Logo Passei Direto
Buscar

Medicina

Outros
O alumínio é um metal de grande importância comercial encontrado em minérios como a bauxita, em que está presente na forma de óxido de alumínio (Aℓ2O3). A obtenção do alumínio metálico a partir da fusão desse óxido, que é submetido a uma eletrólise ígnea, ocorre de acordo com a equação química global:

2Aℓ2O3 (ℓ) 4Aℓ (ℓ) + 3O2 (g)

Na eletrólise ígnea do óxido de alumínio,
(A) a deposição de alumínio metálico ocorre no cátodo, enquanto a liberação de oxigênio molecular ocorre no ânodo.
(B) o oxigênio, no cátodo, doa elétrons que são recebidos pelo alumínio, no ânodo.
(C) o alumínio sofre oxidação no ânodo, enquanto o oxigênio sofre redução no cátodo.
(D) o alumínio sofre oxidação no cátodo, enquanto o oxigênio sofre redução no ânodo.
(E) a deposição de alumínio metálico ocorre no ânodo, enquanto a liberação de oxigênio molecular ocorre no cátodo.
User badge image
Ensinando Através de Questões

há 7 horas

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

há 7 horas

Vamos analisar a eletrólise ígnea do óxido de alumínio (Al₂O₃): - No processo, o alumínio metálico é obtido por redução, ou seja, ganha elétrons. - A redução ocorre no cátodo (eletrodo negativo). - O oxigênio é liberado como gás (O₂) por oxidação, ou seja, perde elétrons. - A oxidação ocorre no ânodo (eletrodo positivo). Portanto: - Deposição de alumínio metálico no cátodo. - Liberação de oxigênio molecular no ânodo. A alternativa correta é a) a deposição de alumínio metálico ocorre no cátodo, enquanto a liberação de oxigênio molecular ocorre no ânodo.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

Para responder às questões de 03 a 07, leia o trecho do capítulo “O verdadeiro humor dá um soco no fígado de quem oprime”, da filósofa brasileira Djamila Ribeiro.

Assim como houve pensadores como Sartre, que criticava a arte pela arte, propondo uma arte engajada, Henfil, grande cartunista brasileiro, foi adepto de um humor engajado politicamente, não o humor pelo humor. Como ele próprio definiu: “Procuro dar meu recado através do humor. Humor pelo humor é sofisticação, é frescura. E nessa eu não estou: meu negócio é pé na cara”.

Visivelmente, o cartunista tinha uma posição de embate ao poder instituído. Não é o que vemos na grande mídia, salvo raras exceções. O que se vê é um humor rasteiro, legitimador de discursos e práticas opressores, que tenta se esconder por trás do riso. Sendo a sociedade racista, o humor será mais um espaço onde esses discursos são reproduzidos. Não há nada de neutro — ao contrário, há uma posição ideológica muito evidente de se continuar perpetuando as opressões.

Alguns humoristas, quando criticados, dizem estar sendo censurados. É preciso explicar para eles o que é censura. Primeiro, dizem e fazem coisas preconceituosas. Quem se sentiu ofendido, reclama. Onde está a censura nisso? Incomodam-se pelo fato de, cada vez mais, as pessoas denunciarem e gritarem ao ver suas identidades e subjetividades aviltadas; é como se dissessem “nem se pode mais ser racista e machista em paz”. Atualmente, pululam humoristas com esse viés. Eles acreditam ter uma espécie de poder divino de falar o que querem sem ser responsabilizados.

[...]

Há também aquela conversa de que devemos rir de nós mesmos, de nossos defeitos. Rir de si quando se é distraído ou desastrado é uma coisa, mas para que raios eu deveria rir da minha pele ou do meu cabelo, como se fosse um defeito, em vez de partes lindas que me compõem? Por acaso ser negra é defeito? No olhar do racista, é. Então, para ser aceita por ele, eu preciso rir daquilo que o incomoda, associar meu cabelo a produtos de limpeza, por exemplo. Mal passa pela cabeça dele associar seu cabelo liso a espaguete. Esse exemplo mostra como o racismo tem um papel preponderante naquilo que as pessoas julgarão engraçado e naquilo que não julgarão. Como acontece com os negros, julga-se engraçado ridicularizar pessoas trans, como se a humilhação diária e a recusa à cidadania já não fossem suficientes.

É preciso perceber que o humor não é isento, carregando consigo o discurso do racismo, do machismo, da homofobia, da lesbofobia, da transfobia. Diante de tantos humoristas reprodutores de opressão, legitimadores da ordem, fico com a definição do brilhante Henfil: “O humor que vale para mim é aquele que dá um soco no fígado de quem oprime”.
Em seu texto, a filósofa defende um humor
(A) comprometido com a desconstrução de preconceitos arraigados, contrapondo-se assim à ideia de “humor pelo humor”.
(B) comprometido com a desconstrução de discursos excludentes, afirmando com isso a ideia de “humor pelo humor”.
(C) engajado na reprodução de discursos e práticas opressores, contrapondo-se assim à ideia de “humor pelo humor”.
(D) comprometido com a neutralidade política e ideológica, contrapondo-se assim à ideia de “humor pelo humor”.
(E) engajado na desconstrução de violências simbólicas, afirmando com isso a ideia de “humor pelo humor”.

Leia o texto para responder às questões de 11 a 15.

When the glaciologist1 John Moore began studying the Arctic in the 1980s there was an abundance of suitable sites for him to carry out his climate research. The region’s continuous warming means many of those no longer exist. With the Arctic heating up four times faster than the global average, they have simply melted away.

Forty years on, Moore’s research network, the University of the Arctic, has identified 61 potential interventions to slow, stop and reverse the effects of the changing climate in the region. These concepts are constantly being updated and some will be assessed at a conference in Cambridge, where scientists and engineers will meet to consider if radical, technological solutions can buy time and prevent the loss of polar ice caps2.

From sunlight reflection methods to building vast mirrors in space, ideas that were once closer to science fiction have become increasingly common. “None of these ideas are going to fix everything,” says Moore, adding that part of the issue will be to balance the potential cost against the perceived benefit.

Among the interventions identified by Moore to slow, stop and reverse the effects of the climate emergency in the Arctic, some have been significantly researched already. But many ideas have rarely been tested in practice, require enormous funds or have little chance of being done at sufficient scale. “It’s very easy to go wrong, and no one knows the right path,” Moore says. “You proceed all the time with local benefits, and in the end, hope there can be global benefits.”

(Oren Gruenbaum. www.theguardian.com, 25.06.2025. Adaptado.)
De acordo com o quarto parágrafo, as intervenções para reduzir os efeitos da emergência climática no Ártico:
(A) foram concebidas a partir de experiências regionais e atestadas por órgãos internacionais de pesquisa.
(B) foram propostas pela primeira vez pela equipe do glaciólogo John Moore, ainda na década de 1980.
(C) têm por objetivo alcançar benefícios locais, que podem eventualmente se transformar em ganhos globais.
(D) têm sido constantemente testadas, a fim de garantir seus efeitos práticos e não apenas teóricos.
(E) foram financiadas por grandes fundos internacionais, para que pudessem ser empregadas em larga escala.

Um dos melhores indícios da abrangência da Igreja no período medieval é o fato de que a exclusão de seu interior equivalia, para aqueles que a sofriam, a uma exclusão da vida social. Isso ocorria por meio da excomunhão ou de sua forma mais extrema, utilizada contra os heréticos e contra aqueles que cometiam faltas graves: o anátema, uma expulsão acompanhada de maldição. A Igreja, como toda sociedade ideal, se constrói por intermédio da definição de inimigos internos (os heréticos) e de inimigos externos (judeus, pagãos). Se a excomunhão era uma forma de exclusão, o batismo marcava a inclusão dos indivíduos à sociedade cristã, criando relações de parentesco artificiais entre os batizados e seus padrinhos e, também, entre os batizados e a comunidade, ou seja, a própria Igreja.
O excerto destaca que a Igreja Medieval estruturava a sociedade cristã por mecanismos de inclusão e de exclusão, de modo que
(A) os inimigos externos, como judeus e pagãos, eram incorporados ao convívio cristão por meio da conversão forçada.
(B) a excomunhão e o anátema impunham uma ruptura com a comunidade, afetando a posição do indivíduo na ordem social.
(C) o batismo funcionava como uma cerimônia familiar voltada, sobretudo, aos vínculos pessoais entre padrinhos e afilhados.
(D) os heréticos encontravam espaço no interior da Igreja, desde que reconhecessem a autoridade do clero.
(E) os rituais representavam formalidades religiosas, sem impacto significativo sobre a vida coletiva.

Mais conteúdos dessa disciplina