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Na hemorragia digestiva alta associada à presença de hipertensão portal, é muito importante no atendimento inicial:
Qual a conduta correta?
a. Uso de drogas vasopressoras (terlipressina, octreotide).
b. Reposição volêmica vigorosa de pelo menos 200ml/h de ringer lactato.
c. Transfusão de concentrado de hemácias se hemoglobina inical estiver abaixo de 11mg/dl.
d. Endoscopia e colonoscopia assim que houver estabilidade hemodinâmica.
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há 4 horas

Respostas

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há 4 horas

Vamos analisar as alternativas para hemorragia digestiva alta associada à hipertensão portal: a) Uso de drogas vasopressoras (terlipressina, octreotide) — correto, essas drogas reduzem o fluxo sanguíneo portal e ajudam a controlar a hemorragia. b) Reposição volêmica vigorosa de pelo menos 200ml/h de ringer lactato — incorreto, reposição deve ser cuidadosa para evitar aumento da pressão portal e piora da hemorragia. c) Transfusão de concentrado de hemácias se hemoglobina inicial estiver abaixo de 11mg/dl — incorreto, transfusão geralmente indicada se Hb < 7g/dL, não 11. d) Endoscopia e colonoscopia assim que houver estabilidade hemodinâmica — colonoscopia não é indicada para hemorragia digestiva alta; endoscopia deve ser feita o mais rápido possível, preferencialmente nas primeiras 12 horas. Portanto, a conduta correta no atendimento inicial é: a) Uso de drogas vasopressoras (terlipressina, octreotide).

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A investigação de nódulos tireoidianos é guiada pela combinação entre tamanho e padrão ultrassonográfico de risco (sistemas como o ACR TI-RADS). Achados que aumentam a suspeita de malignidade incluem: hipoecogenicidade, margens irregulares/espiculadas, microcalcificações, formato "mais alto que largo" e ausência de halo. Quando um nódulo reúne múltiplas características de alto risco, a indicação de PAAF ocorre a partir de tamanho >1 cm. O TSH normal (2,5) já descarta a necessidade de cintilografia (reservada a TSH suprimido, para rastrear nódulo hiperfuncionante/"quente", que raramente é maligno) e direciona diretamente para a estratificação por ultrassonografia. O caso reúne pelo menos quatro achados de alto risco (hipoecogenicidade, margens irregulares, microcalcificações, formato mais alto que largo) em nódulo de 1,2 cm — preenchendo claramente o critério de tamanho para indicação de PAAF.
Paciente do sexo feminino, 45 anos, sem comorbidades prévias, é encaminhada após identificação de nódulo tireoidiano em exame de imagem de rotina. Nega sintomas compressivos, rouquidão ou disfagia. Nega história de irradiação cervical prévia ou história familiar de câncer de tireoide. Ao exame: tireoide sem bócio difuso, nódulo palpável em lobo direito, sem linfonodomegalia cervical. Exames laboratoriais: TSH 2,5, T4 livre 1,3. Ultrassonografia cervical evidencia nódulo sólido, hipoecogênico, medindo 1,2 cm no maior eixo, de contornos irregulares, com margens espiculadas, presença de microcalcificações e maior altura que largura ao corte transverso. Diante desses achados, assinale a conduta correta.
a. Repetir a ultrassonografia em 6-12 meses, já que o nódulo mede menos de 2 cm e a paciente é assintomática.
b. Indicar punção aspirativa por agulha fina (PAAF), pois o nódulo é >1 cm e apresenta múltiplas características ultrassonográficas de alto risco.
c. Solicitar cintilografia de tireoide antes de qualquer outra conduta, para avaliar se o nódulo é hipercaptante ("quente").
d. Indicar tireoidectomia total diretamente, sem necessidade de PAAF, dado o alto risco ultrassonográfico do nódulo.

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