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Durante determinado experimento, um protozoário foi coletado em um rio e mantido na mesma água recolhida de seu hábitat natural. A atividade do vacúolo pulsátil desse protozoário foi monitorada sob microscopia. Em seguida, o protozoário foi transferido para uma nova solução, cuja concentração de sais era inferior à da água de seu hábitat natural.
Nessa nova solução, constatou-se que o vacúolo pulsátil do protozoário apresentou
A) maior atividade.
B) menor atividade.
C) rompimento.
D) atividade inalterada.
E) inatividade.
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Estudo Através de Questões

há 7 horas

Respostas

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há 7 horas

Vamos analisar o problema passo a passo: - O protozoário foi coletado em água do seu habitat natural e depois transferido para uma solução com concentração de sais inferior (solução hipotônica). - Em solução hipotônica, a concentração de água fora da célula é maior do que dentro, o que faz a água entrar na célula por osmose. - Para evitar o rompimento por excesso de água, o protozoário utiliza o vacúolo pulsátil para expulsar o excesso de água. - Portanto, em solução hipotônica, o vacúolo pulsátil aumenta sua atividade para eliminar o excesso de água. Resposta correta: A) maior atividade.

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Leia o texto para responder às questões de 01 a 03.

A epidemia da infantilização voluntária

De onde vem a obsessão atual com bebês reborn1, avatares mirins e outras maneiras de fugir da vida adulta?

De um lado, o bebê reborn. De outro, pessoas criando versões mirins de si mesmas com poucos meses de idade. É impressão minha ou estamos mais obcecados com a primeira infância do que nunca?

Comecei a pensar nisso diante da trend 2 de aplicativos em que muita gente usa fotos atuais para gerar nenéns falando coisas engraçadas, cantando, se movendo. Das bonecas hiperrealistas que custam milhares de reais até filtros que nos transformam em versões “fofas” de nós mesmos, parece que existir na internet hoje passa necessariamente por querer voltar para dentro da barriga da mamãe.

Sei que muita gente vai dizer coisas como “cara, é apenas uma trend” ou “pelamordedeus, não tem que achar significado em tudo”. E, acredite, eu SEMPRE sou a pessoa que reage assim. Mas, desta vez, penso que essa moda digital revele algo mais profundo sobre a nossa sociedade.

Do modesto currículo de psicologia que tive na graduação de jornalismo, lembro da ideia de criança interior, de Carl Jung. A criança interior que Jung descreveu está emergindo em massa. Mas por quê? Por causa do que a infância geralmente representa: segurança absoluta. E isso tem ocorrido como uma resposta ao contexto de ser adultos no século XXI: se nossos pais lidavam com um leão por dia, a gente leva vários tsunâmis de incerteza a cada meia-hora.

Entrevistei a futurista Martha Gabriel recentemente, e ela falou que todas as gerações estão com medo do que vem por aí. Scrollar 3 pelas redes só aumenta a tensão: instabilidade econômica, polarização política, mudanças climáticas, incerteza profissional, sobrecarga emocional. Como reação a isso, é compreensível buscar a última vez em que o mundo pareceu menos desesperador. Sim, quando éramos baixinhos da Xuxa, bichinhos da Parmalat ou víamos a novela Carrossel, versão Maísa Silva — escolha conforme sua geração.

Infância, sobretudo nos tenros anos de bebê, é sinônimo de que nossas necessidades básicas estão garantidas (ou, pelo menos, deveriam). Neles, o mundo era dividido entre “bom” ou “mau” de forma clara e não precisávamos tomar decisões complexas. Até o futuro era responsabilidade dos outros.

Não há algo necessariamente nocivo nessa obsessão pela primeira infância. Desde que a brincadeira com nossos “eus” mirins de ontem não paralise os “eus” idosos de daqui a não muitos anos. Ou seja, tudo bem visitar o passado, desde que isso não crie problemas para o mundo que tem que construir para o futuro. Vai lá ser criança por alguns minutos, receber validação digital, tudo certo. Mas não se esqueça de voltar às responsabilidades adultas. É uma forma de autocuidado disfarçada de trend.
O que o texto denomina “infantilização voluntária” caracteriza-se como
A) uma busca coletiva pelo universo infantil, motivada pelo fato de o mundo adulto estar corrompido pelo comércio e pelas redes sociais.
B) um processo inconsciente marcado pela necessidade de dar voz à criança interior, desencadeado pelo surgimento de aplicativos que geram ansiedade.
C) um movimento consciente de retorno à infância por meio de brinquedos e recursos digitais que possibilitam uma experiência de afastamento da vida adulta.
D) uma experiência por meio da qual um indivíduo passa a se ver como criança para ser aceito nas redes sociais e ressignificar as experiências negativas do passado.
E) uma retomada íntima de valores da vida adulta, como a simplicidade, a espontaneidade e a despreocupação, o que resulta na volta à infância.

O poema “Fractal” foi escrito décadas após a publicação de “No meio do caminho”, mas construído a partir da estrutura do poema de Drummond. Leia-o para responder às questões 09 e 10.

Fractal

No meio da faixa de terreno destinada a trânsito tinha um [mineral da natureza das rochas duro e sólido tinha um mineral da natureza das rochas duro e sólido no meio da faixa de terreno destinada a trânsito tinha um mineral da natureza das rochas duro e sólido no meio da faixa de terreno destinada a trânsito tinha um [mineral da natureza das rochas duro e sólido.

Nunca me esquecerei deste acontecimento na vida de minhas oculares internas em que [estão as células nervosas que recebem [estímulos luminosos e onde se projetam [as imagens produzidas pelo sistema [ótico ocular, tão fatigadas.

Nunca me esquecerei que no meio da faixa de terreno destinada a trânsito tinha um mineral da natureza das rochas duro e sólido tinha um mineral da natureza das rochas duro e sólido [no meio da faixa de terreno destinada a trânsito no meio da faixa de terreno destinada a trânsito tinha um [mineral da natureza das rochas duro e sólido.

(Carlito Azevedo. Collapsus Linguae, 1991.)
Em relação ao poema de Drummond, “Fractal” pode ser considerado uma
A) adaptação, visto que adota uma linguagem urbana para se afastar do tom rural presente em “No meio do caminho”.
B) releitura, pois recupera o tema e a estrutura composicional de “No meio do caminho”, valendo-se, entretanto, de outros recursos linguísticos.
C) paráfrase, tendo em vista que reproduz o conteúdo de “No meio do caminho”, mas simplifica a estrutura dos versos.
D) atualização, porque reescreve o poema “No meio do caminho” a partir de uma perspectiva que incorpora elementos da era da internet.
E) paródia, já que amplia os versos de “No meio do caminho” para satirizar o tom otimista que marca toda a obra de Drummond.

Leia o editorial do jornal britânico The Guardian para responder às questões de 11 a 15.

In his classic study of the 17th-century Dutch golden age, the art historian Simon Schama showed how the biblical story of Noah’s ark resonated in a culture where catastrophic floods were an ever-present threat. The history of the Netherlands includes multiple instances of storms destroying dikes, leading to disastrous losses of life and land. These traumatic episodes were reflected in the country’s art and literature, as well as its engineering.

In countries where floods are less of a danger, memories tend to be more localised: a mark on a wall showing how high waters rose when a town’s river flooded; a seaside garden such as the one in Felixstowe, England, to commemorate the night in 1953 when 41 people lost their lives there. If we can learn anything from these examples today, it should be a lesson both about nature’s destructive power and humanity’s capacity to adapt.

One of the authors of an alarming new article, Prof Jonathan Bamber, points out that even if carbon emissions are reduced to meet the internationally agreed target of 1.5 ºC, sea level rises will become uncontrollable during this century. Worse still, he says, there is the fact that even the existing 1.5 ºC goal is becoming impossible to reach. A number of environmentally destructive practices have set the world on a course towards at least 2.5 ºC of heating. This is almost certainly beyond the critical points for the Greenland and west Antarctic ice sheets, and is expected to trigger a sea level rise of around 12 metres.

Visions of melting ice caps and flooded coastal cities induce fear and helplessness. But people will adapt to sea level rises in the future as they have in the past. This is not to negate or minimize the threat, but to stress the importance of preparing for changes which are now inevitable, as well as trying as hard as possible to avoid the worst-case scenarios. It should be in all our interests to prepare for what is coming, and to ensure that others are prepared too.

(www.theguardian.com, 25.05.2025. Adaptado.)
O terceiro parágrafo discute
A) as alarmantes consequências do descongelamento dos mares para as populações desprotegidas.
B) a dificuldade de se manter temperaturas que garantam o controle na subida das águas do mar.
C) a resistência de países a seguirem as metas pré-estabelecidas de redução do aquecimento global.
D) a denúncia do Prof. Bamber sobre o desrespeito explícito às metas de redução de emissões de carbono.
E) as práticas ambientais abusivas que têm ameaçado a sobrevivência imediata do planeta.

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