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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOCAMBIQUE
INSTITUTO DE ENSINO À DISTÂNCIA
	
Relatório de Práticas Pedagógicas II: Assistência e Lecionação de aulas
Nome: Graça da Conceição Maurício
Código: 708212281
Curso: Licenciatura em Ensino de Geografia
 Disciplina: Práticas Pedagógicas II 
Ano de frequência: 2º Ano, Turma K
Docente: Bertil Graciano Olímpio
Nampula, Setembro de 2022
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	Pontuação máxima
	Nota do tutor
	subtotal
	
Estrutura
	
Aspectos organizacionais 
	1. Capa 
	0.5
	
	
	
	
	1. Índice 
	0.5
	
	
	
	
	1. Introdução 
	0.5
	
	
	
	
	1. Discussão 
	0.5
	
	
	
	
	1. Conclusão 
	0.5
	
	
	
	
	1. Bibliografia 
	0.5
	
	
	
Conteúdo 
	
Introdução 
	1. Contextualização (indicação clara do problema)
	1.0
	
	
	
	
	1. Descrição dos objectivos 
	1.0
	
	
	
	
	1. Metodologia adequada ao objecto do trabalho
	2.0
	
	
	
	
Análise e discussão 
	1. Articulação e domínio do discurso académico (expressão escrita cuidada, coerência/coesão textual)
	2.0
	
	
	
	
	1. Revisão bibliográfica nacional e internacionais relevantes na área de estudo
	2.0
	
	
	
	
	1. Exploração dos dados
	2.0
	
	
	
	Conclusão 
	1. Contributos teóricos e práticos 
	2.0
	
	
	
Aspectos gerais
	
Formatação 
	1. Paginação, tipo e tamanho de letra, parágrafos, espaçamento entre as linhas
	1.0
	
	
	
Referências bibliográfica
	Normas APA 6ª edição em citação e bibliografia
	1. Rigor e coerência das citações/Referencias bibliográficas 
	4.0
	
	
Folha de Observações
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Índice
Introdução	6
Capitulo I	7
1.1 Conceito	7
1.2. Objectivos das praticas pedagógicas	7
1.3. Importância de relatório das práticas pedagógicas	7
1.2.1 Conceito de Práticas Pedagógicas	7
1.3. Objectivos	7
1.3.1. Geral das práticas pedagógicas	7
1.3.2. Específicos	8
1.4 Importância das Práticas Pedagógicas	8
1.5 Interveniente das Práticas Pedagógicas.	8
1.6. Objectivos do trabalho	8
1.7. Descrição da etapa	8
1.8. Metodologia de trabalho	9
1.9. Referencia Teóricas	9
Capitulo II	10
2.1 Breve historial da Escola Secundária de Namicopo	10
2.2 Localização geográfica da Escola	10
Capítulo III	11
3.1. Funções dos Membros de Direcção da Escola	11
3.1.1. Director da escola	11
3.1.2 Director Adjunto Pedagógico (DAP)	11
3.2 Funcionamento da Escola	11
3.3 Formação profissional dos professores	12
3.4. Funções dos delegados de disciplina	12
3.5 Função do director da turma	12
3.6. Estudo de documentos de aproveitamento pedagógico	13
3.6.1 Registo de notas	13
Capítulo IV. Assistência e lecionação	13
4.1. Aspectos positivos	13
4.2. Aspecto Negativo	14
4.3. Propostas e opiniões das PP II	14
4.4. Recomendações	14
Referência bibliográfica	15
Introdução 
O presente Relatório ė relativo as Práticas Pedagógicas II, tem como objectivo descrever a assistência e lecionação de aula, trabalho importante que é de certa forma indispensável na sua execução, pós contribuirá para o desenvolvimento das nossas capacidades.
As actividades das PP II, são actividades que começam com as aulas teóricas através de seminários em os vários grupos que compõem a turma apresentam os seus temas, em seguida seguiu para segunda fase a que foi a de trabalho de campo que começou por uma apresentação dos estudantes praticantes á direcção da Escola.
O Relatório encontra-se estruturado em capítulos, já no primeiro capítulo encontra-se arrolados os seguintes temas: Referência Teóricas Metodologia de trabalho Específicos objectivos e conceito.
O segundo capítulo relata sobre os trabalhos do campo com uma caracterização da Escola primária de Namicopo, através da sua localização geográfica e breve historial e aspectos físicos.
O terceiro capítulo relata funções dos membros de Direcção da escola e funções dos delegados de disciplina.
O quarto capítulo desenrola a questão de assistência e lecionação. Este trabalho possui recomendações em relação as dificuldades que a autor foi encontrado durante a fase de assistência e lecionação de aulas
Capitulo I
1.1 Conceito
Relatório as práticas pedagógicas é um trabalho que resulta de um trabalho científico destinado a pesquisa de determinadas questões pedagógicas relacionadas com práticas pedagógicas escolares, sobre tudo com o ensino. Sobre este relatório, cinge-se na questão de assistência e lecionação da aula.
1.2. Objectivos das praticas pedagógicas
O relatório de PP II tem como propósitos
· Divulgar informações sobre um determinado assunto;
· Servir de registo de um trabalho executado.
1.3. Importância de relatório das práticas pedagógicas
A importância das práticas pedagógicas é descrever como acontece o processo de assistência e lecionação da aula de Geografia na Escola Secundária de Namicopo, assim como a relação entre professores e alunos, professores entre si e com os demais funcionários.
1.2.1 Conceito de Práticas Pedagógicas
Segundo a proposta do regulamento académico da UCM (2016, p. 4), “são actividades curriculares articuladoras da prática e da teoria, que possibilitam o contacto experimental em situações psico-pedagógicos e didácticas concretas, e que contribuem para preparar de forma gradual o estudante para a vida profissional”.
1.3. Objectivos
1.3.1. Geral das práticas pedagógicas
Segundo Marconi & Lakatos (2001, p. 102) os objectivos gerais estão ligados a uma visão global e abrangente.
· Conhecer os dados informativos de uma escola, avaliando sobre o seu funcionamento no seio de toda actividade educacional.
1.3.2. Específicos
· Relacionar as diferentes áreas de serviço dentro de uma escola;
· Descrever dados informativos em regime do funcionamento escolar;
· Identificar os documentos constantes numa escola e no sector Pedagógico;
· Descrever o processo de funcionamento do ensino e aprendizagem.1.4 Importância das Práticas Pedagógicas
Possibilitam-nos a vivência do meio escolar em contacto com os alunos. Desenvolvem actividades do PEA, pesquisa o desenvolvimento de competências de saber ensinar, aprender, conviver profissionalmente assim como desenvolver capacidades de análise e contribuição crítica e criadora par um melhor ensino de qualidade.
1.5 Interveniente das Práticas Pedagógicas.
· Praticantes ou estudantes;
· Professores da escola;
· Supervisor, Comissão de coordenação das práticas pedagógicas
1.6. Objectivos do trabalho
As aulas de observação directa (naturalista) iniciaram. Na primeira quinzena de Outubro de 2012, tendo como objectivo principais:
· Observar o aspecto físico da escola.
· Recolher informação sobre o seu funcionamento.
1.7. Descrição da etapa
A primeira etapa das PP corresponde a PP I, que tivemos que elaborar o relatório em torno da descrição do espaço geográfico do lugar onde decorre o processo de ensino e aprendizagem. Trata-se de uma fase de observação do meio O objecto principal da observação do funcionamento da Escola como do estudo e análise de documento fornecidos pela instituição.
1.8. Metodologia de trabalho
Para a recolha de informações da escola secundária de Namicopo, o autor utilizou os seguintes métodos:
· Entrevista direccionada aos membros da direcção da escola com vista para melhor se informar sobre o funcionamento da escola, situação relativa a material escolar e documentação relativamente existente.
· Recolha de informações através de inquérito, contacto directo com membro da direcção e diálogo.
· Observação direita que permitiu a discrição de todo meio ambiente circunscrito a escola os materiais existentes nos diversos gabinetes e estudo documental foi feita em conjunto, sendo a elaboração do relatório grupo.
· Consulta e investigação nas várias obras relacionadas com o tema.
· Planificação e execução das aulas dentro da aula.
1.9. Referencia Teóricas
Segundo Dias et all (2008, p. 123) O relatório de práticas pedagógicas, “resulta de um trabalho científico destinado a pesquisa de determinadas questões pedagógicas relacionadas com prática pedagógica escolar. Através dele o estudante articula os saberes científicos com os psicopedagogos e didácticos”.
De acordo com Marconi & Lakatos (2004, p. 275) “observação é uma técnica de colecta de dados para conseguir informações utilizando os sentidos na obtenção de determinados aspectos da realidade. Não consiste apenas em ver e ouvir, mas também em examinar factos ou fenómenos que se deseja estuda”.
Neste espaço, os conceitos mais usados neste relatório:
Colectivo da direção – é o órgão consecutivo, composto pelo director, director adjunto pedagógico, na escola onde funcionam MINED (2008, p. 18).
Conselho de escola é órgão máximo do estabelecimento e tem como objectivo:
a) Ajustar as directrizes e metais - estabelecidas a nível central, a realidade da escola. MINED (2008, p. 14).
b) Garantir a gestão democrática, solidário e co-responsável.
Escola “é grupo social em que os professores realizam um trabalho de superação da diversidade” (Martins, 1999, p. 49).
Capitulo II
2.1 Breve historial da Escola Secundária de Namicopo
O surgimento da Escola Secundária de Namicopo teve como factores principais:
a) a partir de 2000, no bairro de Namicopo nesta cidade de Nampula nasceu um novo aglomerado populacional que buscava incessantemente resposta para a população emergente.
b) os alunos que terminavam a 7ª classe na escola ali presente, necessitavam de estudar e a única escola que deviam frequentar era a de Secundária de Nampula ou a 12 de Outubro, isso levava muitos alunos a desistirem devido as vagas que eram limitatíssimas;
c) O elevado efectivo dos alunos nas escolas a cima mencionadas, devido aos alunos que vinham dos bairros circunvizinhos ocasionou assim a insuficiência das salas de aula.
d) Crescimento cada vez mais da população nesta urbe, particularmente no bairro de Namicopo.
Devido a estes fatores houve a necessidade de se fundar uma Escola Secundária, que se baptizou como “Escola Secundária de Namicopo”. Em 2002 os pais e encarregados de educação a toda comunidade mobilizaram-se e contribuíram ideias e construíram com material local dois edifícios com duas salas de aula a cada.
Atualmente, a escola recebe alunos provenientes, principalmente, das duas escolas que estão ao redor: Escola Primária Completa de Namicopo e Escola Primária completa de Carrupeia.
2.2 Localização geográfica da Escola
A escola é uma instituição onde se concretiza o direito á educação, que se exprime pela garantia de uma permanente acção formativa orientada para favorecer o desenvolvimento global da personalidade, o progresso social e democratização da sociedade. 
A Escola secundária de Namicopo fica nos arredores da cidade de Nampula, ao lado da casa episcopal, limitando-se a este com a Paróquia Santa Maria.
Capítulo III
 3.1. Funções dos Membros de Direcção da Escola
3.1.1. Director da escola
É o órgão que corresponde com a organização e a gerência de todas as actividades da Escola coadjuvado por outros componentes da direcção. O director é responsável pró todas as actividades curriculares e extra-curriculares, assim como os documentos referentes aos mapas estatísticos, regulamento, selecção dos conteúdos referentes ao currículo local.
3.1.2 Director Adjunto Pedagógico (DAP)
É o órgão que coordena, supervisão, acompanha, apoia e avalia as actividades pedagógicas curriculares, compete a este organizar o processo docente, metodologia de ensino e de avaliação da aprendizagem em coordenação com os demais membros do conselho pedagógico.
Nos últimos anos, a aquisição e distribuição gratuita e racional escolares, dada a importância do livro no processo de ensino e aprendizagem, assim funcionando como um empréstimo devendo ser devolvido no final de cada ano lectivo. Para o uso dos alunos que vão ingressados pela 1ª ou os que passaram de classe.
3.2 Funcionamento da Escola
A Escola Secundária tem dois turnos. A Direcção organizou o funcionamento do horário em dois turnos, sendo:
Quadro 1: Horário de turnos
	Horas
	Turno 
	Classe 
	7: 00h – 11:00h
	Manha 
	11ª e 12ª classe
	13: 00h – 17:00h 
	A tarde
	8ª a 10ª classe
3.3 Formação profissional dos professores
Segundo a Direcção da Escola Secundária de Namicopo, à Escola possui vinte e três (43) professores. De salientar que, cinco (18) professores são do sexo masculino e os restantes vinte e cinco (25) são do sexo feminino. E dois não tem formação uma mulher e um homem.
Número total dos professores
	Professores
	Número
	Mulheres
	25
	Homens
	18
	Total 
	43
Fonte: Adaptado pelo autor 2022
3.4. Funções dos delegados de disciplina
Os delegados de disciplinas, coordenam as actividades de classe ou do ciclo, obedecendo os critérios estabelecidos como normas de funcionamento, como utilização dos livros de sumários, garantindo a realização dos encontros com Direcção e conselho da Escola das planificações semanais. A escola possui pastas de arquivo onde são conservados os documentos como planos quinquenais e semanais de cada disciplina, actas elaboradas nos encontros quinquenais.
3.5 Função do director da turma
O director da turma e escolhido pelo director da escola, que tenha competência do sector pedagógico, devendo ser um professor que de aula nessa turma. Com as seguintes competências.
· Estruturar a turma de acordo com o presente regulamento da escola;
· Reunir a turma semanalmente de acordo com o horário estabelecido;
· Resolver os problemas da turma;
· Tem que conhecer todos alunos e ter muita atenção peloso alunos.
3.6. Estudo de documentos de aproveitamento pedagógico
3.6.1 Registo de notas
O registo de notas dos alunos e feito em cadernetas por parte dos professores, que são livros que os professores recebem para fazer o cadastro do aproveitamento de todo ano lectivo. Na parte do sector pedagógico e feito em pautas e depois guardado e conservados corretamente.
Capítulo IV. Assistência e lecionação 
Na Escola Secundária de Namicopo assisti e lecionei as aulas na 9ª classeturma “B”. Esta turma é composta por 96 alunos, dos quais 52 são raparigas e o restante, são rapazes. Durante o período que participei aulas naquela turma, foi justamente durante as aulas de Geografia onde teve chance de lecionei duas aulas. 
Sob orientação do meu tutor, professor Délio Zacarias, ajudou-me a me inserir apresentando-me aos alunos e me acompanhando durante a minha lecionação. Não foi fácil gerir a turma devido o numero alto dos alunos que se encontra ali aglomerado. 
Como é de domínio comum, antes de entrar na lecionação teve que assistir algumas aulas ministradas pelo professor da disciplina, só depois é que me deu espaço para entrar em contacto com os alunos. As aulas lecionadas por mim aconteceram nos dias 29 de Agosto e 1 de Setembro. 
4.1. Aspectos positivos
· Ajudou-me muito a entender os problemas pedagógicos, uma vez em contacto com a realidade no terreno, o que me ajudou a criar laços com a realidade daquilo que aprendemos na faculdade.
· Os alunos se concentram e participam activamente nas aulas;
· Não se verifica poluição sonora constante provocada pelos automóveis e rádio;
· A escola em estudo realiza as suas actividades sob orientação de normas pré-graduadas nos regulamentos, despachos ministeriais, circulares e outros documentos do ministério da tutela;
· Louvamos a boa recepção e boa colaboração de toda direção da escola assim como o professor que nos tutoriou.
4.2. Aspecto Negativo
· Atraso verificado por parte dos alunos;
· Falta de portões que regulem as entradas e saídas dentro do recinto escolar;
· Lotação na sala de aula, algo que dificultava a passagem do professor enquanto explicava a matéria, e consequentemente pode resultar no fraco desempenho nos testes.
As Práticas Pedagógicas têm muita valia, porque leva o estudante a se integrar na vida da escola, porque não mesmo no próprio ensino e aprendizagem, para aqueles jovens que nunca abraçaram a carreira de docência. Essa inserção do futuro professor ao seu futuro ambiente de trabalho, trás consigo vários elementos que o ajudam a progredir no conhecimento do terreno para que não seja surpreendido por nada quando lá se inserir. 
4.3. Propostas e opiniões das PP II
Durante as PP II foi se verificar vários aspectos no ensino, onde “E muito importante que o professor domine profundamente o conteúdo da matéria, não só, mas, também, “e muito importante o professor planificar a sua aula porque consegue se orientar. É conveniente ter outros conhecimentos do meio social porque ajuda na percepção dos alunos, razão pela qual, não é aconselhável que o professor ensinar o que os alunos não conhecem, ou o que nunca viram.
Estou de opinião nas próximas vezes, antes do início das praticas a direção da UCM, tenha que entrar em contacto com os membros das escolas para dar conhecimento acerca dessas actividades, das praticas pedagógicas, porque chega o tempo de se apresentar nas escolas, então os próprios membros da começam a dificultar o processo. Finalmente estou de opinião nas próximas vezes, cada grupo das práticas ter um supervisor, que pode ajudar a ultrapassar algumas dificuldades que os estudantes encaram no campo.
4.4. Recomendações
Com a implementação da cadeira de Praticas Pedagógicas é de grande importância uma vez irá permitir aos estudantes o conhecimento directo da vida da escola. Assim para um maior êxito desta cadeira seria recomendável um maior acompanhamento directo dos estudantes pelos docentes, durante o decurso das actividades de campo.
Referência bibliográfica 
Dias, at all, (2008). Manual de Práticas Pedagógicas. Maputo: Editora Educar.
Ferreira, S. I. G. (2011). Prática de Ensino Supervisionada em Ensino do 1.º e 2.º Ciclo do Ensino Básico, Instituto Politécnico de Bragança. Braga: Livro.
Lakatos, E. M. & Marconi, M. A. (2001). Metodologia de Trabalho Científico, Procedimento Básico, Pesquisa bibliográfica. São Paulo: Altas.
Libânio, C. J. (2006). Didática Geral. São Paulo: Cortez.
Martins, J. (1999). Subsídio para redação de tese de mestrado e doutoramento. (2ª ed.). São Paulo: Atlas.
MINED. (2008). Regulamento Geral das Escolas do Ensino Básico. Maputo: Editora Escolar.
Monereo, C. (2007). Estratégias de Ensino e Aprendizagem: Formação de professores e aplicação na escola. (2ª ed). Lisboa: editora ASA.
Piletti, C. (2004). Didática Geral. (5ª ed.). São Paulo: Ática.
Regulamento académico da UCM. 2016.
Www.wikipedia.com (cessado 27.11.2012).
7

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