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Caso Pratico N2 - Turma 7NAZN

Caso prático trabalhista: sentença contra Voa Voa LTDA — acordo em CCP; dano estético por queda; reintegração por estabilidade sindical; adicional de periculosidade; duas cotas de salário‑família. Pede medida judicial de defesa; entrega manuscrita e individual até 08/06.

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CASO PRÁTICO 02 
 
Orientações: 
- O trabalho deverá ser manuscrito, respeitando um limite máximo de 05 laudas; 
- O trabalho deverá ser entregue INDIVIDUALMENTE; 
- Data da entrega: 08/06; 
- Informações NÃO DEVERÃO SER CRIADAS; 
- Valor: 3,0 (três) pontos extras na N2. 
- Avaliação: Não haverá uma correção “qualitativa”. O critério de avaliação é a 
tentativa, ou seja, aqueles que se submeterem à realização da atividade, 
seguindo as demais regras expostas, receberão a pontuação máxima, ainda que 
a peça contenha erros. 
 
Caso: 
 Você foi contratado(a) como advogado(a) pela sociedade empresária 
“Voa Voa LTDA.”, que lhe exibe cópia de sentença, publicada no dia anterior, 
prolatada pelo juízo da 4ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, em Reclamação 
Trabalhista movida por Arenildo Maia. 
 Na sentença, o juiz reconheceu que, após o pagamento das verbas 
rescisórias, houve acordo e outro pagamento de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) 
perante uma Comissão de Conciliação Prévia (CCP) instituída no âmbito da 
empresa, sem qualquer tipo de ressalva, mas rejeitou a preliminar suscitada pela 
Reclamada, compreendendo que a realização do acordo na CCP geraria como 
efeito único a dedução do valor pago ao trabalhador. 
 O juízo deferiu indenização por dano estético, porque o empregado caiu 
em um buraco enorme existente na sua sala, e, com o violento impacto sofrido 
na queda, teve uma grande lesão funcional em um dos pulmões, consoante 
Comunicação do Acidente de Trabalho (CAT) emitida. 
 O juízo deferiu a reintegração do empregado por ser membro do Conselho 
Fiscal do Sindicato e ter sido dispensado durante o período estabilitário, uma vez 
que este possui garantia de emprego. 
 O juízo deferiu o pedido de adicional de periculosidade, visto que restou 
comprovado pela prova pericial que o reclamante tinha contato eventual com 
explosivos. 
 Foi deferido o pagamento de duas cotas do salário-família para os filhos 
capazes do recorrido, muito embora na data de admissão do obreiro, 
constassem com 15 e 17 anos, respectivamente. 
 Diante do exposto, elabore a medida judicial adequada para a defesa dos 
interesses da sociedade empresária “Voa Voa LTDA.”. As custas foram fixadas 
em R$ 400,00 (quatrocentos reais) sobre o valor arbitrado à condenação de R$ 
20.000,00 (vinte mil reais)

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