Ed
há 12 meses
Para determinar quais dados de história e exames levaram à decisão de operar o paciente, vamos analisar cada uma das alternativas: A) Irritação peritoneal, febre, leucocitose, taquicardia e ponto de obstrução na tomografia. - A presença de irritação peritoneal e leucocitose são sinais que indicam uma possível condição cirúrgica, como apendicite ou perfuração. A febre e a taquicardia também são relevantes. Um ponto de obstrução na tomografia reforçaria a necessidade de cirurgia. B) Passado de coronariopatia, irritação peritoneal, creatinina de 1,3 e pneumoperitônio na tomografia. - O histórico de coronariopatia é importante, mas a creatinina elevada e o pneumoperitônio (que indica ar livre na cavidade abdominal) são dados que sugerem uma condição grave que pode necessitar de cirurgia. C) Cirurgia prévia, ausência de hérnias na parede abdominal, hematócrito de 48% e ausência de ponto visível de obstrução na tomografia. - A cirurgia prévia é relevante, mas a ausência de hérnias e a ausência de um ponto visível de obstrução na tomografia não justificam a cirurgia. D) Ruído abdominal aumentado, creatinina de 1,3, pressão arterial de 130/90 mmHg e pneumatose intestinal na tomografia. - O ruído abdominal aumentado e a creatinina de 1,3 são dados que podem indicar problemas, mas a pressão arterial está estável e a pneumatose intestinal pode indicar uma condição grave, mas não é um indicativo direto para cirurgia. Analisando as opções, a alternativa que melhor resume os dados que levaram à decisão de operar o paciente é a A), pois inclui sinais de irritação peritoneal, febre, leucocitose e a presença de um ponto de obstrução, que são todos indicativos de uma condição que requer intervenção cirúrgica.
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