Ed
há 12 meses
Para analisar a situação do paciente, temos que considerar a história de doença do refluxo gastroesofágico, a presença de esofagite erosiva e a metaplasia intestinal sem displasia, que é um achado importante. 1. Esofagectomia subtotal: Geralmente é indicada em casos mais avançados, como câncer esofágico, o que não parece ser o caso aqui, já que a biópsia não mostrou displasia. 2. Fundoplicatura laparoscópica: É uma opção de tratamento para refluxo, mas a necessidade de vigilância endoscópica deve ser considerada, especialmente com a metaplasia presente. 3. Otimizar o tratamento medicamentoso: Isso é importante, mas a vigilância endoscópica a cada 6 meses pode ser excessiva, considerando que não há displasia. 4. Decidir com o paciente entre a fundoplicatura ou tratamento medicamentoso otimizado: Isso é uma abordagem mais centrada no paciente e a vigilância a cada 3 anos é mais adequada, dado que a metaplasia intestinal sem displasia não requer vigilância tão frequente. Diante disso, a alternativa mais adequada é: D) Decidir com paciente entre a fundoplicatura videolaparoscópica ou tratamento medicamentoso otimizado. Endoscopia de vigilância a cada 3 anos.
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