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AnaCeciliaOtero CristianGrein JúliaSprotte MariaEduardaSilberschmidt Rozeli Fernandesda Luz ThaizHeinzen Estágio Categorial Distingue-se do Personalismo; De 6 a 11 anos; Evolução mental, estabilidade relativa; Estágio Categorial Fonte: http://eduinfantilro.blogspot.com/2016/06/ Características do comportamento são determinadas pelo desenvolvimento intelectual, grandes saltos; Pessoa pertencente a diferentes grupos; Conhecimento de si mesma; Estágio Categorial Fonte: http://opiniaotriunfodigital.blogspot.com/2012/10/12-de-outubro-dia-das-criancas.html Desenvolvimento biológico e inserção no meio humano; Autodisciplina mental (atenção); Maturação dos centros nervosos de discriminação e inibição; Plano motor; Prever etapas e consequências do deslocamento; Formação de sua personalidade; Fonte: https://www.blink102.com.br/incentivando-leitura-infantil-com-criancas-lendo-para-criancas/ Estágio Categorial Para Wallon (1975: 165-166), o meio não é outra coisa senão um conjunto mais ou menos duradouro de circunstancias em que se desenrolam existências individuais. Ele comporta evidentemente condições físicas e naturais que porem, são transformadas pela técnica e pelos costumes do grupo correspondente. Estágio Categorial Fonte: http://pedagogianateoria.blogspot.com/2016/05/desenvolvimento-infantil-segundo-wallon.html Estágio Categorial Escolarização deparar com meios diversificados, com grupos e interesses dissemelhantes. Estágio do personalismo família garantia a criança lugares determinados, lugares fixos em relações determinadas. Estágio Categorial criança começa a frequentar a escola, que exige participação em relações diversificadas e mais flexíveis que as relações mantidas até então. Exercício de diferentes papéis com solicitações diferentes individuação. Se percebe como um eu em relação a outros, em um processo de conflitos e cooperação com os demais. Estágio Categorial É no confronto de seu interesse com o dos outros definição dos papéis que lhe competem. Parâmetros de certo e errado diretrizes para suas ações conduzi-la a escolhas, cujas consequências ela não pode prever na totalidade, mas que irão interferir nos papéis que ocupa. Conduta não é apenas o resultado de um conjunto de regras que foram internalizadas na primeira infância. Resultado transitório de um conjunto de forças – maturacionais e de exigências do meio – que a orientam para alguma direção. Estágio Categorial Organização de uma nova estrutura mental, marcada por duas etapas: Pensamento pré-categorial: vai até por volta dos 9 anos e é marcado pelo sincretismo; Entre 9 e 10 anos, ocorre a formação de categorias intelectuais como elemento de classificação, para que assim, a criança se posicione no mundo utilizando categorias para ordenar a realidade. Nesse momento surge o pensamento categorial. Estágio Categorial Pensamento categorial que junto com o pré-categorial caracteriza a inteligência discursiva; Pensamento discursivo; Ponto de partida na inteligência é o par, que sustenta o pensamento sincrético. Podem se formar por um encontro perceptível fortuito; Percepção sonoras; Percepção global, que se confundem sentimentos e realidade. Estágio Categorial Atribui o vento ao movimento das folhas: Tem vento no mar? — Não tem folhas no mar quando tem vento. — O que o vento faz no mar? — Ele faz as folhas caírem. — No mar? — É. — De onde vêm essas folhas? — Das árvores. — Há árvores no mar? — Sim. O sol é grande? — É. — Ele poderia entrar aqui? — Não. — Por que? — Porque está tudo fechado. — Se não estivesse fechado, ele poderia? — Poderia. — Que cor é o sol? — Branco. — E que mais? — Preto. — Quando é preto? — Quando faz sol. Aproximação sonora; Automatismo de sentindo; Formado por união de circunstâncias, acontecimentos, coisas em que se confundem sentimentos e realidade; Estágio Categorial Incapaz de distinguir parte do todo; Intelectual por atos descontínuos; Não opera por tempo, espaço, causa e efeito; Cada objeto tem todas as qualidades em si e uma delas pode apresentar a totalidade do conjunto; Representação categórica para expressar a realidade. Estágio Categorial Entre os 6 e os 9 anos a criança apresenta transformações no pensamento e no comportamento que indicam a redução do sincretismo; O pensamento irá distinguir novos planos, como a diferenciação do que pertence à realidade, ao mito, à religião; Estabelecimento de hierarquia nas operações mentais (nomear, agrupar, comparar); Após os 9 anos, a formação de categorias intelectuais possibilita à criança a identificação, a análise, a definição e a classificação dos objetos ou situações; Toma conhecimento a respeito de si própria, conseguindo se posicionar diante de conflitos que emergem do meio; Estágio Categorial À medida que ela vai tendo esses conhecimentos progressivos, a criança vai começar a ter consciência dos papéis que ocupa o outro com relação a si e ela mesma com relação ao outro; Essas noções que aparecem no período categorial não constituem a plenitude da abstração, nem a pureza do conceito, mas já são um meio entre a experiência concreta e a ideia geral. Estágio Categorial É impossível dissociar na pessoa qualquer um dos conjuntos funcionais — inteligência, afetividade ou ato motor; Uma etapa constitui sempre um sistema mais amplo que a idade biológica; Os estágios são um conjunto de necessidades e interesses que buscam assegurar o desenvolvimento da pessoa; A matéria do pensamento não se forma apenas pelo desenvolvimento do sistema nervoso, e sim pela pessoa em sua totalidade; A escola é um meio onde convivem diferentes grupos e onde a criança exercita suas potencialidades; Estágio Categorial Nessa fase a criança ainda tem a necessidade da confirmação de seu trabalho e precisa ser estimulada a participar de novos grupos em que sejam possíveis a divisão de tarefas como: o trabalho em equipe e a competição temporária entre equipes; É importante que o adulto respeite e entenda essas necessidades infantis com o intuito de fortalecer a função afetiva, a qual na próxima etapa do desenvolvimento será de extrema relevância. REFERÊNCIA BASTOS, A. B. B. I. B. et al. HENRI WALLON – Psicologia e Educação. Ed. Loyola. São Paulo, 2007, pg. 51-58.