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strica intensa pode ser um sinal de pancreatite aguda, porém não esperamos sinais de dilatação de vias biliares, eS sim sinais de inflamação do pâncreas. A elevação de amilase e lipase são marcadores importantes.
Em um paciente de 21 anos submetido à apendicectomia videolaparoscópica há 5 dias, que apresenta febre, dor abdominal intensa, leucocitose e queda do estado geral, qual a melhor possibilidade diagnóstica?
a. Infeção da incisão cirúrgica.
b. Deiscência do ceco.
c. Abscesso intra-abdominal.
d. Abdome agudo obstrutivo por bridas.
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Desvendando com Questões

há 4 horas

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há 4 horas

Vamos analisar os dados do caso: - Paciente jovem, 21 anos, 5 dias após apendicectomia videolaparoscópica. - Apresenta febre, dor abdominal intensa, leucocitose e piora do estado geral. Esses sinais indicam uma complicação infecciosa ou inflamatória pós-operatória. Analisando as alternativas: a) Infecção da incisão cirúrgica: geralmente causa sinais locais na pele e tecido subcutâneo, mas dor abdominal intensa e piora do estado geral sugerem algo mais profundo. b) Deiscência do ceco: é uma complicação grave, mas é mais comum em cirurgias abertas e geralmente se manifesta com peritonite franca. c) Abscesso intra-abdominal: é uma complicação comum após apendicectomia, especialmente se houve contaminação. Causa febre, dor abdominal localizada ou difusa, leucocitose e piora do estado geral. d) Abdome agudo obstrutivo por bridas: pode ocorrer, mas geralmente demora mais tempo para se manifestar e não é tão comum logo após 5 dias. Portanto, a melhor possibilidade diagnóstica é: c) Abscesso intra-abdominal.

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A investigação de nódulos tireoidianos é guiada pela combinação entre tamanho e padrão ultrassonográfico de risco (sistemas como o ACR TI-RADS). Achados que aumentam a suspeita de malignidade incluem: hipoecogenicidade, margens irregulares/espiculadas, microcalcificações, formato "mais alto que largo" e ausência de halo. Quando um nódulo reúne múltiplas características de alto risco, a indicação de PAAF ocorre a partir de tamanho >1 cm. O TSH normal (2,5) já descarta a necessidade de cintilografia (reservada a TSH suprimido, para rastrear nódulo hiperfuncionante/"quente", que raramente é maligno) e direciona diretamente para a estratificação por ultrassonografia. O caso reúne pelo menos quatro achados de alto risco (hipoecogenicidade, margens irregulares, microcalcificações, formato mais alto que largo) em nódulo de 1,2 cm — preenchendo claramente o critério de tamanho para indicação de PAAF.
Paciente do sexo feminino, 45 anos, sem comorbidades prévias, é encaminhada após identificação de nódulo tireoidiano em exame de imagem de rotina. Nega sintomas compressivos, rouquidão ou disfagia. Nega história de irradiação cervical prévia ou história familiar de câncer de tireoide. Ao exame: tireoide sem bócio difuso, nódulo palpável em lobo direito, sem linfonodomegalia cervical. Exames laboratoriais: TSH 2,5, T4 livre 1,3. Ultrassonografia cervical evidencia nódulo sólido, hipoecogênico, medindo 1,2 cm no maior eixo, de contornos irregulares, com margens espiculadas, presença de microcalcificações e maior altura que largura ao corte transverso. Diante desses achados, assinale a conduta correta.
a. Repetir a ultrassonografia em 6-12 meses, já que o nódulo mede menos de 2 cm e a paciente é assintomática.
b. Indicar punção aspirativa por agulha fina (PAAF), pois o nódulo é >1 cm e apresenta múltiplas características ultrassonográficas de alto risco.
c. Solicitar cintilografia de tireoide antes de qualquer outra conduta, para avaliar se o nódulo é hipercaptante ("quente").
d. Indicar tireoidectomia total diretamente, sem necessidade de PAAF, dado o alto risco ultrassonográfico do nódulo.

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