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Existem inúmeras técnicas de análises de alimentos; portanto, dependendo do objetivo da análise e do tipo de alimento, métodos específicos devem ser aplicados. Fonte: adaptado de: CECCHI, M. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. 2. ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2003.
Na determinação de componentes de um alimento, a escolha do método é crucial. Para determinar os componentes maiores (mais de 1% do peso total da amostra), qual(is) método(s) analítico(s) convencional(is) é(são) geralmente aplicado(s)?
A Gravimétricos e Volumétricos.
B Somente os métodos instrumentais, devido à alta exatidão.
C Espectroscópicos e Eletroanalíticos.
D Análise Convencional, apenas.
E Cromatográficos e Separativos.
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Para determinar os componentes maiores de um alimento (mais de 1% do peso total), os métodos convencionais mais utilizados são os gravimétricos e volumétricos, pois são adequados para análises de componentes em maior quantidade e são métodos clássicos e confiáveis. Analisando as alternativas: A) Gravimétricos e Volumétricos – corretos para componentes maiores. B) Somente métodos instrumentais – geralmente usados para componentes em menor quantidade ou análises mais específicas. C) Espectroscópicos e Eletroanalíticos – mais usados para análises específicas e traços. D) Análise Convencional, apenas – muito genérico, não especifica os métodos. E) Cromatográficos e Separativos – usados para componentes em menor quantidade e frações específicas. Portanto, a alternativa correta é: A) Gravimétricos e Volumétricos.

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As Boas Práticas de Fabricação (BPF) representam o conjunto de medidas essenciais para garantir a qualidade sanitária e a conformidade dos alimentos, abrangendo desde a matéria-prima até o produto final. Fonte: adaptado de: RAMORSKI, A.; ALESSIO, D. R.; LINK, J. V. Bromatologia e tecnologia de alimentos. Organização de Fernanda Gandra. Florianópolis: Arqué, 2024.
Sobre os requisitos fundamentais das BPF, analise as afirmativas a seguir:
I. fluxo de produção deve ser projetado de forma linear e ordenada, permitindo o cruzamento constante entre as áreas "sujas" (como recebimento de matéria-prima) e as áreas "limpas" (como envase e embalagem), para maximizar a velocidade do processo.
II. piso da área de manipulação deve ser liso, impermeável, resistente ao trânsito e possuir declive suficiente (esquema de drenagem adequado) para o escoamento rápido de líquidos, evitando o acúmulo de água.
III. A calibração de todos os instrumentos de medição (como termômetros, balanças e manômetros) deve ser realizada periodicamente, mantendo-se os registros de manutenção e calibração como parte do sistema de BPF e do controle de qualidade.
IV. A higiene pessoal dos manipuladores exige a lavagem frequente das mãos, o uso de uniformes limpos e a remoção de adornos (anéis, brincos e pulseiras); a utilização de barba é permitida, desde que seja mantida curta e limpa.
A I, II e IV, apenas.
B II, III e IV, apenas.
C I e III, apenas.
D IV, apenas.
E II e III, apenas.

uso de aditivos alimentares é justificado por razões tecnológicas, sanitárias ou sensoriais, desde que sejam utilizados aditivos autorizados em concentrações adequadas, cuja ingestão diária não exceda os valores de Ingestão Diária Aceitável (IDA) recomendados e que atendam às exigências de pureza estabelecidas. A Anvisa também proíbe o uso de aditivos alimentares quando houver evidências ou suspeitas de que o aditivo não é seguro para o consumo humano, quando interferir de forma desfavorável no valor nutritivo do alimento, quando for utilizado para encobrir falhas no processamento ou nas técnicas de manipulação, quando ocultar alterações ou adulterações da matéria- prima ou do produto, ou quando induzir o consumidor a erro, engano ou confusão (Brasil, 1997). Fonte: BRASIL. Portaria 540, de 27 de outubro de 1997. Aprova o regulamento técnico: aditivos alimentares definições, classificação e emprego. Brasília, DF: Ministério da Saúde; Secretaria de Vigilância Sanitária, 1997. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/documents/33916/391619/PORTARIA_540_1997.pdf3c55f-d22-d503 4570-a98b-30e63d85bdad. Acesso em: 16 jun. 2020.
De acordo com o texto, o uso de aditivos alimentares é proibido quando:
A aditivo for utilizado para melhorar a crocância de alimentos processados.
B aditivo for aprovado em países estrangeiros e reconhecido
C aditivo estiver dentro dos padrões de pureza exigidos pela legislação.
D aditivo aumentar a validade do produto sem alterar o sabor original.
E Existirem evidências ou suspeitas de que o aditivo possa ser prejudicial à saúde humana.

"Existem diferentes formas de se avaliar o estado oxidativo de óleos ou de frações lipídicas dos alimentos. Dentre os testes mais utilizados estão: índice de acidez da fração lipídica (rancidez hidrolítica), índice de peróxido, índice de anisidina (rancidez oxidativa) [...] e determinação de dienos conjugados, substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico [...]. Esses métodos geralmente envolvem a extração da fração lipídica do alimento em estudo seguido de análise" (Soares, 2012, p. 266). Fonte: SOARES, D. J. et al. Processos oxidativos na fração lipídica de alimentos. Boletim do Centro de Pesquisa e Processamento de Alimentos, Curitiba, V. 30, n. 2, 263-272, 2012. Disponível em: Acesso em: 12 set. 2024.
Com base nas informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. índice de peróxido é um método para avaliar a oxidação de óleos e gorduras, indicando deterioração por meio da formação de peróxidos.
PORQUE
II. índice de acidez ajuda a avaliar a conservação do óleo, pois a decomposição, acelerada por calor e luz, altera a concentração dos íons de hidrogênio.
A A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
B As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
C A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
D As asserções I e II são falsas.
E As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.

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