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Direito do Trabalho I
Emmanuel Abrante
CONTEÚDO DESTA AULA
NOME DA DISCIPLINA
PRINCÍPIOS DO DIREITO DO TRABALHO
RELAÇÃO DE TRABALHO E RELAÇÃO DE 
EMPREGO 
SUJEITOS DA RELAÇÃO DE EMPREGO: 
Empregado 
SUJEITOS DA RELAÇÃO DE EMPREGO: 
Empregador 
SUCESSÃO TRABALHISTA
PODERES DO EMPREGADOR
NOME DA DISCIPLINA
PRINCÍPIOS DO DIREITO DO TRABALHO
PRINCÍPIO PROTETIVO:
- in dubio pro operário
- norma mais favorável
- condição mais benéfica
PRINCÍPIO DA INDISPONIBILIDADE DOS DIREITOS TRABALHISTAS
PRINCÍPIOS DA IMPERATIVIDADE DAS NORMAS TRABALHISTAS
PRINCÍPIO DA INTEGRIDADE OU INTANGIBILIDADE SALARIAL
PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE DA RELAÇÃO DE EMPREGO
PRINCÍPIO DA PRIMAZIA DA REALIDADE
NOME DA DISCIPLINA
RELAÇÃO DE TRABALHO E RELAÇÃO DE EMPREGO
CARACTERIZAÇÃO DA RELAÇÃO DE EMPREGO
CLT - Art. 3º - Considera-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de
natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário.
NOME DA DISCIPLINA
SUJEITOS DA RELAÇÃO DE EMPREGO: O EMPREGADO
A expressão “trabalhador”
Trabalhador subordinado típico
Trabalhador subordinado atípico
EMPREGADO HIPERSUFICIENTE 
CLT - Art. 444 -
Parágrafo único. A livre estipulação a que se refere o caput deste artigo aplica-se
às hipóteses previstas no art. 611-A desta Consolidação, com a mesma eficácia
legal e preponderância sobre os instrumentos coletivos, no caso de empregado
portador de diploma de nível superior e que perceba salário mensal igual ou
superior a duas vezes o limite máximo dos benefícios do Regime Geral de
Previdência Social. (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017)
Curiosidade: valor referido equivale a R$11.291,60
NOME DA DISCIPLINA
TRABALHADOR AUTÔNOMO
Exemplos: profissionais liberais como médico em seu consultório, advogado em seu
escritório ou qualquer profissional que trabalha por conta própria
Empreiteiro
TRABALHADOR EVENTUAL
Teorias:
Teoria do Evento – Teoria dos fins da empresa – Teoria da descontinuidade – Teoria da
fixação jurídica
Exemplos: boia fria – chapa
TRABALHADOR AVULSO
Intermediação de mão-de-obra pelo sindicato profissional, curta duração dos serviços
prestados aos tomadores, remuneração paga, em regra, através de rateio procedido
pelo sindicato
Direitos do Avulso:
Repouso remunerado, FGTS, 13º salário, férias + 1/3, adicional noturno, adicional de
trabalho extraordinário
NOME DA DISCIPLINA
TRABALHADOR TEMPORÁRIO
Atenção: lei n.º 6.019/74 – alterada pela lei n.º 13.429 e 13.467/2017
DEFINIÇÃO:
TRABALHADOR PORTUÁRIO AVULSO
Intermediado pelo Órgão Gestor de Mão de Obra do Trabalho Portuário Avulso –
OGMO
Exemplos: capatazia, bloco, estiva, conferência de carga e vigilância de embarcações.
LEI N.º 6019.74 - Art. 2o Trabalho temporário é aquele prestado por pessoa física
contratada por uma empresa de trabalho temporário que a coloca à disposição
de uma empresa tomadora de serviços, para atender à necessidade de
substituição transitória de pessoal permanente ou à demanda complementar
de serviços. (Redação dada pela Lei nº 13.429, de 2017)
NOME DA DISCIPLINA
Art. 4o-A. Considera-se prestação de serviços a terceiros a transferência feita pela
contratante da execução de quaisquer de suas atividades, inclusive sua atividade
principal, à pessoa jurídica de direito privado prestadora de serviços que possua
capacidade econômica compatível com a sua execução. (Redação dada pela Lei nº
13.467, de 2017)
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS:
NOME DA DISCIPLINA
Art. 9o O contrato celebrado pela empresa de trabalho temporário e a tomadora de
serviços será por escrito, ficará à disposição da autoridade fiscalizadora no
estabelecimento da tomadora de serviços e conterá: (Redação dada pela Lei
nº 13.429, de 2017)
I - qualificação das partes; (Incluído pela Lei nº 13.429, de 2017)
II - motivo justificador da demanda de trabalho temporário; (Incluído pela Lei
nº 13.429, de 2017)
III - prazo da prestação de serviços; (Incluído pela Lei nº 13.429, de 2017)
IV - valor da prestação de serviços; (Incluído pela Lei nº 13.429, de 2017)
V - disposições sobre a segurança e a saúde do trabalhador, independentemente do
local de realização do trabalho. (Incluído pela Lei nº 13.429, de 2017)
CONTRATO DE TRABALHO TEMPORÁRIO
NOME DA DISCIPLINA
§ 1o É responsabilidade da empresa contratante garantir as condições de
segurança, higiene e salubridade dos trabalhadores, quando o trabalho for realizado
em suas dependências ou em local por ela designado. (Incluído pela Lei nº 13.429,
de 2017)
§ 2o A contratante estenderá ao trabalhador da empresa de trabalho temporário o
mesmo atendimento médico, ambulatorial e de refeição destinado aos seus
empregados, existente nas dependências da contratante, ou local por ela designado.
(Incluído pela Lei nº 13.429, de 2017)
§ 3o O contrato de trabalho temporário pode versar sobre o desenvolvimento de
atividades-meio e atividades-fim a serem executadas na empresa tomadora de
serviços. (Incluído pela Lei nº 13.429, de 2017)
CONTRATO DE TRABALHO TEMPORÁRIO
NOME DA DISCIPLINA
Art. 12 - Ficam assegurados ao trabalhador temporário os seguintes direitos:
a) remuneração equivalente à percebida pelos empregados de mesma categoria da
empresa tomadora ou cliente calculados à base horária, garantida, em qualquer
hipótese, a percepção do salário mínimo regional;
b) jornada de oito horas, remuneradas as horas extraordinárias não excedentes de
duas, com acréscimo de 20% (vinte por cento);
c) férias proporcionais, nos termos do artigo 25 da Lei nº 5.107, de 13 de setembro
de 1966;
d) repouso semanal remunerado;
e) adicional por trabalho noturno;
f) indenização por dispensa sem justa causa ou término normal do contrato,
correspondente a 1/12 (um doze avos) do pagamento recebido;
g) seguro contra acidente do trabalho;
DIREITOS DO TRABALHADOR TEMPORÁRIO
NOME DA DISCIPLINA
DIREITOS DO TRABALHADOR TEMPORÁRIO
h) proteção previdenciária nos termos do disposto na Lei Orgânica da Previdência 
Social, com as alterações introduzidas pela Lei nº 5.890, de 8 de junho de 1973 (art. 
5º, item III, letra "c" do Decreto nº 72.771, de 6 de setembro de 1973).
§ 1º - Registrar-se-á na Carteira de Trabalho e Previdência Social do trabalhador sua 
condição de temporário.
§ 2º - A empresa tomadora ou cliente é obrigada a comunicar à empresa de trabalho 
temporário a ocorrência de todo acidente cuja vítima seja um assalariado posto à sua 
disposição, considerando-se local de trabalho, para efeito da legislação específica, 
tanto aquele onde se efetua a prestação do trabalho, quanto a sede da empresa de 
trabalho temporário.
NOME DA DISCIPLINA
Art. 10. Qualquer que seja o ramo da empresa tomadora de serviços, não existe
vínculo de emprego entre ela e os trabalhadores contratados pelas empresas de
trabalho temporário. (Redação dada pela Lei nº 13.429, de 2017)
§ 1o O contrato de trabalho temporário, com relação ao mesmo empregador,
não poderá exceder ao prazo de cento e oitenta dias, consecutivos ou não.
(Incluído pela Lei nº 13.429, de 2017)
§ 2o O contrato poderá ser prorrogado por até noventa dias, consecutivos ou
não, além do prazo estabelecido no § 1o deste artigo, quando comprovada a
manutenção das condições que o ensejaram. (Incluído pela Lei nº
13.429, de 2017)
§ 3o (VETADO). (Incluído pela Lei nº 13.429, de 2017)
PRAZO
NOME DA DISCIPLINA
PRAZO
§ 4o Não se aplica ao trabalhador temporário, contratado pela tomadora de serviços, 
o contrato de experiência previsto no parágrafo único do art. 445 da Consolidação 
das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1o de maio de 
1943. (Incluído pela Lei nº 13.429, de 2017)
§ 5o O trabalhadortemporário que cumprir o período estipulado nos §§ 1o e 2o 
deste artigo somente poderá ser colocado à disposição da mesma tomadora de 
serviços em novo contrato temporário, após noventa dias do término do contrato 
anterior. (Incluído pela Lei nº 13.429, de 2017)
§ 6o A contratação anterior ao prazo previsto no § 5o deste artigo caracteriza vínculo 
empregatício com a tomadora. 
§ 7o A contratante é subsidiariamente responsável pelas obrigações trabalhistas 
referentes ao período em que ocorrer o trabalho temporário, e o recolhimento das 
contribuições previdenciárias observará o disposto no art. 31 da Lei nº 8.212, de 24 
de julho de 1991. (Incluído pela Lei nº 13.429, de 2017)
NOME DA DISCIPLINA
Art. 15 - A Fiscalização do Trabalho poderá exigir da empresa tomadora ou cliente a
apresentação do contrato firmado com a empresa de trabalho temporário, e, desta
última o contrato firmado com o trabalhador, bem como a comprovação do
respectivo recolhimento das contribuições previdenciárias.
Art. 16 - No caso de falência da empresa de trabalho temporário, a empresa
tomadora ou cliente é solidariamente responsável pelo recolhimento das
contribuições previdenciárias, no tocante ao tempo em que o trabalhador esteve
sob suas ordens, assim como em referência ao mesmo período, pela remuneração
e indenização previstas nesta Lei.
Art. 17 - É defeso às empresas de prestação de serviço temporário a contratação
de estrangeiros com visto provisório de permanência no País.
NOME DA DISCIPLINA
TRABALHADOR DOMÉSTICO LEI COMPLEMENTAR N.º 150/2015
CONCEITO:
Art. 1o Ao empregado doméstico, assim considerado aquele que presta serviços de
forma contínua, subordinada, onerosa e pessoal e de finalidade não lucrativa à
pessoa ou à família, no âmbito residencial destas, por mais de 2 (dois) dias por
semana, aplica-se o disposto nesta Lei.
Parágrafo único. É vedada a contratação de menor de 18 (dezoito) anos para
desempenho de trabalho doméstico, de acordo com a Convenção no 182, de 1999,
da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e com o Decreto no 6.481, de 12 de
junho de 2008.
NOME DA DISCIPLINA
Art. 2o A duração normal do trabalho doméstico não excederá 8 (oito) horas diárias
e 44 (quarenta e quatro) semanais, observado o disposto nesta Lei.
§ 1o A remuneração da hora extraordinária será, no mínimo, 50% (cinquenta por
cento) superior ao valor da hora normal.
§ 2o O salário-hora normal, em caso de empregado mensalista, será obtido
dividindo-se o salário mensal por 220 (duzentas e vinte) horas, salvo se o contrato
estipular jornada mensal inferior que resulte em divisor diverso.
§ 3o O salário-dia normal, em caso de empregado mensalista, será obtido dividindo-
se o salário mensal por 30 (trinta) e servirá de base para pagamento do repouso
remunerado e dos feriados trabalhados.
§ 4o Poderá ser dispensado o acréscimo de salário e instituído regime de
compensação de horas, mediante acordo escrito entre empregador e empregado, se
o excesso de horas de um dia for compensado em outro dia.
DURAÇÃO DO TRABALHO DOMÉSTICO
NOME DA DISCIPLINA
DURAÇÃO DO TRABALHO DOMÉSTICO
§ 5o No regime de compensação previsto no § 4o:
I - será devido o pagamento, como horas extraordinárias, na forma do § 1o, das
primeiras 40 (quarenta) horas mensais excedentes ao horário normal de trabalho;
II - das 40 (quarenta) horas referidas no inciso I, poderão ser deduzidas, sem o
correspondente pagamento, as horas não trabalhadas, em função de redução do
horário normal de trabalho ou de dia útil não trabalhado, durante o mês;
III - o saldo de horas que excederem as 40 (quarenta) primeiras horas mensais de
que trata o inciso I, com a dedução prevista no inciso II, quando for o caso, será
compensado no período máximo de 1 (um) ano.
§ 6o Na hipótese de rescisão do contrato de trabalho sem que tenha havido a
compensação integral da jornada extraordinária, na forma do § 5o, o empregado fará
jus ao pagamento das horas extras não compensadas, calculadas sobre o valor da
remuneração na data de rescisão.
NOME DA DISCIPLINA
Art. 18. É vedado ao empregador doméstico efetuar descontos no salário do
empregado por fornecimento de alimentação, vestuário, higiene ou moradia, bem
como por despesas com transporte, hospedagem e alimentação em caso de
acompanhamento em viagem.
§ 1o É facultado ao empregador efetuar descontos no salário do empregado em caso
de adiantamento salarial e, mediante acordo escrito entre as partes, para a inclusão
do empregado em planos de assistência médico-hospitalar e odontológica, de seguro
e de previdência privada, não podendo a dedução ultrapassar 20% (vinte por cento)
do salário.
REMUNERAÇÃO DO DOMÉSTICO / DESCONTOS AUTORIZADOS
NOME DA DISCIPLINA
REMUNERAÇÃO DO DOMÉSTICO / DESCONTOS AUTORIZADOS
§2o Poderão ser descontadas as despesas com moradia de que trata o caput deste
artigo quando essa se referir a local diverso da residência em que ocorrer a
prestação de serviço, desde que essa possibilidade tenha sido expressamente
acordada entre as partes.
§ 3o As despesas referidas no caput deste artigo não têm natureza salarial nem se
incorporam à remuneração para quaisquer efeitos.
§ 4o O fornecimento de moradia ao empregado doméstico na própria residência ou
em morada anexa, de qualquer natureza, não gera ao empregado qualquer direito de
posse ou de propriedade sobre a referida moradia.
NOME DA DISCIPLINA
Art. 22. O empregador doméstico depositará a importância de 3,2% (três inteiros e
dois décimos por cento) sobre a remuneração devida, no mês anterior, a cada
empregado, destinada ao pagamento da indenização compensatória da perda do
emprego, sem justa causa ou por culpa do empregador, não se aplicando ao
empregado doméstico o disposto nos §§ 1o a 3o do art. 18 da Lei no 8.036, de 11 de
maio de 1990.
§ 1o Nas hipóteses de dispensa por justa causa ou a pedido, de término do contrato
de trabalho por prazo determinado, de aposentadoria e de falecimento do
empregado doméstico, os valores previstos no caput serão movimentados pelo
empregador.
§ 2o Na hipótese de culpa recíproca, metade dos valores previstos no caput será
movimentada pelo empregado, enquanto a outra metade será movimentada pelo
empregador.
FGTS – INDENIZAÇÃO COMPENSATÓRIA
NOME DA DISCIPLINA
FGTS – INDENIZAÇÃO COMPENSATÓRIA
§ 3o Os valores previstos no caput serão depositados na conta vinculada do
empregado, em variação distinta daquela em que se encontrarem os valores
oriundos dos depósitos de que trata o inciso IV do art. 34 desta Lei, e somente
poderão ser movimentados por ocasião da rescisão contratual.
§ 4o À importância monetária de que trata o caput, aplicam-se as disposições da Lei
no 8.036, de 11 de maio de 1990, e da Lei no 8.844, de 20 de janeiro de 1994,
inclusive quanto a sujeição passiva e equiparações, prazo de recolhimento,
administração, fiscalização, lançamento, consulta, cobrança, garantias, processo
administrativo de determinação e exigência de créditos tributários federais.
NOME DA DISCIPLINA
Art. 26. O empregado doméstico que for dispensado sem justa causa fará jus ao
benefício do seguro-desemprego, na forma da Lei no 7.998, de 11 de janeiro de 1990,
no valor de 1 (um) salário-mínimo, por período máximo de 3 (três) meses, de forma
contínua ou alternada.
SEGURO - DESEMPREGO
EMPREGADO EM DOMICÍLIO, OU A DISTÂNCIA E O TELETRABALHO
CLT - Art. 6o Não se distingue entre o trabalho realizado no estabelecimento do
empregador, o executado no domicílio do empregado e o realizado a distância, desde
que estejam caracterizados os pressupostos da relação de emprego.
TELETRABALHO
Art. 75-A. A prestação de serviços pelo empregado em regime de teletrabalho
observará o disposto neste Capítulo.(Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017)
(Vigência)
NOME DA DISCIPLINA
Art. 75-B. Considera-se teletrabalho a prestação de serviços preponderantemente
fora das dependências do empregador, com a utilização de tecnologias de
informação e de comunicação que, por sua natureza, não se constituam como
trabalho externo. (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017) (Vigência)
Parágrafo único. O comparecimento às dependências do empregador para a
realização de atividades específicas que exijam a presença do empregado no
estabelecimento não descaracteriza o regime de teletrabalho. (Incluído
pela Lei nº 13.467, de 2017) (Vigência)
NOME DA DISCIPLINA
Art. 75-C. A prestação de serviços na modalidade de teletrabalho deverá constar
expressamente do contrato individual de trabalho, que especificará as atividades que
serão realizadas pelo empregado. (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017)
(Vigência)
§ 1o Poderá ser realizada a alteração entre regime presencial e de teletrabalho
desde que haja mútuo acordo entre as partes, registrado em aditivo contratual.
(Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017) (Vigência)
§ 2o Poderá ser realizada a alteração do regime de teletrabalho para o presencial
por determinação do empregador, garantido prazo de transição mínimo de quinze
dias, com correspondente registro em aditivo contratual. (Incluído pela Lei
nº 13.467, de 2017) (Vigência)
NOME DA DISCIPLINA
Art. 75-D. As disposições relativas à responsabilidade pela aquisição, manutenção ou fornecimento dos
equipamentos tecnológicos e da infraestrutura necessária e adequada à prestação do trabalho remoto, bem como
ao reembolso de despesas arcadas pelo empregado, serão previstas em contrato escrito. (Incluído
pela Lei nº 13.467, de 2017) (Vigência)
Parágrafo único. As utilidades mencionadas no caput deste artigo não integram a remuneração do empregado.
(Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017) (Vigência)
Art. 75-E. O empregador deverá instruir os empregados, de maneira expressa e ostensiva, quanto às precauções
a tomar a fim de evitar doenças e acidentes de trabalho. (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017
(Vigência)
Parágrafo único. O empregado deverá assinar termo de responsabilidade comprometendo-se a seguir as
instruções fornecidas pelo empregador.
NOME DA DISCIPLINA
SUJEITOS DA RELAÇÃO DE EMPREGO: O EMPREGADOR
EMPREGADOR
CLT - Art. 2º - Considera-se empregador a empresa, individual ou coletiva, que,
assumindo os riscos da atividade econômica, admite, assalaria e dirige a prestação
pessoal de serviço.
§ 1º - Equiparam-se ao empregador, para os efeitos exclusivos da relação de
emprego, os profissionais liberais, as instituições de beneficência, as associações
recreativas ou outras instituições sem fins lucrativos, que admitirem trabalhadores
como empregados.
NOME DA DISCIPLINA
SUJEITOS DA RELAÇÃO DE EMPREGO: O EMPREGADOR
EMPREGADOR
GRUPO ECONÔMICO
§ 2o Sempre que uma ou mais empresas, tendo, embora, cada uma delas,
personalidade jurídica própria, estiverem sob a direção, controle ou administração
de outra, ou ainda quando, mesmo guardando cada uma sua autonomia, integrem
grupo econômico, serão responsáveis solidariamente pelas obrigações decorrentes
da relação de emprego. (Redação dada pela Lei nº 13.467, de 2017)
(Vigência)
§ 3o Não caracteriza grupo econômico a mera identidade de sócios, sendo
necessárias, para a configuração do grupo, a demonstração do interesse integrado,
a efetiva comunhão de interesses e a atuação conjunta das empresas dele
integrantes (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017) (Vigência)
NOME DA DISCIPLINA
SUCESSÃO DE EMPREGADORES
Art. 10 - Qualquer alteração na estrutura jurídica da empresa não afetará os direitos
adquiridos por seus empregados.
Art. 448 - A mudança na propriedade ou na estrutura jurídica da empresa não afetará
os contratos de trabalho dos respectivos empregados.
NOME DA DISCIPLINA
SUCESSÃO TRABALHISTA E A RESPONSABILIDADE DO SÓCIO 
RETIRANTE
Art. 10-A. O sócio retirante responde subsidiariamente pelas obrigações trabalhistas
da sociedade relativas ao período em que figurou como sócio, somente em ações
ajuizadas até dois anos depois de averbada a modificação do contrato, observada a
seguinte ordem de preferência: (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017)
(Vigência)
I - a empresa devedora; (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017)
(Vigência)
II - os sócios atuais; e (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017)
(Vigência)
III - os sócios retirantes. (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017)
(Vigência)
Parágrafo único. O sócio retirante responderá solidariamente com os demais
quando ficar comprovada fraude na alteração societária decorrente da modificação
do contrato.
NOME DA DISCIPLINA
SUCESSÃO E RESPONSABILIDADE DO SUCESSOR
Art. 448-A. Caracterizada a sucessão empresarial ou de empregadores prevista
nos arts. 10 e 448 desta Consolidação, as obrigações trabalhistas, inclusive as
contraídas à época em que os empregados trabalhavam para a empresa sucedida,
são de responsabilidade do sucessor. (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017)
Parágrafo único. A empresa sucedida responderá solidariamente com a sucessora
quando ficar comprovada fraude na transferência. (Incluído pela Lei nº 13.467, de
2017)
NOME DA DISCIPLINA
PODERES DO EMPREGADOR
PODER DE DIREÇÃO
PODER DE ORGANIZAÇÃO
PODER DE CONTROLE
PODER DISCIPLINAR
PRINCÍPIOS DO PODER DISCIPLINAR
• Proporcionalidade
• Limitação temporal da suspensão
• Presunção de inocência do empregado
• Vedação à pena pecuniária
• Perdão tácito
• Imediatidade
• Não discriminação

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