METAS DA OMS • Apoiar o Programa Nacional de Segurança do Paciente baseado na iniciativa do Ministério da Saúde (Portaria 529/13); •Apoiar a Política de Humanização do SUS; • Fomentar a Qualidade e Segurança do Paciente como prioridade estratégica; • Implantar a cultura da qualidade; • Instrumentalizar a implementação de iniciativas voltadas à Segurança do Paciente; • Capacitar os profissionais em melhoria de processos. O QUE É SEGURANÇA DO PACIENTE? Os Programas de Residência Multiprofissional e Uniprofissional em Saúde se constituem em cursos de Pós- graduação Lato Sensu, que se caracteriza pelo treinamento em serviço, instituído pela Lei nº 11.129, de 30/06/2005 e regulamentado pela Portaria Interministerial MEC/MS nº 1.077, de 12/11/2009, e resoluções complementares emanadas da CNRMS/MEC. PROGRAMAS DE RESIDÊNCIAS MULTIPROFISSIONAIS E UNIPROFISSIONAIS A Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde - CNRMS, instituída por meio da Portaria Interministerial nº1.077, de 12 de novembro de 2009, é coordenada conjuntamente pelo Ministério da Saúde e do Ministério da Educação e tem como principais atribuições: avaliar e acreditar os programas de Residência Multiprofissional em Saúde e Residência em Área Profissional da Saúde de acordo com os princípios e diretrizes do SUS e que atendam às necessidades sócioepidemiológicas da população brasileira. PROGRAMAS DE RESIDÊNCIAS MULTIPROFISSIONAIS E UNIPROFISSIONAIS • O programa de Residência vai demandar de você dedicação exclusiva; • Não será possível desenvolver outra atividade profissional em paralelo ao treinamento em serviço; • Durante dois anos, você irá dedicar 5.760 horas de sua vida às atividades teóricas e práticas; • Bolsa: 3.330,43 – 366,34 (11% INSS) = 2.964,09. PROGRAMAS DE RESIDÊNCIAS MULTIPROFISSIONAIS E UNIPROFISSIONAIS QUESTÕES 1 – Complete o texto abaixo: “ A constituição Federal Brasileira de ________ inseriu, como um dever do Estado, um novo escopo de política social concretizado nos princípios de universalidade, __________ e __________ de ações, fundamentos da seguridade social.” A) 1990, integralidade e controle social. B) 1988, equidade e integralidade. C) Saúde, controle social e estratégias. D) Sustentação, participação popular e planejamento. Questão Múltipla Escolha 2 – Dentre os princípios e diretrizes do SUS, estabelecidos na Lei Orgânica da Saúde, consta a: A) Universalidade de acesso em todos os níveis de assistência, com exceção da alta complexidade. B) Descentralização político administrativa, com direção única em cada espera do governo. C) Igualdade na assistência à saúde, mas privilegiando as camadas sociais desfavorecida. D) Centralização político-administrativa, com direção conjunta das três esferas de governo. Questão Múltipla Escolha 3- Os princípios doutrinários do SUS dizem respeito às ideias filosóficas que permeiam a implementação do sistema e personificam o conceito ampliado de saúde e o princípio do direito a saúde. Os princípios doutrinários são expressos através da: A) Regionalização, Hierarquização e da Participação da Comunidade. B) Integralidade, Universalidade e da Equidade. C) Resolubidade, Equidade e da Participação popular. D) Universalidade, Regionalização e da Descentralização. Questão Múltipla Escolha 4 –Análise o trecho a seguir e assinale a alternativa que completa respectivamente a lacuna: De acordo com o principio do SUS da __________, fica reconhecido que “cada pessoa é uma todo indivisível e integrante de uma comunidade” e que “as ações de promoção, proteção e recuperação da saúde formam também um todo indivisível e não podem ser compartimentalizadas. A) Equidade. B) Universalidade. C) Integralidade. D) Descentralização. Questão Múltipla Escolha • 5 – Nas Redes de Atenção a Saúde, o sistema é organizado por: • A) Níveis de Atenção. • B) Rede Poliárquica. • C) Gestão da oferta. • D) Gestão do indivíduo. Questão Múltipla Escolha 6 - Sabemos que vigilância em saúde é dividida em 4 componentes, dentre eles qual é responsável por “Eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, na produção e circulação de bens e na prestação de serviços de interesse da saúde.” A) Vigilância Epidemiológica. B) Vigilância Ambiental. C) Vigilância Saúde do Trabalhador. D) Vigilância Sanitária. Questão Múltipla Escolha 7- Cite 3 Atribuições da Estratégia Saúde da Família. Questão Dissertativa 8- Cite 5 atividades que podem ser realizadas pelo Fisioterapeuta do NASF. Questão Dissertativa 9 - Cite os objetivos da Atenção Domiciliar. Questão Dissertativa 10 - Cite as 6 metas do OMS para segurança do paciente. Questão Dissertativa RESPOSTAS 1 – Complete o texto abaixo: “ A constituição Federal Brasileira de ________ inseriu, como um dever do Estado, um novo escopo de política social concretizado nos princípios de universalidade, __________ e __________ de ações, fundamentos da seguridade social.” A) 1990, integralidade e controle social. B) 1988, equidade e integralidade. C) Saúde, controle social e estratégias. D) Sustentação, participação popular e planejamento. Questão Múltipla Escolha 2 – Dentre os princípios e diretrizes do SUS, estabelecidos na Lei Orgânica da Saúde, consta a: A) Universalidade de acesso em todos os níveis de assistência, com exceção da alta complexidade. B) Descentralização político administrativa, com direção única em cada espera do governo. C) Igualdade na assistência à saúde, mas privilegiando as camadas sociais desfavorecida. D) Centralização político-administrativa,com direção conjunta das três esferas de governo. Questão Múltipla Escolha 3- Os princípios doutrinários do SUS dizem respeito às ideias filosóficas que permeiam a implementação do sistema e personificam o conceito ampliado de saúde e o princípio do direito a saúde. Os princípios doutrinários são expressos através da: A) Regionalização, Hierarquização e da Participação da Comunidade. B) Integralidade, Universalidade e da Equidade. C) Resolubidade, Equidade e da Participação popular. D) Universalidade, Regionalização e da Descentralização. Questão Múltipla Escolha 4 –Análise o trecho a seguir e assinale a alternativa que completa respectivamente a lacuna: De acordo com o principio do SUS da __________, fica reconhecido que “cada pessoa é uma todo indivisível e integrante de uma comunidade” e que “as ações de promoção, proteção e recuperação da saúde formam também um todo indivisível e não podem ser compartimentalizadas. A) Equidade. B) Universalidade. C) Integralidade. D) Descentralização. Questão Múltipla Escolha • 5 – Nas Redes de Atenção a Saúde, o sistema é organizado por: • A) Níveis de Atenção. • B) Rede Poliárquica. • C) Gestão da oferta. • D) Gestão do indivíduo. Questão Múltipla Escolha 6 - Sabemos que vigilância em saúde é dividida em 4 componentes, dentre eles qual é responsável por “Eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, na produção e circulação de bens e na prestação de serviços de interesse da saúde.” A) Vigilância Epidemiológica. B) Vigilância Ambiental. C) Vigilância Saúde do Trabalhador. D) Vigilância Sanitária. Questão Múltipla Escolha 7- Cite 3 Atribuições da Estratégia Saúde da Família. Questão Dissertativa 8- Cite 5 atividades que podem ser realizadas pelo Fisioterapeuta do NASF. Questão Dissertativa 9 - Cite os objetivos da Atenção Domiciliar. Questão Dissertativa I - Redução da demanda por atendimento hospitalar; II - Redução do período de permanência de usuários internados; III - Humanização da atenção à saúde, com a ampliação da autonomia dos usuários; IV – A desinstitucionalização e a otimização dos recursos financeiros e estruturais da RAS. 10 - Cite as 6 metas do OMS para segurança do paciente. Questão Dissertativa Me encontre . . . jessica_lemosp@hotmail.com @reabilitaja https://m.youtube.com/channel/UC4 QjiCvyj1nCJpgkqAZ4q4g Reabilita Já Reabilita Já https://m.youtube.com/channel/UC4QjiCvyj1nCJpgkqAZ4q4g O conteúdo desse curso foi oferecido pelo Centro Educacional Sete de Setembro em parceria com a Professora Jessica Lemos Pinheiro.