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Para o diagnóstico de pancreatite aguda, devemos ter os seguintes parâmetros confirmados:
a. Dor com irradiação para dorso, Ultrassonografia de abdome com sinais de colelitíase, e Leucocitose.
b. Dor intensa em hipocôndrio direito, Sinal de Murphy e Elevação de lipase sérica.
c. Dor abdominal intensa em abdome superior, Sinais de edema pancreático na ultrassonografia abdominal, elevação de enzimas pancreáticas.
d. Dor epigástrica, sinais de dilatação de vias biliares em tomografia computadorizada de abdome, elevação de amilase e lipase séricas.
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Questões Para o Saber

há 4 horas

Respostas

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há 4 horas

Para o diagnóstico de pancreatite aguda, os critérios principais incluem: - Dor abdominal intensa, geralmente em região epigástrica ou em abdome superior, que pode irradiar para o dorso. - Elevação das enzimas pancreáticas, especialmente amilase e lipase (lipase é mais específica). - Achados de imagem que evidenciem alterações no pâncreas, como edema pancreático na ultrassonografia ou tomografia. Analisando as alternativas: a) Dor com irradiação para dorso, ultrassonografia com sinais de colelitíase e leucocitose — colelitíase pode ser causa, mas leucocitose não é critério diagnóstico principal. b) Dor intensa em hipocôndrio direito, sinal de Murphy e elevação de lipase sérica — sinal de Murphy é para colecistite, não pancreatite. c) Dor abdominal intensa em abdome superior, sinais de edema pancreático na ultrassonografia abdominal, elevação de enzimas pancreáticas — reúne os principais critérios diagnósticos. d) Dor epigástrica, sinais de dilatação de vias biliares em tomografia, elevação de amilase e lipase — dilatação de vias biliares pode ocorrer, mas não é critério obrigatório. Portanto, a alternativa correta é: c) Dor abdominal intensa em abdome superior, sinais de edema pancreático na ultrassonografia abdominal, elevação de enzimas pancreáticas.

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A investigação de nódulos tireoidianos é guiada pela combinação entre tamanho e padrão ultrassonográfico de risco (sistemas como o ACR TI-RADS). Achados que aumentam a suspeita de malignidade incluem: hipoecogenicidade, margens irregulares/espiculadas, microcalcificações, formato "mais alto que largo" e ausência de halo. Quando um nódulo reúne múltiplas características de alto risco, a indicação de PAAF ocorre a partir de tamanho >1 cm. O TSH normal (2,5) já descarta a necessidade de cintilografia (reservada a TSH suprimido, para rastrear nódulo hiperfuncionante/"quente", que raramente é maligno) e direciona diretamente para a estratificação por ultrassonografia. O caso reúne pelo menos quatro achados de alto risco (hipoecogenicidade, margens irregulares, microcalcificações, formato mais alto que largo) em nódulo de 1,2 cm — preenchendo claramente o critério de tamanho para indicação de PAAF.
Paciente do sexo feminino, 45 anos, sem comorbidades prévias, é encaminhada após identificação de nódulo tireoidiano em exame de imagem de rotina. Nega sintomas compressivos, rouquidão ou disfagia. Nega história de irradiação cervical prévia ou história familiar de câncer de tireoide. Ao exame: tireoide sem bócio difuso, nódulo palpável em lobo direito, sem linfonodomegalia cervical. Exames laboratoriais: TSH 2,5, T4 livre 1,3. Ultrassonografia cervical evidencia nódulo sólido, hipoecogênico, medindo 1,2 cm no maior eixo, de contornos irregulares, com margens espiculadas, presença de microcalcificações e maior altura que largura ao corte transverso. Diante desses achados, assinale a conduta correta.
a. Repetir a ultrassonografia em 6-12 meses, já que o nódulo mede menos de 2 cm e a paciente é assintomática.
b. Indicar punção aspirativa por agulha fina (PAAF), pois o nódulo é >1 cm e apresenta múltiplas características ultrassonográficas de alto risco.
c. Solicitar cintilografia de tireoide antes de qualquer outra conduta, para avaliar se o nódulo é hipercaptante ("quente").
d. Indicar tireoidectomia total diretamente, sem necessidade de PAAF, dado o alto risco ultrassonográfico do nódulo.

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