Ed
há 12 meses
Vamos analisar as informações apresentadas no caso clínico: 1. Sintomas: A paciente apresenta dor abdominal que começou no epigástrio e se localizou no quadrante superior direito (QSD), além de náuseas e febre (38°C). 2. Exame físico: Dor no QSD, sem sinais de irritação peritoneal, abdome globoso e timpânico. 3. Exames laboratoriais: Leucocitose (18.000/mm³), aumento da fosfatase alcalina (240 U/L) e GGT (250 U/L), que são indicativos de problemas biliares. Com base nesses dados, a dor no QSD, a febre e a leucocitose sugerem um quadro de inflamação, e a elevação das enzimas hepáticas e bilirrubinas pode indicar um problema relacionado à vesícula biliar. Agora, vamos analisar as alternativas: A) Colecistite aguda e ultrassonografia - A colecistite aguda é uma inflamação da vesícula biliar, que se encaixa bem com os sintomas e os achados laboratoriais. A ultrassonografia é o exame de imagem inicial mais indicado para confirmar o diagnóstico. B) Pancreatite aguda e tomografia de abdome - Embora a dor possa ser referida, os dados não são tão sugestivos de pancreatite, e a tomografia não é o exame inicial preferido. C) Cólica biliar e colangiorressonância magnética - Cólica biliar não é um diagnóstico que se encaixa bem com a febre e a leucocitose. D) Colangite e colangiopancreatografia endoscópica retrógrada (CPRE) - A colangite é uma infecção das vias biliares, mas os sinais não são tão claros para esse diagnóstico, e a CPRE não é o exame inicial. Diante da análise, a alternativa que melhor se encaixa no quadro clínico apresentado é: A) Colecistite aguda e ultrassonografia.
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