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CASO PRÁTICO 02 Orientações: - O trabalho deverá ser manuscrito, respeitando um limite máximo de 05 laudas; - O trabalho deverá ser entregue INDIVIDUALMENTE; - Data da entrega: 08/06; - Informações NÃO DEVERÃO SER CRIADAS; - Valor: 3,0 (três) pontos extras na N2. - Avaliação: Não haverá uma correção “qualitativa”. O critério de avaliação é a tentativa, ou seja, aqueles que se submeterem à realização da atividade, seguindo as demais regras expostas, receberão a pontuação máxima, ainda que a peça contenha erros. Caso: Você foi contratado(a) como advogado(a) pela sociedade empresária “Voa Voa LTDA.”, que lhe exibe cópia de sentença, publicada no dia anterior, prolatada pelo juízo da 4ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, em Reclamação Trabalhista movida por Arenildo Maia. Na sentença, o juiz reconheceu que, após o pagamento das verbas rescisórias, houve acordo e outro pagamento de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) perante uma Comissão de Conciliação Prévia (CCP) instituída no âmbito da empresa, sem qualquer tipo de ressalva, mas rejeitou a preliminar suscitada pela Reclamada, compreendendo que a realização do acordo na CCP geraria como efeito único a dedução do valor pago ao trabalhador. O juízo deferiu indenização por dano estético, porque o empregado caiu em um buraco enorme existente na sua sala, e, com o violento impacto sofrido na queda, teve uma grande lesão funcional em um dos pulmões, consoante Comunicação do Acidente de Trabalho (CAT) emitida. O juízo deferiu a reintegração do empregado por ser membro do Conselho Fiscal do Sindicato e ter sido dispensado durante o período estabilitário, uma vez que este possui garantia de emprego. O juízo deferiu o pedido de adicional de periculosidade, visto que restou comprovado pela prova pericial que o reclamante tinha contato eventual com explosivos. Foi deferido o pagamento de duas cotas do salário-família para os filhos capazes do recorrido, muito embora na data de admissão do obreiro, constassem com 15 e 17 anos, respectivamente. Diante do exposto, elabore a medida judicial adequada para a defesa dos interesses da sociedade empresária “Voa Voa LTDA.”. As custas foram fixadas em R$ 400,00 (quatrocentos reais) sobre o valor arbitrado à condenação de R$ 20.000,00 (vinte mil reais)