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unip2025_medicina_prova

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Questões resolvidas

Leia o texto para responder às questões de 11 a 14.

NASA

In the tranquil city of Naples, Florida, USA, the Otero family recently experienced a heart-stopping moment when a small fragment of space debris crashed through their roof. No one was hurt, but if the debris had struck someone, it could have ended in tragedy.

The object that hit the Otero home was a piece from a discarded battery, originally weighing several tons, once used aboard the International Space Station (ISS). The battery was released from the ISS in 2021, and expected to burn up upon reentry from orbit. But the smartphone-sized portion that struck the Otero residence survived, and, in crashing back to Earth, carried with it the weight of our unsustainable approach to space exploration. Our linear model — where satellites, like single-use plastics, are launched and abandoned — is contributing to the growing threat of space debris.

Proponents of a circular space economy advocate for a transformative departure from this wasteful paradigm. Much like embracing reusable materials on Earth, transitioning to a circular space economy means designing space systems with reuse and recyclability in mind. Satellites should be built to have extended lifespans, favoring upgrades and modifications rather than being discarded after a single mission.

The incident in Naples serves as a wake-up call — a call to action demanding innovation, collaboration and responsibility towards the cosmos. Let us seize this pivotal moment to redefine our relationship with space — a relationship founded on principles of reverence for the awe-inspiring wonders of our universe.

(Moriba Jah. https://edition.cnn.com, 09.05.2024. Adaptado.)

1 space debris are human-made objects in space — principally in Earth orbit — which no longer serve a useful function.
The text mainly
A) points to the risks space debris can bring to satellites currently in the Earth’s orbit.
B) defends the urgent need for a profound move towards sustainable space practices.
C) favors the reproduction of linear models aimed at reuse and recyclability.
D) describes the incident caused by space debris in Naples, USA, which ended in tragedy.
E) raises possibilities about what to do with space debris falling from the surface of our planet.

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Questões resolvidas

Leia o texto para responder às questões de 11 a 14.

NASA

In the tranquil city of Naples, Florida, USA, the Otero family recently experienced a heart-stopping moment when a small fragment of space debris crashed through their roof. No one was hurt, but if the debris had struck someone, it could have ended in tragedy.

The object that hit the Otero home was a piece from a discarded battery, originally weighing several tons, once used aboard the International Space Station (ISS). The battery was released from the ISS in 2021, and expected to burn up upon reentry from orbit. But the smartphone-sized portion that struck the Otero residence survived, and, in crashing back to Earth, carried with it the weight of our unsustainable approach to space exploration. Our linear model — where satellites, like single-use plastics, are launched and abandoned — is contributing to the growing threat of space debris.

Proponents of a circular space economy advocate for a transformative departure from this wasteful paradigm. Much like embracing reusable materials on Earth, transitioning to a circular space economy means designing space systems with reuse and recyclability in mind. Satellites should be built to have extended lifespans, favoring upgrades and modifications rather than being discarded after a single mission.

The incident in Naples serves as a wake-up call — a call to action demanding innovation, collaboration and responsibility towards the cosmos. Let us seize this pivotal moment to redefine our relationship with space — a relationship founded on principles of reverence for the awe-inspiring wonders of our universe.

(Moriba Jah. https://edition.cnn.com, 09.05.2024. Adaptado.)

1 space debris are human-made objects in space — principally in Earth orbit — which no longer serve a useful function.
The text mainly
A) points to the risks space debris can bring to satellites currently in the Earth’s orbit.
B) defends the urgent need for a profound move towards sustainable space practices.
C) favors the reproduction of linear models aimed at reuse and recyclability.
D) describes the incident caused by space debris in Naples, USA, which ended in tragedy.
E) raises possibilities about what to do with space debris falling from the surface of our planet.

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Confidencial até o momento da aplicação.
VESTIBULAR mEdIcInA | 1o semestre de 2025
001. PRoVA dE conhEcImEnToS 
GERAIS E REdAção
 Confira seus dados impressos neste caderno.
 Assine com caneta de tinta preta a Folha de respostas apenas no local indicado.
 esta prova contém 50 questões objetivas e uma proposta de redação.
 Quando for permitido abrir o caderno, verifique se está completo ou se apresenta imperfeições. Caso haja algum 
problema, informe ao fiscal da sala para a devida substituição.
 Para cada questão, o candidato deverá assinalar apenas uma alternativa na Folha de respostas, utilizando caneta 
de tinta preta.
 encontra-se neste caderno a Classificação Periódica, que poderá ser útil para a resolução de questões.
 esta prova terá duração total de 5h e o candidato somente poderá sair do prédio depois de transcorridas 3h, 
contadas a partir do início da prova.
 Os últimos três candidatos deverão se retirar juntos da sala.
 Ao final da prova, antes de sair da sala, entregue ao fiscal a Folha de respostas, a Folha de redação e o Caderno 
de Questões.
Nome do candidato
Prédio sala CarteiraInscriçãorG
2UNIP2401 | 001-ConhecGerais Confidencial até o momento da aplicação.
Analise a tirinha publicada na conta @dona.anesia do Insta-
gram em 24.11.2023, para responder às questões 01 e 02.
A SENHORA ANDA
MUITO MAL-
HUMORADA, VÓ!
NÃO SÓ ANDO.
SAIBA QUE ESTOU
MAL-HUMORADA
TAMBÉM ENQUANTO
TÔ PARADA.
A MINHA VÓ ANDA
MAL-HUMORADA
COMO A SENHORA,
DONA ANÉSIA.
DIGA À SUA VÓ QUE
SÓ ANDO MAL-
HUMORADA POR-
QUE NÃO TENHO
CONSEGUIDO CORRER.
QUESTão 01
Na construção do humor da tirinha, o cartunista mobiliza fun-
damentalmente o seguinte recurso expressivo:
(A) metalinguagem.
(B) ambiguidade.
(C) metonímia.
(D) intertextualidade.
(E) pleonasmo.
QUESTão 02
“A minha vó anda mal-humorada como a senhora, dona Ané-
sia.” (3o quadrinho)
Ao se transpor a fala da personagem para o discurso indi-
reto, os termos sublinhados assumem, respectivamente, as 
formas:
(A) sua – tinha andado.
(B) dela – tinha andado.
(C) dela – andou.
(D) sua – andava.
(E) tua – andava.
Leia o texto “Tatuapé. O caminho do Tatu”, de Daniel Mundu-
ruku, para responder às questões de 03 a 06.
Uma das mais intrigantes invenções humanas é o metrô. 
Não digo que seja intrigante para o homem comum, acos-
tumado com os avanços tecnológicos. Penso no homem da 
floresta, acostumado com o silêncio da mata, com o canto 
dos pássaros ou com a paciência constante do rio que segue 
seu fluxo rumo ao mar. Penso nos povos da floresta.
Os índios sempre ficam encantados com a agilidade do 
grande tatu metálico. Lembro de mim mesmo quando che-
guei a São Paulo. Ficava muito tempo atrás desse tatu, ape-
nas para observar o caminho que ele fazia.
O tatu da floresta tem uma característica muito interes-
sante: ele corre para sua toca quando se vê acuado pelos 
seus predadores. É uma forma de escapar ao ataque deles. 
Mas isso é o instinto de sobrevivência. Quem vive na floresta 
sabe, bem lá dentro de si, que não pode se permitir andar 
desatento, pois corre um sério perigo de não ter amanhã.
O tatu metálico da cidade não tem esse medo. É ele que 
faz o seu caminho, mostra a direção, rasga os trilhos como 
quem desbrava. É ele que segue levando pessoas para os 
seus destinos. Alguns sofrem com a sua chegada, outros so-
frem com a sua partida.
Voltei a pensar no tatu da floresta, que desconhece o pró-
prio destino mas sabe aonde quer chegar.
Pensei também no tempo de antigamente, quando o Tatu-
apé era um lugar de caça ao tatu. Índios caçadores entravam 
em sua mata apenas para saber onde estavam as pegadas 
do animal. Depois eles ficavam à espreita daquele parente, 
aguardando pacientemente sua manifestação. Nessa hora — 
quando o tatu saía da toca — eles o pegavam e faziam um 
suculento assado que iria alimentar os famintos caçadores.
Voltei a pensar no tatu da cidade, que não pode servir 
de alimento, mas é usado como transporte, para a maioria 
das pessoas poder encontrar o seu próprio alimento. Andan-
do no metrô que seguia rumo ao Tatuapé, fiquei mirando os 
prédios que ele cortava como se fossem árvores gigantes de 
concreto. Naquele itinerário eu ia buscando algum resquício 
das antigas civilizações que habitaram aquele vale. Encontrei 
apenas urubus que sobrevoavam o trem que, por sua vez, 
cortava o coração da Mãe Terra como uma lâmina afiada. Vi 
pombos e pombas voando livremente entre as estações. Vi 
um gavião que voava indiferente por entre os prédios. Não vi 
nenhum tatu e isso me fez sentir saudades de um tempo em 
que a natureza imperava nesse pedaço de São Paulo habita-
do por índios Puris. Senti saudades de um ontem impossível 
de se tornar hoje novamente.
Pensando nisso deixei o trem me levar entre Itaquera e 
o Anhangabaú. Precisava levar minha alma ao princípio de 
tudo.
(www.escrevendoofuturo.org.br, 07.08.2023.)
3 UNIP2401 | 001-ConhecGeraisConfidencial até o momento da aplicação.
QUESTão 05
“Quem vive na floresta sabe, bem lá dentro de si, que não 
pode se permitir andar desatento [...]” (3o parágrafo)
O prefixo da palavra sublinhada expressa uma determinada 
ideia que também está presente no prefixo de uma palavra 
no seguinte trecho:
(A) “algum resquício das antigas civilizações” (7o parágrafo).
(B) “um ontem impossível de se tornar hoje” (7o parágrafo).
(C) “O tatu metálico da cidade não tem esse medo” (4o pa-
rágrafo).
(D) “apenas urubus que sobrevoavam o trem” (7o parágrafo).
(E) “acostumado com os avanços tecnológicos” (1o pará-
grafo).
QUESTão 06
No trecho “Pensei também no tempo de antigamente, 
quando o Tatuapé era um lugar de caça ao tatu” (6o pará-
grafo), a conjunção sublinhada tem a função de
(A) comparar a atividade exercida antigamente no Tatuapé 
com seu papel na contemporaneidade.
(B) indicar uma relação de causa e efeito entre o tempo pas-
sado e a prática desempenhada no Tatuapé.
(C) adicionar uma explicação sobre a razão pela qual o 
Tatuapé foi transformado ao longo do tempo.
(D) estabelecer um ponto de referência temporal para se re-
ferir ao período em que o Tatuapé era uma área de caça.
(E) introduzir uma condição necessária para se entender a 
importância histórica do Tatuapé na caça ao tatu.
QUESTão 03
No texto, o autor
(A) considera o tatu metálico uma invenção inferior em com-
paração com o tatu da floresta, tecendo assim uma crítica 
ao transporte urbano.
(B) considera a figura do tatu uma espécie de alegoria da 
superioridade do progresso urbano em relação à vida tra-
dicional indígena.
(C) reflete sobre a diferença entre os ritmos de vida na flores-
ta e na cidade, utilizando o tatu como uma metáfora para 
contrastar esses mundos.
(D) revela ter se adaptado completamente ao ambiente urba-
no, tornando-se incapaz de perceber as diferenças entre 
o tatu da floresta e o tatu metálico da cidade.
(E) reflete, a partir da metáfora do tatu, sobre a eficiência do 
transporte urbano, mas desprezando completamente as 
implicações culturais e ambientais acarretadas por ele.
QUESTão 04
Eufemismo é a figura de linguagem utilizada para suavizar 
uma ideia desagradável ou ofensiva.
Verifica-se o emprego de um eufemismo no trecho:
(A) “os prédios que ele cortava como se fossem árvores gi-
gantes de concreto” (7o parágrafo).
(B) “Precisava levar minha alma ao princípio de tudo” (8o pa-
rágrafo).
(C) “pois corre um sério perigo de não ter amanhã” (3o pará-
grafo).
(D) “Lembro de mim mesmo quando cheguei a São Paulo” 
(2o parágrafo).
(E) “ele corre para sua toca quando se vê acuado pelos seus 
predadores” (3o parágrafo).
4UNIP2401 | 001-ConhecGerais Confidencial até o momento da aplicação.
QUESTão 07
O poema permite caracterizar o eu lírico como:
(A) estável.
(B) apático.
(C) ressentido.
(D) dissimulado.
(E) inconstante.
QUESTão 08
Embora o poema esteja inserido no movimento árcade, ob-
servam-se nele características do Romantismo, como
(A) o apelo sentimental e o escapismo da realidade.
(B) o rigor estético e a descriçãoobjetiva da realidade.
(C) a temática universal e o teor racionalista.
(D) a valorização da natureza e a simplicidade formal.
(E) a ênfase sensorial e a musicalidade.
QUESTão 09
“Parece que vejo a honra, / Marília, toda enlutada” (3a estrofe)
Um verso que exerce a mesma função sintática do verso su-
blinhado é verificado em:
(A) “Grossa nau, que não tem leme, / Em vão sustentar-se 
intenta;” (1a estrofe)
(B) “Até que naufraga, e corre / À discrição da tormenta.” 
(1a estrofe)
(C) “Ah! que imagens tão funestas / Me finge o pesar ativo.” 
(2a estrofe)
(D) “Vem-me então um pensamento / A tua testa nevada,” 
(5a estrofe)
(E) “Busco alívio às minhas ânsias, / Não o descubro, deliro.” 
(4a estrofe)
QUESTão 10
“Rima rica” é aquela que ocorre entre palavras de classes 
gramaticais diferentes, a exemplo do que se verifica em:
(A) “banhada” e “consternada” (3a estrofe).
(B) “rebenta” e “intenta” (1a estrofe).
(C) “suspiro” e “deliro” (4a estrofe).
(D) “nevada” e “rosada” (5a estrofe).
(E) “vivo” e “ativo” (2a estrofe).
Leia o poema “Lira XXXII”, de Tomás Antônio Gonzaga, para 
responder às questões de 07 a 10.
Se o vasto mar se encapela1,
E na rocha em flor rebenta,
Grossa nau, que não tem leme,
Em vão sustentar-se intenta;
Até que naufraga, e corre
À discrição da tormenta.
[...]
Nesta sombria masmorra,
Aonde, Marília, vivo,
Encosto na mão o rosto,
Ah! que imagens tão funestas
Me finge o pesar ativo.
Parece que vejo a honra,
Marília, toda enlutada;
A face de um pai rugosa,
Num mar de pranto banhada;
Os amigos macilentos2,
E a família consternada.
[...]
Um frio suor me cobre,
Laxam-se3 os membros, suspiro;
Busco alívio às minhas ânsias,
Não o descubro, deliro.
Já, meu Bem, já me parece
Que nas mãos da morte expiro.
Vem-me então ao pensamento
A tua testa nevada,
Os teus meigos, vivos olhos,
A tua face rosada,
Os teus dentes cristalinos,
A tua boca engraçada.
[...]
Restauro as forças perdidas,
Sobe a viva cor ao rosto,
Gira o sangue pela veia,
E bate o pulso composto:
Vê, Marília, o quanto pode
Contra meus males teu rosto.
(Tomaz Antônio Gonzaga. Marília de Dirceu.)
1 encapelar: agitar-se.
2 macilento: sem viço, pálidos.
3 laxar-se: enfraquecer-se.
5 UNIP2401 | 001-ConhecGeraisConfidencial até o momento da aplicação.
QUESTão 12
According to the second paragraph, the fragment that reached 
the Otero family’s home
(A) burned up as soon as it returned to the Earth’s orbit.
(B) was extremely heavy due to its size and composition.
(C) exemplifies a possible danger of space debris.
(D) was part of a satellite launched to space in 2021.
(E) should not have been released from the ISS.
QUESTão 13
No final do segundo parágrafo, os satélites são comparados 
a plástico descartável na medida em que ambos
(A) podem ser facilmente reduzidos a fragmentos.
(B) são potencialmente tóxicos para o meio ambiente.
(C) ilustram abordagens não sustentáveis de produção.
(D) são considerados produtos de baixa durabilidade.
(E) têm sido reprojetados para maior reuso e reciclagem.
QUESTão 14
In the excerpt from the third paragraph “rather than being 
discarded after a single mission”, the underlined expression 
can be replaced, with no change in meaning, by:
(A) apart from.
(B) ahead of.
(C) right after.
(D) instead of.
(E) in spite of.
Leia o texto para responder às questões de 11 a 14.
N
A
S
A
In the tranquil city of Naples, Florida, USA, the Otero 
family recently experienced a heart-stopping moment when 
a small fragment of space debris1 crashed through their roof. 
No one was hurt, but if the debris had struck someone, it could 
have ended in tragedy.
The object that hit the Otero home was a piece from 
a discarded battery, originally weighing several tons, once 
used aboard the International Space Station (ISS). The battery 
was released from the ISS in 2021, and expected to burn up 
upon reentry from orbit. But the smartphone-sized portion that 
struck the Otero residence survived, and, in crashing back to 
Earth, carried with it the weight of our unsustainable approach 
to space exploration. Our linear model — where satellites, 
like single-use plastics, are launched and abandoned — 
is contributing to the growing threat of space debris.
Proponents of a circular space economy advocate for a 
transformative departure from this wasteful paradigm. Much 
like embracing reusable materials on Earth, transitioning to a 
circular space economy means designing space systems with 
reuse and recyclability in mind. Satellites should be built to 
have extended lifespans, favoring upgrades and modifications 
rather than being discarded after a single mission.
The incident in Naples serves as a wake-up call — a call to 
action demanding innovation, collaboration and responsibility 
towards the cosmos. Let us seize this pivotal moment to 
redefine our relationship with space — a relationship founded 
on principles of reverence for the awe-inspiring wonders of 
our universe.
(Moriba Jah. https://edition.cnn.com, 09.05.2024. Adaptado.)
1 space debris are human-made objects in space — principally in Earth 
orbit — which no longer serve a useful function.
QUESTão 11
The text mainly
(A) points to the risks space debris can bring to satellites 
currently in the Earth’s orbit.
(B) defends the urgent need for a profound move towards 
sustainable space practices.
(C) favors the reproduction of linear models aimed at reuse 
and recyclability.
(D) describes the incident caused by space debris in Naples, 
USA, which ended in tragedy.
(E) raises possibilities about what to do with space debris 
falling from the surface of our planet.
6UNIP2401 | 001-ConhecGerais Confidencial até o momento da aplicação.
QUESTão 17
A exposição de artes plásticas Um defeito de cor foi 
instalada em São Paulo, depois de ter passado pelas cida-
des do Rio de Janeiro e de Salvador. A exposição, composta 
por mais de 370 trabalhos artísticos, foi inspirada no livro 
Um defeito de cor da escritora Ana Maria Gonçalves. O título, 
tanto do livro, quanto da exposição, refere-se a uma lei do 
período colonial, mas ainda presente no século XIX brasilei-
ro, que impedia pessoas negras de ocuparem cargos civis, 
militares, eclesiásticos e administrativos no país. O motivo? 
Um “defeito de cor”. Se uma pessoa negra desejasse assumir 
um desses cargos, era necessário, no século XIX, solicitar ao 
imperador uma “licença do defeito de cor”.
(Humberto Maruchel. https://bravo.abril.com.br, 31.05.2024. Adaptado.)
A exposição e o livro expressam
(A) a raiz histórica da democracia racial na particularidade da 
colonização do Brasil.
(B) a vigência do racismo institucional no contexto de escra-
vização de populações negras no Brasil.
(C) a recusa do determinismo biológico pela sociedade es-
cravista brasileira.
(D) a dificuldade de inserção na sociedade brasileira de indi-
víduos negros libertos.
(E) a morosidade no cumprimento das leis governamentais 
na sociedade escravista brasileira.
QUESTão 18
Leia um trecho da canção “Pelas tabelas”, composta por Chi-
co Buarque de Holanda em 1984.
Ando com minha cabeça já pelas tabelas
Claro que ninguém se toca com minha aflição
Quando vi todo mundo na rua de blusa amarela
Eu achei que era ela puxando um cordão
Oito horas e danço de blusa amarela
Minha cabeça talvez faça as pazes assim
(www.letras.mus.br)
A análise da canção, à luz do momento histórico em que foi 
composta, permite concluir que a aflição do eu lírico convive 
com o desejo da multidão de
(A) escolher o presidente do país por eleições diretas.
(B) protestar contra conflitos bélicos internacionais.
(C) realizar o impeachment do presidente em exercício.
(D) apoiar o estabelecimento de um regime militar.
(E) reivindicar o retorno dos exilados pela ditadura.
QUESTão 15
Leia o cartaz.
Space Sustainability Talks
14 June 2021
Sustainability and Outer Space:
Achieving the Unachievable
Unstealing the Sky: Third
World Equity in the
Orbital Commons
Current European Efforts in
Space Safety,Space
Sustainability and Space
Traffic Management
The UN-COPOUS Working
Group on the Long-term
Sustainability of Outer Space
Activities – Challenges and
Opportunities
How do we Measure
Space Sustainability?
Legal Tools to Ensure
Space Sustainability
21 June 2021
Dr. Tomas Hrozensky Rada Popova
General Counsel, Isar
Aerospace & Lecturer at
the University of Cologne
Cristian van Eijk
Space LawyerResearch Fellow, ESPI
Prof. Dr. Thomas
Schildknecht
Astronomical Institute,
University of Berne
Dr. Francesca Letizia
Space Debris Engineer,
ESOC
Erik Pellander
Research Fellow, BHO
Legal
28 June 2021
5 July 2021 12 July 2021 19 July 2021
Space Sustainability Talks
(www.sichtraum-netzwerk.de. Adaptado.)
Uma pessoa particularmente interessada em compreender os 
desafios e as oportunidades da sustentabilidade espacial a lon-
go prazo assistiria à palestra agendada para a seguinte data:
(A) 5 July 2021.
(B) 14 June 2021.
(C) 21 June 2021.
(D) 12 July 2021.
(E) 19 July 2021.
QUESTão 16
Na Inglaterra, a Contrarreforma teve em Henrique VIII um 
de seus mais notáveis — e contraditórios — representantes, 
o que se restringe apenas à parte inicial de seu governo. Na 
primeira metade de seu reinado, por conta de um panfleto re-
digido em 1521 contra Lutero, o rei foi considerado defensor 
da Igreja de Roma e respeitador dos papas, o que lhe rendeu 
o título de Defensor da Fé, concedido por Clemente VII. No 
pequeno e bem escrito livro, Henrique VIII defendia os sete 
sacramentos do catolicismo, reduzidos a dois pela Reforma 
(batismo e eucaristia), destacando, particularmente, o signi-
ficado do sacramento do matrimônio — baseado na pureza 
do amor conjugal, destinado à reprodução e diametralmente 
oposto à “vergonha da luxúria”.
(Paulo Miceli. História Moderna, 2023.)
O excerto refere-se a uma atitude contraditória do rei da In-
glaterra. Essa contradição foi materializada com
(A) o enfraquecimento do Cristianismo devido à instituição 
da liberdade de culto.
(B) a proibição dos matrimônios religiosos nos territórios sob 
seu domínio.
(C) a imposição à nação do Ato de Supremacia.
(D) a incorporação do Calvinismo como religião de Estado.
(E) o apoio político à luta da nobreza luterana contra o poder 
eclesiástico.
7 UNIP2401 | 001-ConhecGeraisConfidencial até o momento da aplicação.
QUESTão 21
Por meio da Iniciativa do Cinturão e Rota (BRI, na sigla 
em inglês), a China apoia e desenvolve cerca de 21 mil proje-
tos em todo o mundo, sobretudo em países de baixa e média 
renda, com valores superiores a US$ 1,3 trilhão (cerca de 
R$ 6,3 trilhões) ao longo da última década — algo que já 
rendeu comparações com o Plano Marshall dos Estados Uni-
dos (EUA) para a Europa após a Segunda Guerra Mundial. 
A iniciativa também é creditada pelo aumento da influência 
global de Pequim, gerando preocupações em Washington e 
Bruxelas.
(www.dw.com, 24.11.2023. Adaptado.)
No excerto, a iniciativa da China é comparada a um plano 
estadunidense. Um dos principais objetivos desse plano era
(A) a criação de uma rede de assistência na Europa para o 
acolhimento de pessoas vindas do bloco soviético.
(B) o financiamento da instalação de multinacionais america-
nas no Leste Europeu.
(C) a disseminação de produtos de empresas capitalistas em 
países socialistas europeus.
(D) a promoção da recuperação econômica em países euro-
peus aliados para a contenção do avanço socialista.
(E) o desenvolvimento de programas de natalidade para a 
ampliação de mercado consumidor europeu.
QUESTão 19
Chegamos a uma situação de exploração mesmo sem 
patrão, já que o introjetamos. Quem é o pior senhor se não 
aquele que mora dentro de nós? Em nome de palavras falsa-
mente emancipatórias, como empreendedorismo, ou de eu-
femismos perversos como “flexibilização”, cresce o número 
de “autônomos”, livres apenas para se matar de trabalhar. Os 
autônomos são autômatos, programados para chicotear a si 
mesmos. E mesmo os empregados se “autonomizam” por-
que a jornada de trabalho já não acaba. Todos os trabalha-
dores culpados porque não conseguem produzir ainda mais.
(Eliane Brum. https://brasil.elpais.com, 04.07.2016. Adaptado.)
O conteúdo do excerto expressa o conceito filosófico de
(A) super-homem.
(B) modo de produção.
(C) sistema panóptico.
(D) escravidão moderna.
(E) sociedade do desempenho.
QUESTão 20
A esposa do jogador de futebol Sadio Mané falou pela 
primeira vez desde que subiu ao altar com o senegalês. Aisha 
Tamba, de apenas 18 anos, afirmou que a riqueza e a fama 
decorrentes da união com o jogador não vão mudar seus 
“modos humildes”. Segundo revelado pelo próprio pai da jo-
vem, o empreiteiro Amadou Tamba, ambos se conheceram 
há cerca de dois anos e tiveram um casamento arranjado.
(https://tribunadosertao.com.br, 14.01.2024. Adaptado.)
Considerando-se a teoria sociológica de Max Weber, o tipo 
de casamento citado pelo excerto seria classificado como 
uma ação social
(A) racional com relação a fins.
(B) racional com relação a valores.
(C) carismática.
(D) afetiva.
(E) anômica.
8UNIP2401 | 001-ConhecGerais Confidencial até o momento da aplicação.
QUESTão 23
Quadro final de medalhas — Olímpiadas de Paris 2024
(www.flashscore.com.br. Adaptado.)
A posição do Brasil no ranking do quadro de medalhas dos 
Jogos Olímpicos de Paris 2024 é
(A) inferior à posição do país no ranking mundial de maiores 
populações, em 2023.
(B) superior à posição do país no ranking mundial de maiores 
produtores de energia hidrelétrica, em 2023.
(C) superior à posição do país no ranking mundial por Produ-
to Interno Bruto (PIB), em 2023.
(D) superior à posição do país no ranking mundial de maiores 
frotas de veículos, em 2023.
(E) inferior à posição do país no ranking mundial do Índice de 
Desenvolvimento Humano (IDH), em 2023.
QUESTão 22
O mapa destaca áreas de atuação de um grupo terrorista em 
2017.
A perda de território
território perdido
antes de janeiro/2017
território perdido
desde janeiro/2017
sob controle
em dezembro/2017
Mossul
Raqqa
Aleppo
Deir ez Zour
Abu Kamal
Qaim
Rawa
Hit
Fallujah
IRAQUE
Capital Capital
TURQUIA
(https://g1.globo.com, 29.12.2017. Adaptado.)
Após ações iniciais no Iraque, esse grupo terrorista estendeu 
sua atuação principalmente ao território
(A) do Líbano, no contexto de instabilidade atrelada a ata-
ques do Hezbollah.
(B) do Irã, no contexto de instabilidade atrelada à Revolução 
Islâmica.
(C) da Síria, no contexto de instabilidade atrelada à Prima-
vera Árabe.
(D) da Jordânia, no contexto de instabilidade atrelada à Inti-
fada palestina.
(E) do Iêmen, no contexto de instabilidade atrelada a ata-
ques de grupos houthis.
9 UNIP2401 | 001-ConhecGeraisConfidencial até o momento da aplicação.
QUESTão 25
Distribuição da temática por 
Unidades da Federação — Brasil 2017
MS
AM
RR
RO
PA
MT
TO
GO DF
MA
PI
CE
PE
PB
ALBA
SE
MG
SP
SC
PR
RS
I
II
III
IV
V
ES
RJ
AC
RN
AP
(www.educa.ibge.gov.br. Adaptado.)
Analisando a distribuição apresentada, a temática da ana-
morfose e um valor adequado para identificar a faixa V na 
legenda são, respectivamente,
(A) produção de arroz e mais de 1 000 000 de toneladas.
(B) número de homicídios e mais de 50 000 000 de casos.
(C) número de automóveis e mais de 200 000 000 de veícu-
los.
(D) alunos do ensino superior e mais de 20 000 000 de estu-
dantes de doutorado.
(E) população total e mais de 40 000 000 de habitantes.
QUESTão 24
Um dos projetos mais recentes desenvolvidos para a re-
gião é a proposta de criação do AMACRO, em 2019, cujo 
acrônimo e desenvolvimento foram inspirados no MATOPI-
BA, uma área do Brasil onde a agricultura se expandiu a par-
tir da segunda metade dos anos 1980.
(Bruno Sarkis Vidal e Thiago Oliveira Neto. 
Revista Presença Geográfica, 2023. Adaptado.)
Enquanto o governo federal discute a criação de um polo 
agrícola na confluência popularmente conhecida pelo acrô-
nimo AMACRO, o desmatamento nos municípios da área 
envolvida avança e já representa76,5% do total devastado 
entre 2018 e 2022, nos estados relacionados.
(https://agencia.fapesp.br, 15.03.2024. Adaptado.)
São características do domínio morfoclimático predominante 
na área do AMACRO, mencionado nos excertos,
(A) as colinas aplainadas, com clima subtropical e vegetação 
com predomínio de estrato herbáceo.
(B) as terras baixas e as depressões, com clima equatorial 
úmido e vegetação estratificada.
(C) os morros arredondados e os planaltos, com clima tropi-
cal úmido e vegetação de grande porte.
(D) os planaltos e as planícies, com clima semiárido e vege-
tação com estrato herbáceo e arbustos caducifólios.
(E) os planaltos extensos e as chapadas, com clima tropical 
de altitude e vegetação de árvores esparsas com troncos 
retorcidos.
10UNIP2401 | 001-ConhecGerais Confidencial até o momento da aplicação.
QUESTão 27
O gráfico mostra as velocidades de reação de dois processos 
metabólicos (M e N), em função da intensidade luminosa, que 
ocorrem em uma espécie de planta.
V
e
lo
c
id
a
d
e
d
e
re
a
ç
ã
o
Intensidade luminosa
1
M
2 3
N
De acordo com o gráfico, conclui-se que:
(A) no momento 3, a planta libera mais gás carbônico do que 
no momento 1.
(B) no momento 1, a planta libera mais gás oxigênio do que 
no momento 3.
(C) no momento 1, a planta realiza mais fotólise da água do 
que no momento 3.
(D) no momento 2, a planta absorve mais energia luminosa 
do que no momento 3.
(E) no momento 3, a planta fixa mais gás carbônico do que 
no momento 1.
QUESTão 28
Os mais famosos gêmeos unidos pela região torácica fo-
ram os irmãos Chang e Eng, nascidos em 1811 na atual Tai-
lândia (antigo Sião). Eles ficaram conhecidos como “irmãos 
siameses” e ganharam a vida exibindo-se para plateias nos 
Estados Unidos, onde moraram e se casaram com duas irmãs.
(José M. Amabis e Gilberto R. Martho. Biologia, 2015. Adaptado.)
Os irmãos Chang e Eng eram gêmeos
(A) univitelinos, originados a partir de dois zigotos diferentes.
(B) bivitelinos, originados a partir de um zigoto.
(C) bivitelinos, originados a partir de dois zigotos diferentes.
(D) univitelinos, originados a partir de um zigoto.
(E) bivitelinos, originados a partir de dois zigotos iguais.
QUESTão 26
O gráfico representa a variação no número de indivíduos 
de uma população X antes e depois da introdução, em seu 
hábitat, de uma outra espécie Z.
N
ú
m
e
ro
d
e
in
d
iv
íd
u
o
s
Tempo (anos)
X
Z
Considerando o gráfico, conclui-se que:
(A) graças à introdução da espécie Z, a espécie X se tornou 
presa da espécie Z.
(B) após a introdução da espécie Z, a espécie X passou a ter 
maior chance de ser extinta.
(C) graças à introdução da espécie Z, a espécie X teve me-
nor resistência ambiental.
(D) após a introdução da espécie Z, as espécies X e Z com-
petiram pelo espaço físico.
(E) graças à introdução da espécie Z, a espécie X entrou em 
equilíbrio populacional.
11 UNIP2401 | 001-ConhecGeraisConfidencial até o momento da aplicação.
QUESTão 31
Analise a figura que ilustra um vírus envelopado.
Ácido
nucleico
Capsídeo
Envelope
(www.ufrgs.br. Adaptado.)
O envelope dos vírus é uma estrutura
(A) composta por fragmentos de vírus já inativos.
(B) sintetizada pelo ácido nucleico do vírus após a lise ce-
lular.
(C) de peptidoglicano sintetizado no núcleo da célula hospe-
deira.
(D) derivada da membrana plasmática da célula hospedeira.
(E) quimicamente idêntica à estrutura do capsídeo viral.
QUESTão 32
A figura ilustra algumas modificações estruturais que ocorrem 
no ovário de uma mulher saudável, para as quais são neces-
sárias ações hormonais nesse órgão.
De acordo com a figura e conhecimentos a respeito das mo-
dificações estruturais que ocorrem no ovário,
(A) no interior da estrutura X há uma organela que armazena 
FSH.
(B) a estrutura Y é liberada por ação de um hormônio hipo-
fisário.
(C) a estrutura Z produz um hormônio que estimula a mens-
truação.
(D) a estrutura X se desenvolve quando é estimulada por es-
trógenos.
(E) no interior da estrutura Z há células germinativas que pro-
duzem LH.
QUESTão 29
Há espécies de angiospermas cujas flores são monócli-
nas, ou seja, apresentam androceu e gineceu. Além disso, 
algumas dessas espécies apresentam dicogamia, ou seja, 
conseguem ajustar o amadurecimento das estruturas repro-
dutoras, impedindo a produção concomitante de gametas 
masculinos e femininos.
(José Arnaldo Favaretto. 360º: biologia: 
diálogos com a vida, 2015. Adaptado.)
A dicogamia é um fenômeno que
(A) favorece a fecundação cruzada.
(B) facilita a meiose gamética.
(C) caracteriza a reprodução assexuada.
(D) intensifica a autofecundação.
(E) dificulta a reprodução sexuada.
QUESTão 30
O que é o que é? Um animal que está na Terra há mais 
de 300 milhões de anos, é um exímio caçador e pode alcan-
çar até 80 quilômetros por hora durante o voo. Pode parecer 
estranho, mas estamos falando das libélulas. Com o corpo 
fino e alongado, medindo até 19 centímetros, e com asas co-
loridas, cerca de cinco mil espécies da ordem Odonata ocor-
rem no planeta, 1 200 delas no Brasil.
B
e
rn
a
rd
o
E
g
it
o
(https://g1.globo.com. Adaptado.)
As libélulas conseguem atingir alta velocidade porque elas 
possuem um sistema fisiológico em que
(A) o sangue remove o gás carbônico rapidamente dos teci-
dos musculares.
(B) a circulação aberta permite eficientes trocas gasosas 
com os músculos.
(C) o gás oxigênio atinge os músculos sem a participação da 
hemolinfa.
(D) a hemolinfa transporta rapidamente o gás oxigênio para 
os músculos.
(E) a oxiemoglobina oxigena rapidamente os tecidos muscu-
lares.
12UNIP2401 | 001-ConhecGerais Confidencial até o momento da aplicação.
QUESTão 34
Em uma espécie de patos, há uma série de alelos autossô-
micos que determinam a cor da plumagem. O alelo P e condi-
ciona a plumagem escura, o alelo Pv condiciona a plumagem 
vermelha, e o alelo Ps condiciona a plumagem selvagem. 
Foram realizados cruzamentos entre alguns patos e os re-
sultados obtidos na descendência estão indicados na tabela.
Cruzamentos
Plumagem na descendência
Escura Vermelha Selvagem
Escura x Escura 27 0 0
Escura x Vermelha 7 19 0
Escura x Selvagem 4 0 19
Selvagem x Selvagem 0 8 24
Selvagem x Vermelha 6 7 15
Vermelha x Vermelha 5 17 0
De acordo com os resultados apresentados na tabela, a or-
dem de dominância entre os três alelos é:
(A) P e > P s > P v
(B) P s > P e > P v
(C) P v > P s > P e
(D) P s > P v > P e
(E) P e > P v > P s
QUESTão 35
Em algumas serpentes atuais, como as do gênero 
Python, é possível identificar externamente as esporas pélvi-
cas, apontadas pelas setas. Tais estruturas indicam que seus 
ancestrais tinham membros, o que é uma evidência evolutiva.
(Kelly Cristina dos Santos et al. Diálogo: ciências 
 da natureza e suas tecnologias, 2020. Adaptado.)
As esporas pélvicas presentes nas serpentes do gênero 
Python são consideradas órgãos
(A) vestigiais, com a mesma vantagem que conferiam a seus 
ancestrais.
(B) análogos aos ossos das patas traseiras dos dinossauros.
(C) análogos às patas traseiras dos lagartos.
(D) homólogos às pernas articuladas dos aracnídeos.
(E) vestigiais, que não são considerados funcionais.
QUESTão 33
A figura representa um importante fenômeno que ocorre em 
células eucarióticas.
Componentes celulares
danificados
O fenômeno apresentado na figura é denomina-
do , em que a organela X é o , rico 
em enzimas que são sintetizadas no .
As lacunas do texto são preenchidas, respectivamente, por:
(A) autofagia – lisossomo – retículo granuloso.
(B) heterofagia – peroxissomo – retículo granuloso.
(C) heterofagia – lisossomo – sistema golgiense.
(D) heterofagia – lisossomo – retículo agranuloso.
(E) autofagia – peroxissomo – sistema golgiense.
13 UNIP2401 | 001-ConhecGeraisConfidencial até o momento da aplicação.
QUESTão 38
O formol é um solvente comercializado na forma de uma 
solução aquosa a 40% (m/v = massa/volume), aproximada-
mente. Na preparação de uma solução de formol utilizadana 
conservação de tecidos animais, um técnico de laboratório 
utilizou 1 L da solução comercial, que foi diluída adicionando-
-se quantidade de água necessária para atingir a concentra-
ção de 8% (m/v).
O volume de água utilizado pelo técnico na preparação da 
solução diluída de formol foi de
(A) 8 L.
(B) 2 L.
(C) 3 L.
(D) 6 L.
(E) 4 L.
QUESTão 39
A N-acetilcisteína é um medicamento de ação expectorante e 
que alivia a tosse. De acordo com o pH do meio, a molé cula 
desse composto pode assumir 3 formas diferentes: neutra 
(espécie 1), parcialmente ionizada (espécie 2) e totalmente 
ionizada (espécie 3).
O
O
HO CH
CH
3
SH
H
N
Espécie 1
O
O
–
S
–
CH
CH
3
H
N
O
O
O
–
CH
CH
3
SH
H
N
Espécie 2 Espécie 3
O
Na ingestão desse medicamento, a N-acetilcisteína passa 
pela saliva na boca, meio no qual o pH é 7 e, ao chegar ao 
estômago, é submetido ao pH igual a 2. O gráfico indica as 
estruturas e a porcentagem de cada uma das espécies 1, 2 e 
3 em função do pH.
50
0
100
0 2 4 6 8 10 12 14
pH
Espécie 1 Espécie 2 Espécie 3
E
s
p
é
c
ie
p
re
s
e
n
te
n
o
s
is
te
m
a
(%
)
De acordo com as informações, após a ingestão, as espécies 
de N-acetilcisteína predominantes na boca e no estômago 
serão, respectivamente, as de números
(A) 2 e 1.
(B) 3 e 1.
(C) 3 e 2.
(D) 2 e 3.
(E) 1 e 2.
QUESTão 36
Uma experiência pedagógica propôs a construção de mo-
delos moleculares utilizando miçangas de cores e diâmetros 
diferentes para representar os elementos químicos. A sele-
ção do diâmetro da miçanga obedeceu à proporção entre os 
números atômicos dos elementos representados, sendo que, 
quanto maior o número atômico, maior o diâmetro da miçan-
ga. Foram construídos modelos das seguintes moléculas: di-
óxido de enxofre (SO2), ácido sulfúrico (H2SO4), pentóxido de 
dinitrogênio (N2O5), ácido nítrico (HNO3) e água (H2O).
De acordo com as informações do texto, o modelo que possui 
a menor e a maior miçanga é o que representa a molécula de
(A) pentóxido de dinitrogênio.
(B) dióxido de enxofre.
(C) ácido sulfúrico.
(D) ácido nítrico.
(E) água.
QUESTão 37
O ponto de ebulição de um composto depende de dois fa-
tores principais: massa molar e intensidade das interações 
intermoleculares presentes. As fórmulas estruturais a seguir 
representam compostos de diferentes funções orgânicas e 
massas molares próximas, de modo que o fator determinante 
para a diferença entre os pontos de ebulição desses compos-
tos é a intensidade das interações intermoleculares.
Composto 1 Composto 2
O
CH C3
CH3
C
H2
HO
CH3
CH3
C
H
C
H2
Composto 3
C
H2
CH3
H2
CC
H2
H3C
Dentre os compostos apresentados, aquele que possui o me-
nor ponto de ebulição é o de número
(A) 2, que é um álcool.
(B) 3, que é um alcano.
(C) 1, que é um ácido carboxílico.
(D) 1, que é uma cetona.
(E) 3, que é um aldeído.
14UNIP2401 | 001-ConhecGerais Confidencial até o momento da aplicação.
QUESTão 42
Três carrinhos, A, B e C, de massas, respectivamente, 6 kg, 
2 kg e 4 kg, colidem ao mesmo tempo. No início, o carrinho 
B está em repouso e os carrinhos A e C movem-se com velo-
cidades de módulos 2v e v, em relação aos trilhos, conforme 
mostra a figura.
A CB
2v v
Desprezando-se quaisquer forças de resistência ao movi-
mento e sabendo que, após o choque, os carrinhos passam a 
se mover juntos, a velocidade do conjunto formado pelos três 
carrinhos engatados, em relação aos trilhos, é igual a:
(A) 
(B) 
(C) 
(D) 
(E) 
v
4
5
v
3
1
v
3
2
v
2
3
v
4
1
QUESTão 40
Ortoclásio (KASi3O8) é um mineral da classe do feldspato 
(aluminosilicatos), com grande importância na formação de 
rochas ígneas. Ele pode sofrer hidrólise ácida formando o mi-
neral caulinita (A2Si2O5(OH)4) e ácido silícico, representado 
por X na equação balanceada.
2KASi3O8 (s) + 2H+ (aq) + 9H2O () 
A2Si2O5(OH)4 (s) + 4X (aq) + 2K+ (aq)
De acordo com a estequiometria da reação apresentada, a 
fórmula do ácido silícico, representado por X na equação, é:
(A) H4Si O3
(B) H4SiO4
(C) H2SiO3
(D) H2SiO2
(E) H3Si2O3
QUESTão 41
Em um trecho de 180 m de uma via ocorriam muitos aciden-
tes, pois os motoristas o percorriam em 9 s, com velocidade 
constante, muitas vezes ignorando o cruzamento mostrado 
na figura 1.
180 m
F 1IGURA
Para obrigar a diminuição da velocidade, foi criada uma ro-
tatória, transformando o mesmo trecho em uma via com o 
traçado mostrado na figura 2.
70 m 70 m40 m
F 2IGURA
Nos 70 m anteriores e nos 70 m posteriores à rotatória, o 
motorista desenvolve a mesma velocidade de quando a ro-
tatória não existia; entretanto, nos 40 m ocupados pela ro-
tatória, os motoristas são obrigados a diminuir a velocidade 
de seus veículos, necessitando de 11 s para a travessia des-
se trecho de 40 m. Desse modo, a criação da rotatória fez 
com que a velocidade média nesse percurso de 180 m dimi-
nuísse em
(A) 4 m/s.
(B) 8 m/s.
(C) 6 m/s.
(D) 10 m/s.
(E) 12 m/s.
15 UNIP2401 | 001-ConhecGeraisConfidencial até o momento da aplicação.
QUESTão 45
O circuito da figura foi construído com componentes e medi-
dores ideais.
24 V
A
V
8 � R
Sabendo que o amperímetro indica a leitura de 2 A, o voltíme-
tro deve indicar a diferença de potencial de
(A) 8 V.
(B) 2 V.
(C) 1 V.
(D) 4 V.
(E) 5 V.
QUESTão 46
Um determinado país recebeu ao todo 90 medalhas, entre 
medalhas de ouro, prata e bronze, nos Jogos Olímpicos. Sa-
be-se que a quantidade de medalhas de ouro foi metade da 
quantidade das medalhas de bronze e que a quantidade de 
medalhas de prata foi o triplo da quantidade de medalhas de 
bronze. 
A quantidade de medalhas de prata que esse país recebeu 
foi igual a
(A) 10.
(B) 20.
(C) 30.
(D) 40.
(E) 60.
QUESTão 43
Construiu-se uma escala termométrica considerando que os 
valores de temperatura de um fio condutor apresentam um 
comportamento linear associado à resistência elétrica desse 
fio. Sabendo que, quando a resistência elétrica do condutor 
registra 2 Ω e 6 Ω, a temperatura do fio vale 10 ºC e 90 ºC, 
respectivamente, verifica-se que, quando a resistência elétri-
ca do condutor for de 10 Ω, a temperatura do fio será de
(A) 140 ºC.
(B) 160 ºC.
(C) 190 ºC.
(D) 170 ºC.
(E) 110 ºC.
QUESTão 44
Em um espelho esférico, há um local em que, se colocado um 
objeto real, dele não se obterá uma imagem, nem de maior 
tamanho, nem de menor tamanho, nem de tamanho igual, 
tendo em vista que os raios refletidos se tornam paralelos. 
Essa circunstância só ocorre quando o objeto se encontra 
diante de um espelho
(A) côncavo, entre o foco e o centro de curvatura.
(B) côncavo, sobre o foco.
(C) côncavo, sobre o centro de curvatura.
(D) convexo, sobre o foco.
(E) convexo, sobre o centro de curvatura.
16UNIP2401 | 001-ConhecGerais Confidencial até o momento da aplicação.
QUESTão 49
A bula de um determinado remédio infantil indica, por meio de 
uma tabela, a dose que deve ser administrada em função da 
massa corporal da criança.
Massa corporal (kg) Dose (mL)
7 0,1
9 0,2
11 0,3
13 0,4
15 0,5
Assumindo que a relação entre a dose d, medida em mL, e a 
massa corporal x, medida em kg, é dada por d(x) = ax + b, o 
valor de a + b é
(A) – 0,5.
(B) – 0,2.
(C) 0.
(D) 2.
(E) 25
QUESTão 50
O triângulo ABC está inscrito em um círculo de centro C e raio 
8 cm, como mostra a figura. O ângulo BÂC tem medida 75º.
B
A C
8 cm
75º
Assim, a área do triângulo ABC é igual a
(A) 8 cm2.
(B) 24 cm2.
(C) 16 cm2.
(D) 4 cm2.
(E) 32 cm2.
QUESTão 47
Para medir a altura de um poste de luz, coloca-se um bastão 
de 40 cm de altura a uma distância de 240 cm do poste de 
luz, como mostra a figura. O poste de luz e o bastão estão 
posicionados perpendicularmente ao solo. A sombra que se 
forma atrás do bastão tem tamanho 60 cm.
h
40 cm
240 cm 60 cm
Nessas condições, a altura h do poste de luz é igual a
(A) 220 cm.
(B) 160 cm.
(C) 200 cm.
(D) 240 cm.
(E) 280 cm.
QUESTão 48
Um atleta está participando de uma prova na modalidade lan-
çamento de peso. No lançamento, o peso parteda mão do 
atleta a uma altura de 1,75 m do solo e a trajetória do peso 
pode ser descrita pela parábola y = – 0,01x2 + 0,3x + 1,75, em 
que y é a altura do peso em relação ao solo e x é a distância 
horizontal do peso em relação à posição de lançamento, em 
metros. A figura mostra a representação dessa trajetória no 
plano xy.
y
x
1,75
Nessas condições, o alcance máximo horizontal desse peso 
em relação ao ponto de lançamento é igual a
(A) 35 m.
(B) 20 m.
(C) 25 m.
(D) 30 m.
(E) 40 m.
17 UNIP2401 | 001-ConhecGeraisConfidencial até o momento da aplicação.
CL
AS
SI
FI
CA
ÇÃ
O 
PE
RI
ÓD
IC
A
18UNIP2401 | 001-ConhecGerais Confidencial até o momento da aplicação.
REdAção 
TexTo 1
O princípio da dignidade da pessoa humana é defendido pela Constituição Federal, a qual também garante que “Todos 
são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no 
País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”. De forma resumida, o Estado 
garante a inviolabilidade do direito à vida, ou seja, com isso, não é permitido que a vida do ser humano seja decidida por 
qualquer outra, devendo essa vida ser protegida e respeitada.
No Brasil, a eutanásia é considerada crime de homicídio. Isso significa que um profissional de saúde que realiza o ato 
pode ser considerado homicida, ainda que a solicitação pela eutanásia tenha partido do próprio paciente. Mas, até que ponto 
pode o Estado interferir na vida de uma pessoa? Até que ponto a inviolabilidade do direito à vida está alinhada com o princípio 
da dignidade da pessoa humana? E em que medida o Estado pode atuar sem interferir nesse princípio?
(Justiliana Sousa. “Correlação entre dignidade da pessoa humana x eutanásia”. www.migalhas.com.br, 03.01.2024. Adaptado.)
TexTo 2
Apenas pacientes com doenças graves e irreversíveis podem solicitar a eutanásia na Colômbia e no Equador. Mas, se se-
guirem o exemplo das nações pioneiras nesse quesito, esses países tendem a ampliar os casos em que a prática é permitida. 
No Canadá, o governo autorizou a eutanásia para pessoas com transtornos mentais. Na Bélgica, é possível aplicar a euta-
násia em crianças. Se o argumento é que os indivíduos devem ter o poder de encerrar a própria vida, não há porque permitir 
a eutanásia apenas a pacientes terminais. Depois que a barreira inicial é vencida, fica mais difícil impedir o próximo passo.
Mestre em Filosofia, Francisco Razzo explica que “não há qualquer princípio categórico que dá universalidade ou incon-
dicionalidade à dignidade humana”. Ao legalizar a eutanásia, o Estado afirma que algumas vidas não são tão valiosas quanto 
outras. Se um adulto saudável não pode solicitar a eutanásia, mas pessoas com certas condições podem, a mensagem é a 
de que adultos saudáveis têm mais valor aos olhos do Estado.
Doutor em Medicina pela Universidade de São Paulo, Hélio Angotti Neto vê um risco de degradação dos profissionais de 
medicina: “O médico deixa de enxergar no ser humano um ser único e digno para julgar a qualidade de vida alheia, como se 
a vida humana fosse um produto a ser mantido ou descartado conforme algum critério de conveniência”, critica.
(Gabriel de Arruda Castro. “Eutanásia: a desvalorização da vida agora em um país perto de você”. www.gazetadopovo.com.br, 25.02.2024. Adaptado.)
TexTo 3
Mundo afora, diversos ativistas pedem que pacientes em estágio terminal tenham o direito de morrer em seus próprios 
termos em vez de passar suas últimas semanas ou meses em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), distantes do conforto 
de casa e submetidos a terapias que não curam e causam efeitos colaterais. A ideia de escolher o momento de partir e vivê-lo 
de forma indolor seria o último dos direitos civis individuais. A maioria dos países desenvolvidos não permite que os cidadãos 
escolham como e quando vão partir — o que, no caso de pacientes incuráveis, significa obrigá-los a tolerar a dor e o sofrimen-
to psíquico de perder autonomia para comer ou tomar banho, por exemplo.
Mas já existem 13 países em que a eutanásia é despenalizada, descriminalizada ou legalizada. Esses três termos des-
crevem, respectivamente, as seguintes possibilidades: que a morte assistida seja um crime sem punição, que ela não seja 
considerada um crime e, por fim, que seja permitida explicitamente por uma lei. Nos países em que a prática é legalizada, as 
eutanásias só podem ocorrer após um pedido do paciente lúcido, com repetidas confirmações de que esse é seu desejo, obti-
das em consultas com mais de um médico. As pessoas morrem certas de sua decisão, idealmente acompanhadas da família 
e dos amigos e no conforto de suas casas. Em casos de doenças incuráveis, morrer entubado na aridez de um hospital não 
é a única alternativa — nem a mais digna.
(Bruno Vaiano. “Eutanásia: os limites do direito de morrer”. super.abril.com.br, 14.02.2024. Adaptado.)
Com base nos textos apresentados e em seus próprios conhecimentos, escreva um texto dissertativo-argumentativo, empre-
gando a norma-padrão da língua portuguesa, sobre o tema:
Criminalização da eutanásia: 
proteção do cidadão ou violação da dignidade?
19 UNIP2401 | 001-ConhecGeraisConfidencial até o momento da aplicação.
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