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Habilidades Médicas
Exame Físico da Pele, Fâneros e Mucosas
Pele .
A pele é o maior órgão do corpo e sua principal função é manter a homeostasia do
corpo. A pele proporciona limites para os líquidos corporais, ao mesmo tempo em
que protege os tecidos subjacentes de substâncias nocivas e radiação. Além disso,
modula a temperatura corporal e sintetiza vitamina D, os cabelos, as unhas, as
glândulas sebáceas e sudoríparas são consideradas anexos cutâneos.
A pele ou tegumento cutâneo é constituída por três camadas
● Epiderme ou camada externa
Camada fina e mais externa da pele, constituída por células epiteliais
escamosas dispostas em camadas e que estão em constante processo de
renovação. Camada sem vascularização e suas atividades metabólicas
dependem da difusão de líquidos e nutrientes.
● Derme
Inclui tecido conjuntivo rico em vasos sanguíneos, linfáticos, nervos,
receptores sensoriais, fibras elásticas, glândulas sebáceas, glândulas
sudoríparas, elementos celulares e corpúsculos de Merkel, Pacini, Meissner e
Krause.
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Habilidades Médicas
Suas características são flexibilidade e elasticidade, além de defesa do
organismo contra agentes nocivos que ultrapassaram a primeira barreira
protetora, representada pela epiderme. É dividida em três partes:
1. Superficial ou Papilar: predominam finos feixes de colágeno e grande
número de células.
2. Profunda ou Reticular: constituída por densos feixes de colágeno
3. Adventicial: constituída por finos feixes de colágenos dispostos em
torno de anexos e vasos.
● Tecido celular subcutâneo (Hipoderme)
A hipoderme é rica em tecido adiposo e representa importante reserva
calórica para o organismo, além de funcionar, em certas regiões, como um
coxim, protegendo contra traumas. É constituída de feixes conjuntivos, fibras
elásticas, parte dos folículos pilosos, glândulas sudoríparas e grande
quantidade de células adiposas que se alojam nos alvéolos formados pelo
entrecruzamento das fibras elásticas.
Funções da Pele
● Proteção: constitui a barreira de proteção à penetração de agentes externos
de qualquer natureza e, ao mesmo tempo, impede perdas de água, eletrólitos
e outras substâncias do meio interno.
● Proteção imunológica: graças à presença de células imunologicamente
ativas, a pele é um órgão de grande atividade imunológica, onde atuam
intensamente os componentes da imunidade humoral e celular.
● Termorregulação: graças à sudorese, constrição e dilatação da rede
vascular cutânea, a pele processa o controle homeostático da temperatura
orgânica.
● Percepção: a pele é o órgão receptor sensitivo do calor, do frio, da dor e do
tato.
● Secreção: a secreção sebácea é importante para a manutenção eutrófica da
própria pele, particularmente da camada córnea, evitando a perda de água.
Além disso, o sebo tem propriedades antimicrobianas e contém substâncias
precursoras da vitamina D. Quanto às glândulas sudoríparas, a eliminação de
restos metabólicos não tem valor como função excretora.
Semiotécnica
As condições necessárias para o exame de pele são:
Iluminação adequada (preferência por luz natural).
Desnudamento ou exposição adequada das partes a serem examinadas.
Luvas descartáveis (se apresentar rupturas na pele, lesões úmidas ou que
estejam drenando, pediculose, lesão no couro cabeludo).
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Habilidades Médicas
Inspeção
● Deve abranger todo o tegumento, incluindo cabelo, unhas, mucosas e
linfonodos. (analisar forma; borda; tamanho; superfície)
● Localização e distribuição da lesão.
Palpação
● Realizada por digitopressão; pinça; mãos espalmadas.
● Consistência: mole; firme; dura; flutuante
● Temperatura: fria ou quente.
● Mobilidade.
● Sensibilidade ao toque.
● Estimar a profundidade da lesão.
Serão investigados por inspeção e palpação os seguintes elementos:
➔ Coloração
Nos indivíduos de cor branca e nos pardos claros, observa-se coloração
levemente rosada, que é o aspecto normal em condições de higidez. Este
róseo claro ocorre em virtude da circulação do sangue pela rede capilar
cutânea e pode sofrer variações fisiológicas, aumentando ou diminuindo de
intensidade, quando há exposição ao frio, ao sol ou após emoções.
Situações patológicas, como o colapso periférico, também alteram a
coloração da pele; nesta condição, ela perde seu aspecto róseo.
Avaliação do fluxo sanguíneo
Pressionar a polpa do polegar de encontro ao esterno durante alguns
segundos.
Retirar o dedo rapidamente e observar o local que estava comprimido.
Em condições normais o tempo necessário é de segundos para a pele
retornar a coloração normal.
Em caso de choque, o retorno à coloração normal é nitidamente mais
lento.
Alterações da coloração
As principais alterações da coloração da pele são: palidez, vermelhidão ou
eritrose, cianose, icterícia, albinismo, bronzeamento da pele,
dermatografismo, fenômeno de Raynaud e perda da pigmentação.
1. Palidez: atenuação ou desaparecimento
da cor rósea resultante da vasoconstrição ou a
diminuição de Hb (anemia). Pesquisada em toda
a extensão da superfície cutânea, em pessoas
pardas e pretas a palidez é identificada nas
palmas das mãos e nas plantas dos pés.
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Habilidades Médicas
● Palidez generalizada: diminuição das hemácias circulantes nas
microcirculação cutânea e subcutânea. Ocorre devido a uma
vasoconstrição generalizada e também pode ser devido a uma
redução das hemácias (em especial hemoglobina).
● Palidez localizada/ segmentar: áreas restritas e a isquemia é a
causa principal.
2. Vermelhidão/ Eritrose/ Hiperemia: indica
aumento da quantidade de sangue na rede
vascular cutânea, pode ser devido a uma
vasodilatação ou aumento sanguíneo. Também
caracteriza como um dos sinais cardinais que
qualificam os processos inflamatórios.
● Vermelhidão generalizada: observada em indivíduos que
ficaram expostos ao sol, nos estados policitêmicos e algumas
afecções há comprometimento da pele em sua totalidade.
● Vermelhidão localizada/ segmentar: pode ter caráter fugaz
quando depende de um fenômeno vasomotor ou ser
duradoura.
3. Cianose: cor azulada na pele e das
mucosas (nas extremidades) acontece quando
há diminuição de O₂ e aumento de CO₂.
Pesquisada ao redor dos lábios, na ponta do
nariz, nos lobos das orelhas e nas
extremidades das mãos e dos pés.
● Cianose localizada/ segmentar:
obstrução de uma veia que drena uma região.
● Cianose central: há insaturação arterial excessiva, consumo de
oxigênio normal nos capilares.
● Cianose periférica: consequência de perda exagerada de
oxigênio no nível da rede capilar.
● Cianose mista: associação entre cianose central e periférica
(ex. cianose da insuficiência cardíaca congestiva).
● Cianose por alteração da hemoglobina: alterações bioquímicas
da hemoglobina podem impedir a fixação do oxigênio por este
pigmento. O nível de insaturação eleva-se até atingir valores
capazes de ocasionar cianose.
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Habilidades Médicas
4. Icterícia: coloração amarelada da pele é resultante do acúmulo de
bilirrubina no sangue. A pele pode ficar amarelada pelo uso excessivo de
alimentos ricos em carotenos (ex: cenoura, mamão, abóbora).
5. Albinismo: coloração branco-leitosa da pele em decorrência de uma
síntese defeituosa da melanina.
6. Bronzeamento da pele: na maioria das vezes é artificial, por ação dos
raios solares na presença de substâncias químicas bronzeadoras.
7. Dermatografismo: conhecido também como urticária fictícia, acontece
se a pele é levemente atritada com a unha ou um objeto e aparece uma linha
vermelha ligeiramente elevada que permanece por alguns minutos, trata-se
uma reação vasomotora.
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Habilidades Médicas
8. Fenômeno de Raynaud: alteração cutânea dependente de pequenas
artérias e arteríolas das extremidades e que resulta em modificações da
coloração. Primeiro observa-se palidez, em seguida, a extremidade torna-se
cianótica e o episódio costuma finalizar com vermelhidão da área acometida.
(fenômeno vasomotor).
9. Perda de Pigmentação: distúrbio congênito ou auto-imune, provoca a
falta de pigmento (ex: vitiligo).
➔ Continuidade ou Integridade
A perda de continuidade ou integridadeda pele, refere danos às membranas
mucosas, pele ou tecidos subcutâneos, ocorre na erosão ou exulceração, na
ulceração, na fissura ou rágade.
● Erosão ou exulceração: perda superficial (atinge apenas a epiderme).
● Ulceração: perda de epiderme e derme, pode atingir a hipoderme.
● Fissura ou rágade: pequenas aberturas na pele, sobretudo em bordas
de ferimentos.
➔ Umidade
A melhor forma de avaliar a umidade é na palpação, com as polpas digitais e
com a palma da mão (sensação tátil).
● Umidade Normal: a pele apresenta certo grau de umidade, perceptível
em indivíduos hígidos.
● Pele Seca: encontrada em pessoas idosas, em dermatopatias crônicas
(esclerodermia, ictiose), no mixedema, na avitaminose. Caracterizada
por descamação, coceira, aparência sem viço e luminosidade e tem
um aspecto esbranquiçado.
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Habilidades Médicas
● Umidade aumentada ou Pele sudorenta: pode ser associada a febre,
ansiedade, hiperidrose primária, hipertireoidismo e doenças
neoplásicas
➔ Textura
Significa trama ou disposição dos elementos que constituem um tecido, a
textura da pele é avaliada deslizando as polpas digitais sobre a superfície
cutânea.
● Textura Normal: condições normais - sensação própria.
● Pele lisa ou fina: observada em pessoas idosas, no hipertireoidismo e
em áreas recentemente edemaciadas.
● Pele áspera: observadas em indivíduos expostos às condições de mau
tempo e que trabalham em atividades rudes, caracterizado por
ressecamento.
● Pele enrugada: notado em pessoas idosas, indivíduos com
emagrecimento rápido, ou quando há eliminação de edema.
➔ Espessura
É avaliada com o pinçamento de uma dobra cutânea usando o polegar e o
indicador, pinça-se apenas a epiderme e a derme. Indicado para realizar a
manobra em diversas regiões como antebraço, tórax e abdome.
● Espessura Normal: observada em indivíduos hígidos.
● Atrófica: acompanhada de uma translucidez que permite ver a rede
venosa superficial, comum em idosos, nos prematuros e em algumas
dermatoses.
● Hipertrófica ou espessa: podem ser vistas nas pessoas que trabalham
expostas ao sol.
➔ Temperatura
Para avaliação da temperatura da pele usa-se a palpação com a face das
mãos ou dos dedos, comparando com o lado homólogo cada segmento
examinado. A temperatura da pele varia entre amplos limites, nas
extremidades essas variações são mais acentuadas.
Valores normais: 35,5°C a 37,4°C/ 96,6°F a 99,3°F
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Habilidades Médicas
● Temperatura Corporal: é a diferença entre a quantidade de calor
produzido pelos processos corporais e a quantidade de calor perdida
para o ambiente externo.
● Temperatura Central: é a temperatura dos tecidos profundos, regulada
por mecanismos fisiológicos de controle (hipotálamo).
Observações:
1. pacientes neurológicos podem ter alterações constantes de T
2. medições mais indicadas - T timpânica e T esofágica
3. TC não sofre influência do meio externo
● Temperatura Superficial: a temperatura do tecido superficial (pele)
varia dependendo do fluxo sanguíneo para a pele e da quantidade de
calor perdido para o ambiente externo (axila, pele, oral).
Observações:
1. alterada por estímulos do meio externo
2. ↑ TS = ↑↑ TC
● Temperatura Constante: relação entre a produção e a perda de calor
(controlada por mecanismos neurológicos e cardiovasculares).
➔ Elasticidade e Mobilidade
A elasticidade é a capacidade do tegumento se estender, quando tracionado,
usa-se a técnica de pinça (polegar e o indicador) para realizar esta avaliação.
A mobilidade refere-se à sua capacidade de se movimentar sobre os planos
profundos subjacentes.
● Elasticidade: pinça-se uma prega
cutânea com o polegar e o indicador, em seguida
realiza certa tração e depois solta a pele.
➢ Normal: observada em indivíduos hígidos
➢ Aumentada ou Hiperelasticidade: lembra as características da
borracha (ex. síndrome de Ehlers-Danlos).
➢ Diminuída ou Hipoelasticidade: ao ser tracionada a pele volta de
forma lenta à posição primitiva.
● Mobilidade: pousa- se firmemente a palma da mão sobre a superfície
que se quer examinar e movimenta- se a mão para todos os lados,
fazendo a deslizar sobre as estruturas subjacentes (ossos,
articulações, tendões, glândula mamária etc.).
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Habilidades Médicas
➢ Normal: apresenta certa mobilidade em relação às estruturas
mais profundas.
➢ Diminuída ou Ausente: observado quando não se consegue
deslizar a pele sobre as estruturas vizinhas.
➢ Aumentada: observada na pele de pessoas idosas e na
síndrome de Ehlers-Danlos.
➔ Turgor
Avalia-se o turgor, pinçando com o polegar e o indicador uma prega de pele
que abranja o tecido subcutâneo.
● Normal: quando o examinador tem a sensação de pele suculenta em
que, ao ser solta, a prega se desfaz rapidamente. Indica conteúdo
normal de água, ou seja, a pele está hidratada
● Diminuído: sensação de pele murcha e observação de lento
desfazimento de prega. Turgor diminuído indica desidratação
➔ Sensibilidade
● Dolorosa: pesquisa-se com a ponta de agulha romba ou
monofilamentos (hipoalgesia, analgesia, hiperalgesia).
➢ Hipoalgesia ou analgesia: ausência de dor ao contato com algo
aquecido ou ao se ferir.
➢ Hiperestesia: toques suaves e leves despertam dor nítida.
● Tátil: pesquisada através de fricção leve com um algodão, observa
perda ou diminuição da sensibilidade tátil.
● Térmica: Pesquisa- se a sensibilidade térmica com dois tubos de
ensaio, um com água quente e outro com água fria.
➔ Lesões Elementares
Considerado lesões elementares as modificações do tegumento cutâneo
determinadas por processos inflamatórios, degenerativos, circulatórios,
neoplásicos, distúrbios do metabolismo ou por defeito de formação.
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Habilidades Médicas
Fâneros .
Os fâneros compreendem cabelo, pêlos e unhas.
➔ Cabelo
Analisado quanto ao tipo de implantação, distribuição, quantidade,
espessura e coloração.
● Tipo de Implantação: varia conforme o sexo, nas mulheresa
implantação é mais baixa e forma uma linha de implantação, já nos
homens a implantação é mais alta e existem as ‘entradas’ laterais.
● Distribuição: precisa ser uniforme, áreas sem pelos são denominadas
alopecia (causa pode ser múltipla). Alteração comum é calvície que
pode ser parcial ou total.
● Quantidade: varia de indivíduo para outro, com o avançar da idade os
cabelos vão se tornam mais escassos. Durante a anamnese cabe
perda se há queda capilar.
● Coloração: as modificações da coloração podem ser artificiais ou
consequentes a enfermidades. Uma alteração interessante é a que se
observa nos meninos com desnutrição proteica grave, nos quais os
cabelos se tornam ruivos.
➔ Pêlos
Até a puberdade os pêlos são finos, escassos e de cor castanho-clara ou
mesmo amarelados. Após a puberdade e ação hormonal os pêlos vão
assumindo características e distribuição de adultos.
Achados clínicos quanto à distribuição e quantidade dos pêlos:
1. Hipertricose: aumento exagerado de pêlos terminais, sexuais e
bissexuais ou não sexuais, em relação ao indivíduo.
2. Hirsutismo: aumento exagerado de pêlos sexuais masculinos, na
mulher.
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Habilidades Médicas
● Anágena ou crescimento: intensa atividade miótica na matriz,
dura 2 a 3 anos.
● Catágena ou repouso: quando os folículos reduzem o
crescimento, dura cerca de 3 a 4 semanas
● Telógena ou desprendimento: quando os folículos estão
menores do que a metade do tamanho normal e há completa
desvinculação entre papila dérmica e pelo.
➔ Unhas
São formações de queratina dura que recobrem a última falange dos dedos,
fixadas sobre superfície epidérmica denominada leito ungueal.
Na unha encontra-se a porção posterior – raiz ou matriz ungueal – recoberta
por uma dobra de pele e cutícula, a lâmina aderente do leito ungueal, que
apresenta bordas laterais e a borda livre.
Inspecionar e apalpar as unhas dos dedos da mão e dos artelhos.
Observar sua coloração, formato e presença de lesões.
Avaliar se a presença de faixas longitudinais.
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Habilidades Médicas
Mucosas .
São examinados a olho nu e sem auxílio de qualquer aparelho são: conjuntivas
oculares, mucosas labiobucal, lingual e gengival.Semiotécnica
Exame realizado através da inspeção.
Manobras que exponham as mucosas à visão do examinador.
Em relação às mucosas bucais, pedir ao paciente que abra a boca e ponha a
língua para fora.
Ao avaliar as mucosas são analisados a coloração, umidade e existência de lesões:
Coloração
A coloração normal é róseo-avermelhada (vascularização das mucosas), chamada
de mucosas normocoradas.
Podem ser encontradas as seguintes alterações nas mucosas:
➔ Descoramento das Mucosas: diminuição ou perda da cor
róseo-avermelhada, mucosas descoradas ou palidez.
➔ Mucosas Hipercoradas: acentuação da coloração normal, pode apresentar
mudança de tonalidade (vermelho arroxeada).
➔ Cianose: coloração azulada das mucosas.
➔ Icterícia: coloração amarela ou amarelo-esverdeadas.
➔ Leucoplasia: áreas esbranquiçadas, às vezes salientes, nas mucosas, por
espessamento do epitélio, diminuição da vascularização.
Umidade
As condições normais são úmidas, principalmente a lingual e a bucal, traduz bom
estado de orientação.
➔ Umidade Normal: apresentam discreto brilho indicativo de tecidos hidratados
➔ Mucosas Secas: perda do brilho, os lábios e a língua ficam pardacentos,
adquire um aspecto ressequido, indicativo para desidratação.
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